Triathlon

Ubatuba recebe prova de triathlon no fim de semana

Triathlon · 21 jul, 2006

Nesse fim de semana acontece em Ubatuba, litoral norte de São Paulo, a etapa de abertura do Circuito de Inverno TriPaulista. A prova deve reuni 200 competidores que enfrentarão 1,5km de natação, 40km de ciclismo e 10 km de corrida. A largada será dada às 9h na praia do Cruzeiro.

Segundo os organizadores, a competição é válida pelo ranking estadual da categoria e terá a segunda etapa em outubro, na cidade de São Carlos. Além disso, o circuito classifica os melhores triathletas para o Brasileiro de distâncias olímpicas.

No sábado (22) acontece a retirada de kits das 15h às 18h. No dia da prova a área de transição abre às 7h e fecha às 8h45. Portanto os participantes terão 1h45min para arrumarem seus equipamentos.

Triathletas de peso vão brigar pelo pódio do Xterra Brasil

No último fim de semana de julho acontece em Ilhabela, São Paulo, o XTerra Brasil, prova de triathlon cross-country que contará com a presença de importantes atletas. Segundo os organizadores, 650 pessoas garantiram uma vaga na prova que terá 1,5 km de natação em mar aberto, 29km de mountain bike em terreno misto (trilha, terreno acidentado e paralelepípedo) e 9 km de corrida.

Já confirmaram presença na competição a campeã Mundial do Circuito XTerra Global, Candy Angle; a Argentina Maria Soledad Omar, quinta colocada da prova no ano passado e o seu compatriota Oscar Galindez, atual campeão do Ironman Brasil.

“Estou acostumada com o triathlon de rua. O XTerra Brasil do ano passado foi minha primeira experiência no cross-country, como gostei resolvi tentar novamente. Mas desta vez eu comprei uma bicicleta para o mountain bike. Meus treinamentos estão focados nisso”, revela Soledad.

Já Galindez, que ficou na quarta posição do Xterra 2005, quer melhorar a sua colocação. "Sei que não será fácil vencer a prova, pois os adversários são muito fortes. Mas quero melhorar o tempo do ano passado", conta Galindez.

Além do evento principal, haverá no dia 30 de julho uma disputa para crianças (Nissan XTerra Kids) e outra para corredores (Nissan XTerra Trail Run). Aqueles que participarem das duas competições, o triathlon cross-country e a corrida, ganharão uma premiação especial o “Double Survivor”.

O Xterra Brasil irá distribuir 34 vagas para o Mundial de Tritahlon Cross-Country que acontece em Maui, no Havaí.


Triathletas de peso vão brigar pelo pódio do Xterra Brasil

Triathlon · 20 jul, 2006

No último fim de semana de julho acontece em Ilhabela, São Paulo, o XTerra Brasil, prova de triathlon cross-country que contará com a presença de importantes atletas. Segundo os organizadores, 650 pessoas garantiram uma vaga na prova que terá 1,5 km de natação em mar aberto, 29km de mountain bike em terreno misto (trilha, terreno acidentado e paralelepípedo) e 9 km de corrida.

Já confirmaram presença na competição a campeã Mundial do Circuito XTerra Global, Candy Angle; a Argentina Maria Soledad Omar, quinta colocada da prova no ano passado e o seu compatriota Oscar Galindez, atual campeão do Ironman Brasil.

“Estou acostumada com o triathlon de rua. O XTerra Brasil do ano passado foi minha primeira experiência no cross-country, como gostei resolvi tentar novamente. Mas desta vez eu comprei uma bicicleta para o mountain bike. Meus treinamentos estão focados nisso”, revela Soledad.

Já Galindez, que ficou na quarta posição do Xterra 2005, quer melhorar a sua colocação. "Sei que não será fácil vencer a prova, pois os adversários são muito fortes. Mas quero melhorar o tempo do ano passado", conta Galindez.

Além do evento principal, haverá no dia 30 de julho uma disputa para crianças (Nissan XTerra Kids) e outra para corredores (Nissan XTerra Trail Run). Aqueles que participarem das duas competições, o triathlon cross-country e a corrida, ganharão uma premiação especial o “Double Survivor”.

O Xterra Brasil irá distribuir 34 vagas para o Mundial de Tritahlon Cross-Country que acontece em Maui, no Havaí.

Oscar Galindez participa do Meio Ironman Brasil

Triathlon · 20 jul, 2006

O atual campeão do Ironman Brasil, Oscar Galindez, confirmou presença no Meio Ironman brasileiro que acontece no dia 20 de agosto em Brasília, Distrito Federal. A prova reunirá triathletas de diversas nacionalidades que enfrentarão 1,9Km de natação, 90Km de ciclismo e 21,1Km de corrida.

