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Running Show: confira as vantagens nos estandes da feira

Direto da Running Show - Os visitantes que vierem à Running Show 2010 poderão aproveitar muito mais do que apenas as novidades do mundo das corridas. A maior parte dos expositores está com alguma ação promocional, que vai de brindes e descontos exclusivos para o evento a massagens e degustações.

Na linha de cosméticos para a área esportiva, a Weleda disponibiliza massagem para as mãos com uma fisioterapeuta. Além disso, a promoção do estande dá direito a um sabonete de Sea Buckthorn na compra de um óleo de arnica. A substância é indicada para o uso antes e depois da corrida, promovendo tanto o aquecimento do músculo quanto seu relaxamento após o desgaste. Quem for ao estande também concorre a um plano trimestal no Studio Pilates se fizer o teste no aparelho disponível.

A Bula Verdde, outra empresa do ramo cosmético, disponibiliza o kit Safe Runners, com produtos para antes e depois. O Creme Protetor diminui o atrito em áreas mais sensíveis e deve ser aplicado antes da corrida. O Gel de Benjoim é um relaxante que alivia as regiões mais afetadas pelo atrito. O protetor labial hidrata e protege contra o vento e o frio. O kit está com preço promocional para a Running Show.

Pisando pela feira - Quem estiver interessado em fazer o teste da pisada pode para no estande da revista WRun, de corrida para mulheres. As corredores que aproveitarem a feira para fazer uma assinatura da revista ganham um colar e uma camiseta especial, e as praticantes de yoga que assinarem a revista Prana (da mesma editora), ganham uma máscara de descanso e uma bolsa especial para carregar seus acessórios de aula. Um kit com revistas e outros brindes está disponível para as mulheres que responderem a um questionário sobre yoga e beleza.

Para conhecer as novidades do ramo de comida orgânica, a Mãe Terra promove degustações de diversos produtos, desde biscoito orgânico e integral a macarrão instantâneo natural.

Os corredores que têm um dia-a-dia atribulado podem aproveitar a degustação da Gomes da Costa para conhecer as novas saladas de atum da empresa, todas com batata e sem conservantes. A praticidade do produto é tamanha que até a colher já vem junto. É para comer em qualquer lugar.

A Running Show acontece no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera até o dia primeiro de agosto, das 14h às 21h no dia 30, das 10 às 22h no dia 31 de julho e das 10h às 18h no dia primeiro de agosto.


Running Show: confira as vantagens nos estandes da feira

Atletismo · 29 jul, 2010

Direto da Running Show - Os visitantes que vierem à Running Show 2010 poderão aproveitar muito mais do que apenas as novidades do mundo das corridas. A maior parte dos expositores está com alguma ação promocional, que vai de brindes e descontos exclusivos para o evento a massagens e degustações.

Na linha de cosméticos para a área esportiva, a Weleda disponibiliza massagem para as mãos com uma fisioterapeuta. Além disso, a promoção do estande dá direito a um sabonete de Sea Buckthorn na compra de um óleo de arnica. A substância é indicada para o uso antes e depois da corrida, promovendo tanto o aquecimento do músculo quanto seu relaxamento após o desgaste. Quem for ao estande também concorre a um plano trimestal no Studio Pilates se fizer o teste no aparelho disponível.

A Bula Verdde, outra empresa do ramo cosmético, disponibiliza o kit Safe Runners, com produtos para antes e depois. O Creme Protetor diminui o atrito em áreas mais sensíveis e deve ser aplicado antes da corrida. O Gel de Benjoim é um relaxante que alivia as regiões mais afetadas pelo atrito. O protetor labial hidrata e protege contra o vento e o frio. O kit está com preço promocional para a Running Show.

Pisando pela feira - Quem estiver interessado em fazer o teste da pisada pode para no estande da revista WRun, de corrida para mulheres. As corredores que aproveitarem a feira para fazer uma assinatura da revista ganham um colar e uma camiseta especial, e as praticantes de yoga que assinarem a revista Prana (da mesma editora), ganham uma máscara de descanso e uma bolsa especial para carregar seus acessórios de aula. Um kit com revistas e outros brindes está disponível para as mulheres que responderem a um questionário sobre yoga e beleza.

Para conhecer as novidades do ramo de comida orgânica, a Mãe Terra promove degustações de diversos produtos, desde biscoito orgânico e integral a macarrão instantâneo natural.

Os corredores que têm um dia-a-dia atribulado podem aproveitar a degustação da Gomes da Costa para conhecer as novas saladas de atum da empresa, todas com batata e sem conservantes. A praticidade do produto é tamanha que até a colher já vem junto. É para comer em qualquer lugar.

A Running Show acontece no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera até o dia primeiro de agosto, das 14h às 21h no dia 30, das 10 às 22h no dia 31 de julho e das 10h às 18h no dia primeiro de agosto.

Tem início no Ibirapuera mais uma edição da Running Show 2010

Caminhada · 29 jul, 2010

Começou nesta quinta-feira, 29 de julho, mais uma edição da Running Show, a maior feira do país. A feira teve início às 14h, no prédio da Bienal, no parque do Ibirapuera, onde estandes de marcas esportivas, provas e outros assuntos relacionados ao universo esportivo, apresentam ao público as novidades de tênis, vestuário e acessórios.

Dentro do Pavilhão da Bienal é possível também conferir novidades em cosméticos, alimentos e suplementação para esportistas. Assessorias esportivas também mostram seu trabalho para os visitantes.

Convidados especiais também falam nos estandes ao longo de toda a feira, como a Maratona Comrades, que traz atletas sul-africanos para contar suas experiências na prova, e marcas de frequencímetros cardíacos trazem especialistas para explicar melhor o funcionamento dos aparelhos.

A entrada para a feira custa R$ 15 e pode ser adquirida na própria bilheteria do prédio da Bienal, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. A Running Show acontece até o dia primeiro de agosto, e funciona das 14h às 21h nos dias 29 e 30 de julho, das 10h às 22h no dia 31 de julho e das 10h às 18h no dia primeiro de agosto.

Lesões musculares: diagnóstico, prevenção e tratamento

No último artigo publicado nesta coluna abordei o tema da fadiga muscular e algumas de suas principais características, como as situações distintas em que pode ocorrer e os mecanismos fisiológicos correspondentes. Desta vez, darei continuidade ao tema e assim tratarei das lesões musculares, conseqüência possível do processo de fadiga muscular, sobretudo em corredores de longa distância.

