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Não sou um pop star

São Paulo - (celebridade...) - Ganhei um post, pois é, ontem o blogueiro Rodrigo Canteli fez uma homenagem ao Harry, o qual fiquei envaidecido, apesar da vaidade passar ao largo de minha pessoa. Neste post ele escreve que sou seu “mentor”, pois segundo ele, o Blog do Roddy foi inspirado no Blog do Harry.

Mas algo começa me chamar a atenção nos últimos tempos: é que após eu deixar meus comentários em diversos blogs que acho interessante, muitos me retornam dizendo orgulhosos, homenageados e felizes com essa minha simples atitude. Houve um caso de uma pessoa que antes de me conhecer me chamava de “pop star”. Ledo engano!

Se passo minha experiência para alguns, podem crer que muitos me ensinam também, pois a vida é um eterno aprendizado. Aprendemos com os mais velhos e até mesmo com uma criança. Aqueles que se julgam conhecedores da verdade erram e erram feio.

Afinal, do pó viemos para o pó iremos!


Não sou um pop star

Corridas de Rua · 07 maio, 2008

São Paulo - (celebridade...) - Ganhei um post, pois é, ontem o blogueiro Rodrigo Canteli fez uma homenagem ao Harry, o qual fiquei envaidecido, apesar da vaidade passar ao largo de minha pessoa. Neste post ele escreve que sou seu “mentor”, pois segundo ele, o Blog do Roddy foi inspirado no Blog do Harry.

Mas algo começa me chamar a atenção nos últimos tempos: é que após eu deixar meus comentários em diversos blogs que acho interessante, muitos me retornam dizendo orgulhosos, homenageados e felizes com essa minha simples atitude. Houve um caso de uma pessoa que antes de me conhecer me chamava de “pop star”. Ledo engano!

Se passo minha experiência para alguns, podem crer que muitos me ensinam também, pois a vida é um eterno aprendizado. Aprendemos com os mais velhos e até mesmo com uma criança. Aqueles que se julgam conhecedores da verdade erram e erram feio.

Afinal, do pó viemos para o pó iremos!

Comrades te vejo num futuro breve

Corridas de Rua · 05 maio, 2008

São Paulo - (o sonho não acabou...) - Se você me perguntar qual a corrida dos meus sonhos, sou enfático em responder: Comrades Marathon, ultramaratona de 89 quilômetros que é disputada na África do Sul. Mas para participar de um evento desta magnitude temos que estar bem preparados. Muito bem preparados.

Mas partindo de uma verdade simplista em que com o lastro de algumas maratonas nas costas e seu check-up em dia seria possível concluí-la inventei de disputá-la faltando apenas quatro meses para a próxima edição. Pacote reservado, dólar guardado, documentação em dia, em suma tudo certo para a viagem, exceto o bom senso que sempre tive em minhas decisões envolvendo meu planejamento de corridas.

Vai ou não vai era uma dúvida que vinha carregando nas costas. O lado racional dizia para não ir, o emocional para ir. Finalmente hoje foi o dia “D” – já que é o último dia das inscrições – e tenho a decisão e resposta ao meu questionamento feito neste post .

Não estarei na próxima largada em City Hall no dia 15 de junho. Prevalece assim o lado racional, já que corridas e Comrades não faltarão ao longo do tempo, já minha saúde de corredor é única.

Comrades te vejo num futuro breve!

Minha mais inusitada medalha

São Paulo - (correndo por um embutido...) - Logo após passar pelo pórtico de chegada eu estava agradecendo a Deus e diabos a quatro por ter acabado de completar a Meia Maratona Montanholi, considerada a mais difícil do Brasil.

Ainda desbaratinado pelo esforço monumental que fiz naquela competição, uma menina do staff me entregou um squeezy. “Pesado, deve estar cheio de isotônico”, pensei.

Segundos depois é que cai a ficha e percebi que meu “squeezy” nada mais era que uma mortadela. Pudera o mimo, já que o idealizador do evento, o José Carlos Romanholi é dono do Frigorifico Marba.

E como estavámos nas primeiras edições do Montanholi, nesta época não se distribuía medalhas, somente camisetas aos que completavam a prova. Nem precisa dizer que o selo estilizado da prova que acompanhava a mortadela virou uma medalha em minha coleção, já que da mortadela não sobrou pedaço para contar história.