Aos 35 anos, o argentino radicado no Brasil é um dos favoritos ao pódio. Ele irá usar a prova como um treino forte para seu principal objetivo do ano, o Mundial de Ironman no Havaí. Este acontece no dia 14 de outubro e reunirá os melhores triathletas do mundo.

O Meio Ironman do Brasil é a única seletiva da América do Sul para o Mundial da modalidade na Flórida, Estados Unidos, no mês de novembro. A prova brasileira distribuirá aos melhores triathletas 100 vagas para o Mundial.

Pan 2007 conta com moderno sistema antidoping

O Comitê Organizador dos jogos Pan-americanos Rio 2007 recebeu treinamento para a utilização de um moderno sistema antidoping que será aplicado durante as competições. Karam Birdi, Diretor de Tecnologia da Informação da Agência Mundial Anti-Doping (WADA) executou o treinamento no programa ADAMS, Sistema de Administração e Gerenciamento Antidoping, nos membros da equipe.

Esse sistema foi desenvolvido pela Agência Mundial em dezembro de 2005 e será utilizado pela primeira vez no Pan de forma integrada entre o Comitê Organizador, médicos das delegações e o laboratório responsável pelos exames. Até o início das competições, toda a equipe receberá treinamento e aperfeiçoamento para a utilização do programa.

Dr. Eduardo De Rose, diretor do Departamento antidoping do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e membro fundador da WADA, acredita que o novo sistema servirá para agilizar os processo. “Com este sistema será possível integrar todas as áreas via internet. Teremos informações em tempo real", afirma De Rose, que também é presidente da Comissão Médica da Organização Desportiva Pan-americana (ODEPA).

O ADAMS possibilita o armazenamento de informações sobre os atletas, a forma como devem ser submetidas as avaliações, quantos membros devem ser submetidos aos exames e quais devem ser feitos, além de outros detalhes de planejamento e controle. O sistema também permite comparar os resultados recentes com informações anteriores.


Pan 2007 conta com moderno sistema antidoping

Atletismo · 18 jul, 2006

O Comitê Organizador dos jogos Pan-americanos Rio 2007 recebeu treinamento para a utilização de um moderno sistema antidoping que será aplicado durante as competições. Karam Birdi, Diretor de Tecnologia da Informação da Agência Mundial Anti-Doping (WADA) executou o treinamento no programa ADAMS, Sistema de Administração e Gerenciamento Antidoping, nos membros da equipe.

Esse sistema foi desenvolvido pela Agência Mundial em dezembro de 2005 e será utilizado pela primeira vez no Pan de forma integrada entre o Comitê Organizador, médicos das delegações e o laboratório responsável pelos exames. Até o início das competições, toda a equipe receberá treinamento e aperfeiçoamento para a utilização do programa.

Dr. Eduardo De Rose, diretor do Departamento antidoping do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e membro fundador da WADA, acredita que o novo sistema servirá para agilizar os processo. “Com este sistema será possível integrar todas as áreas via internet. Teremos informações em tempo real", afirma De Rose, que também é presidente da Comissão Médica da Organização Desportiva Pan-americana (ODEPA).

O ADAMS possibilita o armazenamento de informações sobre os atletas, a forma como devem ser submetidas as avaliações, quantos membros devem ser submetidos aos exames e quais devem ser feitos, além de outros detalhes de planejamento e controle. O sistema também permite comparar os resultados recentes com informações anteriores.

Reinaldo Colucci vence mais uma prova na Europa

Triathlon · 17 jul, 2006

O brasileiro Reinaldo Colucci venceu nesse fim de semana o Grand Prix Nacional de Triathlon que aconteceu na cidade de Lorient, na França. Ele completou o percurso no tempo de 5h42min47. Todo os participantes tiveram que percorrer 4km de natação, 120km de bike e mais 30km de corrida.

A segunda colocação foi para o inglês Stephen Bayliss (5h42min47) seguido pelo francês Patrick Vernay (5h50min26). A prova fez parte da Copa do Mundo ITU Long Distance e marcou o segundo desafio de Reinaldo Colucci desde sua chegada a Europa.

Colucci treina e está em busca de uma vaga do Mundial de Ironman no Havaí. “Fiz uma prova bem consistente desde o início. Nadei o tempo todo com o primeiro grupo e, a partir dos primeiros quilômetros do ciclismo, já estava na frente. Depois só administrei até a vitória”, comenta.

Saiba como ganhar tempo na transição do triathlon

A evolução do triathlon tem sido extremamente rápida, isso se deve ao fato de ser um esporte relativamente novo que surgiu para o mundo no início dos anos 80. Assim as mudanças aconteceram com mais rapidez.

