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Alimentação saudável dispensa uso de cosméticos e garante saúde e beleza

Atualmente as drogarias estão reservando cada vez mais espaço em seu estoque para abrigar os múltiplos produtos cosméticos, que prometem saúde e beleza. Porém, manter uma alimentação saudável pode trazer todos os benefícios encontrados nas cápsulas ou cremes espalhados pelas prateleiras.

Segundo a nutricionista da empresa Personal Diet, Joyce Nunes de Oliveira, cabelos sedosos, pele hidratada e sem acne, além de unhas fortes têm relação direta com o que comemos. “A alimentação equilibrada e balanceada é o que fornece as vitaminas e minerais essenciais para essas áreas do corpo”, informa.

Água de coco: bom para a pele, saúde e cabelos!

Pele - Além de prejudicar a saúde do fígado, a ingestão de álcool em excesso também pode aumentar a oleosidade da pele. “Os alimentos como o leite de vaca, açúcar ou uma dieta rica em aminoácidos e gorduras, sejam insaturadas, saturadas ou trans, devem ser evitados por pessoas que apresentam pele oleosa, pois aumenta o trabalho das glândulas sebáceas, o que gera acne”, completa a nutricionista.

Para pessoas com pele seca, a sugestão é ingerir alimentos com menos gordura e grande teor de água. “Melancia, abacaxi, melão, pêra, laranja e limão são ótimos hidratantes. O adequado é que se busque uma dieta rica e mesclada em frutas, legumes e verduras, respeitando a quantidade ideal diária, para cada indivíduo, de carboidratos, proteínas e gorduras”, indica Joyce.

Outro segredo para ter uma pele aveludada é dar um basta nas comidas fast food, que são repletas de gordura. “Os alimentos industrializados, com muito corante e conservante, como os salgadinhos, só fazem mal à beleza. Além deles, a combinação de hambúrguer e batata frita, cheia de gordura, também não ajuda a deixar a pele e o cabelo mais vistosos”, afirma a profissional de saúde.

Alimentação balanceada dispensa uso de produtos estéticos. Foto: Beermug / stock.xchng
Alimentação balanceada dispensa uso de produtos estéticos. Foto: Beermug / stock.xchng

Cabelos - De acordo com Joyce, alimentos ricos em zinco, manganês, selênio e ferro, assim como vitaminas C, K e complexo B são essenciais para dar vitalidade aos fios. “Produtos ricos em enxofre também devem ser introduzidos na dieta, pois a substância é um mineral básico para a formação de queratina, proteína que dá estrutura às madeixas”, conta.

A nutricionista também lembra que fios bem nutridos resistem melhor a agressões externas, diferente de quando estão pobres, com um bulbo capilar enfraquecido. “Para ter cabelos fortes, a dieta deve ser rica em proteínas de alto valor biológico, como carne, peixe, ovos, iogurte desnatado, verduras, frutas, sementes oleaginosas, grãos e cereais integrais”, enumera.

Gripe: alimentação pode ajudar o sistema imunológico

Unhas - Não adianta nada marcar hora toda semana na manicure se a alimentação não está sendo suficiente para manter as unhas fortes. Para isso, a profissional recomenda a ingestão de biotina, uma substância presente em peixes de água salgada, gema cozida e grãos integrais.

As vitaminas do complexo B e aminoácidos também são bem-vindas. “Não esqueça de colocar na dieta alimentos ricos em vitamina C, encontrada na laranja, limão, morango e goiaba, além de vitamina E, presente em vegetais de folhas verde escura e oleaginosas”, complementa Joyce.

Quando as unhas ficam quebradiças ou esbranquiçadas, é um alerta do organismo para carência de cálcio, zinco e magnésio. “Recorra a sementes de abóbora e girassol sem casca, brócolis, couve-de-bruxelas, lentilha, repolho, carnes magras, feijões e cereais integrais. Essa são boas fontes desses minerais fortalecem as unhas e as deixam mais bonitas e resistentes”, conclui a nutricionista.


Alimentação saudável dispensa uso de cosméticos e garante saúde e beleza

Atletismo · 27 ago, 2013

Atualmente as drogarias estão reservando cada vez mais espaço em seu estoque para abrigar os múltiplos produtos cosméticos, que prometem saúde e beleza. Porém, manter uma alimentação saudável pode trazer todos os benefícios encontrados nas cápsulas ou cremes espalhados pelas prateleiras.

Segundo a nutricionista da empresa Personal Diet, Joyce Nunes de Oliveira, cabelos sedosos, pele hidratada e sem acne, além de unhas fortes têm relação direta com o que comemos. “A alimentação equilibrada e balanceada é o que fornece as vitaminas e minerais essenciais para essas áreas do corpo”, informa.

Água de coco: bom para a pele, saúde e cabelos!

Pele - Além de prejudicar a saúde do fígado, a ingestão de álcool em excesso também pode aumentar a oleosidade da pele. “Os alimentos como o leite de vaca, açúcar ou uma dieta rica em aminoácidos e gorduras, sejam insaturadas, saturadas ou trans, devem ser evitados por pessoas que apresentam pele oleosa, pois aumenta o trabalho das glândulas sebáceas, o que gera acne”, completa a nutricionista.

