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Em nome do pai e do filho

Corridas de Rua · 30 jun, 2008

São Paulo - (É fantástico...) - Domingo de noite fiquei com os olhos grudados na telinha da Rede Globo, mais especificamente no Fantástico, tudo para assistir uma reportagem que envolvia um triathleta, e por que não dizer, um triathleta que vale por dois.

Seu nome é Dick Hoyt, 51 anos, atleta de respeito, já que tem no seu currículo esportivo, desde 1980, seis Ironmans, 66 maratonas e competições de diversos tipos. Até ai tudo bem.

Mas o fato que impressiona é que ele compete carregando (literalmente) seu filho Rick, que nasceu com paralisia cerebral. Dick sempre compete com o filho independente da modalidade seja nadando, pelando ou correndo. A dupla já completou nada menos do que 975 provas juntos.

Por mais que eu possa explicar, não vou conseguir expressar o que as imagens transmitem por si só!

Confira como foi o treino do Harry – Semana 51

Corridas de Rua · 29 jun, 2008

São Paulo - (Semana 51 uma boa idéia...) - Essa foi uma semana light, já que minha fase de periodização se aproxima do final do ciclo base.

Agora faltam 15 semanas para a Maratona de Buenos e dentro do macro-ciclo para a Comrades Marathon (51 semanas), e pelo visto tem muita sola de tênis para gastar.

Segunda – 23 de junho:
Local: Ibirapuera
Tipo de treino: Rodagem
Treino proposto: Rodagem
Treino efetivo: rodagem de 9 Km
Total percorrido: 10Km – 48min35

Terça – 24 de junho:
Local: Ibirapuera
Tipo de treino: Rodagem
Treino proposto: Rodagem
Treino efetivo: como pede a planilha parciais
Total percorrido: 10 Km – 46min16

Quarta – 25 de junho:
Local: Praça da Paz (Ibira)
Tipo de treino: Farttlek
Treino proposto: 1min forte X 1 min fraco por 20min + 40min de rodagem
Treino efetivo: como pede a planilha parciais
Total percorrido: 8K

Quinta – 26 de junho:
Tipo de treino: Off

Sexta – 27 de junho:
Local: Ibirapuera
Tipo de treino: Rodagem
Treino proposto: Rodagem
Treino efetivo: como pede a planilha parciais
Total percorrido: 10 Km – 46min16

Sábado – 28 de junho:
Local: Ibirapuera
Tipo de treino: Rodagem
Treino proposto: Rodagem
Treino efetivo: como pede a planilha parciais
Total percorrido: 10 Km – 51:56

Domingo – 29 de junho:
Tipo de treino: Off

Total percorrido na semana: 48Km

Quanto vale sua medalha?

Corridas de Rua · 26 jun, 2008

São Paulo - (Tá louco?) - Qual seu grande barato em concluir uma competição? O meu em particular é ganhar a medalha, e claro, se for com recorde pessoal melhor ainda. Mas posso afirmar que mesmo sem recordes é a medalha minha grande incentivadora para nunca desistir e cruzar a linha de chegada.

Seria difícil explicar para um leigo o valor que tem uma medalha de finisher que não tem nenhum valor comercial, afinal não é bronze, prata e muito menos ouro. Já algumas medalhas tem valor incalculável. Imaginem vocês o valor histórico – e por isso comercial - da medalha olímpica de bronze do Vanderlei Cordeiro de Lima obtida na Grécia, só para exemplificar um caso de uma medalha especial.

Porém, não é todo mundo que pensa que sua medalha de finisher só tem valor sentimental. Pois vejam o que o colega ironman Renato Panelli descobriu que no site e-bay estava sendo leiloada uma medalha conquistada no Ironman do Havaí no ano de 1988. Até aí tudo bem. Mas o espanto vem logo em seguida ao saber o valor pedido pelo lance inicial.

Acredite, o vendedor pedia a bagatela de 25 mil dólares (cerca de 41 mil reais) por sua medalha. Claro, que teve que fechar o pregão com zero lances ofertados.

Como se diz hoje em dia: ô cara sem noção!

Correndo na Paz

Corridas de Rua · 25 jun, 2008

São Paulo - (foi brincar ou treinar?) - Não é à toa que o treino chamado fartlek em sua livre tradução quer dizer “brincar de correr”. Popularmente conhecido como “forte, fraco” o treino consiste em correr determinado tempo alternando corrida forte com corrida fraca.

