Outros

Dicas de escadarias para treinar em São Paulo

Você sabia que subir escadas pode ser um exercício aeróbico muito bom para perder calorias e queimar gordura? Se você mora ou trabalha nos andares mais altos de um prédio, tente esquecer do elevador tanto para subir quanto para descer. Se fizer isso sempre, você pode começar a perceber a redução de algumas medidas em duas ou três semanas. Essa prática te ajuda a desenvolver mais força durante as passadas na corrida, não importa se o seu objetivo é um final explosivo em prova curta, maratona em ritmo mais equilibrado e constante ou simplesmente sair da rotina de treinos.

Fellipe Franco, treinador na Ztrack Assessoria Esportiva é também especialista em treinos em escadas. Ele contou quais os principais benefícios dessa pratica. Na escadaria pode-se treinar potência, exercícios educativos de corrida e agilidade. "Adicionar a escada ao seu treino traz os benefícios pelo grande recrutamento das musculaturas, que estão envolvidas tanto em subir quanto descer, além disso a força vertical utilizada na escada é diferente da força horizontal que fazemos na corrida, ou seja, eles se complementam", explica Franco.

Foto: Syda Productions/Fotolia Foto: Syda Productions/Fotolia

+ Participe do 6 Desafio 28 Praias de Revesamento

Veja algumas escadarias que você pode treinar em São Paulo:

1. Escadaria da Sumaré - Perdizes

Foto: Facebook Foto: Facebook

Localizada no Bairro Perdizes, é uma das escadarias mais famosas de São Paulo. Além de subir e desceu cerca de 150 degraus quantas vezes você quiser, você pode dar uma corrida ou fazer um treino funcional na praça que fica em frente. Dessa forma em um só lugar você tem condições de treinar escada, corrida e exercícios funcionais. Muitas pessoas treinam lá, algumas academias até oferecem aulas em dias específicos e finais de semana. É um ótimo treino para incluir na sua planilha.

2. Escadaria do Patápio - Vila Madalena

Foto: Atelie Azu Foto: Atelie Azu

Foi inaugurada durante a Design Weekend de 2015, evento que tem como objetivo promover a cultura do design e suas conexões em variadas ações espalhadas por São Paulo. A Escadaria do Patápio faz parte da ação de revitalização do espaço entre as ruas Patápio Silva e Medeiros de Albuquerque. Além de estar muito mais bonita agora, ela está sendo usada para treinos de escadaria pelos moradores da região. Aos finais de semana alguns professores usam o local para dar aulas funcionais + corrida. Lembrando que o treino em escadas não deve ser diário. "A musculatura sofre um pouco e é necessário um período de 48 horas para uma recuperação plena", afirma o treinador.

3. Escadaria do Pacaembu - Pacaembu

Foto: Mapio.net Foto: Mapio.net

A escadaria do Pacaembu atrai muitos esportistas, já que ela fica na lateral da Praça Charles Miller. De manhã é o período em que fica mais cheia, com pessoas fazendo treinos nas escadas, correndo, andando de bicicleta e praticando outras atividades. Os benefícios são inúmeros, "é impossível subi-la sem dissociar as cinturas escapular e cintura pélvica e isso é importante para que algumas lesões recorrentes aos corredores, em relação às musculaturas do quadril e perna, não se manifestem", explica Franco.

4. Escadaria do Bixiga - Bela Vista

Foto: Mapio.net Foto: Mapio.net

A escadaria do Bixiga foi construída em 1929. A obra foi realizada para fazer a ligação da Rua Treze de Maio com o Morro dos Ingleses. Traço importante da arquitetura do bairro, o lugar já foi palco de filmes, novelas e peças publicitárias. Todo segundo sábado de cada mês, a Escadaria do Bixiga vira palco de um show de Jazz ao ar livre com diversos nomes do gênero. E pode ser uma ótima opção para quem não pode se deslocar até alguma dessas outras escadas citadas a cima para treinar, já que lá tem espaço o suficiente para subir, descer e depois fazer uma treino funcional.


Dicas de escadarias para treinar em São Paulo

Outros · 20 abr, 2017

Você sabia que subir escadas pode ser um exercício aeróbico muito bom para perder calorias e queimar gordura? Se você mora ou trabalha nos andares mais altos de um prédio, tente esquecer do elevador tanto para subir quanto para descer. Se fizer isso sempre, você pode começar a perceber a redução de algumas medidas em duas ou três semanas. Essa prática te ajuda a desenvolver mais força durante as passadas na corrida, não importa se o seu objetivo é um final explosivo em prova curta, maratona em ritmo mais equilibrado e constante ou simplesmente sair da rotina de treinos.

Fellipe Franco, treinador na Ztrack Assessoria Esportiva é também especialista em treinos em escadas. Ele contou quais os principais benefícios dessa pratica. Na escadaria pode-se treinar potência, exercícios educativos de corrida e agilidade. "Adicionar a escada ao seu treino traz os benefícios pelo grande recrutamento das musculaturas, que estão envolvidas tanto em subir quanto descer, além disso a força vertical utilizada na escada é diferente da força horizontal que fazemos na corrida, ou seja, eles se complementam", explica Franco.

Foto: Syda Productions/Fotolia Foto: Syda Productions/Fotolia

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Veja algumas escadarias que você pode treinar em São Paulo:

1. Escadaria da Sumaré - Perdizes

Foto: Facebook Foto: Facebook

Localizada no Bairro Perdizes, é uma das escadarias mais famosas de São Paulo. Além de subir e desceu cerca de 150 degraus quantas vezes você quiser, você pode dar uma corrida ou fazer um treino funcional na praça que fica em frente. Dessa forma em um só lugar você tem condições de treinar escada, corrida e exercícios funcionais. Muitas pessoas treinam lá, algumas academias até oferecem aulas em dias específicos e finais de semana. É um ótimo treino para incluir na sua planilha.

2. Escadaria do Patápio - Vila Madalena

Foto: Atelie Azu Foto: Atelie Azu

Foi inaugurada durante a Design Weekend de 2015, evento que tem como objetivo promover a cultura do design e suas conexões em variadas ações espalhadas por São Paulo. A Escadaria do Patápio faz parte da ação de revitalização do espaço entre as ruas Patápio Silva e Medeiros de Albuquerque. Além de estar muito mais bonita agora, ela está sendo usada para treinos de escadaria pelos moradores da região. Aos finais de semana alguns professores usam o local para dar aulas funcionais + corrida. Lembrando que o treino em escadas não deve ser diário. "A musculatura sofre um pouco e é necessário um período de 48 horas para uma recuperação plena", afirma o treinador.

3. Escadaria do Pacaembu - Pacaembu

Foto: Mapio.net Foto: Mapio.net

A escadaria do Pacaembu atrai muitos esportistas, já que ela fica na lateral da Praça Charles Miller. De manhã é o período em que fica mais cheia, com pessoas fazendo treinos nas escadas, correndo, andando de bicicleta e praticando outras atividades. Os benefícios são inúmeros, "é impossível subi-la sem dissociar as cinturas escapular e cintura pélvica e isso é importante para que algumas lesões recorrentes aos corredores, em relação às musculaturas do quadril e perna, não se manifestem", explica Franco.