Para pessoas com pele seca, a sugestão é ingerir alimentos com menos gordura e grande teor de água. “Melancia, abacaxi, melão, pêra, laranja e limão são ótimos hidratantes. O adequado é que se busque uma dieta rica e mesclada em frutas, legumes e verduras, respeitando a quantidade ideal diária, para cada indivíduo, de carboidratos, proteínas e gorduras”, indica Joyce.

Outro segredo para ter uma pele aveludada é dar um basta nas comidas fast food, que são repletas de gordura. “Os alimentos industrializados, com muito corante e conservante, como os salgadinhos, só fazem mal à beleza. Além deles, a combinação de hambúrguer e batata frita, cheia de gordura, também não ajuda a deixar a pele e o cabelo mais vistosos”, afirma a profissional de saúde.

Alimentação balanceada dispensa uso de produtos estéticos. Foto: Beermug / stock.xchng
Alimentação balanceada dispensa uso de produtos estéticos. Foto: Beermug / stock.xchng

Cabelos - De acordo com Joyce, alimentos ricos em zinco, manganês, selênio e ferro, assim como vitaminas C, K e complexo B são essenciais para dar vitalidade aos fios. “Produtos ricos em enxofre também devem ser introduzidos na dieta, pois a substância é um mineral básico para a formação de queratina, proteína que dá estrutura às madeixas”, conta.

A nutricionista também lembra que fios bem nutridos resistem melhor a agressões externas, diferente de quando estão pobres, com um bulbo capilar enfraquecido. “Para ter cabelos fortes, a dieta deve ser rica em proteínas de alto valor biológico, como carne, peixe, ovos, iogurte desnatado, verduras, frutas, sementes oleaginosas, grãos e cereais integrais”, enumera.

Gripe: alimentação pode ajudar o sistema imunológico

Unhas - Não adianta nada marcar hora toda semana na manicure se a alimentação não está sendo suficiente para manter as unhas fortes. Para isso, a profissional recomenda a ingestão de biotina, uma substância presente em peixes de água salgada, gema cozida e grãos integrais.

As vitaminas do complexo B e aminoácidos também são bem-vindas. “Não esqueça de colocar na dieta alimentos ricos em vitamina C, encontrada na laranja, limão, morango e goiaba, além de vitamina E, presente em vegetais de folhas verde escura e oleaginosas”, complementa Joyce.

Quando as unhas ficam quebradiças ou esbranquiçadas, é um alerta do organismo para carência de cálcio, zinco e magnésio. “Recorra a sementes de abóbora e girassol sem casca, brócolis, couve-de-bruxelas, lentilha, repolho, carnes magras, feijões e cereais integrais. Essa são boas fontes desses minerais fortalecem as unhas e as deixam mais bonitas e resistentes”, conclui a nutricionista.

Shaker portátil promete dissolver suplementos por completo

Atletismo · 23 ago, 2013

Apesar dos fabricantes de suplementos tentarem sempre diminuir o gosto ruim dos produtos com o uso de sabores artificiais, uma coisa ainda incomoda os usuários: a difícil dissolução do produto em água. Mesmo com o uso de liquidificadores, não é raro a substância final ficar “empelotada”.

Por isso, a empresa EsportePlay coloca no mercado o Shaker MixerTwist, uma espécie de liquidificador portátil, que não utiliza lâminas para misturar o suplemento. A vantagem do produto é a facilidade que o atleta tem de levá-lo para os treinos na academia, parques ou até em trilhas.

O shaker possui um motor de nove RPM, por isso consegue misturar os ingredientes com rapidez e facilidade, porém não processa alimentos sólidos, como frutas. Com funcionamento a pilha, a novidade dispensa o uso de fios e a mistura pode ser bebida direto do recipiente.

Produto também tem versão na cor rosa. Foto: Divulgação/ EsportePlay
Produto também tem versão na cor rosa. Foto: Divulgação/ EsportePlay

O Shaker MixerTwist é vendido em duas medidas, 350 ml e 800 mil, com preço de R$ 88 e R$ 99 respectivamente. Os interessados podem garantir o produto no site esporteplay.com.br.

Quer saber como o aparelho funciona? Então confira o vídeo:

Americanos criam fone sem fio para ser utilizado atrás da orelha

Atletismo · 15 ago, 2013

Existem pessoas que não abrem mão de escutar a música preferida enquanto praticam exercício, um hábito que pode ser gostoso e perigoso ao mesmo tempo, já que com o acessório é impossível perceber o que acontece ao redor. Porém, é comum sentir um desconforto com os auriculares, que podem sair facilmente da orelha ou até atrapalhar o treino de outros esportistas.

Por isso, um grupo de professores e pesquisadores norte americanos criou o Sound Band, um fone de ouvido que dispensa o uso de auto-falantes, não tem fios e não bloqueia a audição para sons externos. A novidade também se ajusta pelo pescoço e funciona por meio de vibrações atrás da orelha.

Fomes ficam mudos quando não estão encostados em nada. Foto: Divulgação/ Hybra Advance Technology
Fomes ficam mudos quando não estão encostados em nada. Foto: Divulgação/ Hybra Advance Technology

Por meio de uma tecnologia chamada “surface sound technology”, o usuário pode utilizar os fones enquanto conversa ou fala no telefone. Quando não está próximo a nada, ele fica completamente mudo.

O aparelho ainda não foi lançado no mercado porque os criadores necessitavam de um recurso financeiro de 175 mil dólares. Porém, faltando 29 dias para as ofertas acabarem, foi arrecadado 350.780 mil dólares. A partir de 75 dólares, o investidor leva o aparelho para casa.

