Cobertura_K42_Angostura_2011

Brasileira Rosália Camargo comemora o terceiro lugar na K42 Argentina

Maratona · 18 nov, 2011

A etapa final do Circuito K42 aconteceu no último sábado (12/11) na cidade de Villa La Angostura, localizada a 85 quilômetros da tradicional Bariloche, no coração da Patagônia argentina. A brasileira Rosália Camargo desafiou as favoritas ao título e chegou em terceiro lugar, colocação muito valorizada e comemorada pela carioca.

“Durante um bom trecho da prova fiquei em sexto lugar, então foi uma prova de recuperação total”, conta Rosália, que sofreu com as cinzas do vulcão Puyehue. “Na quinta-feira estava um dia lindo, sexta o vulcão começou a mostrar sua força e no sábado estava bem cinzento. Eu uso lentes de contato, então no fim da prova não estava enxergando direito”, relata.

Rosália conta que na largada havia muita gente, o que impediu uma saída rápida, mas ao longo do percurso ela começou a ultrapassar as adversárias até chegar à quarta colocação na primeira descida do trajeto. “Nessa hora vi uma pessoa de cabelo comprido na minha frente e pensei que fosse a terceira colocada. Mas era um homem”, relembra a corredora.

Como ela tinha acelerado para buscar a terceira colocada antes de se deparar com o corredor homem, conseguiu enfim alcançar a adversária e passou a lutar pela segunda colocação. “Eu estava perto da segunda, mas chegamos numa subida muito técnica e não consegui ultrapassá-la”, conta. “A primeira colocada eu nem vi, ela correu muito”, completa.

Já que não foi possível avançar mais uma colocação, ela se concentrou em manter o terceiro lugar e garantir uma vaga no pódio. “A quarta colocada foi guerreira, deu muito combate”, elogia a brasileira, que trabalha como arquiteta e nas horas vagas arruma tempo para treinar. “Acho que dessa vez exagerei um pouco nos treinos, porque cheguei na prova com dores no pé e também um pouco gripada”, lamenta a corredora que vai e volta do escritório correndo e usa os fins de semana para fazer os “longões”.

Público - A cidade de Villa La Angostura sofreu muito com as cinzas do vulcão principalmente na temporada de inverno, época em que muitos turistas lotam a rede hoteleira e procuram a estação de esqui Cerro Bayo. Com a região esvaziada na temporada, a realização da corrida foi uma forma dos moradores mostrarem que estão se recuperando e prontos para receber visitantes no verão, motivo pelo qual muita gente foi para as trilhas aplaudir os corredores.

“Em todo o percurso havia pessoas nos incentivando. E o legal de correr no exterior é que muita gente via que eu era brasileira e aplaudia ainda mais e gritava ‘vai Brasil, vai Brasil’”. Rosália venceu a etapa brasileira do K42, em agosto, e como premiação ganhou passagem, hospedagem e inscrição para correr na Argentina. “O pessoal da Bombinhas Runners (organização da etapa brasileira) providenciou tudo e não precisei ter dor de cabeça com nada. Foram perfeitos”, salienta a carioca.

Essa foi a primeira vez que ela disputou a prova em Angostura e se disse muito satisfeita com o resultado final. “Foi uma prova muito difícil, com disputas intensas o tempo todo, então esse terceiro lugar foi muito valorizado”, finaliza a maratonista que conquistou seu quarto pódio no ano. Além da vitória na K42 em Bombinhas, ela também venceu as etapas de Mangaratiba e Ilhabela do XTerra Endurance 50 km.

O calendário de 2012 ainda está em fase de planejamento, mas ela pretende competir algumas provas longas no exterior, além da K42 Bombinhas mais uma vez. O grande objetivo, porém, é se qualificar para disputar a Ultramaratona do Monte Mont Blanc, considerada uma das mais difíceis do mundo, com seus 166 quilômetros e 9.500 metros de elevação.


Brasileira Rosália Camargo comemora o terceiro lugar na K42 Argentina

Maratona · 18 nov, 2011

A etapa final do Circuito K42 aconteceu no último sábado (12/11) na cidade de Villa La Angostura, localizada a 85 quilômetros da tradicional Bariloche, no coração da Patagônia argentina. A brasileira Rosália Camargo desafiou as favoritas ao título e chegou em terceiro lugar, colocação muito valorizada e comemorada pela carioca.

“Durante um bom trecho da prova fiquei em sexto lugar, então foi uma prova de recuperação total”, conta Rosália, que sofreu com as cinzas do vulcão Puyehue. “Na quinta-feira estava um dia lindo, sexta o vulcão começou a mostrar sua força e no sábado estava bem cinzento. Eu uso lentes de contato, então no fim da prova não estava enxergando direito”, relata.

Rosália conta que na largada havia muita gente, o que impediu uma saída rápida, mas ao longo do percurso ela começou a ultrapassar as adversárias até chegar à quarta colocação na primeira descida do trajeto. “Nessa hora vi uma pessoa de cabelo comprido na minha frente e pensei que fosse a terceira colocada. Mas era um homem”, relembra a corredora.

Como ela tinha acelerado para buscar a terceira colocada antes de se deparar com o corredor homem, conseguiu enfim alcançar a adversária e passou a lutar pela segunda colocação. “Eu estava perto da segunda, mas chegamos numa subida muito técnica e não consegui ultrapassá-la”, conta. “A primeira colocada eu nem vi, ela correu muito”, completa.

Já que não foi possível avançar mais uma colocação, ela se concentrou em manter o terceiro lugar e garantir uma vaga no pódio. “A quarta colocada foi guerreira, deu muito combate”, elogia a brasileira, que trabalha como arquiteta e nas horas vagas arruma tempo para treinar. “Acho que dessa vez exagerei um pouco nos treinos, porque cheguei na prova com dores no pé e também um pouco gripada”, lamenta a corredora que vai e volta do escritório correndo e usa os fins de semana para fazer os “longões”.

Público - A cidade de Villa La Angostura sofreu muito com as cinzas do vulcão principalmente na temporada de inverno, época em que muitos turistas lotam a rede hoteleira e procuram a estação de esqui Cerro Bayo. Com a região esvaziada na temporada, a realização da corrida foi uma forma dos moradores mostrarem que estão se recuperando e prontos para receber visitantes no verão, motivo pelo qual muita gente foi para as trilhas aplaudir os corredores.

“Em todo o percurso havia pessoas nos incentivando. E o legal de correr no exterior é que muita gente via que eu era brasileira e aplaudia ainda mais e gritava ‘vai Brasil, vai Brasil’”. Rosália venceu a etapa brasileira do K42, em agosto, e como premiação ganhou passagem, hospedagem e inscrição para correr na Argentina. “O pessoal da Bombinhas Runners (organização da etapa brasileira) providenciou tudo e não precisei ter dor de cabeça com nada. Foram perfeitos”, salienta a carioca.

