Com 2h18min37 obtidos na mesma Londres em 2012, a queniana Mary Keitany era favorita a mais uma vitória, mas ninguém imaginava que poderia correr em ritmo tão forte, principalmente ao passar os primeiros cinco quilômetros no pace suicida de 15min31, com média de 3min06/km, acompanhando a pacemaker Caroline Kipkirui também do Quênia.
Após passar os primeiros cinco quilômetros em ritmo que previa um tempo final, absurdo, de 2h10min47, Mary Keitany e a pacemaker Caroline Kipkirui abriam dez segundos em relação a nomes de peso como o da debutante Vivian Cheruiyot, atual campeã olímpica dos 5.000 metros e prata nos 10.000 metros com 29min32, Tirunesh Dibaba, campeã olímpica nos 5.000 metros em Beijing 2008, nos 10.000 metros em Beijing 2008 e Londres 2012, detentora da quarta melhor marca nos 10.000 metros de todos os tempos, 29min42. Ambas corriam em um bloco com oito atletas e pareciam não acreditar no que Keitany estava fazendo.
+ As inscrições para a 7 Meia Maratona Pague Menos Campinas, estão abertas. Clique aqui
Mais cinco quilômetros em 15min46 (3min09/km) e a marca dos dez quilômetros foi alcançada em 31min17, parecendo que a prova teria somente meia maratona. Vivian também apertou um pouco e se aproximou das duas líderes, passando em 31min25, Tirunesh e mais três atletas passaram 31min31.
Os cinco quilômetros dos 10 para os 15 foram percorridos em 15min58 (3min11/km) e a marca dos quinze foi alcançada em 47min15, com previsão de término final de prova para 2h12min54, bem abaixo das 2h15min25 de Paula Radcliffe estabelecida em 2003.
16min11 (3min14/km) do km 15 para o km 20, fechando os 20 km em 1h03min25, ambas já abrindo mais de 200 metros em relação ao segundo bloco, com quatro atletas. Meia maratona alcançada com 1h06min54, média de 3min10/km, passagem mais forte de todos os tempos e previsão final para 2h13min47.
Neste momento a pacemaker abandonou a prova e Mary Keitany seguiu sozinha, correndo os cinco quilômetros dos 20 para os 25 em 16min18, passando a marca dos 25 km em 1h19min43, já abrindo 1 minuto e 6 segundos em relação a Helah Kiprop, Tirunesh Dibaba e Aselefesh Mergia. Vivian Cheruiyot já vinha um pouco mais atrás.
Mais cinco quilômetros em 16min22 e a marca dos 30 quilômetros foi alcançada em 1h36min05. Tirunesh Dibaba assumiu a segunda colocação passando 1min19 atrás, seguida de Helah Kiprop. 16min34 do km 30 para o 35 (1h52min39) e 16min59 do 35 para o 40, marca que foi alcançada com 2h09min38. Nesse momento Tirunesh Dibaba levou as mãos a cintura e caminhou alguns metros, demonstrando que estava sentindo o ritmo forte. Mas em seguida voltou ao ritmo normal, passando a marca dos 40 km em 2h10min50.
Os últimos 2.195 metros foram percorridos por Mary Keitany em 7min23 (ritmo de 3min22/km) e a prova concluída em 2h17min01, média um pouco abaixo de 3min15/km. Foi a segunda melhor marca de todos os tempos e melhor marca mundial obtida sem o auxílio de pacemakers do sexo masculino, como ainda era válido para recorde quando Radcliffe obteve o feito.
Tirunesh Dibaba veio em seguida com 2h17min56, para tornar-se a 3 corredora mais rápida de todos os tempos, Asefech Mergia na 3 colocação com 2h23min08, Vivian Cheruiyot na 4 colocação com 2h23min50 e Lisa Weightman, da Austrália foi a surpresa a fechar o pódio na 5 colocação com 2h25min15.
Passagens da campeã a cada 5km
5 km- 15min31
10 km - 31min17 (15min46)
15 km - 47min16 (15min58)
20 km - 1h03min25 (16min11)
25 km-1h19min43 (16min18)
30 km - 1h36min05 (16min22)
35 km - 1h52min39 (16min34)
40 km -
Outros · 27 abr, 2017
Com 2h18min37 obtidos na mesma Londres em 2012, a queniana Mary Keitany era favorita a mais uma vitória, mas ninguém imaginava que poderia correr em ritmo tão forte, principalmente ao passar os primeiros cinco quilômetros no pace suicida de 15min31, com média de 3min06/km, acompanhando a pacemaker Caroline Kipkirui também do Quênia.
Após passar os primeiros cinco quilômetros em ritmo que previa um tempo final, absurdo, de 2h10min47, Mary Keitany e a pacemaker Caroline Kipkirui abriam dez segundos em relação a nomes de peso como o da debutante Vivian Cheruiyot, atual campeã olímpica dos 5.000 metros e prata nos 10.000 metros com 29min32, Tirunesh Dibaba, campeã olímpica nos 5.000 metros em Beijing 2008, nos 10.000 metros em Beijing 2008 e Londres 2012, detentora da quarta melhor marca nos 10.000 metros de todos os tempos, 29min42. Ambas corriam em um bloco com oito atletas e pareciam não acreditar no que Keitany estava fazendo.
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Mais cinco quilômetros em 15min46 (3min09/km) e a marca dos dez quilômetros foi alcançada em 31min17, parecendo que a prova teria somente meia maratona. Vivian também apertou um pouco e se aproximou das duas líderes, passando em 31min25, Tirunesh e mais três atletas passaram 31min31.
Os cinco quilômetros dos 10 para os 15 foram percorridos em 15min58 (3min11/km) e a marca dos quinze foi alcançada em 47min15, com previsão de término final de prova para 2h12min54, bem abaixo das 2h15min25 de Paula Radcliffe estabelecida em 2003.
16min11 (3min14/km) do km 15 para o km 20, fechando os 20 km em 1h03min25, ambas já abrindo mais de 200 metros em relação ao segundo bloco, com quatro atletas. Meia maratona alcançada com 1h06min54, média de 3min10/km, passagem mais forte de todos os tempos e previsão final para 2h13min47.
Neste momento a pacemaker abandonou a prova e Mary Keitany seguiu sozinha, correndo os cinco quilômetros dos 20 para os 25 em 16min18, passando a marca dos 25 km em 1h19min43, já abrindo 1 minuto e 6 segundos em relação a Helah Kiprop, Tirunesh Dibaba e Aselefesh Mergia. Vivian Cheruiyot já vinha um pouco mais atrás.
Mais cinco quilômetros em 16min22 e a marca dos 30 quilômetros foi alcançada em 1h36min05. Tirunesh Dibaba assumiu a segunda colocação passando 1min19 atrás, seguida de Helah Kiprop. 16min34 do km 30 para o 35 (1h52min39) e 16min59 do 35 para o 40, marca que foi alcançada com 2h09min38. Nesse momento Tirunesh Dibaba levou as mãos a cintura e caminhou alguns metros, demonstrando que estava sentindo o ritmo forte. Mas em seguida voltou ao ritmo normal, passando a marca dos 40 km em 2h10min50.
Os últimos 2.195 metros foram percorridos por Mary Keitany em 7min23 (ritmo de 3min22/km) e a prova concluída em 2h17min01, média um pouco abaixo de 3min15/km. Foi a segunda melhor marca de todos os tempos e melhor marca mundial obtida sem o auxílio de pacemakers do sexo masculino, como ainda era válido para recorde quando Radcliffe obteve o feito.
Tirunesh Dibaba veio em seguida com 2h17min56, para tornar-se a 3 corredora mais rápida de todos os tempos, Asefech Mergia na 3 colocação com 2h23min08, Vivian Cheruiyot na 4 colocação com 2h23min50 e Lisa Weightman, da Austrália foi a surpresa a fechar o pódio na 5 colocação com 2h25min15.
