Meia Maratona

Pulseira de pagamentos deixa você sem preocupações na hora do exercício

Você já pensou em sair para praticar exercícios físicos sem precisar esconder o dinheiro ou o cartão na roupa? E se pudesse pagar a sua água com uma pulseira? Isso já é possível com a ATAR Band, o primeiro wearable (tecnologia vestível) do país, à prova d’água e sem uso de bateria.

Para fazer um pagamento, basta aproximar a ATAR Band da máquina de cartão e digitar a senha, sem precisar da carteira. O wearable funciona por meio da tecnologia de transmissão de dados sem fio por aproximação (NFC). A pulseira vestível é integrada a um aplicativo mobile, que permite ao usuário receber notificações a cada compra e acompanhar o histórico de pagamentos. "Pensamos também nos adeptos de esportes, que muitas vezes deixam de fazer compras porque não têm como carregar a carteira ou o cartão", comenta Orlando Purim Junior, CEO da startup.

Independente do valor da compra, o usuário da tecnologia precisa digitar a senha para garantir a segurança financeira Foto: Divulgação Independente do valor da compra, o usuário da tecnologia precisa digitar a senha para garantir a segurança financeira Foto: Divulgação

A ideia de “livrar” as carteiras surgiu em 2014, entre os amigos Orlando, 25, Mike Allan, 25, e Luiz Fernando Heidrich, 30. Depois de muitos testes e validações, inclusive de diretores do banco Bradesco, o produto já ganhou adeptos. Os primeiros produtos chegam no segundo semestre e prometem mudar o cotidiano dos esportistas brasileiros.

Independente do valor da compra, o usuário da tecnologia precisa digitar a senha para garantir a segurança financeira. Esse foi o principal diferencial ressaltado pelo estudante Pedro Kol Emmel, um dos primeiros usuários do wearable. “Além de ser uma opção mais rápida, é muito seguro porque não deixa nenhuma informação visível. O acessório não precisa de bateria e o custo é relativamente baixo. Acho que até por questão de segurança todos deveriam usar”, explica Emmel.

Outro destaque é o design da ATAR Band. Inicialmente nas cores preta e branca, a pulseira, além de discreta e inovadora, é maleável. O acessório também não precisa ser conectado a nenhum fio, dispensa bateria e é totalmente à prova d’água. “Com isso, o wearable contempla qualquer esporte, inclusive os aquáticos, como surf, natação e etc.”, finaliza Purim.

Como funciona?

A primeira coisa a fazer para usar a ATAR band é inserir carga na pulseira. Para por carga, o usuário acessa o aplicativo da ATAR e gera um boleto com o valor que quer colocar na pulseira, depois é só pagar o boleto no internet banking de seu banco.

Depois que o usuário tiver carga na pulseira, já é possível usar a fazer pagamentos nos estabelecimentos. Pagar com wearable é muito fácil: o estabelecimento precisa contar com uma máquina de cartão que aceite a tecnologia contactless (NFC). Após inserir o valor da compra na máquina de cartão, o usuário aproxima o acessório da máquina, coloca a sua senha pessoal e o pagamento está feito. O pagamento leva segundos para ser feito.

Depois que o usuário tiver carga na pulseira, já é possível usar a fazer pagamentos nos estabelecimentos Foto: Divulgação Depois que o usuário tiver carga na pulseira, já é possível usar a fazer pagamentos nos estabelecimentos Foto: Divulgação

Por meio do aplicativo o usuário também receberá uma notificação quando realizar um pagamento e poderá acompanhar o histórico de tudo que foi gasto, sem precisar empilhar recibos. Além disso, o app tem a função "segurança", que permite bloquear a pulseira de forma simples, segura e rápida.

O acessório desenvolvido pela startup ATAR, está disponível para compra online no site: www.wearatar.com, no valor de R$ 249.


Pulseira de pagamentos deixa você sem preocupações na hora do exercício

Corrida de Montanha · 28 jun, 2016

Você já pensou em sair para praticar exercícios físicos sem precisar esconder o dinheiro ou o cartão na roupa? E se pudesse pagar a sua água com uma pulseira? Isso já é possível com a ATAR Band, o primeiro wearable (tecnologia vestível) do país, à prova d’água e sem uso de bateria.

Para fazer um pagamento, basta aproximar a ATAR Band da máquina de cartão e digitar a senha, sem precisar da carteira. O wearable funciona por meio da tecnologia de transmissão de dados sem fio por aproximação (NFC). A pulseira vestível é integrada a um aplicativo mobile, que permite ao usuário receber notificações a cada compra e acompanhar o histórico de pagamentos. "Pensamos também nos adeptos de esportes, que muitas vezes deixam de fazer compras porque não têm como carregar a carteira ou o cartão", comenta Orlando Purim Junior, CEO da startup.

Independente do valor da compra, o usuário da tecnologia precisa digitar a senha para garantir a segurança financeira Foto: Divulgação Independente do valor da compra, o usuário da tecnologia precisa digitar a senha para garantir a segurança financeira Foto: Divulgação

A ideia de “livrar” as carteiras surgiu em 2014, entre os amigos Orlando, 25, Mike Allan, 25, e Luiz Fernando Heidrich, 30. Depois de muitos testes e validações, inclusive de diretores do banco Bradesco, o produto já ganhou adeptos. Os primeiros produtos chegam no segundo semestre e prometem mudar o cotidiano dos esportistas brasileiros.

Independente do valor da compra, o usuário da tecnologia precisa digitar a senha para garantir a segurança financeira. Esse foi o principal diferencial ressaltado pelo estudante Pedro Kol Emmel, um dos primeiros usuários do wearable. “Além de ser uma opção mais rápida, é muito seguro porque não deixa nenhuma informação visível. O acessório não precisa de bateria e o custo é relativamente baixo. Acho que até por questão de segurança todos deveriam usar”, explica Emmel.

Outro destaque é o design da ATAR Band. Inicialmente nas cores preta e branca, a pulseira, além de discreta e inovadora, é maleável. O acessório também não precisa ser conectado a nenhum fio, dispensa bateria e é totalmente à prova d’água. “Com isso, o wearable contempla qualquer esporte, inclusive os aquáticos, como surf, natação e etc.”, finaliza Purim.

Como funciona?

A primeira coisa a fazer para usar a ATAR band é inserir carga na pulseira. Para por carga, o usuário acessa o aplicativo da ATAR e gera um boleto com o valor que quer colocar na pulseira, depois é só pagar o boleto no internet banking de seu banco.

Depois que o usuário tiver carga na pulseira, já é possível usar a fazer pagamentos nos estabelecimentos. Pagar com wearable é muito fácil: o estabelecimento precisa contar com uma máquina de cartão que aceite a tecnologia contactless (NFC). Após inserir o valor da compra na máquina de cartão, o usuário aproxima o acessório da máquina, coloca a sua senha pessoal e o pagamento está feito. O pagamento leva segundos para ser feito.

Depois que o usuário tiver carga na pulseira, já é possível usar a fazer pagamentos nos estabelecimentos Foto: Divulgação Depois que o usuário tiver carga na pulseira, já é possível usar a fazer pagamentos nos estabelecimentos Foto: Divulgação

Por meio do aplicativo o usuário também receberá uma notificação quando realizar um pagamento e poderá acompanhar o histórico de tudo que foi gasto, sem precisar empilhar recibos. Além disso, o app tem a função "segurança", que permite bloquear a pulseira de forma simples, segura e rápida.

O acessório desenvolvido pela startup ATAR, está disponível para compra online no site: www.wearatar.com, no valor de R$ 249.

Aula de jump pode melhorar o seu desempenho na corrida

As academias oferecem diversas opções de aulas, entre elas está o jump que une o som de uma música animada, pequenas camas elásticas e pessoas dispostas a se exercitar. O fato é que esses exercícios ajudam os esportistas a entrarem em forma, mas, além disso, a aula de jump pode ser uma grande aliada para os praticantes de corrida.

Segundo o educador físico Ricardo Wesley Custódio, é possível trabalhar quase todas as musculaturas na aula de jump, isso apesar dos membros inferiores serem obviamente os mais solicitados nas aulas tradicionais.

É possível trabalhar quase todas as musculaturas na aula de jump. Foto: ACM Brasília/Flickr É possível trabalhar quase todas as musculaturas na aula de jump. Foto: ACM Brasília/Flickr

“Atualmente é comum observar a execução de outros movimentos nessas aulas, utilizando eventualmente a cama elástica como uma plataforma de desequilíbrio para fazer flexões de braço, por exemplo. Essa é uma tentativa de tornar a aula um estímulo mais completo”, conta Ricardo.

Sendo assim, o afundo e o agachamento são exemplos de exercícios que podem ser executados nesse tipo de aula. Já em relação aos membros superiores, são comuns flexão de braço, desenvolvimento e remadas. “Normalmente utilizando elásticos ou barras montadas”, completa o educador físico.

Para os corredores, os benefícios do jump só aumentam. De acordo com o educador físico, essa aula foca no uso de força elástica dos membros inferiores, o que é importante para o praticante de corrida. “Esse tipo de estímulo vai ajudar a melhorar a performance do atleta. Alguns outros exercícios que podem ser realizados na cama elástica podem servir para melhorar a estabilidade articular, que são basicamente todos os exercícios de equilíbrio ou realizados de maneira a manter somente um pé de apoio”, afirma.

Outro lado bom da atividade para o praticante da corrida é que os demais exercícios realizados na aula são benéficos para a prevenção de lesões. Por fim, Ricardo afirma que os movimentos precisam ser realizados de maneira adequada, com a intensidade de acordo com o nível do praticante. O importante é ter sempre o acompanhamento de um profissional de educação física, que vai conduzir a aula para que todos os cuidados necessários sejam tomados.

Power Jump Black Series. Foto: divulgação/Bio Ritmo Power Jump Black Series. Foto: divulgação/Bio Ritmo

Power Jump Black Series

Falando em jump, você já imaginou uma aula dinâmica, intensa e que proporciona a queima de até 400 calorias em 30 minutos? O Power Jump Black Series é o novo treino da Bio Ritmo e promete ajudar no emagrecimento, além de melhorar equilíbrio, força, flexibilidade e resistência muscular.

O treino combina movimentos no mini trampolim com o uso de rubber bands (elástico fitness) e anilhas. O Power Jump Black Series é indicado para as pessoas que buscam treinos de curta duração, alta intensidade e que trazem resultados rápidos.