O triathlon que agora ostenta o status de esporte Olímpico, desde 2000, está cada vez mais profissional. Com boas premiações e patrocinadores de grande porte envolvidos, a modalidade cresce muito e chama a atenção da mídia tanto quanto outros esportes mais antigos, como atletismo, natação e o ciclismo. Isso naturalmente gera uma competitividade extremamente acirrada, aumentando assim o investimento na tecnologia de materiais como: bicicletas, roupas, capacetes, óculos e roupa de natação, tênis de corrida, etc.

Os profissionais envolvidos estão cada vez mais gabaritados e os treinos logicamente mais elaborados. Com isso, as provas que tem sido disputadas ao redor do mundo, cada vez mais estão sendo decididas nos últimos metros. Tanto em distâncias Olímpicas (1,5km/40km/10km) quanto em distâncias maiores como Meio Ironman (1,9km/90km/21km) e Ironman (3,8km/180km/42km).

Sendo assim, uma das etapas do triathlon que se tornou de extrema importância foi a transição. Muitas vezes a transição pode decidir uma prova. Os atletas de alto nível, hoje em dia, treinam quatro modalidades: natação, ciclismo, corrida e transição. Então vamos agora tentar seguir alguns passos, para se fazer uma boa transição (dentro do triathlon).

  • Ao entrar na área de transição, vá direto para seu lugar no cavalete e posicione sua bike sempre de frente para a saída. Levando-se em conta a melhor maneira de retira-la do cavalete.

  • Deixe a bike sempre numa relação de marchas que não seja nem muito pesado, nem muito leve, para que se possa executar as primeiras pedaladas. Para os amadores recomenda-se 53/17 se o início for plano.

  • Para os que já possuem um pouco mais de experiência, pode-se deixar a sapatilha já presa no pedal, bem aberta. Em alguns casos um pouco de vaselina no calcanhar pode ajudar a colocação da sapatilha. Aos que ainda não estão com tanta confiança em calçar a sapatilha já em cima da bike recomenda-se calça-las antes de pegar a bike.

  • Deixe o capacete também aberto e virado para o lado que você vai chegar na sua bike. Se você tem o costume de pedalar com óculos, deixe-os dentro do capacete e coloque-os sempre antes. Teste pelo menos duas vezes para pegar o jeito da presilha.

  • Coloque os tênis de corrida ao lado da sua bike, prestando a atenção em deixa-los do lado em que você sairá para a corrida. Passe também vaselina nos calcanhares dos tênis para que seu pé entre com mais facilidade. Deixe-os com a lingüeta já para fora.

  • Após ter feito tudo isso, vá em direção a saída da transição e visualize sua bike, tendo algum ponto como referência, para não perde-la de vista quando sair da água.

  • Ao final da natação, nos últimos 150 a 200 metros, aumente seu ritmo de batida de pernas. Isso aumentará o volume do fluxo sanguíneo nos membros inferiores, que durante a natação se concentra nos membros superiores. Não deixando que isso aconteça somente quando você levantar da água. Com certeza você se sentirá mais rápido na corrida para a transição e também no início do ciclismo.

  • A partir da última bóia da natação, procure visualizar toda sua transição, desde o momento que você sair da água até quando estiver pedalando. Isso evitará que você tenha surpresa na transição como, por exemplo, perder sua bike, não conseguir colocar o capacete, etc.

  • Se você já é um atleta mais avançado use pequenos elásticos para prender a sapatilha no quadro da bike. Isso a manterá estável e paralela ao solo, não deixando assim que ela fique girando enquanto você tenta calça-la.

  • Se você tem um ciclismo forte, recomenda-se que no último quilômetro, coloque uma relação de marcha um pouco mais leve, para aumentar um pouco sua RPM. Depois mude ligeiramente de posição em cima da bike, para soltar e descomprimir a musculatura das pernas.

  • Como na 1a transição, procure visualizar todos seus momentos dentro da área de transição, desde o momento em que você descer da bike até quando sair para a corrida.

  • Se você já tem habilidade, retire seus pés da sapatilha (um de cada vez) poucos metros antes de entrar na transição e já desça correndo, com a bike carregada com uma das mãos. Se você ainda não tem confiança bastante para isso, vá diminuindo sua velocidade até a linha de desmonte, pare, saia da bike e vá carregando-a até seu lugar no cavalete. Mas tenha cuidado para não escorregar.

  • Já de longe olhe para o lugar onde você colocará sua bike e não desvie o olhar, para não correr o risco de acabar seguindo outro atleta.

  • Coloque a bike no cavalete, tire o capacete e então coloque o tênis de corrida, que já deve estar pronto para ser calçado.

