doping

Queniana Chepkemei é suspensa por doping

Atletismo · 27 fev, 2008

A queniana Susan Chepkemei, principal adversária de Paula Radcliffe na Maratona de Nova York em 2004, recebeu a punição de um ano de suspensão por ter falhado em um teste antidoping. Aos 32 anos, a atleta teve um teste positivo em setembro para a substância salbutamol.

A droga é utilizada para tratar pacientes com doenças obstrutivas das vias aéreas e é proibida pelo Código Mundial Antidoping. Chepkemei fez uso durante o período em que ficou internada com quadro de pneumonia, num hospital de Nairobi.

Nestes casos a pena costuma ser de dois anos, mas a Federação Queniana de Atletismo aceitou uma redução, devido à “circunstâncias atenuantes”. O representante da atleta, Jos Hermens, afirma que “uma bomba caiu sobre ela depois de ter falhado no teste”.

“Ela disse aos fiscais que foi levada para ser tratada no hospital e imaginou que o médico não prescreveria nenhuma substância proibitiva, sabendo que ela era uma atleta de nível internacional”, ressalta Hermens. Ela não teria se beneficiado da substância, pois na época não estava treinando em período integral devido à doença e pelo fato de estar grávida.


Queniana Chepkemei é suspensa por doping

Atletismo · 27 fev, 2008

A queniana Susan Chepkemei, principal adversária de Paula Radcliffe na Maratona de Nova York em 2004, recebeu a punição de um ano de suspensão por ter falhado em um teste antidoping. Aos 32 anos, a atleta teve um teste positivo em setembro para a substância salbutamol.

A droga é utilizada para tratar pacientes com doenças obstrutivas das vias aéreas e é proibida pelo Código Mundial Antidoping. Chepkemei fez uso durante o período em que ficou internada com quadro de pneumonia, num hospital de Nairobi.

Nestes casos a pena costuma ser de dois anos, mas a Federação Queniana de Atletismo aceitou uma redução, devido à “circunstâncias atenuantes”. O representante da atleta, Jos Hermens, afirma que “uma bomba caiu sobre ela depois de ter falhado no teste”.

“Ela disse aos fiscais que foi levada para ser tratada no hospital e imaginou que o médico não prescreveria nenhuma substância proibitiva, sabendo que ela era uma atleta de nível internacional”, ressalta Hermens. Ela não teria se beneficiado da substância, pois na época não estava treinando em período integral devido à doença e pelo fato de estar grávida.

Países das Américas apóiam Wada contra doping

Atletismo · 19 fev, 2008

Durante a oitava edição do Conselho de Esportes das Américas (Cade), que aconteceu em Montevideo (Uruguai) nos últimos dias 14 a 15, os países membros expressaram um enorme comprometimento na luta contra o doping no esporte. Todos declararam apoio à Agência Mundial Anti Doping (Wada) em sua luta contra as drogas nas competições.

Os membros aprovaram a fórmula das contribuições anuais da Wada baseadas na atual Organização dos Estados Americanos (OEA) e aproveitaram para chamar a atenção dos países que ainda não ratificaram a Convenção Internacional Anti Doping no Esporte da Unesco. Esta convenção é a ferramenta prática para que os governos possam alinhar suas políticas domésticas com o Código Mundial Anti Doping, aprovado universalmente.

Todos os países das Américas são membros do Cade. Participaram da reunião Argentina, Aruba, Barbados, Bolívia, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Estados Unidos, Uruguai e Venezuela.

Nos Jogos Olímpicos de Pequim este ano, a meta é banir o máximo possível os atletas dopados, motivo pelo qual serão feitos 25% a mais de exames do que foi feito em Atenas 2004 e quase 50% a mais do que em Sidney 2000.


Países das Américas apóiam Wada contra doping

Atletismo · 19 fev, 2008

Durante a oitava edição do Conselho de Esportes das Américas (Cade), que aconteceu em Montevideo (Uruguai) nos últimos dias 14 a 15, os países membros expressaram um enorme comprometimento na luta contra o doping no esporte. Todos declararam apoio à Agência Mundial Anti Doping (Wada) em sua luta contra as drogas nas competições.

Os membros aprovaram a fórmula das contribuições anuais da Wada baseadas na atual Organização dos Estados Americanos (OEA) e aproveitaram para chamar a atenção dos países que ainda não ratificaram a Convenção Internacional Anti Doping no Esporte da Unesco. Esta convenção é a ferramenta prática para que os governos possam alinhar suas políticas domésticas com o Código Mundial Anti Doping, aprovado universalmente.

