Corrida de Montanha · 19 abr, 2016
A palavra mindfulness deriva do termo Pali Sati, um elemento essencial da prática budista. Esse termo, que tem sido traduzido para o português como Consciência Plena ou mais frequentemente como Atenção Plena, pode ser considerado como um processo de auto regulação da atenção, com o objetivo de trazer uma qualidade da consciência ao momento presente.
A prática está cada vez mais conhecida na Psiquiatria e Psicologia para aliviar uma variedade de condições físicas e mentais, incluindo TOC, ansiedade e na prevenção de recaída da depressão e dependência de drogas. O psiquiatra Daniel Sócrates explica que o mindfulness é um treino baseado na conexão "mente-corpo", podendo ajudá-lo a observar os seus padrões de pensamentos e de emoções. Isso pode realmente mudar a maneira como alguém gera e reage a situações causadoras de stress, dando-lhe uma ferramenta valiosa para ficar mentalmente (e fisicamente) saudável.
Mindfulness não procura esvaziar a mente de pensamentos ou emoções, trata-se de prestar atenção ao momento presente, sem ficar apegado ao passado ou se preocupando com o futuro Foto: Olly2/FotoliaContrariando a crença popular, mindfulness não procura esvaziar a mente de pensamentos ou emoções, trata-se de prestar atenção ao momento presente, sem ficar apegado ao passado ou se preocupando com o futuro, explica Daniel. Como mindfulness é uma abordagem a um estilo de vida, as pessoas são encorajadas a encontrar sua própria prática. Cada sujeito encontra a frequência e duração ideal para a prática dos exercícios de meditação, à medida que se encaixa e suporta as suas vidas.
Mindfulness no esporte
Como as práticas esportivas exigem a capacidade de atenção dos atletas, a técnica é aperfeiçoada através dos treinos. As práticas de mindfulness no contexto do esporte têm como principal função o aperfeiçoamento de algumas habilidades psicológicas, utilizando-se da capacidade de autorregulação, através do treino do foco e da atenção sobre o momento presente. Assim, vêm sendo procuradas por esportistas ao redor do mundo por serem consideradas fundamentais, explica.
Segundo o psiquiatra, um estudo realizado na Universidade da Califórnia comprovou que por meio da meditação é possível elevar o rendimento em competições, uma vez que o treinamento mental é tão importante quanto o físico. Os atletas de alto nível que se dedicaram à prática meditativa conseguiram evitar respostas automáticas e estresse elevado e mantêm o foco em seu desempenho, conta.
Atletas de alto desempenho são adeptos da mindfulness, como a equipe de basquete do Chicago Bulls, do Los Angeles Lakers e LeBron James, astro do basquete norte-americano, além dos tenistas Novak Djokovic e Rafael Nadal. No Brasil, o lutador de MMA, Lyoto Machida, é praticante.
Como fazer?
Daniel explica que, assim como qualquer treinamento, há mais dificuldades no início, mas em questão de semanas o praticante consegue notar os benefícios. Em termos de tempo diário de prática, cerca de 20 minutos por dia já são suficientes para trazer resultados positivos.
Não há uma exigência de área para a formação em meditação mindfulness. O importante é checar se o profissional que oferece esse serviço tem uma formação adequada e experiência no tema, conta.
Meia Maratona · 18 abr, 2016
A primeira edição da Meia Maratona do Descobrimento agitou a Orla Norte de Porto Seguro (BA) no último domingo (17) e foi um verdadeiro festival de baianidade, com ritmos musicais típicos da região, sol, chuva e muita dedicação dos corredores de cinco, 10 e 21 quilômetros. Ao todo quase mil corredores estiveram presentes no evento que abriu as festividades do Descobrimento do Brasil.
Ás 6h30 da manhã, já sob um sol escaldante, um trio elétrico começou a agitar os atletas que começavam a chegar à Praça das Pitangueiras para a concentração. O axé foi a trilha sonora principal, mas o DJ engatou uma lambada, ritmo que nasceu no Pará, mas se desenvolveu em Porto Seguro nos anos 80 antes de ganhar o Brasil e o mundo. Foi a deixa para casais apaixonados se aquecerem ao som do clássico Dançando Lambada, do grupo franco-brasileiro Kaoma.
O tiro de partida foi dado às 7h40 pelo ultramaratonista Carlos Dias primeiramente para os cadeirantes e dez minutos depois para o pelotão geral. O trajeto foi montado totalmente pela orla, com metade da pista dedicada aos corredores em mão de ida e volta e metade para os veículos também em mão dupla.
