amadores

Presença de atletas estrangeiros na Maratona de Recife motiva amadores

"Desde 2006 a cidade não sediava uma maratona e os corredores amadores garantem que além da infraestrutura oferecida aos participantes, a presença dos quenianos torna a 1ª Maratona Internacional de Recife ainda mais estimulante. Para o presidente da Federação Pernambucana de Atletismo, Warlindo Carneiro, o intercâmbio com os corredores estrangeiros é extremamente enriquecedor".

Direto de Recife - Cerca de 120 corredores da equipe Corre Recife estarão na prova desta segunda-feira (15/11), marcada para começar às 7h, no Marco Zero da Cidade. Para José Hilton, integrante do grupo de atletas da cidade, a participação de atletas estrangeiros na prova motiva ainda mais os amadores a buscar uma boa performance.

“Quenianos, em termos de corrida, o próprio nome já diz, ‘quenianos’. A gente sabe que dificilmente chegaremos perto deles, mas a presença aqui é algo muito estimulante”, afirma José, atleta de 51 anos, que estará na prova de 42 quilômetros.

Para o estreante Paulo Marques, a presença dos africanos vem para animar. “Corro apenas há três meses e vou participar da disputa de dez quilômetros. Será minha primeira competição e quem sabe um dia não chego a ser um atleta de elite”, brinca o corredor local, que trabalha como engenheiro.

Segundo Severo de Almeida, um dos fundadores da equipe Corre, a cidade nunca recebeu uma prova tão grande como essa. “A última maratona em Recife foi em 2006, nós mesmos, corredores daqui que organizamos a Maratona”, explica Severo. “A gente não tinha estrutura nem logística. Na época que fazíamos a prova, a cronometragem era feita manualmente. Além disso, essa competição deve oferecer mais segurança”, completa Almeida. Já de acordo com Gilberto Fernandes Soares, o evento poderia atrair ainda mais participantes caso oferecesse premiação por categorias.

“Eu tenho 56 anos e acredito que mais gente do Nordeste poderia vir para cá caso houvesse uma bonificação por faixa-etária também”, acredita Gilberto. Por conta disso, o veterano garante que vai correr com muita tranquilidade para curtir a prova. “Vou contemplar o percurso e não vou ter pressa, nem vou olhar o relógio”, destaca.

O presidente da Federação Pernambucana de Atletismo, Warlindo Caneiro, garante que este evento é de importância ilimitada, pois além gerar desenvolvimento para a área de esportes, também favorece outros setores da região. “O turismo é beneficiado e recebemos atletas de várias partes do país”, afirma.

“Os quenianos também são sempre bem vindos e é muito importante esse intercâmbio, que só vem para engrandecer a disputa”, reflete Warlindo. Além dos atletas Kipleting Kendagor, Nicholas Kibor Sabulei e Jacquiline Jerotich Chebor, do Quênia, estarão presente na competição grandes corredores brasileiros, como Franck Caldeira, Marco Antônio Pereira, Francisco Barbora, Marily dos Santos e Conceição Oliveira.


Presença de atletas estrangeiros na Maratona de Recife motiva amadores

Corridas de Rua · 15 nov, 2010

"Desde 2006 a cidade não sediava uma maratona e os corredores amadores garantem que além da infraestrutura oferecida aos participantes, a presença dos quenianos torna a 1ª Maratona Internacional de Recife ainda mais estimulante. Para o presidente da Federação Pernambucana de Atletismo, Warlindo Carneiro, o intercâmbio com os corredores estrangeiros é extremamente enriquecedor".

Direto de Recife - Cerca de 120 corredores da equipe Corre Recife estarão na prova desta segunda-feira (15/11), marcada para começar às 7h, no Marco Zero da Cidade. Para José Hilton, integrante do grupo de atletas da cidade, a participação de atletas estrangeiros na prova motiva ainda mais os amadores a buscar uma boa performance.

“Quenianos, em termos de corrida, o próprio nome já diz, ‘quenianos’. A gente sabe que dificilmente chegaremos perto deles, mas a presença aqui é algo muito estimulante”, afirma José, atleta de 51 anos, que estará na prova de 42 quilômetros.

Para o estreante Paulo Marques, a presença dos africanos vem para animar. “Corro apenas há três meses e vou participar da disputa de dez quilômetros. Será minha primeira competição e quem sabe um dia não chego a ser um atleta de elite”, brinca o corredor local, que trabalha como engenheiro.

Segundo Severo de Almeida, um dos fundadores da equipe Corre, a cidade nunca recebeu uma prova tão grande como essa. “A última maratona em Recife foi em 2006, nós mesmos, corredores daqui que organizamos a Maratona”, explica Severo. “A gente não tinha estrutura nem logística. Na época que fazíamos a prova, a cronometragem era feita manualmente. Além disso, essa competição deve oferecer mais segurança”, completa Almeida. Já de acordo com Gilberto Fernandes Soares, o evento poderia atrair ainda mais participantes caso oferecesse premiação por categorias.

“Eu tenho 56 anos e acredito que mais gente do Nordeste poderia vir para cá caso houvesse uma bonificação por faixa-etária também”, acredita Gilberto. Por conta disso, o veterano garante que vai correr com muita tranquilidade para curtir a prova. “Vou contemplar o percurso e não vou ter pressa, nem vou olhar o relógio”, destaca.

O presidente da Federação Pernambucana de Atletismo, Warlindo Caneiro, garante que este evento é de importância ilimitada, pois além gerar desenvolvimento para a área de esportes, também favorece outros setores da região. “O turismo é beneficiado e recebemos atletas de várias partes do país”, afirma.

“Os quenianos também são sempre bem vindos e é muito importante esse intercâmbio, que só vem para engrandecer a disputa”, reflete Warlindo. Além dos atletas Kipleting Kendagor, Nicholas Kibor Sabulei e Jacquiline Jerotich Chebor, do Quênia, estarão presente na competição grandes corredores brasileiros, como Franck Caldeira, Marco Antônio Pereira, Francisco Barbora, Marily dos Santos e Conceição Oliveira.

Corredores promovem uma grande festa na Trail Run do XTerra Brasil

Mangaratiba (RJ) - Na noite do último sábado (07/08) cerca de 1.500 pessoas alinharam para a largada da Night Trail Run, competição de nove quilômetros em terreno acidentado, que fez parte do XTerra Brasil. Numa noite estrelada e com temperatura agradável, os corredores promoveram uma grande festa.

A largada aconteceu às 19h no interior do Hotel Porto Belo Ressort&Safari e o primeiro trecho do percurso foi realizado em asfalto, logo em seguida veio uma ponte para atravessar um rio, mas a moleza durou pouco. A partir do quilômetro um a terra batida e a lama começaram a aparecer, sinal de que grandes desafios estavam por vir.

Durante todo o trajeto, as lâmpadas de cabeça que cada atleta usava eram a única fonte de luz na escuridão dos nove quilômetros. No segundo quilômetro, um staff alertava para a primeira travessia de rio, o qual era impossível cruzar sem molhar os pés.

Como o objetivo era a diversão, encarar os obstáculos naturais parecia não ser problema para os participantes, que cruzavam a linha de chegada com largos sorrisos no rosto. Ao final, José Morais, de Barueri (SP) foi o melhor entre os homens, com 30min21, seguido pelo carioca Rodrigo Lira (31min30) e por Odilon Leandro, de Santa do Parnaíba, com 31min31.

Já no feminino, quem levou a melhor foi a atleta de Goiânia, Daniane Barros, que faturou o tricampeonato da disputa com o tempo de 37min23. Na segunda colocação chegou a atleta local Jucilene Inez (39min52) e a carioca Adriana Gaspar (41min15).

Amadores - Enquanto a elite brigava por um lugar no pódio, os amadores vinham com o objetivo de superação pessoal. O casal André Neves e Patrícia Caliano elogiou o percurso, mas ambos fazem algumas críticas sobre pontos que podem ser melhorados para as próximas edições.

“Provas iguais a essa têm que ser incentivadas, são bem interessantes, mas com alguns detalhes poderia ser melhor”, relata André. “A marcação do percurso tinha que ser mais eficaz, para sabermos dosar o nosso ritmo. De qualquer forma foi maravilhosa, com muitos rios, lama e mato, exatamente o que propõe o XTerra”, completa.

