amadores

Volta à Ilha: confira o relato de alguns premiados nas categorias

Além da grande campeã dos 150 quilômetros da Volta à Ilha, a Paquetá Esportes, também foram premiadas com troféus as três melhores equipes de cada categoria. Confira alguns relatos, assim como a avaliação final da prova por parte dos organizadores.

Florianópolis - Aconteceu na ensolarada manhã deste domingo a premiação para os atletas das melhores equipes da edição 2009 do Revezamento Volta à Ilha, que durante todo o sábado literalmente molharam a camisa para obter um bom resultado. Equipes masculinas, femininas e mistas com corredores de diferentes idades deram uma verdadeira lição de superação.

Luiza Tobar, quarta colocada nas duplas mistas, fez parceria com seu namorado Bruno Hunger, estreante na disputa, e faturou o troféu pelo segundo ano consecutivo. “Dessa vez fui melhor do que o ano passado, não só por ter baixado o tempo, mas também fisiologicamente eu estava muito melhor”. Ela conta ainda que o pior trecho foi da Joaquina para o Campeche, devido à maré alta. “Peguei o mar até o peito e tive que tirar o tênis e correr de meia, estava desesperador”.

Heloy Andrade, campeão em sua equipe de veteranos, acima de 50 anos, enfrentou o Morro do Sertão e avaliou como positiva sua participação na prova. “Tinha muito barro e precisei segurar um pouco o ritmo para não cair, mas a prova foi boa Graças a Deus”. Ano passado ele foi campeão dos 50 quilômetros do Desafrio Urubici e no último dia 19 competiu a Maratona de Santa Catarina com um tempo sub três horas.

Já Michele Morais, da equipe feminina campeã da prova, a Clube Endorfina, competiu pela terceira vez a Volta à Ilha e segundo ela, este foi o ano mais difícil e interessante. Desta vez a organização inovou e substituiu o tradicional bastão que os atletas levavam durante o seu trecho em disputa, por um chaveiro, mudança que inicialmente parecer estranha para Michele. “Achei meio esquisito aquilo, mas depois percebi que era bem prático, está aprovado”, relata.

Organização - Assim como os corredores, os organizadores da competição se dizem satisfeitos com o resultado final da competição, mesmo após alguns percalços encontrados devido à força da natureza. Para Maria de Fátima Duarte, vice-diretora da prova, a competição foi muito boa.

“A gente sempre espera que as condições climáticas ajudem, mas ontem a chuva torrencial prejudicou um pouco o andamento, assim como a ressaca de maré. Mas eu acredito que depois que a chuva passou a prova correu bem e foi um sucesso, esperamos melhorar ainda mais ano que vem”. Em 2009 a competição atingiu o recorde de 3.500 atletas divididos em 380 equipes, provavelmente o limite máximo de participantes, segundo a vice-diretora.

Carlos Roberto Duarte, idealizador e Diretor Geral da prova, se diz feliz por ter dado tudo certo durante as disputas. “A chuva é uma dificuldade a mais para os atletas e para a organização, mas por outro lado percebemos que é possível superar as adversidades. A Volta à Ilha é feita de grandes desafios”.

A organização nesses 14 anos fica a cargo da EcoFloripa Eventos Esportivos, que em 2009 promoverá mais três competições. No dia 27 de junho acontecerá o DesaFRIO Urubici, uma corrida de 50 quilômetros em montanha, o Revezamento Volta de São Francisco do Sul, onde serão percorridos 90 quilômetros no dia 27 de junho e o Desafio Praias e Trilhas, de 84 quilômetros. Para mais informações basta acessar o site www.ecofloripa.com.


Volta à Ilha: confira o relato de alguns premiados nas categorias

Ultra Maratona · 26 abr, 2009

Além da grande campeã dos 150 quilômetros da Volta à Ilha, a Paquetá Esportes, também foram premiadas com troféus as três melhores equipes de cada categoria. Confira alguns relatos, assim como a avaliação final da prova por parte dos organizadores.

Florianópolis - Aconteceu na ensolarada manhã deste domingo a premiação para os atletas das melhores equipes da edição 2009 do Revezamento Volta à Ilha, que durante todo o sábado literalmente molharam a camisa para obter um bom resultado. Equipes masculinas, femininas e mistas com corredores de diferentes idades deram uma verdadeira lição de superação.

Luiza Tobar, quarta colocada nas duplas mistas, fez parceria com seu namorado Bruno Hunger, estreante na disputa, e faturou o troféu pelo segundo ano consecutivo. “Dessa vez fui melhor do que o ano passado, não só por ter baixado o tempo, mas também fisiologicamente eu estava muito melhor”. Ela conta ainda que o pior trecho foi da Joaquina para o Campeche, devido à maré alta. “Peguei o mar até o peito e tive que tirar o tênis e correr de meia, estava desesperador”.

Heloy Andrade, campeão em sua equipe de veteranos, acima de 50 anos, enfrentou o Morro do Sertão e avaliou como positiva sua participação na prova. “Tinha muito barro e precisei segurar um pouco o ritmo para não cair, mas a prova foi boa Graças a Deus”. Ano passado ele foi campeão dos 50 quilômetros do Desafrio Urubici e no último dia 19 competiu a Maratona de Santa Catarina com um tempo sub três horas.

Já Michele Morais, da equipe feminina campeã da prova, a Clube Endorfina, competiu pela terceira vez a Volta à Ilha e segundo ela, este foi o ano mais difícil e interessante. Desta vez a organização inovou e substituiu o tradicional bastão que os atletas levavam durante o seu trecho em disputa, por um chaveiro, mudança que inicialmente parecer estranha para Michele. “Achei meio esquisito aquilo, mas depois percebi que era bem prático, está aprovado”, relata.

Organização - Assim como os corredores, os organizadores da competição se dizem satisfeitos com o resultado final da competição, mesmo após alguns percalços encontrados devido à força da natureza. Para Maria de Fátima Duarte, vice-diretora da prova, a competição foi muito boa.

“A gente sempre espera que as condições climáticas ajudem, mas ontem a chuva torrencial prejudicou um pouco o andamento, assim como a ressaca de maré. Mas eu acredito que depois que a chuva passou a prova correu bem e foi um sucesso, esperamos melhorar ainda mais ano que vem”. Em 2009 a competição atingiu o recorde de 3.500 atletas divididos em 380 equipes, provavelmente o limite máximo de participantes, segundo a vice-diretora.

Carlos Roberto Duarte, idealizador e Diretor Geral da prova, se diz feliz por ter dado tudo certo durante as disputas. “A chuva é uma dificuldade a mais para os atletas e para a organização, mas por outro lado percebemos que é possível superar as adversidades. A Volta à Ilha é feita de grandes desafios”.

A organização nesses 14 anos fica a cargo da EcoFloripa Eventos Esportivos, que em 2009 promoverá mais três competições. No dia 27 de junho acontecerá o DesaFRIO Urubici, uma corrida de 50 quilômetros em montanha, o Revezamento Volta de São Francisco do Sul, onde serão percorridos 90 quilômetros no dia 27 de junho e o Desafio Praias e Trilhas, de 84 quilômetros. Para mais informações basta acessar o site www.ecofloripa.com.

Paquetá Esportes fatura o tetracampeonato na Volta à Ilha

Todas as equipes já cruzaram a linha de chegada da edição 2009 do Revezamento Volta à Ilha, competição que deu um verdadeiro abraço na parte insular de Florianópolis. Durante todo o dia os atletas tiveram que enfrentar chuva, lama, areia fofa e outros desafios para completar os 150 quilômetros da disputa, que teve vitória da Paquetá Esportes Asics.

Florianópolis - As largadas aconteceram a partir das 4h no Trapiche da Avenida Beira Mar Norte, na região central da cidade, com temperatura amena e sem chuva. Pouco tempo depois, porém, já por volta das 5h, São Pedro abriu as torneiras celestiais e mandou um verdadeiro temporal para a Ilha da Magia.

Os nove atletas da Paquetá Esportes Asics faturaram o tetracampeonato da prova ao marcar o tempo de 8h50min39. “A maré alta e a areia muito molhada geraram as maiores dificuldades, mas o que importa é que nós vencemos, mesmo não quebrando recordes”, relata Adelar Schuler, um dos integrantes do grupo vencedor.

Amadores - A condição extrema prejudicou a performance de alguns atletas amadores, já que diversos trechos do percurso ficaram inundados e muitas vezes era necessário correr com água pela cintura, como no caso das dunas da Praia do Santinho. Durante todo o dia a condição climática oscilou entre chuvas fortes e mormaços, com o sol ameaçando abrir em alguns momentos.

Camila Brasil abriu a prova e confessa que estava muito apreensiva por encarar a adversidade que tinha pela frente, mas depois de largar o sentimento mudou completamente. “Depois que você começa a correr, esquece da chuva. O problema é o tênis pesado por causa da água, mas a adrenalina é muito grande e você só pensa em terminar o trecho”. Ela representou a equipe MPR Runner’s.