4. Escadaria do Bixiga - Bela Vista

Foto: Mapio.net Foto: Mapio.net

A escadaria do Bixiga foi construída em 1929. A obra foi realizada para fazer a ligação da Rua Treze de Maio com o Morro dos Ingleses. Traço importante da arquitetura do bairro, o lugar já foi palco de filmes, novelas e peças publicitárias. Todo segundo sábado de cada mês, a Escadaria do Bixiga vira palco de um show de Jazz ao ar livre com diversos nomes do gênero. E pode ser uma ótima opção para quem não pode se deslocar até alguma dessas outras escadas citadas a cima para treinar, já que lá tem espaço o suficiente para subir, descer e depois fazer uma treino funcional.

World Marathon Majors: conheça a edição de Londres

A Maratona de Londres faz parte, junto com Boston, Chicago, Berlim, Nova York e Tóquio do World Marathon Majors (WMM). Um circuito das seis mais importantes maratonas do mundo e é uma das mais concorridas. Tanto que, para poder comportar todos os inscritos, a organização limita a prova em aproximadamente 40 mil pessoas.

O atleta britânico Chris Brasher foi quem idealizou a prova, logo depois de, em 1979, assistir de perto a Maratona de Nova York. Brasher quis levar para os britânicos a mesma sensação e emoção da prova americana, que na época reuniu onze mil pessoas. A primeira Maratona de Londres aconteceu no dia 21 de março de 1981 e reuniu oito mil participantes, dos quais seis conseguiram completar a prova.

Foto: Virgin Money London Marathon Foto: Virgin Money London Marathon

+ Participe da Amazing Runs Ilha do Mel. Clique aqui e inscreva-se

É uma corrida imperdível, que passa por diversos pontos turísticos da capital inglesa. A beleza da cidade, o clima festivo e o público extremamente acolhedor fazem desta prova um evento inesquecível. Entre os milhares de participantes, muitos vão apenas para se divertir, usando fantasias, realizando cerimônias de casamento durante a corrida e outras loucuras.

Em 2005, os 42km londrinos completaram 25 anos, com a participação de mais de 40 mil pessoas. Para comemorar a data, os organizadores mudaram o tradicional percurso da maratona. O famoso trecho da Torre de Londres desapareceu e no lugar entrou um trecho na rodovia, que garantiu mais rapidez na competição. Com isso, os atletas de elite ganharam 45 segundos no tempo total de prova.

Foto: Virgin Money London Marathon Foto: Virgin Money London Marathon

Em 2016, a Virgin London Marathon, reuniu um dos pelotões de elite mais fortes de todos os tempos. Foram 17 atletas com marcas abaixo de 2h10min, no masculino e, abaixo de 2h30min, no feminino. Foi com a marca de 2h03min05 que o queniano Eliud Kipchoge estabeleceu dois novos recordes: o de 30 km e o do percurso, colocando 1min25 de vantagem sobre a antiga, pertencente a Wilson Kipsang, e que ele mesmo deixou escapar.

Já na corrida feminina, a vitória de Jemima Sumgong foi dramática. A atleta se recuperou de uma grave queda ocorrida por volta do km 33. A partir desse momento ela correu para valer e com 2h22min58 conquistou sua maior vitória. A atleta ia defender seu título do ano passado este final de semana, mas por ter sido pega em um exame antidoping feito de surpresa está fora da Maratona de Londres e pode receber uma suspensão de até dois anos. Agora temos que esperar para ver se o 37 ano dessa Major vai nos trazer tanta surpresa e recordes como sua última edição.


World Marathon Majors: conheça a edição de Londres

Outros · 20 abr, 2017

A Maratona de Londres faz parte, junto com Boston, Chicago, Berlim, Nova York e Tóquio do World Marathon Majors (WMM). Um circuito das seis mais importantes maratonas do mundo e é uma das mais concorridas. Tanto que, para poder comportar todos os inscritos, a organização limita a prova em aproximadamente 40 mil pessoas.

O atleta britânico Chris Brasher foi quem idealizou a prova, logo depois de, em 1979, assistir de perto a Maratona de Nova York. Brasher quis levar para os britânicos a mesma sensação e emoção da prova americana, que na época reuniu onze mil pessoas. A primeira Maratona de Londres aconteceu no dia 21 de março de 1981 e reuniu oito mil participantes, dos quais seis conseguiram completar a prova.

Foto: Virgin Money London Marathon Foto: Virgin Money London Marathon

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É uma corrida imperdível, que passa por diversos pontos turísticos da capital inglesa. A beleza da cidade, o clima festivo e o público extremamente acolhedor fazem desta prova um evento inesquecível. Entre os milhares de participantes, muitos vão apenas para se divertir, usando fantasias, realizando cerimônias de casamento durante a corrida e outras loucuras.

Em 2005, os 42km londrinos completaram 25 anos, com a participação de mais de 40 mil pessoas. Para comemorar a data, os organizadores mudaram o tradicional percurso da maratona. O famoso trecho da Torre de Londres desapareceu e no lugar entrou um trecho na rodovia, que garantiu mais rapidez na competição. Com isso, os atletas de elite ganharam 45 segundos no tempo total de prova.

Foto: Virgin Money London Marathon Foto: Virgin Money London Marathon

Em 2016, a Virgin London Marathon, reuniu um dos pelotões de elite mais fortes de todos os tempos. Foram 17 atletas com marcas abaixo de 2h10min, no masculino e, abaixo de 2h30min, no feminino. Foi com a marca de 2h03min05 que o queniano Eliud Kipchoge estabeleceu dois novos recordes: o de 30 km e o do percurso, colocando 1min25 de vantagem sobre a antiga, pertencente a Wilson Kipsang, e que ele mesmo deixou escapar.

Já na corrida feminina, a vitória de Jemima Sumgong foi dramática. A atleta se recuperou de uma grave queda ocorrida por volta do km 33. A partir desse momento ela correu para valer e com 2h22min58 conquistou sua maior vitória. A atleta ia defender seu título do ano passado este final de semana, mas por ter sido pega em um exame antidoping feito de surpresa está fora da Maratona de Londres e pode receber uma suspensão de até dois anos. Agora temos que esperar para ver se o 37 ano dessa Major vai nos trazer tanta surpresa e recordes como sua última edição.

10 exercícios para fortalecer os glúteos

Exercícios com foco nos glúteos são ótimos para fortalecimento da região, combate da celulite e melhora do contorno corporal. Também são indicados em caso de fraqueza dos músculos, que pode prejudicar o quadril, joelhos e tornozelos devido a compensações estruturais. É preciso se alongar antes de fazer qualquer tipo de atividade, evitando assim surpresas desagradáveis durante os exercícios. Uma boa forma de fortalecer os músculos do bumbum é fazendo os exercícios que Felipe Kutianski, preparador físico da Ziva Brasil, ensinou, confira quais são eles:

Foto: Pressmaster/Fotolia Foto: Pressmaster/Fotolia

+ Participe da 4 Meia Maratona de Rio das Ostras. Clique aqui e inscreva-se

1. Agachamento livre
É o mais clássico. Pode ser feito com a barra livre para maior ativação dos estabilizadores do tronco. Você se posiciona embaixo da barra, levanta ela com o joelho estendido e dá um passo para trás. Quando estiver alinhado, com a coluna ereta, flexione primeiro o quadril para trás, depois o joelho e desça até 90 graus. Para retornar é simples, basta voltar à posição inicial e travar a barra no apoio.

