Triathlon

Xterra Brasil reuni 600 atletas em Ilhabela

A segunda edição do Xterra Brasil aconteceu neste sábado em Ilhabela, São Paulo, e contou com 600 atletas de diversas nacionalidades. Todos tiveram que percorrer 1,5km de natação, 29km de mountain bike e 9km de corrida. Esse percurso ficou um pouco mais difícil por causa da chuva, já que os trechos de terra batida viraram lama.

Mesmo assim a prova não teve muitas surpresas. Os favoritos Nico Lebrun, Da França e a americana Candy Angle foram os campeões. O argentino Oscar Galindez ficou em segundo lugar seguido pelo brasileiro Alexandre Manzan.

“Não sou muito bom de nadar em ondas. E o vento fez o mar estar bastante mexido. No percurso da mountain bike, o terreno estava escorregadio por causa da chuva, o que exigiu atenção redobrada. Foi uma prova muito boa”, conta Nico Lebrun, campeão da final do Xterra em 2005.

No feminino, Cristina Carvalho foi a vice-campeã. Já a terceira posição ficou com Silvia “Shubi” Guimarães. “Se eu pudesse encomendar uma prova, seria o Xterra. Foi feita sob medida para mim. Esse percurso privilegia todas as minhas qualidades”, diz Cristina. “Sofri muito na corrida, justamente meu ponto forte. Isso por causa da gravidez ainda recente”, completou a atleta de 37 anos.

Pódio Masculino
1- Nico Lebrun (FRA), 2h32min50
2- Oscar Galindez (ARG), 2h35min43
3- Alexandre Manzan (BRA), 2h38min50
4- Dan Hugo (África do Sul), 2h42min31
5- Leonardo Casadio (BRA), 2h44min36

Pódio Feminino
1- Candy Angle (EUA), 3h05min44
2- Cristina de Carvalho (BRA), 3h22min05
3- Silvia Guimarães (BRA), 3h25min48
4- Bárbara Bonfim (BRA), 3h28min16
5- Adriana Piacek (BRA), 3h31min17


Xterra Brasil reuni 600 atletas em Ilhabela

Triathlon · 30 jul, 2006

A segunda edição do Xterra Brasil aconteceu neste sábado em Ilhabela, São Paulo, e contou com 600 atletas de diversas nacionalidades. Todos tiveram que percorrer 1,5km de natação, 29km de mountain bike e 9km de corrida. Esse percurso ficou um pouco mais difícil por causa da chuva, já que os trechos de terra batida viraram lama.

Mesmo assim a prova não teve muitas surpresas. Os favoritos Nico Lebrun, Da França e a americana Candy Angle foram os campeões. O argentino Oscar Galindez ficou em segundo lugar seguido pelo brasileiro Alexandre Manzan.

“Não sou muito bom de nadar em ondas. E o vento fez o mar estar bastante mexido. No percurso da mountain bike, o terreno estava escorregadio por causa da chuva, o que exigiu atenção redobrada. Foi uma prova muito boa”, conta Nico Lebrun, campeão da final do Xterra em 2005.

No feminino, Cristina Carvalho foi a vice-campeã. Já a terceira posição ficou com Silvia “Shubi” Guimarães. “Se eu pudesse encomendar uma prova, seria o Xterra. Foi feita sob medida para mim. Esse percurso privilegia todas as minhas qualidades”, diz Cristina. “Sofri muito na corrida, justamente meu ponto forte. Isso por causa da gravidez ainda recente”, completou a atleta de 37 anos.

Pódio Masculino
1- Nico Lebrun (FRA), 2h32min50
2- Oscar Galindez (ARG), 2h35min43
3- Alexandre Manzan (BRA), 2h38min50
4- Dan Hugo (África do Sul), 2h42min31
5- Leonardo Casadio (BRA), 2h44min36

Pódio Feminino
1- Candy Angle (EUA), 3h05min44
2- Cristina de Carvalho (BRA), 3h22min05
3- Silvia Guimarães (BRA), 3h25min48
4- Bárbara Bonfim (BRA), 3h28min16
5- Adriana Piacek (BRA), 3h31min17

Agência Mundial Antidoping quer proibir o uso de tendas que simulam altitude

A Agência Mundial de Controle Antidoping (Wada) irá discutir em setembro se é válido o uso de tendas que simulam a altitude como forma de treinamento. No último Tour de France, por exemplo, três ciclistas americanos usaram esse tipo de equipamento.

Mas isso não é novidade. Atualmente muitos atletas de elite, quando não têm a possibilidade de treinarem na altitude, equipam suas casas com câmaras que liberam pouco oxigênio e com isso fazem o corpo produzir mais glóbulos vermelhos. Estes melhoram a performance do atleta.

Segundo o jornal americano New York Times, a Wada anunciou que o uso dessas tendas, conhecidas também como câmaras hipobáricas, pode ser considerada uma forma de doping. Isto porque, vai contra o verdadeiro espírito esportivo.

No mês de setembro a agência irá decidir se incluirá ou não o uso das “tendas de altitude” na lista das Substâncias e Métodos Proibidos para 2007. Nos Estados Unidos o assunto é polêmico.

Grandes nomes do atletismo americano usam esse método. O técnico dos maratonistas da Nike, Alberto Salazar, disse em entrevista ao New York Times que se as tendas de altitude fossem proibidas, o efeito nos Estados Unidos iria ser devastador. Segundo o treinador, quatro dos seus atletas fazem o uso das tendas.

Brasil - No Brasil o uso de câmaras hipobáricas não é comum. Segundo o treinador do maratonista Vanderlei Cordeiro, Ricardo D´Angelo, os fundistas brasileiros não utilizam esse método. “Pelo que eu sei, no atletismo brasileiro nenhum atleta já utilizou ou utiliza essas câmaras como recurso para melhorar a condição física. Eu só tenho o conhecimento que alguns triathletas já usaram isso”, revela.

“Se você for analisar pelo mérito da questão, eles (Wada) têm razão. Porque uma maneira natural de você tentar melhorar o transporte do oxigênio de um atleta é expor ele a condições ambientais favoráveis a isso. Quais são essas condições? São aquelas encontradas na altitude onde a pressão barométrica é menor. Essas câmaras deixam a pressão barométrica baixa e simulam esse ambiente. Isso não é natural”, conta o treinador. “O certo é ir para uma cidade de altitude onde você está sob o efeito natural”, acrescenta.

Mas para Ricardo D´Angelo o assunto ainda tem que ser discutido um pouco mais. “Se você for pegar outros recursos o assunto fica muito complexo. Os calçados, por exemplo, alguns são melhores do que outros, porque oferecem recursos extras. São equipamentos produzidos pelos homens para melhorar a performance do atleta. Porém são equipamentos que você não tem nenhuma influência direta na melhora do metabolismo. Mas também não deixa de ser uma ajuda para o atleta. É uma questão polêmica que merece mais discussão”.


