doping

Campeão Olímpico dos 1.500m é pego em antidoping

Atletismo · 29 abr, 2009

A Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF) foi informada na última terça-feira pelo Comitê Olímpico Internacional que três atletas foram flagrados no teste antidoping, incluindo Rashid Ramzi, do Bareim. O campeão Olímpico dos 1.500m em Pequim testou positivo para uma nova forma do hormônio EPO, chamado de MIRCERA.

De acordo com um comunicado da Iaaf, o teste positivo se deu na re-análise das amostras colhidas pelo COI em Pequim e, a partir de agora, serão adotados os protocolos padrões para estes casos. Entre as ações, está o teste da Amostra B em oito de junho na França.

De acordo com a Agência Mundial Antidoping (Wada), o Código Mundial permite que processos disciplinares sejam abertos até oito anos após a data em que a violação ocorreu. “Sugerimos aos atletas que pensam em fraudar a ter isso em mente daqui para frente”, relata o presidente da entidade, John Fahey. “Acreditamos que testes retrospectivos sirvam como um forte impedimento”, completa.

Marroquino de origem, Rashid deu a primeira medalha olímpica do atletismo para o Bareim após cruzar a linha com o tempo de 3min32seg94. No Mundial de Helsinki, em 2005 na Finlândia, ele já havia vencido os 800 e os 1.500m.

O Comitê Olímpico do Bareim já foi notificado sobre o assunto, mas ainda não existe nenhum pronunciamento oficial sobre penas ou sanções ao atleta. “O Comitê sente muito ter recebido esta notícia do COI, pois se assegurou que Ramzi passou por todos os testes antes dos jogos e todos deram negativo”, relata um comunicado da entidade.

Além do atleta do Bareim, também foram testados como positivo os ciclistas Davide Rebellin, italiano medalha de prata em Pequim, e Stefan Schumacher, da Alemanha. Stefan já estava suspenso por dois anos depois de testar positivo na Volta da França.


Campeão Olímpico dos 1.500m é pego em antidoping

Atletismo · 29 abr, 2009

A Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF) foi informada na última terça-feira pelo Comitê Olímpico Internacional que três atletas foram flagrados no teste antidoping, incluindo Rashid Ramzi, do Bareim. O campeão Olímpico dos 1.500m em Pequim testou positivo para uma nova forma do hormônio EPO, chamado de MIRCERA.

De acordo com um comunicado da Iaaf, o teste positivo se deu na re-análise das amostras colhidas pelo COI em Pequim e, a partir de agora, serão adotados os protocolos padrões para estes casos. Entre as ações, está o teste da Amostra B em oito de junho na França.

De acordo com a Agência Mundial Antidoping (Wada), o Código Mundial permite que processos disciplinares sejam abertos até oito anos após a data em que a violação ocorreu. “Sugerimos aos atletas que pensam em fraudar a ter isso em mente daqui para frente”, relata o presidente da entidade, John Fahey. “Acreditamos que testes retrospectivos sirvam como um forte impedimento”, completa.

Marroquino de origem, Rashid deu a primeira medalha olímpica do atletismo para o Bareim após cruzar a linha com o tempo de 3min32seg94. No Mundial de Helsinki, em 2005 na Finlândia, ele já havia vencido os 800 e os 1.500m.

O Comitê Olímpico do Bareim já foi notificado sobre o assunto, mas ainda não existe nenhum pronunciamento oficial sobre penas ou sanções ao atleta. “O Comitê sente muito ter recebido esta notícia do COI, pois se assegurou que Ramzi passou por todos os testes antes dos jogos e todos deram negativo”, relata um comunicado da entidade.

Além do atleta do Bareim, também foram testados como positivo os ciclistas Davide Rebellin, italiano medalha de prata em Pequim, e Stefan Schumacher, da Alemanha. Stefan já estava suspenso por dois anos depois de testar positivo na Volta da França.

COI reanalisa amostras coletadas na Olimpíada de Pequim

Atletismo · 09 out, 2008

O COI (Comitê Olímpico Internacional) anunciou na última quarta-feira (08) que fará uma nova análise das amostras coletadas durante a Olimpíada de Pequim esse ano, na tentativa de detectar uma substância denominada Cera, um anabolizante de última geração. A medida foi tomada dois dias após o anúncio de mais um escândalo no Tour de France.