Apesar do sol forte, o calor foi amenizado pela brisa do mar e pelas nuvens carregadas de chuva que São Pedro enviou para batizar o evento. Após 1h12min24, Edilson Marinho dos Santos se tornou o primeiro campeão da prova, enquanto Miriam Santana de Matos precisou 1h35min21 para ser a primeira mulher a ostentar o título.
Edilson voou para vencer a prova. Foto: Alexandre Koda/ WebrunEnquanto o sol se misturava com a chuva a grane massa de corredores vencia cada metro do asfalto buscando cruzar o pórtico de chegada. Foi uma prova bem cansativa, porque o sol depois da chuva parecia que ia cozinhar a cabeça, relata Thiago Moscon. Entre o quilômetro nove e o 16 faltou um pouco de água, mas depois que a gente entra na reta final é só alegria. Foi minha primeira meia depois do nascimento das minhas filhas, completa o capixaba.
Thiago se emocionou ao falar das filhas. Foto: Alexandre Koda/ WebrunCiro Ferreira veio com o Grupo de Corrida Nixon Fernandes, o mesmo do campeão da prova, com o objetivo de contagiar a todos com alegria. A cidade está de parabéns por organizar uma prova como essa toda plana. Vim com um grupo de Serrinha (BA) para brincar de correr, brincar de saúde e o melhor de tudo: alegria na chegada.
Morador de Porto Seguro, Wallace Viana fez os cinco quilômetros e afirma que o evento ajuda a promover o esporte entre os moradores. A cidade estava merecendo esse evento que ajuda as pessoas no bairro onde eu moro, o baianão, os deficientes e o povo em geral. Com fé em Deus teremos outra ano que vem, porque o esporte é maravilhoso para saúde. Wallace começou a correr em dezembro do ano passado, já participou de um triathlon e espera aumentar a distância na próxima corrida. Vamos rumo à maratona.
Wallace acredita no esporte como inclusão social. Foto: Alexandre Koda/ WebrunO cadeirante Elivaldo Santana esbanja simpatia com seu chapéu panamenho na arena e diz que o clima bonito favoreceu sua primeira participação em uma corrida. Foi uma prova bem organizada e as pessoas incentivavam a gente o tempo todo. Treinei um mês e espero que seja a primeira de muitas.
Elivaldo fez sua primeira prova. Foto: Alexandre Koda/ WebrunNos dez quilômetros Luana Oliveira baixou seu tempo mesmo sem ter treinado muito. Foi uma prova maravilhosa, a vista desse lugar deixa a gente inspirada, conta a baiana de Itabuna. O clima e a energia do pessoal aqui foram excelentes, completa. E quem preferia um clima mais ameno para correr era a representante de Ilhéus, Rita Kruschewsky. A chuva refrescou, mas gostaria que a próxima fosse mais cedo, como no Rio de Janeiro que largamos mais cedo. Ela afirma ainda que, apesar da falta de água em dois pontos, o evento está aprovado.
Luana superou suas expectativas em relação ao tempo. Foto: Alexandre Koda/ WebrunJoel Barreiros saiu de Vitória (ES) com um grupo de amigos e aprovou a corrida. Esse lugar é maravilhoso, certamente vamos voltar nos próximos anos. O único problema foi o desgaste físico grande por conta do vento e do calor. Quem também sofreu com o clima, foi a mineira de Muriaé, Sônia Ferreira, que correu os dez quilômetros com o sol nas costas. No começo estava nublado, depois chuviscou, mas a volta foi dura. Mas achei legal a organização e a participação de pessoas de várias cidades do Brasil.
O capixaba Joel já garantiu presença na edição 2017. Foto: Alexandre Koda/ WebrunAinda ofegante e se recuperando de sua estreia nos 21 quilômetros, Luma Oliveira comemorou. Eu não conseguia correr cinco quilômetros direto, mas hoje fiz os 21 e deu tudo certo e com um tempo bom, relata a triatleta porto-segurense . Essa prova é muito boa para trazer mais pessoas numa época de baixa temporada, que vão conhecer a cidade e podem voltar no futuro, completa.
Para Luma, o evento ajuda na economia da cidade. Foto: Alexandre Koda/ WebrunMeia Maratona · 18 abr, 2016
A Meia Maratona das Cataratas, uma das provas mais belas do Brasil e do mundo, será realizada no dia cinco de junho, a partir das 8h, no Parque Nacional do Iguaçu. A nona edição da corrida marcará uma celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, a ser comemorado na mesma data.