Vale destacar que essa aula foi lançada na última terça-feira (21/06), na Bio Ritmo Paulista, e já está disponível em mais de dez unidades em São Paulo.


Aula de jump pode melhorar o seu desempenho na corrida

Corrida de Montanha · 24 jun, 2016

As academias oferecem diversas opções de aulas, entre elas está o jump que une o som de uma música animada, pequenas camas elásticas e pessoas dispostas a se exercitar. O fato é que esses exercícios ajudam os esportistas a entrarem em forma, mas, além disso, a aula de jump pode ser uma grande aliada para os praticantes de corrida.

Segundo o educador físico Ricardo Wesley Custódio, é possível trabalhar quase todas as musculaturas na aula de jump, isso apesar dos membros inferiores serem obviamente os mais solicitados nas aulas tradicionais.

É possível trabalhar quase todas as musculaturas na aula de jump. Foto: ACM Brasília/Flickr É possível trabalhar quase todas as musculaturas na aula de jump. Foto: ACM Brasília/Flickr

“Atualmente é comum observar a execução de outros movimentos nessas aulas, utilizando eventualmente a cama elástica como uma plataforma de desequilíbrio para fazer flexões de braço, por exemplo. Essa é uma tentativa de tornar a aula um estímulo mais completo”, conta Ricardo.

Sendo assim, o afundo e o agachamento são exemplos de exercícios que podem ser executados nesse tipo de aula. Já em relação aos membros superiores, são comuns flexão de braço, desenvolvimento e remadas. “Normalmente utilizando elásticos ou barras montadas”, completa o educador físico.

Para os corredores, os benefícios do jump só aumentam. De acordo com o educador físico, essa aula foca no uso de força elástica dos membros inferiores, o que é importante para o praticante de corrida. “Esse tipo de estímulo vai ajudar a melhorar a performance do atleta. Alguns outros exercícios que podem ser realizados na cama elástica podem servir para melhorar a estabilidade articular, que são basicamente todos os exercícios de equilíbrio ou realizados de maneira a manter somente um pé de apoio”, afirma.

Outro lado bom da atividade para o praticante da corrida é que os demais exercícios realizados na aula são benéficos para a prevenção de lesões. Por fim, Ricardo afirma que os movimentos precisam ser realizados de maneira adequada, com a intensidade de acordo com o nível do praticante. O importante é ter sempre o acompanhamento de um profissional de educação física, que vai conduzir a aula para que todos os cuidados necessários sejam tomados.

Power Jump Black Series. Foto: divulgação/Bio Ritmo Power Jump Black Series. Foto: divulgação/Bio Ritmo

Power Jump Black Series

Falando em jump, você já imaginou uma aula dinâmica, intensa e que proporciona a queima de até 400 calorias em 30 minutos? O Power Jump Black Series é o novo treino da Bio Ritmo e promete ajudar no emagrecimento, além de melhorar equilíbrio, força, flexibilidade e resistência muscular.

O treino combina movimentos no mini trampolim com o uso de rubber bands (elástico fitness) e anilhas. O Power Jump Black Series é indicado para as pessoas que buscam treinos de curta duração, alta intensidade e que trazem resultados rápidos.

Vale destacar que essa aula foi lançada na última terça-feira (21/06), na Bio Ritmo Paulista, e já está disponível em mais de dez unidades em São Paulo.

Médico esportivo conta como foi correr a Maratona do Sol da Meia-Noite

O médico dos esportes de aventura e de endurance, Gabriel Ganme, participou neste último sábado (18/06) da Maratona do Sol da Meia-Noite, realizada na cidade norueguesa de Tromso. Veja o relato dele sobre a prova e as dicas para os atletas que querem participar desse tipo de corrida:

Por Gabriel Ganme

Vamos contar do começo. Como médico do esporte, eu sempre tive a curiosidade de entender o fanatismo dos corredores que fazem provas, especialmente as mais longas. Então, de alguém que fazia apenas corridas intervaladas de 30 a 40 minutos, passei a levar a coisa mais a sério. Contratei uma técnica e resolvi treinar corrida, mas sem metas específicas.

Em pouco tempo passava a correr distâncias e tempos maiores. E mesmo ciente de limitações físicas relativas (tenho prótese no quadril esquerdo e colocarei uma no quadril direito em alguns meses), entrei para a “gangue” de corredores.

Depois de algumas provas curtas, e sabendo que ia para o bisturi em breve, decidi escolher mais uma meia maratona, que juntasse o desafio da prova a um visual diferente. Como sou muito ligado à medicina dos esportes de aventura, a Maratona do Sol da Meia-Noite caia como uma luva.

Prova aconteceu no sábado (18/06), em Tromso, na Noruega. Foto: arquivo pessoal Prova aconteceu no sábado (18/06), em Tromso, na Noruega. Foto: arquivo pessoal

Chegou o dia do desafio

Como havia previsão de chuva leve, testei um equipamento chamado vapor socks. Teria os tênis molhados, mas os pés não. Eu já havia usado as vapor socks em trilhas na neve, mas nunca para correr. Deu certo, o que me salvaria os pés na prova mais tarde.

Fui pegar meu número da corrida e tirar dúvidas adicionais. Uma coisa que me causou estranheza é que a prova ofereceria água e isotônicos a cada cinco quilômetros apenas, então decidi levar comigo quatro sachês de um gel que já uso faz tempo. A previsão da temperatura da prova tinha caído para cinco graus, com garoa.

Fiz refeições sem qualquer fibra, com exceção de uma aveia com iogurte lá pelas 12 horas, garantindo o funcionamento precoce do aparelho digestivo, até para evitar desconfortos posteriores, e comprei uma capa de chuva para a prova.

No começo da tarde fui assistir a largada da primeira corrida, para crianças, e depois para pais e filhos. Sensacional! E sabe quem deu a largada da prova? A Rainha da Noruega chegando com um carro relativamente simples. A propósito, quando estimulamos nossas crianças para a atividade física, prevenimos doenças, obesidade, e uma série de outros problemas de saúde.

No começo da tarde, Gabriel foi assistir a largada da primeira corrida, para crianças. Foto: arquivo pessoal No começo da tarde, Gabriel foi assistir a largada da primeira corrida, para crianças. Foto: arquivo pessoal

Depois de ver a criançada, fui “descongelar no hotel”, comer umas frutas, e esperar a largada dos 42 quilômetros. Fiquei espantado com o número de corredores na maratona, que não chegou a mil. Pensando na localização, temperatura e dificuldades, fica fácil entender.

Voltei para o hotel uma hora antes da meia maratona e comecei uns trotes e alongamento leves por 20 minutos. Logo antes da prova, fiz uma besteira que me custou pelo menos 15 minutos no meu tempo de prova, e muitas cólicas. Tinha recebido uma amostra de gel local, e decidi tomar, para garantir o aporte energético inicial. Esqueci daquilo que minha técnica de corrida, Vera Natalini, sempre falava: “faça qualquer teste nos treinos, seja suplemento, calçado e roupa, mas não invente nada nas provas”.

Sol da Meia-Noite. Foto: arquivo pessoal Sol da Meia-Noite. Foto: arquivo pessoal

Próximo da largada, eu me encaixei no pelotão que faria um tempo entre duas horas e 2h15. Largamos em menos de três mil pessoas, e o percurso plano inicial permitiu um bom pace, abaixo de 5min45 o quilômetro, dentro do que eu havia planejado. O visual começou a ficar muito legal assim que saímos do centro da cidade, e corríamos beirando o mar, com vista para o continente nevado. Até que o gel começou a “dar notícias”, e as cólicas vieram, passados cinco quilômetros de prova. A partir do quilômetro seis, comecei a tomar água, para estimular o reflexo gastrocólico (causado pela chegada do desjejum ao estômago).

Enquanto o percurso da meia maratona ficava apenas na Ilha de Tromso, o da maratona ia até o continente pela ponte, com um visual mais legal, porém com um aclive e declive importantes. Lá pelo quilômetro 11, chegamos ao aeroporto, e a partir daí a volta permitia curtir a catedral ártica, a ponte e os torcedores em roupas muito engraçadas. Havia subidas e descidas no trajeto, relativamente tranquilas, e a torcida sempre nos incentivava.

Gabriel Ganme terminou a meia maratona em 2h24. Foto: arquivo pessoal Gabriel Ganme terminou a meia maratona em 2h24. Foto: arquivo pessoal

Quando entrei no centro da cidade, na reta final, de cerca de um quilômetro, minha perna direita (que está aguardando o bisturi em agosto) começou a dar sinais de fadiga, e ameacei terminar andando. Mas, acelerei e cruzei a linha de chegada correndo. Já colocaram a medalha no nosso peito, e nos cobriram com um cobertor de alumínio, pois estava muito frio. Ofereceram bananas e algo que parecia um isotônico, mas que na verdade era um refrigerante com gás. Terminando com o tempo de 2h24, veio a sensação de missão cumprida, de ter curtido um lugar muito legal para correr.

Para finalizar esse depoimento, compartilho com vocês algumas lições que tirei dessa prova:

- A aclimatação deve ser completa, envolvendo clima, fuso horário, alimentação, sono e adição de equipamento especializado. Quanto mais tempo de aclimatação, melhor.
- Bebida alcoólica não combina com o pré-prova (presenciei um corredor bêbado antes da largada). E nem excessos depois.
- Corra o planejado. Não faça modificações de última hora, como eu fiz com o gel. Isto inclui alimentação, hidratação, equipamento, entre outros. Pequenas adaptações, se necessárias, podem ser feitas, como fiz com as vapor socks e o casaquinho impermeável, mas de preferência com algum teste prévio.
- Nenhuma prova vale a sua segurança. Sempre haverá outra oportunidade. Na dúvida, pare, e reavalie se realmente você tem condições de continuar.

Boas corridas!

Gabriel Ganme é especialista em medicina esportiva pela Escola Paulista de Medicina e médico dos esportes de aventura e de endurance.


Médico esportivo conta como foi correr a Maratona do Sol da Meia-Noite

Maratona · 23 jun, 2016

O médico dos esportes de aventura e de endurance, Gabriel Ganme, participou neste último sábado (18/06) da Maratona do Sol da Meia-Noite, realizada na cidade norueguesa de Tromso. Veja o relato dele sobre a prova e as dicas para os atletas que querem participar desse tipo de corrida:

Por Gabriel Ganme

Vamos contar do começo. Como médico do esporte, eu sempre tive a curiosidade de entender o fanatismo dos corredores que fazem provas, especialmente as mais longas. Então, de alguém que fazia apenas corridas intervaladas de 30 a 40 minutos, passei a levar a coisa mais a sério. Contratei uma técnica e resolvi treinar corrida, mas sem metas específicas.