2. Stiff com barra
Outro movimento clássico. A barra vai estar no chão com a carga escolhida pelo professor, você vai se posicionar à frente dela com o joelho semi flexionado. Faça uma flexão do quadril, jogando o tronco à frente pegue a barra (sempre olhe para frente). Sem fazer nenhuma curvatura na coluna, levante a barra do chão e abaixe diversas vezes, fazendo apenas o movimento com o quadril.

3. Afundo com halteres
De todos os exercícios, este é o que dá maior ativação nos membros inferiores e glúteos. Se posicione entre dois halteres, agache e pegue eles e levante pela lateral do corpo. Jogue a perna direita para frente e agache com a coluna ereta. Faça isso algumas vezes e depois repita o movimento com a perna esquerda à frente.

4. Levantamento terra
É um movimento simples. Posicione-se com os pés na largura do quadril, mantendo o abdômen inferior contraído. Com a barra em frente dobre os joelhos e pegue a barra com o quadril para trás. Mantenha seu peito e cabeça elevados para que suas costas fiquem retas, levante segurando a barra e segure ela com os braços esticados para baixo, mantendo a barra próxima ao seu corpo.

5. LegPress 45
O LegPress é simples. Sentado na máquina estenda o joelho à frente para levantar o peso escolhido.
Pontos que precisam ser lembrados:

1 - Nunca faça a extensão total do joelho no movimento, você pode fraturá-lo
2 - Os pés devem estar na mesma largura do seu quadril
3 - Se você deixar o pé mais alto na plataforma, existe a tendência de ter uma maior ativação do glúteo, porém você perde amplitude do movimento e gera uma sobrecarga maior no seu joelho
4 - O ideal é que seu pé esteja a cerca de 5 cm a cima do centro da plataforma

Foto: mr.markin/Fotolia Foto: mr.markin/Fotolia

6. Agachamento com salto
Um exercício da calistenia. Sem nenhum peso você vai fazer um agachamento profundo, passando dos 90 do joelho e subirá muito rápido, de uma forma que ele tire os dois pés do chão com um extensão total do joelho, caindo agachando e saltando repetidas vezes.

7. Agachamento isoton
Exercício desenvolvido por um russo e um curitibano, onde você precisa trabalhar na porção mais tensa da fibra muscular. Isto acontece quando você trabalha com o joelho em uma curvatura de 90, até cerca de 20 cm para baixo. Nunca faça a extensão completa durante esse exercício. Permaneça no agachamento curto, até o final do exercício.

8. Pistol
Exercício famoso nos crossfit consiste em um agachamento livre com uma perna só. É só estender a perna à frente, jogar o bumbum para trás, o corpo para frente e agachar.

9. Agachamento estático
Pode ser feito com o peso do corpo, kettlebell, sand bag ou barra. Jogue o quadril para trás, faça a flexão do joelho, agache até chegar em 90 graus e fique parado por um tempo pré determinado.

Afundo alternado com salto
Ele trabalha com explosão muscular. Coloque uma perna à frente e outra atrás. Com o joelho estendido, agache até que o joelho de trás toque o chão. Quando voltar dê um salto e troque a perna da frente com a perna de trás. Repita o o movimento o quanto for necessário.


10 exercícios para fortalecer os glúteos

Outros · 18 abr, 2017

Exercícios com foco nos glúteos são ótimos para fortalecimento da região, combate da celulite e melhora do contorno corporal. Também são indicados em caso de fraqueza dos músculos, que pode prejudicar o quadril, joelhos e tornozelos devido a compensações estruturais. É preciso se alongar antes de fazer qualquer tipo de atividade, evitando assim surpresas desagradáveis durante os exercícios. Uma boa forma de fortalecer os músculos do bumbum é fazendo os exercícios que Felipe Kutianski, preparador físico da Ziva Brasil, ensinou, confira quais são eles:

Foto: Pressmaster/Fotolia Foto: Pressmaster/Fotolia

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1. Agachamento livre
É o mais clássico. Pode ser feito com a barra livre para maior ativação dos estabilizadores do tronco. Você se posiciona embaixo da barra, levanta ela com o joelho estendido e dá um passo para trás. Quando estiver alinhado, com a coluna ereta, flexione primeiro o quadril para trás, depois o joelho e desça até 90 graus. Para retornar é simples, basta voltar à posição inicial e travar a barra no apoio.

2. Stiff com barra
Outro movimento clássico. A barra vai estar no chão com a carga escolhida pelo professor, você vai se posicionar à frente dela com o joelho semi flexionado. Faça uma flexão do quadril, jogando o tronco à frente pegue a barra (sempre olhe para frente). Sem fazer nenhuma curvatura na coluna, levante a barra do chão e abaixe diversas vezes, fazendo apenas o movimento com o quadril.

3. Afundo com halteres
De todos os exercícios, este é o que dá maior ativação nos membros inferiores e glúteos. Se posicione entre dois halteres, agache e pegue eles e levante pela lateral do corpo. Jogue a perna direita para frente e agache com a coluna ereta. Faça isso algumas vezes e depois repita o movimento com a perna esquerda à frente.

4. Levantamento terra
É um movimento simples. Posicione-se com os pés na largura do quadril, mantendo o abdômen inferior contraído. Com a barra em frente dobre os joelhos e pegue a barra com o quadril para trás. Mantenha seu peito e cabeça elevados para que suas costas fiquem retas, levante segurando a barra e segure ela com os braços esticados para baixo, mantendo a barra próxima ao seu corpo.

5. LegPress 45
O LegPress é simples. Sentado na máquina estenda o joelho à frente para levantar o peso escolhido.
Pontos que precisam ser lembrados:

1 - Nunca faça a extensão total do joelho no movimento, você pode fraturá-lo
2 - Os pés devem estar na mesma largura do seu quadril
3 - Se você deixar o pé mais alto na plataforma, existe a tendência de ter uma maior ativação do glúteo, porém você perde amplitude do movimento e gera uma sobrecarga maior no seu joelho
4 - O ideal é que seu pé esteja a cerca de 5 cm a cima do centro da plataforma

Foto: mr.markin/Fotolia Foto: mr.markin/Fotolia

6. Agachamento com salto
Um exercício da calistenia. Sem nenhum peso você vai fazer um agachamento profundo, passando dos 90 do joelho e subirá muito rápido, de uma forma que ele tire os dois pés do chão com um extensão total do joelho, caindo agachando e saltando repetidas vezes.

7. Agachamento isoton
Exercício desenvolvido por um russo e um curitibano, onde você precisa trabalhar na porção mais tensa da fibra muscular. Isto acontece quando você trabalha com o joelho em uma curvatura de 90, até cerca de 20 cm para baixo. Nunca faça a extensão completa durante esse exercício. Permaneça no agachamento curto, até o final do exercício.

8. Pistol
Exercício famoso nos crossfit consiste em um agachamento livre com uma perna só. É só estender a perna à frente, jogar o bumbum para trás, o corpo para frente e agachar.

9. Agachamento estático
Pode ser feito com o peso do corpo, kettlebell, sand bag ou barra. Jogue o quadril para trás, faça a flexão do joelho, agache até chegar em 90 graus e fique parado por um tempo pré determinado.