Agência Mundial Antidoping quer proibir o uso de tendas que simulam altitude

Atletismo · 28 jul, 2006

A Agência Mundial de Controle Antidoping (Wada) irá discutir em setembro se é válido o uso de tendas que simulam a altitude como forma de treinamento. No último Tour de France, por exemplo, três ciclistas americanos usaram esse tipo de equipamento.

Mas isso não é novidade. Atualmente muitos atletas de elite, quando não têm a possibilidade de treinarem na altitude, equipam suas casas com câmaras que liberam pouco oxigênio e com isso fazem o corpo produzir mais glóbulos vermelhos. Estes melhoram a performance do atleta.

Segundo o jornal americano New York Times, a Wada anunciou que o uso dessas tendas, conhecidas também como câmaras hipobáricas, pode ser considerada uma forma de doping. Isto porque, vai contra o verdadeiro espírito esportivo.

No mês de setembro a agência irá decidir se incluirá ou não o uso das “tendas de altitude” na lista das Substâncias e Métodos Proibidos para 2007. Nos Estados Unidos o assunto é polêmico.

Grandes nomes do atletismo americano usam esse método. O técnico dos maratonistas da Nike, Alberto Salazar, disse em entrevista ao New York Times que se as tendas de altitude fossem proibidas, o efeito nos Estados Unidos iria ser devastador. Segundo o treinador, quatro dos seus atletas fazem o uso das tendas.

Brasil - No Brasil o uso de câmaras hipobáricas não é comum. Segundo o treinador do maratonista Vanderlei Cordeiro, Ricardo D´Angelo, os fundistas brasileiros não utilizam esse método. “Pelo que eu sei, no atletismo brasileiro nenhum atleta já utilizou ou utiliza essas câmaras como recurso para melhorar a condição física. Eu só tenho o conhecimento que alguns triathletas já usaram isso”, revela.

“Se você for analisar pelo mérito da questão, eles (Wada) têm razão. Porque uma maneira natural de você tentar melhorar o transporte do oxigênio de um atleta é expor ele a condições ambientais favoráveis a isso. Quais são essas condições? São aquelas encontradas na altitude onde a pressão barométrica é menor. Essas câmaras deixam a pressão barométrica baixa e simulam esse ambiente. Isso não é natural”, conta o treinador. “O certo é ir para uma cidade de altitude onde você está sob o efeito natural”, acrescenta.

Mas para Ricardo D´Angelo o assunto ainda tem que ser discutido um pouco mais. “Se você for pegar outros recursos o assunto fica muito complexo. Os calçados, por exemplo, alguns são melhores do que outros, porque oferecem recursos extras. São equipamentos produzidos pelos homens para melhorar a performance do atleta. Porém são equipamentos que você não tem nenhuma influência direta na melhora do metabolismo. Mas também não deixa de ser uma ajuda para o atleta. É uma questão polêmica que merece mais discussão”.

Xterra conta com a presença de triathletas de peso

Triathlon · 27 jul, 2006

No próximo fim de semana acontece em Ilhabela, São Paulo, a segunda edição do Xterra Brasil e a pequena ilha já está em clima de competição. Os participantes da prova, que terá a largada no sábado (29), irão percorrer 1,5km de natação em mar aberto, 29km de mountain bike em terreno misto e 9km de corrida também em terreno misto.

Alguns triathletas confirmaram presença no evento como Oscar Galindez, atual campeão do Ironman Brasil; Alexandre Ribeiro, campeão do Ultraman e os triathletas Armando Barcellos, Alexandre Manzan, Maria Soleda Omar e Sandra Soldan.

Além do evento principal, haverá no domingo (30) uma disputa para crianças (Nissan XTerra Kids) e outra para corredores (Nissan XTerra Trail Run), que segundo os organizadores, irá reunir mais 450 pessoas. Aqueles que participarem do Xterra e do Xterra Trail Run receberão uma premiação especial o “Double Survivor”.

Segundo os organizadores, o evento também distribuirá 34 vagas para o mundial Xterra no Havaí, além de 15 mil euros para os profissionais.

Motorzinho participa do Meio Ironman de Brasília

Esporte Adaptado · 27 jul, 2006

O atleta cadeirante Elizario dos Santos, mais conhecido como Motorzinho, confirmou presença no Meio Ironman Brasil, que acontece no dia 20 de agosto em Brasília. Ele é o único triathleta da categoria cadeirantes na América do Sul que participou e completou o Ironman Brasil.

Mas dessa vez, Motorzinho irá enfrentar metade das distâncias de um Ironman. Ele terá que completar 1,9km de natação, 90km de bike e mais 21,5km de corrida. “Competir em Brasília será uma imensa satisfação. Só o esporte pode me oferecer tais oportunidades. Nunca pensei que poderia um dia visitar a Capital Federal”, afirma o atleta que usa três tipos diferentes de cadeiras durante a competição.

Segundo ele, seu grande desafio em Brasília é o tempo seco. “Dizem que esta época do ano é de muita seca no Centro-Oeste. Vai ser mais um obstáculo no qual os atletas terão que enfrentar”, conta.

Motorzinho ficou paraplégico depois que levou cinco tiros durante um assalto na loja em que trabalhava. Antes do incidente, ele já era esportista e participava de ultramaratonas.

Últimos dias para a inscrição do Long Distance

Triathlon · 26 jul, 2006

As inscrições para a segunda etapa do circuito Reebok Triathlon Long Distance acabam nesta semana. Estas vão até a próxima sexta-feira, 28 de julho, e podem ser feitas no site oficial da prova (www.ciadeeventos.com.br).

O interessado deve pagar um taxa que variam conforme a categoria. A profissional paga R$430, já os amadores R$400 o revezamento R$450. A prova acontece no dia seis de agosto na Praia Mansa, em Caiobá. Todos os participantes terão que enfrentar 1,9km de natação, 90km de ciclismo e 21km de corrida.

“Chegamos à última semana de inscrições para a etapa de Caiobá do Reebok Triathlon Long Distance e nossa expectativa é superar a marca do ano passado, com algo em torno de 250 competidores. De qualquer forma, já contamos com cerca de 200 atletas no total, um número bastante expressivo para a disputa. Como é costume deixar para a última hora, acreditamos que o objetivo será alcançado”, destaca Célio Balieiro, diretor da Cia. de Eventos, criadora e organizadora da competição.

A programação oficial do evento começa no dia cinco de agosto, com a entrega de kits e Expo Sports, a partir das 14 horas. No dia seis, a área de transição na Praia Mansa será aberta às 6 horas, com fechamento previsto para 7h50. Às 8 horas será dada a largada para a segunda etapa, enquanto a cerimônia de premiação está prevista para as 13 horas.