Para saber mais sobre a novidade, confira o vídeo abaixo:


Spray, gel, creme…afinal, os anti-inflamatórios cutâneos funcionam?

Com promessa de alívio imediato da dor, os anti-inflamatórios cutâneos chamam a atenção de quem não vê a hora de se livrar do desconforto que as lesões causam. Os produtos, que muitas vezes contam com mentol e cânfora na formulação, trazem uma sensação de conforto no local, mas será que funcionam?

Segundo o fisioterapeuta e colunista do Webrun, Claudio Cotter, o medicamento presente em sprays, géis, cremes ou emplastros não conseguem chegar até o músculo. “A penetração desses anti-inflamatórios é muito pequena, por isso não é comum os profissionais receitarem o seu uso”, explica.

O que é melhor na hora da lesão? Bolsa de gelo ou água quente?

Porém, muitos atletas consideram a ação do produto excelente e afirmam que a sensação de alívio de fato acontece. “As pessoas utilizam por conta da sensação que têm na pele, de gelado ou calor, e não pela reação no músculo. É um efeito placebo, mas existe”, comenta o fisioterapeuta.

Além disso, o fisiologista e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Paulo Roberto Correia, alerta para as consequências do uso. “Esses produtos são vasodilatadores, significa que ele fará com que a circulação naquela região sejá exarcebada. Portanto, ao invés de diminuir o edema, ele irá aumentar, fazendo o local ficar mais roxo e inchado do que deveria”, diz.

Medicamentos presentes em anti-inflamatórios cutâneos não alcançam o músculo. Foto: Vullioud Pierre-André/ stock.xchng
Medicamentos presentes em anti-inflamatórios cutâneos não alcançam o músculo. Foto: Vullioud Pierre-André/ stock.xchng

Diferença entre os produtos - De acordo com Claudio, a única diferença entre a embalagem dos anti-inflamatórios é a praticidade e o preço. “Os sprays normalmente são utilizados por atletas, que não terão como lavar a mão em seguida. Os cremes, mais baratos, podem ser aplicados em casa mesmo”, conta.

O medicamento encontrado nos emplastros é o mesmo, mas a ação costuma ser um pouco diferente. “Esses produtos concentram a ação das substâncias no mesmo local por mais tempo, mas não fazem diferença no músculo. A única coisa que irá acontecer é o atleta ter a sensação de conforto na pele por mais tempo”, argumenta Cotter.

Conheça três fatores que podem te afastar da corrida

Solução - Não importa a atividade física, o mais indicado a fazer quando a dor aperta é parar e colocar gelo no local. “Quando você faz uma compressa de gelo está diminuindo o edema e impedindo que uma lesão pequena se torne grande. Quanto mais inchar, mais difícil será cicatrizar o tecido muscular”, discorre o fisioterapeuta.

Continuar praticando a atividade também pode aumentar a gravidade da lesão. “É necessário parar e fazer uma compressa de gelo por 20 ou 30 minutos para não danificar ainda mais o músculo”, fala Claudio.

O profissional também dá uma dica aos esportistas que não querem abandonar as competições: “sprays de gelo podem ajudar momentaneamente, sem necessidade de pausa”. Porém, o fisioterapeuta completa: “deve-se tomar muito cuidado para aplicá-los pois, de tão gelado que são, podem queimar a pele. Além disso, o efeito não será o mesmo da compressa de gelo”.


Spray, gel, creme…afinal, os anti-inflamatórios cutâneos funcionam?

Atletismo · 14 ago, 2013

Com promessa de alívio imediato da dor, os anti-inflamatórios cutâneos chamam a atenção de quem não vê a hora de se livrar do desconforto que as lesões causam. Os produtos, que muitas vezes contam com mentol e cânfora na formulação, trazem uma sensação de conforto no local, mas será que funcionam?

Segundo o fisioterapeuta e colunista do Webrun, Claudio Cotter, o medicamento presente em sprays, géis, cremes ou emplastros não conseguem chegar até o músculo. “A penetração desses anti-inflamatórios é muito pequena, por isso não é comum os profissionais receitarem o seu uso”, explica.

O que é melhor na hora da lesão? Bolsa de gelo ou água quente?

Porém, muitos atletas consideram a ação do produto excelente e afirmam que a sensação de alívio de fato acontece. “As pessoas utilizam por conta da sensação que têm na pele, de gelado ou calor, e não pela reação no músculo. É um efeito placebo, mas existe”, comenta o fisioterapeuta.

Além disso, o fisiologista e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Paulo Roberto Correia, alerta para as consequências do uso. “Esses produtos são vasodilatadores, significa que ele fará com que a circulação naquela região sejá exarcebada. Portanto, ao invés de diminuir o edema, ele irá aumentar, fazendo o local ficar mais roxo e inchado do que deveria”, diz.

Medicamentos presentes em anti-inflamatórios cutâneos não alcançam o músculo. Foto: Vullioud Pierre-André/ stock.xchng
Medicamentos presentes em anti-inflamatórios cutâneos não alcançam o músculo. Foto: Vullioud Pierre-André/ stock.xchng

Diferença entre os produtos - De acordo com Claudio, a única diferença entre a embalagem dos anti-inflamatórios é a praticidade e o preço. “Os sprays normalmente são utilizados por atletas, que não terão como lavar a mão em seguida. Os cremes, mais baratos, podem ser aplicados em casa mesmo”, conta.