Passagens da campeã a cada 5km
5 km- 15min31
10 km - 31min17 (15min46)
15 km - 47min16 (15min58)
20 km - 1h03min25 (16min11)
25 km-1h19min43 (16min18)
30 km - 1h36min05 (16min22)
35 km - 1h52min39 (16min34)
40 km -
Quando um corredor cansa do asfalto e busca novos ares, as trilhas costumam ser uma das melhores escolhas, mas tem que ter coragem, afinal colocar o pé na lama não é para qualquer um. A base do esporte é a mesma, você precisa apenas cuidar de alguns itens mais técnicos, já que o terreno não costuma ser plano e estável como no asfalto. O Webrun conversou com Emerson Bisan, diretor técnico da Nova Equipe Assessoria Esportiva, que dá dicas do que fazer para enfrentar bem essa mudança de terrenos, confira:
Foto: lukasx/Fotolia+ Participe do 6 Desafio 28 Praias Maratona de Revezamento
Trabalho de força
A variação altimétrica das corridas em montanhas, exige um componente fundamental na sua condição física que é o treinamento de força. Isso implica em um programa que inclui desde a musculação tradicional, treinamento funcional, até treinos de corridas em rampas e escadas que exigem essa qualidade física.
Trabalho de propriocepção e core
Devido a uma corrida com variações de estímulos como aclives, declives e terrenos irregulares o corpo coloca à prova todas sua capacidades. O equilíbrio é muito exigido na busca de uma melhor performance, ou simplesmente para te manter em pé. O treinamento do seu centro de gravidade e core através de exercícios específicos, que estimulam o equilíbrio e abdominais tipo prancha, é essencial.
Autonomia
O contato com a natureza é bem maior nas montanhas, muitas vezes exigindo uma autonomia de abastecimento e segurança. Essa consciência deve partir do corredor, que deve sempre carregar seus itens de hidratação, alimentação e segurança até mesmo nos treinos. Também é necessário ter apito, manta térmica, casaco corta vento, antialérgico, lanternas de cabeça e até um telefone com bateria, para casos de emergência.
Tênis
Um terreno com buracos, rios, cascalhos, pedras, água e lama exige um calçado apropriado. Existem diversos modelos que variam desde tecidos impermeáveis, com solados e palmilhas que escoam água rapidamente até o solado com o GRIP (garras), para maior aderência ao solo. Costumam ser mais duros que o tênis de rua, mas possuem estabilidade e firmeza maior para trilhas e montanhas.
Foto: lukasx/FotoliaConsciência ambiental
O corredor que vem do asfalto, na maioria das vezes, está acostumado com algumas "facilidades", como caminhão de lixo que recolhe copos de água, garrafas de isotônicos, sachês de gel e muitas vezes até arremessa longe esse lixo pra não obstruir a pista. Na trilha isso compromete drasticamente a natureza e o trabalho de limpeza ambiental da organização. Nenhum resíduo deve ser deixado nas trilhas, carregue consigo um bolso só para as embalagens que serão descartadas.
Mude a tela do relógio
O corredor de rua é aficionado pelo pace, mas nas trilhas e corridas de montanhas a regularidade com variação de segundos, a cada quilômetro vai por água abaixo. Devido a altimetria do terreno fica impossível prever o tempo em uma determinada distância, ainda mais em um percurso que nunca se percorreu antes. Fora isso, também depende da condição climática. A chuva, por exemplo, pode mudar completamente essa previsão de tempo de chegada. Então a prescrição do treinamento pode usar como base à percepção de esforço e frequência cardíaca, para assim dosar o ritmo em um treino ou prova. Outro indicador será a altimetria indicada pela maioria de relógios com GPS, onde se mede o grau de dificuldade do percurso pela relação altimetria por distância percorrida.
Quantidade de atletas
Se você quer sair da multidão nas corridas, com certeza correr nas montanhas é o caminho. Ao invés de encarar as ruas do Brasil com até 30 mil participantes e uma prova internacional com 60 mil inscritos, a corrida mais lotada nas montanhas tem no máximo 1.700 corredores. Apesar do crescimento da modalidade, isso não tem como aumentar muito, pois a capacidade natural do ambiente é bem menor.
Contato com a natureza
Próximo aos grandes centros existem trilhas e provas que você até chega a esquecer do mundo civilizado, tendo contato com paisagens inesquecíveis e espécies de fauna e flora incríveis.
Outros · 27 abr, 2017
Quando um corredor cansa do asfalto e busca novos ares, as trilhas costumam ser uma das melhores escolhas, mas tem que ter coragem, afinal colocar o pé na lama não é para qualquer um. A base do esporte é a mesma, você precisa apenas cuidar de alguns itens mais técnicos, já que o terreno não costuma ser plano e estável como no asfalto. O Webrun conversou com Emerson Bisan, diretor técnico da Nova Equipe Assessoria Esportiva, que dá dicas do que fazer para enfrentar bem essa mudança de terrenos, confira:
Foto: lukasx/Fotolia+ Participe do 6 Desafio 28 Praias Maratona de Revezamento
Trabalho de força
A variação altimétrica das corridas em montanhas, exige um componente fundamental na sua condição física que é o treinamento de força. Isso implica em um programa que inclui desde a musculação tradicional, treinamento funcional, até treinos de corridas em rampas e escadas que exigem essa qualidade física.
Trabalho de propriocepção e core
Devido a uma corrida com variações de estímulos como aclives, declives e terrenos irregulares o corpo coloca à prova todas sua capacidades. O equilíbrio é muito exigido na busca de uma melhor performance, ou simplesmente para te manter em pé. O treinamento do seu centro de gravidade e core através de exercícios específicos, que estimulam o equilíbrio e abdominais tipo prancha, é essencial.
Autonomia
O contato com a natureza é bem maior nas montanhas, muitas vezes exigindo uma autonomia de abastecimento e segurança. Essa consciência deve partir do corredor, que deve sempre carregar seus itens de hidratação, alimentação e segurança até mesmo nos treinos. Também é necessário ter apito, manta térmica, casaco corta vento, antialérgico, lanternas de cabeça e até um telefone com bateria, para casos de emergência.
Tênis
Um terreno com buracos, rios, cascalhos, pedras, água e lama exige um calçado apropriado. Existem diversos modelos que variam desde tecidos impermeáveis, com solados e palmilhas que escoam água rapidamente até o solado com o GRIP (garras), para maior aderência ao solo. Costumam ser mais duros que o tênis de rua, mas possuem estabilidade e firmeza maior para trilhas e montanhas.
Foto: lukasx/FotoliaConsciência ambiental
O corredor que vem do asfalto, na maioria das vezes, está acostumado com algumas "facilidades", como caminhão de lixo que recolhe copos de água, garrafas de isotônicos, sachês de gel e muitas vezes até arremessa longe esse lixo pra não obstruir a pista. Na trilha isso compromete drasticamente a natureza e o trabalho de limpeza ambiental da organização. Nenhum resíduo deve ser deixado nas trilhas, carregue consigo um bolso só para as embalagens que serão descartadas.
Mude a tela do relógio
O corredor de rua é aficionado pelo pace, mas nas trilhas e corridas de montanhas a regularidade com variação de segundos, a cada quilômetro vai por água abaixo. Devido a altimetria do terreno fica impossível prever o tempo em uma determinada distância, ainda mais em um percurso que nunca se percorreu antes. Fora isso, também depende da condição climática. A chuva, por exemplo, pode mudar completamente essa previsão de tempo de chegada. Então a prescrição do treinamento pode usar como base à percepção de esforço e frequência cardíaca, para assim dosar o ritmo em um treino ou prova. Outro indicador será a altimetria indicada pela maioria de relógios com GPS, onde se mede o grau de dificuldade do percurso pela relação altimetria por distância percorrida.