Dessa vez o ciclista italiano Leonardo Piepoli e o alemão Stefan Schumacher foram pegos utilizando a Cera, graças a uma nova técnica utilizada pelos laboratórios credenciados pelo Tour. Eles haviam sido testados anteriormente, mas o resultado foi negativo e graças a uma combinação de urina com sangue a positivação foi confirmada no novo teste.

As amostras coletadas em Pequim já estão sendo reenviadas ao laboratório credenciado pela Agência Mundial Antidoping (Wada) em Lausanne, na Suíça, mas os detalhes dos procedimentos e a quantidade de amostras a serem testadas novamente não foram divulgados. Segundo a Agência, isso ainda será discutido com o COI.

Como parte do programa de tolerância zero contra o doping, o COI armazena as amostras dos Jogos Olímpicos durante oito anos, o que possibilita análises futuras para detectar substâncias por meio de novas ferramentas. “Esperamos que isso seja um forte impedimento para os atletas se doparem e que eles pensem duas vezes antes de trapacear”, afirma o presidente do Comitê Olímpico Internacional Jacques Rogge.

Foram feitos 4.770 testes antidoping em Pequim, a maior quantidade em toda a história dos Jogos, sendo 3.801 de urina e 969 de sangue. Os testes de urina incluíram 817 para EPO, enquanto os de sangue englobaram 471 para o hGH, o hormônio humano de crescimento.


COI reanalisa amostras coletadas na Olimpíada de Pequim

Atletismo · 09 out, 2008

O COI (Comitê Olímpico Internacional) anunciou na última quarta-feira (08) que fará uma nova análise das amostras coletadas durante a Olimpíada de Pequim esse ano, na tentativa de detectar uma substância denominada Cera, um anabolizante de última geração. A medida foi tomada dois dias após o anúncio de mais um escândalo no Tour de France.

Dessa vez o ciclista italiano Leonardo Piepoli e o alemão Stefan Schumacher foram pegos utilizando a Cera, graças a uma nova técnica utilizada pelos laboratórios credenciados pelo Tour. Eles haviam sido testados anteriormente, mas o resultado foi negativo e graças a uma combinação de urina com sangue a positivação foi confirmada no novo teste.

As amostras coletadas em Pequim já estão sendo reenviadas ao laboratório credenciado pela Agência Mundial Antidoping (Wada) em Lausanne, na Suíça, mas os detalhes dos procedimentos e a quantidade de amostras a serem testadas novamente não foram divulgados. Segundo a Agência, isso ainda será discutido com o COI.

Como parte do programa de tolerância zero contra o doping, o COI armazena as amostras dos Jogos Olímpicos durante oito anos, o que possibilita análises futuras para detectar substâncias por meio de novas ferramentas. “Esperamos que isso seja um forte impedimento para os atletas se doparem e que eles pensem duas vezes antes de trapacear”, afirma o presidente do Comitê Olímpico Internacional Jacques Rogge.

Foram feitos 4.770 testes antidoping em Pequim, a maior quantidade em toda a história dos Jogos, sendo 3.801 de urina e 969 de sangue. Os testes de urina incluíram 817 para EPO, enquanto os de sangue englobaram 471 para o hGH, o hormônio humano de crescimento.

Jamaica reclama do excesso de testes antidoping

Atletismo · 15 ago, 2008

A equipe de atletismo da Jamaica tem reclamado da grande quantidade de testes antidoping fora de competição feitos em seus atletas nos últimos dias. “Estamos preocupados que isso possa ter um sério efeito. Muitos testes têm sido feitos e achamos isso extremamente incomum”, ressalta o chefe da delegação, Don Anderson. Em cinco dias firam feitos 32 testes.

Ainda de acordo com Anderson, eles não estão protestando, apenas achando incomum. Giselle Davies, representante do Comitê Olímpico Internacional (COI), afirmou que eles não receberam nenhuma reclamação oficial. “Temos um programa de doping bem compreensivo, se alguém se sentir prejudicado, deve procurar as autoridades”.

O velocista Asafa Poweel reclamou que os agentes o têm procurado com muita freqüência e tirado muito sangue de seu organismo, o que pode prejudica-lo na final dos 100m. “Eles já me testaram quatro vezes e tenho certeza que o farão novamente. Não sei quanto aos outros atletas, mas sei que isso se aplica a mim e aos meus colegas Michael Frater e Usain Bolt”.

