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O início e o fim de uma corredora

São Paulo - (vapt vupt...) - Querer as vezes é poder e nem sempre poder é querer, já que você pode ter um dom mas não querer seguir um caminho que não preenche seu âmago ou sua essência.

Essa é uma conclusão que cheguei ao observar a estréia de minha filha em competições infantis. Apesar de percorrer os 300 metros bem (chegou na sexta colocação na faixa de 10 anos) ela me confidenciou que não quer correr uma próxima competição.

Ou seja, não sentiu o barato da corrida, não foi picada (ao menos por enquanto) pelo “bichinho”. Mas, quantos de nós não desprezamos a corrida por anos a fio e só depois de um processo de amadurecimento a corrida entrou em nossas vidas.

Agora eu me pergunto: quem disse que filho de peixe peixinho é?


O início e o fim de uma corredora

Corridas de Rua · 10 jun, 2008

São Paulo - (vapt vupt...) - Querer as vezes é poder e nem sempre poder é querer, já que você pode ter um dom mas não querer seguir um caminho que não preenche seu âmago ou sua essência.

Essa é uma conclusão que cheguei ao observar a estréia de minha filha em competições infantis. Apesar de percorrer os 300 metros bem (chegou na sexta colocação na faixa de 10 anos) ela me confidenciou que não quer correr uma próxima competição.

Ou seja, não sentiu o barato da corrida, não foi picada (ao menos por enquanto) pelo “bichinho”. Mas, quantos de nós não desprezamos a corrida por anos a fio e só depois de um processo de amadurecimento a corrida entrou em nossas vidas.

Agora eu me pergunto: quem disse que filho de peixe peixinho é?

Argentinos pero no mucho

Corridas de Rua · 06 jun, 2008

São Paulo - (Biro Biro ou Maradona?) - Que para os brasileiros se inscreverem na charmosa Meia Maratona de Buenos Aires seja necessário adquirir um pacote de viagem por uma determinada operadora brasileira é sabido há tempos.

Essa é uma prática que acontece com a maratona de Nova York, por exemplo, o que muitos não sabem com antecedência é que por conta deste monopólio os valores dobram de preço em relação as demais agências ou mesmo numa viagem por conta própria.

Mas que eu não sabia é que a organização da prova faz distinção até de nossos hermanos que a depender da distância, são considerados de certa forma “estrangeiros” já que tem que preencher um formulário especial e, não conseguem fazer a inscrição diretamente na internet como seus patrícios que moram nos arredores da capital Argentina.

Pois vejam a pérola que está site da competição:

Atletas argentinos y estranjeiros residentes en el interior del pais, se tomará como residente en el interior a aquellos corredores que residan a más de 60 kilómetros de la Ciudad de Buenos Aires. Aquellos interesados deberán enviar un e-mail a para recibir un formulario especial.

Francamente, o Biro Biro está dando de dez no Maradona!

Os tiros na chuva

Corridas de Rua · 04 jun, 2008

São Paulo - (depois da calmaria vem à tempestade...) - E foi debaixo de chuva e frio (12°C) que fiz meu terceiro treino semanal. Como a pista de atletismo do Ícaro de Castro Melo estava ocupada com as olimpíadas escolares rumamos para o parque do Ibirapuera.

O treino hoje era de velocidade e a planilha pedia 5 séries de 1000m ao ritmo de 4min12s com intervalo de 3 minutos entre eles. Para quem fez na segunda-feira 5 quilômetros no pau e sem parar, esses intervalos são mais que bem vindos. O tempo que se mostrava frio antes das sessões simplesmente deu lugar ao calor provocado pelo esforço.

O resultado se mostrou a contento já que minhas parciais foram 4min09s / 3min58s / 4min03s / 4min02s / 3min57s.

Amanhã tem mais treino e o importante é seqüência que não tenho tido ultimamente e sem ela nada anda, muito menos corre!