E foi esse treino que minha equipe fez hoje de manhã na belíssima Praça da Paz no Ibirapuera (SP). O treino consistiu em correr um minuto forte e trotar um minuto fraco por vinte minutos.

As variações são as mais amplas possíveis, como: correr três minutos forte por dois fraco ou correr três minutos forte por cinco fraco, ou seja, é um treino bastante flexível. A intensidade fica para o treinador definir de acordo com período de treinamento que o corredor está desenvolvendo.

Está aí um treino de velocidade que eu gosto de fazer!

Fui dar uma volta no motel

São Paulo - (o amor está na pista...) - Para quem não me conhece eu já aviso: perco o amigo, mas não perco a piada. Pois, vamos lá: e não é que um internauta criou na ferramenta exclusiva do Webrun, o “Onde Treinar, um percurso chamado a “Volta do Motel”.

A tal volta fica na cidade Pitangueiras, interior de São Paulo, e tem um pouco mais de sete quilômetros. Procurei identificar através das imagens do satélite, onde é o tal motel, mas o trabalho foi em vão, já que aparecem vários telhados, armazéns, piscinas e nenhuma plaquinha em néon. Além disso, a volta passa pela área rural da cidade onde há varias plantações (seriam canaviais?), o que pode em tese, explicar onde fica o motel.

O mais cômico é que fico imaginando o seguinte diálogo entre o corredor e sua esposa após chegar do treino:

- Nossa amor onde você foi? Parece estar tão cansado?
- Ah, fui dar uma volta no motel!
- Mas você falou que ia correr seu #@%*&@...

Para vocês verem como as aparências enganam e nem tudo que parece o é! Portanto, sempre que escutarem alguém falar que foi dar um volta no motel lembre-se que há uma rota de treino com esse nome.

Afinal, para muitos de nós o grande amor de nossas vidas chama-se corrida!


Fui dar uma volta no motel

Corridas de Rua · 20 jun, 2008

São Paulo - (o amor está na pista...) - Para quem não me conhece eu já aviso: perco o amigo, mas não perco a piada. Pois, vamos lá: e não é que um internauta criou na ferramenta exclusiva do Webrun, o “Onde Treinar, um percurso chamado a “Volta do Motel”.

A tal volta fica na cidade Pitangueiras, interior de São Paulo, e tem um pouco mais de sete quilômetros. Procurei identificar através das imagens do satélite, onde é o tal motel, mas o trabalho foi em vão, já que aparecem vários telhados, armazéns, piscinas e nenhuma plaquinha em néon. Além disso, a volta passa pela área rural da cidade onde há varias plantações (seriam canaviais?), o que pode em tese, explicar onde fica o motel.

O mais cômico é que fico imaginando o seguinte diálogo entre o corredor e sua esposa após chegar do treino:

- Nossa amor onde você foi? Parece estar tão cansado?
- Ah, fui dar uma volta no motel!
- Mas você falou que ia correr seu #@%*&@...

Para vocês verem como as aparências enganam e nem tudo que parece o é! Portanto, sempre que escutarem alguém falar que foi dar um volta no motel lembre-se que há uma rota de treino com esse nome.

Afinal, para muitos de nós o grande amor de nossas vidas chama-se corrida!

Treinos de tiros eu estava lá

São Paulo - (Não fugi da raia...) - O relógio marcava 5 horas da manhã quando acordei hoje para treinar, mas o pior display não era do relógio e sim do termômetro que mostrava a marca de 12°C. Como temperatura baixa não é desculpa para não treinar, assim como calor, sol e chuva não o são, às 6 horas estava na pista de atletismo para um treino, que apesar de ser tiros não foi estafante, já que foram somente três sequências de 1000 metros com pausa de três minutos entre elas.

O treino rendeu bem já que a planilha pedia o ritmo de 4min12s e consegui ir no vácuo do Wanderlei, do Nilton e do Arnaldo que estão na ponta do casco e de forma mais rápida do que o proposto e, o melhor de forma progressiva já que o cronômetro registrou as parciais de 4min0s, 3min57s e 3min51s.

Mas calmaria desta semana - já que amanhã são 10 quilômetros confortáveis e sexta de será off - tem nome: Circuito Montanholi, que sem dúvida é mais difícil meia-maratona brasileira e na qual vou correr pela segunda vez. Para vocês terem uma idéia em minha única participação nesta prova fechei com 2h09min, tempo alto para quem gira a distância na casa de 1h30min.