A Agência Mundial Antidoping e o COI já avisaram antes do início dos Jogos que essa edição teria o controle mais rígido de toda a história, com novas medidas sendo tomadas para pegar os trapaceiros. As autoridades têm dado atenção especial aos velocistas, principalmente após os últimos casos de doping, como o de Justin Gatlin, ouro em Atenas e de Tim Montgomery, ouro no 4x100m de Sidney, que era cliente dos laboratórios Balco, produtores do esteróide THG.


Jamaica reclama do excesso de testes antidoping

Atletismo · 15 ago, 2008

A equipe de atletismo da Jamaica tem reclamado da grande quantidade de testes antidoping fora de competição feitos em seus atletas nos últimos dias. “Estamos preocupados que isso possa ter um sério efeito. Muitos testes têm sido feitos e achamos isso extremamente incomum”, ressalta o chefe da delegação, Don Anderson. Em cinco dias firam feitos 32 testes.

Ainda de acordo com Anderson, eles não estão protestando, apenas achando incomum. Giselle Davies, representante do Comitê Olímpico Internacional (COI), afirmou que eles não receberam nenhuma reclamação oficial. “Temos um programa de doping bem compreensivo, se alguém se sentir prejudicado, deve procurar as autoridades”.

O velocista Asafa Poweel reclamou que os agentes o têm procurado com muita freqüência e tirado muito sangue de seu organismo, o que pode prejudica-lo na final dos 100m. “Eles já me testaram quatro vezes e tenho certeza que o farão novamente. Não sei quanto aos outros atletas, mas sei que isso se aplica a mim e aos meus colegas Michael Frater e Usain Bolt”.

A Agência Mundial Antidoping e o COI já avisaram antes do início dos Jogos que essa edição teria o controle mais rígido de toda a história, com novas medidas sendo tomadas para pegar os trapaceiros. As autoridades têm dado atenção especial aos velocistas, principalmente após os últimos casos de doping, como o de Justin Gatlin, ouro em Atenas e de Tim Montgomery, ouro no 4x100m de Sidney, que era cliente dos laboratórios Balco, produtores do esteróide THG.

Conheça a função da Agência Antidoping em Pequim

Atletismo · 30 jul, 2008

A Olimpíada e Paraolimpíada de Pequim esse ano marcarão respectivamente a quinta e quarta participação da Agência Mundial Antidoping (Wada) na prestação de serviços de monitoramento anti-doping em Jogos. Além disso, a entidade terá uma função educacional, orientando os atletas.

Entre as principais funções da Wada estão testes pré-competição, revisão constante das substâncias de Uso Terapêutico (TUEs), aplicação de direitos de apelo, além da utilização do programa “Athlete Outreach”. Esse último testa atletas fora das competições e tem uma função educativa também para os treinadores.

Graças à parceria com a empresa de informática oficial dos jogos, a Wada montará um estande na vila olímpica e submeterá atletas e membros das comissões técnicas a um quiz sobre doping. Como recompensa pela participação eles ganharão um pen drive de 2GB e outros brindes.


Conheça a função da Agência Antidoping em Pequim

Atletismo · 30 jul, 2008

A Olimpíada e Paraolimpíada de Pequim esse ano marcarão respectivamente a quinta e quarta participação da Agência Mundial Antidoping (Wada) na prestação de serviços de monitoramento anti-doping em Jogos. Além disso, a entidade terá uma função educacional, orientando os atletas.

Entre as principais funções da Wada estão testes pré-competição, revisão constante das substâncias de Uso Terapêutico (TUEs), aplicação de direitos de apelo, além da utilização do programa “Athlete Outreach”. Esse último testa atletas fora das competições e tem uma função educativa também para os treinadores.

Graças à parceria com a empresa de informática oficial dos jogos, a Wada montará um estande na vila olímpica e submeterá atletas e membros das comissões técnicas a um quiz sobre doping. Como recompensa pela participação eles ganharão um pen drive de 2GB e outros brindes.

Campeão de Honolulu 2007 perde título após doping

Maratona · 27 jun, 2008

O maratonista etíope Ambesse Tolossa, campeão da maratona de Honolulu 2007, no Havaí, perdeu o título da competição por causa de doping. De acordo com agências internacionais, o resultado do teste de doping da prova deu positivo.

