Atletismo · 15 jun, 2012
Na primeira matéria sobre o aniversário do Webrun, falamos sobre a origem do Portal, proveniente do antigo Maratona.com.br, do proprietário Harry Thomas Júnior. Acompanhe a seguir o que disseram os atuais sócios, André Chaco e Renato Cukier, sobre os desafios de se fazer internet há dez anos e as perspectivas para o futuro.
Em meados de 2002, o segmento de corridas era muito carente de veículos especializados e havia apenas uma revista, a Contra Relógio, comandada pelo então maratonista Thomaz Lourenço. Na época o desafio era fazer um portal com notícias diárias sobre o esporte e tivemos que montar uma equipe para conseguir isso, conta Renato Cukier. Ele lembra ainda que logo após o lançamento do Portal surgiram pelo menos mais duas revistas. Isso mostra que investimos no momento certo.
Além da preocupação com o conteúdo diário, a formatação do site como um todo também teve que acompanhar o ritmo do mercado. Naquela época a interação com o leitor era muito menor, pois não existiam as redes sociais, como Facebook e Twitter, mas isso foi algo que evoluiu naturalmente, lembra Renato.
Na parte comercial também havia inúmeras dificuldades, já que o ambiente virtual ainda era algo novo para muitas marcas, como lembra André Chaco. As pessoas tinham acesso à internet, mas os anunciantes não sabiam como entrar nesse mercado e postergaram ao máximo. Com o crescimento do meio e um número significante de usuários, todos foram obrigados a investir.
Com base nestes problemas foi necessário educar o mercado e mostrar os diferenciais, como valores mais acessíveis do que outras mídias e uma customização muito maior. Nosso faturamento foi muito complicado no início, lembra Chaco. Porém, quando visualizamos a possibilidade de faturar com a Internet, começamos a ampliar nossas equipes de tecnologia, design, jornalismo e também adquirimos novos equipamentos.
O Portal foi crescendo ao longo dos anos e foi necessário pensar em novos produtos para atender bem os anunciantes e leitores, mas diferente dos dias atuais não existia uma grande oferta de aplicativos prontos no mercado. A gente apanhava para desenvolver nossas ferramentas próprias, mas esse era e continua sendo um dos nossos diferenciais.
Futuro - O mercado de corridas está aquecido, isso é fato, mas ainda há muito o que ser explorado e as atualizações serão mais aceleradas do que nos últimos anos. Traçando um paralelo com nosso mercado, diria que ficamos três anos caminhando, mais três marchando e agora já estamos correndo, relata Chaco. Com a quantidade de novidades que estão aparecendo teremos que correr ainda mais rápido e o desafio será nos manter à frente no mercado nos próximos anos.
Renato concorda com o sócio e já adianta algumas das novidades que são tendência na Internet como um todo. O Mobile já é uma realidade e estamos caminhando cada vez mais para esse lado, além de pensar em outras plataformas para atender nosso público.
Além das ferramentas precisarem de atualizações, os eventos também precisam se reinventar para não perderem receita e alguns já começam a perceber isso. As provas começaram a explorar nichos diferentes (Mulheres, Crianças, Trail) e também estão saindo de São Paulo e explorando o Brasil como um todo.
Atletismo · 15 jun, 2012
No dia 15 de junho de 2002 entrou no ar o Webrun, portal que se dedicaria a falar sobre corridas de rua, atletismo de pista e triathlon, com atualizações diárias de notícias, dicas e um calendário completo de provas. O Portal teve origem numa parceria entre Harry Thomas Jr, então proprietário do Maratona.com.br, com os sócios do Webventure focado em esportes de aventura que há cinco anos figurava no mercado.
A partir de hoje vamos publicar uma série de matérias contando a história do Webrun e seus personagens, como atletas, colaboradores, funcionários e ex-funcionários. Neste primeiro texto, Harry fala sobre o princípio de tudo e os desafios para os próximos anos.
O Maratona.com.br foi lançado em 1999 por Harry às vésperas da Maratona de São Paulo, após a conclusão de que o termo Maratona, referente a atletismo, não constava em nenhum resultado dos sites de busca da época. Percebendo um nicho de mercado, ele tinha como objetivo cobrir as cinco provas de 42 quilômetros da época no Brasil: São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro e Curitiba e colocar fotos e resultados 24h após o término das mesmas.