Quem também teve que ter muita força de vontade foi Ana Maria Vieira dos Santos, que encarou a maré um tanto quanto alta entre a Praia dos Ingleses e o Santinho. “O mar estava alto e em alguns trechos me molhei bastante, mas foi bem gostoso”, relata.

Outro que encarou muita água pela frente foi o mineiro Lucio Tolentino, principalmente na Praia de Moçambique, onde a faixa de areia praticamente inexistia, devido à ressaca do mar. “Tinha muita água na estrada também, mas foi um trecho bom e fiz no tempo previsto inicialmente”, relata o debutante na Volta à Ilha.

A também debutante Dominique Schmidt relata que sofreu muito com a areia fofa e a água num nível elevado até Moçambique. “Foi ruim, mas eu consegui, Graças a Deus”. Perguntada se mesmo com as adversidades valeu a pena, a atleta da Filhos do Vento (RJ) brinca: “Depois de terminar a gente sempre acha que sim, mas durante a prova não”.

O treinador e colunista do Webrun Nelson Evêncio também correu alguns trechos da competição e revela que quase precisou atravessar a nado as dunas do Santinho. “Estava muito alagado, com água na cintura. A areia não estava tão fofa, mas como tinham as poças, não dava para escolher muito onde correr”.

Cíntia Freitas correu o trecho entre a Praia do Campeche e a da Armação, com distância de 8,6 quilômetros, considerada de média dificuldade, e teve uma surpresa no final. “Haviam me dito que os últimos dois quilômetros eram de asfalto, mas cheguei aqui e me deparei com a praia, terreno que não é meu forte”. Mesmo assim ela ultrapassou três atletas na areia antes de entregar o bastão para o próximo corredor de sua equipe. “Acho que foi uma superação, a experiência é muito boa”, completa a representante da equipe Andarilha, de Florianópolis.

O pior trecho certamente foi o Morro do Sertão, com suas subidas e descidas íngremes de barro e cascalho, trecho feito apenas pelos mais experientes de cada equipe. “É a quarta vez que faço este trecho e hoje estava um sabão, muito escorregadio”, relata Gustavo Rico. “Mesmo assim consegui fazer dentro do tempo previsto”, comemora o competidor da equipe Sports Medicine, de Porto Alegre.

Já no trecho final, na Avenida Beira Mar Norte, todos os membros das equipes se juntaram aos corredores que faziam o último percurso parar promover uma grande festa no pórtico de chegada. Beijos, abraços, choros e muita comemoração era o clima de todos os times que completaram os 150 quilômetros.

“O mais legal da prova de revezamento é que um dá força para o outro e os diferentes terrenos são ao mesmo tempo um atrativo e uma das partes mais difíceis da prova”, avalia Rafael Nichele, ainda entusiasmado por completar o desafio. “Acho que é uma prova que todo mundo deve fazer, até quem não corre”, convida o representante da equipe Paulo Álvares, de Porto Alegre.

Uma equipe muito especial completou o desafio pelo segundo ano consecutivo, a Eficiente, composta por 10 atletas portadores de deficiência física. O cadeirante Charles Teixeira conta que disputar e completar uma prova como essa é uma grande emoção. “Completar a prova é legal para mostrar que todos somos capazes de enfrentar os nossos desafios. Essa prova é uma lição de vida, não só para deficientes, mas para todos os que não se acham capazes de enfrentar seus problemas”.

As disputas foram oficialmente encerradas às 20h15 como previa o regulamento e, para fechar com chave de ouro, houve uma queima de fogos no mar em frente ao trapiche da Av. Beira Mar Norte.


Paquetá Esportes fatura o tetracampeonato na Volta à Ilha

Ultra Maratona · 25 abr, 2009

Todas as equipes já cruzaram a linha de chegada da edição 2009 do Revezamento Volta à Ilha, competição que deu um verdadeiro abraço na parte insular de Florianópolis. Durante todo o dia os atletas tiveram que enfrentar chuva, lama, areia fofa e outros desafios para completar os 150 quilômetros da disputa, que teve vitória da Paquetá Esportes Asics.

Florianópolis - As largadas aconteceram a partir das 4h no Trapiche da Avenida Beira Mar Norte, na região central da cidade, com temperatura amena e sem chuva. Pouco tempo depois, porém, já por volta das 5h, São Pedro abriu as torneiras celestiais e mandou um verdadeiro temporal para a Ilha da Magia.

Os nove atletas da Paquetá Esportes Asics faturaram o tetracampeonato da prova ao marcar o tempo de 8h50min39. “A maré alta e a areia muito molhada geraram as maiores dificuldades, mas o que importa é que nós vencemos, mesmo não quebrando recordes”, relata Adelar Schuler, um dos integrantes do grupo vencedor.

Amadores - A condição extrema prejudicou a performance de alguns atletas amadores, já que diversos trechos do percurso ficaram inundados e muitas vezes era necessário correr com água pela cintura, como no caso das dunas da Praia do Santinho. Durante todo o dia a condição climática oscilou entre chuvas fortes e mormaços, com o sol ameaçando abrir em alguns momentos.

Camila Brasil abriu a prova e confessa que estava muito apreensiva por encarar a adversidade que tinha pela frente, mas depois de largar o sentimento mudou completamente. “Depois que você começa a correr, esquece da chuva. O problema é o tênis pesado por causa da água, mas a adrenalina é muito grande e você só pensa em terminar o trecho”. Ela representou a equipe MPR Runner’s.

Quem também teve que ter muita força de vontade foi Ana Maria Vieira dos Santos, que encarou a maré um tanto quanto alta entre a Praia dos Ingleses e o Santinho. “O mar estava alto e em alguns trechos me molhei bastante, mas foi bem gostoso”, relata.

Outro que encarou muita água pela frente foi o mineiro Lucio Tolentino, principalmente na Praia de Moçambique, onde a faixa de areia praticamente inexistia, devido à ressaca do mar. “Tinha muita água na estrada também, mas foi um trecho bom e fiz no tempo previsto inicialmente”, relata o debutante na Volta à Ilha.

A também debutante Dominique Schmidt relata que sofreu muito com a areia fofa e a água num nível elevado até Moçambique. “Foi ruim, mas eu consegui, Graças a Deus”. Perguntada se mesmo com as adversidades valeu a pena, a atleta da Filhos do Vento (RJ) brinca: “Depois de terminar a gente sempre acha que sim, mas durante a prova não”.

O treinador e colunista do Webrun Nelson Evêncio também correu alguns trechos da competição e revela que quase precisou atravessar a nado as dunas do Santinho. “Estava muito alagado, com água na cintura. A areia não estava tão fofa, mas como tinham as poças, não dava para escolher muito onde correr”.

Cíntia Freitas correu o trecho entre a Praia do Campeche e a da Armação, com distância de 8,6 quilômetros, considerada de média dificuldade, e teve uma surpresa no final. “Haviam me dito que os últimos dois quilômetros eram de asfalto, mas cheguei aqui e me deparei com a praia, terreno que não é meu forte”. Mesmo assim ela ultrapassou três atletas na areia antes de entregar o bastão para o próximo corredor de sua equipe. “Acho que foi uma superação, a experiência é muito boa”, completa a representante da equipe Andarilha, de Florianópolis.

O pior trecho certamente foi o Morro do Sertão, com suas subidas e descidas íngremes de barro e cascalho, trecho feito apenas pelos mais experientes de cada equipe. “É a quarta vez que faço este trecho e hoje estava um sabão, muito escorregadio”, relata Gustavo Rico. “Mesmo assim consegui fazer dentro do tempo previsto”, comemora o competidor da equipe Sports Medicine, de Porto Alegre.

Já no trecho final, na Avenida Beira Mar Norte, todos os membros das equipes se juntaram aos corredores que faziam o último percurso parar promover uma grande festa no pórtico de chegada. Beijos, abraços, choros e muita comemoração era o clima de todos os times que completaram os 150 quilômetros.

“O mais legal da prova de revezamento é que um dá força para o outro e os diferentes terrenos são ao mesmo tempo um atrativo e uma das partes mais difíceis da prova”, avalia Rafael Nichele, ainda entusiasmado por completar o desafio. “Acho que é uma prova que todo mundo deve fazer, até quem não corre”, convida o representante da equipe Paulo Álvares, de Porto Alegre.

Uma equipe muito especial completou o desafio pelo segundo ano consecutivo, a Eficiente, composta por 10 atletas portadores de deficiência física. O cadeirante Charles Teixeira conta que disputar e completar uma prova como essa é uma grande emoção. “Completar a prova é legal para mostrar que todos somos capazes de enfrentar os nossos desafios. Essa prova é uma lição de vida, não só para deficientes, mas para todos os que não se acham capazes de enfrentar seus problemas”.