Todos os países das Américas são membros do Cade. Participaram da reunião Argentina, Aruba, Barbados, Bolívia, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Estados Unidos, Uruguai e Venezuela.

Nos Jogos Olímpicos de Pequim este ano, a meta é banir o máximo possível os atletas dopados, motivo pelo qual serão feitos 25% a mais de exames do que foi feito em Atenas 2004 e quase 50% a mais do que em Sidney 2000.

Agência Anti-Doping promete rigor em Pequim

Atletismo · 30 jan, 2008

John Fahey, presidente da Agência Mundial Antidoping (Wada) que tomou posse no último dia primeiro de janeiro, avisa que os testes contra drogas nas Olimpíadas de Pequim serão mais rigorosos do que nunca. “As chances de alguém ser pego serão muito grandes e os testes serão mais significantes do que em qualquer outra edição dos Jogos”.

Em entrevista às agências internacionais, ele disse também que as autoridades chinesas têm trabalhado duro, injetado grandes quantias de dinheiro e investido em staffs altamente treinados. “O laboratório escolhido será um de altíssimo nível”, ressalta o presidente, que também ocupa o cargo de ministro das finanças da Austrália.

De acordo com informações de especialistas em antidoping, o atual teste para hormônios masculinos não é confiável, mas Fahey se diz confiante que novas técnicas serão utilizadas em Pequim. Já sobre o HGH (hormônio do crescimento), ele diz que “estamos muito avançados e confiantes que até o início das competições os testes poderão ser feitos em kits práticos e acessíveis”.

Ele completa dizendo que podem existir outras formas de se realizar o teste, além dos kits, e que a Agência está aberta a novas propostas. “Obviamente eles terão que ter validação científica, mas não vamos ignorar nenhuma sugestão”.


Agência Anti-Doping promete rigor em Pequim

Atletismo · 30 jan, 2008

John Fahey, presidente da Agência Mundial Antidoping (Wada) que tomou posse no último dia primeiro de janeiro, avisa que os testes contra drogas nas Olimpíadas de Pequim serão mais rigorosos do que nunca. “As chances de alguém ser pego serão muito grandes e os testes serão mais significantes do que em qualquer outra edição dos Jogos”.

Em entrevista às agências internacionais, ele disse também que as autoridades chinesas têm trabalhado duro, injetado grandes quantias de dinheiro e investido em staffs altamente treinados. “O laboratório escolhido será um de altíssimo nível”, ressalta o presidente, que também ocupa o cargo de ministro das finanças da Austrália.

De acordo com informações de especialistas em antidoping, o atual teste para hormônios masculinos não é confiável, mas Fahey se diz confiante que novas técnicas serão utilizadas em Pequim. Já sobre o HGH (hormônio do crescimento), ele diz que “estamos muito avançados e confiantes que até o início das competições os testes poderão ser feitos em kits práticos e acessíveis”.

Ele completa dizendo que podem existir outras formas de se realizar o teste, além dos kits, e que a Agência está aberta a novas propostas. “Obviamente eles terão que ter validação científica, mas não vamos ignorar nenhuma sugestão”.

Marion Jones é condenada a seis meses de prisão

Atletismo · 14 jan, 2008

A atleta americana e detentora de várias medalhas olímpicas, Marion Jones, foi condenada a seis meses de prisão por ter mentido sobre o uso de esteróides e por envolvimento com drogas e acusação de fraude. A velocista de 32 anos pediu ao juiz que fosse o “mais misericordioso possível”, mas o meritíssimo impôs a pena máxima.

Segundo o juiz Kenneth Karas, é preciso enviar uma mensagem para os atletas que utilizam drogas e mancham valores como “trabalho duro, dedicação, trabalho em equipe e espírito esportivo”. Ele comenta ainda que os atletas são inspirações e servem de modelo para muitas pessoas, mas não estão desobrigados de falar a verdade.

“Respeito a decisão e espero que as pessoas possam aprender algo com os meus erros”, declarou Jones às agências internacionais. Os advogados de defesa tinham pedido que ela recebesse como punição apenas a prisão domiciliar, pois já tinha sido penalizada o suficiente, com a devolução das medalhas e o pedido formal de desculpas.

Penalidades- Além dos seis meses de reclusão, ela ficará proibida de competir durante dois anos e será supervisionada neste período, em que também terá que prestar 800 horas de serviços comunitários. Nem mesmo o fato dela ter dois filhos, um deles ainda de colo, abrandou a pena.