Quantidade de atletas
Se você quer sair da multidão nas corridas, com certeza correr nas montanhas é o caminho. Ao invés de encarar as ruas do Brasil com até 30 mil participantes e uma prova internacional com 60 mil inscritos, a corrida mais lotada nas montanhas tem no máximo 1.700 corredores. Apesar do crescimento da modalidade, isso não tem como aumentar muito, pois a capacidade natural do ambiente é bem menor.
Contato com a natureza
Próximo aos grandes centros existem trilhas e provas que você até chega a esquecer do mundo civilizado, tendo contato com paisagens inesquecíveis e espécies de fauna e flora incríveis.
A 361 anunciou na quarta feira (26) o patrocínio de Giovani dos Santos, um dos atletas de maior destaque no atletismo nacional da atualidade. Este é o primeiros contrato oficial de patrocínio do corredor em seus oito anos de carreira. "Estou muito feliz, este patrocínio é fruto de muito trabalho, mostra reconhecimento e fará parte da minha história", afirma o atleta.
Foto: Divulgação+ Participe da 4 Meia Maratona de Rio das Ostras
O gerente de marketing da 361, Sérgio Baccaro, afirma que o patrocínio a Giovani significa a valorização do atleta brasileiro e vem ao encontro da proposta da companhia que investe em um foco mais humanista em toda a sua gestão. "Acredito que nos diferenciamos no mercado por investir nos relacionamentos com atletas, varejistas e consumidores. O Brasil hoje tem muitos heróis regionais, atletas que se destacam em suas cidades e regiões, mas não têm apoio na maioria das vezes para chegar sequer a disputas nacionais". afirmou. E completa: "Temos orgulho de ter Giovani no time 361, ele que também tem uma origem humilde, um histórico de superação e que hoje tem seu esforço e trabalho reconhecido".
Com o patrocínio, Giovani afirma que terá mais tranquilidade para treinar e possibilidades de buscar mais e melhores resultados. "Quando comecei não esperava ser o melhor um dia. Mas sigo fazendo o meu trabalho com os pés no chão e quando ganho uma prova fico feliz por mim, mas mais ainda pelas pessoas que torcem e se espelham em mim", diz o corredor.
Baccaro afirma que outro diferencial da marca no mercado é ter o "know how" de tecnologia e produção dos calçados. "São fatores que fazem a diferença. Produzimos nossos próprios tênis e isso nos dá um ganho nos custo final do produto, pois não há intermediários e garantimos o nível de qualidade desde os modelos mais baratos aos mais caros. Não adianta ter tecnologia e não ter produção adequada". explica.
Outros · 26 abr, 2017
A 361 anunciou na quarta feira (26) o patrocínio de Giovani dos Santos, um dos atletas de maior destaque no atletismo nacional da atualidade. Este é o primeiros contrato oficial de patrocínio do corredor em seus oito anos de carreira. "Estou muito feliz, este patrocínio é fruto de muito trabalho, mostra reconhecimento e fará parte da minha história", afirma o atleta.
Foto: Divulgação+ Participe da 4 Meia Maratona de Rio das Ostras
O gerente de marketing da 361, Sérgio Baccaro, afirma que o patrocínio a Giovani significa a valorização do atleta brasileiro e vem ao encontro da proposta da companhia que investe em um foco mais humanista em toda a sua gestão. "Acredito que nos diferenciamos no mercado por investir nos relacionamentos com atletas, varejistas e consumidores. O Brasil hoje tem muitos heróis regionais, atletas que se destacam em suas cidades e regiões, mas não têm apoio na maioria das vezes para chegar sequer a disputas nacionais". afirmou. E completa: "Temos orgulho de ter Giovani no time 361, ele que também tem uma origem humilde, um histórico de superação e que hoje tem seu esforço e trabalho reconhecido".
Com o patrocínio, Giovani afirma que terá mais tranquilidade para treinar e possibilidades de buscar mais e melhores resultados. "Quando comecei não esperava ser o melhor um dia. Mas sigo fazendo o meu trabalho com os pés no chão e quando ganho uma prova fico feliz por mim, mas mais ainda pelas pessoas que torcem e se espelham em mim", diz o corredor.
Baccaro afirma que outro diferencial da marca no mercado é ter o "know how" de tecnologia e produção dos calçados. "São fatores que fazem a diferença. Produzimos nossos próprios tênis e isso nos dá um ganho nos custo final do produto, pois não há intermediários e garantimos o nível de qualidade desde os modelos mais baratos aos mais caros. Não adianta ter tecnologia e não ter produção adequada". explica.
A Garmin, acaba de anunciar o Variaä UT800, um farol para ciclismo de alta intensidade para usar nas cidades ou em trilhas, que brilha por mais de 1 km de distância e proporciona mais segurança ao pedalar. Ajudando a criar um ambiente de ciclismo mais seguro, o Variaä UT800 não apenas emite constantemente 800 lumens por mais de uma hora e meia, como também ajusta automaticamente a intensidade do feixe de acordo com mudança na luminosidade, a velocidade do ciclista e o tipo de corrida para estender o tempo de bateria.
Foto: Divulgação+ Participe da Meia Maratona Ecológica de Curitiba
Como líderes de tecnologia de ciclismo, nós estamos empolgados com a apresentação do Varia UT800 para a inovação da nossa linha de produtos para ciclismo, a Varia, afirma o vice-presidente mundial de vendas ao consumidor da Garmin, Dan Bartel,. Com cinco modelos de luz diferente, seja pedalando nas ruas ou nas trilhas, o farol inteligente Varia UT800 brilha por mais tempo, permitindo que os ciclistas andem mais confiantes, completa.
O Varia UT800 possui cinco modelos de luz alto, médio, baixo, flash noturno ou flash diurno. Com grande poder, o flash diurno é visível por mais de 1 km. Seu perfil discreto possui um design leve e se prende facilmente ao capacete do ciclista, com montagem frontal ou montagem por fricção.
Foto: DivulgaçãoQuando é pareado com um computador de ciclismo compatível Edgeâ, o Varia UT800 irá ajustar automaticamente a intensidade do feixe de luz baseado na velocidade do ciclista e nas mudanças de luminosidade, salvando a mais alta intensidade para quando for preciso. Com um simples toque no ciclocomputador Edgeâ ou com o controle específico, o ciclista pode ligar ou desligar as luzes, controlar o brilho, etc.
O Varia UT800 Urban Edition inclui um suporte frontal universal. O Varia UT800 Trail Edition inclui montagem de capacete. Ambos estão disponíveis ao varejo por R$ 1.099,00 a partir do 2 semestre 2017.
Outros · 26 abr, 2017
A Garmin, acaba de anunciar o Variaä UT800, um farol para ciclismo de alta intensidade para usar nas cidades ou em trilhas, que brilha por mais de 1 km de distância e proporciona mais segurança ao pedalar. Ajudando a criar um ambiente de ciclismo mais seguro, o Variaä UT800 não apenas emite constantemente 800 lumens por mais de uma hora e meia, como também ajusta automaticamente a intensidade do feixe de acordo com mudança na luminosidade, a velocidade do ciclista e o tipo de corrida para estender o tempo de bateria.
Foto: Divulgação+ Participe da Meia Maratona Ecológica de Curitiba
Como líderes de tecnologia de ciclismo, nós estamos empolgados com a apresentação do Varia UT800 para a inovação da nossa linha de produtos para ciclismo, a Varia, afirma o vice-presidente mundial de vendas ao consumidor da Garmin, Dan Bartel,. Com cinco modelos de luz diferente, seja pedalando nas ruas ou nas trilhas, o farol inteligente Varia UT800 brilha por mais tempo, permitindo que os ciclistas andem mais confiantes, completa.