Confira horários para retirada de kits do Xterra

Triathlon · 25 jul, 2006

As retiradas dos kits para o Xterra Brazil, xterra trail run e do xterra kids começam nessa sexta feira (28) e vão até sábado (29), no xterra village, na praia do Perequê. Os kits do triathlon individual e por equipes podem ser retirados a partir das 10h de sexta e vão até às 2h de sábado.

Já para o trail run e para o kids a retirada começa na sexta e se extende das 10h às 16h do sábado. A modalidade Xterra Brazil não contará com retirada de kits no sábado. O cronograma completo com datas, horários e locais está disponível no site do evento, o www.xterrabrazil.com, no link “Prova 2006/Cronograma”.

Para quem deixou para a última hora a procura por hospedagem em Ilhabela, ainda pode encontrar vagas em alguns hotéis parceiros da organização. O Hotel Ilhabela, o Chalé Suíço, a Pousada do Capitão e o Hotel Pelicano ainda têm quartos disponíveis.

O site da competição, no link “Ilhabela/hospedagem”, traz informações completas sobre valores de diárias, serviços e localização dos estabelecimentos. O Xterra Brazil acontece no dia 30 de julho, em Ilhabela e contará com a disputa de 1,5k de natação, 29k de Mountain Bike e 9k de corrida em trilhas. Além da prova principal, acontecem as provas kids, para as crianças; Trail Run, com 10k de corrida em trilha e Doublé, onde o campeão será o atleta que fizer o menor tempo no Xterra Brazil e no Trail Run.

Oberdan e Carla Prada vencem etapa de abertura do Tripaulista

Os triathletas Oberdan Ferreira e Carla Prada venceram nesse último domingo a etapa de abertura do Circuito de Inverno TriPaulista, que aconteceu em Ubatuba, litoral norte de São Paulo. Cerca de 200 pessoas participaram do evento que contou com 1,5km de natação, 40km de ciclismo e mais 10km de corrida.

Oberdan foi o primeiro que cruzou a linha de chegada. Ele completou a prova no tempo de 2h01min44. O segundo lugar ficou com Antônio Mansur, 2h02min50 seguido por Arthur Arnaut, 2h05min25.

Já Carla terminou a prova em 2h27min19seg. A segunda posição foi para Tuanny de Oliveira (2h30min36) e Ariane da Silveira garantiu o terceiro lugar em 2h32min08.

A competição foi válida pelo ranking estadual da categoria e terá a segunda etapa em outubro, na cidade de São Carlos. “Foi uma etapa bastante técnica e que mostrou o forte nível do triathlon em São Paulo. Nem mesmo as dificuldades do circuito, um dos mais difíceis do país em razão das subidas, impediram que os triathletas fizessem um evento bom”, explica Célio Balieiro, diretor da Cia. de Eventos, organizadora da prova.

Confira a lista dos 10 primeiros colocados:

Masculino

1º Oberdan Ferreira, 2h01min44
2º Antônio Mansur, 2h02min50
3º Arthur Arnaut, 2h05min25
4º Ronaldo Teodoro, 2hm07min51
5º Diefferson Feliz, 2h08min28
6º Tiago Sandri, 2h09min29
7º Alexandre Takenaka, 2h09min52
8º Flávio Bordezan, 2h09min59
9º Ricardo Santos, 2h11min56
10º Cláudio Oliveira, 2h12min23

Feminino

1ª Carla Prada, 2h27min19
2ª Tuanny de Oliveira, 2h30min36
3ª Ariane da Silveira, 2h32min08
4ª Thelma Pereira, 2h33min07
5ª Lígia Nerici, 2h33min51
6ª Luciane Yajima, 2h34min44
7ª Renata Machado, 2h36min14
8ª Roberta Scaff, 2h37min22
9ª Bruna Melo, 2h49min59
10ª Tarsila Nardi, 2h51min04


Oberdan e Carla Prada vencem etapa de abertura do Tripaulista

Triathlon · 24 jul, 2006

Os triathletas Oberdan Ferreira e Carla Prada venceram nesse último domingo a etapa de abertura do Circuito de Inverno TriPaulista, que aconteceu em Ubatuba, litoral norte de São Paulo. Cerca de 200 pessoas participaram do evento que contou com 1,5km de natação, 40km de ciclismo e mais 10km de corrida.

Oberdan foi o primeiro que cruzou a linha de chegada. Ele completou a prova no tempo de 2h01min44. O segundo lugar ficou com Antônio Mansur, 2h02min50 seguido por Arthur Arnaut, 2h05min25.

Já Carla terminou a prova em 2h27min19seg. A segunda posição foi para Tuanny de Oliveira (2h30min36) e Ariane da Silveira garantiu o terceiro lugar em 2h32min08.

A competição foi válida pelo ranking estadual da categoria e terá a segunda etapa em outubro, na cidade de São Carlos. “Foi uma etapa bastante técnica e que mostrou o forte nível do triathlon em São Paulo. Nem mesmo as dificuldades do circuito, um dos mais difíceis do país em razão das subidas, impediram que os triathletas fizessem um evento bom”, explica Célio Balieiro, diretor da Cia. de Eventos, organizadora da prova.

Confira a lista dos 10 primeiros colocados:

Masculino

1º Oberdan Ferreira, 2h01min44
2º Antônio Mansur, 2h02min50
3º Arthur Arnaut, 2h05min25
4º Ronaldo Teodoro, 2hm07min51
5º Diefferson Feliz, 2h08min28
6º Tiago Sandri, 2h09min29
7º Alexandre Takenaka, 2h09min52
8º Flávio Bordezan, 2h09min59
9º Ricardo Santos, 2h11min56
10º Cláudio Oliveira, 2h12min23

Feminino

1ª Carla Prada, 2h27min19
2ª Tuanny de Oliveira, 2h30min36
3ª Ariane da Silveira, 2h32min08
4ª Thelma Pereira, 2h33min07
5ª Lígia Nerici, 2h33min51
6ª Luciane Yajima, 2h34min44
7ª Renata Machado, 2h36min14
8ª Roberta Scaff, 2h37min22
9ª Bruna Melo, 2h49min59
10ª Tarsila Nardi, 2h51min04

Guia do monitor cardíaco 2006

Logo que uma pessoa começa correr, ela sente a necessidade de obter alguns equipamentos extras para o treino. Um deles é o famoso monitor cardíaco, também conhecido por frequencímetro. Mas afinal para que serve esse aparelho?

O monitor de freqüência cardíaca é um aparelho que mede os batimentos cardíacos durante a atividade física. Ele é capaz de marcar qual é a freqüência máxima do treino e os batimentos por minuto do coração.

Através da freqüência cardíaca, o treinador pode determinar a intensidade do treino. O repórter do Webrun, Alexandre Koda, por exemplo, é iniciante. Para trotar, ele deve se manter em 160 BPM (batimentos por minuto). Já na intensidade leve esse número salta para 170 BPM. É com o monitor cardíaco que ele acompanha essas freqüências.