Foi um sucesso, já que na época as notícias e resultados saíam apenas nas revistas, que chegavam ao mercado muito tempo depois, conta Harry. Com o sucesso, as pessoas começaram a perguntar sobre competições de outras distâncias e em vários locais do país. Comecei a buscar sócios e cheguei até um empresário que me deu uma aula de Internet e disse que eu deveria procurar três portais: dois grandes e um pequeno, no caso o Webventure, representado por André Chaco e Renato Cukier. Harry lembra que os dois primeiros não lhe responderam, ao contrário do portal de aventura, que se mostrou interessado numa parceria.
Inicialmente Harry passou apenas a fornecer conteúdo editorial para um cliente do Webventure que trabalhava na área das corridas de rua, mas após seis meses houve uma nova conversa para formalizar a sociedade com Renato e André. Foi assim que nasceu o Webrun e no começo apenas eu é quem cuidava da parte editorial.
Colaboradores - Com o passar do tempo os diretores perceberam a necessidade de ter alguns colaboradores, tanto internos quanto externos, o que aconteceu em 2003. Contratamos a primeira jornalista, Donata Lustosa, antes do aquecimento do mercado de corridas que veio em 2004, por conta da Olimpíada de Atenas e o incidente com o Vanderlei Cordeiro, relembra Harry.
Também começaram a surgir os especialistas, ou seja, treinadores e pessoas ligadas a outras áreas que dividiriam o conhecimento com os leitores. Tivemos o Wanderlei de Oliveira (treinador), Fernanda Paradizo (jornalista e fotógrafa), Dr. Nabil Gorayeb (médico cardiologista), André Vasquez (ultramaratonista), entre outros. Também começaram os anunciantes e o primeiro banner que entrou foi da assessoria esportiva Ação Total, de Claúdio Castilho, atual treinador da campeã Pan-americana de Maratona (2011).
Na época o Webrun era o único Portal totalmente dedicado a notícias, dicas e informações para os corredores e passou a dominar o seu segmento de mercado. Tínhamos um concorrente forte, mas o foco deles era mais serviços e menos notícias, lembra o ex-Publisher.
Em 2005 houve a contratação de mais um jornalista, Alexandre Koda, que durante quatro anos atuou como repórter até se tornar o atual editor do Portal. Sempre nos baseamos num jornalismo forte e precisávamos aumentar nosso corpo editorial.
Fim de um ciclo - Após oito anos à frente do Portal, Harry desfez a sociedade para seguir com outros projetos. Tive um relacionamento ótimo com os sócios e precisava de novos desafios. Criei um filho e agora o deixo seguindo caminhos próprios, brinca Harry.
Futuro - Harry acredita que o desafio de um portal como o Webrun é trazer uma notícia de qualidade mesmo com a concorrência das redes sociais, que multiplicam informações diversas em questão de segundos. Hoje um atleta de ponta não convoca mais uma coletiva de imprensa para contar em qual prova vai correr, por exemplo. Ele joga no Twitter, Facebook e milhares de pessoas ficando sabendo. Dessa forma, os veículos terão que se reinventar para trazer boas notícias.
No âmbito mercadológico, os organizadores também terão que trazer novos desafios a seus consumidores, já que o mercado está cada vez mais saturado e as pessoas mais exigentes. Acredito muito no crescimento do Trail Run (corridas em trilha) e em provas pequenas com percursos diferentes, finaliza.
Acompanhe nos próximos dias as entrevistas com outras pessoas que ajudaram e ainda ajudam o Webrun a ser referência em seu segmento.
O cadeirante Eliziário dos Santos, conhecido como Motorzinho, ganhou notoriedade nos últimos anos pelo exemplo de superação: sem os movimentos das pernas, já disputou dez edições do Ironman Brasil, prova de 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e 42 de corrida.
Após a competição deste ano, o paraatleta revelou que tem o sonho de ir para o Havaí participar do Mundial de Ironman. Gostaria de ir para Kona, contou na ocasião, referindo-se à ilha onde é realizada a prova.
Sensibilizados, um grupo de amigos de Motorzinho se uniu para ajudá-lo a arrecadar fundos para poder competir fora do País. No entanto, a vaga para Kona só é conquistada mediante desempenho satisfatório em outra prova da franquia, por isso a ideia é que ele compita no Ironman 70.3 de Buffalo Springs, no Texas (Estados Unidos), em 24 de junho.