Mas como tudo na vida evolui tive a grata satisfação de conhecer a medalha que será oferecida aos concluintes da prova que acontecerá em junho. Linda e maravilhosa certamente será uma das mais bonitas de minha coleção.

E por ela vou lutar ardorosamente e subir aos trancos e nos barrancos do difícil percurso.


Minha mais inusitada medalha

Corridas de Rua · 04 maio, 2008

São Paulo - (correndo por um embutido...) - Logo após passar pelo pórtico de chegada eu estava agradecendo a Deus e diabos a quatro por ter acabado de completar a Meia Maratona Montanholi, considerada a mais difícil do Brasil.

Ainda desbaratinado pelo esforço monumental que fiz naquela competição, uma menina do staff me entregou um squeezy. “Pesado, deve estar cheio de isotônico”, pensei.

Segundos depois é que cai a ficha e percebi que meu “squeezy” nada mais era que uma mortadela. Pudera o mimo, já que o idealizador do evento, o José Carlos Romanholi é dono do Frigorifico Marba.

E como estavámos nas primeiras edições do Montanholi, nesta época não se distribuía medalhas, somente camisetas aos que completavam a prova. Nem precisa dizer que o selo estilizado da prova que acompanhava a mortadela virou uma medalha em minha coleção, já que da mortadela não sobrou pedaço para contar história.

Mas como tudo na vida evolui tive a grata satisfação de conhecer a medalha que será oferecida aos concluintes da prova que acontecerá em junho. Linda e maravilhosa certamente será uma das mais bonitas de minha coleção.

E por ela vou lutar ardorosamente e subir aos trancos e nos barrancos do difícil percurso.

Treinando para meia mais difícil do Brasil

São Paulo - (avant première...) - A equipe em que corro a Run for Life foi convidada para participar da 7ª edição da Meia Maratona Montanholi, que acontecerá no próximo mês de junho. Considerada por muitos, uma das mais difíceis corridas organizadas no Brasil, quando levamos em conta as diversas distâncias, os corredores são taxativos que tratando-se de provas de 21,1K, essa é a mais difícil meia maratona existente no Brasil.

A prova tem algumas peculiaridades. A começar por ser uma corrida “fechada” onde somente convidados podem participar. Outras características que imprimem a prova um sabor único, é que seu percurso é feito totalmente em terra batida. E basicamente não há trecho plano. Subidas igual a famosa Biologia, na USP, são fichinha perto das pedreiras que nos deparamos ao longo dos 21.097 metros aferidos. E como o percurso é feito em ida e volta, lembre-se que a felicidade de estar descendo será cobrada na volta quando você estiver subindo.

E finalizando uma das características que fazem desta prova um evento ímpar é que o evento é uma prova de montanha, já que é disputada em Morumgaba, no interior de São Paulo. A cidade está localizada a mais de 1.000 metros de altitude. Vendo o perfil altimétrico da prova observamos um grande desnível, já que seu ponto mais baixo se dá a cerca de 850 metros contra os 1.124 metros do ponto culminante do trajeto.

E para preparar o corpo, mas, principalmente a mente, fizemos na manhã de hoje um “treininho” de 15 quilômetros sob chuva, frio e névoa no belíssimo percurso. Mas depois deste treino, que fechei em 1h27min59 (esqueça os tempos feitos no asfalto, aqui ele são irreais), posso garantir que vou conseguir bater meu recorde pessoal neste difícil percurso.

E você qual o percurso mais difícil que disputou? Deixe seu comentário.


Treinando para meia mais difícil do Brasil

Corridas de Rua · 03 maio, 2008

São Paulo - (avant première...) - A equipe em que corro a Run for Life foi convidada para participar da 7ª edição da Meia Maratona Montanholi, que acontecerá no próximo mês de junho. Considerada por muitos, uma das mais difíceis corridas organizadas no Brasil, quando levamos em conta as diversas distâncias, os corredores são taxativos que tratando-se de provas de 21,1K, essa é a mais difícil meia maratona existente no Brasil.

A prova tem algumas peculiaridades. A começar por ser uma corrida “fechada” onde somente convidados podem participar. Outras características que imprimem a prova um sabor único, é que seu percurso é feito totalmente em terra batida. E basicamente não há trecho plano. Subidas igual a famosa Biologia, na USP, são fichinha perto das pedreiras que nos deparamos ao longo dos 21.097 metros aferidos. E como o percurso é feito em ida e volta, lembre-se que a felicidade de estar descendo será cobrada na volta quando você estiver subindo.