Patrícia esperava mais desafios e aponta outros detalhes a serem melhorados. “Poderia ter mais terra no decorrer da prova e o guarda volume poderia colocar os pertences dentro de um saco para não sujar. Mas o saldo final é bem positivo”.

Estreante - A carioca Carla Fabiana, acostumada a competir no asfalto do Aterro do Flamengo, relata que se surpreendeu um pouco com o percurso de terra batida. “Foi a primeira vez que eu vim e a pior parte foi cruzar o rio com água gelada, porque o corpo está quente”. Ela corre há pouco mais de um ano na equipe da empresa onde trabalha e pretende voltar ano que vem. “Está aprovado, espero voltar em 2011”.

Durante quase uma hora e meia os participantes cruzavam o pórtico de chegada, que teve uma inovação: todos os finishers podiam cruzar a faixa, ao contrário do que acontece na maioria das provas, onde apenas os primeiros colocados têm esse benefício. Nos metros finais era comum ver filhos entrando no funil para chegar junto com os pais e amigos se reunindo com as equipes.

A próxima etapa do XTerra com uma corrida noturna em trilhas será em Ilhabela, litoral norte de São Paulo, no dia 18 de setembro. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site oficial, o www.xterrabrasil.com.br.


Corredores promovem uma grande festa na Trail Run do XTerra Brasil

Corridas de Rua · 12 ago, 2010

Mangaratiba (RJ) - Na noite do último sábado (07/08) cerca de 1.500 pessoas alinharam para a largada da Night Trail Run, competição de nove quilômetros em terreno acidentado, que fez parte do XTerra Brasil. Numa noite estrelada e com temperatura agradável, os corredores promoveram uma grande festa.

A largada aconteceu às 19h no interior do Hotel Porto Belo Ressort&Safari e o primeiro trecho do percurso foi realizado em asfalto, logo em seguida veio uma ponte para atravessar um rio, mas a moleza durou pouco. A partir do quilômetro um a terra batida e a lama começaram a aparecer, sinal de que grandes desafios estavam por vir.

Durante todo o trajeto, as lâmpadas de cabeça que cada atleta usava eram a única fonte de luz na escuridão dos nove quilômetros. No segundo quilômetro, um staff alertava para a primeira travessia de rio, o qual era impossível cruzar sem molhar os pés.

Como o objetivo era a diversão, encarar os obstáculos naturais parecia não ser problema para os participantes, que cruzavam a linha de chegada com largos sorrisos no rosto. Ao final, José Morais, de Barueri (SP) foi o melhor entre os homens, com 30min21, seguido pelo carioca Rodrigo Lira (31min30) e por Odilon Leandro, de Santa do Parnaíba, com 31min31.

Já no feminino, quem levou a melhor foi a atleta de Goiânia, Daniane Barros, que faturou o tricampeonato da disputa com o tempo de 37min23. Na segunda colocação chegou a atleta local Jucilene Inez (39min52) e a carioca Adriana Gaspar (41min15).

Amadores - Enquanto a elite brigava por um lugar no pódio, os amadores vinham com o objetivo de superação pessoal. O casal André Neves e Patrícia Caliano elogiou o percurso, mas ambos fazem algumas críticas sobre pontos que podem ser melhorados para as próximas edições.

“Provas iguais a essa têm que ser incentivadas, são bem interessantes, mas com alguns detalhes poderia ser melhor”, relata André. “A marcação do percurso tinha que ser mais eficaz, para sabermos dosar o nosso ritmo. De qualquer forma foi maravilhosa, com muitos rios, lama e mato, exatamente o que propõe o XTerra”, completa.

Patrícia esperava mais desafios e aponta outros detalhes a serem melhorados. “Poderia ter mais terra no decorrer da prova e o guarda volume poderia colocar os pertences dentro de um saco para não sujar. Mas o saldo final é bem positivo”.

Estreante - A carioca Carla Fabiana, acostumada a competir no asfalto do Aterro do Flamengo, relata que se surpreendeu um pouco com o percurso de terra batida. “Foi a primeira vez que eu vim e a pior parte foi cruzar o rio com água gelada, porque o corpo está quente”. Ela corre há pouco mais de um ano na equipe da empresa onde trabalha e pretende voltar ano que vem. “Está aprovado, espero voltar em 2011”.

Durante quase uma hora e meia os participantes cruzavam o pórtico de chegada, que teve uma inovação: todos os finishers podiam cruzar a faixa, ao contrário do que acontece na maioria das provas, onde apenas os primeiros colocados têm esse benefício. Nos metros finais era comum ver filhos entrando no funil para chegar junto com os pais e amigos se reunindo com as equipes.

A próxima etapa do XTerra com uma corrida noturna em trilhas será em Ilhabela, litoral norte de São Paulo, no dia 18 de setembro. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site oficial, o www.xterrabrasil.com.br.

Triatletas desafiam seus limites no XTerra Brasil, em Mangaratiba (RJ)

Na manhã do último sábado (07/08) cerca de 350 atletas participaram do XTerra Brasil, competição com 1,5 quilômetro de natação em mar aberto, 29 de mountain bike e nove de corrida. O palco do evento foi a cidade de Mangaritba, próxima a Angra dos Reis, na região da Costa Verde do Rio de Janeiro.

Mangaratiba - Na disputa entre os atletas de elite a vitória ficou com o sul-africano Dan Hugo e com a americana Shonny Vanlandingham, mas quem fez a grande festa foram os amadores, que mais uma vez elogiaram o evento. Eles enfrentaram trilhas, mata fechada, trechos de lama e outros desafios nas imediações do Hotel Porto Belo Resort&Safari.

Após a execução do Hino Nacional Brasileiro, as centenas de pessoas correram em direção ao mar para contornar as bóias e vencer o primeiro trecho de natação. A temperatura da água estava na marca dos 22ºC e a organização permitiu que os amadores usassem a roupa de borracha.

Após o primeiro trecho cumprido, a correria foi grande na área de transição, já que ninguém queria perder tempo para iniciar o trecho de bike. Os 29 quilômetros envolveram trechos com subidas e descidas íngremes, travessias de rios, passagem sobre pontes e outros desafios.

Já na corrida, uma parte em especial chamou a atenção dos competidores: o sumidouro. Todos os anos a organização monta uma travessia repleta de água com lama, onde muitas pessoas perdem o tênis, por isso o apelido carinhoso.

Sérgio Marcondes, ainda recuperando o fôlego, avalia como positiva mais uma edição do XTerra Brasil. “A prova estava com um excelente nível e a organização estava muito boa também”, relata o corredor de aventura que já correu a prova em 2009. “Comecei a participar ano passado, voltei esse ano e pretendo competir as próximas etapas também”, completa.

Ainda segundo Sérgio, além da competição em si, o interessante do XTerra é fazer novas amizades. “Você conhece novas pessoas, um ajuda o outro durante a competição, enfim, é uma grande família”.

Já para o estreante no evento, Rony Petterson, no meio do caminho o cansaço apareceu e ele não conseguiu uma boa posição na categoria. “A natação foi tudo bem, na bike também, mas faltando uns oito quilômetros na corrida eu entreguei os pontos e passaram umas 30 pessoas por mim”. Apesar das adversidades, ele conseguiu terminar a prova inteiro.

Após cruzarem a linha de chegada, todos os atletas receberam a medalha de survivor e tinham à disposição isotônico, água e frutas. A próxima edição do Circuito XTerra será disputada na cidade de Ilhabela, litoral norte de São Paulo, no dia 18 de setembro, e as inscrições já estão abertas no site www.xterrabrasil.com.br.


Triatletas desafiam seus limites no XTerra Brasil, em Mangaratiba (RJ)

Triathlon · 10 ago, 2010

Na manhã do último sábado (07/08) cerca de 350 atletas participaram do XTerra Brasil, competição com 1,5 quilômetro de natação em mar aberto, 29 de mountain bike e nove de corrida. O palco do evento foi a cidade de Mangaritba, próxima a Angra dos Reis, na região da Costa Verde do Rio de Janeiro.