Se me perguntarem qual minha expectativa para a prova eu diria que concluir já é o objetivo e que correr sub 2 horas é a meta!


Treinos de tiros eu estava lá

Corridas de Rua · 18 jun, 2008

São Paulo - (Não fugi da raia...) - O relógio marcava 5 horas da manhã quando acordei hoje para treinar, mas o pior display não era do relógio e sim do termômetro que mostrava a marca de 12°C. Como temperatura baixa não é desculpa para não treinar, assim como calor, sol e chuva não o são, às 6 horas estava na pista de atletismo para um treino, que apesar de ser tiros não foi estafante, já que foram somente três sequências de 1000 metros com pausa de três minutos entre elas.

O treino rendeu bem já que a planilha pedia o ritmo de 4min12s e consegui ir no vácuo do Wanderlei, do Nilton e do Arnaldo que estão na ponta do casco e de forma mais rápida do que o proposto e, o melhor de forma progressiva já que o cronômetro registrou as parciais de 4min0s, 3min57s e 3min51s.

Mas calmaria desta semana - já que amanhã são 10 quilômetros confortáveis e sexta de será off - tem nome: Circuito Montanholi, que sem dúvida é mais difícil meia-maratona brasileira e na qual vou correr pela segunda vez. Para vocês terem uma idéia em minha única participação nesta prova fechei com 2h09min, tempo alto para quem gira a distância na casa de 1h30min.

Se me perguntarem qual minha expectativa para a prova eu diria que concluir já é o objetivo e que correr sub 2 horas é a meta!

Sem treinamento não há resultados

São Paulo - (Ajoelhou tem que rezar...) - Depois de mais uma ausência no treino presencial na última segunda-feira, meu celular toca e nele chega uma mensagem SMS do meu técnico o Wanderlei de Oliveira, em tom de puxão (com razão) de orelha.

“Sem treinamento não há resultados. Hoje às 6 horas na pista de atletismo fizemos o interval traning.”

Evidente que aqui não é o lugar mais apropriado para que eu coloque os motivos que tem feito me ausentar no treino presencial. Embora tenha “cumprido” a planilha em termos de volume, a intensidade eu deixei para trás, já que o presencial é feito em pista de atletismo, trabalho que fica quase que impossível fazer em parque.

E foi exatamente isso, que acredito que ele quis transmitir. Para se evoluir devemos seguir o treino, pois esses não são feitos na base do “achismo” e sim como se fosse uma ciência exata de forma personalizada.

O SMS na hora me vez lembrar de um comentário de uma internauta no blog dizendo que algumas vezes se sentia desmotivada, pois seu técnico era parcial, ou seja, tratava uns com indiferença e demonstrava parcialidade com outros.

E aqui o Wanderlei ganha mais um ponto favorável comigo, já que ele demonstra que apesar ter muitos atletas, ele não trata cada um como um número, e sim como um indivíduo único.

Algumas pessoas podem até dizer: “ah mas você é o Harry do Webrun, lógico que vai te tratar assim.” Ledo engano, pois sei de pessoas que também receberam esse tipo de chamada de atenção e não tem nenhum Webrun nas costas.

Amanhã às seis da matina temos programados alguns tiros de 1.000m, e a última coisa que penso é não comparecer. Ainda tenho na memória o Wanderlei fazendo para mim um gesto imitando uma tesoura, querendo dizer cuidado para não ser cortado.

E parafraseando uma das frases mais belas do cinema mundial, “O Resgate do Soldado Ryan”, eu diria: Harry faça valer a pena!


Sem treinamento não há resultados

Corridas de Rua · 17 jun, 2008

São Paulo - (Ajoelhou tem que rezar...) - Depois de mais uma ausência no treino presencial na última segunda-feira, meu celular toca e nele chega uma mensagem SMS do meu técnico o Wanderlei de Oliveira, em tom de puxão (com razão) de orelha.

“Sem treinamento não há resultados. Hoje às 6 horas na pista de atletismo fizemos o interval traning.”

Evidente que aqui não é o lugar mais apropriado para que eu coloque os motivos que tem feito me ausentar no treino presencial. Embora tenha “cumprido” a planilha em termos de volume, a intensidade eu deixei para trás, já que o presencial é feito em pista de atletismo, trabalho que fica quase que impossível fazer em parque.

E foi exatamente isso, que acredito que ele quis transmitir. Para se evoluir devemos seguir o treino, pois esses não são feitos na base do “achismo” e sim como se fosse uma ciência exata de forma personalizada.