  • O número de corrida, para quem usa cinto de elástico, deve ser colocado em baixo do tênis. Apos calçar o tênis, pegue o número e coloque-o já correndo. O mesmo se aplica a bonés e óculos escuros.

    No mais e treinar e ir aperfeiçoando a sua transição a cada prova. Bons treinos!


  • Saiba como ganhar tempo na transição do triathlon

    Triathlon · 17 jul, 2006

    A evolução do triathlon tem sido extremamente rápida, isso se deve ao fato de ser um esporte relativamente novo que surgiu para o mundo no início dos anos 80. Assim as mudanças aconteceram com mais rapidez.

    O triathlon que agora ostenta o status de esporte Olímpico, desde 2000, está cada vez mais profissional. Com boas premiações e patrocinadores de grande porte envolvidos, a modalidade cresce muito e chama a atenção da mídia tanto quanto outros esportes mais antigos, como atletismo, natação e o ciclismo. Isso naturalmente gera uma competitividade extremamente acirrada, aumentando assim o investimento na tecnologia de materiais como: bicicletas, roupas, capacetes, óculos e roupa de natação, tênis de corrida, etc.

    Os profissionais envolvidos estão cada vez mais gabaritados e os treinos logicamente mais elaborados. Com isso, as provas que tem sido disputadas ao redor do mundo, cada vez mais estão sendo decididas nos últimos metros. Tanto em distâncias Olímpicas (1,5km/40km/10km) quanto em distâncias maiores como Meio Ironman (1,9km/90km/21km) e Ironman (3,8km/180km/42km).

    Sendo assim, uma das etapas do triathlon que se tornou de extrema importância foi a transição. Muitas vezes a transição pode decidir uma prova. Os atletas de alto nível, hoje em dia, treinam quatro modalidades: natação, ciclismo, corrida e transição. Então vamos agora tentar seguir alguns passos, para se fazer uma boa transição (dentro do triathlon).

  • Ao entrar na área de transição, vá direto para seu lugar no cavalete e posicione sua bike sempre de frente para a saída. Levando-se em conta a melhor maneira de retira-la do cavalete.

  • Deixe a bike sempre numa relação de marchas que não seja nem muito pesado, nem muito leve, para que se possa executar as primeiras pedaladas. Para os amadores recomenda-se 53/17 se o início for plano.

  • Para os que já possuem um pouco mais de experiência, pode-se deixar a sapatilha já presa no pedal, bem aberta. Em alguns casos um pouco de vaselina no calcanhar pode ajudar a colocação da sapatilha. Aos que ainda não estão com tanta confiança em calçar a sapatilha já em cima da bike recomenda-se calça-las antes de pegar a bike.

  • Deixe o capacete também aberto e virado para o lado que você vai chegar na sua bike. Se você tem o costume de pedalar com óculos, deixe-os dentro do capacete e coloque-os sempre antes. Teste pelo menos duas vezes para pegar o jeito da presilha.

  • Coloque os tênis de corrida ao lado da sua bike, prestando a atenção em deixa-los do lado em que você sairá para a corrida. Passe também vaselina nos calcanhares dos tênis para que seu pé entre com mais facilidade. Deixe-os com a lingüeta já para fora.

  • Após ter feito tudo isso, vá em direção a saída da transição e visualize sua bike, tendo algum ponto como referência, para não perde-la de vista quando sair da água.

  • Ao final da natação, nos últimos 150 a 200 metros, aumente seu ritmo de batida de pernas. Isso aumentará o volume do fluxo sanguíneo nos membros inferiores, que durante a natação se concentra nos membros superiores. Não deixando que isso aconteça somente quando você levantar da água. Com certeza você se sentirá mais rápido na corrida para a transição e também no início do ciclismo.

  • A partir da última bóia da natação, procure visualizar toda sua transição, desde o momento que você sair da água até quando estiver pedalando. Isso evitará que você tenha surpresa na transição como, por exemplo, perder sua bike, não conseguir colocar o capacete, etc.

  • Se você já é um atleta mais avançado use pequenos elásticos para prender a sapatilha no quadro da bike. Isso a manterá estável e paralela ao solo, não deixando assim que ela fique girando enquanto você tenta calça-la.

  • Se você tem um ciclismo forte, recomenda-se que no último quilômetro, coloque uma relação de marcha um pouco mais leve, para aumentar um pouco sua RPM. Depois mude ligeiramente de posição em cima da bike, para soltar e descomprimir a musculatura das pernas.

  • Como na 1a transição, procure visualizar todos seus momentos dentro da área de transição, desde o momento em que você descer da bike até quando sair para a corrida.