Em pouco tempo passava a correr distâncias e tempos maiores. E mesmo ciente de limitações físicas relativas (tenho prótese no quadril esquerdo e colocarei uma no quadril direito em alguns meses), entrei para a “gangue” de corredores.

Depois de algumas provas curtas, e sabendo que ia para o bisturi em breve, decidi escolher mais uma meia maratona, que juntasse o desafio da prova a um visual diferente. Como sou muito ligado à medicina dos esportes de aventura, a Maratona do Sol da Meia-Noite caia como uma luva.

Prova aconteceu no sábado (18/06), em Tromso, na Noruega. Foto: arquivo pessoal Prova aconteceu no sábado (18/06), em Tromso, na Noruega. Foto: arquivo pessoal

Chegou o dia do desafio

Como havia previsão de chuva leve, testei um equipamento chamado vapor socks. Teria os tênis molhados, mas os pés não. Eu já havia usado as vapor socks em trilhas na neve, mas nunca para correr. Deu certo, o que me salvaria os pés na prova mais tarde.

Fui pegar meu número da corrida e tirar dúvidas adicionais. Uma coisa que me causou estranheza é que a prova ofereceria água e isotônicos a cada cinco quilômetros apenas, então decidi levar comigo quatro sachês de um gel que já uso faz tempo. A previsão da temperatura da prova tinha caído para cinco graus, com garoa.

Fiz refeições sem qualquer fibra, com exceção de uma aveia com iogurte lá pelas 12 horas, garantindo o funcionamento precoce do aparelho digestivo, até para evitar desconfortos posteriores, e comprei uma capa de chuva para a prova.

No começo da tarde fui assistir a largada da primeira corrida, para crianças, e depois para pais e filhos. Sensacional! E sabe quem deu a largada da prova? A Rainha da Noruega chegando com um carro relativamente simples. A propósito, quando estimulamos nossas crianças para a atividade física, prevenimos doenças, obesidade, e uma série de outros problemas de saúde.

No começo da tarde, Gabriel foi assistir a largada da primeira corrida, para crianças. Foto: arquivo pessoal No começo da tarde, Gabriel foi assistir a largada da primeira corrida, para crianças. Foto: arquivo pessoal

Depois de ver a criançada, fui “descongelar no hotel”, comer umas frutas, e esperar a largada dos 42 quilômetros. Fiquei espantado com o número de corredores na maratona, que não chegou a mil. Pensando na localização, temperatura e dificuldades, fica fácil entender.

Voltei para o hotel uma hora antes da meia maratona e comecei uns trotes e alongamento leves por 20 minutos. Logo antes da prova, fiz uma besteira que me custou pelo menos 15 minutos no meu tempo de prova, e muitas cólicas. Tinha recebido uma amostra de gel local, e decidi tomar, para garantir o aporte energético inicial. Esqueci daquilo que minha técnica de corrida, Vera Natalini, sempre falava: “faça qualquer teste nos treinos, seja suplemento, calçado e roupa, mas não invente nada nas provas”.

Sol da Meia-Noite. Foto: arquivo pessoal Sol da Meia-Noite. Foto: arquivo pessoal

Próximo da largada, eu me encaixei no pelotão que faria um tempo entre duas horas e 2h15. Largamos em menos de três mil pessoas, e o percurso plano inicial permitiu um bom pace, abaixo de 5min45 o quilômetro, dentro do que eu havia planejado. O visual começou a ficar muito legal assim que saímos do centro da cidade, e corríamos beirando o mar, com vista para o continente nevado. Até que o gel começou a “dar notícias”, e as cólicas vieram, passados cinco quilômetros de prova. A partir do quilômetro seis, comecei a tomar água, para estimular o reflexo gastrocólico (causado pela chegada do desjejum ao estômago).

Enquanto o percurso da meia maratona ficava apenas na Ilha de Tromso, o da maratona ia até o continente pela ponte, com um visual mais legal, porém com um aclive e declive importantes. Lá pelo quilômetro 11, chegamos ao aeroporto, e a partir daí a volta permitia curtir a catedral ártica, a ponte e os torcedores em roupas muito engraçadas. Havia subidas e descidas no trajeto, relativamente tranquilas, e a torcida sempre nos incentivava.

Gabriel Ganme terminou a meia maratona em 2h24. Foto: arquivo pessoal Gabriel Ganme terminou a meia maratona em 2h24. Foto: arquivo pessoal

Quando entrei no centro da cidade, na reta final, de cerca de um quilômetro, minha perna direita (que está aguardando o bisturi em agosto) começou a dar sinais de fadiga, e ameacei terminar andando. Mas, acelerei e cruzei a linha de chegada correndo. Já colocaram a medalha no nosso peito, e nos cobriram com um cobertor de alumínio, pois estava muito frio. Ofereceram bananas e algo que parecia um isotônico, mas que na verdade era um refrigerante com gás. Terminando com o tempo de 2h24, veio a sensação de missão cumprida, de ter curtido um lugar muito legal para correr.

Para finalizar esse depoimento, compartilho com vocês algumas lições que tirei dessa prova:

- A aclimatação deve ser completa, envolvendo clima, fuso horário, alimentação, sono e adição de equipamento especializado. Quanto mais tempo de aclimatação, melhor.
- Bebida alcoólica não combina com o pré-prova (presenciei um corredor bêbado antes da largada). E nem excessos depois.
- Corra o planejado. Não faça modificações de última hora, como eu fiz com o gel. Isto inclui alimentação, hidratação, equipamento, entre outros. Pequenas adaptações, se necessárias, podem ser feitas, como fiz com as vapor socks e o casaquinho impermeável, mas de preferência com algum teste prévio.
- Nenhuma prova vale a sua segurança. Sempre haverá outra oportunidade. Na dúvida, pare, e reavalie se realmente você tem condições de continuar.

Boas corridas!

Gabriel Ganme é especialista em medicina esportiva pela Escola Paulista de Medicina e médico dos esportes de aventura e de endurance.

No aniversário do Webrun relembramos eventos marcantes na história

Nessa quarta-feira (15/06) o Webrun completa 14 anos de história no mundo das corridas, fruto de uma parceria entre o antigo site Maratona e o Portal Webventure. Ao longo da nossa história anunciamos diversos fatos marcantes, como a primeira vitória de Marílson Gomes na Maratona de Nova York, a queda de Robert Cheriyot em Chicago, o acidente com dardo no Troféu Brasil de Atletismo, entre outros.

A seguir listamos os principais acontecimentos selecionados pela nossa redação.

2002
Primeira maratona de Vanderlei Cordeiro - Hoje aposentado do alto rendimento, Vanderlei Cordeiro de Lima foi destaque no Webrun em julho de 2002 ao anunciar que faria sua primeira maratona da carreira.

Foto: Fernanda Paradizo Foto: Fernanda Paradizo

2003
Em janeiro de 2003 Adriano Bastos dava o primeiro passo rumo ao título de “Rei da Disney” ao vencer pela primeira vez a Maratona da Disney em Orlando.

Hoje as corridas fora do asfalto são comuns no país, mas em 2003 divulgamos uma das precursoras das provas de montanha, a Maratona Trilheira em Ribeirão Pires (SP). Destaque para o ainda desconhecido José Virgínio de Morais.

Foto: Montagem sobre fotos de Fernanda Paradizo e Antonio Singhok Foto: Montagem sobre fotos de Fernanda Paradizo e Antonio Singhok

2004
Durante a Olimpíada de Atenas Vanderlei Cordeiro de Lima é empurrado por um padre irlandês enquanto liderava a maratona. O fato ficou marcado para sempre na história do esporte.

Fernanda Keller vence pela primeira vez em Florianópolis o Ironman Brasil aos 40 anos.

Foto: Montagem sobre fotos de Wander Roberto e Fernanda Paradizo Foto: Montagem sobre fotos de Wander Roberto e Fernanda Paradizo

2005
O velocista jamaicano Asafa Powell bateu o recorde mundial dos 100m em Atenas, no mês de junho.

Nesse mesmo ano o XTerra Brasil foi realizado pela primeira vez em Ilhabela, litoral norte de São Paulo.

Foto: Montagem sobre fotos de Donata Lustosa e Erik van Leeuwen Foto: Montagem sobre fotos de Donata Lustosa e Erik van Leeuwen

2006
O ano de 2006 foi agitado para o atletismo, começando com o recorde mundial dos 100m estabelecido pelo americano Justin Gatlin. No Brasil um acidente com dardo marcou o Troféu Brasil de Atletismo, em setembro.

Foto: Montagem sobre fotos de Donata Lustosa e Alexandre Koda Foto: Montagem sobre fotos de Donata Lustosa e Alexandre Koda

Em outubro, durante a Maratona de Chicago, o queniano Robert Cheruiyot caiu na linha de chegada e não sabia se havia vencido a prova. No mês seguinte Marílson Gomes dos Santos vencia a Maratona de Nova York, surpreendendo brasileiros e americanos.

No final do ano a São Silvestre teve um ótimo resultado para o Brasil: a inédita dobradinha verde e amarela com Lucélia Perez e Franck Caldeira

Foto: Montagem sobre fotos de Alexandre Koda Foto: Montagem sobre fotos de Alexandre Koda

2007
Em 2007 o ultramaratonista Carlos Dias iniciou sua epopeia pelo Brasil, correndo do Oiapoque ao Chuí de Crocs. No mesmo ano os Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro terminam com 161 medalhas para o Brasil, incluindo o ouro na maratona para Franck Caldeira

Dois recordes mundiais marcaram o ano: Asafa Powell nos 100m e Haile Gebreselassie na Maratona de Berlim.

Foto: Montagem sobre fotos de Thiago Padovanni SCC Running Alexxx86 Foto: Montagem sobre fotos de Thiago Padovanni SCC Running Alexxx86

2008
Usain Bolt brilhou nas Olimpíadas de Pequim e bateu seu próprio recorde mundial e conquistou ouro nos 100 metros. Ele venceu a prova com o tempo de 9seg68.

O ano também foi de vitória para atletas brasileiros. Marilson Gomes conquistou o bicampeonato na Maratona de Nova York.

E finalizando com chave de ouro uma das estrelas do atletismo brasileiro, Vanderlei de Oliveira, encerrou sua carreira na São Silvestre.