As disputas foram oficialmente encerradas às 20h15 como previa o regulamento e, para fechar com chave de ouro, houve uma queima de fogos no mar em frente ao trapiche da Av. Beira Mar Norte.

12 mil pessoas prestigiam a Meia Maratona da Corpore

Com clima ameno na largada, um total de 12 mil pessoas esteve na manhã deste domingo na Cidade Universitária da USP para a disputa da Meia Maratona Internacional da Corpore, evento que contou também com uma prova de 5,5 quilômetros. A vitória ficou com Damião Ancelmo de Souza entre os homens e com a queniana Anne Bererwe entre as mulheres, mas a grande festa ficou por conta dos amadores.

São Paulo - A largada da prova para a categoria geral aconteceu às 7h30 na Avenida Luciano Gualberto e, para evitar tumultos, houve separação por ritmo de prova com diversas baias postadas ao longo da via. A temperatura estava na marca dos 22ºC e a umidade relativa do ar em 80%, com céu ensolarado.

O percurso da prova passou pelas ruas próximas à USP e contou com diversas atrações pelo caminho, como animadas baterias universitárias tocando os instrumentos de forma a dar ritmo aos atletas. Os staffs e moradores dos locais por onde a prova passou também ajudavam a incrementar a festa, aplaudindo e gritando palavras de incentivo.

Sidney Afonso, que correu a prova pela segunda vez, sofreu um pouco, mas gostou de repetir a experiência. “Eu não treinei legal, então sofri um pouco, inclusive com uma distensão muscular no final. Achei muito legal o apoio que as pessoas nos dão no trajeto, se tiver qualquer problema sempre tem alguém para te ajudar”.

Já Renata de Campos é enfática nos elogios à competição. “Essa é a melhor Meia Maratona que tem em São Paulo. O trajeto é bom, o horário também e esse ano havia um posto de hidratação a cada três quilômetros, o que é excelente”. Ela correu pela terceira vez e comenta que não se preocupa muito em baixar o tempo de um ano para o outro. “Eu não sou dessas que fica de olho no relógio o tempo todo”.

Estreantes - A Meia da Corpore também atrai alguns estreantes na modalidade, como Rosângela Gonçalves. “Geralmente faço provas de 10 e 15 quilômetros e hoje consegui um tempo bom, até pelo percurso que é maravilhoso. Vale a pena correr, certamente vou fazer mais provas como essa”.

Outro estreante, Nilton Medeiros, sofreu um pouco mais para completar a prova e a todo o momento alongava para evitar dores musculares. “Fiz um tempo legal, treinei relativamente bem, mas agora vou dar um intervalo legal antes de fazer outra prova como essa, para recuperar”. Segundo o competidor, no trecho final ele ainda tinha fôlego sobrando, mas as pernas já não respondiam como no começo.

A publicitária Renata Duailibi, corredora da prova de 5,5 quilômetros, avaliou o evento como positivo. “Foi muito legal essa corrida. Apesar do calor, havia muitas árvores no percurso e a organização foi impecável, inclusive com dois postos de hidratação, o que não é tão comum numa prova desta distância”.

A Corpore organiza diversas competições durante o ano e, para conhecer o calendário completo basta acessar o site www.corpore.org.br. A próxima disputa será no dia 10 de maio, com a Corrida Graac.


12 mil pessoas prestigiam a Meia Maratona da Corpore

Meia Maratona · 05 abr, 2009

Com clima ameno na largada, um total de 12 mil pessoas esteve na manhã deste domingo na Cidade Universitária da USP para a disputa da Meia Maratona Internacional da Corpore, evento que contou também com uma prova de 5,5 quilômetros. A vitória ficou com Damião Ancelmo de Souza entre os homens e com a queniana Anne Bererwe entre as mulheres, mas a grande festa ficou por conta dos amadores.

São Paulo - A largada da prova para a categoria geral aconteceu às 7h30 na Avenida Luciano Gualberto e, para evitar tumultos, houve separação por ritmo de prova com diversas baias postadas ao longo da via. A temperatura estava na marca dos 22ºC e a umidade relativa do ar em 80%, com céu ensolarado.

O percurso da prova passou pelas ruas próximas à USP e contou com diversas atrações pelo caminho, como animadas baterias universitárias tocando os instrumentos de forma a dar ritmo aos atletas. Os staffs e moradores dos locais por onde a prova passou também ajudavam a incrementar a festa, aplaudindo e gritando palavras de incentivo.

Sidney Afonso, que correu a prova pela segunda vez, sofreu um pouco, mas gostou de repetir a experiência. “Eu não treinei legal, então sofri um pouco, inclusive com uma distensão muscular no final. Achei muito legal o apoio que as pessoas nos dão no trajeto, se tiver qualquer problema sempre tem alguém para te ajudar”.

Já Renata de Campos é enfática nos elogios à competição. “Essa é a melhor Meia Maratona que tem em São Paulo. O trajeto é bom, o horário também e esse ano havia um posto de hidratação a cada três quilômetros, o que é excelente”. Ela correu pela terceira vez e comenta que não se preocupa muito em baixar o tempo de um ano para o outro. “Eu não sou dessas que fica de olho no relógio o tempo todo”.

Estreantes - A Meia da Corpore também atrai alguns estreantes na modalidade, como Rosângela Gonçalves. “Geralmente faço provas de 10 e 15 quilômetros e hoje consegui um tempo bom, até pelo percurso que é maravilhoso. Vale a pena correr, certamente vou fazer mais provas como essa”.

Outro estreante, Nilton Medeiros, sofreu um pouco mais para completar a prova e a todo o momento alongava para evitar dores musculares. “Fiz um tempo legal, treinei relativamente bem, mas agora vou dar um intervalo legal antes de fazer outra prova como essa, para recuperar”. Segundo o competidor, no trecho final ele ainda tinha fôlego sobrando, mas as pernas já não respondiam como no começo.

A publicitária Renata Duailibi, corredora da prova de 5,5 quilômetros, avaliou o evento como positivo. “Foi muito legal essa corrida. Apesar do calor, havia muitas árvores no percurso e a organização foi impecável, inclusive com dois postos de hidratação, o que não é tão comum numa prova desta distância”.

A Corpore organiza diversas competições durante o ano e, para conhecer o calendário completo basta acessar o site www.corpore.org.br. A próxima disputa será no dia 10 de maio, com a Corrida Graac.

São Silvestre tem clima ameno e os amadores agradecem

A 84ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre teve vitória de James Kipsang entre os homens e Yiemer Wude, mas a grande festa ficou por conta dos atletas amadores que tomaram a Avenida Paulista e as ruas do percurso da prova. Ao todo este ano foram 20 mil participantes, confira algumas histórias.

São Paulo - Camila Brasil, que participou pela quinta vez da competição, afirma que esse ano foi especial. “Eu fiquei machucada durante todo o ano e treinei apenas dois meses. Para piorar, na ultima semana peguei uma virose”. Ainda extasiada por ter completado, ela comenta o clima sem chuva e sem o calor forte. “Foi abafado como toda a São Silvestre, mas foi ótimo”.

Noel Conceição, com seu traje preto representando um esqueleto, antes da prova comentou que iria correr devagar, pois tem um problema no joelho e avalia sua participação. “Fiz 1h46, mas queria ter feito 1h30. Tive que acompanhar um colega meu que cansou no meio do percurso”, lamenta. “O clima ajudou por não estar quente, hoje foi legal mesmo”, ressalta.

Destacando-se na multidão com uma grande placa, Fernando Crnkovic, de São Carlos (SP), homenageava sua conterrânea Maurren Maggi. “Vim fazer uma homenagem à primeira medalhista olímpica individual, foi muito emocionante”, lembra. “Não venho preocupado com o tempo, a minha preocupação é terminar, porque a São Silvestre para mim é um ritual de passagem do ano novo, uma missão que tenho comigo mesmo”.

O calor forte do início deu lugar a um tempo encoberto e São Pedro não trouxe chuva para alegria dos corredores. Não para Daniela Rodrigues, que fez figas para que uma água caísse do céu. “Competir hoje foi maravilhoso, muito gostoso. Eu queria que chovesse, mas foi ótimo”. A estreante na competição adorou participar e espera voltar ano que vem.

Devoto de Nossa Senhora, Manuel da Silva correu os 15 quilômetros com uma réplica da santa em suas costas. Enquanto alguns poderiam pensar ser um fardo ter que carregar peso extra, ele não pensa assim. “É só ter força de vontade e um pouco de treinamento para vir à luta. A melhor virada do ano é a São Silvestre”.