O medicamento encontrado nos emplastros é o mesmo, mas a ação costuma ser um pouco diferente. “Esses produtos concentram a ação das substâncias no mesmo local por mais tempo, mas não fazem diferença no músculo. A única coisa que irá acontecer é o atleta ter a sensação de conforto na pele por mais tempo”, argumenta Cotter.

Conheça três fatores que podem te afastar da corrida

Solução - Não importa a atividade física, o mais indicado a fazer quando a dor aperta é parar e colocar gelo no local. “Quando você faz uma compressa de gelo está diminuindo o edema e impedindo que uma lesão pequena se torne grande. Quanto mais inchar, mais difícil será cicatrizar o tecido muscular”, discorre o fisioterapeuta.

Continuar praticando a atividade também pode aumentar a gravidade da lesão. “É necessário parar e fazer uma compressa de gelo por 20 ou 30 minutos para não danificar ainda mais o músculo”, fala Claudio.

O profissional também dá uma dica aos esportistas que não querem abandonar as competições: “sprays de gelo podem ajudar momentaneamente, sem necessidade de pausa”. Porém, o fisioterapeuta completa: “deve-se tomar muito cuidado para aplicá-los pois, de tão gelado que são, podem queimar a pele. Além disso, o efeito não será o mesmo da compressa de gelo”.

Alergias: a natação pode ajudar a combater os espirros?

Enquanto algumas pessoas não conseguem passar um minuto em locais empoeirados, outras saem correndo quando o cachorro do amigo pede carinho. Tudo isso para evitar a sessão de espirros, que muitas vezes vem seguida de coceiras nos olhos e pele, causada pela rinite alérgica respiratória.

Para conseguir diminuir os efeitos da alergia, muitas pessoas recorrem ao anti-alérgico, um medicamento facilmente encontrado em qualquer farmácia, mas que não mostra grandes resultados quando a pessoa já está em contato com a causa do problema. Neste caso, o indicado é beber bastante água para hidratar a mucosa nasal e esperar a crise passar.

Porém, se o objetivo é diminuir os sintomas a longo prazo, realizar aulas de natação pelo menos duas vezes por semana é o mais indicado. “A natação é realizada em um ambiente úmido e aquecido, que auxilia muito na recuperação”, conta a hidrotrainer do Clube Espéria, Luciana Falcão.

Obesidade e sobrepeso: quando é hora de desacelerar?

Respiração - De acordo com a profissional, independente de ser alérgico ou não, o hábito de praticar o exercício ajuda a fortalecer os músculos da caixa torácica, aumentando a capacidade respiratória. “Os pulmões são órgão elásticos, cuja capacidade de contração e expansão depende dos músculos. Quanto mais fortalecido, mais eficiente torna se o sistema respiratório”, explica.

Doenças crônicas, como asma e bronquite, também são amenizadas quando se aprende a respirar corretamente, com o auxilio do esporte. “No nado crawl (lê-se ‘cral’), por exemplo, o aluno inspira e em seguida expira contra a resistência da água. O ato de soltar o ar contra essa resistência provoca uma pressão contra toda a árvore brônquica, fazendo com que as vias aéreas que estão estreitadas se mantenham abertas ou dilatadas por mais tempo, possibilitando um melhor esvaziamento dos alvéolos”, exemplifica a hidrotrainer.

Desde que sejam liberados pelo pediatra, bebês devem praticar a natação. Foto: Lokigrl616 / Stockvault
Desde que sejam liberados pelo pediatra, bebês devem praticar a natação. Foto: Lokigrl616 / Stockvault

Idade não é um problema para quem deseja aprender a dar as primeiras braçadas. O exercício pode ser praticado por crianças, adultos e idosos, desde que sejam liberados pelo médico e realizem exames com frequência para checar se a saúde está em dia.

No caso dos bebês, o único cuidado que as mamães e papais devem ter é checar como é feito o tratamento da água e se a temperatura é ideal. “Além de melhorar a coordenação motora, proporciona noções de espaço e tempo, prepara a criança psicologicamente e neurologicamente para o auto-salvamento, estimula o apetite, aumenta a resistência cardiorrespiratória e muscular, tranquiliza o sono e também previne várias doenças”, completa Luciana.

Conheça o deep running

Cuidados com a água - Segundo Luciana Falcão, a natação pode chegar até a agravar o quadro respiratório se a água não for tratada corretamente, principalmente de crianças. “Seja clorada, salinizada ou tratada com ozonização, a água necessita de rigoroso cuidado e manutenção do nível de pH para eliminar microrganismos e garantir a saúde de quem a usa. O problema não esta diretamente ligado ao cloro e sim a quantidade utilizada para o controle das piscinas”


Alergias: a natação pode ajudar a combater os espirros?

Atletismo · 13 ago, 2013

Enquanto algumas pessoas não conseguem passar um minuto em locais empoeirados, outras saem correndo quando o cachorro do amigo pede carinho. Tudo isso para evitar a sessão de espirros, que muitas vezes vem seguida de coceiras nos olhos e pele, causada pela rinite alérgica respiratória.

Para conseguir diminuir os efeitos da alergia, muitas pessoas recorrem ao anti-alérgico, um medicamento facilmente encontrado em qualquer farmácia, mas que não mostra grandes resultados quando a pessoa já está em contato com a causa do problema. Neste caso, o indicado é beber bastante água para hidratar a mucosa nasal e esperar a crise passar.