De uma maneira geral, as lesões resultantes de atividades esportivas podem ser classificadas em dois grupos básicos:1

1 - Lesões intrínsecas: causadas por fatores individuais e biológicos (fatores antropométricos, história pregressa do atleta, nível de condicionamento).
2 - Lesões extrínsecas: causadas por fatores externos e do meio ambiente (piso de corrida, equipamento esportivo, condições climáticas).

As corridas de longa distância, esporte considerado sem contato físico, normalmente geram lesões intrínsecas1. As mais comuns incluem tendinopatias, bursites, fasciites, fraturas de stress e lesões musculares. As lesões musculares afetam os corredores principalmente durante os treinos de velocidade, incluindo os tiros e intervalados. Os atletas de elite podem apresentar maior predisposição a este tipo de lesão pela alta intensidade de seus treinamentos.

A literatura atual classifica estas lesões em diretas ou indiretas (mecanismo de ação), parciais ou totais (resultado da lesão), e traumáticas ou atraumáticas (presença ou ausência de contato físico)1.

Tipos de lesões - O estiramento muscular é uma lesão indireta frequente entre os corredores. É causado por um alongamento das fibras musculares além de sua capacidade normal de trabalho, decorrente de ciclos intensos de contração e relaxamento do músculo envolvido. Ocorre geralmente na junção músculo-tendínea, área de menor resistência do músculo, ou também na inserção do tendão ao osso, em situações em que o músculo não está adequadamente alongado, portanto despreparado para aquele esforço físico.

Durante treinamentos que envolvem velocidade, como os intervalados ou tiros, lesões musculares são frequentes. Os treinos intervalados predispõem a estes tipos de lesões, pois a musculatura exerce um esforço forte e contínuo durante os intervalos pré-determinados do treino, o músculo pode contrair excessivamente e perder parte de sua capacidade de se alongar. Dessa forma, o atleta está predisposto a sofrer uma lesão nas sessões seguintes ou ao final do treino.
Fatores como fadiga muscular e lesões prévias são importantes considerações a serem feitas na prevenção de estiramentos musculares. A fadiga muscular, característica presente principalmente no final das sessões de treinos de velocidade, provoca uma alteração no automatismo do movimento de corrida do atleta e, portanto, se torna um fator predisponente para a ocorrência de lesões. As lesões prévias induzem à formação de fibrose (tecido cicatricial) nas áreas afetadas que não apresentarão a mesma capacidade de alongamento e força que tecidos não lesados, portanto constituindo um local propício para o surgimento de novas lesões.

Prevenção e tratamento - A atividade adequada de toda a musculatura dos membros inferiores, seguida de exercícios de alongamento, são condições que auxiliam na preparação desta musculatura e, consequentemente, reduzem os riscos de estiramentos. No caso de corredores, as regiões mais afetadas são: região posterior (atrás) da coxa, os chamados músculos ísquios-tibiais e a panturrilha (batata da perna).

O sintoma clínico característico referido pelo atleta é uma fisgada no músculo, seguida de dor e comprometimento da função muscular a ponto de interromper o treinamento ou a competição. Parada a atividade física, deve-se aplicar gelo na região acometida em ciclos de 10 a 15 minutos, com bolsa envolvida por tecido para proteção da pele e feita uma bandagem para a compressão do local. O membro deve permanecer elevado e em repouso, porém a imobilização deve ser evitada ao máximo a fim de minimizar a perda de força muscular e a propriocepção (sensibilidade do movimento).

Medicamentos a serem usados incluem os anti-inflamatórios não-hormonais (ibuprofeno ou meloxicam) e os analgésicos (paracetamol). Estas condutas, que objetivam a diminuição da dor e o controle do processo inflamatório, podem ser seguidas pelas próximas 24-48 horas. Após este período, são introduzidas as medidas fisioterápicas que incluem a utilização de ultra-som pulsado para o auxílio da regeneração dos tecidos. Na terceira semana, devem ser iniciados os exercícios para o ganho de força desta musculatura e amplitude de movimento das articulações envolvidas.

O objetivo do tratamento deve ser o retorno ao esporte em cinco semanas. Persistindo a dor, é necessária uma nova consulta com um médico especialista em medicina esportiva para a correta reavaliação da lesão e condução do tratamento mais adequado. É importante salientar que a reabilitação adequada das lesões musculares depende de um diagnóstico médico preciso, tratamento fisioterápico completo e colaboração total do atleta.


Referência Bibliográfica: 1. Cohen, M., Abdalla, R., Lesões nos Esportes – diagnóstico, prevenção, tratamento Revinter, 2003


Lesões musculares: diagnóstico, prevenção e tratamento

Caminhada · 28 jul, 2010

No último artigo publicado nesta coluna abordei o tema da fadiga muscular e algumas de suas principais características, como as situações distintas em que pode ocorrer e os mecanismos fisiológicos correspondentes. Desta vez, darei continuidade ao tema e assim tratarei das lesões musculares, conseqüência possível do processo de fadiga muscular, sobretudo em corredores de longa distância.

De uma maneira geral, as lesões resultantes de atividades esportivas podem ser classificadas em dois grupos básicos:1

1 - Lesões intrínsecas: causadas por fatores individuais e biológicos (fatores antropométricos, história pregressa do atleta, nível de condicionamento).
2 - Lesões extrínsecas: causadas por fatores externos e do meio ambiente (piso de corrida, equipamento esportivo, condições climáticas).

As corridas de longa distância, esporte considerado sem contato físico, normalmente geram lesões intrínsecas1. As mais comuns incluem tendinopatias, bursites, fasciites, fraturas de stress e lesões musculares. As lesões musculares afetam os corredores principalmente durante os treinos de velocidade, incluindo os tiros e intervalados. Os atletas de elite podem apresentar maior predisposição a este tipo de lesão pela alta intensidade de seus treinamentos.

A literatura atual classifica estas lesões em diretas ou indiretas (mecanismo de ação), parciais ou totais (resultado da lesão), e traumáticas ou atraumáticas (presença ou ausência de contato físico)1.

Tipos de lesões - O estiramento muscular é uma lesão indireta frequente entre os corredores. É causado por um alongamento das fibras musculares além de sua capacidade normal de trabalho, decorrente de ciclos intensos de contração e relaxamento do músculo envolvido. Ocorre geralmente na junção músculo-tendínea, área de menor resistência do músculo, ou também na inserção do tendão ao osso, em situações em que o músculo não está adequadamente alongado, portanto despreparado para aquele esforço físico.

