Acessório indispensável no guarda roupa feminino, os sapatos de salto alto misturam sensualidade, elegância e autoconfiança. Usados principalmente durante a noite, o calçado muitas vezes faz parte da rotina de algumas mulheres que, fora da academia, não aceitam descer do salto.
Porém, o hábito pode trazer consequências para a saúde. O salto alto é um dos piores tipos de calçado que existe e a orientação é para que as mulheres optem por usá-lo, no máximo, por meio período do dia, explica o ortopedista Dr. André Felipe Ninomiya.
Salto alto pode ocasionar diversas lesões nas corredoras
Caso seja impossível deixar o "companheiro" no armário, o médico sugere que as mulheres deem preferência para os modelos que exijam menos esforço dos pés e coluna. Não existe salto adequado, mas o melhor a se fazer é evitar os sapatos com bico fino e salto agulha.
O sapato com salto anabela, uma espécie de plataforma que abrange toda a planta do pé, também é uma opção para o público feminino. Inclusive, este tipo de calçado é indicado para o tratamento de patologias nos pés, completa o Dr. Ninomiya.
No final do dia, é essencial fazer o alongamento do calcâneo para garantir a saúde do tendão de Aquiles e evitar possíveis problemas na região.
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| Ortopedista desaconselha uso de salto agulha. Foto: Domínio Público |
Perigos do salto - As mulheres devem ficar atentas aos problemas que o acessório pode causar. Bolhas, olho de peixe e calos podem ser causados pelo uso excessivo ou má qualidade do produto.
Segundo o profissional, o sapato também mexe com o centro de gravidade do corpo e quem fica responsável por equilibrar o corpo é a coluna. O uso crônico do salto trará problemas na região, como por exemplo o aparecimento da hérnia de disco.
Além disso, o uso desenfreado do bico fino causa deformidade do hálux, nome científico para o dedão do pé. Quando as estruturas ósseas ficam posicionadas da mesma forma e por muito tempo, ela permanecerá assim. Para reverter esse quadro, a paciente terá que passar por cirurgia, alerta o ortopedista.
Joelho das mulheres sofre com o uso de saltos altos
Pisada - Corredoras com pisada supinada devem tomar cuidado com o uso do calçado. Esse público é o que mais sofre, porque tendem a deixar o tornozelo instável, aumentando o risco de torções, conclui o médico.
Atletismo · 06 ago, 2013
Acessório indispensável no guarda roupa feminino, os sapatos de salto alto misturam sensualidade, elegância e autoconfiança. Usados principalmente durante a noite, o calçado muitas vezes faz parte da rotina de algumas mulheres que, fora da academia, não aceitam descer do salto.
Porém, o hábito pode trazer consequências para a saúde. O salto alto é um dos piores tipos de calçado que existe e a orientação é para que as mulheres optem por usá-lo, no máximo, por meio período do dia, explica o ortopedista Dr. André Felipe Ninomiya.
Salto alto pode ocasionar diversas lesões nas corredoras
Caso seja impossível deixar o "companheiro" no armário, o médico sugere que as mulheres deem preferência para os modelos que exijam menos esforço dos pés e coluna. Não existe salto adequado, mas o melhor a se fazer é evitar os sapatos com bico fino e salto agulha.
O sapato com salto anabela, uma espécie de plataforma que abrange toda a planta do pé, também é uma opção para o público feminino. Inclusive, este tipo de calçado é indicado para o tratamento de patologias nos pés, completa o Dr. Ninomiya.
No final do dia, é essencial fazer o alongamento do calcâneo para garantir a saúde do tendão de Aquiles e evitar possíveis problemas na região.
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| Ortopedista desaconselha uso de salto agulha. Foto: Domínio Público |
Perigos do salto - As mulheres devem ficar atentas aos problemas que o acessório pode causar. Bolhas, olho de peixe e calos podem ser causados pelo uso excessivo ou má qualidade do produto.
Segundo o profissional, o sapato também mexe com o centro de gravidade do corpo e quem fica responsável por equilibrar o corpo é a coluna. O uso crônico do salto trará problemas na região, como por exemplo o aparecimento da hérnia de disco.
Além disso, o uso desenfreado do bico fino causa deformidade do hálux, nome científico para o dedão do pé. Quando as estruturas ósseas ficam posicionadas da mesma forma e por muito tempo, ela permanecerá assim. Para reverter esse quadro, a paciente terá que passar por cirurgia, alerta o ortopedista.
Joelho das mulheres sofre com o uso de saltos altos
Pisada - Corredoras com pisada supinada devem tomar cuidado com o uso do calçado. Esse público é o que mais sofre, porque tendem a deixar o tornozelo instável, aumentando o risco de torções, conclui o médico.
Uma patologia rara, chamada de Doença de Chacot Too, pode causar sintomas que dificultam a corrida, pois leva a atrofia do músculo da panturrilha e provoca dedos em garra. Também conhecida como atrofia peronial muscular (APM) é um conjunto de neuropatias (doenças neurológicas) genéticas que afetam os nervos periféricos e apresentam sintomas muito variados. A doença atinge os nervos que realizam a ligação entre a medula espinhal e os músculos, comprometendo a condução dos impulsos nervosos.