  • Se você já tem habilidade, retire seus pés da sapatilha (um de cada vez) poucos metros antes de entrar na transição e já desça correndo, com a bike carregada com uma das mãos. Se você ainda não tem confiança bastante para isso, vá diminuindo sua velocidade até a linha de desmonte, pare, saia da bike e vá carregando-a até seu lugar no cavalete. Mas tenha cuidado para não escorregar.

  • Já de longe olhe para o lugar onde você colocará sua bike e não desvie o olhar, para não correr o risco de acabar seguindo outro atleta.

  • Coloque a bike no cavalete, tire o capacete e então coloque o tênis de corrida, que já deve estar pronto para ser calçado.

  • O número de corrida, para quem usa cinto de elástico, deve ser colocado em baixo do tênis. Apos calçar o tênis, pegue o número e coloque-o já correndo. O mesmo se aplica a bonés e óculos escuros.

    No mais e treinar e ir aperfeiçoando a sua transição a cada prova. Bons treinos!

  • Reinaldo Colucci participa de prova na França

    Triathlon · 14 jul, 2006

    O brasileiro Reinaldo Colucci, que treina na Europa, irá participar no próximo domingo do Grand Prix Nacional de Triathlon na cidade de Lorient, França. Ele enfrentará um percurso com 4km de natação, 120km de ciclismo e 30km de corrida.

    No início do mês, Colucci ficou com a sétima posição do Ironman da Suíça. “Estou bem preparado para este desafio, pois minha recuperação do Ironman da Suíça foi muito boa e já estou treinando há alguns dias”, conta.

    Sua meta para o segundo semestre é conquistar uma vaga no Mundial da modalidade no Havaí. “Esta prova é a que mais distribui pontos no ranking da ITU (federação internacional da modalidade) e quero um bom resultado para melhorar minha colocação na tabela”, completa. Atualmente ele ocupa a 11ª posição na lista internacional.

    Atletas já treinam em Ilhabela para XTerra

    Corridas de Rua · 13 jul, 2006

    No fim do mês (29) acontece em Ilhabela, São Paulo, o XTerra Brasil, prova de triathlon cross-country, e segundo os organizadores, cerca de 50 triathletas já estão na ilha. Todos treinam para a prova que terá 1,5km de natação em mar aberto, 29km de mountain bike em terreno misto (trilha, terreno acidentado e paralelepípedo) e 9km de corrida também em terreno misto.

    Essa será a segunda edição da competição que estreou no ano passado. Bárbara Bonfim, de 23 anos, já está na ilha e participará da prova pela primeira vez. “Gostei muito do percurso da mountain bike. Está bastante difícil, mas gosto exatamente disso. Não sou especialista nas outras provas, mas tenho treinado forte”, conta Bárbara.

    Além do evento principal, haverá no dia 30 de julho uma disputa para crianças (Nissan XTerra Kids) e outra para corredores (Nissan XTerra Trail Run), que irá reunir cerca de 450 pessoas. Segundo os organizadores, ainda restam algumas vagas nestas categorias. Mais informações no site oficial da prova: www.xterrabrazil.com

    Saiba como foi a palestra do Webrun sobre tecido tecnológico

    Conforto, bem-estar e tecnologia. Foram com essas palavras que o consultor têxtil da Santaconstancia, José Favilla, começou a palestra do Webrun realizada nessa última quarta-feira na academia Competition, em São Paulo. O tema abordado foi: como a roupa esportiva pode beneficiar o seu desempenho? Confira.

    São Paulo - Para obter uma boa performance o atleta precisa treinar, ter uma alimentação balanceada, fazer exercícios complementares, entre outros. Pelo menos é isso que todos os treinadores pregam. Afinal, o esporte é composto por diversos fatores, que se utilizados da maneira correta resultam em ótimas provas e treinos. Mas você já parou para pensar que a roupa pode ser um desses fatores importantes?

    O consultor têxtil da Santaconstancia, José Favilla, acredita que a roupa pode e deve ser feita para ajudar o atleta. Por isso existem três fatores básicos que são levados em conta na hora da elaboração de um tecido: isolamento térmico e troca de ar, absorção e transporte de umidade e sensação de conforto na pele.

    No mercado brasileiro é possível encontrar camisetas tecnológicas feitas de tecidos sintéticos, como o poliéster e a poliamida. Estes buscam atingir os três fatores básicos apresentados. Mas para Favilla, a poliamida é melhor que o poliéster.

    O fio de poliamida tem a capacidade de absorver o suor em 4%, enquanto o poliéster não chega em 1%. E se a camiseta de poliamida for feita com uma trama mais aberta, o tecido irá “puxar” o suor do seu corpo e através dos buracos da trama irá elimina-lo mais facilmente. Isso significa que o atleta não ficará encharcado durante a corrida.