Com a desclassificação, o título da maratona de Honolulu foi para o queniano Jimmy Muindi. Esse foi a sexta vitória de Muindi na prova, o que o tornou o maratonista que venceu mais vezes a Maratona de Honolulu.

A Federação Etíope de Atletismo já suspendeu Tolossa, assim como órgão internacional da modalidade. Ele deve ficar afastado do esporte por dois anos.


Campeão de Honolulu 2007 perde título após doping

Maratona · 27 jun, 2008

O maratonista etíope Ambesse Tolossa, campeão da maratona de Honolulu 2007, no Havaí, perdeu o título da competição por causa de doping. De acordo com agências internacionais, o resultado do teste de doping da prova deu positivo.

Com a desclassificação, o título da maratona de Honolulu foi para o queniano Jimmy Muindi. Esse foi a sexta vitória de Muindi na prova, o que o tornou o maratonista que venceu mais vezes a Maratona de Honolulu.

A Federação Etíope de Atletismo já suspendeu Tolossa, assim como órgão internacional da modalidade. Ele deve ficar afastado do esporte por dois anos.

Michael Johnson devolve medalha de ouro olímpica

Maratona · 03 jun, 2008

O pentacampeão olímpico Michael Johnson afirmou em entrevista às agências internacionais, que devolverá a medalha de ouro obtida na Olimpíada de Sidney em 2000, já que seu companheiro no revezamento 4x400m, Antonio Pettigrew, admitiu ter competido dopado. “Sei que essa medalha não foi ganha de forma justa, ela é suja”, ressalta o americano. “Eu me sinto traído”, completa.

Pettigrew assumiu a culpa mês passado durante a audiência com Trevor Graham, técnico do trio Justin Gatlin, Marion Jones e Tim Montgomery, que também são acusados de utilizar substâncias proibidas. O atleta de 40 anos afirma que Trevor o incentivava a injetar o hormônio sintético EPO, que aumenta a performance, além de hormônios masculinos para ganhar massa.

A confissão dele vai de encontro com as punições aos outros membros da equipe dos Estados Unidos no revezamento, Alvin e Calvin Harrison, além de Jerome Young, que também confessaram o uso de drogas. Young falhou num teste pré-jogos, mas foi autorizado a competir, pois as autoridades americanas preferiram não aplicar nenhum tipo de punição.

Já Calvin teve resultado positivo para um estimulante proibido em 2003 e foi suspenso por dois anos, enquanto Alvin aceitou ficar afastado por quatro anos das competições, depois de ter admitido o uso de substâncias para o aumento da performance. A vitória do revezamento 4x400m em 2000 foi o quinto e último ouro da ilustre carreira de Michael Johnson.

Atualmente com 40 anos, ele também venceu nove campeonatos mundiais e ainda ostenta o recorde mundial dos 200m e 400m. “Depois de ouvir tantas notícias sobre atletas que trapacearam, cheguei a ponto de não me surpreender mais, porém desta vez foi diferente. Eu o considerava Antonio um amigo, me surpreendeu mais do que qualquer outra história”, enfatiza Johnson.


Michael Johnson devolve medalha de ouro olímpica

Maratona · 03 jun, 2008

O pentacampeão olímpico Michael Johnson afirmou em entrevista às agências internacionais, que devolverá a medalha de ouro obtida na Olimpíada de Sidney em 2000, já que seu companheiro no revezamento 4x400m, Antonio Pettigrew, admitiu ter competido dopado. “Sei que essa medalha não foi ganha de forma justa, ela é suja”, ressalta o americano. “Eu me sinto traído”, completa.

Pettigrew assumiu a culpa mês passado durante a audiência com Trevor Graham, técnico do trio Justin Gatlin, Marion Jones e Tim Montgomery, que também são acusados de utilizar substâncias proibidas. O atleta de 40 anos afirma que Trevor o incentivava a injetar o hormônio sintético EPO, que aumenta a performance, além de hormônios masculinos para ganhar massa.

A confissão dele vai de encontro com as punições aos outros membros da equipe dos Estados Unidos no revezamento, Alvin e Calvin Harrison, além de Jerome Young, que também confessaram o uso de drogas. Young falhou num teste pré-jogos, mas foi autorizado a competir, pois as autoridades americanas preferiram não aplicar nenhum tipo de punição.