Essa foi a primeira vez que ela disputou a prova em Angostura e se disse muito satisfeita com o resultado final. “Foi uma prova muito difícil, com disputas intensas o tempo todo, então esse terceiro lugar foi muito valorizado”, finaliza a maratonista que conquistou seu quarto pódio no ano. Além da vitória na K42 em Bombinhas, ela também venceu as etapas de Mangaratiba e Ilhabela do XTerra Endurance 50 km.

O calendário de 2012 ainda está em fase de planejamento, mas ela pretende competir algumas provas longas no exterior, além da K42 Bombinhas mais uma vez. O grande objetivo, porém, é se qualificar para disputar a Ultramaratona do Monte Mont Blanc, considerada uma das mais difíceis do mundo, com seus 166 quilômetros e 9.500 metros de elevação.

Melhor brasileiro no K42 Argentina, Iazaldir Feitoza celebra resultado

Corrida de Montanha · 17 nov, 2011

O ultramaratonista Iazaldir Feitoza foi o melhor colocado do Brasil entre os homens na maratona de montanha K42, disputada em Villa La Angostura, na Patagônia argentina, em 12 de novembro. O desempenho surpreendeu todos os que acompanhavam o circuito K42 e até o próprio Iazaldir.

“Queria chegar entre os top ten, mas não esperava que pudesse ganhar do Giliard [Pinheiro, catarinense vencedor do K42 de Bombinhas e um dos favoritos]”, afirma o atleta do Rio de Janeiro. Iazaldir conta que apesar da surpresa está acostumado a correr provas com essas características.

“Vim de cinco provas com distâncias de mais de 50 quilômetros”, diz o ultramaratonista. O atleta foi o vencedor dos 50 quilômetros do XTerra de Ilhabela (SP) em setembro e do North Face Endurance Challenge em Salta, em maio, na Argentina.

Expectativa sobre as cinzas do vulcão - O corredor relata que chegou à Villa La Angostura na terça-feira, 08 de novembro, depois de 15 horas de viagem. A cidade ainda sofre com as cinzas expelidas pelo vulcão Puyehue desde a erupção no início de junho.

“Fomos dar uma volta na quarta-feira de manhã e vimos as montanhas de cinzas nos canteiros. Não acreditávamos que tudo aquilo eram cinzas”. Iazaldir acrescenta que a movimentação de caminhões recolhendo os resíduos vulcânicos era grande.

O clima, segundo o corredor acreditava, era nublado. “Mas descobri que as nuvens na verdade eram as cinzas”. Com isso, os atletas ficaram inseguros e na expectativa de correr sob tais condições.
“Nunca corremos com cinzas, não sabíamos o quanto poderia ser prejudicial”, afirma.

A população local, abalada pelos dejetos do Puyehue, via no K42 a oportunidade de reaver o potencial turístico da cidade. “O público estava muito receptivo, para eles era o evento do ano porque não tiveram a [tradicional] temporada de inverno”, explica o ultramaratonista.

Na véspera da prova, o tempo pareceu melhorar. “Na sexta-feira o dia amanheceu lindo”, relembra. “O vento estava jogando as cinzas para o outro lado, o sol estava maravilhoso”, ilustra o atleta, que estava esperançoso de um clima bom no dia da maratona.

Mas a esperança durou pouco. “À tarde o vento mudou. A tarde virou noite e no sábado estava a mesma coisa”. Iazaldir teve então que enfrentar as cinzas no ar argentino. “É como se você estivesse comendo areia. Dá uma secura na boca, o pó arranha a garganta”, explica.

Estratégia na prova - O ultramaratonista estava receoso não apenas com os efeitos das cinzas vulcânicas em seu desempenho, mas também sobre o percurso da corrida. “É o terceiro ano que muda o percurso e desta vez tinha uma montanha a mais, então adotei uma estratégia mais conservadora”, comenta.

A tática de Iazaldir consistiu em não forçar o ritmo no início para mensurar como se sentiria frente às tantas dificuldades impostas pelo percurso. “Não sabia como ia me sentir. Só fui me sentir bem lá para o quilômetro 15, quando entramos em um bosque”. As árvores, conta o corredor, bloqueavam a entrada das cinzas e permitiam um ar puro.

A partir de então, Iazaldir acelerou e puxou o ritmo do segundo pelotão, seguido pelo argentino Israel Escudero e o português Antônio Custódio. “Nesse momento o Cláudio [Schilindwein, outro brasileiro na prova] não conseguiu mais nos acompanhar”, relata o atleta.

A entrada no bosque foi o ponto chave da maratona para Iazaldir, que se sentiu bem e fez uma “prova crescente”, como ele mesmo classifica, até o topo do monte Cerro Bayo, a 1.500 metros de altitude. “Passei o campeão francês [Yanick Gourdon] na subida, foi o meu melhor momento”.

Depois disso, os quilômetros finais da maratona eram em descida. “Foi uma descida muito técnica, eu e o Custódio viemos num ritmo muito forte”. No final, ultrapassado pelo português, Iazaldir duelou com Israel Escudero e triunfou.

Vitória pessoal - O atleta celebrou a experiência de chegar em quinto na final do circuito mundial do K42. “A prova teve um nível muito forte por contar com os campeões de cada etapa, falaram que foi o K42 de maior nível técnico e o mais duro por conta do percurso”, conta.

Ao comentar sobre o ritmo forte que os favoritos imprimiram no começo da prova – muitos deles ultrapassados por Iazaldir depois, como Giliard Pinheiro e Yanick Gourdon – o ultramaratonista foi direto. “Não basta só correr. Tem que ter estratégia e preparo psicológico para uma prova desta”, conclui.


Melhor brasileiro no K42 Argentina, Iazaldir Feitoza celebra resultado

Corrida de Montanha · 17 nov, 2011

O ultramaratonista Iazaldir Feitoza foi o melhor colocado do Brasil entre os homens na maratona de montanha K42, disputada em Villa La Angostura, na Patagônia argentina, em 12 de novembro. O desempenho surpreendeu todos os que acompanhavam o circuito K42 e até o próprio Iazaldir.

“Queria chegar entre os top ten, mas não esperava que pudesse ganhar do Giliard [Pinheiro, catarinense vencedor do K42 de Bombinhas e um dos favoritos]”, afirma o atleta do Rio de Janeiro. Iazaldir conta que apesar da surpresa está acostumado a correr provas com essas características.

“Vim de cinco provas com distâncias de mais de 50 quilômetros”, diz o ultramaratonista. O atleta foi o vencedor dos 50 quilômetros do XTerra de Ilhabela (SP) em setembro e do North Face Endurance Challenge em Salta, em maio, na Argentina.

Expectativa sobre as cinzas do vulcão - O corredor relata que chegou à Villa La Angostura na terça-feira, 08 de novembro, depois de 15 horas de viagem. A cidade ainda sofre com as cinzas expelidas pelo vulcão Puyehue desde a erupção no início de junho.

“Fomos dar uma volta na quarta-feira de manhã e vimos as montanhas de cinzas nos canteiros. Não acreditávamos que tudo aquilo eram cinzas”. Iazaldir acrescenta que a movimentação de caminhões recolhendo os resíduos vulcânicos era grande.