O dia que ultrapassei Márcia Narloch

São Paulo - (começo dourado...) - Fui um dos 400 corredores convidados para participar da Mizuno Golden Runners, prova que aconteceu em paralelo a Maratona Internacional de São Paulo, ontem na cidade de São Paulo (SP).

Essa competição para mim foi importante, pois marca um start de minha preparação para minha prova alvo do segundo semestre: a Maratona de Buenos Aires, no dia 12 de outubro.

Quanto as minhas impressões da competição teve prós e contras. Como é uma prova com milhares de inscritos esqueça aquela vontade de quebrar seu recorde pessoal, a não ser se madrugar na baia de largada e se posicionar bem a frente, mesmo assim a subida do oitavo quilômetro (40 na maratona) é de quebrar qualquer expectativa de tempo.

Os primeiros cinco quilômetros corri literalmente em zig-zag. Tirando esse “problema” no qual já estava preparado e ciente que iria acontecer, eu gostei bastante do novo percurso com seus bem distribuídos postos de água.

Agora o pior de tudo foi ganhar uma das mais feias medalhas que já recebi (a medalha oficial da Yescom), não é somente feia no sentido de design, mas feia em sua concepção já que ela não é de metal, e sim feita a base de uma resina bem fuleira. Como corro por medalha – e muitos o fazem – considero isso um grande desrespeito aos participantes.

Em contrapartida, a medalha oferecida como concluinte da Mizuno Golden Runners é uma das belas que já conquistei. Isso sim é uma medalha para se ostentar com orgulho no peito.

Agora, o melhor de tudo foi ter o gostinho de ultrapassar a grande maratonista Márcia Narloch e não ter tomado o troco mesmo fechando com o tempo líquido 45min25s.

Obviamente isso só foi possível, pois ela estava fazendo um prova recreativa, mas nada como uma ilusão para adoçar a vida!


O dia que ultrapassei Márcia Narloch

Corridas de Rua · 02 jun, 2008

São Paulo - (começo dourado...) - Fui um dos 400 corredores convidados para participar da Mizuno Golden Runners, prova que aconteceu em paralelo a Maratona Internacional de São Paulo, ontem na cidade de São Paulo (SP).

Essa competição para mim foi importante, pois marca um start de minha preparação para minha prova alvo do segundo semestre: a Maratona de Buenos Aires, no dia 12 de outubro.

Quanto as minhas impressões da competição teve prós e contras. Como é uma prova com milhares de inscritos esqueça aquela vontade de quebrar seu recorde pessoal, a não ser se madrugar na baia de largada e se posicionar bem a frente, mesmo assim a subida do oitavo quilômetro (40 na maratona) é de quebrar qualquer expectativa de tempo.

Os primeiros cinco quilômetros corri literalmente em zig-zag. Tirando esse “problema” no qual já estava preparado e ciente que iria acontecer, eu gostei bastante do novo percurso com seus bem distribuídos postos de água.

Agora o pior de tudo foi ganhar uma das mais feias medalhas que já recebi (a medalha oficial da Yescom), não é somente feia no sentido de design, mas feia em sua concepção já que ela não é de metal, e sim feita a base de uma resina bem fuleira. Como corro por medalha – e muitos o fazem – considero isso um grande desrespeito aos participantes.

Em contrapartida, a medalha oferecida como concluinte da Mizuno Golden Runners é uma das belas que já conquistei. Isso sim é uma medalha para se ostentar com orgulho no peito.

Agora, o melhor de tudo foi ter o gostinho de ultrapassar a grande maratonista Márcia Narloch e não ter tomado o troco mesmo fechando com o tempo líquido 45min25s.

Obviamente isso só foi possível, pois ela estava fazendo um prova recreativa, mas nada como uma ilusão para adoçar a vida!

Abastecimento superlativo

Corridas de Rua · 01 jun, 2008

São Paulo - (dá pra se afogar...) - Pelos números divulgado pela Yescom em torno do abastecimento da Maratona de São Paulo, podemos afirmar se que água não faltará para os corredores inscritos.