Tendinite Patelar: o pesadelo de muitos corredores
Apesar de ser rara, é uma doença que provoca danos na bainha de mielina (cobertura) das células nervosas dos nervos periféricos e a degeneração das mesmas, responsáveis pela condução dos impulsos. Dessa forma, a condução é alterada nos nervos acometidos, prejudicando a sensibilidade dos membros (pernas e pés), movimento, cognição e outras funções também.
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| No músculo afetado os tecidos ficam desorganizados |
Ao exame físico, a doença se caracteriza pela atrofia muscular progressiva da panturrilha, elevação do arco plantar (pé cavo) e dedos em garra. Pode trazer problemas com a marcha, mas não altera a expectativa de vida tampouco causa retardo mental.
Diagnóstico - O diagnóstico da doença é obtido através de minuciosa história clínica, incluindo o levantamento da herança genética do paciente, exame físico, em especial o exame neurológico com testes sensitivos e reflexos de tendões e o resultado da eletroneuromiografia, exame que verifica a condição da integridade dos impulsos nervosos através da atividade bioelétrica dos músculos.
Frequentemente a doença de Charcot é descoberta durante as duas primeiras décadas de vida e evolui pouco a partir daí. O tratamento se resume a sessões de fisioterapia e o uso eventual de próteses ortopédicas para o melhor suporte dos pés.
Alimentação é estímulo positivo para ganho muscular
Corredores portadores desta síndrome podem correr, porém devem alertar seus treinadores em relação à doença e necessitam permanecer atentos aos sintomas de desconforto em pernas e pés, pois possuem alterações de sensibilidade. Portanto, o volume e intensidade dos treinos deve ser muito bem dosada e mantida em limites seguros.
Atletismo · 05 ago, 2013
Uma patologia rara, chamada de Doença de Chacot Too, pode causar sintomas que dificultam a corrida, pois leva a atrofia do músculo da panturrilha e provoca dedos em garra. Também conhecida como atrofia peronial muscular (APM) é um conjunto de neuropatias (doenças neurológicas) genéticas que afetam os nervos periféricos e apresentam sintomas muito variados. A doença atinge os nervos que realizam a ligação entre a medula espinhal e os músculos, comprometendo a condução dos impulsos nervosos.
Tendinite Patelar: o pesadelo de muitos corredores
Apesar de ser rara, é uma doença que provoca danos na bainha de mielina (cobertura) das células nervosas dos nervos periféricos e a degeneração das mesmas, responsáveis pela condução dos impulsos. Dessa forma, a condução é alterada nos nervos acometidos, prejudicando a sensibilidade dos membros (pernas e pés), movimento, cognição e outras funções também.
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| No músculo afetado os tecidos ficam desorganizados |
Ao exame físico, a doença se caracteriza pela atrofia muscular progressiva da panturrilha, elevação do arco plantar (pé cavo) e dedos em garra. Pode trazer problemas com a marcha, mas não altera a expectativa de vida tampouco causa retardo mental.
Diagnóstico - O diagnóstico da doença é obtido através de minuciosa história clínica, incluindo o levantamento da herança genética do paciente, exame físico, em especial o exame neurológico com testes sensitivos e reflexos de tendões e o resultado da eletroneuromiografia, exame que verifica a condição da integridade dos impulsos nervosos através da atividade bioelétrica dos músculos.
Frequentemente a doença de Charcot é descoberta durante as duas primeiras décadas de vida e evolui pouco a partir daí. O tratamento se resume a sessões de fisioterapia e o uso eventual de próteses ortopédicas para o melhor suporte dos pés.
Alimentação é estímulo positivo para ganho muscular
Corredores portadores desta síndrome podem correr, porém devem alertar seus treinadores em relação à doença e necessitam permanecer atentos aos sintomas de desconforto em pernas e pés, pois possuem alterações de sensibilidade. Portanto, o volume e intensidade dos treinos deve ser muito bem dosada e mantida em limites seguros.
Atletismo · 05 ago, 2013
Vídeos de superação têm ganhado cada vez mais espaço na internet, principalmente quando são publicadas no Facebook. A possibilidade de compartilhar experiências de vida e a luta de deficientes foi mais um passo em busca da diminuição do preconceito.
Uma produção que tem emocionado os internautas é o A Vida que Você Escolheu, uma produção de Renato Cabral, que inicia com a frase "Só existe um tipo de deficiência: a atitude negativa". Nela, a voz do locutor aparece por trás de uma música instrumental para narrar um texto sobre o significado de viver.
Os atores principais são Letícia Ferreira, uma cadeirante campeã mundial de natação, Roberto Carlos Silva, deficiente físico e vice-campeão mundial de triathlon, e Pedro Cordeiro, uma criança que desenvolveu uma síndrome rara no primeiro ano de vida.
Apesar de o vídeo exibir as diversas conquistas e acontecimentos de pessoas com algum tipo de deficiência, em nenhum momento no texto elas são explícitas. Todos os públicos se identificam com o tema.
Ter um corpo saudável e musculoso, livre de gorduras, é um dos principais objetivos ao fazer inscrição nas academias ou começar um treinamento. O processo inicia com o ganho de massa magra (conhecido como bulking) e perda de porcentagem da gordura corporal (cutting). Porém, no primeiro estágio é comum ver a pessoa comer sem restrições; um grande erro.