O clima, segundo o corredor acreditava, era nublado. “Mas descobri que as nuvens na verdade eram as cinzas”. Com isso, os atletas ficaram inseguros e na expectativa de correr sob tais condições.
“Nunca corremos com cinzas, não sabíamos o quanto poderia ser prejudicial”, afirma.

A população local, abalada pelos dejetos do Puyehue, via no K42 a oportunidade de reaver o potencial turístico da cidade. “O público estava muito receptivo, para eles era o evento do ano porque não tiveram a [tradicional] temporada de inverno”, explica o ultramaratonista.

Na véspera da prova, o tempo pareceu melhorar. “Na sexta-feira o dia amanheceu lindo”, relembra. “O vento estava jogando as cinzas para o outro lado, o sol estava maravilhoso”, ilustra o atleta, que estava esperançoso de um clima bom no dia da maratona.

Mas a esperança durou pouco. “À tarde o vento mudou. A tarde virou noite e no sábado estava a mesma coisa”. Iazaldir teve então que enfrentar as cinzas no ar argentino. “É como se você estivesse comendo areia. Dá uma secura na boca, o pó arranha a garganta”, explica.

Estratégia na prova - O ultramaratonista estava receoso não apenas com os efeitos das cinzas vulcânicas em seu desempenho, mas também sobre o percurso da corrida. “É o terceiro ano que muda o percurso e desta vez tinha uma montanha a mais, então adotei uma estratégia mais conservadora”, comenta.

A tática de Iazaldir consistiu em não forçar o ritmo no início para mensurar como se sentiria frente às tantas dificuldades impostas pelo percurso. “Não sabia como ia me sentir. Só fui me sentir bem lá para o quilômetro 15, quando entramos em um bosque”. As árvores, conta o corredor, bloqueavam a entrada das cinzas e permitiam um ar puro.

A partir de então, Iazaldir acelerou e puxou o ritmo do segundo pelotão, seguido pelo argentino Israel Escudero e o português Antônio Custódio. “Nesse momento o Cláudio [Schilindwein, outro brasileiro na prova] não conseguiu mais nos acompanhar”, relata o atleta.

A entrada no bosque foi o ponto chave da maratona para Iazaldir, que se sentiu bem e fez uma “prova crescente”, como ele mesmo classifica, até o topo do monte Cerro Bayo, a 1.500 metros de altitude. “Passei o campeão francês [Yanick Gourdon] na subida, foi o meu melhor momento”.

Depois disso, os quilômetros finais da maratona eram em descida. “Foi uma descida muito técnica, eu e o Custódio viemos num ritmo muito forte”. No final, ultrapassado pelo português, Iazaldir duelou com Israel Escudero e triunfou.

Vitória pessoal - O atleta celebrou a experiência de chegar em quinto na final do circuito mundial do K42. “A prova teve um nível muito forte por contar com os campeões de cada etapa, falaram que foi o K42 de maior nível técnico e o mais duro por conta do percurso”, conta.

Ao comentar sobre o ritmo forte que os favoritos imprimiram no começo da prova – muitos deles ultrapassados por Iazaldir depois, como Giliard Pinheiro e Yanick Gourdon – o ultramaratonista foi direto. “Não basta só correr. Tem que ter estratégia e preparo psicológico para uma prova desta”, conclui.

Chilena e Argentina vencem etapa final do Circuito K42 na Patagônia

Maratona · 16 nov, 2011

A cidade de Villa La Angostura, na Patagônia argentina, recebeu a etapa final do Circuito Salomon K42, prova que teve vitória da chilena Marlene Flores entre as mulheres e do atleta da casa Cristian Mohamed entre os homens. A competição reuniu 1.600 corredores para a disputa principal e para a rústica de 15 quilômetros.

Villa La Angostura sofreu em junho com a erupção do vulcão chileno Puyehue, que cobriu a cidade de cinzas e prejudicou a temporada de inverno. Após quase seis meses a cidade ainda tenta se recuperar, já que ainda há muita fuligem, então a competição serviu para movimentar a economia local e trazer um pouco de lazer para os moradores.

A largada aconteceu pontualmente às 10h na Praça de Los Pioneiros e muitas pessoas foram às ruas para prestigiar os atletas. “Necessitávamos saber que una prova desta magnitude poderia ser realizada em nossa cidade sem nenhum tipo de problema”, conta Adriana, uma moradora local que não parava de aplaudir os corredores.

Logo no começo da prova o espanhol Tofol Castañer, o argentino Cristian Mohamed e o brasileiro Giliard Pinheiro (vice em 2010) assumiram a ponta e começaram a abrir diferença para os demais competidores. Arkaitz Ibarra Martinez e Gustavo Reyes seguiam no encalço dos líderes.

No quilômetro 25, no posto de água do Rio Bonito, Tofol passou tranquilo na liderança com cerca de dois minutos para Mohamed. Giliard estava a 2min30 do líder e começou a se queixar de dores no quadril, enquanto Arkaitz vinha com quatro minutos atrás e Reyes a seis. A partir daí começou o trecho mais difícil desta nona edição: nove quilômetros de subida tendo a areia como protagonista.

Os corredores chegaram então na base da estação de esqui Cerro Bayo (quilômetro 31). Tofol ampliou a vantagem sobre Mohamed em 2min45 e tudo parecia definido, enquanto no pelotão de trás as disputas eram cada vez mais intensas. Arkaitz abandonou a prova e Giliard também abdicou da luta pelo pódio e resolveu apenas completar. “Sou brasileiro, não desisto nunca”, comentou. Os dois resolveram seguir caminhando juntos até a linha de chegada.

Mudanças - No Ponto Mais Alto da disputa, o Club Andino Villa la Angostura (1.500m acima do nível do mar), Mohamed superou Tofol Castañer e obteve o prêmio especial oferecido ao primeiro atleta que chegasse ao topo da montanha. Foi neste momento também que Gustavo Reyes passou a terceiro, Custodio Antonio de Portugal, Iazaldil Feitoza do Brasil, e o argentino Israel Escudero alcançaram os dois caminhantes.

A partir do quilômetro 37 Tofol e Cristian chegaram à parte mais rápida da corrida e passaram a alternar a liderança correndo como se estivessem numa prova de pista, enquanto o público incentivava e aplaudia. Foi a final mais acirrada de todas as edições, entre o campeão da etapa mundial de provas Sky Running e o atual detentor do título da K42 Portugal.

Na chegada à Avenida Arrayanes Mohamed abriu cerca de cinco metros de distância, mas o espanhol juntou todas as suas forças para uma última investida que quase deu certo. Mohamed levou a melhor ao cruzar a linha de chegada com 3h33min56, seguido por Tofol 20 metros atrás com o tempo de 3h34min07. Gustavo foi o terceiro com 3h34min19, Antônio o quarto com 3h57min25 e Iazaldir o quinto com 3h59min15.

“Foi uma corrida muito dura, principalmente nos primeiros 15 quilômetros, onde todos saíram fortes”, conta o vencedor. “O espanhol estava firme na liderança e pensei que não fosse alcançá-lo, mas na descida do Cerro Bayo ele perdeu um pouco de velocidade e foi a motivação que eu precisava para vencer”, completa.