O SMS na hora me vez lembrar de um comentário de uma internauta no blog dizendo que algumas vezes se sentia desmotivada, pois seu técnico era parcial, ou seja, tratava uns com indiferença e demonstrava parcialidade com outros.

E aqui o Wanderlei ganha mais um ponto favorável comigo, já que ele demonstra que apesar ter muitos atletas, ele não trata cada um como um número, e sim como um indivíduo único.

Algumas pessoas podem até dizer: “ah mas você é o Harry do Webrun, lógico que vai te tratar assim.” Ledo engano, pois sei de pessoas que também receberam esse tipo de chamada de atenção e não tem nenhum Webrun nas costas.

Amanhã às seis da matina temos programados alguns tiros de 1.000m, e a última coisa que penso é não comparecer. Ainda tenho na memória o Wanderlei fazendo para mim um gesto imitando uma tesoura, querendo dizer cuidado para não ser cortado.

E parafraseando uma das frases mais belas do cinema mundial, “O Resgate do Soldado Ryan”, eu diria: Harry faça valer a pena!

Circuito do Harry terá mais uma competição

São Paulo - (Essa eu recomendo...) - Depois da confirmação da Harry Murphy 5K que acontece em outubro, em Nova York, o Circuito de Competições do Harry está a pleno vapor. A Federação Internacional de Atletismo confirmou mais uma competição da grife Harry.

Trata-se da “Harry Jerome Classic”, um meeting de atletismo que está programado para acontecer no próximo sábado, dia 21, na cidade de Vancouver, no Canadá.

Para quem não sabe, meu xará canadense Harry Jerome foi medalha de bronze dos 100m rasos na Olimpíada de Tóquio e inclusive tem essa estátua em sua homenagem.

Coisas de Harry!


Circuito do Harry terá mais uma competição

Corridas de Rua · 16 jun, 2008

São Paulo - (Essa eu recomendo...) - Depois da confirmação da Harry Murphy 5K que acontece em outubro, em Nova York, o Circuito de Competições do Harry está a pleno vapor. A Federação Internacional de Atletismo confirmou mais uma competição da grife Harry.

Trata-se da “Harry Jerome Classic”, um meeting de atletismo que está programado para acontecer no próximo sábado, dia 21, na cidade de Vancouver, no Canadá.

Para quem não sabe, meu xará canadense Harry Jerome foi medalha de bronze dos 100m rasos na Olimpíada de Tóquio e inclusive tem essa estátua em sua homenagem.

Coisas de Harry!

A placa que pode fazer a diferença

Corridas de Rua · 13 jun, 2008

No exterior é comum nas corridas nos depararmos com placas de incentivo que são carregadas pelo público. Go! (vai!), Good luck! (boa sorte) são algumas das citações mais usadas.

Passando pela “temida” subida da Av. Brigadeiro Luis Antônio (últimos 2 quilômetros da São Silvestre) me deparei na altura do número 750 com uma placa que ao ser lida pode dar um gás a mais na parte mais difícil da prova.

Na placa está escrito: Cordeiro (de) Lima e acho impossível ler esse nome e não lembrar de garra, de perseverança e rememorar o que nosso herói olímpico teve que enfrentar para completar a maratona olímpica na Grécia.

Do vegetariano ao fast food

Corridas de Rua · 11 jun, 2008

São Paulo - (fast runner ou food?...) - Depois de almoçar em restaurante vegetariano, meu lado carnívoro se aflorou. A pressa do cotidiano fez com que eu jantasse em um restaurante McDonald´s e, embora muitos torçam o nariz para um fast food, posso dizer que gosto bastante.

E como particularmente minha tendência para engordar é zero, minha “culpa” fica lá para trás. E vamos de BigMac, fritas e refrigerante sem esquecer de um volumoso sorvete. Mas o que achei legal foi quando a atendente me perguntrou: “qual copo o senhor (?) quer, de atletismo, basquete, ciclismo, futebol ou natação?”

Foi aí que caiu a ficha e vi que se tratava de uma promoção. Obviamente, pedi do atletismo e fiquei surpreso com a qualidade – já esperava algo de plástico – mas não, veio um copo pesado que me “parece” de vidro bem grosso.

Bem, mas pelo visto até a promoção se encerrar voltarei ao McDonald´s mais duas vezes, pois embora não pratique triathlon, a idéia de compor as modalidades que compõem o esporte me agrada muito.