Porém, se o objetivo é diminuir os sintomas a longo prazo, realizar aulas de natação pelo menos duas vezes por semana é o mais indicado. “A natação é realizada em um ambiente úmido e aquecido, que auxilia muito na recuperação”, conta a hidrotrainer do Clube Espéria, Luciana Falcão.

Obesidade e sobrepeso: quando é hora de desacelerar?

Respiração - De acordo com a profissional, independente de ser alérgico ou não, o hábito de praticar o exercício ajuda a fortalecer os músculos da caixa torácica, aumentando a capacidade respiratória. “Os pulmões são órgão elásticos, cuja capacidade de contração e expansão depende dos músculos. Quanto mais fortalecido, mais eficiente torna se o sistema respiratório”, explica.

Doenças crônicas, como asma e bronquite, também são amenizadas quando se aprende a respirar corretamente, com o auxilio do esporte. “No nado crawl (lê-se ‘cral’), por exemplo, o aluno inspira e em seguida expira contra a resistência da água. O ato de soltar o ar contra essa resistência provoca uma pressão contra toda a árvore brônquica, fazendo com que as vias aéreas que estão estreitadas se mantenham abertas ou dilatadas por mais tempo, possibilitando um melhor esvaziamento dos alvéolos”, exemplifica a hidrotrainer.

Desde que sejam liberados pelo pediatra, bebês devem praticar a natação. Foto: Lokigrl616 / Stockvault
Desde que sejam liberados pelo pediatra, bebês devem praticar a natação. Foto: Lokigrl616 / Stockvault

Idade não é um problema para quem deseja aprender a dar as primeiras braçadas. O exercício pode ser praticado por crianças, adultos e idosos, desde que sejam liberados pelo médico e realizem exames com frequência para checar se a saúde está em dia.

No caso dos bebês, o único cuidado que as mamães e papais devem ter é checar como é feito o tratamento da água e se a temperatura é ideal. “Além de melhorar a coordenação motora, proporciona noções de espaço e tempo, prepara a criança psicologicamente e neurologicamente para o auto-salvamento, estimula o apetite, aumenta a resistência cardiorrespiratória e muscular, tranquiliza o sono e também previne várias doenças”, completa Luciana.

Conheça o deep running

Cuidados com a água - Segundo Luciana Falcão, a natação pode chegar até a agravar o quadro respiratório se a água não for tratada corretamente, principalmente de crianças. “Seja clorada, salinizada ou tratada com ozonização, a água necessita de rigoroso cuidado e manutenção do nível de pH para eliminar microrganismos e garantir a saúde de quem a usa. O problema não esta diretamente ligado ao cloro e sim a quantidade utilizada para o controle das piscinas”

Ressaca: como praticar exercícios quando o corpo não responde?

Mesmo os atletas profissionais, que não perdem um dia de treino, reservam os dias de descanso para encontrar os amigos e confraternizar. Porém, alguns acabam extrapolando na dose e transformando a diversão do final de semana no pesadelo da segunda-feira: a ressaca.

De acordo com o fisiologista do exercício e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Paulo Roberto Correia, seguir a orientação de “dar uma corridinha que passa” pode trazer problemas. “Não adianta tentar treinar porque o organismo não está preparado para o exercício. Assim que o indivíduo forçar o corpo, ele vai passar mal”, alerta.

Cerveja pode substituir água na hidratação pós treino?

Segundo o médico, o fígado pode ser comparado ao tanque de combustível do corpo humano, encarregado de produzir energia o suficiente para a pessoa conseguir praticar atividades físicas. “O órgão trabalha muito liberando substâncias para poder se desintoxicar. Quando o atleta tenta treinar, irá sobrecarregá-lo, porque não está com um tanque decente”, enumera.

Mais tarde, esse álcool irá se transformar em açúcar em quantidade excessiva para ser consumido. “A glicose é responsável por gerar energia, porém, já debilitado, o fígado não consegue receber esse componente energético. Resumindo: não adianta tentar treinar”, sintetiza o profissional.

Fígado libera substâncias para poder se desintoxicar da bebedeira. Foto: Alexandre Jaeger Vendruscolo/ stock.xchng
Fígado libera substâncias para poder se desintoxicar da bebedeira. Foto: Alexandre Jaeger Vendruscolo/ stock.xchng

Outro grande erro é decidir tomar um remédio analgésico para combater as dores de cabeça que perturbam no dia seguinte. “Esse medicamento terá que ser metabolizado pelo fígado para poder ter algum efeito no organismo. Porém, o órgão já está sobrecarregado tentando se restabelecer do mal que sofreu, ou seja, o atleta estará causando mais uma agressão”, explica o fisiologista.

Barriga de chope: os riscos para a saúde

Como curar? - Não adianta inventar. A cura para uma grande ressaca é repouso e muita água para reidratar o corpo. “Não existe um tempo pré-determinado para a pessoa voltar ao treinamento, mas a recomendação é que ela pare por até três dias. Caso o indivíduo se sinta bem no dia seguinte, pode voltar aos treinos sem problemas”, sugere Paulo Roberto.