Feminino - Entre as mulheres as disputas não foram tão acirradas, o que não significa que a chilena Marlene Flores tenha vencido de forma fácil. Ela foi a primeira a alcançar o topo da montanha e obteve o prêmio especial, mas não se descuidou das adversárias em nenhum momento, já que a argentina Adriana Vargas estava a um minuto de diferença atrás, mesma distância da brasileira Rosália Camargo.

Ao descer do Cerro Bayo o cansaço era evidente entre as ponteiras, o que impedia uma tentativa da segunda e terceira colocadas acelerarem para buscar o primeiro posto. Mas, qualquer vacilo poderia fazê-las perder uma colocação para as duas que vinham no segundo pelotão, Laura Lucero e Andrea Moneta, ambas da Argentina.

Marele, atleta experiente em provas de rua que agora se dedica às corridas de montanha, usou sua experiência para segurar o primeiro lugar e vencer com o tempo de 4h36min24. Adriana chegou em segundo com 4h45min39 e Rosália em terceiro com 4h48min46.

“Durante todo o percurso tinham pessoas para nos incentivar e isso me chamou muita atenção, já que no meu país isso não é comum”, conta a chilena. “Comecei a prova um pouco lenta, pois tenho uma hérnia nas costas que me prejudica quando vou muito rápido. Mas a partir do Cerro Bayo fui outra corredora e passei a ser mais agressiva até chegar em primeiro”, completa.

A etapa argentina foi a final da série que já passou por diversos países, inclusive o Brasil, em Bombinhas (SC) e a temporada 2012 começa já em dezembro próximo, no dia 11, com a etapa Canarias, na Ilha de Tenerife. As inscrições estão abertas no site oficial, o www.k42trailrun.com.


Chilena e Argentina vencem etapa final do Circuito K42 na Patagônia

Maratona · 16 nov, 2011

A cidade de Villa La Angostura, na Patagônia argentina, recebeu a etapa final do Circuito Salomon K42, prova que teve vitória da chilena Marlene Flores entre as mulheres e do atleta da casa Cristian Mohamed entre os homens. A competição reuniu 1.600 corredores para a disputa principal e para a rústica de 15 quilômetros.

Villa La Angostura sofreu em junho com a erupção do vulcão chileno Puyehue, que cobriu a cidade de cinzas e prejudicou a temporada de inverno. Após quase seis meses a cidade ainda tenta se recuperar, já que ainda há muita fuligem, então a competição serviu para movimentar a economia local e trazer um pouco de lazer para os moradores.

A largada aconteceu pontualmente às 10h na Praça de Los Pioneiros e muitas pessoas foram às ruas para prestigiar os atletas. “Necessitávamos saber que una prova desta magnitude poderia ser realizada em nossa cidade sem nenhum tipo de problema”, conta Adriana, uma moradora local que não parava de aplaudir os corredores.

Logo no começo da prova o espanhol Tofol Castañer, o argentino Cristian Mohamed e o brasileiro Giliard Pinheiro (vice em 2010) assumiram a ponta e começaram a abrir diferença para os demais competidores. Arkaitz Ibarra Martinez e Gustavo Reyes seguiam no encalço dos líderes.

No quilômetro 25, no posto de água do Rio Bonito, Tofol passou tranquilo na liderança com cerca de dois minutos para Mohamed. Giliard estava a 2min30 do líder e começou a se queixar de dores no quadril, enquanto Arkaitz vinha com quatro minutos atrás e Reyes a seis. A partir daí começou o trecho mais difícil desta nona edição: nove quilômetros de subida tendo a areia como protagonista.

Os corredores chegaram então na base da estação de esqui Cerro Bayo (quilômetro 31). Tofol ampliou a vantagem sobre Mohamed em 2min45 e tudo parecia definido, enquanto no pelotão de trás as disputas eram cada vez mais intensas. Arkaitz abandonou a prova e Giliard também abdicou da luta pelo pódio e resolveu apenas completar. “Sou brasileiro, não desisto nunca”, comentou. Os dois resolveram seguir caminhando juntos até a linha de chegada.

Mudanças - No Ponto Mais Alto da disputa, o Club Andino Villa la Angostura (1.500m acima do nível do mar), Mohamed superou Tofol Castañer e obteve o prêmio especial oferecido ao primeiro atleta que chegasse ao topo da montanha. Foi neste momento também que Gustavo Reyes passou a terceiro, Custodio Antonio de Portugal, Iazaldil Feitoza do Brasil, e o argentino Israel Escudero alcançaram os dois caminhantes.

A partir do quilômetro 37 Tofol e Cristian chegaram à parte mais rápida da corrida e passaram a alternar a liderança correndo como se estivessem numa prova de pista, enquanto o público incentivava e aplaudia. Foi a final mais acirrada de todas as edições, entre o campeão da etapa mundial de provas Sky Running e o atual detentor do título da K42 Portugal.

Na chegada à Avenida Arrayanes Mohamed abriu cerca de cinco metros de distância, mas o espanhol juntou todas as suas forças para uma última investida que quase deu certo. Mohamed levou a melhor ao cruzar a linha de chegada com 3h33min56, seguido por Tofol 20 metros atrás com o tempo de 3h34min07. Gustavo foi o terceiro com 3h34min19, Antônio o quarto com 3h57min25 e Iazaldir o quinto com 3h59min15.

“Foi uma corrida muito dura, principalmente nos primeiros 15 quilômetros, onde todos saíram fortes”, conta o vencedor. “O espanhol estava firme na liderança e pensei que não fosse alcançá-lo, mas na descida do Cerro Bayo ele perdeu um pouco de velocidade e foi a motivação que eu precisava para vencer”, completa.

Feminino - Entre as mulheres as disputas não foram tão acirradas, o que não significa que a chilena Marlene Flores tenha vencido de forma fácil. Ela foi a primeira a alcançar o topo da montanha e obteve o prêmio especial, mas não se descuidou das adversárias em nenhum momento, já que a argentina Adriana Vargas estava a um minuto de diferença atrás, mesma distância da brasileira Rosália Camargo.

Ao descer do Cerro Bayo o cansaço era evidente entre as ponteiras, o que impedia uma tentativa da segunda e terceira colocadas acelerarem para buscar o primeiro posto. Mas, qualquer vacilo poderia fazê-las perder uma colocação para as duas que vinham no segundo pelotão, Laura Lucero e Andrea Moneta, ambas da Argentina.

Marele, atleta experiente em provas de rua que agora se dedica às corridas de montanha, usou sua experiência para segurar o primeiro lugar e vencer com o tempo de 4h36min24. Adriana chegou em segundo com 4h45min39 e Rosália em terceiro com 4h48min46.

“Durante todo o percurso tinham pessoas para nos incentivar e isso me chamou muita atenção, já que no meu país isso não é comum”, conta a chilena. “Comecei a prova um pouco lenta, pois tenho uma hérnia nas costas que me prejudica quando vou muito rápido. Mas a partir do Cerro Bayo fui outra corredora e passei a ser mais agressiva até chegar em primeiro”, completa.