Mangaratiba - Na disputa entre os atletas de elite a vitória ficou com o sul-africano Dan Hugo e com a americana Shonny Vanlandingham, mas quem fez a grande festa foram os amadores, que mais uma vez elogiaram o evento. Eles enfrentaram trilhas, mata fechada, trechos de lama e outros desafios nas imediações do Hotel Porto Belo Resort&Safari.

Após a execução do Hino Nacional Brasileiro, as centenas de pessoas correram em direção ao mar para contornar as bóias e vencer o primeiro trecho de natação. A temperatura da água estava na marca dos 22ºC e a organização permitiu que os amadores usassem a roupa de borracha.

Após o primeiro trecho cumprido, a correria foi grande na área de transição, já que ninguém queria perder tempo para iniciar o trecho de bike. Os 29 quilômetros envolveram trechos com subidas e descidas íngremes, travessias de rios, passagem sobre pontes e outros desafios.

Já na corrida, uma parte em especial chamou a atenção dos competidores: o sumidouro. Todos os anos a organização monta uma travessia repleta de água com lama, onde muitas pessoas perdem o tênis, por isso o apelido carinhoso.

Sérgio Marcondes, ainda recuperando o fôlego, avalia como positiva mais uma edição do XTerra Brasil. “A prova estava com um excelente nível e a organização estava muito boa também”, relata o corredor de aventura que já correu a prova em 2009. “Comecei a participar ano passado, voltei esse ano e pretendo competir as próximas etapas também”, completa.

Ainda segundo Sérgio, além da competição em si, o interessante do XTerra é fazer novas amizades. “Você conhece novas pessoas, um ajuda o outro durante a competição, enfim, é uma grande família”.

Já para o estreante no evento, Rony Petterson, no meio do caminho o cansaço apareceu e ele não conseguiu uma boa posição na categoria. “A natação foi tudo bem, na bike também, mas faltando uns oito quilômetros na corrida eu entreguei os pontos e passaram umas 30 pessoas por mim”. Apesar das adversidades, ele conseguiu terminar a prova inteiro.

Após cruzarem a linha de chegada, todos os atletas receberam a medalha de survivor e tinham à disposição isotônico, água e frutas. A próxima edição do Circuito XTerra será disputada na cidade de Ilhabela, litoral norte de São Paulo, no dia 18 de setembro, e as inscrições já estão abertas no site www.xterrabrasil.com.br.

Triathletas tornam-se guerreiros para completar o XTerra Amazon

“Seva”!. O grito de guerra tradicional do militares do Centro de Instruções de Guerra na Selva (Cigs) acompanhou os cerca de 200 triathletas que competiram a etapa regional Manaus do Circuito XTerra 2010. Disputada no último sábado (05/06), a competição contou com 1,5 quilômetro de natação, 30 de moutain bike e nove de corrida no interior da Floresta Amazônica.

Entre os atletas de elite, Alexandre Manzan levou a melhor na prova masculina, enquanto entre as mulheres o título ficou para a neozelandesa Jenny Smith, que competiu pela primeira vez no Brasil. Já para os amadores, completar a disputa foi uma verdadeira batalha.

A competição foi montada na Base de instrução quatro do Centro de Grupamento de Selva, local onde são praticados exercícios militares e, para chegar até lá, foi montada uma verdadeira operação de guerra. Às 4h um comboio de ônibus escoltado pela Polícia do Exército levou os atletas de Ponta Negra até a comunidade de Puraquequara, zona leste de Manaus, de onde saíram diversos barcos até a arena da prova.

Após um café da manhã reforçado, todos fizeram os últimos ajustes nos equipamentos e aproveitaram para relaxar nos minutos que antecederam a largada. Pouco antes das 9h um dos oficiais entoou a oração do guerreiro, que foi repetida pelos triathletas.

Um explosivo na água marcou oficialmente o início da prova. Após o trecho de natação, foi hora de correr para a área de transição, pegar a bike e partir para o meio da floresta encarar as dificuldades naturais do percurso. Na metade da prova dos amadores a chuva caiu e piorou as condições, já que o acúmulo de lama nas rodas prejudicava o desempenho e obrigou muitos a empurrarem as magrelas.

No trecho de corrida as batalhas não terminaram. Subidas íngremes e escorregadias, travessias de pequenos igarapés, saltos por cima de galhos, entre outros obstáculos fizeram parte do trajeto. Ao final, na hora de cruzar a linha de chegada, a emoção tomava conta de cada um.

“Essa foi uma prova histórica. Ter 200 civis numa base do Exército conhecendo de perto a Amazônia representa muito”, conta Rafael Ribeiro. “Poder superar o calor, umidade e todas as dificuldades da floresta vai ficar para a vida inteira”, completa.

Meio Ambiente - No sábado comemorou-se o Dia Mundial do Meio Ambiente e em todo o planeta as pessoas discutiram formas de se preservar o planeta, atitude que não foi diferente entre os atletas. “Essa é uma cultura que temos de passar de geração em geração. Conhecer essa selva certamente nos fará lembrar disso a cada dia”, relata Rafael, que também pratica ações sustentáveis no dia a dia. “As pessoas devem adotar medidas simples, como o cuidado em separar o lixo e evitar o desmatamento”, analisa.

Quem também aprovou a disputa no interior da instalação militar foi o amazonense Vanderlandes Cruz, natural de Manacapuru, interior do Amazonas. “Foi uma experiência muito boa, a organização está de parabéns”. Segundo ele, a presença de pessoas de outros estados e países é uma boa forma de divulgar a importância da natureza. “O quintal da minha casa parece uma floresta”, brinca. “Temos que tomar conta, evitar o desmatamento, porque o verde faz bem para a saúde do ser humano”, completa.

Já para Walton Boechat, a parte mais complicada foi o ciclismo. “Tinha muita lama, a bike derrapava, mas foi muito legal. Quanto mais difícil, melhor”, comenta o atleta natural de Taubaté (SP), que se diz antenado com a preservação do planeta. “Todos nós, que praticamos esse tipo de esporte em meio à natureza, temos automaticamente esse cuidado com a preservação”, analisa.

A dificuldade do percurso foi sentida na pele por Jéssica Santos, que caiu algumas vezes durante o ciclismo. “Apesar das quedas a prova foi ótima, superou minhas expectativas”, conta a amazonense, que está acostumada a disputar triathlon olímpico, no asfalto. “Foi uma vitória ter completado, porque não costumo competir no XTerra”.

Jéssica também espera que os estrangeiros e atletas de fora do Amazonas levem como legado a importância de se preservar a Floresta Amazônica. “Igual a isso aqui não existe no mundo. Acho que todos puderam perceber também que não existe apenas a selva, mas também há cidades ao redor”, completa. Sobre as ações sustentáveis, ela comenta que tem o costume de economizar água e energia elétrica. “Todos os cidadãos deveriam fazer o mesmo e se conscientizar”.

E não foram apenas os amadores que tiveram que encarar adversidades para conquistar a medalha de survivor ao final do evento. Atletas de elite, como Isabella Ribeiro e Liege Souza também tiveram que fazer muita força para cruzar a linha de chegada.

“Teve muita lama, mas a prova foi bacanérrima. Tivemos muita chuva, calor no começo e a parte mais difícil sem dúvida foi pedalar no barro”, comenta Isabella com seu característico sotaque mineiro. “Foi muito legal ter comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente aqui”, ressalta. Ao ser perguntada sobre as ações sustentáveis que ela pratica no dia a dia, a triathleta exclama um “uai” e comenta. “Costumo orientar as pessoas que não tem consciência e faço a minha parte. Se cada um fizer a sua, dá para virar esse jogo”.

Liege, de 22 anos, jovem revelação do triathlon nacional, considera o XTerra Amazon como uma das melhores provas que ela já competiu. “O lugar é excepcional, a organização está de parabéns e espero que tenha ano que vem de novo”. Na metade do ciclismo ela perdeu as duas sapatilhas, mas não desistiu. “Pedalei de meias, mas na hora de correr esqueci a dor e parti para cima. Agora é só recuperar”, completa a guerreira catarinense. “Se não for assim, não é XTerra”.

Sobre as ações ambientais, ela conta que refletiu muito sobre o tema, principalmente no trecho de corrida. “Nessa parte a gente passa muito tempo sozinha e fiquei observando a mata. É muito importante termos o cuidado com a preservação”.