A corrida será realizada dentro do Parque Nacional do Iguaçu, Patrimônio Natural da Humanidade, que resguarda uma das importantes biodiversidades do planeta. A 9ª Meia Maratona das Cataratas Prova Dia Mundial do Meio Ambiente é uma das ações da programação ambiental que a unidade de conservação irá realizar no mês de junho. Os participantes, além de correr neste lugar único, serão envolvidos por uma série de atividades voltadas à sensibilização ambiental.
A principal mudança da Meia Maratona das Cataratas é no seu conceito que deixa de ter um caráter competitivo para ampliar a experiência única de correr em contato com a natureza, em um Patrimônio Natural da Humanidade, junto a uma das Sete Maravilhas Mundiais da Natureza.
A principal mudança da Meia Maratona das Cataratas é no seu conceito que deixa de ter um caráter competitivo para ampliar a experiência única de correr em contato com a natureza Foto: DivulgaçãoO chefe do Parque Nacional do Iguaçu, Ivan Baptiston, acredita que a Meia Maratona das Cataratas é uma oportunidade para os participantes terem maior contato e aproximação com a natureza deste parque e promover com essa experiência a valorização dos parques nacionais e da vida selvagem", refletiu.
De acordo com Gilmar Piolla, superintendente de Comunicação Social da Itaipu Binacional, que é um dos grandes incentivadores do turismo em Foz do Iguaçu, a prova é obrigatória para quem participa desse mundo das corridas. A Meia Maratona das Cataratas é um evento imprescindível para o esporte e o turismo, destacou.
Percurso
A largada será dentro do Parque Nacional do Iguaçu; e a chegada, nas proximidades do antigo portão de acesso à unidade. A prova é caracterizada por uma paisagem de floresta e natureza exuberante. Nos quilômetros oito e nove, um grande espetáculo: a grandiosidade das Cataratas do Iguaçu, uma das 7 Maravilhas Mundiais da Natureza.
Haverá arquibancadas para os torcedores e acompanhantes dos atletas, além de serviço médico e apoio fisioterápico e logístico.
Inscrições
O custo até dia 30 de abril é de R$ 90. A inscrição deve ser feita no site da competição. Os moradores de Foz do Iguaçu têm a oportunidade de inscrever-se também no ponto de inscrição conveniado, Complexo Turístico Marco das Américas, ao valor de R$ 70, de sete de abril a 20 de maio.
Corridas de Rua · 06 abr, 2016
O Beach Park, um dos principais pontos turísticos da América Latina, em parceria com a Noblu Sports, promovem pela primeira vez a Meia Maratona Beach Park. Com o visual encantador da Praia do Porto das Dunas, a prova oferecerá experiências únicas para os participantes, além de trazer a opção de um final de semana esportivo com a família.
Apostando no entretenimento esportivo, serão realizadas no sábado, 14 de maio, corridinhas lúdicas para o público infantil de um a 12 anos, com distâncias de 10 a 300 metros. No domingo, dia 15, serão duas distâncias para o público adulto: seis ou 21 quilômetros. A expectativa é de reunir mais de 4.000 pessoas, de diversas regiões do País, para participar dos eventos.
Para os atletas da Meia Maratona, o circuito com terreno misto entre asfalto, terra e areia, terá uma vista deslumbrante, de dar fôlego para completar os 21 quilômetros Foto: DivulgaçãoA corridinha será realizada na Vila Azul do Mar, um espaço de convivência e entretenimento do Beach Park que foi inaugurado no final de 2015, e será conduzida por alguns mascotes do parque. Já a corrida de seis quilômetros terá percurso em vias próximas ao complexo e adentrará ao parque, passando pelas atrações, tornando o percurso diferenciado e divertido. Para os atletas da Meia Maratona, o circuito com terreno misto entre asfalto, terra e areia, terá uma vista deslumbrante, de dar fôlego para completar os 21 quilômetros e, quem sabe, ainda levar a premiação em dinheiro. Serão R$ 20.000 divididos do primeiro ao quinto colocados, na categoria geral masculina e feminina.
Os kits de todas as modalidades estão repletos de novidades para todos os participantes. O kit adulto (Meia Maratona e Corrida seis quilômetros) será composto por T-shirt, mochila, toalha fitness (entregue após a corrida), viseira, chip, número de peito, uma cortesia e dois vouchers de 50% de desconto para o parque aquático do Beach Park. Para os participantes da Meia Maratona, haverá também uma camiseta finisher.