Já Calvin teve resultado positivo para um estimulante proibido em 2003 e foi suspenso por dois anos, enquanto Alvin aceitou ficar afastado por quatro anos das competições, depois de ter admitido o uso de substâncias para o aumento da performance. A vitória do revezamento 4x400m em 2000 foi o quinto e último ouro da ilustre carreira de Michael Johnson.

Atualmente com 40 anos, ele também venceu nove campeonatos mundiais e ainda ostenta o recorde mundial dos 200m e 400m. “Depois de ouvir tantas notícias sobre atletas que trapacearam, cheguei a ponto de não me surpreender mais, porém desta vez foi diferente. Eu o considerava Antonio um amigo, me surpreendeu mais do que qualquer outra história”, enfatiza Johnson.

Iaaf anuncia estatísticas sobre doping em 2007

Atletismo · 20 mar, 2008

A Associação Internacional das Federações de Atletismo (Iaaf) anunciou detalhes das estatísticas do programa antidoping do ano passado, incluindo o número de testes realizados. Entre primeiro de janeiro e 31 de dezembro de 2007, a entidade conduziu 3.277 testes, sendo 1.426 nas competições e 1.759 fora delas, num total aproximado de 20 mil amostras coletadas nos esportes de pista e campo.

Foram anunciados 10 resultados positivos, sendo oito deles fora de competição, mas ainda existem alguns casos pendentes aguardando o resultado do processo e a decisão final. A entidade anuncia como positivos apenas os casos em que os resultados finais sejam relatados.

“Estou orgulhoso que a Iaaf continue a conduzir um dos maiores testes fora de competição e é importante ressaltar que grande parte dos resultados positivos é proveniente deste tipo de teste”, informa o presidente da entidade, Lamine Diack. “Após o encerramento do Mundial de Atletismo, nos focamos nos atletas que devem competir, ou que tenham chances de obter uma vaga para a Olimpíada de Pequim. Conduziremos cerca de mil testes até o início dos jogos”, completa Diack.

Confira a seguir a quantidade de testes e os métodos utilizados.

Urina convencional: Nenhum antes de competições; 882 nas competições e 1024 fora delas, num total de 1.906.

Urina mais EPO: 92 antes, 554 nas competições e 735 fora delas, num total de 1371.

Amostras de sangue: 615 antes das competições e nenhum durante e fora delas.

Transfusões de sangue Nenhum antes e fora das competições e 103 durante.


Iaaf anuncia estatísticas sobre doping em 2007

Atletismo · 20 mar, 2008

A Associação Internacional das Federações de Atletismo (Iaaf) anunciou detalhes das estatísticas do programa antidoping do ano passado, incluindo o número de testes realizados. Entre primeiro de janeiro e 31 de dezembro de 2007, a entidade conduziu 3.277 testes, sendo 1.426 nas competições e 1.759 fora delas, num total aproximado de 20 mil amostras coletadas nos esportes de pista e campo.

Foram anunciados 10 resultados positivos, sendo oito deles fora de competição, mas ainda existem alguns casos pendentes aguardando o resultado do processo e a decisão final. A entidade anuncia como positivos apenas os casos em que os resultados finais sejam relatados.

“Estou orgulhoso que a Iaaf continue a conduzir um dos maiores testes fora de competição e é importante ressaltar que grande parte dos resultados positivos é proveniente deste tipo de teste”, informa o presidente da entidade, Lamine Diack. “Após o encerramento do Mundial de Atletismo, nos focamos nos atletas que devem competir, ou que tenham chances de obter uma vaga para a Olimpíada de Pequim. Conduziremos cerca de mil testes até o início dos jogos”, completa Diack.

Confira a seguir a quantidade de testes e os métodos utilizados.

Urina convencional: Nenhum antes de competições; 882 nas competições e 1024 fora delas, num total de 1.906.

Urina mais EPO: 92 antes, 554 nas competições e 735 fora delas, num total de 1371.

Amostras de sangue: 615 antes das competições e nenhum durante e fora delas.

Transfusões de sangue Nenhum antes e fora das competições e 103 durante.

COB divulga nova lista de substâncias proibidas

Atletismo · 13 mar, 2008

O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) divulgou em seu site oficial na Internet a nova versão da cartilha “Uso de Medicamentos no Esporte”, com a lista de substâncias e métodos proibidos pela Agência Mundial Antidoping (Wada). O objetivo da publicação é orientar os atletas sobre os perigos que o doping envolve.