Ela se tornou uma das atletas mais famosas nos Estados Unidos e no mundo, depois de vencer os 100m; 200m e o revezamento 4x400m nos Jogos Olímpicos de Sidney em 2000, além do bronze no salto em distância e no revezamento 4x400m. Em outubro do ano passado ela sofreu uma queda monstruosa na carreira, depois de admitir que mentiu para investigações federais em novembro de 2003, ocasião em que negou o uso de esteróides.


Marion Jones é condenada a seis meses de prisão

Atletismo · 14 jan, 2008

A atleta americana e detentora de várias medalhas olímpicas, Marion Jones, foi condenada a seis meses de prisão por ter mentido sobre o uso de esteróides e por envolvimento com drogas e acusação de fraude. A velocista de 32 anos pediu ao juiz que fosse o “mais misericordioso possível”, mas o meritíssimo impôs a pena máxima.

Segundo o juiz Kenneth Karas, é preciso enviar uma mensagem para os atletas que utilizam drogas e mancham valores como “trabalho duro, dedicação, trabalho em equipe e espírito esportivo”. Ele comenta ainda que os atletas são inspirações e servem de modelo para muitas pessoas, mas não estão desobrigados de falar a verdade.

“Respeito a decisão e espero que as pessoas possam aprender algo com os meus erros”, declarou Jones às agências internacionais. Os advogados de defesa tinham pedido que ela recebesse como punição apenas a prisão domiciliar, pois já tinha sido penalizada o suficiente, com a devolução das medalhas e o pedido formal de desculpas.

Penalidades- Além dos seis meses de reclusão, ela ficará proibida de competir durante dois anos e será supervisionada neste período, em que também terá que prestar 800 horas de serviços comunitários. Nem mesmo o fato dela ter dois filhos, um deles ainda de colo, abrandou a pena.

Ela se tornou uma das atletas mais famosas nos Estados Unidos e no mundo, depois de vencer os 100m; 200m e o revezamento 4x400m nos Jogos Olímpicos de Sidney em 2000, além do bronze no salto em distância e no revezamento 4x400m. Em outubro do ano passado ela sofreu uma queda monstruosa na carreira, depois de admitir que mentiu para investigações federais em novembro de 2003, ocasião em que negou o uso de esteróides.

Pena de Gatlin por doping cai para quatro anos

Atletismo · 02 jan, 2008

O campeão olímpico dos 100m Justin Gatlin teve sua pena por doping reduzida de oito para quatro anos, após decisão favorável confirmada pela Agência Anti Doping dos Estados Unidos (Usada). O atleta de 25 anos havia sido suspenso para o resto da vida, mas apelou da decisão, já que passou a ajudar a Usada nas campanhas anti-doping.

Gatlin, que em 2001 teve um teste positivo para anfetaminas, não poderá competir até o ano de 2010, mas pode decidir apelar novamente. Ele esperava poder competir pelos Estados Unidos nas Olimpíadas de Pequim 2008, aceitou a amostra positiva, mas afirma que não tinha consciência que usava substâncias proibidas.

Em 2006 ele teve outro teste positivo, desta vez para testosterona e, de acordo com as normas da Agência Mundial Anti-Doping, ele deveria ter sido banido para sempre, mas como resolveu cooperar, teve a pena suavizada. “O Sr. Gatlin deveria ser elogiado pela decisão de colaborar com as autoridades depois do teste positivo”, ressalta o chefe executivo da Agência Americana Travis Tygart .

Ele comenta ainda que estes esforços não removem completamente a responsabilidade do velocista pelo segundo caso positivo. “Dadas as atuais circunstâncias os quatro anos de penalização estão de bom tamanho”. Ele está sem competir desde junho de 2006.


Pena de Gatlin por doping cai para quatro anos

Atletismo · 02 jan, 2008

O campeão olímpico dos 100m Justin Gatlin teve sua pena por doping reduzida de oito para quatro anos, após decisão favorável confirmada pela Agência Anti Doping dos Estados Unidos (Usada). O atleta de 25 anos havia sido suspenso para o resto da vida, mas apelou da decisão, já que passou a ajudar a Usada nas campanhas anti-doping.

Gatlin, que em 2001 teve um teste positivo para anfetaminas, não poderá competir até o ano de 2010, mas pode decidir apelar novamente. Ele esperava poder competir pelos Estados Unidos nas Olimpíadas de Pequim 2008, aceitou a amostra positiva, mas afirma que não tinha consciência que usava substâncias proibidas.