O Motorzinho é uma pessoa do bem e tem uma história muito positiva para toda a comunidade. Sentimos-nos muito inspirados por sua trajetória e decidimos ajudá-lo a realizar seu sonho, diz a carta aberta assinada por Javier Marquez, André Portillo, Raul Mesquita de Freitas, Albino Teixeira e outros contribuintes.
Como ajudar- Foi aberta uma conta para auxiliar no projeto de Motorzinho. Segundo a carta, o custo total para enviá-lo ao Texas é de R$ 9 mil e metade deste valor já foi arrecadado. Para contribuir, a conta corrente é:
Banco: Bradesco
Agência: 0149-0/Santos (SP)
Conta Poupança: 1.012.057-8
Beneficiário: Eliziário dos Santos e/ou Albino Vieira Teixeira
Os responsáveis acrescentam ainda que se o dinheiro recebido ultrapassar o valor necessário, os contribuintes têm as seguintes opções: a) devolução do dinheiro pro-rata com a sua contribuição, ou b) deixar o dinheiro na conta caso Motorzinho consiga a classificação para o Havaí.
Esporte Adaptado · 11 jun, 2012
O cadeirante Eliziário dos Santos, conhecido como Motorzinho, ganhou notoriedade nos últimos anos pelo exemplo de superação: sem os movimentos das pernas, já disputou dez edições do Ironman Brasil, prova de 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e 42 de corrida.
Após a competição deste ano, o paraatleta revelou que tem o sonho de ir para o Havaí participar do Mundial de Ironman. Gostaria de ir para Kona, contou na ocasião, referindo-se à ilha onde é realizada a prova.
Sensibilizados, um grupo de amigos de Motorzinho se uniu para ajudá-lo a arrecadar fundos para poder competir fora do País. No entanto, a vaga para Kona só é conquistada mediante desempenho satisfatório em outra prova da franquia, por isso a ideia é que ele compita no Ironman 70.3 de Buffalo Springs, no Texas (Estados Unidos), em 24 de junho.
O Motorzinho é uma pessoa do bem e tem uma história muito positiva para toda a comunidade. Sentimos-nos muito inspirados por sua trajetória e decidimos ajudá-lo a realizar seu sonho, diz a carta aberta assinada por Javier Marquez, André Portillo, Raul Mesquita de Freitas, Albino Teixeira e outros contribuintes.
Como ajudar- Foi aberta uma conta para auxiliar no projeto de Motorzinho. Segundo a carta, o custo total para enviá-lo ao Texas é de R$ 9 mil e metade deste valor já foi arrecadado. Para contribuir, a conta corrente é:
Banco: Bradesco
Agência: 0149-0/Santos (SP)
Conta Poupança: 1.012.057-8
Beneficiário: Eliziário dos Santos e/ou Albino Vieira Teixeira
Os responsáveis acrescentam ainda que se o dinheiro recebido ultrapassar o valor necessário, os contribuintes têm as seguintes opções: a) devolução do dinheiro pro-rata com a sua contribuição, ou b) deixar o dinheiro na conta caso Motorzinho consiga a classificação para o Havaí.
Caminhada · 05 jun, 2012
A Revista Esportiva Sport Life promove este ano pela terceira vez uma premiação para empresas ligadas ao meio, mas ao contrário de outros veículos que já o fizeram no passado, o público é quem ajudará a escolher os melhores nomes. Ao todo serão oito categorias populares e mais quatro exclusivas de um comitê de jornalistas e especialistas.
As categorias de voto aberto são:
As marcas mais votadas passarão pela análise de um grupo de jurados especializados no assunto, que decidirão pelo primeiro, segundo e terceiro lugares.
Já as categorias de voto exclusivo dos especialistas serão:
Os votos podem ser feitos até agosto e a cerimônia de entrega acontecerá no mês de outubro. Para saber todos os detalhes e como votar, basta acessar o site www.motorpressbrasil.com.br/sportlife/premio2012.
Corrida de Montanha · 31 maio, 2012
A Advanced Nutrition lança no Brasil este mês o Exceed Energy Gel, repositor energético em sachês para praticantes de esportes de resistência. O produto entra no mercado de suplementos para concorrer com os líderes do segmento, como o GU.
Segundo a fabricante, o Exceed Energy Gel é enriquecido com as vitaminas antioxidantes C e E, o que previne a ação de radicais livres no organismo durante a atividade física. Como os seus pares, é de fácil digestão e rápida absorção.