Durante os 42 quilometros do percurso haverá 17 postos de hidratação, dois postos com isotônicos e um de suplemento alimentar (carboidrato em gel). O que impressiona fora as 18 toneladas de gelo é o número de garrafas de água: 380 mil unidades.

Levando em consideração que são 12 mil corredores inscritos, cada qual, poderá utilizar 31,6 garrafinhas de 200ml ou 6 litros.

Harry enfrenta 75K do Revezamento Bertioga-Maresias

São Paulo - (Clean Harry) - Primeiro foi meu xará Harry, o Princípe, que teve a “honra” de ganhar um post aqui no Blog do Harry, como ele foi para o Afeganistão servir o exército real britânico, não entrou em contato com o blog, e por esse simples motivo, até hoje não sei se ele seguiu meu conselho e está dando seus trotinhos.

Já outro famoso que me ajudou bastante foi o Potter, depois dele ficou fácil para qualquer tupiniquim entender meu nome, mas só eu sei as agruras e micos que escutei: Hauris, Arris, Herres e até de Raio já chegaram a me chamar, ou seja, Harry era (é) um nome ainda difícil de se encontrar por essas bandas. Eu pessoalmente não conheco nenhum outro corredor com o nome no Brasil.

Mas não é que recebi a informação do brother Fábio Maradei que tem um Harry que honra os deuses do olímpo. Trata-se do santista Harry Serrão que amanhã (31), vai simplesmente percorrer os 75 Km da Maratona de Revezamento Bertioga-Maresias, na categoria Survivors - entenda-se correr a distância sozinho.

Pelo visto, logo mais o Blog do Harry poderá montar uma equipe para enfrentar um revezamento qualquer, ao menos uma dupla já podemos formar e fica aqui o convite para que outros "Harrys" se apresentem e quem sabe saia um quarteto, quiçá, um octeto.

Quanto ao Serrão estamos na torcida!


Harry enfrenta 75K do Revezamento Bertioga-Maresias

Corridas de Rua · 30 maio, 2008

São Paulo - (Clean Harry) - Primeiro foi meu xará Harry, o Princípe, que teve a “honra” de ganhar um post aqui no Blog do Harry, como ele foi para o Afeganistão servir o exército real britânico, não entrou em contato com o blog, e por esse simples motivo, até hoje não sei se ele seguiu meu conselho e está dando seus trotinhos.

Já outro famoso que me ajudou bastante foi o Potter, depois dele ficou fácil para qualquer tupiniquim entender meu nome, mas só eu sei as agruras e micos que escutei: Hauris, Arris, Herres e até de Raio já chegaram a me chamar, ou seja, Harry era (é) um nome ainda difícil de se encontrar por essas bandas. Eu pessoalmente não conheco nenhum outro corredor com o nome no Brasil.

Mas não é que recebi a informação do brother Fábio Maradei que tem um Harry que honra os deuses do olímpo. Trata-se do santista Harry Serrão que amanhã (31), vai simplesmente percorrer os 75 Km da Maratona de Revezamento Bertioga-Maresias, na categoria Survivors - entenda-se correr a distância sozinho.

Pelo visto, logo mais o Blog do Harry poderá montar uma equipe para enfrentar um revezamento qualquer, ao menos uma dupla já podemos formar e fica aqui o convite para que outros "Harrys" se apresentem e quem sabe saia um quarteto, quiçá, um octeto.

Quanto ao Serrão estamos na torcida!

Nós fazemos aniversário e eles que comemoram

Corridas de Rua · 28 maio, 2008

São Paulo - (efeito Toshiba?) - Não sei dizer se é perda de timing de nossos organizadores, foco ou outro fator que desconheço. Mas no ano que comemoramos cem anos da imigração japonesa, não fiquei sabendo de uma única corrida para homenagear esse fato histórico.

Já nossos amigos yanques, não perdem uma oportunidade para homenagear aqueles que um dia foram seus inimigos. Assim, no próximo domingo em pleno Central Park, acontecerá a Japan Run organizada pelo New York Road Runners Club.