De acordo com a entidade, serão realizados cerca de 600 exames antidoping em todos os competidores brasileiros qualificados e com chances de qualificação para a olimpíada de Pequim. A cartilha brasileira traz um avanço em relação à publicação original da Wada, pois traz além dos nomes científicos das substâncias proibidas, os nomes pelos quais elas são conhecidas popularmente.

"A importância da cartilha é fornecer aos nossos atletas todas as informações possíveis sobre o doping, mostrando seu histórico, as substâncias proibidas e permitidas, os seus direitos e deveres em relação ao controle antidoping", explica Eduardo De Rose, coordenador da área de controle do COB e membro-fundador da Wada.

Após o envio das cartilhas impressas para as confederações, o Comitê iniciará os testes preventivos, que ocorrerão entre maio e julho e as amostras serão analisadas no Instituto de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A lista em português pode ser acessada no www.cob.org.br e a original no site da Wada, o www.wada-ama.org.


COB divulga nova lista de substâncias proibidas

Atletismo · 13 mar, 2008

O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) divulgou em seu site oficial na Internet a nova versão da cartilha “Uso de Medicamentos no Esporte”, com a lista de substâncias e métodos proibidos pela Agência Mundial Antidoping (Wada). O objetivo da publicação é orientar os atletas sobre os perigos que o doping envolve.

De acordo com a entidade, serão realizados cerca de 600 exames antidoping em todos os competidores brasileiros qualificados e com chances de qualificação para a olimpíada de Pequim. A cartilha brasileira traz um avanço em relação à publicação original da Wada, pois traz além dos nomes científicos das substâncias proibidas, os nomes pelos quais elas são conhecidas popularmente.

"A importância da cartilha é fornecer aos nossos atletas todas as informações possíveis sobre o doping, mostrando seu histórico, as substâncias proibidas e permitidas, os seus direitos e deveres em relação ao controle antidoping", explica Eduardo De Rose, coordenador da área de controle do COB e membro-fundador da Wada.

Após o envio das cartilhas impressas para as confederações, o Comitê iniciará os testes preventivos, que ocorrerão entre maio e julho e as amostras serão analisadas no Instituto de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A lista em português pode ser acessada no www.cob.org.br e a original no site da Wada, o www.wada-ama.org.

Após doping, Gatlin quer voltar às competições

Atletismo · 29 fev, 2008

O velocista americano Justin Gatlin entrou com uma apelação contra sua proibição de competir após ser pego no doping, já que pretende defender seu título olímpico dos 100m durante os jogos de Pequim. Aos 25 anos de idade, ele foi suspenso por quatro anos em janeiro, depois de um teste positivo para testosterona em 2006.

Inicialmente ele havia sido banido por oito anos pela Agência Antidoping dos Estados Unidos (Usada), mas após apelo no começo do ano teve a pena abrandada para quatro anos. Agora, o objetivo dele é competir nas prévias olímpicas americanas, durante os Jogos de Verão em junho.

Em 2001, aos 19 anos, ele já havia sido condenado, mas seu procurador acha que foi uma injustiça.“Justin deve ser liberado para competir nas prévias, pois as autoridades antidoping violaram o Americans with Disabilities Act* (Ato para americanos com deficiências). Ele foi acusado em 2001 de usar medicamentos para tratar Distúrbios do Déficit de Atenção (DDA) e depois usaram esta sanção para bani-lo da Olimpíada”, ressalta Maurice Suh.

Ainda segundo o procurador, punir Justin por usar remédios prescritos por médicos e que não influenciam na performance consiste em “discriminação contra uma pessoa com uma deficiência diagnosticada”. Caso as autoridades americanas julguem que a primeira condenação foi realmente injusta, a de 2006 seria sua primeira, resultando em dois anos de punição, o que o deixaria livre para disputar as prévias. A Corte Arbitrária do Esporte ainda não estipulou uma data para rever o caso do velocista.

*O Ato para americanos com deficiências é uma lei que protege os direitos civis e proíbe, sob certas circunstâncias, discriminação baseada na deficiência. Mais informações podem ser obtidas no www.ada.gov.


Após doping, Gatlin quer voltar às competições

Atletismo · 29 fev, 2008

O velocista americano Justin Gatlin entrou com uma apelação contra sua proibição de competir após ser pego no doping, já que pretende defender seu título olímpico dos 100m durante os jogos de Pequim. Aos 25 anos de idade, ele foi suspenso por quatro anos em janeiro, depois de um teste positivo para testosterona em 2006.