Durante treinamentos que envolvem velocidade, como os intervalados ou tiros, lesões musculares são frequentes. Os treinos intervalados predispõem a estes tipos de lesões, pois a musculatura exerce um esforço forte e contínuo durante os intervalos pré-determinados do treino, o músculo pode contrair excessivamente e perder parte de sua capacidade de se alongar. Dessa forma, o atleta está predisposto a sofrer uma lesão nas sessões seguintes ou ao final do treino.
Fatores como fadiga muscular e lesões prévias são importantes considerações a serem feitas na prevenção de estiramentos musculares. A fadiga muscular, característica presente principalmente no final das sessões de treinos de velocidade, provoca uma alteração no automatismo do movimento de corrida do atleta e, portanto, se torna um fator predisponente para a ocorrência de lesões. As lesões prévias induzem à formação de fibrose (tecido cicatricial) nas áreas afetadas que não apresentarão a mesma capacidade de alongamento e força que tecidos não lesados, portanto constituindo um local propício para o surgimento de novas lesões.

Prevenção e tratamento - A atividade adequada de toda a musculatura dos membros inferiores, seguida de exercícios de alongamento, são condições que auxiliam na preparação desta musculatura e, consequentemente, reduzem os riscos de estiramentos. No caso de corredores, as regiões mais afetadas são: região posterior (atrás) da coxa, os chamados músculos ísquios-tibiais e a panturrilha (batata da perna).

O sintoma clínico característico referido pelo atleta é uma fisgada no músculo, seguida de dor e comprometimento da função muscular a ponto de interromper o treinamento ou a competição. Parada a atividade física, deve-se aplicar gelo na região acometida em ciclos de 10 a 15 minutos, com bolsa envolvida por tecido para proteção da pele e feita uma bandagem para a compressão do local. O membro deve permanecer elevado e em repouso, porém a imobilização deve ser evitada ao máximo a fim de minimizar a perda de força muscular e a propriocepção (sensibilidade do movimento).

Medicamentos a serem usados incluem os anti-inflamatórios não-hormonais (ibuprofeno ou meloxicam) e os analgésicos (paracetamol). Estas condutas, que objetivam a diminuição da dor e o controle do processo inflamatório, podem ser seguidas pelas próximas 24-48 horas. Após este período, são introduzidas as medidas fisioterápicas que incluem a utilização de ultra-som pulsado para o auxílio da regeneração dos tecidos. Na terceira semana, devem ser iniciados os exercícios para o ganho de força desta musculatura e amplitude de movimento das articulações envolvidas.

O objetivo do tratamento deve ser o retorno ao esporte em cinco semanas. Persistindo a dor, é necessária uma nova consulta com um médico especialista em medicina esportiva para a correta reavaliação da lesão e condução do tratamento mais adequado. É importante salientar que a reabilitação adequada das lesões musculares depende de um diagnóstico médico preciso, tratamento fisioterápico completo e colaboração total do atleta.


Referência Bibliográfica: 1. Cohen, M., Abdalla, R., Lesões nos Esportes – diagnóstico, prevenção, tratamento Revinter, 2003

Saiba como adaptar o treino de corrida para o inverno em diversas regiões do país

O inverno chegou, hora de vestir roupas quentes e se agasalhar para enfrentar o frio certo? Não necessariamente, já que num país de proporções continentais, como o Brasil, a amplitude térmica e a condição climática numa mesma estação do ano variam muito. Na região sul e sudeste, o frio predomina, no norte e nordeste as chuvas chegam com força, enquanto no centro oeste calor e baixa umidade predominam.

O Brasil está localizado em sua maior parte no hemisfério sul do planeta, mas possui uma porção do território no hemisfério norte, que compreende parte dos Estados de Roraima, Amazonas, Pará e Amapá. Apesar da presença em dois hemisférios, o inverno começa oficialmente no país no dia 21 de junho e se estende até 23 de setembro, época que marca o início da primavera.

Gilmário Mendes, técnico da fundista Marily do Santos, que mora e ministra os treinos em Pojuca (BA), comenta que as chuvas que atingem o norte e nordeste nessa época são os maiores desafios para os corredores. “Geralmente eles vão encontrar lama, poças de água e, dependendo da estrutura da cidade, fica complicado treinar porque pode haver algum obstáculo escondido como buracos, por exemplo.” Ele conta ainda que as competições também costumam sofrer uma pausa durante o inverno. “Há cerca de 60% menos eventos. As exceções são provas comemorativas, como Festa de São João, padroeiro e aniversário das cidades”.

O ideal, segundo Gilmário, é procurar treinar e competir em locais em que as condições sejam mais favoráveis, porém, caso enfrentar São Pedro seja a única alternativa, ele passa algumas dicas. “Numa corrida é interessante usar um saco de lixo grande como capa de chuva, cortando o local onde vai colocar os braços e fazendo um buraco no local onde aparece o número de peito”. Numa ocasião como essa, caso a chuva cesse no meio da prova, fica fácil descartar a proteção improvisada.

Tanto em treinos, como nas provas, a dica de Gilmário é levar uma toalha e uma roupa seca para usar depois de correr. “É legal ter um agasalho e uma camiseta de algodão, ou outro tecido que não seja sintético”.

Centro Oeste - Se na região norte e nordeste em geral as temperaturas ficam na marca dos 18º a 20ºC, no centro oeste o cenário é diferente. A baixa umidade do cerrado e as altas temperaturas a partir de meados de julho, também são motivo de diminuição do número de provas.

“Temos frio de maio até junho, condição possível de se tolerar numa boa, mas depois começa uma época mais difícil para nós”, relata Edilberto Barros, responsável por treinar Lucélia Peres em Brasília. “Temos uma altitude aqui de 1.200m, umidade relativa do ar abaixo de 20% e um calor forte sem chuva até outubro. Esses três fatores derrubam a condição ideal de treinamento”.

Ainda segundo o treinador, outro fator de complicação é a falta de opções de terrenos para o atleta variar o treino, já que a grama nessa época do ano não pode ser utilizada como alternativa para o alto impacto do asfalto. “O terreno está esturricado, os pisos ficam duros e há uma queda de rendimento”.

Com a baixa umidade, a sensação de suor é menor e muitos corredores acabam se esquecendo da hidratação durante os treinos. “Nessa época quase não temos nuvens e o céu é aberto do amanhecer até o pôr-do-sol, então a desidratação é muito grande”, esclarece o treinador, que também é fisiologista.

Assim sendo, o cuidado na reposição de líquidos e sais minerais deve ser redobrada, a alimentação balanceada, deve se dar preferência ao uso de roupas leves e usar muito protetor solar. Os termômetros começam o dia na marca dos 19 a 20ºC e chegam muitas vezes a 31ºC.