Mais histórias - Grande parte dos corredores, principalmente aqueles que nunca participaram desta tradicional prova, acredita que a subida final, a da Avenida Brigadeiro Luiz Antônio, é a pior do percurso. Não é a opinião de Demetrius Orças. “O pessoal tem medo desta subida, mas existem outras piores”, admite. Sobre a prova em si, ele diz que a organização foi boa, e “com bastante postos de hidratação”.

Esta corrida além de contar com muitas pessoas fantasiadas, com placas, faixas e outras formas de expressão, traz muitas famílias. Pais e filhos, bebês nos carrinhos com seus pais e também tia e sobrinha, como o caso de Hidi e Catherina Schmidt. “A prova foi maravilhosa, ainda mais com essa sombra excelente”, conta Hidi dona de um belo sorriso. “A prova em si foi nota 10, ainda mais por ela ter me acompanhado”, comenta a tia Catherina.

Os últimos corredores cruzavam o pórtico de chegada no momento em que o sol já se punha e a noite começava a cair. De forma eficiente e rápida os staffs desmontavam a estrutura de mais uma edição desta tradicional prova, já que a Avenida Paulista começava a receber o público para o show da virada. Em 2009 muitos começarão a correr e outros treinarão ainda mais para a última corrida do ano.


São Silvestre tem clima ameno e os amadores agradecem

Corridas de Rua · 31 dez, 2008

A 84ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre teve vitória de James Kipsang entre os homens e Yiemer Wude, mas a grande festa ficou por conta dos atletas amadores que tomaram a Avenida Paulista e as ruas do percurso da prova. Ao todo este ano foram 20 mil participantes, confira algumas histórias.

São Paulo - Camila Brasil, que participou pela quinta vez da competição, afirma que esse ano foi especial. “Eu fiquei machucada durante todo o ano e treinei apenas dois meses. Para piorar, na ultima semana peguei uma virose”. Ainda extasiada por ter completado, ela comenta o clima sem chuva e sem o calor forte. “Foi abafado como toda a São Silvestre, mas foi ótimo”.

Noel Conceição, com seu traje preto representando um esqueleto, antes da prova comentou que iria correr devagar, pois tem um problema no joelho e avalia sua participação. “Fiz 1h46, mas queria ter feito 1h30. Tive que acompanhar um colega meu que cansou no meio do percurso”, lamenta. “O clima ajudou por não estar quente, hoje foi legal mesmo”, ressalta.

Destacando-se na multidão com uma grande placa, Fernando Crnkovic, de São Carlos (SP), homenageava sua conterrânea Maurren Maggi. “Vim fazer uma homenagem à primeira medalhista olímpica individual, foi muito emocionante”, lembra. “Não venho preocupado com o tempo, a minha preocupação é terminar, porque a São Silvestre para mim é um ritual de passagem do ano novo, uma missão que tenho comigo mesmo”.

O calor forte do início deu lugar a um tempo encoberto e São Pedro não trouxe chuva para alegria dos corredores. Não para Daniela Rodrigues, que fez figas para que uma água caísse do céu. “Competir hoje foi maravilhoso, muito gostoso. Eu queria que chovesse, mas foi ótimo”. A estreante na competição adorou participar e espera voltar ano que vem.

Devoto de Nossa Senhora, Manuel da Silva correu os 15 quilômetros com uma réplica da santa em suas costas. Enquanto alguns poderiam pensar ser um fardo ter que carregar peso extra, ele não pensa assim. “É só ter força de vontade e um pouco de treinamento para vir à luta. A melhor virada do ano é a São Silvestre”.

Mais histórias - Grande parte dos corredores, principalmente aqueles que nunca participaram desta tradicional prova, acredita que a subida final, a da Avenida Brigadeiro Luiz Antônio, é a pior do percurso. Não é a opinião de Demetrius Orças. “O pessoal tem medo desta subida, mas existem outras piores”, admite. Sobre a prova em si, ele diz que a organização foi boa, e “com bastante postos de hidratação”.

Esta corrida além de contar com muitas pessoas fantasiadas, com placas, faixas e outras formas de expressão, traz muitas famílias. Pais e filhos, bebês nos carrinhos com seus pais e também tia e sobrinha, como o caso de Hidi e Catherina Schmidt. “A prova foi maravilhosa, ainda mais com essa sombra excelente”, conta Hidi dona de um belo sorriso. “A prova em si foi nota 10, ainda mais por ela ter me acompanhado”, comenta a tia Catherina.

Os últimos corredores cruzavam o pórtico de chegada no momento em que o sol já se punha e a noite começava a cair. De forma eficiente e rápida os staffs desmontavam a estrutura de mais uma edição desta tradicional prova, já que a Avenida Paulista começava a receber o público para o show da virada. Em 2009 muitos começarão a correr e outros treinarão ainda mais para a última corrida do ano.

SP Classic: Confira como foi a participação dos amadores

Na manhã deste domingo a cidade de São Paulo recebeu a edição 2008 da Samsung 10K São Paulo Classic/ 7º Troféu Zumbi dos Palmares, prova que teve vitória de dois quenianos, Nicholas Koech entre os homens e Nancy Kipron entre as mulheres. A grande festa, porém, ficou por conta dos amadores, confira algumas histórias..

São Paulo - O feriado prolongado do dia 20, em comemoração à Consciência Negra, não afetou o número de participantes do evento, que contou com uma corrida de 10 quilômetros e uma caminhada de quatro. Pessoas de todas as idades, famílias, crianças, homens e mulheres acordaram cedo para disputar mais uma competição da Corpore.

A grande massa largou às 8h na Avenida Pedro Álvares Cabral, em frente ao Monumento às Bandeiras, e seguiu rumo à Avenida República do Líbano. Para animar os atletas a organização disponibilizou DJs e uma bateria pelo percurso, além dos marcadores de tempo dispostos nos pórticos de quilômetro.

Fernanda Jardim foi uma das que participou da caminhada com a família e diz que todos gostaram da experiência. “As crianças agüentaram bem os quatro quilômetros, foi ótimo”. Segundo ela, sempre que há uma competição ela tenta levar todos para participarem juntos. “Quando não é uma prova muito longa a gente sempre vem”.

Quem também participou da caminhada foi Denise Freire, que se aventurou numa prova oficial pela primeira vez. “No começo estava um tempo meio nublado, mas conforme o clima melhorava a performance também subia”, ressalta. “Gostei muito e quero participar mais vezes”, completa a competidora que ainda prefere permanecer nas caminhadas por mais algum tempo antes de se aventurar nas corridas.

Na disputa principal, Fernando Romero estava contente por ter conseguido baixar seu tempo na distância em seis minutos. “Essa é a terceira prova da Corpore que eu faço e é um evento maravilhoso”, comenta com entusiasmo. “Há sete meses eu pesava 20 quilos a mais, comecei a treinar e praticar atividade física é uma grande superação para mim”, completa Fernando que já se inscreveu para a São Silvestre no dia 31 de dezembro.

A opinião do iniciante Fernando sobre a competição é a mesma do veterano Antônio de Lima. Que já correu três edições da SP Classic. “A qualidade da prova é sempre muito boa, mas essa aqui parece que está mais linda”, comenta o corredor que treina há 12 anos e gostou também do clima ameno. “O clima frio de hoje ajudou, pois o calor cansa mais”.

Subidas - Já Guilherme Pimenta ressalta que a subida da Avenida Rubem Berta foi um dos piores trechos do percurso. “Considerando essa subida forte, achei que o meu tempo final foi muito bom”. Segundo ele, o clima também contribuiu para uma boa performance. “No começo estava bem friozinho, mas depois o sol foi abrindo e deu para terminar legal”.

Vanessa da Silva, que disputou pela primeira vez um evento com organização da Corpore, fala das impressões. “Tive que segurar o ritmo nas ladeiras para conseguir chegar até o final”, ressalta principalmente sobre o trecho da Avenida Rubem Berta sentido Aeroporto de Congonhas. “Corro há quatro anos, intensifiquei os treinos há um ano e meio e achei a organização de hoje muito boa, principalmente pelo Espaço Mulher”, fala sobre o serviço criado pela Corpore para atender as corredoras nas competições.

Diversos atletas do Time Medalha Azul da Samsung estiveram presentes para prestigiar o evento, entre eles o nadador medalha de ouro em Pequim Cezar Cielo e a ginasta Daine dos Santos. Ao ser perguntado se não teve vontade de dar uns trotes ao ver tanta gente correndo, Cielo brinca dizendo que só competiria se estivesse chovendo e o percurso alagado, para ele poder nadar. “Eu fingi que eu corri, fui até o final, dei a volta e peguei a medalha, correr não é comigo, prefiro assistir”.

Cielo também aproveitou para comentar sobre a grande quantidade de pessoas se exercitando. “O esporte ainda um pouco pobre na cultura do brasileiro e o importante é praticar alguma atividade, não necessariamente no alto rendimento. Esporte é saúde, qualidade de vida, é bacana ver o pessoal correndo aqui num domingo de manhã”, completa o nadador que se diz contente por ver tantas pessoas praticando uma modalidade diferente do futebol.