Já o kit kids conta com T-shirt, número de peito, uma lancheira de neoprene, uma cortesia, dois vouchers de 50% de desconto para o parque aquático do Beach Park.
Para ter estacionamento gratuito até o meio dia, os participantes deverão apresentar o comprovante de inscrição na entrada do estacionamento.
As inscrições são limitadas e já podem ser feitas pelo site beachpark.com.br/corrida
Corridas de Rua · 05 abr, 2016
Depois de praticamente três meses de treinos e preparação, finalmente o tão aguardado momento chegou. Acontece neste domingo, dez de abril, o NikeWomen Victory Tour Rio, a versão carioca da maior série de eventos para mulheres do mundo.
O Sambódromo da Marquês de Sapucaí será palco da etapa brasileira, cenário perfeito para inspirar as mulheres de todo o Brasil a superarem seus limites. O evento é composto por uma corrida de 21 quilômetros (largada às 8h14), liderada pela triatleta e NRC Coach Fernanda Keller, e um treino especial de duas horas do Nike Training Club - NTC (com início às 9h44), comandado pelas Masters Trainers oficiais da marca, Fernanda Queiroz e Manuela Rangel e participação de Iza Goulart, Sheron Menezes e outras surpresas.
Mais do que um simples treino funcional, a sessão de NTC do NikeWomen Victory Tour será uma chance única para as mulheres de todo o Brasil mostrarem sua força e poder em um show repleto de música e boas energias.
Evento já aconteceu em outros países do mundo Foto: Divulgação
O percurso exclusivo da Meia Maratona para mulheres, que terá como MC o cantor e corredor Seu Jorge e a madrinha NRC Coach Fernanda Keller, serão inesquecíveis e repetidos apenas durante a Maratona dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Com hidratação a cada três quilômetros, pacers ditando o ritmo da prova e motivando as corredoras durante os 21 quilômetros, a prova tem passagem garantida pelo Aterro do Flamengo, Arcos da Lapa e outros pontos icônicos da Cidade Maravilhosa.
O NikeWomen Victory Tour é um evento que acontece ao redor do mundo, como forma de celebrar a melhor versão de cada mulher. Nosso objetivo é oferecer uma experiência incrível a cada uma delas, com serviços únicos e todo cuidado que merecem. A etapa Rio de Janeiro será ainda mais especial, pois a corrida acontece no mesmo trajeto da Maratona dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Tenho certeza de que será um momento histórico, afirma Henry Rabello, VP de Marketing e Diretor Geral de Olimpíadas da Nike do Brasil.
Mais de 5000 mulheres se inscreveram e fizeram seus treinos nos aplicativos Nike+ Running e no N+TC.
Retirada do Kit
No sábado, as participantes terão uma série de atividades e palestras no Sambódromo, onde será retirado o kit do evento composto de camiseta (uso obrigatório), squeeze, viseira (corrida), faixa de cabelo (NTC) e sacola. O local contará com exibição dos produtos Nike para Corrida, Treino e Casual, além de muitos serviços exclusivos.
Corrida
A área de corrida, chamada de Nike+ Run Club Lounge, tem como objetivo ajudar as corredoras a se tornarem melhores atletas. Monitorando seu progresso com o Nike+ Running App e motivando através da comunidade Nike+, acesso a experts em produtos e serviços, além de treinadores do NRC que podem dar dicas para a prova e desafiar a mulherada a assumir novos desafios com os programas de treinamentos. As corredoras também terão acesso em primeira mão aos 30 dias de teste de produto do novo Nike Free RN Flyknit, benefício exclusivo para os compradores do produto em nike.com a partir do dia sete de abril.
Treino
A área de treino tem o mesmo objetivo e conta com consultoria de looks, teste de produto e acesso a NTC Trainers para dicas e criação de programa de treinos personalizado no Nike+ Training App para a necessidade e interesse de cada participante. Além do acesso exclusivo aos compradores de Nike.com a 30 dias de teste do mais novo lançamento da categoria, o Nike Free Transform Flyknit, que também estará disponível a partir do dia sete de abril.
Casual
O Estúdio SNKRS celebra a cultura sneaker para elas e oferece, além de muita informação sobre os últimos lançamentos da Nike, serviços como limpeza de tênis e customização de cadarços e deubré específicos da prova.
As visitantes poderão conferir de perto a nova família Nike Free, modelos de corrida e treino com pisada natural. A camiseta finisher Dri-Fit Contour especial do NikeWomen Victory Tour, o sucesso para treinos de alta intensidade Metcon 2, o ícone da cultura sneaker Air Force 1 Flyknit Low e a versão NikeLab x Gyakusou do LunarEpic Flyknit.