A dica de Edilberto para se adaptar é procurar correr nas primeiras horas da manhã e no final do dia, já mais à noite. “Brasília é um bom lugar para treinar, não para competir. Quando o corredor sai daqui e vai para o nível do mar, por exemplo, tem um ganho aproximado de meio minuto no tempo nos 10 mil metros”.

As competições não chegam a parar completamente, mas sofrem uma pausa e retornam gradativamente a partir de agosto. “Teremos a Maratona Pão de Açúcar, a Duque de Caxias, a Capital Runners, entre outras”.


Enquanto isso, nas regiões sul e sudeste do país, o frio costuma predominar nos meses de inverno, época em que a assiduidade de alunos nos treinos de assessorias esportivas costuma ser baixa. “Nessa época há uma redução de pessoas nos treinos e nas academias, quando deveria ser o contrário, já que no frio a performance costuma ser melhor”, avalia o técnico do Clube Pinheiros, Cláudio Castilho.

As temperaturas no começo do dia e durante a noite costumam cair para baixo dos 15ºC, então é necessário atentar a algumas dicas para não ter problemas com hipotermia e outros problemas ocasionados pelo frio. Segundo o treinador Aulus Sellmer, responsável pela equipe 4any1, deve-se dar preferência a agasalhos que tenham fleece, tecido com função de manter o corpo aquecido, sem bloquear a transpiração.

Ainda segundo o treinador, o aquecimento para o treino deve ser feito com várias camadas de roupa e, aos poucos, se desfazer das vestimentas “para não se expor subitamente às mudanças de temperatura”. Logo depois do treino, as roupas devem estar separadas para serem vestidas o mais rápido possível.

As competições não pararam nessa época do ano, como acontece nas outras regiões, pelo contrário, elas continuam a todo vapor e muitas vezes há mais de uma opção para um mesmo fim de semana. “As temperaturas mais amenas trazem possibilidade para incrementar o desempenho. Converse com seu treinador sobre a possibilidade de aumentar os treinos longos e melhorar resistência aeróbia e capacidade aeróbia, responsável pelo melhor aproveitamento de oxigênio”, finaliza Aulus.

Apesar das características marcantes de cada parte do Brasil, vale lembrar que muitas vezes ocorrem inversões térmicas, veranicos e outros fenômenos climáticos que podem alterar a condição em determinada época. O melhor, então, é ter um olho na planilha, outro na previsão do tempo e sempre consultar um profissional da área para obter o desempenho almejado.


Saiba como adaptar o treino de corrida para o inverno em diversas regiões do país

Atletismo · 28 jul, 2010

O inverno chegou, hora de vestir roupas quentes e se agasalhar para enfrentar o frio certo? Não necessariamente, já que num país de proporções continentais, como o Brasil, a amplitude térmica e a condição climática numa mesma estação do ano variam muito. Na região sul e sudeste, o frio predomina, no norte e nordeste as chuvas chegam com força, enquanto no centro oeste calor e baixa umidade predominam.

O Brasil está localizado em sua maior parte no hemisfério sul do planeta, mas possui uma porção do território no hemisfério norte, que compreende parte dos Estados de Roraima, Amazonas, Pará e Amapá. Apesar da presença em dois hemisférios, o inverno começa oficialmente no país no dia 21 de junho e se estende até 23 de setembro, época que marca o início da primavera.

Gilmário Mendes, técnico da fundista Marily do Santos, que mora e ministra os treinos em Pojuca (BA), comenta que as chuvas que atingem o norte e nordeste nessa época são os maiores desafios para os corredores. “Geralmente eles vão encontrar lama, poças de água e, dependendo da estrutura da cidade, fica complicado treinar porque pode haver algum obstáculo escondido como buracos, por exemplo.” Ele conta ainda que as competições também costumam sofrer uma pausa durante o inverno. “Há cerca de 60% menos eventos. As exceções são provas comemorativas, como Festa de São João, padroeiro e aniversário das cidades”.

O ideal, segundo Gilmário, é procurar treinar e competir em locais em que as condições sejam mais favoráveis, porém, caso enfrentar São Pedro seja a única alternativa, ele passa algumas dicas. “Numa corrida é interessante usar um saco de lixo grande como capa de chuva, cortando o local onde vai colocar os braços e fazendo um buraco no local onde aparece o número de peito”. Numa ocasião como essa, caso a chuva cesse no meio da prova, fica fácil descartar a proteção improvisada.

Tanto em treinos, como nas provas, a dica de Gilmário é levar uma toalha e uma roupa seca para usar depois de correr. “É legal ter um agasalho e uma camiseta de algodão, ou outro tecido que não seja sintético”.

Centro Oeste - Se na região norte e nordeste em geral as temperaturas ficam na marca dos 18º a 20ºC, no centro oeste o cenário é diferente. A baixa umidade do cerrado e as altas temperaturas a partir de meados de julho, também são motivo de diminuição do número de provas.

“Temos frio de maio até junho, condição possível de se tolerar numa boa, mas depois começa uma época mais difícil para nós”, relata Edilberto Barros, responsável por treinar Lucélia Peres em Brasília. “Temos uma altitude aqui de 1.200m, umidade relativa do ar abaixo de 20% e um calor forte sem chuva até outubro. Esses três fatores derrubam a condição ideal de treinamento”.

Ainda segundo o treinador, outro fator de complicação é a falta de opções de terrenos para o atleta variar o treino, já que a grama nessa época do ano não pode ser utilizada como alternativa para o alto impacto do asfalto. “O terreno está esturricado, os pisos ficam duros e há uma queda de rendimento”.

Com a baixa umidade, a sensação de suor é menor e muitos corredores acabam se esquecendo da hidratação durante os treinos. “Nessa época quase não temos nuvens e o céu é aberto do amanhecer até o pôr-do-sol, então a desidratação é muito grande”, esclarece o treinador, que também é fisiologista.

Assim sendo, o cuidado na reposição de líquidos e sais minerais deve ser redobrada, a alimentação balanceada, deve se dar preferência ao uso de roupas leves e usar muito protetor solar. Os termômetros começam o dia na marca dos 19 a 20ºC e chegam muitas vezes a 31ºC.

A dica de Edilberto para se adaptar é procurar correr nas primeiras horas da manhã e no final do dia, já mais à noite. “Brasília é um bom lugar para treinar, não para competir. Quando o corredor sai daqui e vai para o nível do mar, por exemplo, tem um ganho aproximado de meio minuto no tempo nos 10 mil metros”.