Em 2006 ele teve outro teste positivo, desta vez para testosterona e, de acordo com as normas da Agência Mundial Anti-Doping, ele deveria ter sido banido para sempre, mas como resolveu cooperar, teve a pena suavizada. “O Sr. Gatlin deveria ser elogiado pela decisão de colaborar com as autoridades depois do teste positivo”, ressalta o chefe executivo da Agência Americana Travis Tygart .

Ele comenta ainda que estes esforços não removem completamente a responsabilidade do velocista pelo segundo caso positivo. “Dadas as atuais circunstâncias os quatro anos de penalização estão de bom tamanho”. Ele está sem competir desde junho de 2006.

Doping: atletas britânicos são advertidos sobre apelação

Atletismo · 18 dez, 2007

Os atletas britânicos têm sido advertidos que apelar contra a decisão de serem banidos perpetuamente do esporte olímpico pode ficar mais difícil no futuro, de acordo com a Associação Olímpica Britânica. Atualmente três atletas receberam ganho de causa, entre eles Christine Ohuruogu, campeã mundial dos 400m, sob alegação de falhas com o sistema de testes e má formação intelectual devido à problemas na educação.

“Em breve os atletas terão que arcar com as próprias responsabilidades nos casos de rejeição de apelações”, ressalta a Associação. O Comitê que analisou o caso de Christine afirmou que no passado os atletas eram mal instruídos sobre suas responsabilidades nos casos de testes antidoping, o que servia como atenuante. Agora, porém, tais “desculpas” têm se tornado cada vez menos plausíveis como método de defesa.

Ainda segundo o Comitê, com os atletas cada vez mais cientes dos problemas que o envolvimento com drogas ilícitas pode acarretar, será mais difícil se apoiar nos problemas com o sistema e em falhas na educação. A Associação Britânica vai se amparar numa lei municipal que diz que qualquer competidor que faltar a três testes fora de competições, será banido do esporte olímpico.


Doping: atletas britânicos são advertidos sobre apelação

Atletismo · 18 dez, 2007

Os atletas britânicos têm sido advertidos que apelar contra a decisão de serem banidos perpetuamente do esporte olímpico pode ficar mais difícil no futuro, de acordo com a Associação Olímpica Britânica. Atualmente três atletas receberam ganho de causa, entre eles Christine Ohuruogu, campeã mundial dos 400m, sob alegação de falhas com o sistema de testes e má formação intelectual devido à problemas na educação.

“Em breve os atletas terão que arcar com as próprias responsabilidades nos casos de rejeição de apelações”, ressalta a Associação. O Comitê que analisou o caso de Christine afirmou que no passado os atletas eram mal instruídos sobre suas responsabilidades nos casos de testes antidoping, o que servia como atenuante. Agora, porém, tais “desculpas” têm se tornado cada vez menos plausíveis como método de defesa.

Ainda segundo o Comitê, com os atletas cada vez mais cientes dos problemas que o envolvimento com drogas ilícitas pode acarretar, será mais difícil se apoiar nos problemas com o sistema e em falhas na educação. A Associação Britânica vai se amparar numa lei municipal que diz que qualquer competidor que faltar a três testes fora de competições, será banido do esporte olímpico.

Grega pode processar COI se não herdar medalha de Jones

Atletismo · 13 dez, 2007

A atleta grega Katerina Thanou, vice-campeã dos 100m nas Olimpíadas de Sidney, atrás de Marion Jones, ameaça processar o Comitê Olímpico Internacional caso não herde a medalha que foi retirada da norte-americana acusada de doping. Apesar do COI ter retirado as medalhas de Jones, ainda não decidiu se fará uma nova premiação para contemplar as atletas que terminaram nas posições subseqüentes a ela.

De acordo com fontes ligadas ao Comitê Olímpico, antes de tomar uma decisão sobre o que fazer com as medalhas, eles querem ter mais informações sobre o caso dos laboratórios Balco e ter certeza de que não há outros atletas envolvidos. Jones e seu ex-namorado e também atleta Tim Montgomery são acusados de usar substâncias que inibem o aparecimento do esteróides anabolizantes nos exames antidoping.