O Varia UT800 possui cinco modelos de luz alto, médio, baixo, flash noturno ou flash diurno. Com grande poder, o flash diurno é visível por mais de 1 km. Seu perfil discreto possui um design leve e se prende facilmente ao capacete do ciclista, com montagem frontal ou montagem por fricção.
Foto: DivulgaçãoQuando é pareado com um computador de ciclismo compatível Edgeâ, o Varia UT800 irá ajustar automaticamente a intensidade do feixe de luz baseado na velocidade do ciclista e nas mudanças de luminosidade, salvando a mais alta intensidade para quando for preciso. Com um simples toque no ciclocomputador Edgeâ ou com o controle específico, o ciclista pode ligar ou desligar as luzes, controlar o brilho, etc.
O Varia UT800 Urban Edition inclui um suporte frontal universal. O Varia UT800 Trail Edition inclui montagem de capacete. Ambos estão disponíveis ao varejo por R$ 1.099,00 a partir do 2 semestre 2017.
O segredo para emagrecer não está somente na nutrição, para eliminar quilos de forma saudável, você tem que estar com a mente alinhada ao propósito. Antes de decidir seguir o caminho do emagrecimento verdadeiro e eficaz, converse com profissionais para evitar seguir dietas que prejudicam sua saúde. É melhor você caminhar a passos largos na direção correta, do que correr na direção errada.
Para perder peso com saúde é necessário que o corpo gaste mais calorias do que consome. É por isso que as duas medidas mais importantes para chegar ao peso ideal são ajustar hábitos alimentares e praticar atividades físicas, mas isso deve ser feito de forma gradativa e com um cardápio saudável e variado.
Conheça a história de Guilherme Pinheiro Rosa, de 26 anos, que envolve muita superação e força de vontade: em menos de 2 anos ele eliminou 63 quilos.
Foto: Arquivo Pessoal
Foto: Arquivo PessoalMinha história
Meu nome é Guilherme Pinheiro Rosa, tenho 26 anos e sou de Belo Horizonte, Minas Gerais. Antes da transformação, no ponto de vista de alguns, eu até levava bem minha vida, porém os maus hábitos alimentares me levaram ao excesso de peso e outras complicações. Nesta época, eu consumia bebidas alcoólicas, bebia refrigerante, e comia até não aguentar mais. A única atividade física que praticava era futebol aos fins de semana, mas sem muita frequência.
Chegou uma hora em que eu não estava me sentindo bem. Cheguei a pesar 139kg, e 38% do meu peso corporal era só de gordura. O físico começou a desagradar, eu não tinha ânimo para nada e me cansava muito rápido com qualquer esforço físico. Decidi mudar de vida quando as roupas começaram a ficar apertadas demais e a visão no espelho não agradava. Foi então, que em fevereiro de 2011 procurei uma academia. Estava disposto a mudar, mas ainda não sabia muito por onde começar.
Iniciei indo a academia 3 vezes por semana, até criar gosto pelo esporte. Depois parti para 6 dias por semana, mas mesmo assim estava perdendo peso bem devagar. De fevereiro de 2011 até o final do ano, perdi 19kg. No início de 2012, com 120 kg, procurei uma nutricionista e contei meus objetivos, daí em diante que passei a perder mais peso. Abrir mão de hábitos antigos foi bem difícil como, por exemplo, não tomar café da manhã, comer muito e poucas vezes ao dia e tomar refrigerante.
+ Participe da 4 Corrida Tivoli Shopping. Clique aqui e inscreva-se
Tudo isso foi difícil, mas muitas vezes o maior desafio era ir a alguma festa, onde todos meus amigos estavam bebendo e comendo de tudo e eu não podia, mas quando desanimava, procurava pensar na importância disso para mim, o quanto já tinha evoluído e via que tudo aquilo ia valer a pena.
Aliado a uma boa rotina de treinos, junto a levantamentos de peso e exercícios aeróbicos, consegui chegar aos 76kg até o final de 2012 com a gordura corporal de 7,5%. Eliminei 63kg em pouco menos de 2 anos. Atualmente meu objetivo é o ganho de massa muscular, já saí dos 76 kg e estou com 88kg, atualmente.
Em todo esse processo fui recebendo muitas palavras de motivação e ajuda diárias de algumas pessoas. Os professores e os amigos da academia sempre incentivaram e diziam que meu esforço era nítido. A cada evolução ouvir um parabéns era muito gratificante e me dava forças para continuar correndo atrás do objetivo. Quando se quer algo, não tem outra saída para o sucesso a não ser ir em frente, tendo em mente que deixar a preguiça de lado vale a pena. Acorde sempre com o objetivo de tentar ser melhor e se empenhe mais do que no dia anterior.
Outros · 25 abr, 2017
O segredo para emagrecer não está somente na nutrição, para eliminar quilos de forma saudável, você tem que estar com a mente alinhada ao propósito. Antes de decidir seguir o caminho do emagrecimento verdadeiro e eficaz, converse com profissionais para evitar seguir dietas que prejudicam sua saúde. É melhor você caminhar a passos largos na direção correta, do que correr na direção errada.
Para perder peso com saúde é necessário que o corpo gaste mais calorias do que consome. É por isso que as duas medidas mais importantes para chegar ao peso ideal são ajustar hábitos alimentares e praticar atividades físicas, mas isso deve ser feito de forma gradativa e com um cardápio saudável e variado.
Conheça a história de Guilherme Pinheiro Rosa, de 26 anos, que envolve muita superação e força de vontade: em menos de 2 anos ele eliminou 63 quilos.
Foto: Arquivo Pessoal
Foto: Arquivo PessoalMinha história
Meu nome é Guilherme Pinheiro Rosa, tenho 26 anos e sou de Belo Horizonte, Minas Gerais. Antes da transformação, no ponto de vista de alguns, eu até levava bem minha vida, porém os maus hábitos alimentares me levaram ao excesso de peso e outras complicações. Nesta época, eu consumia bebidas alcoólicas, bebia refrigerante, e comia até não aguentar mais. A única atividade física que praticava era futebol aos fins de semana, mas sem muita frequência.
Chegou uma hora em que eu não estava me sentindo bem. Cheguei a pesar 139kg, e 38% do meu peso corporal era só de gordura. O físico começou a desagradar, eu não tinha ânimo para nada e me cansava muito rápido com qualquer esforço físico. Decidi mudar de vida quando as roupas começaram a ficar apertadas demais e a visão no espelho não agradava. Foi então, que em fevereiro de 2011 procurei uma academia. Estava disposto a mudar, mas ainda não sabia muito por onde começar.
Iniciei indo a academia 3 vezes por semana, até criar gosto pelo esporte. Depois parti para 6 dias por semana, mas mesmo assim estava perdendo peso bem devagar. De fevereiro de 2011 até o final do ano, perdi 19kg. No início de 2012, com 120 kg, procurei uma nutricionista e contei meus objetivos, daí em diante que passei a perder mais peso. Abrir mão de hábitos antigos foi bem difícil como, por exemplo, não tomar café da manhã, comer muito e poucas vezes ao dia e tomar refrigerante.
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Tudo isso foi difícil, mas muitas vezes o maior desafio era ir a alguma festa, onde todos meus amigos estavam bebendo e comendo de tudo e eu não podia, mas quando desanimava, procurava pensar na importância disso para mim, o quanto já tinha evoluído e via que tudo aquilo ia valer a pena.
Aliado a uma boa rotina de treinos, junto a levantamentos de peso e exercícios aeróbicos, consegui chegar aos 76kg até o final de 2012 com a gordura corporal de 7,5%. Eliminei 63kg em pouco menos de 2 anos. Atualmente meu objetivo é o ganho de massa muscular, já saí dos 76 kg e estou com 88kg, atualmente.