As competições não chegam a parar completamente, mas sofrem uma pausa e retornam gradativamente a partir de agosto. “Teremos a Maratona Pão de Açúcar, a Duque de Caxias, a Capital Runners, entre outras”.


Enquanto isso, nas regiões sul e sudeste do país, o frio costuma predominar nos meses de inverno, época em que a assiduidade de alunos nos treinos de assessorias esportivas costuma ser baixa. “Nessa época há uma redução de pessoas nos treinos e nas academias, quando deveria ser o contrário, já que no frio a performance costuma ser melhor”, avalia o técnico do Clube Pinheiros, Cláudio Castilho.

As temperaturas no começo do dia e durante a noite costumam cair para baixo dos 15ºC, então é necessário atentar a algumas dicas para não ter problemas com hipotermia e outros problemas ocasionados pelo frio. Segundo o treinador Aulus Sellmer, responsável pela equipe 4any1, deve-se dar preferência a agasalhos que tenham fleece, tecido com função de manter o corpo aquecido, sem bloquear a transpiração.

Ainda segundo o treinador, o aquecimento para o treino deve ser feito com várias camadas de roupa e, aos poucos, se desfazer das vestimentas “para não se expor subitamente às mudanças de temperatura”. Logo depois do treino, as roupas devem estar separadas para serem vestidas o mais rápido possível.

As competições não pararam nessa época do ano, como acontece nas outras regiões, pelo contrário, elas continuam a todo vapor e muitas vezes há mais de uma opção para um mesmo fim de semana. “As temperaturas mais amenas trazem possibilidade para incrementar o desempenho. Converse com seu treinador sobre a possibilidade de aumentar os treinos longos e melhorar resistência aeróbia e capacidade aeróbia, responsável pelo melhor aproveitamento de oxigênio”, finaliza Aulus.

Apesar das características marcantes de cada parte do Brasil, vale lembrar que muitas vezes ocorrem inversões térmicas, veranicos e outros fenômenos climáticos que podem alterar a condição em determinada época. O melhor, então, é ter um olho na planilha, outro na previsão do tempo e sempre consultar um profissional da área para obter o desempenho almejado.

Saiba a relação entre exercícios físicos e as dietas de emagrecimento

Para quem quer perder peso, a estratégia hoje que parece consensualmente uma das mais aceitas é a de se conciliar uma dieta para redução de ingestão calórica, com a prática de exercício físico, o que geraria um maior gasto energético. Tudo tem que ser feito de forma sem exageros, porque qualquer dieta que prometa mais de um quilo a cada duas semanas, pode ser uma mentira ou um desastre.

Um importante e detalhado estudo mostrou que as pessoas que faziam um registro de tudo aquilo que haviam comido, tinham maior perda e controle do peso no regime. As vantagens disso se mantinham mesmo que as pessoas sequer consultassem depois suas anotações! O simples ato de anotar parece fazer com que a pessoa tenha uma melhor ideia de quanto ela come. Nas pesquisas de saúde pública vemos sempre que as pessoas dizem se exercitar muito mais e comer muito menos do que realmente fazem.

Para piorar, o grande desafio pra quem quer fazer tudo sem consultar um profissional, é o baixo conhecimento médio das pessoas sobre o tema. As pessoas não sabem o quanto consumir, nem quando, nem o quê. Nem mesmo a experiência parece ser uma fonte segura, pois diversas pesquisas entre atletas e treinadores mostram que mesmo entre os de alto desempenho há um baixo conhecimento teórico sobre nutrição.

Não importando a pessoa, a sensação de sede é um excelente indicador de hidratação, mas a fome não é um indicador nada confiável de necessidade energética! Vejamos algumas armadilhas que já falamos aqui.

- A simples exposição a comerciais de fast food faz com que comamos mais;
- Algumas cidades americanas decidiram colocar valores calóricos nos cardápios das lanchonetes, mas o consumo não se alterou;
- As cadeias de lanchonetes mais “saudáveis” acabam fazendo com que as pessoas comam mais por acharem que os pratos são mais leves;
- Pratos light são erroneamente subavaliados quanto aos valores calóricos;
- Testes com “combos” de redes de fast food são muito subavaliados na quantidade calórica;
- Um homem quando acompanhado de uma mulher come mais do que sua média, enquanto ela come menos que o habitual;
- Pessoas instruídas a caminhar um pouco consumiam muito mais quando a elas se dizia que haviam feito exercício físico;

Ou seja, nossa decisão de comer ainda é muitas vezes um grande mistério sem lógica. Uma recente pesquisa da pesquisadora Dolores Albarracín, da Universidade americana de Illinois, mostra que a simples menção a campanhas de praticar exercício faz com que comamos mais, mesmo sem se exercitar. No estudo temos que as pessoas expostas a pôsteres simples com dizeres como “matricule-se em uma academia”, ou “pratique caminhada”, fez com que os estudados comessem muito mais do que os expostos a mensagens neutras! Ou seja, o simples gesto de ler algo relativo a exercício, já os fez consumir 30% mais, como se eles já estivessem treinando!

Então, preste atenção no que você come no dia a dia e o quanto faz de atividade física, para obter um equilíbrio e evitar brigas desnecessárias com a balança.


Saiba a relação entre exercícios físicos e as dietas de emagrecimento

Atletismo · 26 jul, 2010

Para quem quer perder peso, a estratégia hoje que parece consensualmente uma das mais aceitas é a de se conciliar uma dieta para redução de ingestão calórica, com a prática de exercício físico, o que geraria um maior gasto energético. Tudo tem que ser feito de forma sem exageros, porque qualquer dieta que prometa mais de um quilo a cada duas semanas, pode ser uma mentira ou um desastre.

Um importante e detalhado estudo mostrou que as pessoas que faziam um registro de tudo aquilo que haviam comido, tinham maior perda e controle do peso no regime. As vantagens disso se mantinham mesmo que as pessoas sequer consultassem depois suas anotações! O simples ato de anotar parece fazer com que a pessoa tenha uma melhor ideia de quanto ela come. Nas pesquisas de saúde pública vemos sempre que as pessoas dizem se exercitar muito mais e comer muito menos do que realmente fazem.

Para piorar, o grande desafio pra quem quer fazer tudo sem consultar um profissional, é o baixo conhecimento médio das pessoas sobre o tema. As pessoas não sabem o quanto consumir, nem quando, nem o quê. Nem mesmo a experiência parece ser uma fonte segura, pois diversas pesquisas entre atletas e treinadores mostram que mesmo entre os de alto desempenho há um baixo conhecimento teórico sobre nutrição.