E como não poderia faltar, as mulheres poderão personalizar seu look para o dia do evento, como cabeleireiros e manicures à disposição, além de massagem e crioterapia no pós prova.
Outro destaque será a exposição dos uniformes que serão utilizados pelos atletas brasileiros das modalidades de Futebol, Basquete e Atletismo durante os Jogos Olímpicos Rio 2016. Desenvolvidos com as mais altas tecnologias, as peças garantem velocidade, maior respirabilidade e conforto na busca pelo ouro. As visitantes poderão ainda conhecer a mala completa que os atletas levarão consigo para a Vila Olímpica em agosto.
E para comemorar a superação e a conquista neste dia histórico, ao final das atividades no domingo, convidados especiais como Seu Jorge e Pretinho da Serrinha encerrarão o evento com um show para elevar ainda mais a energia.
Serviço NikeWomen Victory Tour
Sábado (09/04)
Horário: das 12h às 20h
Domingo (10/04)
Horário: das 6h30 às 14h
Largada da prova de 21 quilômetros: 8h14
Mapa da Prova:
Mapa da prova Foto: DivulgaçãoInício do treino NTC: 9h44
Local: Sambódromo Marques de Sapucaí (R. Marquês de Sapucaí, s/n - Santo Cristo)
A cidade de Porto Seguro entrará mais uma vez para a história, dessa vez com a realização da primeira Meia Maratona de Porto Seguro no próximo dia 17, como parte das comemorações dos festejos do Descobrimento do Brasil. A prova esgotou as vagas duas semanas antes do previsto e oferecerá aos corredores uma premiação total de 15 mil reais.
Atletas de vários estados brasileiros concorrerão a mil reais caso vençam a prova, R$ 800 se ficarem em segundo lugar, R$ 600 em terceiro, R$ 500 em quarto e R$ 400 em quinto, tanto entre os homens quanto entre as mulheres. Haverá ainda premiação em dinheiro para os três melhores em cada faixa etária, categoria indígena, atletas da cidade e cadeirantes.
A cobiçada medalha foi desenhada especialmente para o evento. Foto: divulgaçãoSerá um evento grandioso e um marco histórico para a cidade, pois já esta sendo considerada uma das maiores corrida de rua da Bahia, afirma Vidal Sampaio, um dos responsáveis pela organização. Além do kit especial, o evento terá também apresentação de capoeira, mostra do artesanato indígena, apresentação de banda afro e um cenário com riquíssimas belezas naturais, completa o dirigente.
O tiro de partida está previsto para as 7h30 e todo o percurso será balizado, contará com apoio da Polícia Militar, posto médico e interdição do trânsito. Todos os que concluírem a prova levarão uma medalha confeccionada especialmente para o evento e terão na chegada água de coco in natura à disposição.
Meia Maratona · 05 abr, 2016
A cidade de Porto Seguro entrará mais uma vez para a história, dessa vez com a realização da primeira Meia Maratona de Porto Seguro no próximo dia 17, como parte das comemorações dos festejos do Descobrimento do Brasil. A prova esgotou as vagas duas semanas antes do previsto e oferecerá aos corredores uma premiação total de 15 mil reais.
Atletas de vários estados brasileiros concorrerão a mil reais caso vençam a prova, R$ 800 se ficarem em segundo lugar, R$ 600 em terceiro, R$ 500 em quarto e R$ 400 em quinto, tanto entre os homens quanto entre as mulheres. Haverá ainda premiação em dinheiro para os três melhores em cada faixa etária, categoria indígena, atletas da cidade e cadeirantes.
A cobiçada medalha foi desenhada especialmente para o evento. Foto: divulgaçãoSerá um evento grandioso e um marco histórico para a cidade, pois já esta sendo considerada uma das maiores corrida de rua da Bahia, afirma Vidal Sampaio, um dos responsáveis pela organização. Além do kit especial, o evento terá também apresentação de capoeira, mostra do artesanato indígena, apresentação de banda afro e um cenário com riquíssimas belezas naturais, completa o dirigente.
O tiro de partida está previsto para as 7h30 e todo o percurso será balizado, contará com apoio da Polícia Militar, posto médico e interdição do trânsito. Todos os que concluírem a prova levarão uma medalha confeccionada especialmente para o evento e terão na chegada água de coco in natura à disposição.