Em todo esse processo fui recebendo muitas palavras de motivação e ajuda diárias de algumas pessoas. Os professores e os amigos da academia sempre incentivaram e diziam que meu esforço era nítido. A cada evolução ouvir um parabéns era muito gratificante e me dava forças para continuar correndo atrás do objetivo. Quando se quer algo, não tem outra saída para o sucesso a não ser ir em frente, tendo em mente que deixar a preguiça de lado vale a pena. Acorde sempre com o objetivo de tentar ser melhor e se empenhe mais do que no dia anterior.
Praticar atividade física e fazer o bem. É com esse objetivo que acontece, no próximo dia 27 de abril, a 2 Maratona de Spinning no Centro Empresarial Nações Unidas (CENU), em São Paulo. Para participar, basta fazer a inscrição no site do Ticket Agora no valor de R$20,00 e toda a renda arrecadada será doada para a Associação Maria Helen Drexel.
Foto: Antonio Diaz/Fotolia+ Ficou interessado? Clique aqui para participar deste evento
Serão baterias de 20 minutos em bicicletas que estarão posicionadas no espaço livre do CENU. As metas são alcançar a marca de 2600 km rodados o equivalente a uma viagem de ida e volta entre São Paulo e Rio de Janeiro e reunir 1000 participantes para juntos acompanharem o atingimento da meta em um painel que será instalado no espaço.
Antes de cada bateria de 20 minutos, o preparador físico Fabio Vasconcelos, da academia Living Well, falará brevemente sobre a importância da prática de atividade física e dar dicas para um bom treino de bike. Além disso, sucos energizantes da cafeteria CaffèCino, localizado no hotel Hilton São Paulo Morumbi, darão uma energia extra para pedalar. A TomTom, empresa especializada em dispositivos esportivos e mobilidade, irá presentear seis participantes com pulseiras fitness, chamadas TomTom Touch, que medem a composição corpórea e ajudam os esportistas a acompanharem seu desempenho nas atividades físicas.
A Associação Maria Helen Drexel é uma organização civil que acolhe crianças e adolescentes e os mantém em seis lares substitutos, proporcionando proteção, assistência, saúde e educação. O dinheiro arrecado será utilizado para reformar um dos lares que a Associação mantém, que atualmente atende, no total, mais de 45 crianças e adolescentes em estado de vulnerabilidade. O lar que será reformado está com problemas estruturais e atende mais de 10 crianças, oferecendo oportunidades de um futuro digno e vida mais feliz.
A organização e iniciativa são do hotel Hilton São Paulo Morumbi, localizado no CENU, que cedeu bicicletas e a estrutura da academia Living Well para a realização da 2 Maratona de Spinning, e conta com o apoio da TomTom para esse evento.
Maratona de Spinning
Local: Centro Empresarial Nações Unidas (entre a Torre Norte e a escada rolante) - avenida das Nações Unidas, 12.901, Brooklin, São Paulo
Data: 27 de abril de 2017
Horário: das 11h às 14h, e das 16h às 19h
Participação: Mediante inscrição no site do Ticket Agora e pagamento da taxa de R$20,00
Outros · 25 abr, 2017
Praticar atividade física e fazer o bem. É com esse objetivo que acontece, no próximo dia 27 de abril, a 2 Maratona de Spinning no Centro Empresarial Nações Unidas (CENU), em São Paulo. Para participar, basta fazer a inscrição no site do Ticket Agora no valor de R$20,00 e toda a renda arrecadada será doada para a Associação Maria Helen Drexel.
Foto: Antonio Diaz/Fotolia+ Ficou interessado? Clique aqui para participar deste evento
Serão baterias de 20 minutos em bicicletas que estarão posicionadas no espaço livre do CENU. As metas são alcançar a marca de 2600 km rodados o equivalente a uma viagem de ida e volta entre São Paulo e Rio de Janeiro e reunir 1000 participantes para juntos acompanharem o atingimento da meta em um painel que será instalado no espaço.
Antes de cada bateria de 20 minutos, o preparador físico Fabio Vasconcelos, da academia Living Well, falará brevemente sobre a importância da prática de atividade física e dar dicas para um bom treino de bike. Além disso, sucos energizantes da cafeteria CaffèCino, localizado no hotel Hilton São Paulo Morumbi, darão uma energia extra para pedalar. A TomTom, empresa especializada em dispositivos esportivos e mobilidade, irá presentear seis participantes com pulseiras fitness, chamadas TomTom Touch, que medem a composição corpórea e ajudam os esportistas a acompanharem seu desempenho nas atividades físicas.
A Associação Maria Helen Drexel é uma organização civil que acolhe crianças e adolescentes e os mantém em seis lares substitutos, proporcionando proteção, assistência, saúde e educação. O dinheiro arrecado será utilizado para reformar um dos lares que a Associação mantém, que atualmente atende, no total, mais de 45 crianças e adolescentes em estado de vulnerabilidade. O lar que será reformado está com problemas estruturais e atende mais de 10 crianças, oferecendo oportunidades de um futuro digno e vida mais feliz.
A organização e iniciativa são do hotel Hilton São Paulo Morumbi, localizado no CENU, que cedeu bicicletas e a estrutura da academia Living Well para a realização da 2 Maratona de Spinning, e conta com o apoio da TomTom para esse evento.
Maratona de Spinning
Local: Centro Empresarial Nações Unidas (entre a Torre Norte e a escada rolante) - avenida das Nações Unidas, 12.901, Brooklin, São Paulo
Data: 27 de abril de 2017
Horário: das 11h às 14h, e das 16h às 19h
Participação: Mediante inscrição no site do Ticket Agora e pagamento da taxa de R$20,00
O autódromo de Interlagos, acostumado a ser palco de grandes nomes do automobilismo mundial, receberá milhares de gladiadores nos próximos dias 27 e 28 de maio. Saem os carros que atingem mais de 300 km/h para entrar competidores que tentarão vencer os 17 obstáculos da Maximus Race, circuito considerado a evolução das corridas de obstáculos. Essa será a primeira vez que a cidade de São Paulo recebe os competidores. As inscrições já estão abertas e são realizadas através do site do evento.
A Maximus Race destaca-se não apenas pela dificuldade das provas, mas também pela temática greco-romana, fazendo com que a corrida de 5 km seja uma grande viagem no tempo com obstáculos alusivos à época como: Calabouço, Catacumbas, Ponto Maximus, Bigas do Coliseu, Ruínas de Roma, Martírio, Calcanhar de Aquiles, Muros de Tróia, Aracnis, Torre de Pisa, Voo do Ícaro, entre outros.
Foto: Divulgação+ Participe da 17 Corrida e Caminhada do GRAACC
Outros diferenciais são a Maximus Time, método inovador e preciso de cronometragem das provas em tempo real e resultado instantâneo das corridas; Bateria Elite, criação de bateria específica para atletas de alto rendimento e profissionais que competem entre si nas duas primeiras baterias de cada prova; Obstáculos Surpresa e da Galera, a Maximus é a primeira corrida do mundo a criar um obstáculo surpresa e também a realizar um concurso de escolha de obstáculos através da sugestão de atletas inscritos via votação na Fanpage. Além disso, podemos considerar as fotos gratuitas, via fanpage do Facebook e o seguro Individual para 100% dos atletas que cubra acidentes ou afastamento por contusão.
Maximus Race é para todos mesmo com obstáculos considerados difíceis por muitos, essa prova foi idealizada para todos os perfis de participantes. Desde os mais atléticos até aqueles que só praticam exercícios esporadicamente. Isso porque a cada obstáculo em que o atleta não conseguir superar, ele é obrigado a pagar uma espécie de castigo, monitorado por um especialista da organização.