    Microclima -Além disso, o grande desafio da indústria têxtil é fazer com que o seu corpo atinja o microclima ideal através do vestuário. Segundo Favilla, o microclima é a temperatura que fica entre a pele e a roupa. E este deve ser sempre 32ºC. “Esse número foi definido após uma pesquisa japonesa”, revela.

    Assim as roupas de calor devem ser feitas para amenizar a temperatura do corpo. Já as de frio devem aumentar o microclima. “Se você correr numa temperatura muito baixa com roupas inadequadas, você corre o risco de ter uma hipotermia. O seu corpo irá produzir muito calor e o mesmo será perdido rapidamente. Assim você não ficará aquecido”, conta.

    Para evitar esse problema o ideal é usar várias camadas de roupa. Assim cada camada forma uma espécie de bolsa de ar que mantêm a temperatura do corpo ideal. E a medida que o atleta se aquece, ele pode eliminar essas peças de roupas extras. Mas tudo tem que ser muito leve e prático para carregar.

    “Isso é o que eu chamo de efeito casca de cebola. Aqui em São Paulo, por exemplo, de manhã ainda está frio. Se formos correr nessas condições precisamos usar uma blusa corta-vento onde a trama do fio é fechada e não permite a passagem de vento. Ao mesmo tempo o tecido tem que ser leve, porque a medida que o corredor se aquece, ele pode tirar a blusa e guardar no bolso”, conta.

    Se no frio corremos o risco de ter uma hipotermia, no calor também podemos enfrentar problemas. “Correr acima de 40 graus faz mal para a saúde. O atleta lesiona o tecido, as células e o fígado. Por isso a roupa tem que ajudar, além de ser confortável”.

    No calor a preocupação do atleta será em liberar mais rápido o suor e manter a temperatura do corpo mais baixa. Por isso a roupa deve ser leve e usar a estrutura de malha, que tem mais porosidade.

    Antes de treinar, o atleta deve observar a condição do tempo para então definir o tipo de roupa que irá usar. “O processo é igual ao pneu de Fórmula 1. Se estiver calor eu vou usar um tecido leve, que não gruda no corpo e que permite a rápida evaporação do meu suor. Já no frio eu vou colocar um corta-vento ou uma camiseta de manga longa, mas o tecido não pode ficar molhado e ao mesmo tempo tem que me manter aquecido”, explica Favilla.

    Por isso, fique atento na hora de escolher a sua roupa de treino. Correr com a roupa inadequada pode ser desagradável, além de prejudicar o seu desempenho.

    Sorteio - A palestra contou com a presença de 60 pessoas. Todas receberam o manual 1 e 2 “O Labirinto do Corpo Humano” e também um protetor solar portátil da Opac, indicado para quem pratica alguma atividade física externa. No final foram sorteadas seis camisetas tecnológicas da tecelagem Santaconstancia, ideais para a prática esportiva.


    Saiba como foi a palestra do Webrun sobre tecido tecnológico

    Atletismo · 13 jul, 2006

    Conforto, bem-estar e tecnologia. Foram com essas palavras que o consultor têxtil da Santaconstancia, José Favilla, começou a palestra do Webrun realizada nessa última quarta-feira na academia Competition, em São Paulo. O tema abordado foi: como a roupa esportiva pode beneficiar o seu desempenho? Confira.

    São Paulo - Para obter uma boa performance o atleta precisa treinar, ter uma alimentação balanceada, fazer exercícios complementares, entre outros. Pelo menos é isso que todos os treinadores pregam. Afinal, o esporte é composto por diversos fatores, que se utilizados da maneira correta resultam em ótimas provas e treinos. Mas você já parou para pensar que a roupa pode ser um desses fatores importantes?

    O consultor têxtil da Santaconstancia, José Favilla, acredita que a roupa pode e deve ser feita para ajudar o atleta. Por isso existem três fatores básicos que são levados em conta na hora da elaboração de um tecido: isolamento térmico e troca de ar, absorção e transporte de umidade e sensação de conforto na pele.

    No mercado brasileiro é possível encontrar camisetas tecnológicas feitas de tecidos sintéticos, como o poliéster e a poliamida. Estes buscam atingir os três fatores básicos apresentados. Mas para Favilla, a poliamida é melhor que o poliéster.

    O fio de poliamida tem a capacidade de absorver o suor em 4%, enquanto o poliéster não chega em 1%. E se a camiseta de poliamida for feita com uma trama mais aberta, o tecido irá “puxar” o suor do seu corpo e através dos buracos da trama irá elimina-lo mais facilmente. Isso significa que o atleta não ficará encharcado durante a corrida.