A próxima etapa do Circuito XTerra será em Angra dos Reis, prova válida para o Ranking Mundial. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site www.xterrabrasil.com.br.


Triathletas tornam-se guerreiros para completar o XTerra Amazon

Triathlon · 08 jun, 2010

“Seva”!. O grito de guerra tradicional do militares do Centro de Instruções de Guerra na Selva (Cigs) acompanhou os cerca de 200 triathletas que competiram a etapa regional Manaus do Circuito XTerra 2010. Disputada no último sábado (05/06), a competição contou com 1,5 quilômetro de natação, 30 de moutain bike e nove de corrida no interior da Floresta Amazônica.

Entre os atletas de elite, Alexandre Manzan levou a melhor na prova masculina, enquanto entre as mulheres o título ficou para a neozelandesa Jenny Smith, que competiu pela primeira vez no Brasil. Já para os amadores, completar a disputa foi uma verdadeira batalha.

A competição foi montada na Base de instrução quatro do Centro de Grupamento de Selva, local onde são praticados exercícios militares e, para chegar até lá, foi montada uma verdadeira operação de guerra. Às 4h um comboio de ônibus escoltado pela Polícia do Exército levou os atletas de Ponta Negra até a comunidade de Puraquequara, zona leste de Manaus, de onde saíram diversos barcos até a arena da prova.

Após um café da manhã reforçado, todos fizeram os últimos ajustes nos equipamentos e aproveitaram para relaxar nos minutos que antecederam a largada. Pouco antes das 9h um dos oficiais entoou a oração do guerreiro, que foi repetida pelos triathletas.

Um explosivo na água marcou oficialmente o início da prova. Após o trecho de natação, foi hora de correr para a área de transição, pegar a bike e partir para o meio da floresta encarar as dificuldades naturais do percurso. Na metade da prova dos amadores a chuva caiu e piorou as condições, já que o acúmulo de lama nas rodas prejudicava o desempenho e obrigou muitos a empurrarem as magrelas.

No trecho de corrida as batalhas não terminaram. Subidas íngremes e escorregadias, travessias de pequenos igarapés, saltos por cima de galhos, entre outros obstáculos fizeram parte do trajeto. Ao final, na hora de cruzar a linha de chegada, a emoção tomava conta de cada um.

“Essa foi uma prova histórica. Ter 200 civis numa base do Exército conhecendo de perto a Amazônia representa muito”, conta Rafael Ribeiro. “Poder superar o calor, umidade e todas as dificuldades da floresta vai ficar para a vida inteira”, completa.

Meio Ambiente - No sábado comemorou-se o Dia Mundial do Meio Ambiente e em todo o planeta as pessoas discutiram formas de se preservar o planeta, atitude que não foi diferente entre os atletas. “Essa é uma cultura que temos de passar de geração em geração. Conhecer essa selva certamente nos fará lembrar disso a cada dia”, relata Rafael, que também pratica ações sustentáveis no dia a dia. “As pessoas devem adotar medidas simples, como o cuidado em separar o lixo e evitar o desmatamento”, analisa.

Quem também aprovou a disputa no interior da instalação militar foi o amazonense Vanderlandes Cruz, natural de Manacapuru, interior do Amazonas. “Foi uma experiência muito boa, a organização está de parabéns”. Segundo ele, a presença de pessoas de outros estados e países é uma boa forma de divulgar a importância da natureza. “O quintal da minha casa parece uma floresta”, brinca. “Temos que tomar conta, evitar o desmatamento, porque o verde faz bem para a saúde do ser humano”, completa.

Já para Walton Boechat, a parte mais complicada foi o ciclismo. “Tinha muita lama, a bike derrapava, mas foi muito legal. Quanto mais difícil, melhor”, comenta o atleta natural de Taubaté (SP), que se diz antenado com a preservação do planeta. “Todos nós, que praticamos esse tipo de esporte em meio à natureza, temos automaticamente esse cuidado com a preservação”, analisa.

A dificuldade do percurso foi sentida na pele por Jéssica Santos, que caiu algumas vezes durante o ciclismo. “Apesar das quedas a prova foi ótima, superou minhas expectativas”, conta a amazonense, que está acostumada a disputar triathlon olímpico, no asfalto. “Foi uma vitória ter completado, porque não costumo competir no XTerra”.

Jéssica também espera que os estrangeiros e atletas de fora do Amazonas levem como legado a importância de se preservar a Floresta Amazônica. “Igual a isso aqui não existe no mundo. Acho que todos puderam perceber também que não existe apenas a selva, mas também há cidades ao redor”, completa. Sobre as ações sustentáveis, ela comenta que tem o costume de economizar água e energia elétrica. “Todos os cidadãos deveriam fazer o mesmo e se conscientizar”.

E não foram apenas os amadores que tiveram que encarar adversidades para conquistar a medalha de survivor ao final do evento. Atletas de elite, como Isabella Ribeiro e Liege Souza também tiveram que fazer muita força para cruzar a linha de chegada.

“Teve muita lama, mas a prova foi bacanérrima. Tivemos muita chuva, calor no começo e a parte mais difícil sem dúvida foi pedalar no barro”, comenta Isabella com seu característico sotaque mineiro. “Foi muito legal ter comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente aqui”, ressalta. Ao ser perguntada sobre as ações sustentáveis que ela pratica no dia a dia, a triathleta exclama um “uai” e comenta. “Costumo orientar as pessoas que não tem consciência e faço a minha parte. Se cada um fizer a sua, dá para virar esse jogo”.

Liege, de 22 anos, jovem revelação do triathlon nacional, considera o XTerra Amazon como uma das melhores provas que ela já competiu. “O lugar é excepcional, a organização está de parabéns e espero que tenha ano que vem de novo”. Na metade do ciclismo ela perdeu as duas sapatilhas, mas não desistiu. “Pedalei de meias, mas na hora de correr esqueci a dor e parti para cima. Agora é só recuperar”, completa a guerreira catarinense. “Se não for assim, não é XTerra”.

Sobre as ações ambientais, ela conta que refletiu muito sobre o tema, principalmente no trecho de corrida. “Nessa parte a gente passa muito tempo sozinha e fiquei observando a mata. É muito importante termos o cuidado com a preservação”.

A próxima etapa do Circuito XTerra será em Angra dos Reis, prova válida para o Ranking Mundial. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site www.xterrabrasil.com.br.

Descontração entre amigos é destaque na Meia Maratona da Corpore

Nem a temperatura amena do início do outono afugentou no último domingo (11/04) os quase sete mil corredores da 11ª edição da Meia Maratona da Corpore. Espalhados pela avenida da raia desde as 5h30 estavam pessoas de diferentes idades e profissões, mas todos em busca de diversão e de um “descanso” da rotina de trabalho. As amigas Miriam dos Santos, Dijosilene Pereira e Adriana Cavalcanti são exemplos disso.

As três disputaram os 21 quilômetros e estavam felizes com os tempos realizados, todas cumpriram o percurso em menos de 1h40. Sentadas na pista do Cepeusp, elas descansavam depois do esforço feito. “A gente sofre um pouquinho e se diverte depois”, diz Pereira, acrescentando que o esporte para ela significa um tempo para relaxar. “Minha vida trabalhando em callcenter é muito difícil, acho que eu entraria em depressão sem correr”, revela.

Elas treinam uma vez por semana e Miriam, que é personal trainer, prepara as amigas para as competições. “Faz vinte anos que eu pratico corrida. As meninas preferem participar de maratonas e eu gosto mais de provas mais curtas”, conta enquanto as amigas riem.

Mais próximo ao palco, outro grupo de amigos em ritmo de descontração estava na equipe “Sai da Frente”. Eles gritavam, cantavam e interagiam com o locutor da prova. A euforia era porque Acácio Gomes Barbosa, apelidado de “panela de barro”, conseguiu faturar o segundo lugar na categoria de amadores entre 20 e 24 anos. “Quando era mais novo eu gostava de comer na panela e tinha a cara muito gorda, aí eles colocaram o apelido”, explica sorrindo. Barbosa trabalha como repositor de frutas em um supermercado e corre há três anos.