Conseguimos aliar desafio com segurança para todos os participantes. Mesmo aqueles que não se sentem aptos a grandes desafios, podem completar a prova sem problemas. Quem participar irá se surpreender com o clima que criamos para a disputa. Ano passado contamos com a presença de quase 7 mil gladiadores em todas as etapas e queremos aumentar esse número. Esperamos uma grande presença dos atletas de São Paulo, comentou Aldous Santana, organizador do evento.
A concentração para a Maximus Race será às 7h do domingo, com largada às 7h30 para a primeira bateria. Cada bateria terá a presença de 150 a 200 participantes. A Maximus Kids será um dos destaques da etapa paulistana. No sábado, dia 27, crianças de dois a 12 anos inaugurarão atividades com baterias a partir das 15h. A concentração começará às 14h com animadores, cama elástica, área kids e brincadeiras. É uma ótima oportunidade dos pais e familiares levarem as crianças para vivenciar um ambiente saudável como o da corrida de obstáculos, completou Aldous.
Outros · 24 abr, 2017
O autódromo de Interlagos, acostumado a ser palco de grandes nomes do automobilismo mundial, receberá milhares de gladiadores nos próximos dias 27 e 28 de maio. Saem os carros que atingem mais de 300 km/h para entrar competidores que tentarão vencer os 17 obstáculos da Maximus Race, circuito considerado a evolução das corridas de obstáculos. Essa será a primeira vez que a cidade de São Paulo recebe os competidores. As inscrições já estão abertas e são realizadas através do site do evento.
A Maximus Race destaca-se não apenas pela dificuldade das provas, mas também pela temática greco-romana, fazendo com que a corrida de 5 km seja uma grande viagem no tempo com obstáculos alusivos à época como: Calabouço, Catacumbas, Ponto Maximus, Bigas do Coliseu, Ruínas de Roma, Martírio, Calcanhar de Aquiles, Muros de Tróia, Aracnis, Torre de Pisa, Voo do Ícaro, entre outros.
Foto: Divulgação+ Participe da 17 Corrida e Caminhada do GRAACC
Outros diferenciais são a Maximus Time, método inovador e preciso de cronometragem das provas em tempo real e resultado instantâneo das corridas; Bateria Elite, criação de bateria específica para atletas de alto rendimento e profissionais que competem entre si nas duas primeiras baterias de cada prova; Obstáculos Surpresa e da Galera, a Maximus é a primeira corrida do mundo a criar um obstáculo surpresa e também a realizar um concurso de escolha de obstáculos através da sugestão de atletas inscritos via votação na Fanpage. Além disso, podemos considerar as fotos gratuitas, via fanpage do Facebook e o seguro Individual para 100% dos atletas que cubra acidentes ou afastamento por contusão.
Maximus Race é para todos mesmo com obstáculos considerados difíceis por muitos, essa prova foi idealizada para todos os perfis de participantes. Desde os mais atléticos até aqueles que só praticam exercícios esporadicamente. Isso porque a cada obstáculo em que o atleta não conseguir superar, ele é obrigado a pagar uma espécie de castigo, monitorado por um especialista da organização.
Conseguimos aliar desafio com segurança para todos os participantes. Mesmo aqueles que não se sentem aptos a grandes desafios, podem completar a prova sem problemas. Quem participar irá se surpreender com o clima que criamos para a disputa. Ano passado contamos com a presença de quase 7 mil gladiadores em todas as etapas e queremos aumentar esse número. Esperamos uma grande presença dos atletas de São Paulo, comentou Aldous Santana, organizador do evento.
A concentração para a Maximus Race será às 7h do domingo, com largada às 7h30 para a primeira bateria. Cada bateria terá a presença de 150 a 200 participantes. A Maximus Kids será um dos destaques da etapa paulistana. No sábado, dia 27, crianças de dois a 12 anos inaugurarão atividades com baterias a partir das 15h. A concentração começará às 14h com animadores, cama elástica, área kids e brincadeiras. É uma ótima oportunidade dos pais e familiares levarem as crianças para vivenciar um ambiente saudável como o da corrida de obstáculos, completou Aldous.
Foto: Fabio Falconi/Unlimited SportsO pódio do Ironman 70.3 Palmas 2017 foi brasileiro. O catarinense Igor Amorelli e a paulista Bia Neres conquistaram a prova, realizada na manhã deste domingo (23), em Palmas (TO), garantindo as primeiras vitórias nacionais da disputa. Igor completou os 1.9 km de natação, 90.1 km de ciclismo e 21.1 km de corrida com o tempo de 3h54min57, com pouco mais de cinco minutos de diferença para o segundo colocado, Fellipe Santos, com 4h00min10. Reinaldo Colucci, que sofreu uma queda no ciclismo, completou o pódio com o tempo de 4h04min36.
Clique aqui e inscreva-se para a 2 etapa do Troféu Brasil de Triathlon
Bia, por sua vez, venceu com o tempo de 4h19min40, ficando em segundo a norte-americana Kelsey Withrow, com 4h25min09, e em terceiro a carioca Luiza Cravo, também do Brasil, 4h29min29. Ao todo, o evento reuniu 800 triatletas de nove países, distribuindo US 15.000,00 e pontos no ranking para os profissionais, além de 35 vagas para os atletas amadores no Campeonato Mundial Ironman 70.3 2017 - Chattanooga, Tennessee.
A chuva durante a madrugada pré prova amenizou um pouco a temperatura. Com isso, os triatletas impuseram um bom ritmo à disputa. No masculino, Igor Amorelli não deu chances aos adversários. Ele foi o primeiro a sair da água e a iniciar o ciclismo, mantendo a vantagem durante os 90.1 km e depois na corrida de 21.1 km. Ao cruzar a linha de chegada ele, que venceu o Ironman Florianópolis em 2014, garantiu seu primeiro título de 70.3.
Foto: Fabio Falconi/Unlimited Sports"Deu tudo certo. Não é fácil correr em Palmas e todo mundo está de parabéns. A nossa tática foi impor um ritmo forte desde o começo para poder abrir, pois sabia que a corrida seria dura, especialmente por conta do calor. Não estava tão quente, mas no final pegou um pouco. Feliz por vencer meu primeiro 70.3 no Brasil", declarou Igor, de 36 anos. "Adorei estar aqui em Palmas e espero voltar", completou.
Primeira vez
Bia Neres, uma das principais triatletas do país na atualidade, ratificou seu bom momento em Palmas. Afinal, foi sua primeira vitória no Ironman 70.3 e com um excelente desempenho. Ela foi a segunda a completar os 1.9 km de natação, mas assumiu a liderança logo na saída da transição. Ao longo do ciclismo, as duas se alternaram na liderança, mas na corrida a brasileira estava mais inteira, superando a adversária e garantindo o título.
"Estou muito feliz. Voltei mais forte depois de ter minha filha e vencer uma prova como está, em minha primeira vez, é incrível e me emociona. Adorei o percurso, que é simples, rápido e muito bonito. Na corrida é legal ver a ponte e os demais atletas indo e vindo. Adorei Palmas", afirmou a vencedora, de 31 anos.
Resultados - Elite - 2017
Masculino
1. Igor Amorelli (BRA), 3h54min57
2. Fellipe Santos (BRA), 4h00min10
3. Reinaldo Colucci (BRA), 4h04min35
4. Bruno Matheus (BRA), 4h05min16
5. Felipe Manente (BRA), 4h16min42
Feminino
1. Bia Neres (BRA), 4h19min40
2. Kelsey Withrow (EUA), 4h25min09
3. Luiza Cravo (BRA), 4h29min29
4. Carolina Furriela (BRA), 4h38min15
Outros · 24 abr, 2017
Foto: Fabio Falconi/Unlimited SportsO pódio do Ironman 70.3 Palmas 2017 foi brasileiro. O catarinense Igor Amorelli e a paulista Bia Neres conquistaram a prova, realizada na manhã deste domingo (23), em Palmas (TO), garantindo as primeiras vitórias nacionais da disputa. Igor completou os 1.9 km de natação, 90.1 km de ciclismo e 21.1 km de corrida com o tempo de 3h54min57, com pouco mais de cinco minutos de diferença para o segundo colocado, Fellipe Santos, com 4h00min10. Reinaldo Colucci, que sofreu uma queda no ciclismo, completou o pódio com o tempo de 4h04min36.