Mas para definir essas cargas é necessário fazer alguns exames básicos como o teste ergométrico. Porém muitos se baseiam numa conta simples, que revela a freqüência cardíaca (FC) sub-máxima do esportista. Essa freqüência serve como base para o treino:

  • 195 - idade = FC sub-máxima

    No caso dele, que tem 23 anos, a freqüência sub-máxima é de 172 BPM. Segundo o cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb, esta conta da sub-máxima revela uma freqüência estável, sem riscos para o coração e boa para quem busca o emagrecimento.

    A partir dela e de um monitor cardíaco, é possível analisar o treino, o condicionamento físico e correr sempre numa faixa segura de FC, a fim de evitar possíveis riscos de eventos cardíacos.

    Mas para ter certeza se o coração está trabalhando direito, o correto é fazer anualmente os exames adequados (teste ergométrico e exame de sangue completo) e mostrá-los ao treinador. Com esses documentos o treinador determinará os ritmos corretos com mais precisão.

    Diante desses números e de um monitor cardíaco, o corredor poderá verificar se atinge durante o treino as metas propostas pelo treinador.

    Conheça alguns modelos de monitores cardíacos disponíveis no mercado brasileiro:

    Nike Imara HRM: segundo a marca, tem dados precisos do batimento cardíaco. A frente do relógio é de aço inoxidável o que torna o produto mais durável.

    Especificações técnicas:

  • Resistente à água até 50 metros
  • Cronógrafo que marca seu treinamento e acompanha a queima de calorias
  • Zonas programáveis de freqüência cardíaca com alerta sonoro para registros fora da zona
  • Cronômetro de intervalos de dois segmentos desenvolvido para programa de corrida ou caminhada seja em treinamento leve ou de maior esforço
  • CD tutorial incluído

    Preço sugerido: R$663

    - Nike Triax C5: modelo tem transmissor peitoral anatomicamente projetado. Além disso, tem iluminação da tela de cristal líquido com um toque.

  • Resistente à água até 50 metros
  • Cronógrafo que exibe tempo de exercício, taxa média dos batimentos cardíacos e tempo na zona alvo
  • Zonas programáveis de freqüência cardíaca com alarme sonoro para registros fora da zona
  • Hora, calendário, alarmes
  • CD tutorial incluído

    Preço sugerido: R$585

    - Oregon HR 318: modelo indicado para iniciantes, mede a freqüência cardíaca com cinta peitoral e transmissão sem fio. Também mede o consumo de calorias e a porcentagem de queima de gordura. Segundo os fabricantes, tem o programa de treino inteligente, com opções predefinidas de tempo de treino com aquecimento.

    Especificações técnicas:

  • Limites de zona de freqüência (zona alvo) personalizáveis
  • Alarmes visual e sonoro quando está fora da zona alvo
  • Cronômetro com memória para 44 voltas
  • Relógio à prova d'água até 30 metros
  • Alimentação: 01 bateria CR2032 no monitor e 01 na cinta (incluídas)

    Valor sugerido: R$369

    Obs.: A empresa não garante a transmissão da freqüência cardíaca em ambiente sub-aquático. Também não indica o produto para pessoas que possuem marcapasso e algumas esteiras podem causar interferências na leitura da freqüência cardíaca.

    - Oregon SE 212: indicado para nível intermediário. Modelo exclusivo feminino com cinta anatômica para melhor adequação ao corpo. Além disso, possui o sistema de codificação digital que diminui as interferências externas.

    Especificações técnicas:

  • Média de batimentos cardíacos
  • Consumo de calorias e porcentagem de queima de gordura
  • Ajuste do perfil do exercício, para adequar o monitor aos diferentes tipos
    de exercício
  • Definição do perfil do usuário usando informações como idade, sexo, peso altura e nível de atividade física, o monitor cardíaco ajuda a determinar o nível de capacidade física (VO2) do usuário

    Preço sugerido para venda R$369

    Obs.: A empresa não garante a transmissão da freqüência cardíaca em ambiente sub-aquático. Também não indica o produto para pessoas que possuem marcapasso.

    - Oregon Rs 109: modelo indicado para nível avançado. Este também é indicado para prática de aventura por mostrar altitude e temperatura do ambiente. O cronômetro tem contagem regressiva e pode armazenar os dados de 99 voltas com as médias cardíacas.

    Especificações técnicas:

  • 5 zonas alvo
  • Previsão do tempo (através de compensação barométrica)
  • Altímetro com contagem de um ou três metros
  • Gráfico com histórico de pressão barométrica
  • Alarme de altitude mínima e máxima definida pelo usuário
  • Memória para altitude mínima, máxima e total
  • Mostra a velocidade de aumento e diminuição da altitude
  • Termômetro
  • Resistente à água até 50 metros

    Preço sugerido: R$599

    - Polar S210: possui várias funções como Uplink (luz noturna ), relógio, calendário entre outros.

    Especificações técnicas:

  • Cronômetro progressivo/regressivo triplo
  • Voltas com tempos parciais e freqüência cardíaca
  • Limite da zona alvo manual
  • Freqüência cardíaca média, máxima e contínua

    Preço sugerido: R$669

    - Polar RS200sd: segundo a marca, o modelo foi criado para todos os tipos de corredores, dos iniciantes até os mais experientes. Acompanha o Sensor Inercial (Polar S1) capaz de medir com precisão a velocidade e distância.

    Especificações técnicas:

  • Limites de zona alvo automáticos baseados na idade
  • Resumo do exercício
  • Teste de aptidão física (Ownindex)
  • Cronômetro progressivo e regressivo
  • Treino intervalado (freqüência máxima, ritmo, distância)
  • Contagem de calorias
  • Resistente à água

    Preço sugerido: R$999

    Reebok RS2: este é o lançamento da marca e possui cinta transmissora que possibilita a troca de baterias.

    Especificações técnicas:

  • Relógio com Calendário.
  • Alarme
  • Zona Alvo com aviso sonoro
  • Alarme Visual e Sonoro
  • Timer regressivo de 10 horas
  • Scan Máxima/ Média / Mínima da freqüência cardíaca

    Preço sugerido: R$252

    - Timex TI5E671: segundo a marca tem a tecnologia STI, Sistema Total de Integração. O seu diferencial é o sistema GPS.

    Especificações técnicas:

  • Monitor com capacidade de memorizar 100 voltas
  • Marca a velocidade e distância
  • Monitoramento cardíaco digital
  • Funcionalidade GPS

    Preço sugerido: R$1.666

    - Timex TI5C351: modelo tem cronógrafo de 100 horas, cronômetro com contagem regressiva de 100 horas com três segmentos.