Quem também acompanhava as comemorações era o contador Hélio de Oliveira, de 64 anos. Ele tinha igualmente suas razões para festejar, pois completou o percurso dos 21 quilômetros em 2h02min, tempo esperado desde os treinos. “Não deu para chegar entre os três primeiros da categoria, mas quem sabe na próxima”, finaliza.


Descontração entre amigos é destaque na Meia Maratona da Corpore

Meia Maratona · 12 abr, 2010

Nem a temperatura amena do início do outono afugentou no último domingo (11/04) os quase sete mil corredores da 11ª edição da Meia Maratona da Corpore. Espalhados pela avenida da raia desde as 5h30 estavam pessoas de diferentes idades e profissões, mas todos em busca de diversão e de um “descanso” da rotina de trabalho. As amigas Miriam dos Santos, Dijosilene Pereira e Adriana Cavalcanti são exemplos disso.

As três disputaram os 21 quilômetros e estavam felizes com os tempos realizados, todas cumpriram o percurso em menos de 1h40. Sentadas na pista do Cepeusp, elas descansavam depois do esforço feito. “A gente sofre um pouquinho e se diverte depois”, diz Pereira, acrescentando que o esporte para ela significa um tempo para relaxar. “Minha vida trabalhando em callcenter é muito difícil, acho que eu entraria em depressão sem correr”, revela.

Elas treinam uma vez por semana e Miriam, que é personal trainer, prepara as amigas para as competições. “Faz vinte anos que eu pratico corrida. As meninas preferem participar de maratonas e eu gosto mais de provas mais curtas”, conta enquanto as amigas riem.

Mais próximo ao palco, outro grupo de amigos em ritmo de descontração estava na equipe “Sai da Frente”. Eles gritavam, cantavam e interagiam com o locutor da prova. A euforia era porque Acácio Gomes Barbosa, apelidado de “panela de barro”, conseguiu faturar o segundo lugar na categoria de amadores entre 20 e 24 anos. “Quando era mais novo eu gostava de comer na panela e tinha a cara muito gorda, aí eles colocaram o apelido”, explica sorrindo. Barbosa trabalha como repositor de frutas em um supermercado e corre há três anos.

Quem também acompanhava as comemorações era o contador Hélio de Oliveira, de 64 anos. Ele tinha igualmente suas razões para festejar, pois completou o percurso dos 21 quilômetros em 2h02min, tempo esperado desde os treinos. “Não deu para chegar entre os três primeiros da categoria, mas quem sabe na próxima”, finaliza.

Pelotão geral de ciclistas aprova a primeira edição da Claro 100K

No último sábado (27) aconteceu a pré-estreia do Trecho sul do Rodoanel com a primeira etapa da Copa Claro 100k, competição de ciclismo que reuniu mil atletas na categoria Mountain Bike, Triathlon e Estrada. Assim como os representantes da elite, os amadores também elogiaram a estrutura do evento.

São Paulo - A largada aconteceu às 9h15 sob um forte sol e temperaturas altas, o que não desanimou os competidores que representavam escuderias, ou pedalavam por conta própria, sem o apoio de uma equipe. O asfalto novo e sem buracos permitiu boas disputas por posição e tempos rápidos.

Ricardo de Carvalho, da equipe 4any1, se disse contente por correr numa prova com tantos competidores. “Achei muito boa. Foi minha primeira experiência num pelotão deste tamanho e gostei”. Para ele, nem mesmo o calor foi um fator de adversidade. “Achei tranqüilo e já espero a próxima etapa”.

Se a alta temperatura não foi dificuldade para Ricardo, Roberto Gomes relata que o sol forte castigou um pouco. “Achei a prova bem organizada, extremamente segura e com uma dificuldade de média para alta, porque o sol começou a apertar por volta de 11h, meio dia”.

Já Fernanda da Fonseca diz que pedalou os 100 quilômetros sem perceber o tempo passar. “Você vai com a galera numa média de 37 quilômetros por hora. É uma prova muito rápida, gostosa, mas ao mesmo perigosa também”. A rodovia foi construída para aliviar o trânsito dentro da cidade de São Paulo, mas em vez de carros e caminhões, foram as bikes que inauguraram o local. “Podiam deixar um espaço para a gente treinar, pois seria uma boa opção já que não temos locais adequados na cidade”, completa a representante da equipe Five Ways.

Após a etapa do Rodoanel, no dia 25 de abril a Copa segue para Campinas, no dia 20 de junho irá até Brasília, em cinco de setembro para o Rio de Janeiro, até o encerramento no dia 10 de outubro em Campos do Jordão. Para efetuar a inscrição, basta acessar o site www.claro100k.com.br.


Pelotão geral de ciclistas aprova a primeira edição da Claro 100K

Triathlon · 29 mar, 2010

No último sábado (27) aconteceu a pré-estreia do Trecho sul do Rodoanel com a primeira etapa da Copa Claro 100k, competição de ciclismo que reuniu mil atletas na categoria Mountain Bike, Triathlon e Estrada. Assim como os representantes da elite, os amadores também elogiaram a estrutura do evento.

São Paulo - A largada aconteceu às 9h15 sob um forte sol e temperaturas altas, o que não desanimou os competidores que representavam escuderias, ou pedalavam por conta própria, sem o apoio de uma equipe. O asfalto novo e sem buracos permitiu boas disputas por posição e tempos rápidos.

Ricardo de Carvalho, da equipe 4any1, se disse contente por correr numa prova com tantos competidores. “Achei muito boa. Foi minha primeira experiência num pelotão deste tamanho e gostei”. Para ele, nem mesmo o calor foi um fator de adversidade. “Achei tranqüilo e já espero a próxima etapa”.

Se a alta temperatura não foi dificuldade para Ricardo, Roberto Gomes relata que o sol forte castigou um pouco. “Achei a prova bem organizada, extremamente segura e com uma dificuldade de média para alta, porque o sol começou a apertar por volta de 11h, meio dia”.

Já Fernanda da Fonseca diz que pedalou os 100 quilômetros sem perceber o tempo passar. “Você vai com a galera numa média de 37 quilômetros por hora. É uma prova muito rápida, gostosa, mas ao mesmo perigosa também”. A rodovia foi construída para aliviar o trânsito dentro da cidade de São Paulo, mas em vez de carros e caminhões, foram as bikes que inauguraram o local. “Podiam deixar um espaço para a gente treinar, pois seria uma boa opção já que não temos locais adequados na cidade”, completa a representante da equipe Five Ways.

Após a etapa do Rodoanel, no dia 25 de abril a Copa segue para Campinas, no dia 20 de junho irá até Brasília, em cinco de setembro para o Rio de Janeiro, até o encerramento no dia 10 de outubro em Campos do Jordão. Para efetuar a inscrição, basta acessar o site www.claro100k.com.br.

Amadores apontam o calor como principal adversário na Meia de Floripa

No último domingo (21) aconteceu a primeira edição da Meia Maratona de Florianópolis, competição que teve a orla da Avenida Beira Mar Norte como parte do percurso. Confira a opinião de alguns amadores, que avaliaram o calor como a principal dificuldade.

Florianópolis - Ás 8h30, momento em que foi dado o tiro de largada para a Meia Maratona Internacional de Florianópolis, os cerca de 1.800 corredores saíram em disparada no sentido da Ponte Hercílio Luz. Neste momento os termômetros já marcavam 23ºC.

Enquanto na elite o gaúcho Claudir Rodrigues reinava sem adversários até cruzar a linha de chegada em primeiro e no feminino Rosa Jussara disparava para mais uma vitória, no pelotão dos amadores cada um tinha um objetivo diferente. Enquanto uns corriam contra o relógio para baixar seus tempos na distância, outros corriam de forma cautelosa para não quebrar no meio do caminho.

Entre os cautelosos estava Grace Batista, que fez sua estreia na distância de 21 quilômetros. “Foi minha primeira prova e gostei. O trajeto não tinha muitas subidas, mas o calor complicou. Por mim as provas poderiam começar às 6h”, relata. A atleta de Blumenau radicada em Florianópolis conta ainda que faltou água no fim do trajeto. “Passamos alguns quilômetros sem água, mas para mim não chegou a atrapalhar”.