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Bia, por sua vez, venceu com o tempo de 4h19min40, ficando em segundo a norte-americana Kelsey Withrow, com 4h25min09, e em terceiro a carioca Luiza Cravo, também do Brasil, 4h29min29. Ao todo, o evento reuniu 800 triatletas de nove países, distribuindo US 15.000,00 e pontos no ranking para os profissionais, além de 35 vagas para os atletas amadores no Campeonato Mundial Ironman 70.3 2017 - Chattanooga, Tennessee.
A chuva durante a madrugada pré prova amenizou um pouco a temperatura. Com isso, os triatletas impuseram um bom ritmo à disputa. No masculino, Igor Amorelli não deu chances aos adversários. Ele foi o primeiro a sair da água e a iniciar o ciclismo, mantendo a vantagem durante os 90.1 km e depois na corrida de 21.1 km. Ao cruzar a linha de chegada ele, que venceu o Ironman Florianópolis em 2014, garantiu seu primeiro título de 70.3.
Foto: Fabio Falconi/Unlimited Sports"Deu tudo certo. Não é fácil correr em Palmas e todo mundo está de parabéns. A nossa tática foi impor um ritmo forte desde o começo para poder abrir, pois sabia que a corrida seria dura, especialmente por conta do calor. Não estava tão quente, mas no final pegou um pouco. Feliz por vencer meu primeiro 70.3 no Brasil", declarou Igor, de 36 anos. "Adorei estar aqui em Palmas e espero voltar", completou.
Primeira vez
Bia Neres, uma das principais triatletas do país na atualidade, ratificou seu bom momento em Palmas. Afinal, foi sua primeira vitória no Ironman 70.3 e com um excelente desempenho. Ela foi a segunda a completar os 1.9 km de natação, mas assumiu a liderança logo na saída da transição. Ao longo do ciclismo, as duas se alternaram na liderança, mas na corrida a brasileira estava mais inteira, superando a adversária e garantindo o título.
"Estou muito feliz. Voltei mais forte depois de ter minha filha e vencer uma prova como está, em minha primeira vez, é incrível e me emociona. Adorei o percurso, que é simples, rápido e muito bonito. Na corrida é legal ver a ponte e os demais atletas indo e vindo. Adorei Palmas", afirmou a vencedora, de 31 anos.
Resultados - Elite - 2017
Masculino
1. Igor Amorelli (BRA), 3h54min57
2. Fellipe Santos (BRA), 4h00min10
3. Reinaldo Colucci (BRA), 4h04min35
4. Bruno Matheus (BRA), 4h05min16
5. Felipe Manente (BRA), 4h16min42
Feminino
1. Bia Neres (BRA), 4h19min40
2. Kelsey Withrow (EUA), 4h25min09
3. Luiza Cravo (BRA), 4h29min29
4. Carolina Furriela (BRA), 4h38min15
Uma semana muito animada no universo da corrida. Duas Majors: na segunda feira (17) aconteceu a Maratona de Boston e no domingo (23) a Maratona de Londres. A capital londrina recebeu a 37 edição dessa prova que tem como um dos objetivos angariar fundos para campanhas que ajudam pessoas com deficiência. A prova teve um clima tipicamente londrino, enquanto alguns trechos estavam com neblinas, em outros o Sol aparecia timidamente, a temperatura não passou dos 12C ao longo da prova.
A única maratona que passa pelos dois hemisférios do planeta, Ocidental e Oriental, já que Londres é dividida pelo Meridiano de Greenwich. Com a chegada em frente ao Palácio de Buckingham, a corrida passou por diversos pontos turísticos da cidade. A campeã do ano passado, que treinava para defende sua marca, Jemima Sumgong não pode participar da prova já que foi pega em uma exame antidoping e foi proibida de participar e defender sua marca de 2016.
Foto: Virgin Money London MarathonPartcipe da Meia Maratona Ecológica de Curitiba
Corrida
A prova masculina foi acirrada. No início, havia um pelotão com mais de 10 corredores que disputavam o primeiro lugar, depois de alguns quilômetros esse pelotão diminuiu para seis pessoas. Onde o campeão Daniel Wanjiru, aparecia atrás, quem liderava esses corredores era o etíope Kenenisa Bekele, que ficou em segundo lugar nessa maratona, com um tempo de 2h05min57.
No quilômetro 20, esse pelotão aumentou para oito pessoas, Bekele mantinha a liderança. No quilômetro seguinte, ele ficou para trás e quem liderava o pelotão era o etíope Feyisa Lilesa seguido pelo também etíope Asefa Mengstu. Nos 25 km, o campeão Wanjiru ultrapassou Lilesa e não saiu mais da primeira posição, cruzou a linha de chegada com 2h05min48 de prova. Foi apenas nos últimos quilômetros que Bekele reapareceu e conseguiu conquistar o segundo lugar.
Foto: Virgin Money London MarathonA prova feminina teve quebra de recorde mundial A queniana Mary Keitany venceu a maratona com 2h17min01 sem ajuda de pacemaker. Porém o recorde com pacemaker ainda é de Paula Redcliffe, com 2h17min42. Keitany liderou a prova desde o início, se tornando a favorita a levar o primeiro lugar, aos 21 km de prova, a projeção era para que a atleta cruzasse a linha de chegada com 2h13min50. Porém, entre os km 25 e 30 a queniana, que já venceu a maratona de Nova York três vezes, começou a dar sinais de desgaste e diminuiu um pouco o ritmo.
A estreante em maratonas Vivian Cheruiyot, ficou por algum tempo em segundo lugar, uma ótima posição para quem estreava em uma Major. A partir do quilômetro 30, Cheruiyot caiu para quinta posição e Tirunesh Dibaba ficou em segundo lugar até terminar a prova com 2h17min56.
Foto: Virgin Money London MarathonRanking
- Top 10 masculino
1. Daniel Wanjiru (KEN) - 2:05:48
2. Kenenisa Bekele (ETH) - 2:05:57
3. Bedan Karoki (KEN) - 2:07:41
4. Abel Kiruti (KEN) - 2:07:45
5. Alphonce Simbu (TAN) - 2:09:10
6. Ghirmay Ghebreslassie (ERI) - 2:09:57
7. Asefa Mengstu (ETH) - 2:10:04
8. Amanuel Msel (ERI) - 2:10:44
9. Javier Guerra (ESP) - 2:10:55
10. Michael Shelley (AUS) - 2:11:38
- Top 10 feminino
1. Mary Keitany (KEN) - 2:17:01
2. Tirunesh Dibaba (ETH) - 2:17:56
3. Aselefech Mergia (ETH) - 2:23:08
4. Vivian Cheruiyot (KEN) - 2:23:50
5. Lisa Weightman (AUS) - 2:25:15
6. Laura Thweatt (USA) - 2:25:38
7. Helah Kiprop (KEN) - 2:25:39
8. Tigist Tufa (ETH) - 2:25:52
9. Florence Kiplagat (KEN) - 2:26:25
10. Jessica Trengove (AUS) - 2:27:01
Outros · 23 abr, 2017
Uma semana muito animada no universo da corrida. Duas Majors: na segunda feira (17) aconteceu a Maratona de Boston e no domingo (23) a Maratona de Londres. A capital londrina recebeu a 37 edição dessa prova que tem como um dos objetivos angariar fundos para campanhas que ajudam pessoas com deficiência. A prova teve um clima tipicamente londrino, enquanto alguns trechos estavam com neblinas, em outros o Sol aparecia timidamente, a temperatura não passou dos 12C ao longo da prova.