Afundo alternado com salto
Ele trabalha com explosão muscular. Coloque uma perna à frente e outra atrás. Com o joelho estendido, agache até que o joelho de trás toque o chão. Quando voltar dê um salto e troque a perna da frente com a perna de trás. Repita o o movimento o quanto for necessário.

Conheça a história do tradicional Tour de France

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

O Tour de France é considerado a maior prova de ciclismo e um dos eventos esportivos mais assistidos no mundo. Mas não foi da noite para o dia que alcançou todo esse status, são mais de cem anos desde sua criação e muitos avanços tecnológicos envolvidos. Conheça a história.

A princípio, o Tour de France foi uma prova idealizada para aumentar a circulação do jornal esportivo LAuto (atual LEquipe) que não andava bem financeiramente. A ideia de realizar um evento de ciclismo foi dada por Géo Lefèvre, um funcionário da redação, e aceita pelo fundador do veículo, Henri Desgrange, que além de jornalista também era ciclista e conhecido por escrever sobe o esporte. O objetivo era de que o LAuto conseguisse competir com os jornais Le Petit Journal e Le Vélo, que patrocinavam as corridas Paris-Brest-Paris e Bordeaux-Paris e por isso vendiam mais exemplares.

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

A primeira edição do Tour foi realizada 1903. Géo Lefèvre sugeriu uma corrida de seis dias, do tipo popular na estrada, mas que passasse por toda a França entre os dias 31 de maio e 5 de julho, com um trajeto partindo de Paris passando em Lyon, Marselha, Bórdeus e Nantes, antes de retornar à capital francesa.

Para a época, o nível de dificuldade foi considerado bem alto mesmo com dias de descanso entre uma etapa e outra, já que as fases duravam uma noite inteira e terminavam apenas em outro dia. Além de envolver muitos custos tanto para os participantes quanto para organização. Apenas 15 ciclistas se inscreveram.

Diante do aparente fracasso nas inscrições, Desgrange quase abriu mão de realizar a prova, mas invés disso decidiu fazer algumas mudanças no planejamento inicial: acrescentou a cidade de Touluse no percurso, mudou as datas para 1 a 19 de julho, encurtando a duração da corrida, além de oferecer um subsídio diário para aqueles que fizessem em média pelo menos 20 km/h em todas as fases. Ele também colocou como prêmio de cada fase um valor em dinheiro que ultrapassava aquilo que os trabalhadores ganhavam na época. Uma estratégia que atraiu cerca de 70 participantes.

A primeira edição da prova em 1903 foi classificada como um sucesso e aos poucos foi atraindo patrocinadores e crescendo em escala mundial.

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Nas primeiras edições do Tour, os corredores dormiam na beira da estrada e não podiam receber nenhum auxílio externo, era uma corrida enduro quase contínua. Com o tempo isso foi mudando e atendendo melhor as necessidades dos participantes. Hoje a estrutura é muito melhor planejada e oferece assistência o tempo todo, desde água, alimentos, atendimento médico, até mecânicos de bicicletas.

A prova foi passando por diversas mudanças e se modernizando cada vez mais, beneficiando também o público que a acompanha. Desde o ano passado, por exemplo, é usado um sistema que fornece informações muito mais precisas em tempo real para espectadores, comentaristas e times de atletas, baseado em um rastreamento que combina dados, vídeos, fotografias e redes sociais. O que atrai cada vez mais fãs, uma vez que proporciona uma experiência quase que interativa na competição.

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Os espectadores têm acesso a dados como velocidade dos atletas, distância entre cada um deles, composição dos pelotões de corrida, velocidade e direção do vento, assim como previsão das condições climáticas, um acompanhamento que poucos eventos esportivos oferecem em tempo real ao público sem depender de uma cobertura televisiva.

O Tour de France conseguiu aliar a tradição do evento com as inovações tecnológicas disponíveis, agradando assim tanto os ciclistas que participam da prova, quanto quem está de fora dela, fazendo assim a corrida de uma modalidade que não é uma das mais praticadas e divulgadas ser um evento conhecido e acompanhado mundialmente.

Faça sua inscrição para L'etape Brasil by LeTour de France

Foto: Fotolia Foto: Fotolia


Conheça a história do tradicional Tour de France

Outros · 18 abr, 2017

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

O Tour de France é considerado a maior prova de ciclismo e um dos eventos esportivos mais assistidos no mundo. Mas não foi da noite para o dia que alcançou todo esse status, são mais de cem anos desde sua criação e muitos avanços tecnológicos envolvidos. Conheça a história.

A princípio, o Tour de France foi uma prova idealizada para aumentar a circulação do jornal esportivo LAuto (atual LEquipe) que não andava bem financeiramente. A ideia de realizar um evento de ciclismo foi dada por Géo Lefèvre, um funcionário da redação, e aceita pelo fundador do veículo, Henri Desgrange, que além de jornalista também era ciclista e conhecido por escrever sobe o esporte. O objetivo era de que o LAuto conseguisse competir com os jornais Le Petit Journal e Le Vélo, que patrocinavam as corridas Paris-Brest-Paris e Bordeaux-Paris e por isso vendiam mais exemplares.

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

A primeira edição do Tour foi realizada 1903. Géo Lefèvre sugeriu uma corrida de seis dias, do tipo popular na estrada, mas que passasse por toda a França entre os dias 31 de maio e 5 de julho, com um trajeto partindo de Paris passando em Lyon, Marselha, Bórdeus e Nantes, antes de retornar à capital francesa.

Para a época, o nível de dificuldade foi considerado bem alto mesmo com dias de descanso entre uma etapa e outra, já que as fases duravam uma noite inteira e terminavam apenas em outro dia. Além de envolver muitos custos tanto para os participantes quanto para organização. Apenas 15 ciclistas se inscreveram.

Diante do aparente fracasso nas inscrições, Desgrange quase abriu mão de realizar a prova, mas invés disso decidiu fazer algumas mudanças no planejamento inicial: acrescentou a cidade de Touluse no percurso, mudou as datas para 1 a 19 de julho, encurtando a duração da corrida, além de oferecer um subsídio diário para aqueles que fizessem em média pelo menos 20 km/h em todas as fases. Ele também colocou como prêmio de cada fase um valor em dinheiro que ultrapassava aquilo que os trabalhadores ganhavam na época. Uma estratégia que atraiu cerca de 70 participantes.

A primeira edição da prova em 1903 foi classificada como um sucesso e aos poucos foi atraindo patrocinadores e crescendo em escala mundial.

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Nas primeiras edições do Tour, os corredores dormiam na beira da estrada e não podiam receber nenhum auxílio externo, era uma corrida enduro quase contínua. Com o tempo isso foi mudando e atendendo melhor as necessidades dos participantes. Hoje a estrutura é muito melhor planejada e oferece assistência o tempo todo, desde água, alimentos, atendimento médico, até mecânicos de bicicletas.

A prova foi passando por diversas mudanças e se modernizando cada vez mais, beneficiando também o público que a acompanha. Desde o ano passado, por exemplo, é usado um sistema que fornece informações muito mais precisas em tempo real para espectadores, comentaristas e times de atletas, baseado em um rastreamento que combina dados, vídeos, fotografias e redes sociais. O que atrai cada vez mais fãs, uma vez que proporciona uma experiência quase que interativa na competição.