E finalizando uma das características que fazem desta prova um evento ímpar é que o evento é uma prova de montanha, já que é disputada em Morumgaba, no interior de São Paulo. A cidade está localizada a mais de 1.000 metros de altitude. Vendo o perfil altimétrico da prova observamos um grande desnível, já que seu ponto mais baixo se dá a cerca de 850 metros contra os 1.124 metros do ponto culminante do trajeto.

E para preparar o corpo, mas, principalmente a mente, fizemos na manhã de hoje um “treininho” de 15 quilômetros sob chuva, frio e névoa no belíssimo percurso. Mas depois deste treino, que fechei em 1h27min59 (esqueça os tempos feitos no asfalto, aqui ele são irreais), posso garantir que vou conseguir bater meu recorde pessoal neste difícil percurso.

E você qual o percurso mais difícil que disputou? Deixe seu comentário.

Um teste no toró

Corridas de Rua · 02 maio, 2008

São Paulo - (chove chuva...) - Todo o início de mês o Wanderlei de Oliveira aplica na equipe o teste de 3000 metros que tem como objetivo verificar qual estágio em que estamos. E a partir dos resultados são elaboradas as planilhas individualizadas.

E hoje debaixo de uma baita toró não tivemos como fugir da raia e fomos para o teste depois de executar os alongamentos e um trote de aquecimento. Embora fiz um tempo razoável, vi que tenho muito que melhorar. Como nos ensina o Wanderlei: “o teste deve ser feito de forma continuo ou progressivo”, e em parte consegui atingir a meta, não fosse a quebra do primeiro para o segundo quilômetro.

Mas ainda me acho lento e nada como um dia e treino após o outro para percebemos nossos erros e melhora-los no futuro.

No final das contas o cronômetro fechou em 12min25 e as parciais foram:

  • 1000m - 4min05 – (165 FC)
  • 2000m - 4min10 – (173 FC)
  • 3000m - 4min10 – (174 FC)
  • Média: 4min08s.
E você qual sua relação com treinos de tiros ou ritmo? Deixe seu comentário!

A pergunta que não quer se calar

Corridas de Rua · 01 maio, 2008

São Paulo - (dúvida existencial...) - Eis uma pergunta que não quer se calar:

Estarei em City Hall daqui a 45 dias escutando um galo cantar as 5h30 da manhã?

Breve terei a resposta.


Tempos brutos, líquidos, reais e fantasiosos

São Paulo - (pontualidade nada britânica...) - Após mais de uma semana de espera consegui saber o meu tempo líquido da Maratona de Santa Catarina, que disputei no último dia 20 em Florianópolis. O cronômetro oficial cravou 3h47min10 contra 3h47min50 do meu cronômetro.

Já a diferença do líquido para o bruto oficial foi de apenas 58 segundos. Como a prova tinha somente 713 corredores inscritos resolvi largar lá do fundão por saber que não haveria nenhuma muvuca, como as formadas em grandes provas, as quais você leva 5, 10 e às vezes 15 ou mais minutos para passar pelo tapete da largada.

E, mesmo que que levássemos em conta somente o tempo liquido, só o trânsito que você pega, além do zig-zag que fatalmente temos que fazer para desviar dos mais lentos, manda para o espaço qualquer chance de melhora de tempo. E tem mais: para efeito de classificação, para faixa etária por exemplo, o que vale é o tempo bruto.

Mas no final o que me deixou chateado foi chegar no pórtico de chegada e ver o cronômetro oficial da prova. Nele não constava nem o meu tempo líquido nem o bruto. Constava sim, o tempo de 4h15min que era o tempo referente a corrida feminina que teve largada com 30 minutos de antecedência. A hora que vi aquele relógio desisti de fazer qualquer tipo de "chegada triunfal" e pousar para uma fotografia, a qual seria muito bem guardada ao longo dos anos.

A Maratona de Santa Catarina me fez lembrar as provas da Corpore, que aconteciam nos meados dos anos 90, época em que muvuca era uma palavra inexistente no dicionário dos corredores, bem com essa história de cronômetro que não dá o tempo real de sua chegada.


Tempos brutos, líquidos, reais e fantasiosos

Corridas de Rua · 29 abr, 2008

São Paulo - (pontualidade nada britânica...) - Após mais de uma semana de espera consegui saber o meu tempo líquido da Maratona de Santa Catarina, que disputei no último dia 20 em Florianópolis. O cronômetro oficial cravou 3h47min10 contra 3h47min50 do meu cronômetro.