    Especificações técnicas:

  • Zona alvo com alarme
  • 5 zonas baseadas no batimento cardíaco máximo
  • Dados máximos e médios do batimento cardíaco
  • Contagem de calorias queimadas
  • Alarme com backup de 5 minutos
  • Resistência à água até 50 metros

    Preço sugerido: R$433,50

    Onde encontrar

    - Nike: São Paulo e Grande São Paulo (11) 5682-6327. Demais estados 0800-703-6453
    - Oregon Scientific: www.oregonscientific.com.br
    - Polar: www.proximus.com.br
    - Reebok: Sac. 0800-704-4173
    - Timex: www.timex.com.br


  • Guia do monitor cardíaco 2006

    Atletismo · 24 jul, 2006

    Logo que uma pessoa começa correr, ela sente a necessidade de obter alguns equipamentos extras para o treino. Um deles é o famoso monitor cardíaco, também conhecido por frequencímetro. Mas afinal para que serve esse aparelho?

    O monitor de freqüência cardíaca é um aparelho que mede os batimentos cardíacos durante a atividade física. Ele é capaz de marcar qual é a freqüência máxima do treino e os batimentos por minuto do coração.

    Através da freqüência cardíaca, o treinador pode determinar a intensidade do treino. O repórter do Webrun, Alexandre Koda, por exemplo, é iniciante. Para trotar, ele deve se manter em 160 BPM (batimentos por minuto). Já na intensidade leve esse número salta para 170 BPM. É com o monitor cardíaco que ele acompanha essas freqüências.

    Mas para definir essas cargas é necessário fazer alguns exames básicos como o teste ergométrico. Porém muitos se baseiam numa conta simples, que revela a freqüência cardíaca (FC) sub-máxima do esportista. Essa freqüência serve como base para o treino:

  • 195 - idade = FC sub-máxima

    No caso dele, que tem 23 anos, a freqüência sub-máxima é de 172 BPM. Segundo o cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb, esta conta da sub-máxima revela uma freqüência estável, sem riscos para o coração e boa para quem busca o emagrecimento.

    A partir dela e de um monitor cardíaco, é possível analisar o treino, o condicionamento físico e correr sempre numa faixa segura de FC, a fim de evitar possíveis riscos de eventos cardíacos.

    Mas para ter certeza se o coração está trabalhando direito, o correto é fazer anualmente os exames adequados (teste ergométrico e exame de sangue completo) e mostrá-los ao treinador. Com esses documentos o treinador determinará os ritmos corretos com mais precisão.

    Diante desses números e de um monitor cardíaco, o corredor poderá verificar se atinge durante o treino as metas propostas pelo treinador.

    Conheça alguns modelos de monitores cardíacos disponíveis no mercado brasileiro:

    Nike Imara HRM: segundo a marca, tem dados precisos do batimento cardíaco. A frente do relógio é de aço inoxidável o que torna o produto mais durável.

    Especificações técnicas:

  • Resistente à água até 50 metros
  • Cronógrafo que marca seu treinamento e acompanha a queima de calorias
  • Zonas programáveis de freqüência cardíaca com alerta sonoro para registros fora da zona
  • Cronômetro de intervalos de dois segmentos desenvolvido para programa de corrida ou caminhada seja em treinamento leve ou de maior esforço
  • CD tutorial incluído

    Preço sugerido: R$663

    - Nike Triax C5: modelo tem transmissor peitoral anatomicamente projetado. Além disso, tem iluminação da tela de cristal líquido com um toque.

  • Resistente à água até 50 metros
  • Cronógrafo que exibe tempo de exercício, taxa média dos batimentos cardíacos e tempo na zona alvo
  • Zonas programáveis de freqüência cardíaca com alarme sonoro para registros fora da zona
  • Hora, calendário, alarmes
  • CD tutorial incluído

    Preço sugerido: R$585

    - Oregon HR 318: modelo indicado para iniciantes, mede a freqüência cardíaca com cinta peitoral e transmissão sem fio. Também mede o consumo de calorias e a porcentagem de queima de gordura. Segundo os fabricantes, tem o programa de treino inteligente, com opções predefinidas de tempo de treino com aquecimento.

    Especificações técnicas:

  • Limites de zona de freqüência (zona alvo) personalizáveis
  • Alarmes visual e sonoro quando está fora da zona alvo
  • Cronômetro com memória para 44 voltas
  • Relógio à prova d'água até 30 metros
  • Alimentação: 01 bateria CR2032 no monitor e 01 na cinta (incluídas)

    Valor sugerido: R$369

    Obs.: A empresa não garante a transmissão da freqüência cardíaca em ambiente sub-aquático. Também não indica o produto para pessoas que possuem marcapasso e algumas esteiras podem causar interferências na leitura da freqüência cardíaca.

    - Oregon SE 212: indicado para nível intermediário. Modelo exclusivo feminino com cinta anatômica para melhor adequação ao corpo. Além disso, possui o sistema de codificação digital que diminui as interferências externas.

    Especificações técnicas:

  • Média de batimentos cardíacos
  • Consumo de calorias e porcentagem de queima de gordura
  • Ajuste do perfil do exercício, para adequar o monitor aos diferentes tipos
    de exercício
  • Definição do perfil do usuário usando informações como idade, sexo, peso altura e nível de atividade física, o monitor cardíaco ajuda a determinar o nível de capacidade física (VO2) do usuário

    Preço sugerido para venda R$369

    Obs.: A empresa não garante a transmissão da freqüência cardíaca em ambiente sub-aquático. Também não indica o produto para pessoas que possuem marcapasso.

    - Oregon Rs 109: modelo indicado para nível avançado. Este também é indicado para prática de aventura por mostrar altitude e temperatura do ambiente. O cronômetro tem contagem regressiva e pode armazenar os dados de 99 voltas com as médias cardíacas.

    Especificações técnicas:

  • 5 zonas alvo
  • Previsão do tempo (através de compensação barométrica)
  • Altímetro com contagem de um ou três metros
  • Gráfico com histórico de pressão barométrica
  • Alarme de altitude mínima e máxima definida pelo usuário
  • Memória para altitude mínima, máxima e total
  • Mostra a velocidade de aumento e diminuição da altitude
  • Termômetro
  • Resistente à água até 50 metros

    Preço sugerido: R$599

    - Polar S210: possui várias funções como Uplink (luz noturna ), relógio, calendário entre outros.

    Especificações técnicas:

  • Cronômetro progressivo/regressivo triplo
  • Voltas com tempos parciais e freqüência cardíaca
  • Limite da zona alvo manual
  • Freqüência cardíaca média, máxima e contínua

    Preço sugerido: R$669

    - Polar RS200sd: segundo a marca, o modelo foi criado para todos os tipos de corredores, dos iniciantes até os mais experientes. Acompanha o Sensor Inercial (Polar S1) capaz de medir com precisão a velocidade e distância.

    Especificações técnicas:

  • Limites de zona alvo automáticos baseados na idade
  • Resumo do exercício
  • Teste de aptidão física (Ownindex)
  • Cronômetro progressivo e regressivo
  • Treino intervalado (freqüência máxima, ritmo, distância)
  • Contagem de calorias
  • Resistente à água

    Preço sugerido: R$999

    Reebok RS2: este é o lançamento da marca e possui cinta transmissora que possibilita a troca de baterias.