Diferente do medalhista de ouro, Daine até teve vontade de correr junto com o pessoal, mas devido ao problema no joelho teve que se contentar em apenas observar. “Acabei de operar o joelho, não posso nem andar direito”, lamenta a ginasta. “Acho que é legal as pessoas participarem de um evento como este, qualquer tipo de atividade física é válida e as pessoas tem que ter o intuito de praticar”, completa.

Depois da cerimônia de premiação houve um show de humor, performance de um DJ, além de sorteios de brindes dos patrocinadores. A próxima prova com organização da Corpore será a Shalom, no dia sete de dezembro, com distâncias de 3,4 e seis quilômetros. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site www.corpore.org.br.


SP Classic: Confira como foi a participação dos amadores

Corridas de Rua · 23 nov, 2008

Na manhã deste domingo a cidade de São Paulo recebeu a edição 2008 da Samsung 10K São Paulo Classic/ 7º Troféu Zumbi dos Palmares, prova que teve vitória de dois quenianos, Nicholas Koech entre os homens e Nancy Kipron entre as mulheres. A grande festa, porém, ficou por conta dos amadores, confira algumas histórias..

São Paulo - O feriado prolongado do dia 20, em comemoração à Consciência Negra, não afetou o número de participantes do evento, que contou com uma corrida de 10 quilômetros e uma caminhada de quatro. Pessoas de todas as idades, famílias, crianças, homens e mulheres acordaram cedo para disputar mais uma competição da Corpore.

A grande massa largou às 8h na Avenida Pedro Álvares Cabral, em frente ao Monumento às Bandeiras, e seguiu rumo à Avenida República do Líbano. Para animar os atletas a organização disponibilizou DJs e uma bateria pelo percurso, além dos marcadores de tempo dispostos nos pórticos de quilômetro.

Fernanda Jardim foi uma das que participou da caminhada com a família e diz que todos gostaram da experiência. “As crianças agüentaram bem os quatro quilômetros, foi ótimo”. Segundo ela, sempre que há uma competição ela tenta levar todos para participarem juntos. “Quando não é uma prova muito longa a gente sempre vem”.

Quem também participou da caminhada foi Denise Freire, que se aventurou numa prova oficial pela primeira vez. “No começo estava um tempo meio nublado, mas conforme o clima melhorava a performance também subia”, ressalta. “Gostei muito e quero participar mais vezes”, completa a competidora que ainda prefere permanecer nas caminhadas por mais algum tempo antes de se aventurar nas corridas.

Na disputa principal, Fernando Romero estava contente por ter conseguido baixar seu tempo na distância em seis minutos. “Essa é a terceira prova da Corpore que eu faço e é um evento maravilhoso”, comenta com entusiasmo. “Há sete meses eu pesava 20 quilos a mais, comecei a treinar e praticar atividade física é uma grande superação para mim”, completa Fernando que já se inscreveu para a São Silvestre no dia 31 de dezembro.

A opinião do iniciante Fernando sobre a competição é a mesma do veterano Antônio de Lima. Que já correu três edições da SP Classic. “A qualidade da prova é sempre muito boa, mas essa aqui parece que está mais linda”, comenta o corredor que treina há 12 anos e gostou também do clima ameno. “O clima frio de hoje ajudou, pois o calor cansa mais”.

Subidas - Já Guilherme Pimenta ressalta que a subida da Avenida Rubem Berta foi um dos piores trechos do percurso. “Considerando essa subida forte, achei que o meu tempo final foi muito bom”. Segundo ele, o clima também contribuiu para uma boa performance. “No começo estava bem friozinho, mas depois o sol foi abrindo e deu para terminar legal”.

Vanessa da Silva, que disputou pela primeira vez um evento com organização da Corpore, fala das impressões. “Tive que segurar o ritmo nas ladeiras para conseguir chegar até o final”, ressalta principalmente sobre o trecho da Avenida Rubem Berta sentido Aeroporto de Congonhas. “Corro há quatro anos, intensifiquei os treinos há um ano e meio e achei a organização de hoje muito boa, principalmente pelo Espaço Mulher”, fala sobre o serviço criado pela Corpore para atender as corredoras nas competições.

Diversos atletas do Time Medalha Azul da Samsung estiveram presentes para prestigiar o evento, entre eles o nadador medalha de ouro em Pequim Cezar Cielo e a ginasta Daine dos Santos. Ao ser perguntado se não teve vontade de dar uns trotes ao ver tanta gente correndo, Cielo brinca dizendo que só competiria se estivesse chovendo e o percurso alagado, para ele poder nadar. “Eu fingi que eu corri, fui até o final, dei a volta e peguei a medalha, correr não é comigo, prefiro assistir”.

Cielo também aproveitou para comentar sobre a grande quantidade de pessoas se exercitando. “O esporte ainda um pouco pobre na cultura do brasileiro e o importante é praticar alguma atividade, não necessariamente no alto rendimento. Esporte é saúde, qualidade de vida, é bacana ver o pessoal correndo aqui num domingo de manhã”, completa o nadador que se diz contente por ver tantas pessoas praticando uma modalidade diferente do futebol.

Diferente do medalhista de ouro, Daine até teve vontade de correr junto com o pessoal, mas devido ao problema no joelho teve que se contentar em apenas observar. “Acabei de operar o joelho, não posso nem andar direito”, lamenta a ginasta. “Acho que é legal as pessoas participarem de um evento como este, qualquer tipo de atividade física é válida e as pessoas tem que ter o intuito de praticar”, completa.

Depois da cerimônia de premiação houve um show de humor, performance de um DJ, além de sorteios de brindes dos patrocinadores. A próxima prova com organização da Corpore será a Shalom, no dia sete de dezembro, com distâncias de 3,4 e seis quilômetros. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site www.corpore.org.br.

Atletas encaram frio no Circuito das Estações

A etapa de inverno do Circuito das Estações aconteceu na manhã desse domingo (13) em São Paulo e teve vitória de Rafael Santos entre os homens e Elisabeth Esteves entre as mulheres. Grande parte dos competidores participou por lazer e teve que encarar um frio de 14ºC e sensação térmica mais baixa, devido ao vento gelado que soprava na Praça Charles Miller, local da largada.

São Paulo - O frio não foi empecilho para Gabriela Pinheiro, pelo contrário, segundo a atleta essa condição climática a deixa mais empolgada para correr. “A gente tem mais pique, o corpo ajuda mais. Estou me recuperando de um problema no joelho, então fiz um tempo um pouco acima do que costumo fazer”.

A corredora de 25 anos participou da etapa de outono do Circuito e pretende correr as outras duas que restam esse ano, para completar a mandala. “Essa prova tem um nível de dificuldade médio, pois não tem as subidas da São Silvestre, por exemplo. Eu sinto mais dificuldade nas subidas e aqui nessa prova foram mais tranqüilas”.

Quem também não correu na plenitude da forma foi Marcel Moro, que não conseguiu se preparar muito bem para a disputa e finalizou os 10 quilômetros um pouco mais lento do que está acostumado. “Foi um pouco mais cansativa, mas a prova em geral é tranqüila, pretendo me preparar melhor para as próximas etapas”. Sobre o clima frio da largada, o atleta de Jundiaí tem a mesma opinião de Gabriela. “Prefiro correr no frio, ajuda na performance”.

Já Raquel Marcon, que participou da etapa de verão ano passado, diz que o frio foi complicado, mas serviu para melhorar o tempo final em sete minutos. “Estava muito frio, mas aqueci bem antes de começar e foi tranqüilo. Eu gosto desse trajeto, pois as ladeiras são uma dificuldade a mais e ajudam no treinamento”.

O evento contou com a participação de aproximadamente cinco mil pessoas, que largaram e chegaram em frente ao Estádio do Pacembú, na zona oeste de São Paulo. Depois de cruzar a linha de chegada, eles receberam frutas, isotônico e uma medalha alusiva ao evento, que ao ser juntada com as das outras etapas formará uma mandala. A próxima prova do Circuito em São Paulo será no dia 26 de setembro, com a etapa de primavera.


Atletas encaram frio no Circuito das Estações

Corridas de Rua · 13 jul, 2008

A etapa de inverno do Circuito das Estações aconteceu na manhã desse domingo (13) em São Paulo e teve vitória de Rafael Santos entre os homens e Elisabeth Esteves entre as mulheres. Grande parte dos competidores participou por lazer e teve que encarar um frio de 14ºC e sensação térmica mais baixa, devido ao vento gelado que soprava na Praça Charles Miller, local da largada.