E depois de percorrerem quatro milhas os participantes terão música ao vivo, tendas com comida japonesa, origami, apresentações folclóricas e culturais, caligrafia, e porque não: de robôs.

Como se pode ver a Japan Run será bem ao estilo japonês de unir o passado com o futuro!

Keller campeã de atitude

Corridas de Rua · 27 maio, 2008

São Paulo - (educação vem de berço) - Se não bastasse vencer o Ironman Brasil, em Florianópolis (SC), no último domingo, Fernanda Keller mostrou como uma campeã pode se portar.

Campeões como Keller, por serem formadores de opinião são multiplicadores de atitudes seja pessoal, profissional e também como cidadã, influenciando pessoas que se espelham em seus atos.

E nossa maior triathleta não apenas falou como campeã, agiu como tal. Veja esse relato do colega Renato Panelli, que fez sua estréia nesta difícil competição:

“Foi a prova mais bacana que eu fiz na minha vida! Apesar de toda a dor e sofrimento, ter a galera gritando o seu nome durante a prova e no final do dia, depois de tudo, passar a linha de chegada é muito gostoso. Realmente dá para dizer que fazer um Ironman é uma experiência de vida!

A Fernanda Keller é uma atleta admirável, depois da prova [dela] era a única elite no meio do asfalto incentivando a galera. Imagina eu a 500 metros da chegada e a Fernanda gritando vai que você já é um Ironman!”

Coisas de campeã!

Velha é a vovozinha

Corridas de Rua · 25 maio, 2008

São Paulo - (velho é...) - Há quatro anos atrás quando participava da coletiva do Ironman Brasil o grande clichê da imprensa ali presente, não era falar das conquistas antigas e futuras da “ironwoman” Fernanda Keller.

O mote era a pergunta: e agora que você fez 40 anos como será? vai se aposentar? e a renovação do triathlon? acha que consegue ganhar mais títulos? e por aí ia. Apesar de polida em suas respostas é claro que esse tipo de questionamento a deixava incomodada, alias quem fica feliz com esse tipo de cobrança preconceituosa.

E hoje aos 44 anos Fernanda Keller carimbou sua 22ª participação no Mundial de Ironman que acontece, em outubro, no Havaí, ao vencer o Ironman Brasil, em Florianópolis (SC). E tanto na vida, como no esporte essas voltas por cima são maravilhosas. Mas o pior é que Fernanda nunca ficou por baixo, sempre foi atleta constante, regular e de resultados, mas sempre tendo que "provar" algo, fruto de cobranças descabidas.

No fundo, no fundo, hoje ela deve estar dando boas gargalhadas daqueles jornalistas preconceituosos, estes sim, incapazes em sua grande maioria de correr 100 metros - seja aos 20, 30 ou 40 anos - imagine concluir um ironman.

Estréia em corridas infantis

Corridas de Rua · 24 maio, 2008

São Paulo - (Debut...) - Quantas corridas ela já participou perguntam ao conhecerem minha filha Bruna de 10 anos. Nenhuma, respondo para espanto de muitos. Os motivos são vários: primeiro eu sempre quis que ela optasse por dizer quero ir correr, pois por mais que saiba os benefícios da integração que o esporte proporciona, para mim o mais importante é que ela seja livre para tomar decisões.

Quantas e quantas vezes – embora sejam a minoria – nos deparamos com meninos e meninas enfadonhos nas corridas, que estão lá, quase que obrigados por um capricho de um de seus país?

No caso especifico da Bruna sua não participação deve-se a vários fatores: algumas vezes já inscrita não pode correr, seja por precisar se ausentar ou estar indisposta, outras vezes perdemos o prazo da inscrição (de pipoca ela não corre!), enfim não calhou o momento oportuno.

Agora porém, ela se mostrou interessada em correr a Corrida Infanto-Juvenil Corpore Batavinho. Interesse demonstrado, inscrição feita é só aguardar o grande dia!

Boa sorte Bruna e divirta-se bastante e siga o conselho que sempre te dou: “não precisa ganhar, basta você chegar!”