Caso o esportista veja necessidade de melhorar o mais rápido possível, a alternativa é tomar produtos hepatoprotetores. “Esses medicamentos são compostos de folhas, que colaboram para a melhora. Algo interessante é que eles têm um gosto horroroso quando a pessoa se sente bem e chega a ser até gostoso quando o objetivo é curar uma ressaca”, conclui o fisiologista.


Ressaca: como praticar exercícios quando o corpo não responde?

Atletismo · 12 ago, 2013

Mesmo os atletas profissionais, que não perdem um dia de treino, reservam os dias de descanso para encontrar os amigos e confraternizar. Porém, alguns acabam extrapolando na dose e transformando a diversão do final de semana no pesadelo da segunda-feira: a ressaca.

De acordo com o fisiologista do exercício e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Paulo Roberto Correia, seguir a orientação de “dar uma corridinha que passa” pode trazer problemas. “Não adianta tentar treinar porque o organismo não está preparado para o exercício. Assim que o indivíduo forçar o corpo, ele vai passar mal”, alerta.

Cerveja pode substituir água na hidratação pós treino?

Segundo o médico, o fígado pode ser comparado ao tanque de combustível do corpo humano, encarregado de produzir energia o suficiente para a pessoa conseguir praticar atividades físicas. “O órgão trabalha muito liberando substâncias para poder se desintoxicar. Quando o atleta tenta treinar, irá sobrecarregá-lo, porque não está com um tanque decente”, enumera.

Mais tarde, esse álcool irá se transformar em açúcar em quantidade excessiva para ser consumido. “A glicose é responsável por gerar energia, porém, já debilitado, o fígado não consegue receber esse componente energético. Resumindo: não adianta tentar treinar”, sintetiza o profissional.

Fígado libera substâncias para poder se desintoxicar da bebedeira. Foto: Alexandre Jaeger Vendruscolo/ stock.xchng
Fígado libera substâncias para poder se desintoxicar da bebedeira. Foto: Alexandre Jaeger Vendruscolo/ stock.xchng

Outro grande erro é decidir tomar um remédio analgésico para combater as dores de cabeça que perturbam no dia seguinte. “Esse medicamento terá que ser metabolizado pelo fígado para poder ter algum efeito no organismo. Porém, o órgão já está sobrecarregado tentando se restabelecer do mal que sofreu, ou seja, o atleta estará causando mais uma agressão”, explica o fisiologista.

Barriga de chope: os riscos para a saúde

Como curar? - Não adianta inventar. A cura para uma grande ressaca é repouso e muita água para reidratar o corpo. “Não existe um tempo pré-determinado para a pessoa voltar ao treinamento, mas a recomendação é que ela pare por até três dias. Caso o indivíduo se sinta bem no dia seguinte, pode voltar aos treinos sem problemas”, sugere Paulo Roberto.

Caso o esportista veja necessidade de melhorar o mais rápido possível, a alternativa é tomar produtos hepatoprotetores. “Esses medicamentos são compostos de folhas, que colaboram para a melhora. Algo interessante é que eles têm um gosto horroroso quando a pessoa se sente bem e chega a ser até gostoso quando o objetivo é curar uma ressaca”, conclui o fisiologista.

Compulsão alimentar: como saber se a fome é, na verdade, ansiedade?

Chegar em casa depois de um dia estressante e ter vontade de devorar um pacote de biscoitos ou uma caixa de bombons: quem nunca teve esse desejo? Afogar as mágoas na comida pode ser um alívio momentâneo, mas transformar a gula em hábito pode gerar diversos danos à saúde física e psicológica do indivíduo.

De acordo com o psicólogo Rogério Alonso, comer compulsivamente pode ter diversas causas, mas a principal é o descontentamento entre a pessoa com o mundo que a cerca e com ela mesma. “A estrutura da personalidade de cada um influencia no modo em que ela irá lidar com a pressão cotidiana. Pessoas que não têm muita tolerância acabam precisando da ajuda da comida”, explica.

A ansiedade que leva muitas pessoas a comer frequentemente está ligada a sentimentos de culpa, baixa autoestima, vergonha, insatisfação, frustração e remorso. “A comida funciona como uma espécie de ‘muleta’ ou ‘válvula de escape’ para superar essas sensações desprazerosa”, conta o psicólogo.

Conheça três mitos e quatro fatos sobre emagrecimento

Além disso, pessoas compulsivas não conseguirão afogar suas mágoas em alimentos saudáveis, mas sim nas comidas com açúcar, gordura e carboidratos. “A gordura vem do chocolate, o açúcar dos doces e refrigerantes e o carboidrato dos biscoitos e bolachas. Não são alimentos fundamentais para sobreviver”, complementa Rogério.

Isso ocorre porque quando esses produtos são digeridos, liberam um hormônio neurotransmissor chamado serotonina, responsável pela sensação de bem-estar. “É como enganar o cérebro. A pessoa tem a sensação de felicidade sem se sentir feliz”, explica o profissional.

Compulsivos buscam conforto em alimentos ricos em açúcar, gordura e carboidratos. Foto: Cássio Oliveira/ stock.xchng
Compulsivos buscam conforto em alimentos ricos em açúcar, gordura e carboidratos. Foto: Cássio Oliveira/ stock.xchng

Sintomas - Segundo o psicólogo, um dos principais sinais de que o hábito está se tornando uma doença é o aumento expressivo do peso e a incapacidade de reversão do quadro. “Quando a pessoa nota que as roupas não cabem mais e todos os indivíduos que convivem com ela notam que a barriga está começando a protuberar, há algo errado”, enumera.