Conhecido como bulking sujo, o hábito de ingerir qualquer tipo de alimento, sem se preocupar com a quantidade de gordura e açúcares, pode não só ter o efeito contrário como prejudicar a saúde. A prática é feita por indivíduos que acreditam que conseguirão perder essa gordura quando entrarem na fase do cutting.
Existem dois tipos de ganho de massa: a de massa gorda e a de massa magra. É preciso sempre ganhar massa magra e perder massa gorda, isto é importante tanto para a estética quanto para a saúde, na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, explica a nutricionista Bianca Bianchi. Por isso, não ter hora para comer e ingerir mais nutrientes do que o organismo necessita não trará benefícios e pode até atrapalhar o rendimento.
É comum especialistas deixarem os atletas mais à vontade para comer o que os agrada nesse período, pelo fato de que esses alimentos terão que ser extremamente restritos na segunda fase (cutting). A dica é comer de três em três horas e evitar gorduras, frituras, doces e guloseimas. O atleta deve preferir frutas, legumes, saladas, alimentos integrais (fibras), leites e derivados desnatados ou semidesnatados, completa Bianca.
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| Sem restrições à ingestão de gorduras, indivíduo ganha massa gorda e engorda. Foto: © Garuti | Dreamstime Stock Photos & Stock Free Images |
Dieta - Segundo a nutricionista, deve-se tomar cuidado ao seguir dietas da moda, porque cada pessoa tem a sua necessidade energética e pode ingerir mais ou menos do que organismo precisa. Para a síntese e manutenção da massa magra, a dieta deve ser seguida, bem como as recomendações nutricionais, mantendo sempre o equilíbrio
Bianca conta que um erro bastante comum é as pessoas acreditarem que alimentos ricos em carboidratos devem ser eliminado das refeições. Uma das principais funções dos carboidratos é fornecer energia imediata para a contração muscular, de forma muito mais eficiente em comparação com os lipídeos, o que promove ganho de massa magra e, em médio e longo prazo, a perda de massa gorda, diz.
A ingestão de proteínas também é necessária, porém não em grandes quantidades. O excesso de proteínas é oxidada na mitocôndria e não é direcionada para a síntese muscular, complementa a profissional.
Suplementação - O suplemento adequado e controlado, aliado à uma dieta e exercícios, ajuda a trazer resultados positivos mais rápidos. Porém, não são todas as substâncias que ajudarão o atleta, por isso um/(a) nutricionista sempre deve ser consultado antes de consumi-las.
Bianca também alerta para a necessidade de uma alimentação saudável. Os suplementos que trazem maiores resultados para a finalidade em ganho de massa magra são, estimulantes ou proteínas ou principalmente creatinina,conclui.
Atletismo · 01 ago, 2013
Ter um corpo saudável e musculoso, livre de gorduras, é um dos principais objetivos ao fazer inscrição nas academias ou começar um treinamento. O processo inicia com o ganho de massa magra (conhecido como bulking) e perda de porcentagem da gordura corporal (cutting). Porém, no primeiro estágio é comum ver a pessoa comer sem restrições; um grande erro.
Conhecido como bulking sujo, o hábito de ingerir qualquer tipo de alimento, sem se preocupar com a quantidade de gordura e açúcares, pode não só ter o efeito contrário como prejudicar a saúde. A prática é feita por indivíduos que acreditam que conseguirão perder essa gordura quando entrarem na fase do cutting.
Existem dois tipos de ganho de massa: a de massa gorda e a de massa magra. É preciso sempre ganhar massa magra e perder massa gorda, isto é importante tanto para a estética quanto para a saúde, na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, explica a nutricionista Bianca Bianchi. Por isso, não ter hora para comer e ingerir mais nutrientes do que o organismo necessita não trará benefícios e pode até atrapalhar o rendimento.
É comum especialistas deixarem os atletas mais à vontade para comer o que os agrada nesse período, pelo fato de que esses alimentos terão que ser extremamente restritos na segunda fase (cutting). A dica é comer de três em três horas e evitar gorduras, frituras, doces e guloseimas. O atleta deve preferir frutas, legumes, saladas, alimentos integrais (fibras), leites e derivados desnatados ou semidesnatados, completa Bianca.
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| Sem restrições à ingestão de gorduras, indivíduo ganha massa gorda e engorda. Foto: © Garuti | Dreamstime Stock Photos & Stock Free Images |
Dieta - Segundo a nutricionista, deve-se tomar cuidado ao seguir dietas da moda, porque cada pessoa tem a sua necessidade energética e pode ingerir mais ou menos do que organismo precisa. Para a síntese e manutenção da massa magra, a dieta deve ser seguida, bem como as recomendações nutricionais, mantendo sempre o equilíbrio
Bianca conta que um erro bastante comum é as pessoas acreditarem que alimentos ricos em carboidratos devem ser eliminado das refeições. Uma das principais funções dos carboidratos é fornecer energia imediata para a contração muscular, de forma muito mais eficiente em comparação com os lipídeos, o que promove ganho de massa magra e, em médio e longo prazo, a perda de massa gorda, diz.
A ingestão de proteínas também é necessária, porém não em grandes quantidades. O excesso de proteínas é oxidada na mitocôndria e não é direcionada para a síntese muscular, complementa a profissional.