Mais energia- O produto é indicado para a reposição energética. Com 21 gramas de carboidratos em sachê de 30 gramas, o gel promete suprir as reservas de glicose nos músculos, oferecendo a energia necessária para que o atleta evite uma queda de desempenho ao longo de uma prova ou treino.
É um produto prático e de fácil consumo, que se transforma em energia rapidamente, conta a nutricionista da Advanced Nutrition, Carolina Marques. A ingestão do Exceed Energy Gel é recomendada a cada 30 ou 40 minutos de atividade física. Está disponível nos sabores Açaí com Guaraná, Banana, Baunilha, Chocolate, Limão, Morango com banana, Tangerina e Triberry.
Onde comprar: O produto está disponível em lojas de suplementos.
Preço sugerido: R$ 3,50/ R$ 4,00 por sachê.
Esporte Adaptado · 31 maio, 2012
Eram 23h22 de domingo, 27 de maio, em Florianópolis. No Clube Doze de Agosto, em Jurerê Internacional, depois de mais de 16 horas de prova, o público nas arquibancadas da reta final do Ironman Brasil 2012 dançava ao som da música eletrônica da arena, já acostumado às chegadas dos triatletas.
Foi quando o locutor anunciou que a competidora com maior idade se aproximava. Correndo com passos curtos e com o tronco penso para seu lado esquerdo, fruto do desgaste, a estadunidense Theo Carroll foi ovacionada pelos presentes com o mesmo entusiasmo que o argentino Ezequiel Morales, vencedor da prova, fora cerca de oito horas antes.
Theo tem 69 anos. Foi o meu sexto Ironman, o primeiro fora dos Estados Unidos, conta a senhora, que completou duas vezes a prova da Flórida, uma a do Arizona e outras duas vezes o Mundial, no Havaí. Como era a única em sua categoria no Brasil, garantiu a vaga para seu terceiro Mundial.
Ela começou no triathlon com 54 anos e fez seu primeiro Ironman aos 60. Pouquíssimas mulheres da minha idade fazem isso. Quero ajudar as pessoas, mulheres especialmente, a perceber que nada é impossível. E nunca é tarde demais, afirma.
Motor- Em seu décimo Ironman Brasil, Eliziário dos Santos é outro exemplo de superação. Conhecido como Motorzinho, ele foi o primeiro colocado na categoria de cadeirantes.
Normalmente Motorzinho compete sozinho, mas desta vez teve a companhia do suíço Andres Figueroa. Ele é um menino que está começando, tem um equipamento muito bom. Há três anos também teve a participação de um espanhol que foi muito bem, conta o paraatleta.
No domingo, o cadeirante brasileiro bateu seu recorde pessoal na prova, que era de 13h33min, de 2007. Seu tempo neste ano foi de 13h04min10. Foi difícil porque o mar estava com correnteza, tive que fazer mais força e isso me fez passar mal no handcycle [o equivalente à bicicleta]. Depois de duas horas de pedal eu melhorei e consegui imprimir meu ritmo de prova, descreve.
Desde 2006 Motorzinho participa da competição florianopolitana graças ao apoio da Latin Sports, organizadora do evento. Eles pagam todas as despesas para eu competir aqui, sou muito grato ao Carlos Galvão e toda equipe.
Sonho e apoio- O cadeirante ressalta que um de seus maiores incentivos é o suporte do público durante o percurso. Eles me incentivam bastante o tempo todo, isso me empurra para seguir em frente, conta.
No entanto, falta ainda para Motorzinho um patrocínio, um apoio financeiro que permita que ele realize o sonho de competir fora do País. Gostaria de ir para Kona, ou mesmo para o 70.3 de Miami. Encontrei o pessoal de lá aqui e eles disseram que vão me levar neste ano, espero que cumpram, finaliza.
Atletismo · 08 maio, 2012
Para emagrecer basta apenas comer menos (ou melhor) e fazer mais exercícios, certo? Muito provavelmente não. Cada vez mais sou adepto de uma menor importância do exercício no controle e perda de nosso peso. Como diz um famoso autor, exercícios nos fazem apenas ter mais fome.
Treinar então é inútil? Logicamente que não, pois o exercício traz uma gama de benefícios tão grande que seria difícil listar todos aqui. Mas entre eles, causar grande perda de peso parece cada vez mais não estar entre suas vantagens inerentes.
Uma das conclusões de uma longa revisão britânica sobre nutrição e saúde mostra que a perda de peso de quem incorporou uma rotina regular de treinos é de cerca de dois a três quilos. É muito pouco para um mundo cada vez mais tão gordo.