São Paulo - O frio não foi empecilho para Gabriela Pinheiro, pelo contrário, segundo a atleta essa condição climática a deixa mais empolgada para correr. “A gente tem mais pique, o corpo ajuda mais. Estou me recuperando de um problema no joelho, então fiz um tempo um pouco acima do que costumo fazer”.

A corredora de 25 anos participou da etapa de outono do Circuito e pretende correr as outras duas que restam esse ano, para completar a mandala. “Essa prova tem um nível de dificuldade médio, pois não tem as subidas da São Silvestre, por exemplo. Eu sinto mais dificuldade nas subidas e aqui nessa prova foram mais tranqüilas”.

Quem também não correu na plenitude da forma foi Marcel Moro, que não conseguiu se preparar muito bem para a disputa e finalizou os 10 quilômetros um pouco mais lento do que está acostumado. “Foi um pouco mais cansativa, mas a prova em geral é tranqüila, pretendo me preparar melhor para as próximas etapas”. Sobre o clima frio da largada, o atleta de Jundiaí tem a mesma opinião de Gabriela. “Prefiro correr no frio, ajuda na performance”.

Já Raquel Marcon, que participou da etapa de verão ano passado, diz que o frio foi complicado, mas serviu para melhorar o tempo final em sete minutos. “Estava muito frio, mas aqueci bem antes de começar e foi tranqüilo. Eu gosto desse trajeto, pois as ladeiras são uma dificuldade a mais e ajudam no treinamento”.

O evento contou com a participação de aproximadamente cinco mil pessoas, que largaram e chegaram em frente ao Estádio do Pacembú, na zona oeste de São Paulo. Depois de cruzar a linha de chegada, eles receberam frutas, isotônico e uma medalha alusiva ao evento, que ao ser juntada com as das outras etapas formará uma mandala. A próxima prova do Circuito em São Paulo será no dia 26 de setembro, com a etapa de primavera.

Bombeiros: Amadores pintam ruas de vermelho

Nesse domingo pela manhã aconteceu em São Paulo, na região do Ipiranga, a 13ª edição da Corrida dos Bombeiros, competição que iniciou as comemorações de aniversário da corporação. A prova teve vitória de Naval Freitas e Walquiria Martins, mas a grande festa ficou com os amadores, que coloriram as ruas da região de vermelho, cor da camisa oficial da prova.

São Paulo - Num domingo ensolarado, milhares de corredores acordaram cedo e, desde às 6h, muitos já estavam no Parque da Independência para retirar o kit de participação e chip sob o som do Conservatório Souza Lima. A largada aconteceu na Avenida Nazaré, mas antes professoras de educação física comandaram um animado alongamento e aquecimento.

O tiro de partida foi dado às 8h tendo como trilha sonora músicas eletrônicas e a passagem de todos os competidores levou cerca de 17 minutos. Na altura do quilômetro sete, uma das subidas mais fortes do trajeto, o garoto Sérgio, de cinco anos, estava na calçada e roubava a cena ao incentivar os corredores gritando “vai garoto”, “corre”, “não pára”.

Perguntado se gostaria de correr em vez de só ficar olhando, ele imediatamente tirou o agasalho e disse à sua tia, que o acompanhava, que iria seguir os atletas. A tia teve que segurar o ímpeto do garoto, que provavelmente já foi picado pelo famoso bichinho da corrida, antes mesmo de se iniciar no esporte.

Deixados para trás os 10 quilômetros e muitas subidas, todos comemoraram muito o feito e aguardavam ansiosamente que seus números de peito fossem sorteados para ganhar brindes dos patrocinadores. O casal Sandra Peres e Vitor Komeso achou a prova um pouco puxada. “Essa é uma das mais difíceis do circuito”, ressalta Sandra. “Senti um pouco a falta de preparo hoje, mas deu para terminar”, completa Vitor.

Outro destaque entre os amadores fica por conta de André Luiz Magalhães, que veio de casa pedalando para correr a prova. “Vim da Bela Vista, gastei cerca de 20 minutos. Eu gosto muito dessa prova, tem uma subida difícil, mas sempre corro”. Ele diz ainda que procura sempre ir aos locais de bicicleta e pede que sejam construídas mais ciclovias em São Paulo.

Essa competição foi válida para o Ranking Corpore Associados e Empresas e também para o Corri Todas. A próxima corrida da Corpore será a Maratona de Revezamento Rio TAM, disputa para equipes de duas a oito pessoas, que acontece no dia 13 de julho na Cidade Maravilhosa. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site www.corpore.org.br.

Corrida Virtual - Quer comparar seu tempo com o dos vencedores? Clique aqui e confira mais uma novidade do Webrun.


Bombeiros: Amadores pintam ruas de vermelho

Corridas de Rua · 29 jun, 2008

Nesse domingo pela manhã aconteceu em São Paulo, na região do Ipiranga, a 13ª edição da Corrida dos Bombeiros, competição que iniciou as comemorações de aniversário da corporação. A prova teve vitória de Naval Freitas e Walquiria Martins, mas a grande festa ficou com os amadores, que coloriram as ruas da região de vermelho, cor da camisa oficial da prova.

São Paulo - Num domingo ensolarado, milhares de corredores acordaram cedo e, desde às 6h, muitos já estavam no Parque da Independência para retirar o kit de participação e chip sob o som do Conservatório Souza Lima. A largada aconteceu na Avenida Nazaré, mas antes professoras de educação física comandaram um animado alongamento e aquecimento.

O tiro de partida foi dado às 8h tendo como trilha sonora músicas eletrônicas e a passagem de todos os competidores levou cerca de 17 minutos. Na altura do quilômetro sete, uma das subidas mais fortes do trajeto, o garoto Sérgio, de cinco anos, estava na calçada e roubava a cena ao incentivar os corredores gritando “vai garoto”, “corre”, “não pára”.

Perguntado se gostaria de correr em vez de só ficar olhando, ele imediatamente tirou o agasalho e disse à sua tia, que o acompanhava, que iria seguir os atletas. A tia teve que segurar o ímpeto do garoto, que provavelmente já foi picado pelo famoso bichinho da corrida, antes mesmo de se iniciar no esporte.

Deixados para trás os 10 quilômetros e muitas subidas, todos comemoraram muito o feito e aguardavam ansiosamente que seus números de peito fossem sorteados para ganhar brindes dos patrocinadores. O casal Sandra Peres e Vitor Komeso achou a prova um pouco puxada. “Essa é uma das mais difíceis do circuito”, ressalta Sandra. “Senti um pouco a falta de preparo hoje, mas deu para terminar”, completa Vitor.

Outro destaque entre os amadores fica por conta de André Luiz Magalhães, que veio de casa pedalando para correr a prova. “Vim da Bela Vista, gastei cerca de 20 minutos. Eu gosto muito dessa prova, tem uma subida difícil, mas sempre corro”. Ele diz ainda que procura sempre ir aos locais de bicicleta e pede que sejam construídas mais ciclovias em São Paulo.

Essa competição foi válida para o Ranking Corpore Associados e Empresas e também para o Corri Todas. A próxima corrida da Corpore será a Maratona de Revezamento Rio TAM, disputa para equipes de duas a oito pessoas, que acontece no dia 13 de julho na Cidade Maravilhosa. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site www.corpore.org.br.

Corrida Virtual - Quer comparar seu tempo com o dos vencedores? Clique aqui e confira mais uma novidade do Webrun.

Amadores acordam cedo para correr Maratona de SP

Na manhã chuvosa desse domingo (1), cerca de 12 mil atletas disputaram a 14ª edição da Maratona Internacional de São Paulo, prova que largou da Ponte Estaiada, novo cartão postal da cidade, e chegou no Obelisco do Ibirapuera. A vitória foi para o Brasil, com Claudir Rodrigues (2h17min07) e Maria Zeferina Baldaia (2h42min20), mas a grande festa ficou por conta da participação dos amadores.

São Paulo - Os corredores sempre arrumam uma forma de se expressar. Com bom humor e alegria, muitos corredores da Maratona de São Paulo estavam fantasiados, outros empunhavam faixas e bandeiras, vestiam camisetas com alguma frase especial, mas a maioria queria mesmo era se superar e completar o percurso.

O argentino Juan La Sala veio à capital paulista apenas para a disputa e foi só elogios. “A prova é muito boa, com ótima organização. Essa é a segunda prova que faço em São Paulo e também competi uma em Curitiba”. O pernambucano Severino Pereira chegou dando pulos de alegria, já que conseguiu baixar seu tempo na distância. “Fiz a prova pela primeira vez e achei nota 10. Competi Nova York ano passado com 3h52min e hoje fiz 3h26min”.

Já Tamara Hecker, que chegou com 3h27min, estreou na prova e achou o percurso difícil. “Já tinha corrido Nova York e Disney e achei aqui um pouco complicado, pois tem muitas subidas e pontes. Adorei largar na ponte nova, que é muito bonita”. Além da comemoração por ter completado, ela também celebra um ano de casada.