Não importando a pessoa, a sensação de sede é um excelente indicador de hidratação, mas a fome não é um indicador nada confiável de necessidade energética! Vejamos algumas armadilhas que já falamos aqui.

- A simples exposição a comerciais de fast food faz com que comamos mais;
- Algumas cidades americanas decidiram colocar valores calóricos nos cardápios das lanchonetes, mas o consumo não se alterou;
- As cadeias de lanchonetes mais “saudáveis” acabam fazendo com que as pessoas comam mais por acharem que os pratos são mais leves;
- Pratos light são erroneamente subavaliados quanto aos valores calóricos;
- Testes com “combos” de redes de fast food são muito subavaliados na quantidade calórica;
- Um homem quando acompanhado de uma mulher come mais do que sua média, enquanto ela come menos que o habitual;
- Pessoas instruídas a caminhar um pouco consumiam muito mais quando a elas se dizia que haviam feito exercício físico;

Ou seja, nossa decisão de comer ainda é muitas vezes um grande mistério sem lógica. Uma recente pesquisa da pesquisadora Dolores Albarracín, da Universidade americana de Illinois, mostra que a simples menção a campanhas de praticar exercício faz com que comamos mais, mesmo sem se exercitar. No estudo temos que as pessoas expostas a pôsteres simples com dizeres como “matricule-se em uma academia”, ou “pratique caminhada”, fez com que os estudados comessem muito mais do que os expostos a mensagens neutras! Ou seja, o simples gesto de ler algo relativo a exercício, já os fez consumir 30% mais, como se eles já estivessem treinando!

Então, preste atenção no que você come no dia a dia e o quanto faz de atividade física, para obter um equilíbrio e evitar brigas desnecessárias com a balança.

Mangaratiba recebe o XTerra Global Tour, a principal prova do ano

A cidade de Mangaratiba, no sul fluminense, é conhecida pelas belas praias e ilhas. Mas também tem a fama de receber anualmente a etapa brasileira do XTerra Global Tour. Entre os dias seis e oito de agosto, os principais triatletas do circuito estarão disputando a prova de resistência com 1,5 quilômetro de natação, 29 de Mountain Bike e 9 de corrida.

O percurso exige técnica e habilidade dos atletas, por contar com muitos obstáculos no caminho: riachos, lamaçais, subidas, descidas, pedras, terra, areia e muita vegetação. A natação será nas calmas águas da baia de Mangaratiba, e as outras partes do percurso colocam os competidores em contato com a natureza da região.

Para satisfazer todos os gostos e as preferências por esportes, eventos paralelos ao XTerra Global Tour acontecem no mesmo final de semana. O Swim Challenge é uma prova no estilo de maratona aquática, com a possibilidade de três distâncias, à escolha do atleta: 600 metros, 1,5 quilômetro ou três. As águas abertas da baía também têm temperatura agradável, facilitando para os competidores.

Uma marca registrada das etapas XTerra é a Night Trail Run, uma corrida noturna em trilhas onde todos os competidores recebem uma lanterna de cabeça. São nove quilômetros de trechos de terra batida, riachos, e single track com subidas e descidas.

A diversão das crianças também está garantida no final de semana. O Kids Triathlon é uma prova de cross country para crianças, organizada durante o XTerra. Meninos e meninas de seis a 12 anos podem participar da corrida, com um percurso cheio de obstáculos naturais, desafiando e estimulando o desenvolvimento dos participantes. Serão três modalidades esportivas: natação, moutain bike e corrida. Crianças de todas as idades também podem participar da XTerra Kids Running.

As inscrições para todos os eventos podem ser feitas no site www.xterrabrasil.com.br.


Mangaratiba recebe o XTerra Global Tour, a principal prova do ano

Corrida de Montanha · 26 jul, 2010

A cidade de Mangaratiba, no sul fluminense, é conhecida pelas belas praias e ilhas. Mas também tem a fama de receber anualmente a etapa brasileira do XTerra Global Tour. Entre os dias seis e oito de agosto, os principais triatletas do circuito estarão disputando a prova de resistência com 1,5 quilômetro de natação, 29 de Mountain Bike e 9 de corrida.

O percurso exige técnica e habilidade dos atletas, por contar com muitos obstáculos no caminho: riachos, lamaçais, subidas, descidas, pedras, terra, areia e muita vegetação. A natação será nas calmas águas da baia de Mangaratiba, e as outras partes do percurso colocam os competidores em contato com a natureza da região.

Para satisfazer todos os gostos e as preferências por esportes, eventos paralelos ao XTerra Global Tour acontecem no mesmo final de semana. O Swim Challenge é uma prova no estilo de maratona aquática, com a possibilidade de três distâncias, à escolha do atleta: 600 metros, 1,5 quilômetro ou três. As águas abertas da baía também têm temperatura agradável, facilitando para os competidores.

Uma marca registrada das etapas XTerra é a Night Trail Run, uma corrida noturna em trilhas onde todos os competidores recebem uma lanterna de cabeça. São nove quilômetros de trechos de terra batida, riachos, e single track com subidas e descidas.

A diversão das crianças também está garantida no final de semana. O Kids Triathlon é uma prova de cross country para crianças, organizada durante o XTerra. Meninos e meninas de seis a 12 anos podem participar da corrida, com um percurso cheio de obstáculos naturais, desafiando e estimulando o desenvolvimento dos participantes. Serão três modalidades esportivas: natação, moutain bike e corrida. Crianças de todas as idades também podem participar da XTerra Kids Running.

As inscrições para todos os eventos podem ser feitas no site www.xterrabrasil.com.br.

Running Show 2010 aproxima crianças do atletismo e da corrida

A quinta edição da Runnning Show promete agradar a todos os corredores com suas atrações, montadas no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera de 29 de julho a primeiro de agosto. E entre o público que aproveitará tudo o que foi preparado para a maior feira de corrida de rua do país são as crianças.

O Running Experience Kids surge com a intenção de divulgar o atletismo – considerado esporte de base – para as crianças com idades entre oito e quinze anos que prestigiarem o evento. O projeto respeita as características de cada idade e apresenta o atletismo como ferramenta de inclusão esportiva.

Durante os quatro dias de evento será possível participar de provas de curta distância e do Mini Circuito Olímpico, com corrida com barreiras, salto em distância e lançamento de dados. As Corridas Rápidas serão disputadas de hora em hora ao longo de todos os dias da feira.

Miguel Sarkis, organizador do Experience Kids, explica por que o atletismo é considerado esporte de base. “Composto especialmente por corridas, saltos e arremessos, é um esporte que forma e constrói as pessoas, tornando-se ferramenta imprescindível para formação de futuros esportistas em qualquer outra modalidade”.