    Especificações técnicas:

  • Relógio com Calendário.
  • Alarme
  • Zona Alvo com aviso sonoro
  • Alarme Visual e Sonoro
  • Timer regressivo de 10 horas
  • Scan Máxima/ Média / Mínima da freqüência cardíaca

    Preço sugerido: R$252

    - Timex TI5E671: segundo a marca tem a tecnologia STI, Sistema Total de Integração. O seu diferencial é o sistema GPS.

    Especificações técnicas:

  • Monitor com capacidade de memorizar 100 voltas
  • Marca a velocidade e distância
  • Monitoramento cardíaco digital
  • Funcionalidade GPS

    Preço sugerido: R$1.666

    - Timex TI5C351: modelo tem cronógrafo de 100 horas, cronômetro com contagem regressiva de 100 horas com três segmentos.

    Especificações técnicas:

  • Zona alvo com alarme
  • 5 zonas baseadas no batimento cardíaco máximo
  • Dados máximos e médios do batimento cardíaco
  • Contagem de calorias queimadas
  • Alarme com backup de 5 minutos
  • Resistência à água até 50 metros

    Preço sugerido: R$433,50

    Onde encontrar

    - Nike: São Paulo e Grande São Paulo (11) 5682-6327. Demais estados 0800-703-6453
    - Oregon Scientific: www.oregonscientific.com.br
    - Polar: www.proximus.com.br
    - Reebok: Sac. 0800-704-4173
    - Timex: www.timex.com.br

  • Os benefícios da corrida para o iniciante

    A corrida de rua é um esporte que cresce a cada ano no Brasil. Em 2005 uma prova de dez quilômetros reuniu cerca de 20 mil pessoas, todas em busca de um único objetivo: completar a competição. Mas por trás da superação de limites, a corrida também é benéfica para a saúde e isso pode ser sentido na pele.

    O técnico de corrida da Run for Life, Wanderlei de Oliveira, treina as pessoas que trabalham na Bolsa de Mercadorias e Futuros. Num ambiente estressante, Oliveira afirma que seus alunos descarregam as energias quando praticam alguma atividade física. Esse é o primeiro benefício da corrida.

    “A produção de endorfina na corrida dá uma sensação de bem estar, de descarga de energia. Através da atividade física, seja 30, 40 ou 50 minutos diários, as pessoas ficam desestressadas”, revela.

    Após alguns meses de corrida, o corpo ainda ganha mais benefícios. Um deles é a perda de peso. Segundo Oliveira, esse é o fator que mais anima os seus alunos. “Dentro da BM&F mais de 60% das pessoas estão sobre-peso. Muitas começam sedentárias e gradativamente perdem alguns quilos. Isso é um estímulo muito grande”, conta.

    Além disso, quando há uma regularidade na atividade física, os praticantes se preocupam mais com o tipo de alimentação. “Eles observam melhor o que comem e isso ajuda emagrecer”, acrescenta.

    Depois de sentir todas essas mudanças, o iniciante na corrida começa a usar o sono como fonte de recuperação. “Muita gente me fala, que depois de dois meses de treino, dorme melhor. Isso acontece porque ela tem um desgaste energético na atividade física, que ajuda o sono mais profundo”, completa.

    Qualquer pessoa pode praticar a corrida. Mas antes de começar a suar a camisa algumas precauções devem ser tomadas. Uma delas são os check-ups inicias.

    Para o cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb, o mínimo que a pessoa deve fazer antes de se aventurar são dois exames médicos: o teste ergométrico e um exame de sangue completo. Mas isso deve ser feito com profissionais sérios. “Não exija o atestado para um médico, você estará se enganando. Faça o exame”, alerta o Dr. Ghorayeb.

    As pessoas acima do peso também devem ficar atentas. “Qualquer pessoa que esteja cinco quilos acima do peso deve iniciar caminhado. Só depois de perder esse peso, ela pode correr. Se começar a correr antes da hora, ela pode acarretar alguns problemas nos tendões”, conta o técnico Oliveira.

    Depois da autorização do médico para a prática esportiva, o iniciante deve ficar atento aos acessórios que podem auxiliar a corrida. “Se a pessoa tiver recursos financeiros e puder iniciar com um tênis adequado e um monitor cardíaco, ótimo. São recursos a mais para que ela se policie no treinamento”, conta.

    Como o tênis é o principal instrumento da corrida, o calçado pode influenciar o seu desempenho. Antes de comprar um par de tênis, o iniciante deve saber o seu tipo de pisada.

    Pisada neutra: onde se inicia o contato com o solo do lado externo do calcanhar e então ocorre uma rotação moderada para dentro, terminando a passada no centro da planta do pé.

    Pisada pronadora: onde a pisada também se inicia do lado externo do calcanhar, ou algumas vezes um pouco mais para a parte interna, para então ocorrer uma rotação acentuada do pé para dentro, terminando a passada perto do dedão.

    Pisada supinadora: onde a pisada inicia no calcanhar do lado externo e se mantêm o contato do pé com o solo do lado externo, terminando a pisada na base do dedinho.

    Existem diversas formas para descobrir o seu tipo de pisada. A mais simples pode ser feita em casa. Basta pegar um calçado usado e analisar a sola. Segundo a fisiologista Eliana Beretta, o corredor deve olhar o desgaste na planta do pé. “Se este desgaste ocorrer no centro da planta do pé a pessoa apresenta tendência a pisada neutra; se este desgaste ocorrer do lado interno na planta do pé a pessoa tem tendência a pronação; se este desgaste ocorrer do lado de fora na planta do pé a pessoa apresenta tendência a supinação”, conta.

    “Se ainda assim a pessoa não souber qual é o tipo de pisada o melhor é comprar um tênis acolchoado, para uma pisada neutra e sempre um número a mais que o dela. Isso dá mais conforto e durante a caminhada ou corrida o pé tem um espaço a mais para percorrer. Assim evita machucar a unha”, aconselha Oliveira.


    Os benefícios da corrida para o iniciante

    Atletismo · 23 jul, 2006

    A corrida de rua é um esporte que cresce a cada ano no Brasil. Em 2005 uma prova de dez quilômetros reuniu cerca de 20 mil pessoas, todas em busca de um único objetivo: completar a competição. Mas por trás da superação de limites, a corrida também é benéfica para a saúde e isso pode ser sentido na pele.

    O técnico de corrida da Run for Life, Wanderlei de Oliveira, treina as pessoas que trabalham na Bolsa de Mercadorias e Futuros. Num ambiente estressante, Oliveira afirma que seus alunos descarregam as energias quando praticam alguma atividade física. Esse é o primeiro benefício da corrida.