Foto: montagem sobre fotos de Jmex/Divulgação/ Cbat/Ricardo Leizer Foto: montagem sobre fotos de Jmex/Divulgação/ Cbat/Ricardo Leizer

2009
A Nike resolveu inovar em 2009 e lançando uma prova de 600km entre São Paulo e Rio de Janeiro. 20 equipes foram selecionadas para participar da prova.

Bolt chegou com tudo mais uma vez e bateu o recorde mundial dos 200m em Berlim. Ele chegou à uma marca história, já que em 12 edições do mundial, essa foi a primeira vez que um atleta bateu o recorde nos 100 e 200m. Ele bateu a própria marca de 19seg30 obtida em Pequim.

Para a tristeza do mundo do esporte a triatleta Mariana Ohata foi pega no dopping e suspensa por seis anos. A amostra A acusou positivo para a substância proibida furosemida, que é categorizada no Código Mundial Antidoping como “diurética e agente mascarante”

Foto: montagem sobre fotos de divulgação/andy Lyons/Getty Images/Fernanda Paradizo Foto: montagem sobre fotos de divulgação/andy Lyons/Getty Images/Fernanda Paradizo

2010
O ano foi de recordes importantes! A brasileira Ana Cláudia Lemos bateu o recorde sul americano de 100m e superou sua própria marca. Além disso, a atleta Zersenay Tadese, da Eritreia quebrou recorde mundial de Meia Maratona.

Finalizando o ano, Marilson Gomes conquistou o tricampeonato na São Silvestre. Inclusive, este foi a última vitória de um brasileiro até então.

Foto: Montagem sobre fotos de Agifpress/BM&FBOVESPA/José Porras/Wikimedia Commons/sérgio Shibuya/ZDL Foto: Montagem sobre fotos de Agifpress/BM&FBOVESPA/José Porras/Wikimedia Commons/sérgio Shibuya/ZDL

2011
Em abril de 2011, o mundo do atletismo lamentava a morte de Grete Waitz, que foi nove vezes campeã da Maratona de Nova York entre 1978 e 1988.

No fim do mesmo ano, o choque era com a morte de Samuel Wanjiru, campeão olímpico de maratona.

Mas, neste ano também tivemos notícias boas como a quebra de recorde mundial do queniano Patrick Makau, que fez o tempo de 2h03min38 na Maratona de Berlim.

Valmir Nunes bate recorde em Ultramaratona de 100 milhas, nos EUA.

Tivemos um caso de doping: um com Simone Alves, vencedora e recordista das provas de 5.000 e 10.000 metros no Troféu Brasil de Atletismo.

Após sete anos de hegemonia Adriano Bastos perde a hegemonia na Maratona da Disney para o também brasileiro Fredison Carneiro.

Foto: Montagem sobre fotos de  Sven Simon/Erik van Leeuwen/Facempls/Caio Martins/Arquivo Pessoal Foto: Montagem sobre fotos de Sven Simon/Erik van Leeuwen/Facempls/Caio Martins/Arquivo Pessoal

2012
O ano de 2012 foi marcado pelos Jogos Olímpicos de Londres, realizados de 27 de julho a 12 de agosto. O Brasil terminou o evento na 22ª colocação no quadro geral de medalhas.

Além disso, no mesmo ano, o americano Lance Armstrong foi banido do ciclismo por causa de doping. Ele ainda perdeu todos os sete títulos da Volta da França.

Outro fato ocorrido em 2012 foi a tempestade Sandy, que obrigou o cancelamento da Maratona de Nova York.

Infelizmente, o atletismo se despediu de mais um ícone do esporte, o medalhista olímpico e professor da UFScar Nelson Prudêncio. O ex-atleta também era vice-presidente da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt).

Nossa equipe fez a última cobertura do XTerra na Amazônia.

Foto: Montagem sobre fotos de Divulgação Le Tour/LOCOG/CBAt/Licença Creative Commons/Alexandre Koda Foto: Montagem sobre fotos de Divulgação Le Tour/LOCOG/CBAt/Licença Creative Commons/Alexandre Koda

2013
No ano de 2013, o atleta paralímpico Oscar Pistorius foi acusado de ter assassinado sua namorada a tiros.

O mundo ficou chocado com o atentado terrorista na Maratona de Boston. Inclusive, nossa equipe entrevistou uma brasileira que participou da prova.

Outro recorde mundial, desta vez na Maratona de Berlim com o queniano Wilson Kipsang, que terminou a prova em 2h03min23.

Uma novidade no mundo da corrida de rua no Brasil: a primeira maratona de subida, a Mizuno UP Hill, chegou ao país.

Foto: Montagem sobre fotos de Reprodução-Twitter/Alexandre Koda/Licença Creative Commons/ Foto: Montagem sobre fotos de Reprodução-Twitter/Alexandre Koda/Licença Creative Commons/

2014
Em 2014, os ciclistas marcaram presença nas ruas em protesto à falta de segurança na USP. Também foi um ano em que os corredores sofreram com o mesmo problema na universidade, o que resultou na morte do atleta Álvaro Teno, atropelado por um motorista alcoolizado.

Este ano também foi marcado pela vitória do primeiro brasileiro no Ironman Brasil. Igor Amorelli terminou a prova em 8h07min53.

Novo recorde mundial de maratona! Dennis Kimetto finalizou a Maratona de Berlim com o tempo de 2h02min57.

Controle antidopagem pega mais uma atleta. Desta vez foi a velocista brasileira Vanda Gomes, que levou uma suspensão.

Foto: Montagem sobre fotos de  Paulo Gomes/SCC EVENTS-PHOTORUN/Gabriel Heusi/Ricardo Bufolin Foto: Montagem sobre fotos de Paulo Gomes/SCC EVENTS-PHOTORUN/Gabriel Heusi/Ricardo Bufolin

2015
A queniana Florence Kiplagat estabeleceu o novo recorde mundial da meia maratona feminina com a marca de 1h05min09.

Mais uma notícia triste: o médico Jaime Gold pedalava pela Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio Janeiro, quando foi morto a facadas.

Brasileira vence o Ironman Florianópolis 2015: O Webrun estava lá quando Ariane Monticeli fez história e se tornou a segunda triatleta do Brasil a faturar a prova.

Foto: Montagem sobre fotos de Alexandre Koda/Reprodução-Facebook/Rodrigo Soldon-Flickr Foto: Montagem sobre fotos de Alexandre Koda/Reprodução-Facebook/Rodrigo Soldon-Flickr

2016
O fundista brasileiro Luiz Paulo da Silva foi pego novamente em um caso de doping. O mesmo ocorreu com a velocista brasileira Ana Claudia Lemos.

A ex-atleta chinesa Wang Junxia, detentora dos recordes mundiais de 3.000 metros em 8min06seg11 e 10.000 metros em 29min31seg78, revelou o uso de doping.

Uma fatalidade e imensa perda para o esporte brasileiro: o paulista Claudio Clarindo, que fazia um treino de rodagem com outros ciclistas, foi atropelado na Rodovia Rio-Santos por um carro e acabou falecendo.

Recorde no Aconcágua: a ultramaratonista mineira Fernanda Maciel conquistou um feito inédito ao chegar até o ponto mais alto das Américas e voltar em exatas 22h52.

Foto: Montagem sobre fotos de  Agência Luz/Reprodução Toutube/Divulgação/Red Bull Content Pool/Decio Mariotto Foto: Montagem sobre fotos de Agência Luz/Reprodução Toutube/Divulgação/Red Bull Content Pool/Decio Mariotto


No aniversário do Webrun relembramos eventos marcantes na história

Atletismo · 15 jun, 2016

Nessa quarta-feira (15/06) o Webrun completa 14 anos de história no mundo das corridas, fruto de uma parceria entre o antigo site Maratona e o Portal Webventure. Ao longo da nossa história anunciamos diversos fatos marcantes, como a primeira vitória de Marílson Gomes na Maratona de Nova York, a queda de Robert Cheriyot em Chicago, o acidente com dardo no Troféu Brasil de Atletismo, entre outros.

A seguir listamos os principais acontecimentos selecionados pela nossa redação.

2002
Primeira maratona de Vanderlei Cordeiro - Hoje aposentado do alto rendimento, Vanderlei Cordeiro de Lima foi destaque no Webrun em julho de 2002 ao anunciar que faria sua primeira maratona da carreira.

Foto: Fernanda Paradizo Foto: Fernanda Paradizo

2003
Em janeiro de 2003 Adriano Bastos dava o primeiro passo rumo ao título de “Rei da Disney” ao vencer pela primeira vez a Maratona da Disney em Orlando.

Hoje as corridas fora do asfalto são comuns no país, mas em 2003 divulgamos uma das precursoras das provas de montanha, a Maratona Trilheira em Ribeirão Pires (SP). Destaque para o ainda desconhecido José Virgínio de Morais.

Foto: Montagem sobre fotos de Fernanda Paradizo e Antonio Singhok Foto: Montagem sobre fotos de Fernanda Paradizo e Antonio Singhok

2004
Durante a Olimpíada de Atenas Vanderlei Cordeiro de Lima é empurrado por um padre irlandês enquanto liderava a maratona. O fato ficou marcado para sempre na história do esporte.

Fernanda Keller vence pela primeira vez em Florianópolis o Ironman Brasil aos 40 anos.

Foto: Montagem sobre fotos de Wander Roberto e Fernanda Paradizo Foto: Montagem sobre fotos de Wander Roberto e Fernanda Paradizo

2005
O velocista jamaicano Asafa Powell bateu o recorde mundial dos 100m em Atenas, no mês de junho.

Nesse mesmo ano o XTerra Brasil foi realizado pela primeira vez em Ilhabela, litoral norte de São Paulo.

Foto: Montagem sobre fotos de Donata Lustosa e Erik van Leeuwen Foto: Montagem sobre fotos de Donata Lustosa e Erik van Leeuwen

2006
O ano de 2006 foi agitado para o atletismo, começando com o recorde mundial dos 100m estabelecido pelo americano Justin Gatlin. No Brasil um acidente com dardo marcou o Troféu Brasil de Atletismo, em setembro.

Foto: Montagem sobre fotos de Donata Lustosa e Alexandre Koda Foto: Montagem sobre fotos de Donata Lustosa e Alexandre Koda

Em outubro, durante a Maratona de Chicago, o queniano Robert Cheruiyot caiu na linha de chegada e não sabia se havia vencido a prova. No mês seguinte Marílson Gomes dos Santos vencia a Maratona de Nova York, surpreendendo brasileiros e americanos.