A etapa argentina foi a final da série que já passou por diversos países, inclusive o Brasil, em Bombinhas (SC) e a temporada 2012 começa já em dezembro próximo, no dia 11, com a etapa Canarias, na Ilha de Tenerife. As inscrições estão abertas no site oficial, o www.k42trailrun.com.

Brasileira Rosália Camargo não se considera favorita no K42 Argentina

Corrida de Montanha · 08 nov, 2011

No próximo sábado (12/11) a cidade argentina de Villa La Angostura, na Patagônia, receberá a etapa final do Circuito K42, que já passou por diversos países, incluindo o Brasil. Rosália Camargo, vencedora da edição nacional em Bombinhas (SC) está preparada para a disputa, mas não se considera favorita, apesar dos organizadores a colocarem como um dos principais nomes na competição.

“Meu objetivo é completar bem os 42 quilômetros”, ressalta a carioca sem falsa modéstia. “Tenho trabalhado bastante durante a semana e ainda nem consegui entrar direito no clima da prova”, completa a corredora que é arquiteta. Para driblar a falta de tempo que muitas vezes prejudica o treinamento, ela costuma ir e voltar do escritório correndo todos os dias, num trajeto de cerca de 20 quilômetros.

Acostumada às provas de montanha e também a Ironman, Rosália olhou o trajeto da K42 na internet e se animou com o que vai encontrar pela frente. “As trilha são bem abertas e sinalizadas pelo que pude perceber. Além disso, há bastante subidas e descidas, do jeito que eu gosto”, conta a campeã das duas etapas do XTerra Endurance 50 km, em Mangaratiba e Ilhabela este ano. “Depois destas duas provas não corri mais nenhuma, apenas foquei nos treinamentos”, salienta.

Muitos corredores estão preocupados com as cinzas que ainda estão depositadas nas trilhas, resultado da erupção do Vulcão chileno Puyehue em junho passado, mas a brasileira se mostra tranquila com o fato. “A organização mandou um comunicado nos tranqüilizando. Há bastante gente preocupada com isso por lá, mas não há porque se alarmar”.

Sobre as principais adversárias, ela alerta sobre duas corredoras que podem dar trabalho. “A francesa Severine Dualde e a argentina Andrea Dobas, campeã do ano passado, parecem ser casca grossa”, finaliza Rosália que embarca para a PataGônia na próxima quinta-feira (09/11).


Brasileira Rosália Camargo não se considera favorita no K42 Argentina

Corrida de Montanha · 08 nov, 2011

No próximo sábado (12/11) a cidade argentina de Villa La Angostura, na Patagônia, receberá a etapa final do Circuito K42, que já passou por diversos países, incluindo o Brasil. Rosália Camargo, vencedora da edição nacional em Bombinhas (SC) está preparada para a disputa, mas não se considera favorita, apesar dos organizadores a colocarem como um dos principais nomes na competição.

“Meu objetivo é completar bem os 42 quilômetros”, ressalta a carioca sem falsa modéstia. “Tenho trabalhado bastante durante a semana e ainda nem consegui entrar direito no clima da prova”, completa a corredora que é arquiteta. Para driblar a falta de tempo que muitas vezes prejudica o treinamento, ela costuma ir e voltar do escritório correndo todos os dias, num trajeto de cerca de 20 quilômetros.

Acostumada às provas de montanha e também a Ironman, Rosália olhou o trajeto da K42 na internet e se animou com o que vai encontrar pela frente. “As trilha são bem abertas e sinalizadas pelo que pude perceber. Além disso, há bastante subidas e descidas, do jeito que eu gosto”, conta a campeã das duas etapas do XTerra Endurance 50 km, em Mangaratiba e Ilhabela este ano. “Depois destas duas provas não corri mais nenhuma, apenas foquei nos treinamentos”, salienta.

Muitos corredores estão preocupados com as cinzas que ainda estão depositadas nas trilhas, resultado da erupção do Vulcão chileno Puyehue em junho passado, mas a brasileira se mostra tranquila com o fato. “A organização mandou um comunicado nos tranqüilizando. Há bastante gente preocupada com isso por lá, mas não há porque se alarmar”.

Sobre as principais adversárias, ela alerta sobre duas corredoras que podem dar trabalho. “A francesa Severine Dualde e a argentina Andrea Dobas, campeã do ano passado, parecem ser casca grossa”, finaliza Rosália que embarca para a PataGônia na próxima quinta-feira (09/11).

Tricampeão do K42 de Bombinhas, Giliard busca vitória na Patagônia

Corrida de Montanha · 04 nov, 2011

O maratonista brasileiro Giliard Pinheiro disputa no dia 12 de novembro o último K42 da temporada, em Villa La Angostura, na Patagônia argentina. Disputado em sete países diferentes – Argentina, Brasil, Chile, Espanha, França, Portugal, e Saara Ocidental – o K42 é caracterizado por oferecer maratonas em percursos com grande variação no terreno e que exigem não apenas resistência, mas também força.

Além dos cerca de 2.000 corredores inscritos, o K42 na Argentina reúne os vencedores de todas as etapas K42 no ano e, portanto, é considerado como uma final. Pelo terceiro ano consecutivo, Giliard Pinheiro venceu o K42 de Bombinhas, disputado em agosto no litoral catarinense, e garantiu a vaga para a prova na Patagônia.

“Estou bem preparado, quero ganhar”, afirma o brasileiro. “Fiz muito trabalho na areia fofa da praia”, diz o corredor, sobre seu treinamento. Nas duas vezes que participou da prova final, Giliard teve dificuldades. Em 2009, uma séria entorse no tornozelo forçou o abandono da prova. Em 2010, torceu novamente, mas o uso de uma tala permitiu que seguisse até o final, assegurando o segundo lugar.

“Vou correr com atadura. No ano passado meu tornozelo torceu e ‘voltou’, não deu problema. No primeiro ano torceu e ‘saiu’ porque eu estava sem proteção”, reflete. Para minimizar a chance de novas lesões, o maratonista realizou treinamento específico para o fortalecimento da região do tornozelo esquerdo. “Corri o ano inteiro na praia e não tive problema, ele está bem forte”, conta Giliard.

A competição em Villa La Angostura será acirrada. Giliard aponta o francês Yanik Gourdon, vencedor do K42 França como um adversário duro e cita outro favorito. “Tem um espanhol que dizem que é ‘a sombra’ do Kilian Jornet. Se é bom como o Kilian vai ser um adversário direto, porque ele tem um nível muito acima do normal dos competidores”, afirma, citando o jovem fenômeno entre os maratonistas de montanha.

Giliard tem também a esperança de ganhar o prêmio especial, oferecido ao primeiro corredor que alcançar o ponto mais alto da prova, o topo a 1.500 metros de altitude. “Independente da mudança que fizeram no percurso, esse trecho final continua o mesmo. É na altura do quilômetro 36 ou 37, então quem chegar no topo primeiro vai ganhar a prova, porque depois é só descida”, explica o brasileiro.