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Os espectadores têm acesso a dados como velocidade dos atletas, distância entre cada um deles, composição dos pelotões de corrida, velocidade e direção do vento, assim como previsão das condições climáticas, um acompanhamento que poucos eventos esportivos oferecem em tempo real ao público sem depender de uma cobertura televisiva.

O Tour de France conseguiu aliar a tradição do evento com as inovações tecnológicas disponíveis, agradando assim tanto os ciclistas que participam da prova, quanto quem está de fora dela, fazendo assim a corrida de uma modalidade que não é uma das mais praticadas e divulgadas ser um evento conhecido e acompanhado mundialmente.

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Maratona mais extrema do mundo será realizada no final do ano no Peru

O Peru sediará, em novembro deste ano, a prova de corrida mais extrema do mundo: a prestigiada Marathon Des Sables (MDS), informou a Comissão de Promoção do Peru para a Exportação e o Turismo (PROMPERÚ). O anúncio foi feito durante a premiação dos ganhadoras da última edição da competição, realizada no deserto do Sahara, no Marrocos, na qual participou o maratonista peruano Remigio Huamán Quispe.

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

+ Participe da 1 Corrida Soldadinho do BOPE

Vale destacar que o Peru será o primeiro país latino-americano a receber esta prova, que convoca atletas de elite que suportam situações extremas para alcançar seus recordes, como enfrentar as altas temperaturas do deserto e carregar os alimentos para todos os dias que duram a prova.

A PROMPERÚ destaca que a realização deste tipo de grandes provas internacionais constitui uma importante plataforma que permite reforçar a exposição internacional do país como destino para esportes de aventura, com cenários ideais para todo tipo de competições nas quais se respeita e protege o patrimônio cultural e natural do Peru. Esta atividade proporciona, além disso, um impulso econômico nas localidades onde se desenvolverá a maratona, uma vez que serão utilizados serviços de hotelaria, transporte e restabelecimento, entre outros, gerando benefício direto às famílias das populações locais, assinala a PROMPERÚ.

Marathon des Sables Peru

A Marathon Des Sables Peru será realizada entre as dunas de Nasca e Paracas. Serão seis dias de competição, reunindo mais de 300 competidores estrangeiros, entre 24 de novembro e 4 de dezembro de 2017. Segundo os organizadores da MDS, a corrida contará com a cobertura de mais de 50 jornalistas internacionais dos Estados Unidos, Brasil, Japão, México e países da Europa, que acompanharão de perto todas as etapas da competição, garantindo a exposição midiática do Peru para todo o planeta.

A Marathon Des Sables (em português Maratona das Areias) é uma das corridas a pé de larga distância mais exigentes do mundo. É realizada há mais de 30 anos no deserto do Sahara, no Marrocos. Os participantes percorrem a pé 240 km do deserto marroquino sob temperaturas que chegam aos 50 C, carregando seus próprios equipamentos e comida para toda a corrida. É importante mencionar que com os anos, esta competição de alto rendimento se transformou e um importante desafio para os atletas de elite de todo o mundo, que sonham em poder participar neste singular segmento esportivo que exige esforço físico e mental.


Maratona mais extrema do mundo será realizada no final do ano no Peru

Outros · 18 abr, 2017

O Peru sediará, em novembro deste ano, a prova de corrida mais extrema do mundo: a prestigiada Marathon Des Sables (MDS), informou a Comissão de Promoção do Peru para a Exportação e o Turismo (PROMPERÚ). O anúncio foi feito durante a premiação dos ganhadoras da última edição da competição, realizada no deserto do Sahara, no Marrocos, na qual participou o maratonista peruano Remigio Huamán Quispe.

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

+ Participe da 1 Corrida Soldadinho do BOPE

Vale destacar que o Peru será o primeiro país latino-americano a receber esta prova, que convoca atletas de elite que suportam situações extremas para alcançar seus recordes, como enfrentar as altas temperaturas do deserto e carregar os alimentos para todos os dias que duram a prova.

A PROMPERÚ destaca que a realização deste tipo de grandes provas internacionais constitui uma importante plataforma que permite reforçar a exposição internacional do país como destino para esportes de aventura, com cenários ideais para todo tipo de competições nas quais se respeita e protege o patrimônio cultural e natural do Peru. Esta atividade proporciona, além disso, um impulso econômico nas localidades onde se desenvolverá a maratona, uma vez que serão utilizados serviços de hotelaria, transporte e restabelecimento, entre outros, gerando benefício direto às famílias das populações locais, assinala a PROMPERÚ.

Marathon des Sables Peru

A Marathon Des Sables Peru será realizada entre as dunas de Nasca e Paracas. Serão seis dias de competição, reunindo mais de 300 competidores estrangeiros, entre 24 de novembro e 4 de dezembro de 2017. Segundo os organizadores da MDS, a corrida contará com a cobertura de mais de 50 jornalistas internacionais dos Estados Unidos, Brasil, Japão, México e países da Europa, que acompanharão de perto todas as etapas da competição, garantindo a exposição midiática do Peru para todo o planeta.

A Marathon Des Sables (em português Maratona das Areias) é uma das corridas a pé de larga distância mais exigentes do mundo. É realizada há mais de 30 anos no deserto do Sahara, no Marrocos. Os participantes percorrem a pé 240 km do deserto marroquino sob temperaturas que chegam aos 50 C, carregando seus próprios equipamentos e comida para toda a corrida. É importante mencionar que com os anos, esta competição de alto rendimento se transformou e um importante desafio para os atletas de elite de todo o mundo, que sonham em poder participar neste singular segmento esportivo que exige esforço físico e mental.

Brasileira fica em terceiro lugar em competição no Deserto do Saara

Para quem acha que brasileiro está acostumado com calor, verão e sol, não conhece o Marathon des Sables, ou, em português, Maratona das areias, uma competição de seis etapas, em Marrocos, que se estendeu por 250 km nas dunas do Deserto de Saara, que, em sua 32 edição, reuniu 1.167 corredores. Em temperaturas de mais de 50 graus, a ultramaratonista Fernanda Maciel (37), nascida em Belo Horizonte, repetiu a boa performance do ano passado e garantiu a terceira colocação entre as mulheres, com um tempo acumulado de 24h44min59. A sueca Elisabet Barnes ficou na primeira colocação e a francesa Natalie Mauclair, na segunda.

Terminar esta prova significa uma vitória e um sonho. Sempre ouvi falar desde pequena da MDS e sabia que um dia poderia corrê-la. É a única prova que me faz chorar de dor e de prazer em cruzar a linha de chegada de cada etapa diária, disse Fernanda, que participou da MDS pela segunda vez.

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

+ Participe da New Balance Mile Challenge

Uma das particularidades da competição é a autossuficiência. Do primeiro ao último estágio, os atletas devem carregar consigo, o tempo inteiro, o próprio alimento para os sete dias em que ocorrem as seis etapas, aumentando o peso da mochila e a dificuldade para cruzar o deserto.

A parte mais desafiadora foi durante a primeira etapa. Comecei a passar mal do estômago, não conseguia respirar bem e nem comer. A mochila pesava 8,5 kg. Não corria bem subindo ou descendo as dunas. Foi um martírio Pensei em abandonar a prova, mas segui firme até acabar a etapa, afirmou Fernanda.