Já a diferença do líquido para o bruto oficial foi de apenas 58 segundos. Como a prova tinha somente 713 corredores inscritos resolvi largar lá do fundão por saber que não haveria nenhuma muvuca, como as formadas em grandes provas, as quais você leva 5, 10 e às vezes 15 ou mais minutos para passar pelo tapete da largada.

E, mesmo que que levássemos em conta somente o tempo liquido, só o trânsito que você pega, além do zig-zag que fatalmente temos que fazer para desviar dos mais lentos, manda para o espaço qualquer chance de melhora de tempo. E tem mais: para efeito de classificação, para faixa etária por exemplo, o que vale é o tempo bruto.

Mas no final o que me deixou chateado foi chegar no pórtico de chegada e ver o cronômetro oficial da prova. Nele não constava nem o meu tempo líquido nem o bruto. Constava sim, o tempo de 4h15min que era o tempo referente a corrida feminina que teve largada com 30 minutos de antecedência. A hora que vi aquele relógio desisti de fazer qualquer tipo de "chegada triunfal" e pousar para uma fotografia, a qual seria muito bem guardada ao longo dos anos.

A Maratona de Santa Catarina me fez lembrar as provas da Corpore, que aconteciam nos meados dos anos 90, época em que muvuca era uma palavra inexistente no dicionário dos corredores, bem com essa história de cronômetro que não dá o tempo real de sua chegada.

Os tiros que me matam

São Paulo - (tô baleado...) - Pontualmente às 6 horas desta manhã, eu e meus companheiros da Run for Life iniciamos os alongamentos comandado pelo Wanderlei de Oliveira, na pista do Constâncio Vaz Guimarães. E como toda segunda-feira sabia que não haveria moleza, já que neste dia estão programados treinos de tiros.

Depois de rodar alguns quilometros no aquecimento fomos para o que viemos, no caso doze tiros de 400 metros, neste que foi meu primeiro treino de pista pós-maratona.

Apesar de saber que é importantíssimo este tipo de treino se você me perguntar, quer correr uma maratona ou dar tiros? Sem sombra de dúvidas a maratona seria a escolhida.

Mas não posso reclamar, pois treino é treino e quanto mais sofremos nos treinos menos sofreremos em uma competição e melhores os resultados serão. A trancos e barrancos consegui na maioria dos tiros ser uniforme, já que na primeira parte do treino o Nilton Maia ditou o ritmo.

Na segunda parte fui de Dodô, um sexagenário que deixa muito garotinho da geração saúde comendo poeira.

A sequência de tempos foi:

  • 400m - 1min38s
  • 400m - 1min28s
  • 400m - 1min27s
  • 400m - 1min27s
  • 400m - 1min29s
  • 400m - 1min29s
  • 400m - 1min32s
  • 400m - 1min31s
  • 400m - 1min28s
  • 400m - 1min22s
  • 400m - 1min30s
  • 400m - 1min29s

Para finalizar 1.000 metros de trote no sentido inverso ao que fizemos os tiros. Mas a melhor notícia é que meu machucado do pé apesar de ter reclamado um pouco mostrou que que dá pra ir em frente.

Comente qual seu treino predileto e que aquele que você não quer ver nem pintado!


Os tiros que me matam

Corridas de Rua · 28 abr, 2008

São Paulo - (tô baleado...) - Pontualmente às 6 horas desta manhã, eu e meus companheiros da Run for Life iniciamos os alongamentos comandado pelo Wanderlei de Oliveira, na pista do Constâncio Vaz Guimarães. E como toda segunda-feira sabia que não haveria moleza, já que neste dia estão programados treinos de tiros.

Depois de rodar alguns quilometros no aquecimento fomos para o que viemos, no caso doze tiros de 400 metros, neste que foi meu primeiro treino de pista pós-maratona.

Apesar de saber que é importantíssimo este tipo de treino se você me perguntar, quer correr uma maratona ou dar tiros? Sem sombra de dúvidas a maratona seria a escolhida.

Mas não posso reclamar, pois treino é treino e quanto mais sofremos nos treinos menos sofreremos em uma competição e melhores os resultados serão. A trancos e barrancos consegui na maioria dos tiros ser uniforme, já que na primeira parte do treino o Nilton Maia ditou o ritmo.