Uma das razões para acharmos que o exercício pode induzir a uma significante perda de peso é a presença de inúmeros exemplos que conhecemos de amigos ou conhecidos que obtiveram razoável sucesso. E dos que tentaram e não conseguiram diremos que é porque em algum momento erraram ou furaram com a dieta. Mas será mesmo? Não há uma sobrevalorização da capacidade do exercício em nos ajudar a perder peso?
Um artigo do British Journal of Sports Medicine traz uma hipótese que parece coerente: a diversidade das respostas das pessoas ao exercício sem cometer o equívoco apressado de dizer que o culpado é quem não emagrece por cometer pecados e deslizes em algum momento.
No estudo você tem desde pessoas que emagrecem muito (14 quilos) como de quem ganhou até três quilos treinando! Isso por si só já reforçaria a ideia que, no geral, treino faz perder peso sim. Não que eu queira negar, apenas refuto a ideia de que traga grandes perdas.
O artigo em si debate as possibilidades dos porquês de respostas tão diferentes ao mesmo protocolo (500 calorias de gasto em treinos). A resposta? Nunca é simples. Sou da teoria que o maior benefício intrínseco do treino é a mudança que o esporte traz na vida dos antes sedentários. Além disso, o treino pode reduzir demais a produção de insulina pelo indivíduo, hormônio esse que tem grande importância no peso dele.
O maior equívoco é achar que o esporte é indispensável na conta final e não no estilo de vida, esse sim, para mim, o maior aspecto que influencia em nosso peso. Sou suspeito para falar, mas o estudo, apesar de ser muito interessante, precisaria acompanhar a distribuição de macronutrientes (carboidrato, gordura e proteína) ingerida pelos indivíduos. Ao contrário do que possa pensar, sou teórico de que quanto mais gordura (menos carboidrato), melhor. Não, você não leu errado.
Fonte: www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21596715
Caminhada · 02 maio, 2012
Além do treinamento, o sono é um importante aliado na qualidade de vida. Confira a primeira parte do artigo que aborda o tema.
A necessidade do organismo de repor os estoques energéticos e funcionais, além de regenerar tecidos durante o sono, precisa ser levada tão a sério quanto treinar. O corpo pede descanso após um treino e isso deve ser feito de maneira adequada, caso contrário não haverá tempo hábil para uma recuperação necessária antes da próxima atividade.
Para ter um bom sono afim de não afetar a qualidade do treino e ter um relaxamento adequado, é importante considerar o período da atividade.
Treinos noturnos:
Treinos diurnos:
Quem treina de manhã terá um maior período de gasto calórico, pois o corpo permanecerá em atividade durante o dia e depois o sono será mais regenerativo, mesmo que muitas horas depois da atividade. E quanto maior a recuperação do corpo à noite, ou seja, quanto maior a qualidade de sono, maior o fator emagrecimento também.
No próximo artigo vamos passar algumas dicas para regular o sono e ter um melhor aproveitamento no treino.
O cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb define: Hipertenso é aquele que tem a pressão acima de 13,5 por 8,5. A hipertensão arterial é uma doença crônica, incurável, mas tratável. Dr. Nabil explica que o tratamento tem três vertentes, o remédio, a dieta e a atividade física.
O consenso- Tanto Dr. Nabil quanto o nutricionista Danilo Balu concordam neste ponto. A atividade aeróbica, como a corrida em ritmo de trote praticada de forma regular (quatro vezes por semana)é muito boa para o hipertenso. Mas ele tem que tomar os remédios antes de sair para sua corrida, adverte o cardiologista.
Doping no esporte: entenda como as substâncias agem no corpo humano
Balu endossa o o discurso. A prática física regular mantém o sistema circulatório melhor, assim como a resistência vascular, que ajuda a manter a pressão saudável, diz. Para Balu, a comunidade científica valoriza demais os efeitos do sal no organismo O foco dos problemas de hipertensão deveria sair do sal e ir atrás dos carboidratos em geral, conta.
A discórdia- O sal não traz problemas para a maioria absoluta da população, defende o nutricionista. Em uma pessoa em condições comuns o sal traz um aumento de pressão muito baixo e apenas momentâneo. Aquela história de colocar sal na língua para quem está com pressão baixa realmente funciona, mas é um aumento pequeno e de curta duração, declara. O sal está longe de ser o responsável.