Suplementação - O suplemento adequado e controlado, aliado à uma dieta e exercícios, ajuda a trazer resultados positivos mais rápidos. Porém, não são todas as substâncias que ajudarão o atleta, por isso um/(a) nutricionista sempre deve ser consultado antes de consumi-las.
Bianca também alerta para a necessidade de uma alimentação saudável. Os suplementos que trazem maiores resultados para a finalidade em ganho de massa magra são, estimulantes ou proteínas ou principalmente creatinina,conclui.
Com a correria do dia a dia, fica difícil encontrar tempo para praticar alguma atividade física e o final de semana parece propício para uma caminhada ou corrida no parque. Porém, estabelecer um treino somente nesses dias e acreditar que está apto a competir é uma armadilha que traz grandes consequências.
De acordo com o fisiologista do exercício e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Dr. Paulo Roberto Correia, fazer exercícios nos dias de descanso faz bem para a saúde, mas não quando o objetivo é superação. Neste caso, não existe uma programação, portanto essas pessoas não estão acostumadas com o treinamento e o seu organismo não está preparado para esse esforço, explica.
Pets na corrida: quando levar o amigo de quatro patas para provas
O especialista também explica que, para ser considerado um atleta, é preciso treinamento e competição. Um atleta de elite treina todos os dias, tem uma boa alimentação e um descanso de qualidade. Porém, é possível competir normalmente com uma rotina de treino três vezes por semana, não menos que isso, afirma.
Essa programação é necessária para que o organismo se habitue com o esforço, seja capaz de aumentar distâncias e diminuir o tempo. A recuperação de um treino de resistência é rápida, cerca de oito horas depois a pessoa é capaz de fazer até o mesmo tempo. Passado 48 horas, o corpo conserva o efeito desse treinamento, porém depois disso o ganho é perdido, conta o fisiologista.
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| Treinar de final de semana é saudável, desde que não seja para competições. Foto: Gloria Cheng/ stock.xchng |
Sem preparo - Quando o esportista insiste em ultrapassar seus limites, mesmo sem preparo, ele passa mal e pode sofrer com o desconforto. O primeiro sinal que o corpo dá são as dores musculares e cãimbras. Depois, podem ocorrer processos inflamatórios que tornam-se crônicos e ficam muito mais difíceis de serem tratados, orienta Dr. Paulo Roberto.
Atletas consideram Maratona dos Perdidos prova mais difícil do Brasil
O profissional também conta que é comum o treino ser mais desgastante para que o atleta tenha mais facilidade na hora da competição. "Quando o treinamento ocorre somente no final de semana, certamente essas pessoas irão sofrer na prova, conclui.
Por isso, manter um ritmo leve, alimentar-se bem e respeitar os limites do organismo são pré-requisitos para um bom treinamento no final de semana.
Atletismo · 31 jul, 2013
Com a correria do dia a dia, fica difícil encontrar tempo para praticar alguma atividade física e o final de semana parece propício para uma caminhada ou corrida no parque. Porém, estabelecer um treino somente nesses dias e acreditar que está apto a competir é uma armadilha que traz grandes consequências.
De acordo com o fisiologista do exercício e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Dr. Paulo Roberto Correia, fazer exercícios nos dias de descanso faz bem para a saúde, mas não quando o objetivo é superação. Neste caso, não existe uma programação, portanto essas pessoas não estão acostumadas com o treinamento e o seu organismo não está preparado para esse esforço, explica.
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O especialista também explica que, para ser considerado um atleta, é preciso treinamento e competição. Um atleta de elite treina todos os dias, tem uma boa alimentação e um descanso de qualidade. Porém, é possível competir normalmente com uma rotina de treino três vezes por semana, não menos que isso, afirma.
Essa programação é necessária para que o organismo se habitue com o esforço, seja capaz de aumentar distâncias e diminuir o tempo. A recuperação de um treino de resistência é rápida, cerca de oito horas depois a pessoa é capaz de fazer até o mesmo tempo. Passado 48 horas, o corpo conserva o efeito desse treinamento, porém depois disso o ganho é perdido, conta o fisiologista.
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| Treinar de final de semana é saudável, desde que não seja para competições. Foto: Gloria Cheng/ stock.xchng |
Sem preparo - Quando o esportista insiste em ultrapassar seus limites, mesmo sem preparo, ele passa mal e pode sofrer com o desconforto. O primeiro sinal que o corpo dá são as dores musculares e cãimbras. Depois, podem ocorrer processos inflamatórios que tornam-se crônicos e ficam muito mais difíceis de serem tratados, orienta Dr. Paulo Roberto.
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O profissional também conta que é comum o treino ser mais desgastante para que o atleta tenha mais facilidade na hora da competição. "Quando o treinamento ocorre somente no final de semana, certamente essas pessoas irão sofrer na prova, conclui.
Por isso, manter um ritmo leve, alimentar-se bem e respeitar os limites do organismo são pré-requisitos para um bom treinamento no final de semana.
É cada vez mais comum ver atletas cruzarem a linha de chegada passando mal, vomitando e até desmaiando por conta do esforço físico por qual acabou de passar. Porém, será que é mesmo normal que o corpo reaja desta forma à atividade física?