A próxima etapa é a tentativa de realizar diversas dietas e entrar em uma luta constante com a balança, porém essa tarefa se torna árdua uma vez que o corpo carrega os quilinhos a mais. “Não há confiança o suficiente e, mesmo sentindo que está tentando emagrecer, não existe resultado. Por conta disso, a frustração aparece e aumenta ainda mais a ansiedade do doente, levando-o a comer novamente”, exemplifica Rogério.

Por último, uma visita ao médico pode mostrar mudanças drásticas no resultado dos exames. Aumento da pressão arterial, diabetes e colesterol são sinais de que a saúde começa a ruir.

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Doenças que se misturam - Em alguns poucos casos, os compulsivos também podem desenvolver a bulimia, ato de provocar o vômito depois de ingerir alimentos em excesso. “Uma parte da doença é parecida, mas se o alimento não sofre digestão, ele não libera seratonina. Então, os compulsivos precisam dessa sensação de bem estar, enquanto o bulímico não consegue suportar a sensação do alimento no seu organismo”, explica o psicólogo.

Tratamento - Rogério Alonso afirma que é possível que um indivíduo perceba que possui o transtorno e conseguir se curar sozinho, mas as chances são pequenas e normalmente ocorrem no início da doença. “Perceber que a quantidade e a qualidade dos alimentos não está correta é o primeiro passo para a cura”.

Caso contrário, existe a necessidade do acompanhamento de quatro profissionais: psicólogo, psiquiatra, nutricionista e endocrinologista. “O psiquiatra entrará com a medicação para controlar a ansiedade e depressão, o psicólogo designa estratégias para mudanças alimentares e fortalecimento da auto-estima, o nutricionista irá prescrever o tipo de alimentação que esta pessoa deve seguir e o endocrinologista irá fornecer medicamentos que irão ajudar na diminuição do apetite e até regular distúrbios hormonais que podem ter sido alterados com a compulsão”, conclui.


Compulsão alimentar: como saber se a fome é, na verdade, ansiedade?

Atletismo · 09 ago, 2013

Chegar em casa depois de um dia estressante e ter vontade de devorar um pacote de biscoitos ou uma caixa de bombons: quem nunca teve esse desejo? Afogar as mágoas na comida pode ser um alívio momentâneo, mas transformar a gula em hábito pode gerar diversos danos à saúde física e psicológica do indivíduo.

De acordo com o psicólogo Rogério Alonso, comer compulsivamente pode ter diversas causas, mas a principal é o descontentamento entre a pessoa com o mundo que a cerca e com ela mesma. “A estrutura da personalidade de cada um influencia no modo em que ela irá lidar com a pressão cotidiana. Pessoas que não têm muita tolerância acabam precisando da ajuda da comida”, explica.

A ansiedade que leva muitas pessoas a comer frequentemente está ligada a sentimentos de culpa, baixa autoestima, vergonha, insatisfação, frustração e remorso. “A comida funciona como uma espécie de ‘muleta’ ou ‘válvula de escape’ para superar essas sensações desprazerosa”, conta o psicólogo.

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Além disso, pessoas compulsivas não conseguirão afogar suas mágoas em alimentos saudáveis, mas sim nas comidas com açúcar, gordura e carboidratos. “A gordura vem do chocolate, o açúcar dos doces e refrigerantes e o carboidrato dos biscoitos e bolachas. Não são alimentos fundamentais para sobreviver”, complementa Rogério.

Isso ocorre porque quando esses produtos são digeridos, liberam um hormônio neurotransmissor chamado serotonina, responsável pela sensação de bem-estar. “É como enganar o cérebro. A pessoa tem a sensação de felicidade sem se sentir feliz”, explica o profissional.

Compulsivos buscam conforto em alimentos ricos em açúcar, gordura e carboidratos. Foto: Cássio Oliveira/ stock.xchng
Compulsivos buscam conforto em alimentos ricos em açúcar, gordura e carboidratos. Foto: Cássio Oliveira/ stock.xchng

Sintomas - Segundo o psicólogo, um dos principais sinais de que o hábito está se tornando uma doença é o aumento expressivo do peso e a incapacidade de reversão do quadro. “Quando a pessoa nota que as roupas não cabem mais e todos os indivíduos que convivem com ela notam que a barriga está começando a protuberar, há algo errado”, enumera.

A próxima etapa é a tentativa de realizar diversas dietas e entrar em uma luta constante com a balança, porém essa tarefa se torna árdua uma vez que o corpo carrega os quilinhos a mais. “Não há confiança o suficiente e, mesmo sentindo que está tentando emagrecer, não existe resultado. Por conta disso, a frustração aparece e aumenta ainda mais a ansiedade do doente, levando-o a comer novamente”, exemplifica Rogério.

Por último, uma visita ao médico pode mostrar mudanças drásticas no resultado dos exames. Aumento da pressão arterial, diabetes e colesterol são sinais de que a saúde começa a ruir.

Não leve para a primavera os quilinhos a mais do inverno

Doenças que se misturam - Em alguns poucos casos, os compulsivos também podem desenvolver a bulimia, ato de provocar o vômito depois de ingerir alimentos em excesso. “Uma parte da doença é parecida, mas se o alimento não sofre digestão, ele não libera seratonina. Então, os compulsivos precisam dessa sensação de bem estar, enquanto o bulímico não consegue suportar a sensação do alimento no seu organismo”, explica o psicólogo.