No final do ano a São Silvestre teve um ótimo resultado para o Brasil: a inédita dobradinha verde e amarela com Lucélia Perez e Franck Caldeira

Foto: Montagem sobre fotos de Alexandre Koda Foto: Montagem sobre fotos de Alexandre Koda

2007
Em 2007 o ultramaratonista Carlos Dias iniciou sua epopeia pelo Brasil, correndo do Oiapoque ao Chuí de Crocs. No mesmo ano os Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro terminam com 161 medalhas para o Brasil, incluindo o ouro na maratona para Franck Caldeira

Dois recordes mundiais marcaram o ano: Asafa Powell nos 100m e Haile Gebreselassie na Maratona de Berlim.

Foto: Montagem sobre fotos de Thiago Padovanni SCC Running Alexxx86 Foto: Montagem sobre fotos de Thiago Padovanni SCC Running Alexxx86

2008
Usain Bolt brilhou nas Olimpíadas de Pequim e bateu seu próprio recorde mundial e conquistou ouro nos 100 metros. Ele venceu a prova com o tempo de 9seg68.

O ano também foi de vitória para atletas brasileiros. Marilson Gomes conquistou o bicampeonato na Maratona de Nova York.

E finalizando com chave de ouro uma das estrelas do atletismo brasileiro, Vanderlei de Oliveira, encerrou sua carreira na São Silvestre.

Foto: montagem sobre fotos de Jmex/Divulgação/ Cbat/Ricardo Leizer Foto: montagem sobre fotos de Jmex/Divulgação/ Cbat/Ricardo Leizer

2009
A Nike resolveu inovar em 2009 e lançando uma prova de 600km entre São Paulo e Rio de Janeiro. 20 equipes foram selecionadas para participar da prova.

Bolt chegou com tudo mais uma vez e bateu o recorde mundial dos 200m em Berlim. Ele chegou à uma marca história, já que em 12 edições do mundial, essa foi a primeira vez que um atleta bateu o recorde nos 100 e 200m. Ele bateu a própria marca de 19seg30 obtida em Pequim.

Para a tristeza do mundo do esporte a triatleta Mariana Ohata foi pega no dopping e suspensa por seis anos. A amostra A acusou positivo para a substância proibida furosemida, que é categorizada no Código Mundial Antidoping como “diurética e agente mascarante”

Foto: montagem sobre fotos de divulgação/andy Lyons/Getty Images/Fernanda Paradizo Foto: montagem sobre fotos de divulgação/andy Lyons/Getty Images/Fernanda Paradizo

2010
O ano foi de recordes importantes! A brasileira Ana Cláudia Lemos bateu o recorde sul americano de 100m e superou sua própria marca. Além disso, a atleta Zersenay Tadese, da Eritreia quebrou recorde mundial de Meia Maratona.

Finalizando o ano, Marilson Gomes conquistou o tricampeonato na São Silvestre. Inclusive, este foi a última vitória de um brasileiro até então.

Foto: Montagem sobre fotos de Agifpress/BM&FBOVESPA/José Porras/Wikimedia Commons/sérgio Shibuya/ZDL Foto: Montagem sobre fotos de Agifpress/BM&FBOVESPA/José Porras/Wikimedia Commons/sérgio Shibuya/ZDL

2011
Em abril de 2011, o mundo do atletismo lamentava a morte de Grete Waitz, que foi nove vezes campeã da Maratona de Nova York entre 1978 e 1988.

No fim do mesmo ano, o choque era com a morte de Samuel Wanjiru, campeão olímpico de maratona.

Mas, neste ano também tivemos notícias boas como a quebra de recorde mundial do queniano Patrick Makau, que fez o tempo de 2h03min38 na Maratona de Berlim.

Valmir Nunes bate recorde em Ultramaratona de 100 milhas, nos EUA.

Tivemos um caso de doping: um com Simone Alves, vencedora e recordista das provas de 5.000 e 10.000 metros no Troféu Brasil de Atletismo.

Após sete anos de hegemonia Adriano Bastos perde a hegemonia na Maratona da Disney para o também brasileiro Fredison Carneiro.

Foto: Montagem sobre fotos de  Sven Simon/Erik van Leeuwen/Facempls/Caio Martins/Arquivo Pessoal Foto: Montagem sobre fotos de Sven Simon/Erik van Leeuwen/Facempls/Caio Martins/Arquivo Pessoal

2012
O ano de 2012 foi marcado pelos Jogos Olímpicos de Londres, realizados de 27 de julho a 12 de agosto. O Brasil terminou o evento na 22ª colocação no quadro geral de medalhas.

Além disso, no mesmo ano, o americano Lance Armstrong foi banido do ciclismo por causa de doping. Ele ainda perdeu todos os sete títulos da Volta da França.

Outro fato ocorrido em 2012 foi a tempestade Sandy, que obrigou o cancelamento da Maratona de Nova York.

Infelizmente, o atletismo se despediu de mais um ícone do esporte, o medalhista olímpico e professor da UFScar Nelson Prudêncio. O ex-atleta também era vice-presidente da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt).

Nossa equipe fez a última cobertura do XTerra na Amazônia.

Foto: Montagem sobre fotos de Divulgação Le Tour/LOCOG/CBAt/Licença Creative Commons/Alexandre Koda Foto: Montagem sobre fotos de Divulgação Le Tour/LOCOG/CBAt/Licença Creative Commons/Alexandre Koda

2013
No ano de 2013, o atleta paralímpico Oscar Pistorius foi acusado de ter assassinado sua namorada a tiros.

O mundo ficou chocado com o atentado terrorista na Maratona de Boston. Inclusive, nossa equipe entrevistou uma brasileira que participou da prova.

Outro recorde mundial, desta vez na Maratona de Berlim com o queniano Wilson Kipsang, que terminou a prova em 2h03min23.

Uma novidade no mundo da corrida de rua no Brasil: a primeira maratona de subida, a Mizuno UP Hill, chegou ao país.

Foto: Montagem sobre fotos de Reprodução-Twitter/Alexandre Koda/Licença Creative Commons/ Foto: Montagem sobre fotos de Reprodução-Twitter/Alexandre Koda/Licença Creative Commons/

2014
Em 2014, os ciclistas marcaram presença nas ruas em protesto à falta de segurança na USP. Também foi um ano em que os corredores sofreram com o mesmo problema na universidade, o que resultou na morte do atleta Álvaro Teno, atropelado por um motorista alcoolizado.

Este ano também foi marcado pela vitória do primeiro brasileiro no Ironman Brasil. Igor Amorelli terminou a prova em 8h07min53.

Novo recorde mundial de maratona! Dennis Kimetto finalizou a Maratona de Berlim com o tempo de 2h02min57.

Controle antidopagem pega mais uma atleta. Desta vez foi a velocista brasileira Vanda Gomes, que levou uma suspensão.

Foto: Montagem sobre fotos de  Paulo Gomes/SCC EVENTS-PHOTORUN/Gabriel Heusi/Ricardo Bufolin Foto: Montagem sobre fotos de Paulo Gomes/SCC EVENTS-PHOTORUN/Gabriel Heusi/Ricardo Bufolin

2015
A queniana Florence Kiplagat estabeleceu o novo recorde mundial da meia maratona feminina com a marca de 1h05min09.

Mais uma notícia triste: o médico Jaime Gold pedalava pela Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio Janeiro, quando foi morto a facadas.

Brasileira vence o Ironman Florianópolis 2015: O Webrun estava lá quando Ariane Monticeli fez história e se tornou a segunda triatleta do Brasil a faturar a prova.

Foto: Montagem sobre fotos de Alexandre Koda/Reprodução-Facebook/Rodrigo Soldon-Flickr Foto: Montagem sobre fotos de Alexandre Koda/Reprodução-Facebook/Rodrigo Soldon-Flickr

2016
O fundista brasileiro Luiz Paulo da Silva foi pego novamente em um caso de doping. O mesmo ocorreu com a velocista brasileira Ana Claudia Lemos.

A ex-atleta chinesa Wang Junxia, detentora dos recordes mundiais de 3.000 metros em 8min06seg11 e 10.000 metros em 29min31seg78, revelou o uso de doping.

Uma fatalidade e imensa perda para o esporte brasileiro: o paulista Claudio Clarindo, que fazia um treino de rodagem com outros ciclistas, foi atropelado na Rodovia Rio-Santos por um carro e acabou falecendo.

Recorde no Aconcágua: a ultramaratonista mineira Fernanda Maciel conquistou um feito inédito ao chegar até o ponto mais alto das Américas e voltar em exatas 22h52.

Foto: Montagem sobre fotos de  Agência Luz/Reprodução Toutube/Divulgação/Red Bull Content Pool/Decio Mariotto Foto: Montagem sobre fotos de Agência Luz/Reprodução Toutube/Divulgação/Red Bull Content Pool/Decio Mariotto

Asics São Paulo City Marathon está com inscrições esgotadas

A estreia da Asics São Paulo City Marathon, primeira maratona da marca no Brasil, já está com as inscrições esgotadas faltando pouco menos de dois meses para a corrida. A prova, que faz parte do circuito Asics Golden Run, reunirá no dia 31 de julho, 15 mil atletas para correrem os 42 e 21 quilômetros pelas ruas de São Paulo.

Com percurso inédito, estrutura de padrão internacional e organização impecável, a Asics São Paulo City Marathon será uma grande experiência de corrida para os atletas no Brasil, que correrão por diversos pontos turísticos da capital paulista.

As largadas serão em ondas a partir das 6h na Praça Charles Miller Foto: Divulgação As largadas serão em ondas a partir das 6h na Praça Charles Miller Foto: Divulgação

As largadas serão em ondas a partir das 6h na Praça Charles Miller, em frente ao Estádio do Pacaembu. Os corredores seguirão em direção ao Elevado Costa e Silva chegando ao Centro da Cidade. Na sequência passarão por locais históricos como as avenidas Ipiranga e São João, passando pelo Largo do Arouche, Praça da República, Teatro Municipal, Viaduto do Chá, Prefeitura Municipal, entre outros pontos. Depois eles contornarão a Praça da Sé, passando pelo pátio do Colégio e seguirão pela Avenida Brigadeiro Luis Antonio cruzando a tradicional Avenida Paulista até a Avenida Pedro Álvares Cabral, em frente ao Parque do Ibirapuera.