De acordo com o fisiologista do esporte e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Dr. Paulo Roberto Correia, essas reações fisiológicas estão longe de serem consideradas normais. Vômitos e desmaios não deveriam acontecer. Tudo isso ocorre quando o atleta ultrapassa os limites do seu corpo ou pelo uso de substâncias estimulantes, que fazem com o que o organismo extrapole, explica.
Testes de pisada e palmilhas mitos e verdades
A corredora de longas distâncias e blogueira do Webrun, Rosália Camargo, é uma atleta que já se acostumou com os desmaios constantes. Eles (os desmaios) acontecem sempre depois que eu cruzo a linha de chegada, mas só quando não vou para o soro. A única vez que eu cheguei a apagar no meio do percurso foi na Transvulcânia (ESP), prova de 83 quilômetros, este ano, diz.
Depois de notar que os desmaios só ocorriam nas provas, Rosália não procurou orientação médica. Acho que sempre acontece porque eu me esforço muito nas provas. Por exemplo, já corri na K21 Arraial do Cabo e cheguei a desmaiar na linha de chegada, porque não tinha soro no posto médico. Também me alimento pouco durante percursos longos e isso pode influenciar, afirma.
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| Falta de preparo é um dos principais fatores para mal estar. Foto: Cultura/ZUMAPRESS/Fotoarena |
Repetições - Apesar da frequência, Dr. Paulo Roberto explica que não existem danos neurológicos quando o esportista desmaia. O corpo desliga justamente para preservar o sistema nervoso das lesões e não ter sequelas. Já os vômitos acabam trazendo sérios problemas para o esôfago e sistema gastrointestinal, pois que todo o suco gástrico terá que voltar, conta.
Segundo o profissional, somente em uma situação os vômitos são admitidos: durante os treinos. Quando o atleta está em treinamento, o objetivo é superar sua marca e diminuir o tempo, por isso os esforços além do seu próprio limite acontecem. Porém, quando o vômito ocorre durante a prova, significa despreparo. Muitos amadores fazem treino de elite sem terem o organismo pronto para isso, orienta.
Doping no esporte: entenda como as substâncias agem no corpo humano
Postos de hidratação - É comum o atleta estar focado em seu objetivo e decidir pular os postos de hidratação, porém isso é um erro. Quando o atleta se sente mal é porque alguma coisa está errada. Um dos principais fatores é a falta de alimentação ou hidratação durante o percurso, discorre o fisiologista.
Muitas provas no calendário - Outro fator que aumenta a frequência dos casos em competições é a quantidade de provas para qual o esportista se inscreve. É comum o atleta treinar para participar de uma ou duas maratonas por ano, mas ele não deve correr em percursos pequenos, de cinco e dez quilômetros, nesse meio tempo, conclui.
Atletismo · 30 jul, 2013
É cada vez mais comum ver atletas cruzarem a linha de chegada passando mal, vomitando e até desmaiando por conta do esforço físico por qual acabou de passar. Porém, será que é mesmo normal que o corpo reaja desta forma à atividade física?
De acordo com o fisiologista do esporte e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Dr. Paulo Roberto Correia, essas reações fisiológicas estão longe de serem consideradas normais. Vômitos e desmaios não deveriam acontecer. Tudo isso ocorre quando o atleta ultrapassa os limites do seu corpo ou pelo uso de substâncias estimulantes, que fazem com o que o organismo extrapole, explica.
Testes de pisada e palmilhas mitos e verdades
A corredora de longas distâncias e blogueira do Webrun, Rosália Camargo, é uma atleta que já se acostumou com os desmaios constantes. Eles (os desmaios) acontecem sempre depois que eu cruzo a linha de chegada, mas só quando não vou para o soro. A única vez que eu cheguei a apagar no meio do percurso foi na Transvulcânia (ESP), prova de 83 quilômetros, este ano, diz.
Depois de notar que os desmaios só ocorriam nas provas, Rosália não procurou orientação médica. Acho que sempre acontece porque eu me esforço muito nas provas. Por exemplo, já corri na K21 Arraial do Cabo e cheguei a desmaiar na linha de chegada, porque não tinha soro no posto médico. Também me alimento pouco durante percursos longos e isso pode influenciar, afirma.
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| Falta de preparo é um dos principais fatores para mal estar. Foto: Cultura/ZUMAPRESS/Fotoarena |
Repetições - Apesar da frequência, Dr. Paulo Roberto explica que não existem danos neurológicos quando o esportista desmaia. O corpo desliga justamente para preservar o sistema nervoso das lesões e não ter sequelas. Já os vômitos acabam trazendo sérios problemas para o esôfago e sistema gastrointestinal, pois que todo o suco gástrico terá que voltar, conta.
Segundo o profissional, somente em uma situação os vômitos são admitidos: durante os treinos. Quando o atleta está em treinamento, o objetivo é superar sua marca e diminuir o tempo, por isso os esforços além do seu próprio limite acontecem. Porém, quando o vômito ocorre durante a prova, significa despreparo. Muitos amadores fazem treino de elite sem terem o organismo pronto para isso, orienta.
Doping no esporte: entenda como as substâncias agem no corpo humano
Postos de hidratação - É comum o atleta estar focado em seu objetivo e decidir pular os postos de hidratação, porém isso é um erro. Quando o atleta se sente mal é porque alguma coisa está errada. Um dos principais fatores é a falta de alimentação ou hidratação durante o percurso, discorre o fisiologista.