Tratamento - Rogério Alonso afirma que é possível que um indivíduo perceba que possui o transtorno e conseguir se curar sozinho, mas as chances são pequenas e normalmente ocorrem no início da doença. “Perceber que a quantidade e a qualidade dos alimentos não está correta é o primeiro passo para a cura”.

Caso contrário, existe a necessidade do acompanhamento de quatro profissionais: psicólogo, psiquiatra, nutricionista e endocrinologista. “O psiquiatra entrará com a medicação para controlar a ansiedade e depressão, o psicólogo designa estratégias para mudanças alimentares e fortalecimento da auto-estima, o nutricionista irá prescrever o tipo de alimentação que esta pessoa deve seguir e o endocrinologista irá fornecer medicamentos que irão ajudar na diminuição do apetite e até regular distúrbios hormonais que podem ter sido alterados com a compulsão”, conclui.

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Camiseta masculina tem saída para fones. Foto: Divulgação/ Fila
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Para os homens - Intitulada “Geomove”, a linha conta com camisetas de área de respiro à laser na área das axilas e saídas exclusivas para fones de ouvido, para o esportista que não abre mão de ouvir sua música preferida enquanto treina. Os shorts tem uma sunga interna que facilita a movimentação e diminui a sensação de incômodo na corrida.

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Feminio - Já para as mulheres, a linha “Blossom” chega com fator de proteção solar 50, para proteger a pele nos dias mais quentes. Nos membros inferiores, recorte entrepernas e tecido com maior respirabilidade.


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Camiseta masculina tem saída para fones. Foto: Divulgação/ Fila
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Não leve para a primavera os quilinhos a mais do inverno!

Dias quentes e frios se misturam no inverno brasileiro e é difícil planejar a roupa que será usada no dia seguinte, mesmo com as previsões do tempo. Enquanto o sol convida para um bom treino ao ar livre, as baixas temperaturas pedem comidas e bebidas quentes, além do aconchego do cobertor.

A falta de exercícios somada à procura do organismo por alimentos calóricos para poder confortar o corpo têm somente um resultado: acúmulo de gordura. “Muitas vezes nem estamos com fome, mas procuramos ingerir bebidas e alimentos quentes para nos sentirmos aquecidos”, resume a nutricionista da empresa Personal Diet, Joyce Nunes de Oliveira.

A vontade de comer mais em dias frios ocorre porque o corpo precisa da digestão para gerar energia e, consequentemente, calor para o corpo. “Porém, o inverno brasileiro não é tão rigoroso a ponto de exigir grandes esforços de nosso organismo para manter o equilíbrio térmico”, completa Joyce.

Gripe: alimentação pode ajudar o sistema imunológico

É comum imaginar que o corpo armazene gordura no inverno para vencer o frio, assim como acontece com os animais na hibernação, mas deve-se lembrar que o gasto energético humano continua o mesmo, enquanto os bichos permanecem esse período dormindo e poupando energia. “Comer para ter a sensação de conforto é diferente de se alimentar para repor as energias”, explica a nutricionista.

Portanto, existe razão para comer mais no inverno, mas não o suficiente para descuidar da alimentação e levar alguns quilinhos a mais para a próxima estação. “O recomendado é comer lanches leves de três em três horas e não esquecer da hidratação. Beba água, mesmo se não tiver sede”, sugere a profissional.

Castanhas, nozes e amêndoas são opções de lanche da tarde para quem segue uma dieta. Foto: Foto: Iain Buchanan/Licença Creative Commons
Castanhas, nozes e amêndoas são opções de lanche da tarde para quem segue uma dieta. Foto: Foto: Iain Buchanan/Licença Creative Commons

O que comer? - Não é preciso se render aos alimentos repletos de açúcar e gordura para conseguir se sentir bem. “Prefira alimentos mais quentes e picantes. Troque as saladas frias por preparações refogadas, grelhadas ou assadas. Todos os tipos de feijões, grãos integrais e batatas também são recomendados”, indica Joyce.

Para quem deseja seguir uma dieta, ela dá uma dica: investir em sementes e oleaginosas, como as castanhas, nozes e amêndoas. “Na hora do preparo de alimentos, temperos como coentro, cominho, curry, páprica picante, gengibre, cebola e canela são as opções”, enumera.

Na hora da escolha da bebida, o tradicional chocolate quente está fora do cardápio. “Preparar um chá de ervas ou leite com cacau e canela são escolhas nutritivas e saborosas”, afirma a nutricionista.

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Apesar das sopas serem quentes e reconfortantes, Joyce alerta: cuidado com os ingredientes que elas podem conter. “Deve-se ficar longe de paio, bacon, creme de leite, entre outros. Esses ingredientes não só engordam como estão relacionados à doenças crônicas e degenerativas”.

Longe da gripe - Os alimentos são os principais aliados da saúde para manter o corpo longe das gripes e resfriados. “Alho, cogumelos e frutas cítricas ajudam a combater essas doenças. Os peixes, que são ricos em zinco, também fortalecem as células de defesa, enquanto as sopas e caldos mantêm o corpo aquecido e turbinam o sistema imunológico”, conclui a nutricionista.


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Castanhas, nozes e amêndoas são opções de lanche da tarde para quem segue uma dieta. Foto: Foto: Iain Buchanan/Licença Creative Commons
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