Em seguida, contornarão o parque pela Avenida República do Líbano, saindo para a Avenida Juscelino Kubitschek passando pelo túnel Sebastião Camargo até a Avenida Lineu de Paula Machado, com chegada no Jockey Club para quem correr a meia maratona. Os maratonistas seguirão até o acesso à ponte Cidade Universitária, Praça Panamericana e Parque Villa-Lobos. O retorno será feito na Avenida Professor Fonseca Rodrigues, com destino à Ponte da Cidade Universitária. Nesse ponto eles entrarão na USP onde percorrerão 7 km até voltarem para a Avenida Afranio Peixoto e Avenida Lineu de Paula Machado, no sentido Jockey Club, local da chegada.


Asics São Paulo City Marathon está com inscrições esgotadas

Corridas de Rua · 15 jun, 2016

A estreia da Asics São Paulo City Marathon, primeira maratona da marca no Brasil, já está com as inscrições esgotadas faltando pouco menos de dois meses para a corrida. A prova, que faz parte do circuito Asics Golden Run, reunirá no dia 31 de julho, 15 mil atletas para correrem os 42 e 21 quilômetros pelas ruas de São Paulo.

Com percurso inédito, estrutura de padrão internacional e organização impecável, a Asics São Paulo City Marathon será uma grande experiência de corrida para os atletas no Brasil, que correrão por diversos pontos turísticos da capital paulista.

As largadas serão em ondas a partir das 6h na Praça Charles Miller Foto: Divulgação As largadas serão em ondas a partir das 6h na Praça Charles Miller Foto: Divulgação

As largadas serão em ondas a partir das 6h na Praça Charles Miller, em frente ao Estádio do Pacaembu. Os corredores seguirão em direção ao Elevado Costa e Silva chegando ao Centro da Cidade. Na sequência passarão por locais históricos como as avenidas Ipiranga e São João, passando pelo Largo do Arouche, Praça da República, Teatro Municipal, Viaduto do Chá, Prefeitura Municipal, entre outros pontos. Depois eles contornarão a Praça da Sé, passando pelo pátio do Colégio e seguirão pela Avenida Brigadeiro Luis Antonio cruzando a tradicional Avenida Paulista até a Avenida Pedro Álvares Cabral, em frente ao Parque do Ibirapuera.

Em seguida, contornarão o parque pela Avenida República do Líbano, saindo para a Avenida Juscelino Kubitschek passando pelo túnel Sebastião Camargo até a Avenida Lineu de Paula Machado, com chegada no Jockey Club para quem correr a meia maratona. Os maratonistas seguirão até o acesso à ponte Cidade Universitária, Praça Panamericana e Parque Villa-Lobos. O retorno será feito na Avenida Professor Fonseca Rodrigues, com destino à Ponte da Cidade Universitária. Nesse ponto eles entrarão na USP onde percorrerão 7 km até voltarem para a Avenida Afranio Peixoto e Avenida Lineu de Paula Machado, no sentido Jockey Club, local da chegada.

Que tal incluir o tofu na dieta balanceada?

Com origem chinesa, o tofu é conhecido no Brasil como queijo de soja e pode resultar em diversos pratos deliciosos. Mas você sabia que esse alimento também é uma boa opção para incluir na dieta saudável?

Mas lembre-se: o consumo do tofu deve ser equilibrado e não diário! Foto: Chris 73/CC BY-SA 3.0 Mas lembre-se: o consumo do tofu deve ser equilibrado e não diário! Foto: Chris 73/CC BY-SA 3.0

De acordo com Maria Vitoria Curban Falcão, nutricionista clínica e esportiva, o tofu, por ser uma soja do tipo fermentada, se torna mais seguro para consumo quando comparado a outras. “Trata-se de um tipo de ‘queijo’ de soja, com bom valor proteico e pouquíssima gordura. Alguns estudos apontam sua ação na redução do risco de plaquetas e coágulos sanguíneos, além de ser considerado um antioxidante e anti-inflamatório graças às isoflavonas (compostos orgânicos naturais de origem vegetal) presentes nele”, fala.

Além de fazer bem para a saúde, o alimento pode ser um ótimo substituto dos queijos convencionais (feitos com leite de vaca). Inclusive, segundo a nutricionista, o tofu combinado com uma alimentação equilibrada pode trazer efeitos excelentes para perda de peso.

Porém, Maria Vitoria explica que esse alimento não deve ser consumido em excesso, afinal é um produto à base de soja. “Seu consumo deve ser equilibrado e não diário. Sempre que possível você deve consumir o alimento orgânico e com certificação, evitando ao máximo o uso de grãos de soja transgênica”, diz.

E qual a melhor forma para consumir o tofu? A nutricionista fala que existem diversas formas de preparo, como batido, grelhado, assado ou até cozido com outros vegetais. “O importante é estar bem temperadinho para agradar o paladar de todos. Por exemplo, o tofu pode ser temperado com açafrão-da-terra e grelhado com óleo de coco e tomate cereja. Outra opção é o tofu com abobrinha e curry ou a moqueca vegana de tofu”, finaliza Maria Vitoria.


Que tal incluir o tofu na dieta balanceada?

Caminhada · 10 jun, 2016

Com origem chinesa, o tofu é conhecido no Brasil como queijo de soja e pode resultar em diversos pratos deliciosos. Mas você sabia que esse alimento também é uma boa opção para incluir na dieta saudável?

Mas lembre-se: o consumo do tofu deve ser equilibrado e não diário! Foto: Chris 73/CC BY-SA 3.0 Mas lembre-se: o consumo do tofu deve ser equilibrado e não diário! Foto: Chris 73/CC BY-SA 3.0

De acordo com Maria Vitoria Curban Falcão, nutricionista clínica e esportiva, o tofu, por ser uma soja do tipo fermentada, se torna mais seguro para consumo quando comparado a outras. “Trata-se de um tipo de ‘queijo’ de soja, com bom valor proteico e pouquíssima gordura. Alguns estudos apontam sua ação na redução do risco de plaquetas e coágulos sanguíneos, além de ser considerado um antioxidante e anti-inflamatório graças às isoflavonas (compostos orgânicos naturais de origem vegetal) presentes nele”, fala.

Além de fazer bem para a saúde, o alimento pode ser um ótimo substituto dos queijos convencionais (feitos com leite de vaca). Inclusive, segundo a nutricionista, o tofu combinado com uma alimentação equilibrada pode trazer efeitos excelentes para perda de peso.

Porém, Maria Vitoria explica que esse alimento não deve ser consumido em excesso, afinal é um produto à base de soja. “Seu consumo deve ser equilibrado e não diário. Sempre que possível você deve consumir o alimento orgânico e com certificação, evitando ao máximo o uso de grãos de soja transgênica”, diz.

E qual a melhor forma para consumir o tofu? A nutricionista fala que existem diversas formas de preparo, como batido, grelhado, assado ou até cozido com outros vegetais. “O importante é estar bem temperadinho para agradar o paladar de todos. Por exemplo, o tofu pode ser temperado com açafrão-da-terra e grelhado com óleo de coco e tomate cereja. Outra opção é o tofu com abobrinha e curry ou a moqueca vegana de tofu”, finaliza Maria Vitoria.

Probiótica apresenta novidades na linha de suplementos alimentares

A Probiótica acaba de lançar produtos exclusivos para o pós-treino: o Isolate 100% Whey nos sabores laranja, limonada suíça e uva, o Pure Whey Black e o CarbUp 4:1.

“O Isolate 100% Whey confere a refrescância dos sabores de frutas ao Whey Protein Isolate, sendo perfeito para os dias mais quentes. Já o Pure Whey Black, composto por mais de 50 por cento de Whey Protein isolado associado ao Whey Protein concentrado, é uma fórmula premium, com baixos teores de carboidrato e gordura, ideal para o pós-treino. O CarbUp 4:1 é um repositor completo, indicado para a recuperação energética e muscular pós-treino de alta intensidade e longa duração”, explica Silvia Mantovani, nutricionista esportiva e gerente de pesquisa e desenvolvimento da Probiótica.

O Isolate 100% Whey® é fonte de 20 vitaminas e minerais. Já o Pure Whey Black® é de fácil digestão e rápida absorção. Foto: divulgação O Isolate 100% Whey® é fonte de 20 vitaminas e minerais. Já o Pure Whey Black® é de fácil digestão e rápida absorção. Foto: divulgação

Isolate 100% Whey® - É formulado com a proteína isolada do soro do leite, obtida pelo processo de microfiltração que eleva o grau de pureza, concentração proteica, com baixíssimos teores de gordura e carboidrato. É desenvolvido com 31 gramas de proteína na porção, além de ser fonte de 20 vitaminas e minerais. A novidade fica por conta dos sabores refrescantes de laranja, limonada suíça e uva. O produto não contém glúten e vem em embalagem de 900 gramas. Preço sugerido: R$ 220,00.

Pure Whey Black® - Cremoso shake proteico, feito com a proteína isolada e com a proteína concentrada do soro do leite. É de fácil digestão e rápida absorção. Cada porção de Pure Whey Black® fornece 24 gramas de proteínas com alta concentração de aminoácidos de cadeia ramificada (BCAAs) provenientes da Whey Protein. Além disso, o produto não contém glúten e apresenta baixo teor de gordura e menos de 120 calorias. Está disponível nos sabores chocolate, baunilha e morango, sendo que pode ser encontrado em embalagens de 900 gramas e 2 quilos. Preço sugerido: R$ 199,00 (900 gramas) e R$ 399,00 (2 quilos).

Carb Up 4:1 - Feito para esportes prolongados, que demandam alto rendimento energético, traz uma combinação ideal de carboidratos como dextrose, maltodextrina, frutose e proteína isolada e concentrada do soro do leite, na proporção de quatro para um. Em sua fórmula, vitaminas e minerais como as vitaminas C e E, sódio, cromo, cálcio, magnésio, zinco e potássio, nutrientes que em sinergia proporcionam reposição energética, recuperação e hidratação. O produto fornece 52 gramas de carboidratos na porção e 13 gramas de proteínas, sendo recomendado após os treinos. Além disso, não contém glúten e nem é adicionado açúcar. Está disponível nos sabores laranja e uva e em embalagem de um quilo. Preço sugerido: R$110,00.

O Carb Up 4:1 é ideal para esportes prolongados, que demandam alto rendimento energético. Foto: divulgação O Carb Up 4:1 é ideal para esportes prolongados, que demandam alto rendimento energético. Foto: divulgação

NOVAS FÓRMULAS
Além dos lançamentos no portfólio, os produtos Monster Extreme Black, 100% Pure Whey, Isoprowhey, Whey Protein 3W e 5W ganham novas fórmulas.