Muitas provas no calendário - Outro fator que aumenta a frequência dos casos em competições é a quantidade de provas para qual o esportista se inscreve. É comum o atleta treinar para participar de uma ou duas maratonas por ano, mas ele não deve correr em percursos pequenos, de cinco e dez quilômetros, nesse meio tempo, conclui.
No último domingo (28/7) ocorreu a primeira Cãorrida no Shopping Aricanduva (SP), em que os inscritos puderam levar seus animais de estimação para participar da corrida de um ou dois quilômetros, ou caminhar por um quilômetro. Porém, será que cachorros de todas as raças podem praticar o esporte?
De acordo com o veterinário Ernane de Oliveira, o importante não é a raça, mas sim os limites do cão. O bom senso deve prevalecer: por mais que um cachorro de pequeno porte seja atlético, levá-lo para uma prova de longa distância nas montanhas pode não ser uma boa ideia, explica.
Doping no esporte: entenda como as substâncias agem no corpo humano
Primeiras patadas - Começar com caminhadas no quarteirão ou passeios curtos no parque é uma boa forma de incentivar o animal a gostar do hábito de se exercitar. O cachorro tem que evoluir no treino, assim como o ser humano. Não dá pra começar o treinamento correndo uma maratona, conta o veterinário.
Outra dica é ficar atento para os sinais que o cão passa durante o treino: pedir colo é sinônimo de fadiga. O atleta deve prestar atenção nos postos de hidratação e oferecer sempre. A alimentação antes de sair de casa deve ser a mesma, sempre balanceada, completa Ernane.
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| É aconselhável levar cães adultos para os treinos, já que a energia dos filhotes deve estar voltada para o seu crescimento. Foto: Edgar Olivera/ stock.xchng |
Para os atletas que desejam levar o bichinho para as provas, mas não têm tempo de levar para passear diariamente, existe solução. A caminhada ou corrida moderada na esteira é saudável, desde que existam pausas para a hidratação e que o dono ofereça um longo descanso no final, diz.
Chegar em casa depois de um passeio de dez ou 20 minutos e oferecer um petisco como uma forma de recompensa pela atividade é um hábito saudável para que o cão crie um vinculo positivo com a corrida.
Comprar o tênis específico para cada pisada é necessário?
Filhotes - Apesar dos filhotes serem mais ativos, deve-se levar o cão adulto para treinar. Os cães mais novos devem ter toda a energia direcionada para o crescimento. É como uma criança: não deve fazer atividades que demandem um grande esforço físico para não desviar a energia do corpo, discorre o profissional.
Outra questão importante de lembrar é manter a caderneta de vacinação sempre em dia. Antes de levar o cachorro para qualquer ambiente externo é necessário vaciná-lo para que não haja contaminação por outros cães, conclui.
Atletismo · 29 jul, 2013
No último domingo (28/7) ocorreu a primeira Cãorrida no Shopping Aricanduva (SP), em que os inscritos puderam levar seus animais de estimação para participar da corrida de um ou dois quilômetros, ou caminhar por um quilômetro. Porém, será que cachorros de todas as raças podem praticar o esporte?
De acordo com o veterinário Ernane de Oliveira, o importante não é a raça, mas sim os limites do cão. O bom senso deve prevalecer: por mais que um cachorro de pequeno porte seja atlético, levá-lo para uma prova de longa distância nas montanhas pode não ser uma boa ideia, explica.
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Primeiras patadas - Começar com caminhadas no quarteirão ou passeios curtos no parque é uma boa forma de incentivar o animal a gostar do hábito de se exercitar. O cachorro tem que evoluir no treino, assim como o ser humano. Não dá pra começar o treinamento correndo uma maratona, conta o veterinário.
Outra dica é ficar atento para os sinais que o cão passa durante o treino: pedir colo é sinônimo de fadiga. O atleta deve prestar atenção nos postos de hidratação e oferecer sempre. A alimentação antes de sair de casa deve ser a mesma, sempre balanceada, completa Ernane.
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| É aconselhável levar cães adultos para os treinos, já que a energia dos filhotes deve estar voltada para o seu crescimento. Foto: Edgar Olivera/ stock.xchng |
Para os atletas que desejam levar o bichinho para as provas, mas não têm tempo de levar para passear diariamente, existe solução. A caminhada ou corrida moderada na esteira é saudável, desde que existam pausas para a hidratação e que o dono ofereça um longo descanso no final, diz.
Chegar em casa depois de um passeio de dez ou 20 minutos e oferecer um petisco como uma forma de recompensa pela atividade é um hábito saudável para que o cão crie um vinculo positivo com a corrida.
Comprar o tênis específico para cada pisada é necessário?
Filhotes - Apesar dos filhotes serem mais ativos, deve-se levar o cão adulto para treinar. Os cães mais novos devem ter toda a energia direcionada para o crescimento. É como uma criança: não deve fazer atividades que demandem um grande esforço físico para não desviar a energia do corpo, discorre o profissional.
Outra questão importante de lembrar é manter a caderneta de vacinação sempre em dia. Antes de levar o cachorro para qualquer ambiente externo é necessário vaciná-lo para que não haja contaminação por outros cães, conclui.