    Microclima -Além disso, o grande desafio da indústria têxtil é fazer com que o seu corpo atinja o microclima ideal através do vestuário. Segundo Favilla, o microclima é a temperatura que fica entre a pele e a roupa. E este deve ser sempre 32ºC. “Esse número foi definido após uma pesquisa japonesa”, revela.

    Assim as roupas de calor devem ser feitas para amenizar a temperatura do corpo. Já as de frio devem aumentar o microclima. “Se você correr numa temperatura muito baixa com roupas inadequadas, você corre o risco de ter uma hipotermia. O seu corpo irá produzir muito calor e o mesmo será perdido rapidamente. Assim você não ficará aquecido”, conta.

    Para evitar esse problema o ideal é usar várias camadas de roupa. Assim cada camada forma uma espécie de bolsa de ar que mantêm a temperatura do corpo ideal. E a medida que o atleta se aquece, ele pode eliminar essas peças de roupas extras. Mas tudo tem que ser muito leve e prático para carregar.

    “Isso é o que eu chamo de efeito casca de cebola. Aqui em São Paulo, por exemplo, de manhã ainda está frio. Se formos correr nessas condições precisamos usar uma blusa corta-vento onde a trama do fio é fechada e não permite a passagem de vento. Ao mesmo tempo o tecido tem que ser leve, porque a medida que o corredor se aquece, ele pode tirar a blusa e guardar no bolso”, conta.

    Se no frio corremos o risco de ter uma hipotermia, no calor também podemos enfrentar problemas. “Correr acima de 40 graus faz mal para a saúde. O atleta lesiona o tecido, as células e o fígado. Por isso a roupa tem que ajudar, além de ser confortável”.

    No calor a preocupação do atleta será em liberar mais rápido o suor e manter a temperatura do corpo mais baixa. Por isso a roupa deve ser leve e usar a estrutura de malha, que tem mais porosidade.

    Antes de treinar, o atleta deve observar a condição do tempo para então definir o tipo de roupa que irá usar. “O processo é igual ao pneu de Fórmula 1. Se estiver calor eu vou usar um tecido leve, que não gruda no corpo e que permite a rápida evaporação do meu suor. Já no frio eu vou colocar um corta-vento ou uma camiseta de manga longa, mas o tecido não pode ficar molhado e ao mesmo tempo tem que me manter aquecido”, explica Favilla.

    Por isso, fique atento na hora de escolher a sua roupa de treino. Correr com a roupa inadequada pode ser desagradável, além de prejudicar o seu desempenho.

    Sorteio - A palestra contou com a presença de 60 pessoas. Todas receberam o manual 1 e 2 “O Labirinto do Corpo Humano” e também um protetor solar portátil da Opac, indicado para quem pratica alguma atividade física externa. No final foram sorteadas seis camisetas tecnológicas da tecelagem Santaconstancia, ideais para a prática esportiva.

    Treinar ou não em jejum? O que devo fazer?

    Regularmente ouvimos e presenciamos relatos de pessoas que preferem realizar seus treinos em jejum ou tem algum motivo particular para isso. Alguns dizem, que por treinarem muito cedo, se sentem indispostos para comer algo logo de manhã, alegando desconforto ou mesmo falta de vontade. Outros dizem que se exercitam em jejum por puro hábito, ou ainda, que o treino em jejum ajudaria a "queimar mais gordura".

    Em todos os casos temos problemas. Para os que não têm o hábito de comer algo logo após acordar, fica aqui a recomendação: mudem esta rotina! O café da manhã (ou o desjejum) deveria ser a nossa forma primária de fornecer energia ao nosso corpo, que já está algumas horas sem alimento. Ao despertarmos, nosso corpo passou horas em estado catabólico (de quebra de substratos energéticos, reservas de glicogênio e até mesmo de massa muscular). Como para o treinamento físico é primordial a manutenção da massa muscular e dessas reservas, temos que reverter o quanto antes esse quadro. Essa é também uma outra explicação para que nunca fiquemos por longos períodos (mais que 4 horas) sem consumir alimentos que contenham carboidrato (CHO), que é o responsável pela reversão e supressão hormonal deste estado catabólico.

    É bom salientar que a mudança para uma dieta pré-exercício, para aqueles que se exercitam em jejum apenas por hábito adquirido, não envolve nenhum tipo de esforço muito grande. Este pode ser realizado apenas com uma reeducação alimentar que trará grandes benefícios com os ganhos descritos com a redução do catabolismo de nosso corpo, além de tornar a sessão de treinamento muito mais eficiente por proporcionar mais energia para nossas atividades físicas.