Segundo o advogado de Thanou, Gregory Ioannidis em entrevista às agências internacionais os comentários do COI são “desnecessários e injustos” e ele insiste que não há relação de sua cliente com o caso Balco. “Pedimos ao COI que mantivesse o caso sob sigilo e confidencial, devido à natureza delicada que o envolve, mas parece que fomos ignorados”, ressalta. Ele completa dizendo que caso ela não fique com o ouro e continue a ser exposta na mídia, certamente haverá ações legais.

Apesar das palavras do advogado, Thanou e sua compatriota Kostas Kenteris não compareceram ao teste de drogas na véspera dos Jogos de Atenas, o que a levou a uma suspensão de dois anos, por ter sido a terceira reincidência. A dupla ainda enfrenta acusações criminais por perjúrio e por falsificar evidências, depois de afirmarem que sofreram um acidente de moto um dia antes dos jogos, motivo pelo qual faltaram ao teste.

“Ela tem consciência das faltas, mas tem cooperado bastante com as autoridades. Muitos atletas fazem o mesmo e eu não vejo ninguém ser tratado dessa forma”, ressalta Gregory. Já Lord Coe, vice-presidente da Iaaf (Associação Internacional das Federações de Atletismo) disse recentemente que se sentiria “desconfortável” caso ela herde a medalha de ouro.


Grega pode processar COI se não herdar medalha de Jones

Atletismo · 13 dez, 2007

A atleta grega Katerina Thanou, vice-campeã dos 100m nas Olimpíadas de Sidney, atrás de Marion Jones, ameaça processar o Comitê Olímpico Internacional caso não herde a medalha que foi retirada da norte-americana acusada de doping. Apesar do COI ter retirado as medalhas de Jones, ainda não decidiu se fará uma nova premiação para contemplar as atletas que terminaram nas posições subseqüentes a ela.

De acordo com fontes ligadas ao Comitê Olímpico, antes de tomar uma decisão sobre o que fazer com as medalhas, eles querem ter mais informações sobre o caso dos laboratórios Balco e ter certeza de que não há outros atletas envolvidos. Jones e seu ex-namorado e também atleta Tim Montgomery são acusados de usar substâncias que inibem o aparecimento do esteróides anabolizantes nos exames antidoping.

Segundo o advogado de Thanou, Gregory Ioannidis em entrevista às agências internacionais os comentários do COI são “desnecessários e injustos” e ele insiste que não há relação de sua cliente com o caso Balco. “Pedimos ao COI que mantivesse o caso sob sigilo e confidencial, devido à natureza delicada que o envolve, mas parece que fomos ignorados”, ressalta. Ele completa dizendo que caso ela não fique com o ouro e continue a ser exposta na mídia, certamente haverá ações legais.

Apesar das palavras do advogado, Thanou e sua compatriota Kostas Kenteris não compareceram ao teste de drogas na véspera dos Jogos de Atenas, o que a levou a uma suspensão de dois anos, por ter sido a terceira reincidência. A dupla ainda enfrenta acusações criminais por perjúrio e por falsificar evidências, depois de afirmarem que sofreram um acidente de moto um dia antes dos jogos, motivo pelo qual faltaram ao teste.

“Ela tem consciência das faltas, mas tem cooperado bastante com as autoridades. Muitos atletas fazem o mesmo e eu não vejo ninguém ser tratado dessa forma”, ressalta Gregory. Já Lord Coe, vice-presidente da Iaaf (Associação Internacional das Federações de Atletismo) disse recentemente que se sentiria “desconfortável” caso ela herde a medalha de ouro.

Perdemos! O doping no Pan 2007 é nosso

Caminhada · 13 dez, 2007

Infelizmente, volto constrangido ao assunto doping. Em setembro, após o Pan, escrevi: “Ganhamos o Pan, foram raros os casos de doping”. O que falar neste momento? Realmente temos a obrigação de tentar esclarecer o que aconteceu! Suspeita quase confirmada de doping no Pan e justo de uma atleta da natação brasileira, ganhadora de medalhas de ouro.

O caso ainda está sob júdice na polícia civil do Rio de Janeiro, pela descoberta de que a urina investigada, que normalmente é dividida em dois frascos numerados aleatoriamente no momento da coleta, era na verdade de diferentes pessoas (isto pelo DNA) ainda não identificadas. Existindo então suspeita de troca da urina examinada.

Do ponto de vista técnico e para melhor entendimento vamos explicar aos leitores que a coleta é feita com o atleta despido e seu “sombra”, a pessoa designada para acompanhá-lo o tempo todo. Durante o processo deve-se observar a micção em todos os seus detalhes (principalmente anatômicos), para evitar a troca por urina de “terceiros” trazida num frasco escondido na vestimenta do atleta.