Mesmo com a previsão do aumento de temperatura para esta semana, o amanhecer e o anoitecer ainda prometem temperaturas baixas. Por isso, para os corredores que não abrem mão de se exercitar no inverno a Salomon lança a Super Fast Jacket II, uma jaqueta corta-vento que deixa o atleta aquecido até nos dias mais frios.
The North Face lança colete para ajudar atletas a encarar o frio
De acordo com a marca, uma das maiores preocupações é conseguir manter a temperatura do corpo do esportista sem prejudicar seu treino. Por isso, a nova peça do vestuário é leve (450 gramas) e feita de lã, sem pesar.
Para garantir que a pele transpire adequadamente, um tecido sintético baseado na seda permite que haja ventilação. A jaqueta também conta com uma entrada elástica para os polegares nas mangas, que impede que a roupa suba pelos braços quando o atleta se movimenta.
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| Jaqueta custa cerca de R$ 449,90. Foto: Divulgação/ Salomon |
Segurança - Outro acessório indispensável que faz parte do lançamento são as fitas refletoras na frente e nas costas dos atletas. As faixas são necessárias para treinos noturnos.
OMS e CRN não sabem causas da obesidade
Onde e quanto - Os atletas que quiserem obter a novidade terão que desembolsar R$ 449,90 na Loja Salomon (Avenida Cidade Jardim, 870, Jardim Paulistano).
Atletismo · 29 jul, 2013
Mesmo com a previsão do aumento de temperatura para esta semana, o amanhecer e o anoitecer ainda prometem temperaturas baixas. Por isso, para os corredores que não abrem mão de se exercitar no inverno a Salomon lança a Super Fast Jacket II, uma jaqueta corta-vento que deixa o atleta aquecido até nos dias mais frios.
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De acordo com a marca, uma das maiores preocupações é conseguir manter a temperatura do corpo do esportista sem prejudicar seu treino. Por isso, a nova peça do vestuário é leve (450 gramas) e feita de lã, sem pesar.
Para garantir que a pele transpire adequadamente, um tecido sintético baseado na seda permite que haja ventilação. A jaqueta também conta com uma entrada elástica para os polegares nas mangas, que impede que a roupa suba pelos braços quando o atleta se movimenta.
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| Jaqueta custa cerca de R$ 449,90. Foto: Divulgação/ Salomon |
Segurança - Outro acessório indispensável que faz parte do lançamento são as fitas refletoras na frente e nas costas dos atletas. As faixas são necessárias para treinos noturnos.
OMS e CRN não sabem causas da obesidade
Onde e quanto - Os atletas que quiserem obter a novidade terão que desembolsar R$ 449,90 na Loja Salomon (Avenida Cidade Jardim, 870, Jardim Paulistano).
Para não sofrer com as baixas temperaturas enquanto corre, a The North Face lançou um colete corta vento da linha Summit Series. Batizado de A-Back Hybrid Down, a nova peça de vestuário foi produzida para manter o corpo quente nos dias mais frios e ainda deixar a pele respirar.
Uma das novidades é o sistema de retenção do calor do colete, que é feito com 700 plumas de ganso por centímetro cúbico. Para manter as mãos aquecidas, a peça também conta com bolsos laterais.
Dependendo do grau de altitude a qual o corredor se submete, a quantidade de oxigênio diminui consideravelmente, fazendo com que o organismo se esforce para funcionar. Esse esforço pode resultar em um aumento na quantidade de suor, que evapora graças ao sistema de repispirabilidade.
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| Colete tem faixas defletoras na frente e nas costas. Foto: Divulgação/ The North Face |
Para os corredores que gostam de treinar à noite, a peça apresenta defletores finos na parte da frente e nas costas. Painéis de tecido elástico garantem maior mobilidade e conforto dos braços.
Os atletas que gostaram do lançamento terão que desembolsar cerca de R$ 897 pelo colete, preço sugerido pela marca.
Onde encontrar: - www.thenorthface.com.br
Atletismo · 26 jul, 2013
Para não sofrer com as baixas temperaturas enquanto corre, a The North Face lançou um colete corta vento da linha Summit Series. Batizado de A-Back Hybrid Down, a nova peça de vestuário foi produzida para manter o corpo quente nos dias mais frios e ainda deixar a pele respirar.
Uma das novidades é o sistema de retenção do calor do colete, que é feito com 700 plumas de ganso por centímetro cúbico. Para manter as mãos aquecidas, a peça também conta com bolsos laterais.
Dependendo do grau de altitude a qual o corredor se submete, a quantidade de oxigênio diminui consideravelmente, fazendo com que o organismo se esforce para funcionar. Esse esforço pode resultar em um aumento na quantidade de suor, que evapora graças ao sistema de repispirabilidade.
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| Colete tem faixas defletoras na frente e nas costas. Foto: Divulgação/ The North Face |
Para os corredores que gostam de treinar à noite, a peça apresenta defletores finos na parte da frente e nas costas. Painéis de tecido elástico garantem maior mobilidade e conforto dos braços.
Os atletas que gostaram do lançamento terão que desembolsar cerca de R$ 897 pelo colete, preço sugerido pela marca.
Onde encontrar: - www.thenorthface.com.br
Saiu dia 28 de Maio nos jornais a notícia que a Organização Mundial da Saúde (OMS) procura limitar a obesidade no mundo, ao estimular as autoridades nacionais a estudar possíveis impostos sobre os alimentos e bebidas prejudiciais à saúde. Como muito bem disse um grande amigo meu: imagine quanta besteira não virá associada.