Atendimentos médicos - Como acontece em todos os anos nesta prova, vários staffs médicos ficam de prontidão na chegada para prestar os primeiros atendimentos aos atletas que chegam com problemas e os encaminham para o ambulatório. De acordo com o médico responsável, o doutor Alexandre Augusto Ferreira, esse ano o número de atendimentos foi menor em relação às outras edições.

“A maior parte dos problemas foi relacionado aos músculos, como câimbras, por exemplo. Trabalhamos nesta prova há seis anos e tivemos cerca de 80 atendimentos, contra mais de 200 em outros anos”, enfatiza o médico. “O tempo frio nos surpreendeu, pois esperávamos sol e calor”, completa.


Amadores acordam cedo para correr Maratona de SP

Maratona · 01 jun, 2008

Na manhã chuvosa desse domingo (1), cerca de 12 mil atletas disputaram a 14ª edição da Maratona Internacional de São Paulo, prova que largou da Ponte Estaiada, novo cartão postal da cidade, e chegou no Obelisco do Ibirapuera. A vitória foi para o Brasil, com Claudir Rodrigues (2h17min07) e Maria Zeferina Baldaia (2h42min20), mas a grande festa ficou por conta da participação dos amadores.

São Paulo - Os corredores sempre arrumam uma forma de se expressar. Com bom humor e alegria, muitos corredores da Maratona de São Paulo estavam fantasiados, outros empunhavam faixas e bandeiras, vestiam camisetas com alguma frase especial, mas a maioria queria mesmo era se superar e completar o percurso.

O argentino Juan La Sala veio à capital paulista apenas para a disputa e foi só elogios. “A prova é muito boa, com ótima organização. Essa é a segunda prova que faço em São Paulo e também competi uma em Curitiba”. O pernambucano Severino Pereira chegou dando pulos de alegria, já que conseguiu baixar seu tempo na distância. “Fiz a prova pela primeira vez e achei nota 10. Competi Nova York ano passado com 3h52min e hoje fiz 3h26min”.

Já Tamara Hecker, que chegou com 3h27min, estreou na prova e achou o percurso difícil. “Já tinha corrido Nova York e Disney e achei aqui um pouco complicado, pois tem muitas subidas e pontes. Adorei largar na ponte nova, que é muito bonita”. Além da comemoração por ter completado, ela também celebra um ano de casada.

Atendimentos médicos - Como acontece em todos os anos nesta prova, vários staffs médicos ficam de prontidão na chegada para prestar os primeiros atendimentos aos atletas que chegam com problemas e os encaminham para o ambulatório. De acordo com o médico responsável, o doutor Alexandre Augusto Ferreira, esse ano o número de atendimentos foi menor em relação às outras edições.

“A maior parte dos problemas foi relacionado aos músculos, como câimbras, por exemplo. Trabalhamos nesta prova há seis anos e tivemos cerca de 80 atendimentos, contra mais de 200 em outros anos”, enfatiza o médico. “O tempo frio nos surpreendeu, pois esperávamos sol e calor”, completa.

Amadores são maioria na Bertioga-Maresias

A cada ano que passa acontecem mais provas de revezamento, que sempre caem no gosto dos corredores, principalmente os amadores, que têm a oportunidade de se divertir e completar grandes desafios em equipe. Neste sábado (31) mais de mil competidores vão disputar a quarta edição do Revezamento Bertioga-Maresias, prova de 75 quilômetros em percurso de praia, trilhas e estradas.

Grande parte dos inscritos vem de assessorias esportivas da capital paulista e serão divididos em equipes de três, seis, ou nove integrantes, que percorrerão os nove trechos com variação de 5,5 a 11 quilômetros. O grande incentivo sem dúvida será as paisagens naturais, repletas de verde e praias.

Vanessa Sacchetto de Góes, 32 anos, é administradora de empresas, corre desde 2005 e está animada para participar da prova pela segunda vez. “Foi demais. Além da emoção de correr em equipe, tive uma surpresa com a beleza do percurso. Corri do PC dois ao três, que incluía uma praia paradisíaca, um trecho breve de trilha e uma subida pela estrada. Foi inesquecível”, completa.

Motivação - “A prova de 2007 me motivou tanto, que passei a treinar quatro vezes por semana. Espero melhorar um pouco o meu tempo, mas o meu maior objetivo é a diversão”, completa Vanessa, que competirá numa equipe de nove atletas. Outra participante da mesma assessoria será Patrícia Homsi Nemoto, 35 anos, médica, e corredora há três anos.

“A Maratona de revezamento é uma prova diferente, com outro astral e sem aquela rotina de provas de rua, com o concreto ao redor. O visual é lindo, alto-astral e a chance de conhecer outros corredores na formação das equipes”, lembra a doutora que usará a competição como treino para sua estréia em Maratonas, em Chicago.

O trecho considerado mais difícil sem dúvida é a parte final, a Serra de Bertioga Maresias, com três quilômetros ininterruptos de subida íngreme e outros três de descida. Ano passado o professor de Educação Física, Márcio Galeno de Souza, 32 anos encarou o desafio mesmo lesionado. “Foi bem difícil, pois é uma prova muito técnica, com subidas. Este ano estou preparado, mas o que importa, na verdade, é terminar a prova, curtir mais uma vez todo o visual que o Litoral Norte nos proporciona”.

Serviço - Os atletas que ainda não retiraram os kits, poderão fazê-lo nesta sexta-feira, das 16 às 20h na área de largada, ao lado do Forte de Bertioga, próximo à Balsa. O congresso técnico será feito às 17h no mesmo local. Já no sábado haverá entrega do chip das 6h45 às 7h45, pois a largada será dada às 8h.


Amadores são maioria na Bertioga-Maresias

Ultra Maratona · 29 maio, 2008

A cada ano que passa acontecem mais provas de revezamento, que sempre caem no gosto dos corredores, principalmente os amadores, que têm a oportunidade de se divertir e completar grandes desafios em equipe. Neste sábado (31) mais de mil competidores vão disputar a quarta edição do Revezamento Bertioga-Maresias, prova de 75 quilômetros em percurso de praia, trilhas e estradas.

Grande parte dos inscritos vem de assessorias esportivas da capital paulista e serão divididos em equipes de três, seis, ou nove integrantes, que percorrerão os nove trechos com variação de 5,5 a 11 quilômetros. O grande incentivo sem dúvida será as paisagens naturais, repletas de verde e praias.

Vanessa Sacchetto de Góes, 32 anos, é administradora de empresas, corre desde 2005 e está animada para participar da prova pela segunda vez. “Foi demais. Além da emoção de correr em equipe, tive uma surpresa com a beleza do percurso. Corri do PC dois ao três, que incluía uma praia paradisíaca, um trecho breve de trilha e uma subida pela estrada. Foi inesquecível”, completa.

Motivação - “A prova de 2007 me motivou tanto, que passei a treinar quatro vezes por semana. Espero melhorar um pouco o meu tempo, mas o meu maior objetivo é a diversão”, completa Vanessa, que competirá numa equipe de nove atletas. Outra participante da mesma assessoria será Patrícia Homsi Nemoto, 35 anos, médica, e corredora há três anos.

“A Maratona de revezamento é uma prova diferente, com outro astral e sem aquela rotina de provas de rua, com o concreto ao redor. O visual é lindo, alto-astral e a chance de conhecer outros corredores na formação das equipes”, lembra a doutora que usará a competição como treino para sua estréia em Maratonas, em Chicago.

O trecho considerado mais difícil sem dúvida é a parte final, a Serra de Bertioga Maresias, com três quilômetros ininterruptos de subida íngreme e outros três de descida. Ano passado o professor de Educação Física, Márcio Galeno de Souza, 32 anos encarou o desafio mesmo lesionado. “Foi bem difícil, pois é uma prova muito técnica, com subidas. Este ano estou preparado, mas o que importa, na verdade, é terminar a prova, curtir mais uma vez todo o visual que o Litoral Norte nos proporciona”.

Serviço - Os atletas que ainda não retiraram os kits, poderão fazê-lo nesta sexta-feira, das 16 às 20h na área de largada, ao lado do Forte de Bertioga, próximo à Balsa. O congresso técnico será feito às 17h no mesmo local. Já no sábado haverá entrega do chip das 6h45 às 7h45, pois a largada será dada às 8h.

Sorrisos e comemorações marcam Track&Field

Na manhã deste domingo aconteceu na capital paulista a primeira prova do Circuito Track&Field, nas imediações do Shopping Villa-Lobos e a vitória ficou com Adriano Bastos e Beatriz Nascimento. A grande festa, porém, ficou por conta dos mais de dois mil amadores, que esboçavam sorrisos e comemorações após a chegada dos 10 quilômetros de percurso.