A Running Show 2010 é a maior feira de corrida do país, trazendo novidades do mercado para os participantes, de 29 de julho a primeiro de agosto, no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera. Garanta a sua inscrição para a Running Experience Kids no Webrun.


Running Show 2010 aproxima crianças do atletismo e da corrida

Atletismo · 21 jul, 2010

A quinta edição da Runnning Show promete agradar a todos os corredores com suas atrações, montadas no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera de 29 de julho a primeiro de agosto. E entre o público que aproveitará tudo o que foi preparado para a maior feira de corrida de rua do país são as crianças.

O Running Experience Kids surge com a intenção de divulgar o atletismo – considerado esporte de base – para as crianças com idades entre oito e quinze anos que prestigiarem o evento. O projeto respeita as características de cada idade e apresenta o atletismo como ferramenta de inclusão esportiva.

Durante os quatro dias de evento será possível participar de provas de curta distância e do Mini Circuito Olímpico, com corrida com barreiras, salto em distância e lançamento de dados. As Corridas Rápidas serão disputadas de hora em hora ao longo de todos os dias da feira.

Miguel Sarkis, organizador do Experience Kids, explica por que o atletismo é considerado esporte de base. “Composto especialmente por corridas, saltos e arremessos, é um esporte que forma e constrói as pessoas, tornando-se ferramenta imprescindível para formação de futuros esportistas em qualquer outra modalidade”.

A Running Show 2010 é a maior feira de corrida do país, trazendo novidades do mercado para os participantes, de 29 de julho a primeiro de agosto, no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera. Garanta a sua inscrição para a Running Experience Kids no Webrun.

Walt Disney World organiza final de semana de princesa para mulheres

A Meia Maratona das Princesas acontece a partir do dia 25 de fevereiro de 2011, mas as atletas que quiserem sentir a magia Disney já podem garantir sua vaga. O fim de semana de eventos inclui uma exposição com as novidades do mundo das corridas, além de provas para as crianças e toda a família.

A prova de 21 quilômetros acontece dia 27, no domingo, com largada às 6h do Epcot Center, parque temático do complexo Disney em Orlando, Flórida. Na última edição, mais de 12 mil corredoras cruzaram a linha de chegada de conto de fadas, e a campeã foi a Princesa Gina Aalgaard Kelly, dos Estados Unidos, com o tempo de 1h23min58. Ao longo do percurso de todas as provas, bem como nas arenas e na linha de largada, será possível encontrar e interagir com personagens das histórias da Disney.

Nesse final de semana acontecem também as corridas Família Real 5k e a Crianças da Família Real, com distâncias entre 100 e 400 metros, de acordo com a idade dos participantes. As duas provas são realizadas no sábado, véspera do evento principal.

Todos os eventos do final de semana beneficiam a Sociedade de Leucemia e Linfoma, uma organização dedicada a combater os cânceres do sangue. Desde sua fundação, a SLL já investiu mais de 550 milhões de dólares em pesquisas específicas sobre leucemia, linfoma e melanoma.

As inscrições para todos os eventos podem ser feitas pelo site www.disneyprincesshalfmarathon.com.


Walt Disney World organiza final de semana de princesa para mulheres

Corridas de Rua · 21 jul, 2010

A Meia Maratona das Princesas acontece a partir do dia 25 de fevereiro de 2011, mas as atletas que quiserem sentir a magia Disney já podem garantir sua vaga. O fim de semana de eventos inclui uma exposição com as novidades do mundo das corridas, além de provas para as crianças e toda a família.

A prova de 21 quilômetros acontece dia 27, no domingo, com largada às 6h do Epcot Center, parque temático do complexo Disney em Orlando, Flórida. Na última edição, mais de 12 mil corredoras cruzaram a linha de chegada de conto de fadas, e a campeã foi a Princesa Gina Aalgaard Kelly, dos Estados Unidos, com o tempo de 1h23min58. Ao longo do percurso de todas as provas, bem como nas arenas e na linha de largada, será possível encontrar e interagir com personagens das histórias da Disney.

Nesse final de semana acontecem também as corridas Família Real 5k e a Crianças da Família Real, com distâncias entre 100 e 400 metros, de acordo com a idade dos participantes. As duas provas são realizadas no sábado, véspera do evento principal.

Todos os eventos do final de semana beneficiam a Sociedade de Leucemia e Linfoma, uma organização dedicada a combater os cânceres do sangue. Desde sua fundação, a SLL já investiu mais de 550 milhões de dólares em pesquisas específicas sobre leucemia, linfoma e melanoma.

As inscrições para todos os eventos podem ser feitas pelo site www.disneyprincesshalfmarathon.com.

Profissionais da saúde e do esporte debatem sobre ciências e corrida

Aconteceu neste sábado (17/07) o Segundo Seminário de Ciências Aplicadas à Corrida, promovido pela Taktos de Medicina Esportiva. Diversos profissionais ministraram palestras sobre temas pertinentes à pratica da corrida, desde lesões ortopédicas até terapia de genes.

São Paulo - O mundo de corredores aumenta 10% a cada ano, a medicina esportiva é o segmento que mais cresce no meio acadêmico. Com esse crescimento, é natural que mais profissionais se dediquem à entender melhor a prática e as consequências de correr. Neste sábado (17/07), profissionais de medicina, nutrição e fisioterapia se reuniram no Segundo Seminário de Ciências Aplicadas à Corrida para debater temas pertinentes para todos os que trabalham no mundo de um dos esportes que mais se populariza ao redor do mundo.

Segundo um dos organizadores do evento, Dr. Adriano Leonardi, a integração técnico-médico é importante. “Nós não sabemos quais são os problemas que os educadores físicos têm no dia-a-dia de treino dos atletas, mas é importante essa integração para ajudar no diagnóstico e no tratamento de eventuais lesões”.

Abordando uma polêmica recém surgida sobre o uso de tênis na corrida, Dra. Ana Paula Simões fez um panorama sobre o correr ou não descalço. A palestra foi mais uma parte da controvérsia surgida recentemente e que envolveu médicos, técnicos e outros profissionais desse universo.

Uma discussão interessante também abordada no seminário foi sobre a eficiência do alongamento na prevenção de lesões. Pesquisas não constataram uma diminuição nos prejuízos com o alongamento antes da prática esportiva, mas foi apontado em alguns estudos um aumento de lesões quando adotado após a corrida.