    Então fica aqui a orientação para que nos dois casos comece de início por ingerir pequenas porções de CHO (150kcal) mesmo que na forma de líquidos (sucos, bebidas esportivas) e depois que se habitue, mudando para alimentos mais presentes no seu dia-a-dia chegando finalmente a porções maiores (200kcal) por volta de trinta a sessenta minutos antes da sessão de treino.

    Mas segue uma pergunta: será que treinar em jejum realmente ajuda a queimar mais gordura?

    A resposta não é tão simples, apesar de haver nos dias de hoje uma recomendação unânime. Alguns estudos mostraram que a queima de gordura é realmente maior quando em jejum, porém a um custo muitíssimo alto, porque essa queima se faz com o uso de massa muscular como fonte de substrato energético em substituição ao CHO faltante, além de reduzir a capacidade de se manter a intensidade e duração ótimas do treino. Ou seja, além de reduzir a qualidade do seu treino, quando feito em jejum o desgaste ao organismo acaba por ser pior e no final das contas a queima da gordura acaba sendo quantitativamente mais baixa, não justificando essa opção.

    Você ainda poderia argumentar dizendo que gosta de realizar apenas as sessões mais leves em jejum para não correr o risco de ter perdas do treino. Porém, o organismo em jejum tem uma resposta hormonal que simplesmente reduz a queima da gordura enquanto que o exercício feito com alimentação pré-treino adequada possibilita o uso mais eficiente da gordura como fonte de energia.

    Então pense bem antes de sair por aí se exercitando sem se alimentar! Bons treinos!


    Treinar ou não em jejum? O que devo fazer?

    Atletismo · 13 jul, 2006

    Regularmente ouvimos e presenciamos relatos de pessoas que preferem realizar seus treinos em jejum ou tem algum motivo particular para isso. Alguns dizem, que por treinarem muito cedo, se sentem indispostos para comer algo logo de manhã, alegando desconforto ou mesmo falta de vontade. Outros dizem que se exercitam em jejum por puro hábito, ou ainda, que o treino em jejum ajudaria a "queimar mais gordura".

    Em todos os casos temos problemas. Para os que não têm o hábito de comer algo logo após acordar, fica aqui a recomendação: mudem esta rotina! O café da manhã (ou o desjejum) deveria ser a nossa forma primária de fornecer energia ao nosso corpo, que já está algumas horas sem alimento. Ao despertarmos, nosso corpo passou horas em estado catabólico (de quebra de substratos energéticos, reservas de glicogênio e até mesmo de massa muscular). Como para o treinamento físico é primordial a manutenção da massa muscular e dessas reservas, temos que reverter o quanto antes esse quadro. Essa é também uma outra explicação para que nunca fiquemos por longos períodos (mais que 4 horas) sem consumir alimentos que contenham carboidrato (CHO), que é o responsável pela reversão e supressão hormonal deste estado catabólico.

    É bom salientar que a mudança para uma dieta pré-exercício, para aqueles que se exercitam em jejum apenas por hábito adquirido, não envolve nenhum tipo de esforço muito grande. Este pode ser realizado apenas com uma reeducação alimentar que trará grandes benefícios com os ganhos descritos com a redução do catabolismo de nosso corpo, além de tornar a sessão de treinamento muito mais eficiente por proporcionar mais energia para nossas atividades físicas.

    Então fica aqui a orientação para que nos dois casos comece de início por ingerir pequenas porções de CHO (150kcal) mesmo que na forma de líquidos (sucos, bebidas esportivas) e depois que se habitue, mudando para alimentos mais presentes no seu dia-a-dia chegando finalmente a porções maiores (200kcal) por volta de trinta a sessenta minutos antes da sessão de treino.

    Mas segue uma pergunta: será que treinar em jejum realmente ajuda a queimar mais gordura?

    A resposta não é tão simples, apesar de haver nos dias de hoje uma recomendação unânime. Alguns estudos mostraram que a queima de gordura é realmente maior quando em jejum, porém a um custo muitíssimo alto, porque essa queima se faz com o uso de massa muscular como fonte de substrato energético em substituição ao CHO faltante, além de reduzir a capacidade de se manter a intensidade e duração ótimas do treino. Ou seja, além de reduzir a qualidade do seu treino, quando feito em jejum o desgaste ao organismo acaba por ser pior e no final das contas a queima da gordura acaba sendo quantitativamente mais baixa, não justificando essa opção.

    Você ainda poderia argumentar dizendo que gosta de realizar apenas as sessões mais leves em jejum para não correr o risco de ter perdas do treino. Porém, o organismo em jejum tem uma resposta hormonal que simplesmente reduz a queima da gordura enquanto que o exercício feito com alimentação pré-treino adequada possibilita o uso mais eficiente da gordura como fonte de energia.

    Então pense bem antes de sair por aí se exercitando sem se alimentar! Bons treinos!