Confiante, Giliard avisa: “Pretendo levar os dois prêmios!” e aponta uma brasileira como favorita entre as mulheres. “No feminino ninguém deve tirar da Rosália [Camargo, ganhadora do K42 de Bombinhas]”, encerra.


Tricampeão do K42 de Bombinhas, Giliard busca vitória na Patagônia

Corrida de Montanha · 04 nov, 2011

O maratonista brasileiro Giliard Pinheiro disputa no dia 12 de novembro o último K42 da temporada, em Villa La Angostura, na Patagônia argentina. Disputado em sete países diferentes – Argentina, Brasil, Chile, Espanha, França, Portugal, e Saara Ocidental – o K42 é caracterizado por oferecer maratonas em percursos com grande variação no terreno e que exigem não apenas resistência, mas também força.

Além dos cerca de 2.000 corredores inscritos, o K42 na Argentina reúne os vencedores de todas as etapas K42 no ano e, portanto, é considerado como uma final. Pelo terceiro ano consecutivo, Giliard Pinheiro venceu o K42 de Bombinhas, disputado em agosto no litoral catarinense, e garantiu a vaga para a prova na Patagônia.

“Estou bem preparado, quero ganhar”, afirma o brasileiro. “Fiz muito trabalho na areia fofa da praia”, diz o corredor, sobre seu treinamento. Nas duas vezes que participou da prova final, Giliard teve dificuldades. Em 2009, uma séria entorse no tornozelo forçou o abandono da prova. Em 2010, torceu novamente, mas o uso de uma tala permitiu que seguisse até o final, assegurando o segundo lugar.

“Vou correr com atadura. No ano passado meu tornozelo torceu e ‘voltou’, não deu problema. No primeiro ano torceu e ‘saiu’ porque eu estava sem proteção”, reflete. Para minimizar a chance de novas lesões, o maratonista realizou treinamento específico para o fortalecimento da região do tornozelo esquerdo. “Corri o ano inteiro na praia e não tive problema, ele está bem forte”, conta Giliard.

A competição em Villa La Angostura será acirrada. Giliard aponta o francês Yanik Gourdon, vencedor do K42 França como um adversário duro e cita outro favorito. “Tem um espanhol que dizem que é ‘a sombra’ do Kilian Jornet. Se é bom como o Kilian vai ser um adversário direto, porque ele tem um nível muito acima do normal dos competidores”, afirma, citando o jovem fenômeno entre os maratonistas de montanha.

Giliard tem também a esperança de ganhar o prêmio especial, oferecido ao primeiro corredor que alcançar o ponto mais alto da prova, o topo a 1.500 metros de altitude. “Independente da mudança que fizeram no percurso, esse trecho final continua o mesmo. É na altura do quilômetro 36 ou 37, então quem chegar no topo primeiro vai ganhar a prova, porque depois é só descida”, explica o brasileiro.

Confiante, Giliard avisa: “Pretendo levar os dois prêmios!” e aponta uma brasileira como favorita entre as mulheres. “No feminino ninguém deve tirar da Rosália [Camargo, ganhadora do K42 de Bombinhas]”, encerra.

Villa la Angostura se recupera para receber Salomon K42, em novembro

Corrida de Montanha · 28 out, 2011

A cidade de Villa la Angostura, na Argentina, realizará a nona edição do Salomon K42, no dia 12 de novembro, e pretende reunir cerca de dois mil participantes. A corrida terá distâncias de 42 e 15 quilômetros, e um percurso com algumas mudanças devido ao vulcão chileno que atinigiu a cidade em 2011.

Em junho deste ano, o vulcão Puyehe entrou em erupção e causou transtornos para algumas cidades dos países próximos ao Chile. Na Argentina, as mais prejudicadas foram Bariloche, que teve seu aeroporto fechado, e Villa la Angostura.

A cidade argentina teve chuvas de cinzas após o fenômeno e desde junho está sendo tratada. Há um mês, praticamente todas as tarefas foram cumpridas, o que garante que a competição contará com a beleza de Villa Angostura para a corrida de novembro.

O percurso- Os participantes enfrentarão o percurso da prova em condições mais duras, devido a algumas mudanças geográficas na cidade, que voltam ao normal aos poucos. Uma das diferenças é que, neste ano, o trajeto terá dois picos de altura, um no sétimo quilômetro da corrida, e outro aos 34 quilômetros, com 1500 metros acima do nível do mar. O primeiro homem e a primeira mulher a atingirem o ponto serão premiados ao final da prova.

A etapa de Villa la Angostura tem vista para a Cordilheira dos Andes em todo o percurso e faz parte do circuito da K42 que passa pelo Brasil, Sahara, Chile, Espanha e Gran Canária.

Para os interesados em participar do desafio, as inscrições podem ser feitas no site www.k42trailrun.com.br.


Villa la Angostura se recupera para receber Salomon K42, em novembro

Corrida de Montanha · 28 out, 2011

A cidade de Villa la Angostura, na Argentina, realizará a nona edição do Salomon K42, no dia 12 de novembro, e pretende reunir cerca de dois mil participantes. A corrida terá distâncias de 42 e 15 quilômetros, e um percurso com algumas mudanças devido ao vulcão chileno que atinigiu a cidade em 2011.

Em junho deste ano, o vulcão Puyehe entrou em erupção e causou transtornos para algumas cidades dos países próximos ao Chile. Na Argentina, as mais prejudicadas foram Bariloche, que teve seu aeroporto fechado, e Villa la Angostura.

A cidade argentina teve chuvas de cinzas após o fenômeno e desde junho está sendo tratada. Há um mês, praticamente todas as tarefas foram cumpridas, o que garante que a competição contará com a beleza de Villa Angostura para a corrida de novembro.

O percurso- Os participantes enfrentarão o percurso da prova em condições mais duras, devido a algumas mudanças geográficas na cidade, que voltam ao normal aos poucos. Uma das diferenças é que, neste ano, o trajeto terá dois picos de altura, um no sétimo quilômetro da corrida, e outro aos 34 quilômetros, com 1500 metros acima do nível do mar. O primeiro homem e a primeira mulher a atingirem o ponto serão premiados ao final da prova.

A etapa de Villa la Angostura tem vista para a Cordilheira dos Andes em todo o percurso e faz parte do circuito da K42 que passa pelo Brasil, Sahara, Chile, Espanha e Gran Canária.

Para os interesados em participar do desafio, as inscrições podem ser feitas no site www.k42trailrun.com.br.

Final da K42 em Villa La Angostura será realizada dia 12 de novembro

Maratona · 11 ago, 2011

No dia oito de agosto, às 19 horas, foi apresentada a K42 Adventure Marathon, no Restaurante Experiência de lãs Bodega Del Fin Del Mundo, em Buenos Aires, na Argentina. O ato deu início com a nota do governador da província de Neuquen (ARG), Doutor Jorge Sapag. “Quero realizar meus melhores desejos para esta nova edição de uma competição que já tem um lugar de destaque não só dentro do nosso país, mas que ultrapassou fronteiras e é conhecida em vários lugares do mundo”, expressa o governador.