Neste fim de ano, ainda tivemos o desprazer de saber que mais um dos nossos, agora um atleta paraolímpico, também teve seu exame de detecção de doping positivo. Jogadores de futebol desconhecidos e famosos também foram pegos no antidoping! O que está acontecendo? Será que acham que somos idiotas?

A Medicina mundial e brasileira não é mais bobinha, que se encolhe com medo dos famosos. Acabar com o doping e seus executores é o mesmo que esperar acabar com os bandidos. No futuro teme-se o doping genético, mas vamos continuar na luta. As polêmicas continuam e pelas notícias vão continuar.

Vemos atletas que confessam seus crimes de dopagem depois de anos, então, vamos confiar nos controles que também se aperfeiçoam diariamente. Não posso deixar de afirmar minha confiança no Dr Eduardo H. de Rose, um dos maiores especialistas em Medicina do Esporte e responsável maior, pelo controle antidoping no Pan e recentemente homenageado pela WADA (Agência Mundial de Controle Antidoping) por sua seriedade e conhecimento do assunto.

Saibam que de acordo com o conhecimento médico/científico ninguém cresce de altura e envergadura naturalmente, só fazendo exercícios. O aumento exagerado do tamanho da massa muscular, aos olhos clínicos de um especialista, quase que sinaliza o uso de alguma substância poderosa. A constatação de que os esteróides anabolizantes detectados nos exames antidoping de atletas, quase que em sua totalidade é de origem artificial, isto é, não produzido pelo próprio organismo do atleta, confirma a má fé existente.


Perdemos! O doping no Pan 2007 é nosso

Caminhada · 13 dez, 2007

Infelizmente, volto constrangido ao assunto doping. Em setembro, após o Pan, escrevi: “Ganhamos o Pan, foram raros os casos de doping”. O que falar neste momento? Realmente temos a obrigação de tentar esclarecer o que aconteceu! Suspeita quase confirmada de doping no Pan e justo de uma atleta da natação brasileira, ganhadora de medalhas de ouro.

O caso ainda está sob júdice na polícia civil do Rio de Janeiro, pela descoberta de que a urina investigada, que normalmente é dividida em dois frascos numerados aleatoriamente no momento da coleta, era na verdade de diferentes pessoas (isto pelo DNA) ainda não identificadas. Existindo então suspeita de troca da urina examinada.

Do ponto de vista técnico e para melhor entendimento vamos explicar aos leitores que a coleta é feita com o atleta despido e seu “sombra”, a pessoa designada para acompanhá-lo o tempo todo. Durante o processo deve-se observar a micção em todos os seus detalhes (principalmente anatômicos), para evitar a troca por urina de “terceiros” trazida num frasco escondido na vestimenta do atleta.

Neste fim de ano, ainda tivemos o desprazer de saber que mais um dos nossos, agora um atleta paraolímpico, também teve seu exame de detecção de doping positivo. Jogadores de futebol desconhecidos e famosos também foram pegos no antidoping! O que está acontecendo? Será que acham que somos idiotas?

A Medicina mundial e brasileira não é mais bobinha, que se encolhe com medo dos famosos. Acabar com o doping e seus executores é o mesmo que esperar acabar com os bandidos. No futuro teme-se o doping genético, mas vamos continuar na luta. As polêmicas continuam e pelas notícias vão continuar.

Vemos atletas que confessam seus crimes de dopagem depois de anos, então, vamos confiar nos controles que também se aperfeiçoam diariamente. Não posso deixar de afirmar minha confiança no Dr Eduardo H. de Rose, um dos maiores especialistas em Medicina do Esporte e responsável maior, pelo controle antidoping no Pan e recentemente homenageado pela WADA (Agência Mundial de Controle Antidoping) por sua seriedade e conhecimento do assunto.

Saibam que de acordo com o conhecimento médico/científico ninguém cresce de altura e envergadura naturalmente, só fazendo exercícios. O aumento exagerado do tamanho da massa muscular, aos olhos clínicos de um especialista, quase que sinaliza o uso de alguma substância poderosa. A constatação de que os esteróides anabolizantes detectados nos exames antidoping de atletas, quase que em sua totalidade é de origem artificial, isto é, não produzido pelo próprio organismo do atleta, confirma a má fé existente.