O Marathon des Sables reúne amadores e profissionais da ultramaratona do mundo inteiro, mas a disputa pelo pódio ficou mais acirrada desde o ano passado, pois a prova passou a ser uma das mais importantes no Ultra Trail World Tour, o circuito mundial de ultramaratona.

A MDS este ano foi difícil e bem disputada por causa do maior número de competidoras femininas que disputam o mundial Ultra Trail World Tour. Houve muita disputa pelo pódio durante cada etapa. Fiquei feliz com o resultado de terceiro lugar, porque correr "atacando" no deserto é perigoso. Tive que administrar a falta de comida, condição extrema de calor, as horas corretas para acelerar e não passar dos meus limites. Corri de forma conservadora e inteligente para sobreviver até a linha de chegada ao meio do deserto. Tive muitos hematomas no corpo por conta do peso da mochila (8,5 kg) e bolhas nos pés este ano, mas consegui superar a dor. Foi uma experiência maravilhosa como sempre correr por 7 dias, os 250 km no Saara de forma autossuficiente, sem telefone, realmente conectada comigo mesma, foi mágico", conta a ultramaratonista.


Brasileira fica em terceiro lugar em competição no Deserto do Saara

Outros · 17 abr, 2017

Para quem acha que brasileiro está acostumado com calor, verão e sol, não conhece o Marathon des Sables, ou, em português, Maratona das areias, uma competição de seis etapas, em Marrocos, que se estendeu por 250 km nas dunas do Deserto de Saara, que, em sua 32 edição, reuniu 1.167 corredores. Em temperaturas de mais de 50 graus, a ultramaratonista Fernanda Maciel (37), nascida em Belo Horizonte, repetiu a boa performance do ano passado e garantiu a terceira colocação entre as mulheres, com um tempo acumulado de 24h44min59. A sueca Elisabet Barnes ficou na primeira colocação e a francesa Natalie Mauclair, na segunda.

Terminar esta prova significa uma vitória e um sonho. Sempre ouvi falar desde pequena da MDS e sabia que um dia poderia corrê-la. É a única prova que me faz chorar de dor e de prazer em cruzar a linha de chegada de cada etapa diária, disse Fernanda, que participou da MDS pela segunda vez.

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

+ Participe da New Balance Mile Challenge

Uma das particularidades da competição é a autossuficiência. Do primeiro ao último estágio, os atletas devem carregar consigo, o tempo inteiro, o próprio alimento para os sete dias em que ocorrem as seis etapas, aumentando o peso da mochila e a dificuldade para cruzar o deserto.

A parte mais desafiadora foi durante a primeira etapa. Comecei a passar mal do estômago, não conseguia respirar bem e nem comer. A mochila pesava 8,5 kg. Não corria bem subindo ou descendo as dunas. Foi um martírio Pensei em abandonar a prova, mas segui firme até acabar a etapa, afirmou Fernanda.

O Marathon des Sables reúne amadores e profissionais da ultramaratona do mundo inteiro, mas a disputa pelo pódio ficou mais acirrada desde o ano passado, pois a prova passou a ser uma das mais importantes no Ultra Trail World Tour, o circuito mundial de ultramaratona.

A MDS este ano foi difícil e bem disputada por causa do maior número de competidoras femininas que disputam o mundial Ultra Trail World Tour. Houve muita disputa pelo pódio durante cada etapa. Fiquei feliz com o resultado de terceiro lugar, porque correr "atacando" no deserto é perigoso. Tive que administrar a falta de comida, condição extrema de calor, as horas corretas para acelerar e não passar dos meus limites. Corri de forma conservadora e inteligente para sobreviver até a linha de chegada ao meio do deserto. Tive muitos hematomas no corpo por conta do peso da mochila (8,5 kg) e bolhas nos pés este ano, mas consegui superar a dor. Foi uma experiência maravilhosa como sempre correr por 7 dias, os 250 km no Saara de forma autossuficiente, sem telefone, realmente conectada comigo mesma, foi mágico", conta a ultramaratonista.

Testamos: tênis KgM2, da 361º

José Eduardo, gerente de projetos financeiros e um dos integrantes do time de corredores que testam tênis para o Webrun, treinou com o tênis da 361 e contou um pouco de sua experiência nas últimas semanas com o modelo. Veja abaixo o depoimento do corredor:

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

+ Participe da 17 Corrida e Caminhada do GRAACC

"O modelo pode ser usado desde atletas iniciantes até os mais avançados. Isso porque consegue aliar bom amortecimento e estabilidade à leveza para quem busca performance. A 361 parece ter encontrado no KgM2 o ponto ótimo para agradar aos diversos perfis de corredores. Realizei vários treinos com o modelo, percorrendo mais de 100 km, desde trechos curtos até longas distâncias. Ele correspondeu bem em todos. Trouxe estabilidade adequada até em descidas íngremes. Recomendo para provas de 10 km e também para maratonas.

Gostei muito do perfil mais baixo, com o drop de 9,5 mm, do cabedal ventilado, da aparência e do peso. O amortecimento, que minimiza o impacto, mas sem deixar a passada lenta é um diferencial. Se fosse mais flexível, traria mais conforto ao corredor. A entressola poderia ser feita com um material que trouxesse mais retorno e não apenas buscando minimizar o impacto. Mas nada que comprometa o KgM2.

É um modelo que vale o investimento. Possui boa estrutura e durabilidade, com um valor dentro da média entre os tênis com as mesmas características."

Informações

Drop: 9,5 mm
Tipo de pisada: Neutra
Peso: 258g
Preço: R$449,90


Testamos: tênis KgM2, da 361º

Outros · 17 abr, 2017

José Eduardo, gerente de projetos financeiros e um dos integrantes do time de corredores que testam tênis para o Webrun, treinou com o tênis da 361 e contou um pouco de sua experiência nas últimas semanas com o modelo. Veja abaixo o depoimento do corredor:

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

+ Participe da 17 Corrida e Caminhada do GRAACC

"O modelo pode ser usado desde atletas iniciantes até os mais avançados. Isso porque consegue aliar bom amortecimento e estabilidade à leveza para quem busca performance. A 361 parece ter encontrado no KgM2 o ponto ótimo para agradar aos diversos perfis de corredores. Realizei vários treinos com o modelo, percorrendo mais de 100 km, desde trechos curtos até longas distâncias. Ele correspondeu bem em todos. Trouxe estabilidade adequada até em descidas íngremes. Recomendo para provas de 10 km e também para maratonas.

Gostei muito do perfil mais baixo, com o drop de 9,5 mm, do cabedal ventilado, da aparência e do peso. O amortecimento, que minimiza o impacto, mas sem deixar a passada lenta é um diferencial. Se fosse mais flexível, traria mais conforto ao corredor. A entressola poderia ser feita com um material que trouxesse mais retorno e não apenas buscando minimizar o impacto. Mas nada que comprometa o KgM2.

É um modelo que vale o investimento. Possui boa estrutura e durabilidade, com um valor dentro da média entre os tênis com as mesmas características."