A prova será realizada com uma cobrança maior neste ano, se é possível, já que Villa La Angostura passa por momentos difíceis, sob o lema “Agora mais do que nunca”, o que mostra uma vontade grande da população, que com solidariedade e esforços conjuntos vai recuperar a beleza natural da cidade. Villa La Angostura passou por problemas com a acumulação de cinzas devido à erupção do vulcão chileno Puyehue, em junho.

Logo após o pronunciamento do Doutor Jorge Sapag, foi exibido o vídeo de lançamento oficial da competição, que será a etapa final do circuito K42, no dia 12 de novembro, e fotos da última edição realizada em 2010. Estavam presentes também autoridades do Ministério do Turismo da Nação, da província de Neuquen, a Câmara de Comércio e a Associação de Hotéis de Villa La Angostura.

Junto a eles também estava o Ministro Plenipotencário, Jaime Beserman, do Ministério de Relações Exteriores da Nação, por meio do qual a K42 apareceu na última edição do campeonato de tênis Roland Garros, em Paris, como novo destino turístico na Argentina.

Sebastian Caldart, presidente da Neuquentur S.E., empresa de turismo da província de Neuquen, realizou a abertura de lançamento explicando a situação atual da Villa La Angostura e os trabalhos que estão sendo realizados para reparar os danos ocasionados pela caída de cinza do Vulcãp Puyehue.

O vice-presidente da Salomon, empresa organizadora do evento, Eddy Wetzel, deu as boas vindas aos presentes e aos mais de 80 jornalistas que acompanharam o lançamento desta nova edição da maior maratona de montanha da América. Diego Zarba, titular da Patagônia Eventos, junto a Rody Domina, criadores da Maratona e da Série Internacional, realizaram a apresentação que explicou as características da competição final.

A K42 já passou pela cidade de Bidarray, na França, no dia 23 de julho, e a pelo Brasil na recente etapa da maratona de montanha disputada no dia seis de agosto, em Bombinhas (SC). O circuito será encerrado com a final em Villa La Angostura, na Argentina, no dia 12 de novembro.


Final da K42 em Villa La Angostura será realizada dia 12 de novembro

Maratona · 11 ago, 2011

No dia oito de agosto, às 19 horas, foi apresentada a K42 Adventure Marathon, no Restaurante Experiência de lãs Bodega Del Fin Del Mundo, em Buenos Aires, na Argentina. O ato deu início com a nota do governador da província de Neuquen (ARG), Doutor Jorge Sapag. “Quero realizar meus melhores desejos para esta nova edição de uma competição que já tem um lugar de destaque não só dentro do nosso país, mas que ultrapassou fronteiras e é conhecida em vários lugares do mundo”, expressa o governador.

A prova será realizada com uma cobrança maior neste ano, se é possível, já que Villa La Angostura passa por momentos difíceis, sob o lema “Agora mais do que nunca”, o que mostra uma vontade grande da população, que com solidariedade e esforços conjuntos vai recuperar a beleza natural da cidade. Villa La Angostura passou por problemas com a acumulação de cinzas devido à erupção do vulcão chileno Puyehue, em junho.

Logo após o pronunciamento do Doutor Jorge Sapag, foi exibido o vídeo de lançamento oficial da competição, que será a etapa final do circuito K42, no dia 12 de novembro, e fotos da última edição realizada em 2010. Estavam presentes também autoridades do Ministério do Turismo da Nação, da província de Neuquen, a Câmara de Comércio e a Associação de Hotéis de Villa La Angostura.

Junto a eles também estava o Ministro Plenipotencário, Jaime Beserman, do Ministério de Relações Exteriores da Nação, por meio do qual a K42 apareceu na última edição do campeonato de tênis Roland Garros, em Paris, como novo destino turístico na Argentina.

Sebastian Caldart, presidente da Neuquentur S.E., empresa de turismo da província de Neuquen, realizou a abertura de lançamento explicando a situação atual da Villa La Angostura e os trabalhos que estão sendo realizados para reparar os danos ocasionados pela caída de cinza do Vulcãp Puyehue.

O vice-presidente da Salomon, empresa organizadora do evento, Eddy Wetzel, deu as boas vindas aos presentes e aos mais de 80 jornalistas que acompanharam o lançamento desta nova edição da maior maratona de montanha da América. Diego Zarba, titular da Patagônia Eventos, junto a Rody Domina, criadores da Maratona e da Série Internacional, realizaram a apresentação que explicou as características da competição final.

A K42 já passou pela cidade de Bidarray, na França, no dia 23 de julho, e a pelo Brasil na recente etapa da maratona de montanha disputada no dia seis de agosto, em Bombinhas (SC). O circuito será encerrado com a final em Villa La Angostura, na Argentina, no dia 12 de novembro.

K42 inicia circuito e confirma Villa La Agostura como prova final

Maratona · 19 jul, 2011

A largada da Série Internacional K42 será dada no próximo dia 23, na França, e os organizadores do evento confirmam que a prova final do Circuito continuará em Villa La Angostura, na Argentina. "A prova decisiva acontecerá em 12 de novembro, mesmo após os moradores da cidade enfrentarem problemas pós erupção do Vulcão Puyehue, no Chile", diz Diego Zarba, idealizador do K42.

“Há poucos dias começamos a conhecer as consequências deste fenômeno da natureza. Hoje sabemos que o cenário é positivo e temos a necessidade sw acompanhar a comunidade de Villa La Angostura, que desde 2003 sedia a competição final”, acrescenta Diego. O organizador também afirma que o evento reúne seis mil turistas e injeta 1,5 milhão de dólares na economia local, valor que representa uma grande esperança para o verão na cidade.

Os corredores, de acordo com Zarba, estão respondendo de maneira extremamente solidária, pois as inscrições não deixaram de ser feitas, mesmo no momento mais crítico. “O número de inscritos continua aumentando, ao ponto de nos fazer acreditar que o evento atingirá o número limite de participantes antes do prazo final para inscrição”.

"Mais do que nunca este evento faz um apelo à consciência, de unir forças para recuperar o local. Dos dez mil corredores que alguma vez já participaram da K42, na Argentina, esperamos um reencontro com o dobro de compromisso, um individual, do próprio desafio, e o solidário”, finaliza Zarba.

Além da França e Argentina, a prova de 42 quilômetros, da Patagônia Eventos, acontece em várias partes do mundo, como Espanha, Chile e também no sul do Brasil, na cidade de Bombinhas, em Santa Catarina. Os interessados em participar do evento podem fazer a inscrição no site www.patagoniaeventos.com.


K42 inicia circuito e confirma Villa La Agostura como prova final

Maratona · 19 jul, 2011

A largada da Série Internacional K42 será dada no próximo dia 23, na França, e os organizadores do evento confirmam que a prova final do Circuito continuará em Villa La Angostura, na Argentina. "A prova decisiva acontecerá em 12 de novembro, mesmo após os moradores da cidade enfrentarem problemas pós erupção do Vulcão Puyehue, no Chile", diz Diego Zarba, idealizador do K42.