Meia Maratona · 28 mar, 2016
A edição 2016 do Campeonato Mundial de Meia Maratona que aconteceu sábado (26), na Universidade de Cardiff, na Inglaterra, foi sem dúvida uma das mais fantásticas de todos os tempos. Nove atletas com tempos abaixo de 60 minutos faziam parte da lista de estrelas, dentre eles os favoritos Geoffrey Kipsang Kamworor (58min54), campeão da edição 2014 e Bedan Karori Muchiri (59min14) ambos do Quênia, Guye Adola (59min06) da Etiópia e o local Mohamed Farah (59min32), campeão olímpico e mundial dos 5.000 e 10.000 metros.
No feminino Yalew Genet (1h06min26) e Netsanet Gudeta (1h07min31) ambas da Etiópia, tentariam barrar a quenianas Cyntia Jerotich Limo (1h06min04) Mary Wacera Nguci (1h06min29), vice campeã em 2014, Peres Jechirchir (1h06min39) e Gladys Chesir Kiptagelai (1h06min57).
No masculino a prova já começou com Geoffrey Kamworor caindo e sendo atropelado na largada, o que imaginou-se comprometer a defesa de seu título. Treze atletas africanos passaram os primeiros cinco quilômetros entre 14min10 e 14min15, ritmo de 2min50/2min51/ quilômetro, projetando um final um pouco acima de 60 minutos. Kamworor estava no bloco, mesmo com ambos os joelhos esfolados. Agora sete atletas passaram mais cinco quilômetros em 13min49, ritmo de 2min46/quilômetro, fechando os dez quilômetros 27min59.
No masculino a prova já começou com Geoffrey Kamworor caindo e sendo atropelado na largada Foto: DivulgaçãoDo quilômetro dez para o 15 Bedan Karoki e Kamworor aumentaram ainda mais o ritmo com passagem de cinco quilômetros em 13min42, ritmo de 2min44/quilômetro, passando a marca dos 15 em 41min41, com Tamirat Tola vindo cinco segundos atrás. Mohamed Farah veio na sexta colocação com 42min03, 22 segundas atrás dos líderes. Vale lembrar que os dez quilômetros dos cinco para os 15 foram percorridos em 27min31, mais rápido que os recordes pessoais de 27min37seg de Bedan e 27min44 de Kamworor.
Do quilômetro 15 para o 20 começou cair uma forte chuva, o que fez com que o ritmo diminuísse, passando Kamworor em 14min24, 2min53/quilômetro. Neste ponto Kamworor chegou com 56min05, contra 56min13 de Bedan. Abayneh Ayele e Tamirat Tola da Etiópia, Mohamed Farah da GBR e Simon Cheprot do Quênia vieram em seguida, com 56min54, deixando a briga pela medalha de bronze indefinida.
Geofrey Kamworor acelerou e sagrou-se bicampeão da prova com o tempo de 59min10, média de 2min48/quilômetro, mesmo após a queda que sofreu na largada e debaixo de forte chuva. Bedan Muchiri do Quênia ficou com a segunda colocação com 59min36 e Mo Farah com a terceira colocação com 59min59. Abayneh Ayele da Etiópia fez o mesmo tempo que Farah, mas ficou sem medalha, apesar de bater seu recorde pessoal. Na quinta colocação chegou Tamirat Tola também etíope com 60min06seg, seu recorde pessoal.
Mulheres
Do quilômetro 15 para o 20 começou cair uma forte chuva, o que fez com que o ritmo diminuísse Foto: DivulgaçãoNo feminino 22 atletas passaram a marca dos primeiros cinco quilômetros em 16m35, média de 3min19/quilômetro. Cinco quenianas e duas etíopes aceleraram, correndo mais cinco quilômetros em 15min59, média de 3min12/quilômetro, passando a marca dos dez quilômetros em 32min34 e deixando as demais atletas para trás. Neste momento a previsão de final de prova estava na casa dos 68min42.
Do quilômetro dez para o 15, o ritmo foi ainda mais forte com passagem de cinco quilômetros em 15min40, 3min08/quilômetro. Na frente duas quenianas e dois etíopes, com Pascalia Kipkoech do Quênia que tem 30min58 nos 10Km A Tribuna de Santos ficando 20 segundos atrás. A passagem de dez quilômetros dos cinco para os 15 deu 31min39, com os 15 alcançados em 48min48.