Na turma dos que buscavam desempenho, Glauber de Oliveira gostou do percurso. “A prova é muito boa, plana, mas o calor judiou um pouco. Além disso, tinha muita gente bonita e simpática, incentivando a gente”. Apesar de também ter sofrido com a falta de água no último posto, ele avalia a prova como positiva. “Acho que faltou porque fiz um tempo alto (2h15), então vamos dar um desconto para a organização”.

Já para o curitibano João Reis, o sol e a falta de chip de cronometragem foram os únicos problemas. “Apesar disso a prova está de parabéns. Para mim a hidratação foi excelente, a cidade é bonita, o povo também, foi tudo ótimo”.

Outras distâncias - Além da meia maratona, o evento contou com uma prova de cinco e 10 quilômetros, para contemplar atletas dos mais variados condicionamentos físicos. Homens e mulheres com diferentes idades prestigiaram o evento.

“Essa foi a terceira prova que eu participei aqui em Floripa e foi bem bacana. Só o calor forte que prejudicou um pouco o tempo final”, relata Fábio Meneguim que correu os 10 quilômetros. “Valeu a pena ter vindo, minha única sugestão é colocarem o chip de cronometragem e mandarem o tempo para o celular depois”, completa.

Xênia Garcia, participante da distância de cinco quilômetros, conta que, apesar do calor forte, ela não veio buscando obter um tempo baixo. “A gente vem só para se divertir”, relata sobre a participação dela e de seus colegas da assessoria esportiva Treine Bem. Sua companheira de provas, Maria Estela Reiedrt, correu os 10 quilômetros brincando com as pessoas no percurso para aliviar o cansaço. “Eu sinto que me superei as expectativas devido ao calor”.

A primeira edição do evento teve algumas falhas, mas para a edição de 2011 os organizadores já prometeram atender aos pedidos dos atletas, para que a competição entre de vez para o calendário nacional.


Amadores apontam o calor como principal adversário na Meia de Floripa

Meia Maratona · 22 mar, 2010

No último domingo (21) aconteceu a primeira edição da Meia Maratona de Florianópolis, competição que teve a orla da Avenida Beira Mar Norte como parte do percurso. Confira a opinião de alguns amadores, que avaliaram o calor como a principal dificuldade.

Florianópolis - Ás 8h30, momento em que foi dado o tiro de largada para a Meia Maratona Internacional de Florianópolis, os cerca de 1.800 corredores saíram em disparada no sentido da Ponte Hercílio Luz. Neste momento os termômetros já marcavam 23ºC.

Enquanto na elite o gaúcho Claudir Rodrigues reinava sem adversários até cruzar a linha de chegada em primeiro e no feminino Rosa Jussara disparava para mais uma vitória, no pelotão dos amadores cada um tinha um objetivo diferente. Enquanto uns corriam contra o relógio para baixar seus tempos na distância, outros corriam de forma cautelosa para não quebrar no meio do caminho.

Entre os cautelosos estava Grace Batista, que fez sua estreia na distância de 21 quilômetros. “Foi minha primeira prova e gostei. O trajeto não tinha muitas subidas, mas o calor complicou. Por mim as provas poderiam começar às 6h”, relata. A atleta de Blumenau radicada em Florianópolis conta ainda que faltou água no fim do trajeto. “Passamos alguns quilômetros sem água, mas para mim não chegou a atrapalhar”.

Na turma dos que buscavam desempenho, Glauber de Oliveira gostou do percurso. “A prova é muito boa, plana, mas o calor judiou um pouco. Além disso, tinha muita gente bonita e simpática, incentivando a gente”. Apesar de também ter sofrido com a falta de água no último posto, ele avalia a prova como positiva. “Acho que faltou porque fiz um tempo alto (2h15), então vamos dar um desconto para a organização”.

Já para o curitibano João Reis, o sol e a falta de chip de cronometragem foram os únicos problemas. “Apesar disso a prova está de parabéns. Para mim a hidratação foi excelente, a cidade é bonita, o povo também, foi tudo ótimo”.

Outras distâncias - Além da meia maratona, o evento contou com uma prova de cinco e 10 quilômetros, para contemplar atletas dos mais variados condicionamentos físicos. Homens e mulheres com diferentes idades prestigiaram o evento.

“Essa foi a terceira prova que eu participei aqui em Floripa e foi bem bacana. Só o calor forte que prejudicou um pouco o tempo final”, relata Fábio Meneguim que correu os 10 quilômetros. “Valeu a pena ter vindo, minha única sugestão é colocarem o chip de cronometragem e mandarem o tempo para o celular depois”, completa.

Xênia Garcia, participante da distância de cinco quilômetros, conta que, apesar do calor forte, ela não veio buscando obter um tempo baixo. “A gente vem só para se divertir”, relata sobre a participação dela e de seus colegas da assessoria esportiva Treine Bem. Sua companheira de provas, Maria Estela Reiedrt, correu os 10 quilômetros brincando com as pessoas no percurso para aliviar o cansaço. “Eu sinto que me superei as expectativas devido ao calor”.

A primeira edição do evento teve algumas falhas, mas para a edição de 2011 os organizadores já prometeram atender aos pedidos dos atletas, para que a competição entre de vez para o calendário nacional.

Amadores falam do clima durante o Triathlon Internacional de Santos

O dia do Triathlon Internacional de Santos foi marcado por uma garoa que ia e voltava e por uma certa correnteza na água, já que o mar ainda estava afetado pela virada no tempo dos dias anteriores à prova. Para alguns, um alívio pela queda na temperatura , para outros nem tanto. Veja como os amadores avaliaram a competição do dia 28 de fevereiro.

Santos – O céu ficou nublado durante todo o percurso da prova. Com a virada no tempo, as temperaturas ficaram mais amenas e o sol nem sequer apareceu. Estas condições favoreceram o bom rendimento dos atletas e representaram um alívio para quem se preocupava com o desgaste causado pelo forte calor de Santos, no litoral paulista.

Vanessa Bley, que foi a primeira colocada no feminino da categoria amador, acredita que as condições do tempo estavam ideais, o que a ajudou bastante na conquista do título. “[A virada no tempo] foi ótima, excelente, com o calor não ia dar”. Com relação à prova de natação, para ela o mar não estava ruim. “Eu achei o mar bem tranquilo, na volta estava puxando um pouco na ponta da praia, mas nada que fosse atrapalhar”.

Já o paulista Fernando Lucas, teve dificuldade em vencer as ondas e o vento. “Tem muitos anos que eu participo dessa prova e, apesar do tempo estar bem ameno, foi difícil, o mar tinha muita correnteza, o pedal tinha muito vento”. Ele lembra que as condições perfeitas para uma prova variam de acordo com a preferência de cada um: “prefiro correr no calor, eu me dou melhor”, diz. Mas, no geral, avalia a prova positivamente. “Foi uma prova boa, bem organizada, só que tinha bastante galho, sujeira, mas a gente passa por cima dessas coisas”.

Colega de Fenando, Ricardo Francisco também reparou na quantidade de lixo encontrada na água. “Na natação tinha muita sujeira, madeira, tronco, pedaço de árvore, muito lixo, está muito sujo o mar”, reclama. Ricardo, que participou do Internacional de Santos pela primeira vez, diz que preferiria o sol, principalmente pelos riscos de uma prova com chuva. “O pessoal fica meio preocupado com medo de cair, de escorregar”, diz. Ele também elogiou a organização da competição.


Amadores falam do clima durante o Triathlon Internacional de Santos

Triathlon · 02 mar, 2010

O dia do Triathlon Internacional de Santos foi marcado por uma garoa que ia e voltava e por uma certa correnteza na água, já que o mar ainda estava afetado pela virada no tempo dos dias anteriores à prova. Para alguns, um alívio pela queda na temperatura , para outros nem tanto. Veja como os amadores avaliaram a competição do dia 28 de fevereiro.

Santos – O céu ficou nublado durante todo o percurso da prova. Com a virada no tempo, as temperaturas ficaram mais amenas e o sol nem sequer apareceu. Estas condições favoreceram o bom rendimento dos atletas e representaram um alívio para quem se preocupava com o desgaste causado pelo forte calor de Santos, no litoral paulista.