“Há poucos dias começamos a conhecer as consequências deste fenômeno da natureza. Hoje sabemos que o cenário é positivo e temos a necessidade sw acompanhar a comunidade de Villa La Angostura, que desde 2003 sedia a competição final”, acrescenta Diego. O organizador também afirma que o evento reúne seis mil turistas e injeta 1,5 milhão de dólares na economia local, valor que representa uma grande esperança para o verão na cidade.

Os corredores, de acordo com Zarba, estão respondendo de maneira extremamente solidária, pois as inscrições não deixaram de ser feitas, mesmo no momento mais crítico. “O número de inscritos continua aumentando, ao ponto de nos fazer acreditar que o evento atingirá o número limite de participantes antes do prazo final para inscrição”.

"Mais do que nunca este evento faz um apelo à consciência, de unir forças para recuperar o local. Dos dez mil corredores que alguma vez já participaram da K42, na Argentina, esperamos um reencontro com o dobro de compromisso, um individual, do próprio desafio, e o solidário”, finaliza Zarba.

Além da França e Argentina, a prova de 42 quilômetros, da Patagônia Eventos, acontece em várias partes do mundo, como Espanha, Chile e também no sul do Brasil, na cidade de Bombinhas, em Santa Catarina. Os interessados em participar do evento podem fazer a inscrição no site www.patagoniaeventos.com.

Vulcão chileno Puyehue não prejudica Maratona K42, em Villa La Agostura

Corridas de Rua · 05 jul, 2011

Belas regiões do mundo, com paisagens exuberantes e percursos desafiadores para uma corrida, às vezes estão cercadas por natureza e elementos que a compõem, como é o caso de Villa La Angostura, localizada nas proximidades de Bariloche. A charmosa cidade argentina sedia anualmente a tradicional maratona de montanha K42 e está a cerca de 100 quilômetros de distância do vulcão Puyehue, no Chile. Os problemas com as cinzas não devem alterar a rotina da prova, marcada para novembro.

Puyehue estava inativo desde 1960, mas no dia quatro de junho decidiu espreguiçar e mostrar o poder de um gigante adormecido, deixando as regiões fronteiriças repletas de cinzas, incluindo Villa La Angostura. Após o ocorrido, era possível encontrar 40 centímetros de material vulcânico pelas ruas, o que tornou indispensável a união de forças para limpar o local e deixar a cidade pronta para receber mais uma vez milhares de maratonistas no dia 12 de novembro.

Mediante essa situação, um grupo de pessoas criou o projeto “Maratón Solidaria para Ganarle al Volcán”, com o objetivo de atrair voluntários que ajudem a reparar os danos provocados por Puyehue. O prefeito da cidade, Ricardo Alonso, chegou a declarar que seriam necessários 55 milhões de caminhões para retirar completamente as cinzas de Villa La Angostura. Já de acordo com o organizador da K42, Diego Zarba, muitos colaboradores estão se empenhando em recuperar a paisagem normal das margens dos rios e dos bosques.

“Todos estão dedicados em fazer com que a cidade volte a ser como era antes, mas naturalmente nunca será possível retirar todo o material acumulado. Ele irá se incorporar à geografia do lugar, mesmo que limpemos todas as ruas e trilhas. A vegetação e a vida silvestre se adaptarão a um novo cenário”, diz Zarba.

As inscrições para a K42 já estão abertas e o organizador acrescenta que problemas provocados pelo vulcão não devem voltar a acontecer, pois o governo e especialistas garantem segurança durante a realização do evento em novembro. “Temos uma excelente infra-estrutura pare receber os turistas. São cerca de cinco mil acomodações disponíveis em hotéis e sabemos o quanto é importante a realização desta maratona. Ela gera em torno de um milhão e meio de dólares para a economia local”, finaliza o argentino.

A prova de 42 quilômetros, da Patagônia Eventos, acontece em várias partes do mundo, como Espanha, França, Chile e também no sul do Brasil, na cidade de Bombinhas, em Santa Catarina. Os interessados em participar do evento podem fazer a inscrição no site www.patagoniaeventos.com.

Assista ao vídeo da edição 2010 da K42 Villa La Angostura



Vulcão chileno Puyehue não prejudica Maratona K42, em Villa La Agostura

Corridas de Rua · 05 jul, 2011

Belas regiões do mundo, com paisagens exuberantes e percursos desafiadores para uma corrida, às vezes estão cercadas por natureza e elementos que a compõem, como é o caso de Villa La Angostura, localizada nas proximidades de Bariloche. A charmosa cidade argentina sedia anualmente a tradicional maratona de montanha K42 e está a cerca de 100 quilômetros de distância do vulcão Puyehue, no Chile. Os problemas com as cinzas não devem alterar a rotina da prova, marcada para novembro.

Puyehue estava inativo desde 1960, mas no dia quatro de junho decidiu espreguiçar e mostrar o poder de um gigante adormecido, deixando as regiões fronteiriças repletas de cinzas, incluindo Villa La Angostura. Após o ocorrido, era possível encontrar 40 centímetros de material vulcânico pelas ruas, o que tornou indispensável a união de forças para limpar o local e deixar a cidade pronta para receber mais uma vez milhares de maratonistas no dia 12 de novembro.

Mediante essa situação, um grupo de pessoas criou o projeto “Maratón Solidaria para Ganarle al Volcán”, com o objetivo de atrair voluntários que ajudem a reparar os danos provocados por Puyehue. O prefeito da cidade, Ricardo Alonso, chegou a declarar que seriam necessários 55 milhões de caminhões para retirar completamente as cinzas de Villa La Angostura. Já de acordo com o organizador da K42, Diego Zarba, muitos colaboradores estão se empenhando em recuperar a paisagem normal das margens dos rios e dos bosques.

“Todos estão dedicados em fazer com que a cidade volte a ser como era antes, mas naturalmente nunca será possível retirar todo o material acumulado. Ele irá se incorporar à geografia do lugar, mesmo que limpemos todas as ruas e trilhas. A vegetação e a vida silvestre se adaptarão a um novo cenário”, diz Zarba.

As inscrições para a K42 já estão abertas e o organizador acrescenta que problemas provocados pelo vulcão não devem voltar a acontecer, pois o governo e especialistas garantem segurança durante a realização do evento em novembro. “Temos uma excelente infra-estrutura pare receber os turistas. São cerca de cinco mil acomodações disponíveis em hotéis e sabemos o quanto é importante a realização desta maratona. Ela gera em torno de um milhão e meio de dólares para a economia local”, finaliza o argentino.

A prova de 42 quilômetros, da Patagônia Eventos, acontece em várias partes do mundo, como Espanha, França, Chile e também no sul do Brasil, na cidade de Bombinhas, em Santa Catarina. Os interessados em participar do evento podem fazer a inscrição no site www.patagoniaeventos.com.

Assista ao vídeo da edição 2010 da K42 Villa La Angostura