Monster Extreme Black com Maca Peruana - A nova queridinha dos adeptos de musculação, a maca peruana, entra como reforço na nova fórmula do Monster Extreme Black. O produto, indicado para ganho de massa muscular, também vem com polivitamínico composto por vitaminas e minerais, além de cafeína pura, creatina com D-Ribose, ZMA (zinco monometionina aspartato), cápsula de L-Leucina e de BCAAs. Isso tudo em embalagens de 44 packs e 22 packs.

100% Pure Whey - É um suplemento proteico composto pela proteína concentrada do soro de leite, matéria-prima elaborada com alta tecnologia e elevada concentração de aminoácidos, principalmente BCAAs. De preparo instantâneo, o 100% Pure Whey® é indicado para ser tomado antes e/ou após os exercícios. Em nova fórmula, ele ganha mais cremosidade nos sabores baunilha, chocolate e morango. Está disponível em embalagens de 900 gramas e 2 quilos.

Isoprowhey em sabor natural – Tem como base a proteína isolada do soro de leite, uma proteína obtida por processo de microfiltração do soro de leite, que resulta num produto de alta concentração proteica com baixos teores de gordura e lactose. Isoprowhey® é instantâneo e não contém glúten. Na nova versão, ganha a opção do sabor natural, para ser diluído em sucos, suplemento energético ou no preparo de receitas proteicas. Também é encontrado nos sabores de baunilha, chocolate e morango. Disponível em embalagens de 900 gramas e 2 quilos.

Whey Protein 3W e 5W – O 3W® é um suplemento proteico composto por Whey Protein nas suas diversas formas: proteína concentrada, proteína isolada do soro do leite por microfiltração e proteína hidrolisada do soro de leite. É ideal para ser tomado antes, durante ou após os exercícios. Já o 5W® é elaborado com cinco diferentes tipos de proteínas do soro do leite. São elas: proteína concentrada do soro de leite, microfiltrada, proteína isolada, proteína hidrolisada, proteína isolada do soro de leite microfiltrada e proteína concentrada do soro de leite. Ambos não contem glúten e estão disponíveis nos sabores chocolate, morango e baunilha. As embalagens são de 900 gramas e 2 quilos.

Onde encontrar: os produtos podem ser encontrados nos principais sites e lojas especializadas. Para mais informações, entre em contato pelo SAC 0800 10 52 42 ou pelo site www.probiotica.com.br.


Probiótica apresenta novidades na linha de suplementos alimentares

Corrida de Montanha · 02 jun, 2016

A Probiótica acaba de lançar produtos exclusivos para o pós-treino: o Isolate 100% Whey nos sabores laranja, limonada suíça e uva, o Pure Whey Black e o CarbUp 4:1.

“O Isolate 100% Whey confere a refrescância dos sabores de frutas ao Whey Protein Isolate, sendo perfeito para os dias mais quentes. Já o Pure Whey Black, composto por mais de 50 por cento de Whey Protein isolado associado ao Whey Protein concentrado, é uma fórmula premium, com baixos teores de carboidrato e gordura, ideal para o pós-treino. O CarbUp 4:1 é um repositor completo, indicado para a recuperação energética e muscular pós-treino de alta intensidade e longa duração”, explica Silvia Mantovani, nutricionista esportiva e gerente de pesquisa e desenvolvimento da Probiótica.

O Isolate 100% Whey® é fonte de 20 vitaminas e minerais. Já o Pure Whey Black® é de fácil digestão e rápida absorção. Foto: divulgação O Isolate 100% Whey® é fonte de 20 vitaminas e minerais. Já o Pure Whey Black® é de fácil digestão e rápida absorção. Foto: divulgação

Isolate 100% Whey® - É formulado com a proteína isolada do soro do leite, obtida pelo processo de microfiltração que eleva o grau de pureza, concentração proteica, com baixíssimos teores de gordura e carboidrato. É desenvolvido com 31 gramas de proteína na porção, além de ser fonte de 20 vitaminas e minerais. A novidade fica por conta dos sabores refrescantes de laranja, limonada suíça e uva. O produto não contém glúten e vem em embalagem de 900 gramas. Preço sugerido: R$ 220,00.

Pure Whey Black® - Cremoso shake proteico, feito com a proteína isolada e com a proteína concentrada do soro do leite. É de fácil digestão e rápida absorção. Cada porção de Pure Whey Black® fornece 24 gramas de proteínas com alta concentração de aminoácidos de cadeia ramificada (BCAAs) provenientes da Whey Protein. Além disso, o produto não contém glúten e apresenta baixo teor de gordura e menos de 120 calorias. Está disponível nos sabores chocolate, baunilha e morango, sendo que pode ser encontrado em embalagens de 900 gramas e 2 quilos. Preço sugerido: R$ 199,00 (900 gramas) e R$ 399,00 (2 quilos).

Carb Up 4:1 - Feito para esportes prolongados, que demandam alto rendimento energético, traz uma combinação ideal de carboidratos como dextrose, maltodextrina, frutose e proteína isolada e concentrada do soro do leite, na proporção de quatro para um. Em sua fórmula, vitaminas e minerais como as vitaminas C e E, sódio, cromo, cálcio, magnésio, zinco e potássio, nutrientes que em sinergia proporcionam reposição energética, recuperação e hidratação. O produto fornece 52 gramas de carboidratos na porção e 13 gramas de proteínas, sendo recomendado após os treinos. Além disso, não contém glúten e nem é adicionado açúcar. Está disponível nos sabores laranja e uva e em embalagem de um quilo. Preço sugerido: R$110,00.

O Carb Up 4:1 é ideal para esportes prolongados, que demandam alto rendimento energético. Foto: divulgação O Carb Up 4:1 é ideal para esportes prolongados, que demandam alto rendimento energético. Foto: divulgação

NOVAS FÓRMULAS
Além dos lançamentos no portfólio, os produtos Monster Extreme Black, 100% Pure Whey, Isoprowhey, Whey Protein 3W e 5W ganham novas fórmulas.

Monster Extreme Black com Maca Peruana - A nova queridinha dos adeptos de musculação, a maca peruana, entra como reforço na nova fórmula do Monster Extreme Black. O produto, indicado para ganho de massa muscular, também vem com polivitamínico composto por vitaminas e minerais, além de cafeína pura, creatina com D-Ribose, ZMA (zinco monometionina aspartato), cápsula de L-Leucina e de BCAAs. Isso tudo em embalagens de 44 packs e 22 packs.

100% Pure Whey - É um suplemento proteico composto pela proteína concentrada do soro de leite, matéria-prima elaborada com alta tecnologia e elevada concentração de aminoácidos, principalmente BCAAs. De preparo instantâneo, o 100% Pure Whey® é indicado para ser tomado antes e/ou após os exercícios. Em nova fórmula, ele ganha mais cremosidade nos sabores baunilha, chocolate e morango. Está disponível em embalagens de 900 gramas e 2 quilos.

Isoprowhey em sabor natural – Tem como base a proteína isolada do soro de leite, uma proteína obtida por processo de microfiltração do soro de leite, que resulta num produto de alta concentração proteica com baixos teores de gordura e lactose. Isoprowhey® é instantâneo e não contém glúten. Na nova versão, ganha a opção do sabor natural, para ser diluído em sucos, suplemento energético ou no preparo de receitas proteicas. Também é encontrado nos sabores de baunilha, chocolate e morango. Disponível em embalagens de 900 gramas e 2 quilos.

Whey Protein 3W e 5W – O 3W® é um suplemento proteico composto por Whey Protein nas suas diversas formas: proteína concentrada, proteína isolada do soro do leite por microfiltração e proteína hidrolisada do soro de leite. É ideal para ser tomado antes, durante ou após os exercícios. Já o 5W® é elaborado com cinco diferentes tipos de proteínas do soro do leite. São elas: proteína concentrada do soro de leite, microfiltrada, proteína isolada, proteína hidrolisada, proteína isolada do soro de leite microfiltrada e proteína concentrada do soro de leite. Ambos não contem glúten e estão disponíveis nos sabores chocolate, morango e baunilha. As embalagens são de 900 gramas e 2 quilos.

Onde encontrar: os produtos podem ser encontrados nos principais sites e lojas especializadas. Para mais informações, entre em contato pelo SAC 0800 10 52 42 ou pelo site www.probiotica.com.br.

Sony lança fone de ouvido para práticas esportivas

Corrida de Montanha · 31 maio, 2016

Música e atividade física é uma combinação perfeita. Ambos despertam emoção e ajudam a relaxar ou energizar quem está ouvindo ou praticando qualquer esporte. Para atender este público em constante crescimento, a Sony lançou no Brasil o fone de ouvido intra-auricular MDR-AS400EX.

Aparelho é ideal para a prática de atividades esportivas. Foto: divulgação Aparelho é ideal para a prática de atividades esportivas. Foto: divulgação

Ideal para a prática de atividades esportivas tanto na academia quando ao ar livre, o aparelho é feito em silicone, resiste ao suor e à água. Ele ainda acompanha quatro tamanhos de almofadas em silicone macio (PP, P, M e G), garantindo conforto máximo ao usuário mesmo após longos períodos de uso.

“Além do visual descolado, o MDR AS400EX tem excelente qualidade de som, com graves surpreendentes e variação de cores, que combinam com a alegria e energia tradicional das roupas e acessórios esportivos”, diz Alex Gombata, gerente geral de marketing e vendas da Sony Brasil para a categoria.

O aparelho está disponível nas cores branca, laranja e verde e pode ser adquirido nas principais lojas esportivas ou pelo site da marca (www.sony.com.br/store). O preço sugerido é de R$ 199,99.

W21K Asics chega à terceira edição com novidades

Corridas de Rua · 30 maio, 2016

Uma das corridas mais aguardadas pelo público feminino já tem data marcada em 2016. A terceira edição da W21K Asics será realizada no dia 16 de outubro, na Cidade Universitária, em São Paulo. Além da meia maratona, a prova terá opção de distância de dez quilômetros e é uma das iniciativas da marca que promove o Outubro Rosa, campanha mundial que simboliza a luta contra o câncer de mama.

“A prova já virou tradição no calendário feminino de corrida de rua. O número de corredoras só aumenta a cada ano e queremos nos aproximar cada vez mais desse público, para continuarmos crescendo no segmento”, afirmou Eduardo Rodrigues, Gerente de Marketing da Asics.