Vanessa Bley, que foi a primeira colocada no feminino da categoria amador, acredita que as condições do tempo estavam ideais, o que a ajudou bastante na conquista do título. “[A virada no tempo] foi ótima, excelente, com o calor não ia dar”. Com relação à prova de natação, para ela o mar não estava ruim. “Eu achei o mar bem tranquilo, na volta estava puxando um pouco na ponta da praia, mas nada que fosse atrapalhar”.

Já o paulista Fernando Lucas, teve dificuldade em vencer as ondas e o vento. “Tem muitos anos que eu participo dessa prova e, apesar do tempo estar bem ameno, foi difícil, o mar tinha muita correnteza, o pedal tinha muito vento”. Ele lembra que as condições perfeitas para uma prova variam de acordo com a preferência de cada um: “prefiro correr no calor, eu me dou melhor”, diz. Mas, no geral, avalia a prova positivamente. “Foi uma prova boa, bem organizada, só que tinha bastante galho, sujeira, mas a gente passa por cima dessas coisas”.

Colega de Fenando, Ricardo Francisco também reparou na quantidade de lixo encontrada na água. “Na natação tinha muita sujeira, madeira, tronco, pedaço de árvore, muito lixo, está muito sujo o mar”, reclama. Ricardo, que participou do Internacional de Santos pela primeira vez, diz que preferiria o sol, principalmente pelos riscos de uma prova com chuva. “O pessoal fica meio preocupado com medo de cair, de escorregar”, diz. Ele também elogiou a organização da competição.

Amadores encaram tempo encoberto e abafado na SP Classic

No último domingo (22) cerca de nove mil pessoas participaram da edição 2010 da Samsung 10K Corpore São Paulo Classic, evento que contou ainda com uma caminhada de quatro quilômetros para convidados da disputa principal. O tempo amanheceu encoberto na capital paulista, mas manteve-se abafado, condição boa para alguns e ruim para outros.

São Paulo O dia anterior à prova teve chuva durante parte da tarde e da noite, um anúncio de que a corrida poderia ser disputada com clima adverso, mas o domingo amanheceu seco e a água só veio após o término da competição. Minutos antes da largada, na Avenida Pedro Álvares Cabral, o treinador da Assessoria Esportiva Run&Fun, Mário Sérgio, coordenou um aquecimento e alongamento com professores de educação física em cima de um trio elétrico.

Imediatamente a grande massa vestida de azul, com a camiseta oficial da prova, seguiu os passos dos orientadores para já entrar no clima da competição. Pontualmente às 8h o pelotão de amadores largou em direção à Avenida República do Líbano, logo atrás da elite masculina.

Após passar por um trecho com muitas árvores ao lado do Parque Ibirapuera, os atletas passaram novamente em frente à Assembléia Legislativa e encararam a subida da Avenida Rubem Berta em direção ao Aeroporto de Congonhas. “Essa subidinha é complicada, difícil mesmo”, conta Emerson Pereira. “A prova é muito gostosa no geral, com várias subidas e descidas”.

Sobre o calor, ele contou que só conseguiu se refrescar por volta do quilômetro três. “Tinha muita gente e ficava quente, mas consegui fechar com um tempo mais baixo do que o esperado, em 48 minutos”. Essa foi a primeira participação dele no evento, apesar de já conhecer o percurso, pois competiu o Revezamento Pão de Açúcar realizado na região.

Quem também conhecia muito bem o percurso era Rogério Silva, que nos últimos três meses participou de três eventos que usaram um trajeto parecido. “Foi uma prova muito bacana, fiz dentro do esperado. Eu fecho em torno de 53 a 54 minutos os 10 quilômetros e hoje me mantive nessa média”. Sobre a condição abafada, ele confessou que não teve problemas. “Tenho mais dificuldades com sol forte, mas com o clima assim me dou bem”.

Mulheres Do lado feminino, Célia Gama, que entrou na prova com uma fratura por stress na tíbia, se segurou para não exagerar na dose. “Deu vontade de correr, mas tive que me segurar, porque se não a lesão não cura”, conta. Para ela, o clima também não foi problema, pelo contrário. “Essa é uma condição boa, sem calor, acho que é ideal”.

Já para a estreante no mundo das corridas, Neila Chammas, a avaliação da SP Classic é muito positiva e, como geralmente acontece com os novatos, o "bichinho da corrida” parece tê-la picado. “Gostei bastante da experiência, foi muito boa. O clima foi super favorável para essa minha estréia, agora pretendo dar continuidade neste projeto de corrida”.

Uma das participantes da caminhada, Adriana Matos, era só elogios ao evento. “Foi um evento delicioso, muito bom, com as pessoas muito animadas e com uma energia positiva. Ainda bem que não fez aquele sol de rachar e nem choveu”. Animada após os quatro quilômetros, ela já pensa mais longe. “A caminhada dá uma empolgação e acho que vou partir para distâncias maiores”.

A próxima disputa com organização da Corpore será a Shalom, no dia seis de dezembro na USP, prova que já tem inscrições abertas no site www.corpore.org.br. Os valores são R$ 40 para sócios da entidade e R$ 50 para não sócios.


Amadores encaram tempo encoberto e abafado na SP Classic

Caminhada · 24 nov, 2009

No último domingo (22) cerca de nove mil pessoas participaram da edição 2010 da Samsung 10K Corpore São Paulo Classic, evento que contou ainda com uma caminhada de quatro quilômetros para convidados da disputa principal. O tempo amanheceu encoberto na capital paulista, mas manteve-se abafado, condição boa para alguns e ruim para outros.

São Paulo O dia anterior à prova teve chuva durante parte da tarde e da noite, um anúncio de que a corrida poderia ser disputada com clima adverso, mas o domingo amanheceu seco e a água só veio após o término da competição. Minutos antes da largada, na Avenida Pedro Álvares Cabral, o treinador da Assessoria Esportiva Run&Fun, Mário Sérgio, coordenou um aquecimento e alongamento com professores de educação física em cima de um trio elétrico.

Imediatamente a grande massa vestida de azul, com a camiseta oficial da prova, seguiu os passos dos orientadores para já entrar no clima da competição. Pontualmente às 8h o pelotão de amadores largou em direção à Avenida República do Líbano, logo atrás da elite masculina.

Após passar por um trecho com muitas árvores ao lado do Parque Ibirapuera, os atletas passaram novamente em frente à Assembléia Legislativa e encararam a subida da Avenida Rubem Berta em direção ao Aeroporto de Congonhas. “Essa subidinha é complicada, difícil mesmo”, conta Emerson Pereira. “A prova é muito gostosa no geral, com várias subidas e descidas”.

Sobre o calor, ele contou que só conseguiu se refrescar por volta do quilômetro três. “Tinha muita gente e ficava quente, mas consegui fechar com um tempo mais baixo do que o esperado, em 48 minutos”. Essa foi a primeira participação dele no evento, apesar de já conhecer o percurso, pois competiu o Revezamento Pão de Açúcar realizado na região.

Quem também conhecia muito bem o percurso era Rogério Silva, que nos últimos três meses participou de três eventos que usaram um trajeto parecido. “Foi uma prova muito bacana, fiz dentro do esperado. Eu fecho em torno de 53 a 54 minutos os 10 quilômetros e hoje me mantive nessa média”. Sobre a condição abafada, ele confessou que não teve problemas. “Tenho mais dificuldades com sol forte, mas com o clima assim me dou bem”.

Mulheres Do lado feminino, Célia Gama, que entrou na prova com uma fratura por stress na tíbia, se segurou para não exagerar na dose. “Deu vontade de correr, mas tive que me segurar, porque se não a lesão não cura”, conta. Para ela, o clima também não foi problema, pelo contrário. “Essa é uma condição boa, sem calor, acho que é ideal”.

Já para a estreante no mundo das corridas, Neila Chammas, a avaliação da SP Classic é muito positiva e, como geralmente acontece com os novatos, o "bichinho da corrida” parece tê-la picado. “Gostei bastante da experiência, foi muito boa. O clima foi super favorável para essa minha estréia, agora pretendo dar continuidade neste projeto de corrida”.

Uma das participantes da caminhada, Adriana Matos, era só elogios ao evento. “Foi um evento delicioso, muito bom, com as pessoas muito animadas e com uma energia positiva. Ainda bem que não fez aquele sol de rachar e nem choveu”. Animada após os quatro quilômetros, ela já pensa mais longe. “A caminhada dá uma empolgação e acho que vou partir para distâncias maiores”.