O trecho do quilômetro 15 para o 20 Peres Jechirch e Cynthia Jerotivch do Quênia fizeram em 15min59, ritmo de 3min12/quilômetro, passando a marca dos 20 quilômetros em 64min13, abrindo seis segundos sobre Mary Wacera do Quênia e 12 segundos de Netsanet Gudeta da Etiópia. Nos metros finais Peres Jechirchir acelerou para a vitória com o tempo de 67min31. Cynthia Jerotich chegou na segunda colocação com 67min34 e Mary Wacera fechou o pódio totalmente queniano com 67min54. Netsanet Gudeta e Genet Yalew da Etiópia com 68min01 e 68min15 foram quarta e quinta colocadas.
O brasileiro Wellington da Silva do Cruzeiro foi 34º colocado com 1h04min43 e a brasileira Valdilene Silva do Esporte Clube Pinheiros 45ª com 1h14min38, estabelecendo seu recorde pessoal.
Masculino:
1-Geoffrey Kipsang KAMWOROR - KEN- 59:10
2-Bedan Karoki MUCHIRI - KEN- 59:36
3-Mohamed FARAH - GBR- 59:59
4-Abayneh AYELE - ETH- 59:59PB
5-Tamirat TOLA - ETH- 1:00:06PB
6-Simon CHEPROT - KEN -1:00:12
7-Abrar OSMAN - ERI -1:00:58
8-Mule WASIHUN - ETH- 1:01:11
9-Edwin Kiprop KIPTOO - KEN -1:01:21
10- Stephen MOKOKA - RSA -1:01:27
Feminino:
1-156Peres JECHIRCHIR - KEN - 1:07:31
2-159Cynthia Jerotich LIMO - KEN -1:07:34
3-160Mary Wacera NGUGI - KEN- 1:07:54
4-129Netsanet GUDETA - ETH -1:08:01
5-130Genet YALEW - ETH- 1:08:15
6-158Gladys Chesir KIPTAGELAI - KEN- 1:08:46
7-157Pascalia Chepkorir KIPKOECH - KEN -1:09:44
8-126Dehininet DEMSEW - ETH- 1:10:13PB
9-171Gladys TEJEDA - PER- 1:10:14AR
10-151Yuka ANDO - JPN- 1:10:34
Passagens a cada cinco quilômetros dos primeiros colocados
Geoffrey Kipsang Kamworor
5km - 1410
10km - 2759 (1349)
15km - 4142 (1342)
20km - 5006 (1424)
Peres Jechirchir
5km - 1635
10km - 3234 (1559)
15km - 4848 (1540)
20km - 6413 (1559)
Corridas de Rua · 27 mar, 2016
A Yescom, uma das principais empresas de organização de provas no Brasil, lançou o projeto Maiores do Brasil para fidelizar os corredores que participarem das quatro grandes provas da marca em 2016. Todos que se inscreverem e completarem a Meia Maratona Internacional de São Paulo, a Maratona Internacional de São Paulo, a Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro e a Volta Internacional da Pampulha ganharão uma medalha especial, além do prêmio individual de cada competição.
Para ter direito ao benefício é preciso cumprir uma série de regras. Foto: divulgaçãoO projeto ainda prevê a possibilidade de inscrição nas quatro provas de uma única vez para 2017, sem ter a necessidade de esperar o prazo oficial. Segundo a Yescom, o benefício estará valendo a partir do dia 15 de junho deste ano.
Para ter direito a receber a medalha especial alusiva às quatro provas, os corredores deverão cumprir alguns requisitos disponíveis no site da empresa (www.yescom.com.br). Caso realmente tenham direito ao benefício, o site vai cruzar os dados através de uma ferramenta de pesquisa e será possível retirar o regalo na Meia Maratona Internacional de São Paulo ano que vem.
Meia Maratona · 25 mar, 2016
Uma das principais provas de rua do Chile, a Maratona de Santiago, esse ano não terá seus resultados reconhecidos pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt). De acordo com a entidade máxima do atletismo nacional, a prova do próximo dia três de abril não cumpriu com as normas da Federação de Atletismo do Chile para obter o reconhecimento oficial.
A prova já tem quase 28 mil inscritos. Foto: divulgaçãoNa prática isso significa que não serão homologados eventuais índices obtidos para Campeonatos Mundiais ou mesmo os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. A CBAt alerta que a participação dos atletas de alto rendimento que buscam esses resultados se dará por conta e risco de cada um.
A decisão foi tomada para acompanhar a posição da Federação chilena e da Confederação Sul-Americana de Atletismo e por todas as federações nacionais de países da América do Sul. Ainda segundo a CBAt, a situação é de inteiro conhecimento da IAAF.