Prova terá duas distâncias: 10 e 21 quilômetros Foto: Divulgação Facebook Prova terá duas distâncias: 10 e 21 quilômetros Foto: Divulgação Facebook

A edição desse ano reunirá oito mil mulheres, registrando um considerável aumento em relação aos anos anteriores: três mil inscritas em 2015 e duas mil em 2014. O percurso da prova tem largada e chegada dentro da USP, passando também pelo Jockey Club de São Paulo.

As atletas terão à disposição postos de hidratação com água e isotônico ao longo do percurso, além de gel repositor de carboidrato, atividades de saúde e bem estar voltadas ao público feminino e um centro de recuperação após a corrida.

As inscrições para a W21K ASICS já estão abertas e podem ser realizadas no site www.w21kasics.com.br

Garmin apresenta relógio multiesportivo Forerunner 735XT

A Garmin acaba de lançar o Forerunner 735XT, um relógio de corrida com GPS com recursos multiesportivos. O modelo é o mais leve da marca e oferece monitoramento da frequência cardíaca no pulso 24 horas por dia e sete dias por semana sem a necessidade de cinta cardíaca adicional, além de atividades embutidas, incluindo corrida, ciclismo, natação, caminhadas, esqui XC, treinamento de força, stand up paddle e cardio. O Forerunner 735XT tem bateria com duração de até 14 horas em modo de treino e 11 dias em modo de relógio.

O design do acessório é elegante, com pulseiras de silicone macias e confortáveis. Foto: Divulgação O design do acessório é elegante, com pulseiras de silicone macias e confortáveis. Foto: Divulgação

O seu design é elegante, com pulseiras de silicone macias e confortáveis. Com um grande display, o relógio permite que os usuários possam visualizar o resumo de estatísticas durante as atividades esportivas. "O Forerunner 735XT é o mais novo smartwatch com GPS para os atletas que querem mensurar os dados dos treinos e de um dia de corrida", afirma o gerente nacional de vendas da Garmin Brasil, Alexandre Abreu.

Quem também fala sobre essas funcionalidades do relógio é a gerente de marketing da marca no Brasil, Ilham Harati. "Ele oferece dados abrangentes para todas as suas atividades, os mantêm conectados com funções inteligentes, incluindo notificações e sincronizações automáticas para Garmin Connect e permite que elas personalizem seus dispositivos, para atender suas necessidades com aplicativos gratuitos no Garmin Connect IQ”, diz.

Seja para corrida ou para avançar no treino, os corredores podem facilmente acompanhar as métricas que importam no Forerunner 735XT. Para avançadas dinâmicas de corrida e outras métricas detalhadas, os usuários podem adicionar uma cinta cardíaca durante o treinamento e receber dados, incluindo o comprimento da passada, tempo de contato com o solo, oscilação vertical e muito mais.

O Forerunner 735XT também é compatível com o pedal medidor de potência Vector ™ e a linha completa de acessórios Varia ™ para maior segurança no ciclismo. Classificado à prova d’água 5 ATM (50 metros), seus recursos de natação vão estimular os usuários a colocar em prática seus treinamentos na piscina, já que o relógio irá orientar os usuários durante a atividade. Também é possível fazer a transição entre esportes facilmente pressionando um botão, ao utilizar o recurso multiesporte, no modo automático ou manual.

O Forerunner 735XT tem bateria com duração de até 14 horas em modo de treino. Foto: Divulgação O Forerunner 735XT tem bateria com duração de até 14 horas em modo de treino. Foto: Divulgação

Aplicativos adicionais
É importante destacar que o relógio é o primeiro a vir com o aplicativo Strava Live Suffer Score pré-instalado. Sua pontuação é baseada na frequência cardíaca dos usuários e diz o quão duro eles estão trabalhando. Seja um guerreiro de fim de semana ou um atleta profissional, se o coração deles estiver treinando duro, eles podem acumular uma alta pontuação. O app Strava Live Suffer está disponível para todos os usuários de dispositivos compatíveis Connect IQ, mas apenas atletas Strava Premium são capazes de rever a sua pontuação no app e compará-los com os outros. As compras do Forerunner 735XT receberão uma versão teste de 60 dias do Strava Premium e proprietários de dispositivos compatíveis do Connect IQ poderão testar gratuitamente por 30 dias.

Os usuários podem baixar aplicativos adicionais, bem como widgets, interfaces de relógios e campos de dados de graça na loja Connect IQ, para personalizar o seu acessório e atender suas preferências de estilo e modalidades esportivas.

Fique conectado
Durante todo o dia, o Forerunner 735XT sincroniza automaticamente com o Garmin Connect, uma comunidade fitness online, onde os usuários podem acompanhar treinos, padrões de sono e tendências, desafios online para competir com amigos e ganhar medalhas virtuais. Eles também podem ver o Garmin Connect Insights, percepções de bem-estar inteligentes e personalizadas para cada usuário, que fornecem dicas para ajudá-los a alcançar suas metas, alertam quando os objetivos forem atingidos e trazem recomendações saudáveis de especialistas. Além disso, os usuários também podem ver como eles estão em comparação com outras pessoas, isso como forma de motivação extra.

Outro recurso do relógio é manter os usuários totalmente conectados com rastreamento ao vivo, comandos de áudio, controle de música e compartilhamento de mídia social. Eles também podem receber qualquer notificação do smartphone compatível no Forerunner 735XT, incluindo chamadas recebidas, mensagens de texto, e-mails, app, calendário, alertas de mídias sociais e muito mais.

O modelo estará disponível a partir do início de junho em duas cores: preto/cinza ou azul gelo/azul marinho. O preço sugerido é de R$ 3.699,00. O pacote também inclui o monitor cardíaco HRM-run™.


Garmin apresenta relógio multiesportivo Forerunner 735XT

Corrida de Montanha · 27 maio, 2016

A Garmin acaba de lançar o Forerunner 735XT, um relógio de corrida com GPS com recursos multiesportivos. O modelo é o mais leve da marca e oferece monitoramento da frequência cardíaca no pulso 24 horas por dia e sete dias por semana sem a necessidade de cinta cardíaca adicional, além de atividades embutidas, incluindo corrida, ciclismo, natação, caminhadas, esqui XC, treinamento de força, stand up paddle e cardio. O Forerunner 735XT tem bateria com duração de até 14 horas em modo de treino e 11 dias em modo de relógio.

O design do acessório é elegante, com pulseiras de silicone macias e confortáveis. Foto: Divulgação O design do acessório é elegante, com pulseiras de silicone macias e confortáveis. Foto: Divulgação

O seu design é elegante, com pulseiras de silicone macias e confortáveis. Com um grande display, o relógio permite que os usuários possam visualizar o resumo de estatísticas durante as atividades esportivas. "O Forerunner 735XT é o mais novo smartwatch com GPS para os atletas que querem mensurar os dados dos treinos e de um dia de corrida", afirma o gerente nacional de vendas da Garmin Brasil, Alexandre Abreu.

Quem também fala sobre essas funcionalidades do relógio é a gerente de marketing da marca no Brasil, Ilham Harati. "Ele oferece dados abrangentes para todas as suas atividades, os mantêm conectados com funções inteligentes, incluindo notificações e sincronizações automáticas para Garmin Connect e permite que elas personalizem seus dispositivos, para atender suas necessidades com aplicativos gratuitos no Garmin Connect IQ”, diz.

Seja para corrida ou para avançar no treino, os corredores podem facilmente acompanhar as métricas que importam no Forerunner 735XT. Para avançadas dinâmicas de corrida e outras métricas detalhadas, os usuários podem adicionar uma cinta cardíaca durante o treinamento e receber dados, incluindo o comprimento da passada, tempo de contato com o solo, oscilação vertical e muito mais.

O Forerunner 735XT também é compatível com o pedal medidor de potência Vector ™ e a linha completa de acessórios Varia ™ para maior segurança no ciclismo. Classificado à prova d’água 5 ATM (50 metros), seus recursos de natação vão estimular os usuários a colocar em prática seus treinamentos na piscina, já que o relógio irá orientar os usuários durante a atividade. Também é possível fazer a transição entre esportes facilmente pressionando um botão, ao utilizar o recurso multiesporte, no modo automático ou manual.

O Forerunner 735XT tem bateria com duração de até 14 horas em modo de treino. Foto: Divulgação O Forerunner 735XT tem bateria com duração de até 14 horas em modo de treino. Foto: Divulgação

Aplicativos adicionais
É importante destacar que o relógio é o primeiro a vir com o aplicativo Strava Live Suffer Score pré-instalado. Sua pontuação é baseada na frequência cardíaca dos usuários e diz o quão duro eles estão trabalhando. Seja um guerreiro de fim de semana ou um atleta profissional, se o coração deles estiver treinando duro, eles podem acumular uma alta pontuação. O app Strava Live Suffer está disponível para todos os usuários de dispositivos compatíveis Connect IQ, mas apenas atletas Strava Premium são capazes de rever a sua pontuação no app e compará-los com os outros. As compras do Forerunner 735XT receberão uma versão teste de 60 dias do Strava Premium e proprietários de dispositivos compatíveis do Connect IQ poderão testar gratuitamente por 30 dias.

Os usuários podem baixar aplicativos adicionais, bem como widgets, interfaces de relógios e campos de dados de graça na loja Connect IQ, para personalizar o seu acessório e atender suas preferências de estilo e modalidades esportivas.

Fique conectado
Durante todo o dia, o Forerunner 735XT sincroniza automaticamente com o Garmin Connect, uma comunidade fitness online, onde os usuários podem acompanhar treinos, padrões de sono e tendências, desafios online para competir com amigos e ganhar medalhas virtuais. Eles também podem ver o Garmin Connect Insights, percepções de bem-estar inteligentes e personalizadas para cada usuário, que fornecem dicas para ajudá-los a alcançar suas metas, alertam quando os objetivos forem atingidos e trazem recomendações saudáveis de especialistas. Além disso, os usuários também podem ver como eles estão em comparação com outras pessoas, isso como forma de motivação extra.

Outro recurso do relógio é manter os usuários totalmente conectados com rastreamento ao vivo, comandos de áudio, controle de música e compartilhamento de mídia social. Eles também podem receber qualquer notificação do smartphone compatível no Forerunner 735XT, incluindo chamadas recebidas, mensagens de texto, e-mails, app, calendário, alertas de mídias sociais e muito mais.

O modelo estará disponível a partir do início de junho em duas cores: preto/cinza ou azul gelo/azul marinho. O preço sugerido é de R$ 3.699,00. O pacote também inclui o monitor cardíaco HRM-run™.