COI retira oficialmente medalhas de Marion Jones

Atletismo · 12 dez, 2007

A Bancada Executiva do Comitê Olímpico Internacional anunciou oficialmente nesta quarta-feira a desclassificação de Marion Jones dos eventos nos quais ela competiu nos Jogos Olímpicos de 2000 em Sidney (Austrália) e 2004 em Atenas (Grécia). Jones já devolveu as medalhas, que agora estão em poder do COI.

A Bancada decidiu também que a atleta não poderá participar das Olimpíadas de Pequim em 2008 nem como competidora e nem exercendo qualquer outra função. Acusada de doping durante o escândalo dos Laboratórios Balco, o COI ainda estuda a possibilidade de aplicar outras sanções, como a inelegibilidade de participar de quaisquer edições dos Jogos Olímpicos.

O escândalo ainda não foi totalmente solucionado e, como o Comitê ainda não tem documentação suficiente sobre o caso, ainda não está decidido como ficará a redistribuição das medalhas e nem se as outras competidoras do revezamento também sofrerão sanções. O caso Balco surgiu em 2003, ocasião em que se descobriu que o laboratório produzia substâncias dopantes que não eram detectadas em exames.

As provas em que ela foi desqualificada em Sidney foram: 100m (ouro); 200m (ouro); revezamento 4x400m (ouro); revezamento 4x100 (bronze) e Salto em Altura (bronze). Já em Atenas ela foi desqualificada do salto em altura, evento no qual ficou em quinto lugar.


COI retira oficialmente medalhas de Marion Jones

Atletismo · 12 dez, 2007

A Bancada Executiva do Comitê Olímpico Internacional anunciou oficialmente nesta quarta-feira a desclassificação de Marion Jones dos eventos nos quais ela competiu nos Jogos Olímpicos de 2000 em Sidney (Austrália) e 2004 em Atenas (Grécia). Jones já devolveu as medalhas, que agora estão em poder do COI.

A Bancada decidiu também que a atleta não poderá participar das Olimpíadas de Pequim em 2008 nem como competidora e nem exercendo qualquer outra função. Acusada de doping durante o escândalo dos Laboratórios Balco, o COI ainda estuda a possibilidade de aplicar outras sanções, como a inelegibilidade de participar de quaisquer edições dos Jogos Olímpicos.

O escândalo ainda não foi totalmente solucionado e, como o Comitê ainda não tem documentação suficiente sobre o caso, ainda não está decidido como ficará a redistribuição das medalhas e nem se as outras competidoras do revezamento também sofrerão sanções. O caso Balco surgiu em 2003, ocasião em que se descobriu que o laboratório produzia substâncias dopantes que não eram detectadas em exames.

As provas em que ela foi desqualificada em Sidney foram: 100m (ouro); 200m (ouro); revezamento 4x400m (ouro); revezamento 4x100 (bronze) e Salto em Altura (bronze). Já em Atenas ela foi desqualificada do salto em altura, evento no qual ficou em quinto lugar.

Saiba qual é o risco do doping involuntário

Atletismo · 05 dez, 2007

De tempos em tempos surge um novo grande caso de suspeita de doping que põe em cheque as conquistas de um(a) grande atleta e de muitos dos seus adversários na modalidade. Parece sempre haver o doping da moda, mas o que não parece mudar é a reação do acusado quando comunicado do resultado dos exames. Eles sempre negam veementemente. Acusam os testes de serem falíveis, assim como outros alegam possuir alguma característica genética natural que faça seu corpo ter determinada enzima ou hormônio em quantidades e concentrações acima da média do restante da população.

Outra estratégia de defesa que vem sendo usada já há alguns anos é a de dizer que consumiu a substância involuntariamente em algum suplemento alimentar ou remédio sem ler o rótulo ou bula. Essa chega a irritar muitos dos apaixonados do esporte porque parece querer nos fazer acreditar, quase que chamando a todos de ingênuos.

É quase certo que alguns (ou seria a maioria?) abusam dessa estratégia porque em tempos recentes ela provou ser realmente verdadeira. É aqui que eu gostaria de chegar. Não entro no mérito de dizer se acho que alguns atletas usaram ou não substâncias ergogênicas com fins escusos para obter vantagem. Um fato é que realmente hoje eles têm mais este cuidado a seguir.

Após inúmeros atletas serem pegos alegando este consumo involuntário, uma grande pesquisa foi feita na Grã-Bretanha junto a alguns dos mais populares suplementos de todos os tipos. Mas o enfoque foi maior nos suplementos de aminoácidos, whey protein e multivitamínicos.