Meia Maratona · 21 mar, 2016
Eu amo Nova York e sempre quis correr nessa cidade. Apesar de não ser adepta de corrida de rua, obviamente faço meus treinos em pistas, parques e ruas para me preparar para as corridas de aventura e de montanha que sempre corro e tenho mais aptidão, digamos assim. Já havia me inscrito pra Meia Maratona de NY em 2012 e fui aprovada, mas não corri porque lesionei a perna e fiquei três meses sem poder correr. Foi então que resolvi arriscar o sorteio ano passado e fui aprovada.
A equipe Núcleo Aventura foi em peso para a prova. Foto: arquivo pessoal
Foram três meses de preparação após um ano de poucos treinos. Passei por um tratamento muito forte no primeiro semestre, que me deixou bem debilitada por alguns meses. Só voltei a me sentir bem por volta de setembro e retomei os treinos. Foi então que no fim de dezembro, quando eu ia começar a periodização pra Meia Maratona de NY, minha técnica Cris Carvalho faleceu. Um dia antes do falecimento era a data que havíamos combinado para ela me mandar as planilhas para as dez semanas de treino.
Foi um baque, um choque e eu resolvi começar os treinos sozinha, colocando em prática tudo que ela havia me ensinado nesses anos todos. Dali em diante a Renata Castro, professora do Núcleo Aventura, começou a supervisionar meus treinos. Fiz todos eles sozinha, sem participar dos treinos da equipe, focando no resultado que eu queria e dosando o nível de esforço e por conta da minha saúde.
Cheguei em NY três dias antes da prova me sentindo super bem, forte, preparada. Fiz ótimos treinos a 11/ 12km/h e estava confiante que conseguiria um bom resultado. Um dia antes da largada, um frio absurdo começou a me deixar preocupada. Saí correndo pra comprar um casaco a mais para poder manter a temperatura controlada durante a prova. Esperava frio, mas a previsão mostrava possíveis temperaturas ainda mais baixas a cada momento. Largamos com o termômetro marcando sensação de -3°C e um vento cortando a pele, mesmo com roupa para isso. Eu não sentia minha perna e quadril, pareciam anestesiados.
O rosto de Cris Carvalho estampado na camisa foi uma homenagem à treinadora e amiga. Foto: arquivo pessoalA prova largou no Central Park e desceu para o Bronx, retornando para MidTown pelo Central Park mesmo e depois descia a 7ª Avenida até a Times Square. Dali, virávamos na 42th St até a West Side Highway, uma via enorme que beira o Rio Hudson e onde começaram meus reais problemas com o frio. O sol desapareceu e o céu já mostrava que a neve estava chegando. O vento contra durante as cinco milhas (oito quilômetros) que percorremos ali cortava o rosto, atravessava o casaco, a segunda pele e, principalmente, as pernas, que só tinham uma camada de roupa. Comecei a sentir meus músculos completamente contraídos, diminuindo minha passada, forçando a lombar e em um momento eu percebi que não evoluía nada. Um fato interessante é que a prova passa pelo novo World Trade Center e termina na Wall Street.
Essa medalha foi uma bela recompensa. Foto: arquivo pessoalO gel já não fazia mais efeito e o jeito foi alternar corrida e caminhada para soltar os músculos. Assim, com dores, cãibras, contrações e fadiga muscular, fui até o fim, cerca de oito quilômetros nessa tortura. Terminei muito acima da minha expectativa, com um tempo que jamais imaginei fazer, mas consciente de que todos podem ter problemas em uma prova, mesmo fazendo bons treinos. O clima é um dos nossos desafios sempre. Não adianta estar bem preparado fisicamente, apenas. Temos que contar com fatores favoráveis também, para que tudo evolua bem.
Mas, mesmo decepcionada com o resultado, fiquei absolutamente feliz em fazer a prova. A energia das pessoas que vão para assistir é incrível. São vários cartazes com frases motivacionais, piadas que te distraem no momento de dor, grupos gritando incentivos, bandas tocando em várias esquinas, policiais aplaudindo os atletas o tempo todo e uma organização impecável. São 35 mil pessoas correndo em uma prova onde não falta água, staff, equipe médica, gel de carboidrato, nada!!
A energia e a emoção de correr pela cidade que mais amo valeu cada cãibra que senti. Fiquei engasgada com meu tempo, mas quem sabe em 2017 não estarei aqui de novo fazendo melhor, não é!? Enquanto isso, volto pro meu mato, para minha lama, minhas montanhas com subidas e descidas cheias de pedras e galhos mas com a cabeça no asfalto gelado de Manhattan.