Inicialmente ele havia sido banido por oito anos pela Agência Antidoping dos Estados Unidos (Usada), mas após apelo no começo do ano teve a pena abrandada para quatro anos. Agora, o objetivo dele é competir nas prévias olímpicas americanas, durante os Jogos de Verão em junho.

Em 2001, aos 19 anos, ele já havia sido condenado, mas seu procurador acha que foi uma injustiça.“Justin deve ser liberado para competir nas prévias, pois as autoridades antidoping violaram o Americans with Disabilities Act* (Ato para americanos com deficiências). Ele foi acusado em 2001 de usar medicamentos para tratar Distúrbios do Déficit de Atenção (DDA) e depois usaram esta sanção para bani-lo da Olimpíada”, ressalta Maurice Suh.

Ainda segundo o procurador, punir Justin por usar remédios prescritos por médicos e que não influenciam na performance consiste em “discriminação contra uma pessoa com uma deficiência diagnosticada”. Caso as autoridades americanas julguem que a primeira condenação foi realmente injusta, a de 2006 seria sua primeira, resultando em dois anos de punição, o que o deixaria livre para disputar as prévias. A Corte Arbitrária do Esporte ainda não estipulou uma data para rever o caso do velocista.

*O Ato para americanos com deficiências é uma lei que protege os direitos civis e proíbe, sob certas circunstâncias, discriminação baseada na deficiência. Mais informações podem ser obtidas no www.ada.gov.

Presidente da Wada quer mais rigor contra doping

Atletismo · 28 fev, 2008

John Fahey, atual presidente da Agência Mundial Antidoping (Wada), quer que os governos se apressem em relação às implementações das leis contra o doping. Dos 191 países que concordaram em assinar a convenção antidrogas das Nações Unidas em 2003, apenas 77 já a aplicam.

“Precisamos de adesão universal da convenção da Unesco. Isto daria à Agência as ferramentas necessárias para resolver algumas questões que estão fora do alcance do movimento esportivo”, ressalta Fahey. Ele diz ainda que sem o suporte dos governos, fica impossível tratar algumas questões em nível nacional, como o controle da produção e distribuição das substâncias proibidas.

Em entrevista às agências internacionais, ele diz que a Wada tem trabalhado em conjunto com o Comitê Olímpico Internacional e as autoridades chinesas, para que o controle antidoping nas próximas olimpíadas seja o maior da história. “Espero que os fraudulentos não tentem nada, pois mais do que nunca eles serão pegos”.

A estratégia a ser utilizada é pensar como os fraudulentos, segundo o presidente. “Não vou dizer como fazemos isso, mas queremos que os atletas fiquem realmente temerosos que serão pegos de uma forma ou de outra”. Alguns dos pré-convocados para os jogos passarão por testes antes do início das competições, fora delas e serão inspecionados por uma força tarefa do Comitê Olímpico Internacional.


Presidente da Wada quer mais rigor contra doping

Atletismo · 28 fev, 2008

John Fahey, atual presidente da Agência Mundial Antidoping (Wada), quer que os governos se apressem em relação às implementações das leis contra o doping. Dos 191 países que concordaram em assinar a convenção antidrogas das Nações Unidas em 2003, apenas 77 já a aplicam.

“Precisamos de adesão universal da convenção da Unesco. Isto daria à Agência as ferramentas necessárias para resolver algumas questões que estão fora do alcance do movimento esportivo”, ressalta Fahey. Ele diz ainda que sem o suporte dos governos, fica impossível tratar algumas questões em nível nacional, como o controle da produção e distribuição das substâncias proibidas.

Em entrevista às agências internacionais, ele diz que a Wada tem trabalhado em conjunto com o Comitê Olímpico Internacional e as autoridades chinesas, para que o controle antidoping nas próximas olimpíadas seja o maior da história. “Espero que os fraudulentos não tentem nada, pois mais do que nunca eles serão pegos”.

A estratégia a ser utilizada é pensar como os fraudulentos, segundo o presidente. “Não vou dizer como fazemos isso, mas queremos que os atletas fiquem realmente temerosos que serão pegos de uma forma ou de outra”. Alguns dos pré-convocados para os jogos passarão por testes antes do início das competições, fora delas e serão inspecionados por uma força tarefa do Comitê Olímpico Internacional.