A única maratona que passa pelos dois hemisférios do planeta, Ocidental e Oriental, já que Londres é dividida pelo Meridiano de Greenwich. Com a chegada em frente ao Palácio de Buckingham, a corrida passou por diversos pontos turísticos da cidade. A campeã do ano passado, que treinava para defende sua marca, Jemima Sumgong não pode participar da prova já que foi pega em uma exame antidoping e foi proibida de participar e defender sua marca de 2016.
Foto: Virgin Money London MarathonPartcipe da Meia Maratona Ecológica de Curitiba
Corrida
A prova masculina foi acirrada. No início, havia um pelotão com mais de 10 corredores que disputavam o primeiro lugar, depois de alguns quilômetros esse pelotão diminuiu para seis pessoas. Onde o campeão Daniel Wanjiru, aparecia atrás, quem liderava esses corredores era o etíope Kenenisa Bekele, que ficou em segundo lugar nessa maratona, com um tempo de 2h05min57.
No quilômetro 20, esse pelotão aumentou para oito pessoas, Bekele mantinha a liderança. No quilômetro seguinte, ele ficou para trás e quem liderava o pelotão era o etíope Feyisa Lilesa seguido pelo também etíope Asefa Mengstu. Nos 25 km, o campeão Wanjiru ultrapassou Lilesa e não saiu mais da primeira posição, cruzou a linha de chegada com 2h05min48 de prova. Foi apenas nos últimos quilômetros que Bekele reapareceu e conseguiu conquistar o segundo lugar.
Foto: Virgin Money London MarathonA prova feminina teve quebra de recorde mundial A queniana Mary Keitany venceu a maratona com 2h17min01 sem ajuda de pacemaker. Porém o recorde com pacemaker ainda é de Paula Redcliffe, com 2h17min42. Keitany liderou a prova desde o início, se tornando a favorita a levar o primeiro lugar, aos 21 km de prova, a projeção era para que a atleta cruzasse a linha de chegada com 2h13min50. Porém, entre os km 25 e 30 a queniana, que já venceu a maratona de Nova York três vezes, começou a dar sinais de desgaste e diminuiu um pouco o ritmo.
A estreante em maratonas Vivian Cheruiyot, ficou por algum tempo em segundo lugar, uma ótima posição para quem estreava em uma Major. A partir do quilômetro 30, Cheruiyot caiu para quinta posição e Tirunesh Dibaba ficou em segundo lugar até terminar a prova com 2h17min56.
Foto: Virgin Money London MarathonRanking
- Top 10 masculino
1. Daniel Wanjiru (KEN) - 2:05:48
2. Kenenisa Bekele (ETH) - 2:05:57
3. Bedan Karoki (KEN) - 2:07:41
4. Abel Kiruti (KEN) - 2:07:45
5. Alphonce Simbu (TAN) - 2:09:10
6. Ghirmay Ghebreslassie (ERI) - 2:09:57
7. Asefa Mengstu (ETH) - 2:10:04
8. Amanuel Msel (ERI) - 2:10:44
9. Javier Guerra (ESP) - 2:10:55
10. Michael Shelley (AUS) - 2:11:38
- Top 10 feminino
1. Mary Keitany (KEN) - 2:17:01
2. Tirunesh Dibaba (ETH) - 2:17:56
3. Aselefech Mergia (ETH) - 2:23:08
4. Vivian Cheruiyot (KEN) - 2:23:50
5. Lisa Weightman (AUS) - 2:25:15
6. Laura Thweatt (USA) - 2:25:38
7. Helah Kiprop (KEN) - 2:25:39
8. Tigist Tufa (ETH) - 2:25:52
9. Florence Kiplagat (KEN) - 2:26:25
10. Jessica Trengove (AUS) - 2:27:01
A definição e possíveis efeitos do Bisfenol-A, conhecido como BPA, estão cada vez mais presentes nas pesquisas científicas e mídias do mundo inteiro. Mesmo não sendo conhecido por todos, com certeza você já entrou em contato com o composto, já que ele faz parte da constituição de produtos como o plástico.
+ Inscreva-se para a Meia Maratona Ecológica de Curitiba. Clique aqui
Estudos sugerem que o BPA está associado a doenças como obesidade, diabetes, infertilidade e alguns tipos de câncer. Um levantamento feito nos EUA indicou que cerca de 92% da população americana apresenta níveis de BPA na urina. A maior preocupação atualmente é o efeito em crianças, sendo que mesmo em pequenas quantidades, o composto pode causar problemas neurológicos e hormonais.
O Bisfenol costuma estar presente em embalagem de alimentos, recipientes plásticos, escova de dente, parte interna de latas de alumínio e em grande parte das mamadeiras plásticas. Atualmente já existe uma lei que proíbe o uso do composto em mamadeiras, mas os pais devem ficar atentos e sempre buscar lojas e vendedores confiáveis, que passem informações corretas e tenham conhecimento do assunto.
Foto: showcake/FotoliaApesar da quantidade ingerida diariamente pela população ser considerada pequena, é dito que o composto permanece por um tempo longo em nosso organismo, podendo causar problemas futuros. Confira algumas formas de reduzir sua exposição ao composto.
1. Evite esquentar recipientes plásticos no microondas
2. Não coloque o plástico no freezer. A liberação é mais intensa nesse ambiente.
3. Opte pelo vidro, porcelana e aço inoxidável para armazenar bebidas e alimentos
4. Observe os produtos que possuam o símbolo de reciclagem 3 e 7, isso indica que existe BPA na composição
Na dúvida evite plásticos transparentes e mais duros, eles geralmente possuem o composto.
Outros · 21 abr, 2017
A definição e possíveis efeitos do Bisfenol-A, conhecido como BPA, estão cada vez mais presentes nas pesquisas científicas e mídias do mundo inteiro. Mesmo não sendo conhecido por todos, com certeza você já entrou em contato com o composto, já que ele faz parte da constituição de produtos como o plástico.
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Estudos sugerem que o BPA está associado a doenças como obesidade, diabetes, infertilidade e alguns tipos de câncer. Um levantamento feito nos EUA indicou que cerca de 92% da população americana apresenta níveis de BPA na urina. A maior preocupação atualmente é o efeito em crianças, sendo que mesmo em pequenas quantidades, o composto pode causar problemas neurológicos e hormonais.
O Bisfenol costuma estar presente em embalagem de alimentos, recipientes plásticos, escova de dente, parte interna de latas de alumínio e em grande parte das mamadeiras plásticas. Atualmente já existe uma lei que proíbe o uso do composto em mamadeiras, mas os pais devem ficar atentos e sempre buscar lojas e vendedores confiáveis, que passem informações corretas e tenham conhecimento do assunto.
Foto: showcake/FotoliaApesar da quantidade ingerida diariamente pela população ser considerada pequena, é dito que o composto permanece por um tempo longo em nosso organismo, podendo causar problemas futuros. Confira algumas formas de reduzir sua exposição ao composto.
1. Evite esquentar recipientes plásticos no microondas
2. Não coloque o plástico no freezer. A liberação é mais intensa nesse ambiente.
3. Opte pelo vidro, porcelana e aço inoxidável para armazenar bebidas e alimentos
4. Observe os produtos que possuam o símbolo de reciclagem 3 e 7, isso indica que existe BPA na composição
Na dúvida evite plásticos transparentes e mais duros, eles geralmente possuem o composto.
Alimentação · 17 jun, 2026
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