Informações

Drop: 9,5 mm
Tipo de pisada: Neutra
Peso: 258g
Preço: R$449,90

Olympikus lança nova campanha Fitness

A Olympikus lança a campanha da nova coleção Fitness, que conta com 13 modelos inéditos para a prática esportiva, além de uma coleção completa de vestuários e acessórios. A campanha, produzida pela JWT, apresenta a inovação dos modelos trazendo as novidades da tecnologia EVASENSE, desenvolvida com sistema de amortecimento que deixa o solado mais leve e confortável; e a tecnologia HYPERSOX, que traz o cabedal do tênis em formato de meia, oferecendo o ajuste ideal aos movimentos.

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

+ Participe da Nat Geo Run

Para essa nova campanha, buscamos explorar diferentes linguagens para criar um visual impactante que valorizasse o design e os principais atributos dos modelos. Esses lançamentos são o resultado do constante investimento em pesquisa e tecnologia que temos feito para entregar produtos com máxima leveza, maciez e flexibilidade para os consumidores, destaca o diretor de Marketing da Olympikus, Rafael Gouveia.

Para esta ativação, foi produzido um filme, com versões de 15 e 30 segundos, que será veiculado nos canais SporTV, Multishow, GNT e Megapix. Além disso, haverá ativação no meio digital, por meio das redes sociais da marca e de influenciadores do Time Olympikus: a atriz Fernanda Souza e o esportista André Martinelli.

A marca também vai investir nos melhores pontos de venda do país, com espaços destacados para os principais modelos. Os produtos da linha Fitness podem ser encontrados, na loja online da Olympikus e em multimarcas espalhadas pelo Brasil.


Olympikus lança nova campanha Fitness

Outros · 17 abr, 2017

A Olympikus lança a campanha da nova coleção Fitness, que conta com 13 modelos inéditos para a prática esportiva, além de uma coleção completa de vestuários e acessórios. A campanha, produzida pela JWT, apresenta a inovação dos modelos trazendo as novidades da tecnologia EVASENSE, desenvolvida com sistema de amortecimento que deixa o solado mais leve e confortável; e a tecnologia HYPERSOX, que traz o cabedal do tênis em formato de meia, oferecendo o ajuste ideal aos movimentos.

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

+ Participe da Nat Geo Run

Para essa nova campanha, buscamos explorar diferentes linguagens para criar um visual impactante que valorizasse o design e os principais atributos dos modelos. Esses lançamentos são o resultado do constante investimento em pesquisa e tecnologia que temos feito para entregar produtos com máxima leveza, maciez e flexibilidade para os consumidores, destaca o diretor de Marketing da Olympikus, Rafael Gouveia.

Para esta ativação, foi produzido um filme, com versões de 15 e 30 segundos, que será veiculado nos canais SporTV, Multishow, GNT e Megapix. Além disso, haverá ativação no meio digital, por meio das redes sociais da marca e de influenciadores do Time Olympikus: a atriz Fernanda Souza e o esportista André Martinelli.

A marca também vai investir nos melhores pontos de venda do país, com espaços destacados para os principais modelos. Os produtos da linha Fitness podem ser encontrados, na loja online da Olympikus e em multimarcas espalhadas pelo Brasil.

5 dicas para triatletas que vão pedalar na rodovia pela primeira vez

Domingo passado tive a experiência de pedalar 90km em uma rodovia pela primeira vez. Até então, meus treinos haviam sido em ciclovias e estradas fechadas, como a Estrada Velha de Santos, no Riacho Grande. Como triatleta iniciante, fiquei fascinada com a experiência e não vejo a hora de repetir novamente. Por isso, resolvi resumir aqui algumas das lições que eu tirei deste treino, pois pedalar na rodovia é MUITO legal, porém igualmente perigoso.

Dica 1
Jamais vá sozinho. Dê preferência a um grupo com ciclistas experientes, que possam puxar o pelotão e também ajudar quem fica por último. Com o vácuo dos caminhões e ônibus, a atenção precisa ser redobrada porque para cair da bike é muito fácil. Fora o vento, geralmente contra.

Foto: Arquivo Pessoal Foto: Arquivo Pessoal

Dica 2
Leve suplementos e hidratação. Pode parecer chover no molhado, especialmente para quem vem de maratonas. Mas não subestime a estrada e leve nem que seja uma caramanhola extra com isotônico. O esforço no pedal longo é grande e rola fome e muita sede, especialmente se você pegar um dia ensolarado.

Dica 3
Se você não sabe trocar a câmara de ar da sua bike, vá acompanhado de alguém que saiba. É muito comum furar o pneu da bike na estrada. Buracos, vidro, parafusos e até mesmo aquele lixo de beira de estrada são verdadeiras ciladas para os ciclistas. Esteja sempre com uma câmara reserva e uma bomba para não correr o risco de ficar na estrada.

Dica 4
Vá preparado psicologicamente para ver algumas quedas. Neste dia do meu treino, presenciei uma queda de um ciclista de outro grupo, que me deixou bem assustada. Manter a concentração total e não conversar durante o treino são fundamentais para quem pedala na estrada. Quando for atravessar a pista, certifique-se se não vem nenhum carro ou moto e vá acompanhada do grupo. Andar no pelotão é a melhor forma de se manter segura.

+ As inscrições para a New Balance 15K São Paulo estão abertas. Clique aqui e inscreva-se

Dica 5
Puxe o pelotão, mas também ande na roda. Para quem é iniciante, é pesado puxar o tempo todo o pelotão, especialmente por causa do vento. Pegue a roda amiga e vá no vácuo. Se você for pedalar de TT (bike de triathlon), só faça clipado se estiver puxando.O recomendável sempre é usar uma bike speed, até por ela ter mais dirigibilidade. No meu treino eu fui com a bike TT, mas não clipei e vi que poderia ter tido um maior aproveitamento se tivesse ido com a bike de estrada.

Foto: Arquivo Pessoal Foto: Arquivo Pessoal

Para finalizar, existem muitos grupos de ciclismo e assessorias esportivas que promovem treinos abertos em rodovias. Em São Paulo, os Braddocks Team (http://www.braddocks.com.br/) organizam treinos para todos os níveis de ciclistas. Em todos eles, além de atletas experientes no pelotão, eles levam também um carro de apoio com hidratação e suporte.

Na hora de pedalar na estrada, leve em consideração todos esses elementos para não colocar a sua vida em risco e aproveitar ao máximo a experiência.


5 dicas para triatletas que vão pedalar na rodovia pela primeira vez

Outros · 17 abr, 2017

Domingo passado tive a experiência de pedalar 90km em uma rodovia pela primeira vez. Até então, meus treinos haviam sido em ciclovias e estradas fechadas, como a Estrada Velha de Santos, no Riacho Grande. Como triatleta iniciante, fiquei fascinada com a experiência e não vejo a hora de repetir novamente. Por isso, resolvi resumir aqui algumas das lições que eu tirei deste treino, pois pedalar na rodovia é MUITO legal, porém igualmente perigoso.

Dica 1
Jamais vá sozinho. Dê preferência a um grupo com ciclistas experientes, que possam puxar o pelotão e também ajudar quem fica por último. Com o vácuo dos caminhões e ônibus, a atenção precisa ser redobrada porque para cair da bike é muito fácil. Fora o vento, geralmente contra.