São Paulo - A largada foi dada às 8h03 na pista local da Marginal Pinheiros sentido Castelo Branco, mas os corredores se dirigiram no contra-fluxo, entrando pelo bairro, sentido Praça Apecatu. Enquanto os ponteiros chegavam próximo à linha de chegada, muitos atletas ainda percorriam os primeiros quilômetros.

Cada um tinha uma meta diferente, uns usaram o percurso praticamente plano para baixar o tempo na distância, enquanto outros não se preocupavam com o relógio e apenas curtiam o percurso arborizado e tranqüilo. Os números de peito dos corredores traziam além do numeral, o primeiro nome de cada um, fato que levava o locutor a chamar as pessoas pelo nome na chegada, certamente um ânimo a mais.

Com a emoção difícil de controlar, Renata Bittar pulava e abraçava os companheiros após cruzar a linha, tudo porque conseguiu alcançar a meta de baixar seu tempo. “Nem estou acreditando, em novembro fiz 42min50 e hoje 41min14. A prova é o máximo, ótima para quem quer fazer tempo”.

Superação - Para os cientistas a fórmula da velocidade se traduz na divisão do espaço percorrido sobre o tempo gasto, mas Renata vê de outra forma. “O clima favorável influencia, mas muito treino e uma boa cabeça são fundamentais. A pessoa pode estar super treinada, mas se não tiver a cabeça focada não baixa o tempo”.

Já o septuagenário Oswaldo Silveira, completou a prova na casa dos 50 minutos e também se disse satisfeito com seu resultado. “Foi maravilhosa, bem organizada, me senti muito bem. Treino em média 50 quilômetros por semana”. Ao ser perguntado sobre a idade, ele foi enfático: “Segundo o famoso poeta Vinicius de Morais, o homem tem a idade que sente e a mulher a que aparenta, então eu me sinto com 40 anos”.

Marina Bacues, dona de um cativante sorriso, comentou que a “prova foi tranqüila” e que o friozinho que atingia a cidade de São Paulo no momento da prova foi benéfico. “Para mim é ótimo, é muito mais fácil, fiz em 51 minutos e era exatamente o tempo que eu queria”, ressalta a corredora que participa do Circuito desde a primeira edição.

Apaixonados por corridas de rua e pela Track&Field, o casal Cristina e Luiz de Luca correram empurrando a filha Catarina num carrinho de bebês. “Ela já é veterana do circuito, corre desde os dois meses e hoje já está com dois anos e adora.

A prova foi tranqüila e como sempre a organização é ótima”, ressalta Cristina. Luiz, por sua vez, afirma que “essa é a melhor prova do circuito em vários quesitos, vamos fazer as três etapas este ano”.

A grande revelação foi o garoto de 16 anos Dideno Carvaho, que apesar do nome difícil não teve problemas para completar os 10 quilômetros com o tempo de 38 minutos. “O segredo é ter pernas”, brinca o garoto que gostou do percurso. “Durante a semana treino às terças, quintas e sábados”, completa Dideno que afirma já ter feito marcas mais baixas na Track&Field.

Simpatia - Um fato curioso e que chama a atenção nesta prova é sobre a entrega de medalhas ao final do evento. Em grande parte das provas brasileiras, o atleta entrega o chip e recebe a medalha ainda dentro de uma embalagem, ou numa sacola junto com lanche e frutas e nem escuta um parabéns do voluntário que faz a entrega.

Na Track&Field, porém, cada corredor recebia a medalha em mãos, ou no próprio pescoço, e era recompensado com um sorrido dos voluntários, que ainda parabenizavam cada “vencedor” chamando pelo nome.

“Parabéns Adriana”; “Muito bem Sr. Antônio”, eram algumas das frases ouvidas na tenda. De acordo com René Moura, isso torna o ambiente agradável e familiar. “Isso me levou a fazer as três provas do Circuito, sempre levo minha família”.

Para a voluntária Cinthia Munhos, é muito gratificante realizar este tipo de trabalho. “É uma delícia, a gente se sente emocionada e sempre procuramos proporcionar este tipo de diferencial”. O Circuito Track&Field terá mais duas etapas em São Paulo, duas no Rio de Janeiro, duas em Brasília, uma em Belo Horizonte e uma em Campinas.



Sorrisos e comemorações marcam Track&Field

Corridas de Rua · 16 mar, 2008

Na manhã deste domingo aconteceu na capital paulista a primeira prova do Circuito Track&Field, nas imediações do Shopping Villa-Lobos e a vitória ficou com Adriano Bastos e Beatriz Nascimento. A grande festa, porém, ficou por conta dos mais de dois mil amadores, que esboçavam sorrisos e comemorações após a chegada dos 10 quilômetros de percurso.

São Paulo - A largada foi dada às 8h03 na pista local da Marginal Pinheiros sentido Castelo Branco, mas os corredores se dirigiram no contra-fluxo, entrando pelo bairro, sentido Praça Apecatu. Enquanto os ponteiros chegavam próximo à linha de chegada, muitos atletas ainda percorriam os primeiros quilômetros.

Cada um tinha uma meta diferente, uns usaram o percurso praticamente plano para baixar o tempo na distância, enquanto outros não se preocupavam com o relógio e apenas curtiam o percurso arborizado e tranqüilo. Os números de peito dos corredores traziam além do numeral, o primeiro nome de cada um, fato que levava o locutor a chamar as pessoas pelo nome na chegada, certamente um ânimo a mais.

Com a emoção difícil de controlar, Renata Bittar pulava e abraçava os companheiros após cruzar a linha, tudo porque conseguiu alcançar a meta de baixar seu tempo. “Nem estou acreditando, em novembro fiz 42min50 e hoje 41min14. A prova é o máximo, ótima para quem quer fazer tempo”.

Superação - Para os cientistas a fórmula da velocidade se traduz na divisão do espaço percorrido sobre o tempo gasto, mas Renata vê de outra forma. “O clima favorável influencia, mas muito treino e uma boa cabeça são fundamentais. A pessoa pode estar super treinada, mas se não tiver a cabeça focada não baixa o tempo”.

Já o septuagenário Oswaldo Silveira, completou a prova na casa dos 50 minutos e também se disse satisfeito com seu resultado. “Foi maravilhosa, bem organizada, me senti muito bem. Treino em média 50 quilômetros por semana”. Ao ser perguntado sobre a idade, ele foi enfático: “Segundo o famoso poeta Vinicius de Morais, o homem tem a idade que sente e a mulher a que aparenta, então eu me sinto com 40 anos”.

Marina Bacues, dona de um cativante sorriso, comentou que a “prova foi tranqüila” e que o friozinho que atingia a cidade de São Paulo no momento da prova foi benéfico. “Para mim é ótimo, é muito mais fácil, fiz em 51 minutos e era exatamente o tempo que eu queria”, ressalta a corredora que participa do Circuito desde a primeira edição.

Apaixonados por corridas de rua e pela Track&Field, o casal Cristina e Luiz de Luca correram empurrando a filha Catarina num carrinho de bebês. “Ela já é veterana do circuito, corre desde os dois meses e hoje já está com dois anos e adora.

A prova foi tranqüila e como sempre a organização é ótima”, ressalta Cristina. Luiz, por sua vez, afirma que “essa é a melhor prova do circuito em vários quesitos, vamos fazer as três etapas este ano”.

A grande revelação foi o garoto de 16 anos Dideno Carvaho, que apesar do nome difícil não teve problemas para completar os 10 quilômetros com o tempo de 38 minutos. “O segredo é ter pernas”, brinca o garoto que gostou do percurso. “Durante a semana treino às terças, quintas e sábados”, completa Dideno que afirma já ter feito marcas mais baixas na Track&Field.

Simpatia - Um fato curioso e que chama a atenção nesta prova é sobre a entrega de medalhas ao final do evento. Em grande parte das provas brasileiras, o atleta entrega o chip e recebe a medalha ainda dentro de uma embalagem, ou numa sacola junto com lanche e frutas e nem escuta um parabéns do voluntário que faz a entrega.

Na Track&Field, porém, cada corredor recebia a medalha em mãos, ou no próprio pescoço, e era recompensado com um sorrido dos voluntários, que ainda parabenizavam cada “vencedor” chamando pelo nome.

“Parabéns Adriana”; “Muito bem Sr. Antônio”, eram algumas das frases ouvidas na tenda. De acordo com René Moura, isso torna o ambiente agradável e familiar. “Isso me levou a fazer as três provas do Circuito, sempre levo minha família”.

Para a voluntária Cinthia Munhos, é muito gratificante realizar este tipo de trabalho. “É uma delícia, a gente se sente emocionada e sempre procuramos proporcionar este tipo de diferencial”. O Circuito Track&Field terá mais duas etapas em São Paulo, duas no Rio de Janeiro, duas em Brasília, uma em Belo Horizonte e uma em Campinas.