    “A produção de endorfina na corrida dá uma sensação de bem estar, de descarga de energia. Através da atividade física, seja 30, 40 ou 50 minutos diários, as pessoas ficam desestressadas”, revela.

    Após alguns meses de corrida, o corpo ainda ganha mais benefícios. Um deles é a perda de peso. Segundo Oliveira, esse é o fator que mais anima os seus alunos. “Dentro da BM&F mais de 60% das pessoas estão sobre-peso. Muitas começam sedentárias e gradativamente perdem alguns quilos. Isso é um estímulo muito grande”, conta.

    Além disso, quando há uma regularidade na atividade física, os praticantes se preocupam mais com o tipo de alimentação. “Eles observam melhor o que comem e isso ajuda emagrecer”, acrescenta.

    Depois de sentir todas essas mudanças, o iniciante na corrida começa a usar o sono como fonte de recuperação. “Muita gente me fala, que depois de dois meses de treino, dorme melhor. Isso acontece porque ela tem um desgaste energético na atividade física, que ajuda o sono mais profundo”, completa.

    Qualquer pessoa pode praticar a corrida. Mas antes de começar a suar a camisa algumas precauções devem ser tomadas. Uma delas são os check-ups inicias.

    Para o cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb, o mínimo que a pessoa deve fazer antes de se aventurar são dois exames médicos: o teste ergométrico e um exame de sangue completo. Mas isso deve ser feito com profissionais sérios. “Não exija o atestado para um médico, você estará se enganando. Faça o exame”, alerta o Dr. Ghorayeb.

    As pessoas acima do peso também devem ficar atentas. “Qualquer pessoa que esteja cinco quilos acima do peso deve iniciar caminhado. Só depois de perder esse peso, ela pode correr. Se começar a correr antes da hora, ela pode acarretar alguns problemas nos tendões”, conta o técnico Oliveira.

    Depois da autorização do médico para a prática esportiva, o iniciante deve ficar atento aos acessórios que podem auxiliar a corrida. “Se a pessoa tiver recursos financeiros e puder iniciar com um tênis adequado e um monitor cardíaco, ótimo. São recursos a mais para que ela se policie no treinamento”, conta.

    Como o tênis é o principal instrumento da corrida, o calçado pode influenciar o seu desempenho. Antes de comprar um par de tênis, o iniciante deve saber o seu tipo de pisada.

    Pisada neutra: onde se inicia o contato com o solo do lado externo do calcanhar e então ocorre uma rotação moderada para dentro, terminando a passada no centro da planta do pé.

    Pisada pronadora: onde a pisada também se inicia do lado externo do calcanhar, ou algumas vezes um pouco mais para a parte interna, para então ocorrer uma rotação acentuada do pé para dentro, terminando a passada perto do dedão.

    Pisada supinadora: onde a pisada inicia no calcanhar do lado externo e se mantêm o contato do pé com o solo do lado externo, terminando a pisada na base do dedinho.

    Existem diversas formas para descobrir o seu tipo de pisada. A mais simples pode ser feita em casa. Basta pegar um calçado usado e analisar a sola. Segundo a fisiologista Eliana Beretta, o corredor deve olhar o desgaste na planta do pé. “Se este desgaste ocorrer no centro da planta do pé a pessoa apresenta tendência a pisada neutra; se este desgaste ocorrer do lado interno na planta do pé a pessoa tem tendência a pronação; se este desgaste ocorrer do lado de fora na planta do pé a pessoa apresenta tendência a supinação”, conta.

    “Se ainda assim a pessoa não souber qual é o tipo de pisada o melhor é comprar um tênis acolchoado, para uma pisada neutra e sempre um número a mais que o dela. Isso dá mais conforto e durante a caminhada ou corrida o pé tem um espaço a mais para percorrer. Assim evita machucar a unha”, aconselha Oliveira.

    10 dicas para potencializar o treino de triathlon

    Todo esportista sabe que o treinamento é a base de uma boa prova. Por isso seguir algumas orientações e ter cautela durante o treino pode evitar lesões e melhorar o desempenho do atleta. Confira algumas dicas do treinador Maurílio Santana.

    1- O aquecimento é fundamental antes de iniciar seu treino, pois com ele é possível aumentar a temperatura corporal, lubrificar as articulações, elevar a freqüência cardíaca e a circulação sanguínea. O aquecimento pode durar de 5 a 15 minutos dependendo do objetivo do treino, quanto mais intenso o treino maior deve ser o tempo de aquecimento.

    2- Após o aquecimento é hora dos alongamentos. Não subestime os alongamentos! Dê uma atenção especial aos exercícios, prestando atenção na musculatura solicitada. No ciclismo os grupos musculares mais exigidos são: quadríceps, ísquios-tibiais, panturrilha, tibiais anteriores, glúteos, lombar, pescoço, tríceps e antebraço. Permaneça em cada posição do exercício no mínimo 15 segundos.

    3- Vamos para o treino propriamente dito! Inicie seu treino de maneira progressiva, isto é, aumente a intensidade ao longo do tempo, que pode variar de 5 a 15 minutos, como já dito antes dependendo do tipo de treino. O aquecimento nesse caso é para obter o melhor rendimento possível no treino, se iniciar muito forte sua capacidade aeróbia diminui, acelerando o processo de fadiga, nesse caso com a fadiga precoce instalada é necessário diminuir o ritmo, dependendo até mesmo interromper o treino.

    4- Respeite a prescrição de treino feita pelo seu treinador, se a prescrição foi feita através da freqüência cardíaca, permaneça na freqüência cardíaca alvo estabelecida, mesmo que tenha de rodar em um ritmo lento. Acostumar a treinar com freqüências altas limita sua performance. No caso da prescrição ser em watts (nesse caso somente quem possui em sua bike os equipamentos chamados de “medidores de potência”) a precisão é ainda maior, pois a força relativa gerada em watts é a maneira mais específica de treinamento.

    5- Procure treinar seguindo um dos princípios básicos do treinamento, o princípio da especificidade. Quando o treino proposto for de subida, por exemplo, de nada adianta pedalar em um terreno com leves subidas e descidas, ou até mesmo pedalar em pé no plano para simular a subida. Naquele treino longo, por exemplo, o ciclista começa a dar alguns sprints comprometendo o ótimo andamento do treino, salvo algumas situações, e até pior comprometendo talvez até o treino seguinte, pois o objetivo do treino longo não é força ou velocidade, mas sim resistência.

    6- Desaquecimento. Nunca termine um treino com intensidade alta, dê tempo para a freqüência cardíaca e a temperatura corporal diminuírem aos poucos, baixe a intensidade do treino de maneira progressiva, voltando a calma aos poucos.

    7- Hidrate-se constantemente, o ideal é hidrata-se a cada 15 minutos de atividade física contínua. Leve duas caramanholas na bike, nos treinos longos serão necessárias. Para saber a quantidade de líquido a ser reposto após o treino, o ideal é medir seu peso antes e depois do treino, a quantidade perdida de peso é a quantidade de líquidos a ser reposta. Se o peso perdido for maior que 2% do peso corporal é necessário fazer uso de bebidas isotônicas para repor os sais minerais perdidos com o suor.