A próxima disputa com organização da Corpore será a Shalom, no dia seis de dezembro na USP, prova que já tem inscrições abertas no site www.corpore.org.br. Os valores são R$ 40 para sócios da entidade e R$ 50 para não sócios.

Triathletas iniciantes e experientes se misturam no Troféu BR

No último domingo (20) aconteceu em Santos, litoral sul paulista, a quarta etapa do Troféu Brasil de Triathlon, um dos principais circuitos da modalidade na América Latina. A disputa em formato olímpico de 1,5 quilômetros de natação, 40 de ciclismo e 10 de corrida reuniu triathletas experientes e iniciantes.

Santos - Após uma noite chuvosa na cidade, o dia amanheceu nublado e com temperatura na marca dos 19ºC, mas nuvens carregadas pairavam sobre o mar, indicando que a chuva certamente viria. Às 7h, a Área de Transição montada na Praia do Gonzaga já estava tomada pelas bikes dos amadores, que foram os primeiros a largar.

O Hino Nacional do Brasil foi executado na íntegra para abrir oficialmente as disputas do dia e pouco antes das 8h a garoa anunciada começou de forma tímida, até se transformar numa chuva intensa. A temperatura caiu para 17ºC e o mar revolto obrigava os staffs de água a ter que arrumar as bóias de percurso a todo o momento.

Apesar da preocupação dos triathletas com as ondas fortes, os organizadores garantiram que não havia correnteza e que todos poderiam contornar as bóias sem problemas. Para garantir a segurança, diversos fiscais forneciam apoio em caiaques e o Corpo de Bombeiros estava presente com lanchas e botes infláveis, que trafegavam pelo percurso com o giroflex aceso.

Vencido o primeiro trecho, todos correram para a área de transição em busca das “magrelas” e, com as pistas molhadas, todo o cuidado era pouco, principalmente nas curvas. Os menos experientes tinham dificuldades em controlar a bike enquanto colocavam as sapatilhas e alguns chegavam a abalroar os cones e quase atropelar as arbitras de pista.

A chuva não deu trégua e continuou a cair de forma insistente também na corrida, trecho em que a dificuldade estava em percorrer os 10 quilômetros com o tênis pesado e encharcado. Depois de tantas adversidades, ao cruzar a linha de chegada a maioria dos atletas abriu um largo sorriso e tinha a sensação de dever cumprido.

“A prova foi difícil, o mar foi a pior parte, pois estava muito mexido. É melhor correr com esse tempo, pois não tem o calor, mas o tênis molhado acaba prejudicando um pouco”, conta a experiente Camila Lorusso. “Mesmo com a chuva, o meu tempo melhorou em relação às etapas anteriores”, completa a triathleta.

Para o paulista Damon Carvalho, a segunda parte da natação foi o trecho complicado. “Da primeira para a segunda bóia o mar estava mexido e acho que a natação foi mais curta”. Segundo o estreante no circuito, se não estivesse chovendo a performance seria melhor. “A chuva e vento deixaram o ciclismo mais pesado, mas foi uma prova gostosa”.

Já a estreante em provas de triathlon Amanda Mota, diz que mesmo com as condições adversas a competição foi boa. “Estreei com todas as circunstâncias da natureza contra, preferia que estivesse mais quente”, brinca. “O mar estava bravo, tinha muito vento e atrapalhou um pouco, mas gostei e quero voltar na próxima etapa dia 25 de outubro”, ressalta.

Quem também debutou na modalidade foi Fábio Myiata, que costumava praticar escalada. “Foi uma prova boa, só a natação foi um pouco puxada. Na bike todo mundo tomou cuidado para não escorregar e na corrida mesmo com esse tempo é legal correr”. Ele participa do Circuito desde a primeira etapa este ano e até agora diz que não se decepcionou. “Venho conseguido resultados bons. No meu treino para a escalada eu pedalava, corria e nadava de vez em quando, então resolvi vir para o triathlon”.

A próxima disputa da 19ª edição do Troféu Brasil de Triathlon acontece no dia o dia 25 de outubro, enquanto a decisão do circuito está marcada para o dia seis de dezembro, também em Santos. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site oficial, o www.trofeubrasil.com.


Triathletas iniciantes e experientes se misturam no Troféu BR

Triathlon · 22 set, 2009

No último domingo (20) aconteceu em Santos, litoral sul paulista, a quarta etapa do Troféu Brasil de Triathlon, um dos principais circuitos da modalidade na América Latina. A disputa em formato olímpico de 1,5 quilômetros de natação, 40 de ciclismo e 10 de corrida reuniu triathletas experientes e iniciantes.

Santos - Após uma noite chuvosa na cidade, o dia amanheceu nublado e com temperatura na marca dos 19ºC, mas nuvens carregadas pairavam sobre o mar, indicando que a chuva certamente viria. Às 7h, a Área de Transição montada na Praia do Gonzaga já estava tomada pelas bikes dos amadores, que foram os primeiros a largar.

O Hino Nacional do Brasil foi executado na íntegra para abrir oficialmente as disputas do dia e pouco antes das 8h a garoa anunciada começou de forma tímida, até se transformar numa chuva intensa. A temperatura caiu para 17ºC e o mar revolto obrigava os staffs de água a ter que arrumar as bóias de percurso a todo o momento.

Apesar da preocupação dos triathletas com as ondas fortes, os organizadores garantiram que não havia correnteza e que todos poderiam contornar as bóias sem problemas. Para garantir a segurança, diversos fiscais forneciam apoio em caiaques e o Corpo de Bombeiros estava presente com lanchas e botes infláveis, que trafegavam pelo percurso com o giroflex aceso.

Vencido o primeiro trecho, todos correram para a área de transição em busca das “magrelas” e, com as pistas molhadas, todo o cuidado era pouco, principalmente nas curvas. Os menos experientes tinham dificuldades em controlar a bike enquanto colocavam as sapatilhas e alguns chegavam a abalroar os cones e quase atropelar as arbitras de pista.

A chuva não deu trégua e continuou a cair de forma insistente também na corrida, trecho em que a dificuldade estava em percorrer os 10 quilômetros com o tênis pesado e encharcado. Depois de tantas adversidades, ao cruzar a linha de chegada a maioria dos atletas abriu um largo sorriso e tinha a sensação de dever cumprido.

“A prova foi difícil, o mar foi a pior parte, pois estava muito mexido. É melhor correr com esse tempo, pois não tem o calor, mas o tênis molhado acaba prejudicando um pouco”, conta a experiente Camila Lorusso. “Mesmo com a chuva, o meu tempo melhorou em relação às etapas anteriores”, completa a triathleta.

Para o paulista Damon Carvalho, a segunda parte da natação foi o trecho complicado. “Da primeira para a segunda bóia o mar estava mexido e acho que a natação foi mais curta”. Segundo o estreante no circuito, se não estivesse chovendo a performance seria melhor. “A chuva e vento deixaram o ciclismo mais pesado, mas foi uma prova gostosa”.

Já a estreante em provas de triathlon Amanda Mota, diz que mesmo com as condições adversas a competição foi boa. “Estreei com todas as circunstâncias da natureza contra, preferia que estivesse mais quente”, brinca. “O mar estava bravo, tinha muito vento e atrapalhou um pouco, mas gostei e quero voltar na próxima etapa dia 25 de outubro”, ressalta.

Quem também debutou na modalidade foi Fábio Myiata, que costumava praticar escalada. “Foi uma prova boa, só a natação foi um pouco puxada. Na bike todo mundo tomou cuidado para não escorregar e na corrida mesmo com esse tempo é legal correr”. Ele participa do Circuito desde a primeira etapa este ano e até agora diz que não se decepcionou. “Venho conseguido resultados bons. No meu treino para a escalada eu pedalava, corria e nadava de vez em quando, então resolvi vir para o triathlon”.

A próxima disputa da 19ª edição do Troféu Brasil de Triathlon acontece no dia o dia 25 de outubro, enquanto a decisão do circuito está marcada para o dia seis de dezembro, também em Santos. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site oficial, o www.trofeubrasil.com.