Voltando ao âmbito nacional, após um quadro no programa do Gugu na TV Record onde uma nutricionista falou um pouco sobre alguns mitos da nutrição, o Conselho Regional de Nutrição publicou a seguinte besteira: O CRN-3 informa a todos os inscritos que se sentiram incomodados com as orientações nutricionais equivocadas veiculadas (...) que já estão sendo tomadas as providências cabíveis, a fim de que esta situação não se repita. (...) É dever do profissional da área da nutrição (...) se certificar de que as orientações divulgadas estejam sempre em conformidade com o que preconiza o Guia Alimentar para a População Brasileira. Desta forma, o CRN-3 manifesta seu repúdio a qualquer tipo de informação irresponsável dada por nutricionistas, que pode levar à aquisição de hábitos alimentares que comprometem a saúde da população, e reitera que fará todo o possível para que haja a devida retratação das informações equivocadas/sem embasamento científico veiculadas.
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| Causas da obesidade não são claras para justificar medidas da OMS e CRN Foto: Tips/ Zumapress/ Fotoarena |
O CRN-3 funciona basicamente como qualquer outro conselho de qualquer campo da atividade humana, já que ele chama para si a exclusividade de dizer quem pode e o que pode pregar. Isso se chama reserva de mercado, mas eles dirão que é para o seu bem. O que ele chama de embasamento científico é uma série de achismos e observações tortas disfarçadas de epidemiologias e ciências.
Consulte o Guia Alimentar para a População Brasileira e você terá acesso ao tal embasamento científico.
Esse é o problema quando você tem reserva de mercado com profissionais que são obrigados a seguir uma cartilha desenhada e feita sem ciência, como é a nutrição no que diz respeito ao emagrecimento. Nas últimas décadas o problema da obesidade apenas aumentou, as recomendações se provam inúteis e contraproducentes, e mesmo assim querem aumentar a dose do remédio.
O problema de você ter que seguir o que diz uma OMS e um CRN-3 é que eles não sabem a solução, mas querem a exclusividade para resolver o problema. Não são capazes de provar seu ponto daquilo que causa da obesidade, mas querem dizer quais alimentos consumir. Como a obesidade é uma questão muito complexa, o que assusta é que se formos seguir o que eles pedem (menos calorias, menos gordura, porcentualmente mais carboidrato e mais atividade física), tudo só tende a se agravar.
Atletismo · 26 jul, 2013
Saiu dia 28 de Maio nos jornais a notícia que a Organização Mundial da Saúde (OMS) procura limitar a obesidade no mundo, ao estimular as autoridades nacionais a estudar possíveis impostos sobre os alimentos e bebidas prejudiciais à saúde. Como muito bem disse um grande amigo meu: imagine quanta besteira não virá associada.
Voltando ao âmbito nacional, após um quadro no programa do Gugu na TV Record onde uma nutricionista falou um pouco sobre alguns mitos da nutrição, o Conselho Regional de Nutrição publicou a seguinte besteira: O CRN-3 informa a todos os inscritos que se sentiram incomodados com as orientações nutricionais equivocadas veiculadas (...) que já estão sendo tomadas as providências cabíveis, a fim de que esta situação não se repita. (...) É dever do profissional da área da nutrição (...) se certificar de que as orientações divulgadas estejam sempre em conformidade com o que preconiza o Guia Alimentar para a População Brasileira. Desta forma, o CRN-3 manifesta seu repúdio a qualquer tipo de informação irresponsável dada por nutricionistas, que pode levar à aquisição de hábitos alimentares que comprometem a saúde da população, e reitera que fará todo o possível para que haja a devida retratação das informações equivocadas/sem embasamento científico veiculadas.
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| Causas da obesidade não são claras para justificar medidas da OMS e CRN Foto: Tips/ Zumapress/ Fotoarena |
O CRN-3 funciona basicamente como qualquer outro conselho de qualquer campo da atividade humana, já que ele chama para si a exclusividade de dizer quem pode e o que pode pregar. Isso se chama reserva de mercado, mas eles dirão que é para o seu bem. O que ele chama de embasamento científico é uma série de achismos e observações tortas disfarçadas de epidemiologias e ciências.
Consulte o Guia Alimentar para a População Brasileira e você terá acesso ao tal embasamento científico.
Esse é o problema quando você tem reserva de mercado com profissionais que são obrigados a seguir uma cartilha desenhada e feita sem ciência, como é a nutrição no que diz respeito ao emagrecimento. Nas últimas décadas o problema da obesidade apenas aumentou, as recomendações se provam inúteis e contraproducentes, e mesmo assim querem aumentar a dose do remédio.
O problema de você ter que seguir o que diz uma OMS e um CRN-3 é que eles não sabem a solução, mas querem a exclusividade para resolver o problema. Não são capazes de provar seu ponto daquilo que causa da obesidade, mas querem dizer quais alimentos consumir. Como a obesidade é uma questão muito complexa, o que assusta é que se formos seguir o que eles pedem (menos calorias, menos gordura, porcentualmente mais carboidrato e mais atividade física), tudo só tende a se agravar.
Alimentação · 17 jun, 2026
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