Foto: Arquivo Pessoal Foto: Arquivo Pessoal

Dica 2
Leve suplementos e hidratação. Pode parecer chover no molhado, especialmente para quem vem de maratonas. Mas não subestime a estrada e leve nem que seja uma caramanhola extra com isotônico. O esforço no pedal longo é grande e rola fome e muita sede, especialmente se você pegar um dia ensolarado.

Dica 3
Se você não sabe trocar a câmara de ar da sua bike, vá acompanhado de alguém que saiba. É muito comum furar o pneu da bike na estrada. Buracos, vidro, parafusos e até mesmo aquele lixo de beira de estrada são verdadeiras ciladas para os ciclistas. Esteja sempre com uma câmara reserva e uma bomba para não correr o risco de ficar na estrada.

Dica 4
Vá preparado psicologicamente para ver algumas quedas. Neste dia do meu treino, presenciei uma queda de um ciclista de outro grupo, que me deixou bem assustada. Manter a concentração total e não conversar durante o treino são fundamentais para quem pedala na estrada. Quando for atravessar a pista, certifique-se se não vem nenhum carro ou moto e vá acompanhada do grupo. Andar no pelotão é a melhor forma de se manter segura.

+ As inscrições para a New Balance 15K São Paulo estão abertas. Clique aqui e inscreva-se

Dica 5
Puxe o pelotão, mas também ande na roda. Para quem é iniciante, é pesado puxar o tempo todo o pelotão, especialmente por causa do vento. Pegue a roda amiga e vá no vácuo. Se você for pedalar de TT (bike de triathlon), só faça clipado se estiver puxando.O recomendável sempre é usar uma bike speed, até por ela ter mais dirigibilidade. No meu treino eu fui com a bike TT, mas não clipei e vi que poderia ter tido um maior aproveitamento se tivesse ido com a bike de estrada.

Foto: Arquivo Pessoal Foto: Arquivo Pessoal

Para finalizar, existem muitos grupos de ciclismo e assessorias esportivas que promovem treinos abertos em rodovias. Em São Paulo, os Braddocks Team (http://www.braddocks.com.br/) organizam treinos para todos os níveis de ciclistas. Em todos eles, além de atletas experientes no pelotão, eles levam também um carro de apoio com hidratação e suporte.

Na hora de pedalar na estrada, leve em consideração todos esses elementos para não colocar a sua vida em risco e aproveitar ao máximo a experiência.

Novo tênis da Nike chega ao mercado a partir de 4 de maio

Criado para os fãs de corrida minimalista, a família Nike Free 2017 traz novidades para o corredor. O design traz a beleza em sua simplicidade dando controle de volta aos praticantes do esporte, removendo todas as distrações e proporcionando o equilíbrio perfeito entre o movimento dinâmico e o nível adequado de apoio. Para a coleção 2017, a marca apresenta três novos modelos: Nike Free RN Motion Flyknit, Nike Free RN Flyknit e Nike Free RN.

Visando a sensação de correr descalço, cada um deles possui uma palmilha moldada que imita a curvatura do pé para adicionar suporte, enquanto que a entressola co-moldada usa o Phylon mais macio (composição de espuma e borracha) injetado para conforto, durabilidade e uma passada suave.

+Participe da Meia Maratona Ecológica de Curitiba

Os três modelos também possuem a tecnologia auxética no solado estrela de três pontas, que se expande e contrai igualmente em todas as direções, e permite a dispersão da pressão uniforme na corrida. O calcanhar anatômico arredondado promove a amplitude de movimento mais natural.


Nike Free RN Motion Flyknit 2017

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

O cabedal ultrafino totalmente adaptável do Nike Flyknit oferece maior respiro no contato com a pele, eliminando qualquer distração no pé do corredor. Feito em uma peça de construção que integra áreas de alta respirabilidade, oferece conforto e suporte onde o corredor mais precisa. O design com tiras elásticas na parte superior do pé elimina o cadarço, é personalizável e proporciona conforto sem pressão.

Nike Free RN Flyknit 2017

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Fechamento do meio do pé atualizado com tecnologia Nike Flywire na parte superior e integrado com os laços aumenta a sensação de suporte em todo o calçado. Fios mais estruturados são usados nas laterais para ajustar na expansão e contração do pé durante a pisada.

Nike Free RN 2017

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

O Nike Free RN 2017 garante conforto leve e duradouro com material respirável e solado altamente flexível para permitir que os seus pés se movam livremente. Com a parte superior em malha Jacquard de peça única, o modelo proporciona um design elegante e melhor respirabilidade.

Serviço

O Nike Free RN Flyknit 2017 e o Nike Free RN 2017 já estão disponíveis em revendedores selecionados e nas lojas da Nike, pelos preços de R$ 549,90 e R$ 449,90, respectivamente, em tamanhos para homens, mulheres. O Nike Free RN Motion Flyknit chega às lojas a partir de 4 de maio.


Novo tênis da Nike chega ao mercado a partir de 4 de maio

Outros · 12 abr, 2017

Criado para os fãs de corrida minimalista, a família Nike Free 2017 traz novidades para o corredor. O design traz a beleza em sua simplicidade dando controle de volta aos praticantes do esporte, removendo todas as distrações e proporcionando o equilíbrio perfeito entre o movimento dinâmico e o nível adequado de apoio. Para a coleção 2017, a marca apresenta três novos modelos: Nike Free RN Motion Flyknit, Nike Free RN Flyknit e Nike Free RN.

Visando a sensação de correr descalço, cada um deles possui uma palmilha moldada que imita a curvatura do pé para adicionar suporte, enquanto que a entressola co-moldada usa o Phylon mais macio (composição de espuma e borracha) injetado para conforto, durabilidade e uma passada suave.

+Participe da Meia Maratona Ecológica de Curitiba

Os três modelos também possuem a tecnologia auxética no solado estrela de três pontas, que se expande e contrai igualmente em todas as direções, e permite a dispersão da pressão uniforme na corrida. O calcanhar anatômico arredondado promove a amplitude de movimento mais natural.


Nike Free RN Motion Flyknit 2017

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

O cabedal ultrafino totalmente adaptável do Nike Flyknit oferece maior respiro no contato com a pele, eliminando qualquer distração no pé do corredor. Feito em uma peça de construção que integra áreas de alta respirabilidade, oferece conforto e suporte onde o corredor mais precisa. O design com tiras elásticas na parte superior do pé elimina o cadarço, é personalizável e proporciona conforto sem pressão.

Nike Free RN Flyknit 2017

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Fechamento do meio do pé atualizado com tecnologia Nike Flywire na parte superior e integrado com os laços aumenta a sensação de suporte em todo o calçado. Fios mais estruturados são usados nas laterais para ajustar na expansão e contração do pé durante a pisada.

Nike Free RN 2017

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

O Nike Free RN 2017 garante conforto leve e duradouro com material respirável e solado altamente flexível para permitir que os seus pés se movam livremente. Com a parte superior em malha Jacquard de peça única, o modelo proporciona um design elegante e melhor respirabilidade.

Serviço

O Nike Free RN Flyknit 2017 e o Nike Free RN 2017 já estão disponíveis em revendedores selecionados e nas lojas da Nike, pelos preços de R$ 549,90 e R$ 449,90, respectivamente, em tamanhos para homens, mulheres. O Nike Free RN Motion Flyknit chega às lojas a partir de 4 de maio.