O evento também contou com a baropodometria, avaliação da pisada. Durante o intervalo das palestras, os participantes puderam saber como o peso do corpo está distribuído no pé e ainda qual seria o melhor tipo de palmilha para cada um.


Profissionais da saúde e do esporte debatem sobre ciências e corrida

Atletismo · 17 jul, 2010

Aconteceu neste sábado (17/07) o Segundo Seminário de Ciências Aplicadas à Corrida, promovido pela Taktos de Medicina Esportiva. Diversos profissionais ministraram palestras sobre temas pertinentes à pratica da corrida, desde lesões ortopédicas até terapia de genes.

São Paulo - O mundo de corredores aumenta 10% a cada ano, a medicina esportiva é o segmento que mais cresce no meio acadêmico. Com esse crescimento, é natural que mais profissionais se dediquem à entender melhor a prática e as consequências de correr. Neste sábado (17/07), profissionais de medicina, nutrição e fisioterapia se reuniram no Segundo Seminário de Ciências Aplicadas à Corrida para debater temas pertinentes para todos os que trabalham no mundo de um dos esportes que mais se populariza ao redor do mundo.

Segundo um dos organizadores do evento, Dr. Adriano Leonardi, a integração técnico-médico é importante. “Nós não sabemos quais são os problemas que os educadores físicos têm no dia-a-dia de treino dos atletas, mas é importante essa integração para ajudar no diagnóstico e no tratamento de eventuais lesões”.

Abordando uma polêmica recém surgida sobre o uso de tênis na corrida, Dra. Ana Paula Simões fez um panorama sobre o correr ou não descalço. A palestra foi mais uma parte da controvérsia surgida recentemente e que envolveu médicos, técnicos e outros profissionais desse universo.

Uma discussão interessante também abordada no seminário foi sobre a eficiência do alongamento na prevenção de lesões. Pesquisas não constataram uma diminuição nos prejuízos com o alongamento antes da prática esportiva, mas foi apontado em alguns estudos um aumento de lesões quando adotado após a corrida.

O evento também contou com a baropodometria, avaliação da pisada. Durante o intervalo das palestras, os participantes puderam saber como o peso do corpo está distribuído no pé e ainda qual seria o melhor tipo de palmilha para cada um.

XTerra Brazil mantém percurso e promete tempos mais baixos em Angra

A cidade de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, recebe do dia seis ao dia oito de agosto mais uma etapa do circuito XTerra. Na prova principal serão 1,5 quilômetro de natação na baía de Angra dos Reis, 29 quilômetros de mountain bike e nove quilômetros de corrida por trilhas da região. Acontecem também a Night Trail Run, o Swim Challenge, o Kids Triathlon e o Kids Running

As inscrições estão quase esgotadas, e uma das razões para o sucesso é a união da prática de esportes ao contato com a natureza em cenários sempre exuberantes das cidades onde se realizam as provas. “Atletas de rua muitas vezes competem nos mesmos locais que treinam, e por isso o XTerra tem atraído cada vez mais adeptos”, ressalta Bernardo Fonseca, da empresa organizadora do circuito XTerra no Brasil.

As provas exigem muito dos atletas e prometem agitar a disputa ente os profissionais. “O ciclismo mistura técnica e esforço. Na primeira metade do trecho é necessário mais esforço para se posicionar por se tratar de muitas subidas com curvas. A parte final exige técnica e concentração já que é uma descida grande” assinala o organizador sobre os 29 quilômetros de mountain bike a serem percorridos.

“O trecho de corrida é, na minha opinião, a melhor prova de todo o circuito: os primeiros 4,5 quilômetros são de terreno plano e depois são 4,5 quilômetros num ‘sobe e desce’ danado. Dificilmente quem termina liderando a primeira parte é ultrapassado, porque o trecho final na mata atrapalha as ultrapassagens”, ressalta Bernardo, mostrando que os resultados podem surpreender e que a emoção da etapa está em todas as provas.

Das três distâncias que os atletas devem percorrer, é a primeira – a natação na baía de Angra dos Reis – que deve mostrar quem está mais forte. O quilômetro e meio será nadado em águas calmas, quentes e cristalinas.

A premiação para os melhores atletas nas categorias masculina e feminina chega a R$ 25 mil, bonificando do primeiro ao décimo colocado entre os homens e as cinco primeiras mulheres.

As inscrições para a prova podem ser feitas pelo www.xterrabrasil.com.br.


XTerra Brazil mantém percurso e promete tempos mais baixos em Angra

Corrida de Montanha · 16 jul, 2010

A cidade de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, recebe do dia seis ao dia oito de agosto mais uma etapa do circuito XTerra. Na prova principal serão 1,5 quilômetro de natação na baía de Angra dos Reis, 29 quilômetros de mountain bike e nove quilômetros de corrida por trilhas da região. Acontecem também a Night Trail Run, o Swim Challenge, o Kids Triathlon e o Kids Running

As inscrições estão quase esgotadas, e uma das razões para o sucesso é a união da prática de esportes ao contato com a natureza em cenários sempre exuberantes das cidades onde se realizam as provas. “Atletas de rua muitas vezes competem nos mesmos locais que treinam, e por isso o XTerra tem atraído cada vez mais adeptos”, ressalta Bernardo Fonseca, da empresa organizadora do circuito XTerra no Brasil.

As provas exigem muito dos atletas e prometem agitar a disputa ente os profissionais. “O ciclismo mistura técnica e esforço. Na primeira metade do trecho é necessário mais esforço para se posicionar por se tratar de muitas subidas com curvas. A parte final exige técnica e concentração já que é uma descida grande” assinala o organizador sobre os 29 quilômetros de mountain bike a serem percorridos.

“O trecho de corrida é, na minha opinião, a melhor prova de todo o circuito: os primeiros 4,5 quilômetros são de terreno plano e depois são 4,5 quilômetros num ‘sobe e desce’ danado. Dificilmente quem termina liderando a primeira parte é ultrapassado, porque o trecho final na mata atrapalha as ultrapassagens”, ressalta Bernardo, mostrando que os resultados podem surpreender e que a emoção da etapa está em todas as provas.

Das três distâncias que os atletas devem percorrer, é a primeira – a natação na baía de Angra dos Reis – que deve mostrar quem está mais forte. O quilômetro e meio será nadado em águas calmas, quentes e cristalinas.

A premiação para os melhores atletas nas categorias masculina e feminina chega a R$ 25 mil, bonificando do primeiro ao décimo colocado entre os homens e as cinco primeiras mulheres.

As inscrições para a prova podem ser feitas pelo www.xterrabrasil.com.br.