Na segunda parte fui de Dodô, um sexagenário que deixa muito garotinho da geração saúde comendo poeira.

A sequência de tempos foi:

  • 400m - 1min38s
  • 400m - 1min28s
  • 400m - 1min27s
  • 400m - 1min27s
  • 400m - 1min29s
  • 400m - 1min29s
  • 400m - 1min32s
  • 400m - 1min31s
  • 400m - 1min28s
  • 400m - 1min22s
  • 400m - 1min30s
  • 400m - 1min29s

Para finalizar 1.000 metros de trote no sentido inverso ao que fizemos os tiros. Mas a melhor notícia é que meu machucado do pé apesar de ter reclamado um pouco mostrou que que dá pra ir em frente.

Comente qual seu treino predileto e que aquele que você não quer ver nem pintado!

Vivendo em uma redoma de vidro

Corridas de Rua · 27 abr, 2008

São Paulo - (na manicure...) - As vezes acho que nós corredores devemos viver em uma redoma de vidro onde nada de ruim acontecesse, pois qualquer vacilo de nossa parte coloca dias e até meses de treino a perder. Na última sexta-feira tinha um teste marcado e minutos antes de sair de casa dou um grande berro de dor.

Por descuido deixei cair um peso sobre o dedão do pé. Vi estrelas já que estava descalço. No hospital deram-me duas alternativas: arrancar a unha (com anestesia local) ou fazer um curativo e esperar que a unha, hoje mole e quebrada, caia sozinha.

Optei pela segunda escolha já que isso não vai me impedir (assim espero) de colocar um calçado fechado. Se optasse pela primeira, teria que ficar alguns dias de chinelo. Nem preciso falar que nesta altura do campeonato isto é inviável.

Amanhã inicia-se a nova fase de treino vamos ver em que pé (dedo?) estou!

O homem que corre com um ônibus na cabeça

São Paulo - (vou de ônibus...) - Ontem assisti no Programa do Jô a entrevista do Ricardo Teixeira, o Mr. Bus. Lá ele foi contar um pouco de sua paixão pelos ônibus e claro pela corrida.

Mr. Bus velho conhecido aqui do Webrun trabalha no setor de informações da BH Trans em sua cidade Belo Horizonte (MG), e sabe tudo sobre os itinerários, horários e os ônibus em si.

Mas o apelido não é só pela paixão por esses veículos, e sim, porque ele corre com um ônibus na cabeça (boné pra que né?). O mais legal é, que cada um desses ônibus são estilizados, dá pra saber qual o modelo, marca e ano. Pois é, um verdadeiro apaixonado pelo que faz!

Mas o que me chamou a atenção foi que ele contou algo inédito ao menos para mim. Não é que o ônibus, ops, o Mr. Bus quando está participando das competições dá seta, imita o som de freada e ainda buzina em suas ultrapassagens.

Pois você aí, fique esperto quando escutar um bi-bi-fom-fom em alguma competição pois estará prestes a ser ultrapassado pelo Mr. Bus. E só não vale você querer incorporar o espírito do Vigilante Rodoviário.


O homem que corre com um ônibus na cabeça

Corridas de Rua · 26 abr, 2008

São Paulo - (vou de ônibus...) - Ontem assisti no Programa do Jô a entrevista do Ricardo Teixeira, o Mr. Bus. Lá ele foi contar um pouco de sua paixão pelos ônibus e claro pela corrida.

Mr. Bus velho conhecido aqui do Webrun trabalha no setor de informações da BH Trans em sua cidade Belo Horizonte (MG), e sabe tudo sobre os itinerários, horários e os ônibus em si.

Mas o apelido não é só pela paixão por esses veículos, e sim, porque ele corre com um ônibus na cabeça (boné pra que né?). O mais legal é, que cada um desses ônibus são estilizados, dá pra saber qual o modelo, marca e ano. Pois é, um verdadeiro apaixonado pelo que faz!

Mas o que me chamou a atenção foi que ele contou algo inédito ao menos para mim. Não é que o ônibus, ops, o Mr. Bus quando está participando das competições dá seta, imita o som de freada e ainda buzina em suas ultrapassagens.

Pois você aí, fique esperto quando escutar um bi-bi-fom-fom em alguma competição pois estará prestes a ser ultrapassado pelo Mr. Bus. E só não vale você querer incorporar o espírito do Vigilante Rodoviário.