Quais foram os resultados dos testes? Para espanto de muitos dos pesquisadores, alívio de atletas inocentes e incredulidade dos mais céticos, as pessoas submetidas ao uso de alguns suplementos, foram testadas e foram “pegas” nesse pretenso exame antidoping. E qual seria a razão para isso?

Algumas das marcas menos confiáveis estariam se usando deste artifício para gerar grandes ganhos de resultados no consumidor que assim voltaria a consumi-lo sem saber que seria vítima de um doping involuntário. É verdade que algumas deixavam claro no rótulo que continham substâncias proibidas pelo COI (Comitê Olímpico Internacional), mas outras simplesmente omitiam ou camuflavam!

Tornada pública esta pesquisa, hoje os britânicos aumentaram sua desconfiança sobre as marcas de menor confiabilidade e passaram a valorizar as marcas mais sérias. Por outro lado, os treinadores e atletas ganharam mais um tópico para se preocupar.

Qual é a recomendação? É óbvio que para a maioria de nós nunca terá que se preocupar em ser aprovado em um teste antidoping. Porém, pense comigo: se uma marca dessa engana você chegando a esse ponto, qual o cuidado que ela teria na produção desses suplementos?

Para aqueles que vivem do esporte, é imperativo que leiam atentamente os rótulos e busquem as marcas mais sérias para se precaver de qualquer tipo de problema, pois esta argumentação hoje já não livra ninguém de uma dura suspensão.


Saiba qual é o risco do doping involuntário

Atletismo · 05 dez, 2007

De tempos em tempos surge um novo grande caso de suspeita de doping que põe em cheque as conquistas de um(a) grande atleta e de muitos dos seus adversários na modalidade. Parece sempre haver o doping da moda, mas o que não parece mudar é a reação do acusado quando comunicado do resultado dos exames. Eles sempre negam veementemente. Acusam os testes de serem falíveis, assim como outros alegam possuir alguma característica genética natural que faça seu corpo ter determinada enzima ou hormônio em quantidades e concentrações acima da média do restante da população.

Outra estratégia de defesa que vem sendo usada já há alguns anos é a de dizer que consumiu a substância involuntariamente em algum suplemento alimentar ou remédio sem ler o rótulo ou bula. Essa chega a irritar muitos dos apaixonados do esporte porque parece querer nos fazer acreditar, quase que chamando a todos de ingênuos.

É quase certo que alguns (ou seria a maioria?) abusam dessa estratégia porque em tempos recentes ela provou ser realmente verdadeira. É aqui que eu gostaria de chegar. Não entro no mérito de dizer se acho que alguns atletas usaram ou não substâncias ergogênicas com fins escusos para obter vantagem. Um fato é que realmente hoje eles têm mais este cuidado a seguir.

Após inúmeros atletas serem pegos alegando este consumo involuntário, uma grande pesquisa foi feita na Grã-Bretanha junto a alguns dos mais populares suplementos de todos os tipos. Mas o enfoque foi maior nos suplementos de aminoácidos, whey protein e multivitamínicos.

Quais foram os resultados dos testes? Para espanto de muitos dos pesquisadores, alívio de atletas inocentes e incredulidade dos mais céticos, as pessoas submetidas ao uso de alguns suplementos, foram testadas e foram “pegas” nesse pretenso exame antidoping. E qual seria a razão para isso?

Algumas das marcas menos confiáveis estariam se usando deste artifício para gerar grandes ganhos de resultados no consumidor que assim voltaria a consumi-lo sem saber que seria vítima de um doping involuntário. É verdade que algumas deixavam claro no rótulo que continham substâncias proibidas pelo COI (Comitê Olímpico Internacional), mas outras simplesmente omitiam ou camuflavam!

Tornada pública esta pesquisa, hoje os britânicos aumentaram sua desconfiança sobre as marcas de menor confiabilidade e passaram a valorizar as marcas mais sérias. Por outro lado, os treinadores e atletas ganharam mais um tópico para se preocupar.

Qual é a recomendação? É óbvio que para a maioria de nós nunca terá que se preocupar em ser aprovado em um teste antidoping. Porém, pense comigo: se uma marca dessa engana você chegando a esse ponto, qual o cuidado que ela teria na produção desses suplementos?

Para aqueles que vivem do esporte, é imperativo que leiam atentamente os rótulos e busquem as marcas mais sérias para se precaver de qualquer tipo de problema, pois esta argumentação hoje já não livra ninguém de uma dura suspensão.