    8- A alimentação antes, durante e depois do treino é fundamental, digo mais, é vital para o ótimo desempenho do atleta. Até 3 horas antes do treino procure comer carboidratos complexos e alimentos com fonte de proteína, como pão branco, frutas, cereais, queijos brancos, peito de peru e sucos de frutas. Meia hora antes do treino use carboidratos com baixo índice glicêmico e sem ser integral, para facilitar a absorção dos nutrientes de maneira rápida, ou até mesmo os carboidratos em gel ou em pó. Durante o treino, o uso de suplementos a base de carboidratos deve ser usado a cada 1 hora de treino para ajudar a manter as reservas de energia. Já após o treino, o uso de carboidratos de absorção rápida até meia hora é o ideal, os chamados dextrose, para repor os estoques de glicogênio muscular e hepático.

    9- Relate seu treino com os dados obtidos, como tempo, distância, média de freqüência cardíaca, freqüência cardíaca máxima, percepção de esforço, temperatura, umidade, horário do treino, fatores de estresse, etc, quanto mais informações tiverem do seu treino, melhor para seu treinador avaliar e prescrever de maneira mais fidedigna seu treinamento. Tenha sempre contigo um diário de treino.

    10- Descanse, recupere do estresse físico gerado pelo treino. Alimente-se bem, durma bem, alongue-se, mantenha a mente livre de aborrecimentos desnecessários, faça meditação, ouça uma boa música, brinque, durma depois do almoço se possível, leia um bom livro, assista a um bom filme, brinque com seu filho, com seu animal de estimação, crie hábitos saudáveis, com certeza sua performance nos treinos e sua vida será melhor.


    10 dicas para potencializar o treino de triathlon

    Triathlon · 21 jul, 2006

    Todo esportista sabe que o treinamento é a base de uma boa prova. Por isso seguir algumas orientações e ter cautela durante o treino pode evitar lesões e melhorar o desempenho do atleta. Confira algumas dicas do treinador Maurílio Santana.

    1- O aquecimento é fundamental antes de iniciar seu treino, pois com ele é possível aumentar a temperatura corporal, lubrificar as articulações, elevar a freqüência cardíaca e a circulação sanguínea. O aquecimento pode durar de 5 a 15 minutos dependendo do objetivo do treino, quanto mais intenso o treino maior deve ser o tempo de aquecimento.

    2- Após o aquecimento é hora dos alongamentos. Não subestime os alongamentos! Dê uma atenção especial aos exercícios, prestando atenção na musculatura solicitada. No ciclismo os grupos musculares mais exigidos são: quadríceps, ísquios-tibiais, panturrilha, tibiais anteriores, glúteos, lombar, pescoço, tríceps e antebraço. Permaneça em cada posição do exercício no mínimo 15 segundos.

    3- Vamos para o treino propriamente dito! Inicie seu treino de maneira progressiva, isto é, aumente a intensidade ao longo do tempo, que pode variar de 5 a 15 minutos, como já dito antes dependendo do tipo de treino. O aquecimento nesse caso é para obter o melhor rendimento possível no treino, se iniciar muito forte sua capacidade aeróbia diminui, acelerando o processo de fadiga, nesse caso com a fadiga precoce instalada é necessário diminuir o ritmo, dependendo até mesmo interromper o treino.

    4- Respeite a prescrição de treino feita pelo seu treinador, se a prescrição foi feita através da freqüência cardíaca, permaneça na freqüência cardíaca alvo estabelecida, mesmo que tenha de rodar em um ritmo lento. Acostumar a treinar com freqüências altas limita sua performance. No caso da prescrição ser em watts (nesse caso somente quem possui em sua bike os equipamentos chamados de “medidores de potência”) a precisão é ainda maior, pois a força relativa gerada em watts é a maneira mais específica de treinamento.

    5- Procure treinar seguindo um dos princípios básicos do treinamento, o princípio da especificidade. Quando o treino proposto for de subida, por exemplo, de nada adianta pedalar em um terreno com leves subidas e descidas, ou até mesmo pedalar em pé no plano para simular a subida. Naquele treino longo, por exemplo, o ciclista começa a dar alguns sprints comprometendo o ótimo andamento do treino, salvo algumas situações, e até pior comprometendo talvez até o treino seguinte, pois o objetivo do treino longo não é força ou velocidade, mas sim resistência.

    6- Desaquecimento. Nunca termine um treino com intensidade alta, dê tempo para a freqüência cardíaca e a temperatura corporal diminuírem aos poucos, baixe a intensidade do treino de maneira progressiva, voltando a calma aos poucos.

    7- Hidrate-se constantemente, o ideal é hidrata-se a cada 15 minutos de atividade física contínua. Leve duas caramanholas na bike, nos treinos longos serão necessárias. Para saber a quantidade de líquido a ser reposto após o treino, o ideal é medir seu peso antes e depois do treino, a quantidade perdida de peso é a quantidade de líquidos a ser reposta. Se o peso perdido for maior que 2% do peso corporal é necessário fazer uso de bebidas isotônicas para repor os sais minerais perdidos com o suor.

    8- A alimentação antes, durante e depois do treino é fundamental, digo mais, é vital para o ótimo desempenho do atleta. Até 3 horas antes do treino procure comer carboidratos complexos e alimentos com fonte de proteína, como pão branco, frutas, cereais, queijos brancos, peito de peru e sucos de frutas. Meia hora antes do treino use carboidratos com baixo índice glicêmico e sem ser integral, para facilitar a absorção dos nutrientes de maneira rápida, ou até mesmo os carboidratos em gel ou em pó. Durante o treino, o uso de suplementos a base de carboidratos deve ser usado a cada 1 hora de treino para ajudar a manter as reservas de energia. Já após o treino, o uso de carboidratos de absorção rápida até meia hora é o ideal, os chamados dextrose, para repor os estoques de glicogênio muscular e hepático.

    9- Relate seu treino com os dados obtidos, como tempo, distância, média de freqüência cardíaca, freqüência cardíaca máxima, percepção de esforço, temperatura, umidade, horário do treino, fatores de estresse, etc, quanto mais informações tiverem do seu treino, melhor para seu treinador avaliar e prescrever de maneira mais fidedigna seu treinamento. Tenha sempre contigo um diário de treino.

    10- Descanse, recupere do estresse físico gerado pelo treino. Alimente-se bem, durma bem, alongue-se, mantenha a mente livre de aborrecimentos desnecessários, faça meditação, ouça uma boa música, brinque, durma depois do almoço se possível, leia um bom livro, assista a um bom filme, brinque com seu filho, com seu animal de estimação, crie hábitos saudáveis, com certeza sua performance nos treinos e sua vida será melhor.