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| Ficar de olho na pressão permite que o atleta não tenha surpresas desagradáveis enquanto pratica atividade física. Foto: Jarsem/ stock.xchng |
Dr. Nabil rechaça com intensidade os argumentos defendidos por Balu que já sugeriu desmistificar o consumo de sal em artigo no Webrun . O sal é o nosso maior inimigo!, exclama o cardiologista.
A Sociedade Brasileira de Cardiologia alerta que o sal é o principal problema para pressão alta no Brasil e no mundo. Uma pessoa tem que consumir no máximo de quatro a cinco gramas de sal por dia. Não dá para fazer esse cálculo com facilidade na hora de consumir, então acaba-se medindo pelo sódio. Mas não conseguimos tratar bem um hipertenso sem a restrição de sal, álcool e isotônicos, esclarece.
Quem tem pessoas na família com histórico da doença é mais propenso à hipertensão, mas isso não exime alguém sem histórico de maneirar no consumo de sal. O principal causador de hipertensão hoje em dia é o sal, reforça mais uma vez.
Os carboidratos- Danilo Balu justifica porque os carboidratos é que deveriam passar por maior policiamento. Muito carboidrato causa retenção líquida e consequentemente aumento de pressão. Isso é relevado, as pessoas não prestam atenção. Combatendo sal, esquecem do açúcar. O efeito do açúcar na pressão é crônico, enquanto o do sal é agudo (repentino), explica.
Comprar o tênis específico para cada pisada é necessário?
Mais uma vez, Dr. Nabil é veemente para negar a hipótese. Carboidrato não tem nada a ver, só se for em pessoas obesas. A principal parte de casos de hipertensão no mundo tem como causa o consumo de sal. Apenas de três a cinco por cento são por outras causas, enfatiza.
Para reforçar seu ponto de vista, acrescenta que a Sociedade Brasileira de Cardiologia propôs a diminuição do sal como conservante nos produtos da indústria alimentícia em 20%. Na dúvida, o melhor é não exagerar na comida salgada e investir na corrida: ela só traz benefícios.
Atletismo · 26 abr, 2012
O cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb define: Hipertenso é aquele que tem a pressão acima de 13,5 por 8,5. A hipertensão arterial é uma doença crônica, incurável, mas tratável. Dr. Nabil explica que o tratamento tem três vertentes, o remédio, a dieta e a atividade física.
O consenso- Tanto Dr. Nabil quanto o nutricionista Danilo Balu concordam neste ponto. A atividade aeróbica, como a corrida em ritmo de trote praticada de forma regular (quatro vezes por semana)é muito boa para o hipertenso. Mas ele tem que tomar os remédios antes de sair para sua corrida, adverte o cardiologista.
Doping no esporte: entenda como as substâncias agem no corpo humano
Balu endossa o o discurso. A prática física regular mantém o sistema circulatório melhor, assim como a resistência vascular, que ajuda a manter a pressão saudável, diz. Para Balu, a comunidade científica valoriza demais os efeitos do sal no organismo O foco dos problemas de hipertensão deveria sair do sal e ir atrás dos carboidratos em geral, conta.
A discórdia- O sal não traz problemas para a maioria absoluta da população, defende o nutricionista. Em uma pessoa em condições comuns o sal traz um aumento de pressão muito baixo e apenas momentâneo. Aquela história de colocar sal na língua para quem está com pressão baixa realmente funciona, mas é um aumento pequeno e de curta duração, declara. O sal está longe de ser o responsável.
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| Ficar de olho na pressão permite que o atleta não tenha surpresas desagradáveis enquanto pratica atividade física. Foto: Jarsem/ stock.xchng |
Dr. Nabil rechaça com intensidade os argumentos defendidos por Balu que já sugeriu desmistificar o consumo de sal em artigo no Webrun . O sal é o nosso maior inimigo!, exclama o cardiologista.
A Sociedade Brasileira de Cardiologia alerta que o sal é o principal problema para pressão alta no Brasil e no mundo. Uma pessoa tem que consumir no máximo de quatro a cinco gramas de sal por dia. Não dá para fazer esse cálculo com facilidade na hora de consumir, então acaba-se medindo pelo sódio. Mas não conseguimos tratar bem um hipertenso sem a restrição de sal, álcool e isotônicos, esclarece.
Quem tem pessoas na família com histórico da doença é mais propenso à hipertensão, mas isso não exime alguém sem histórico de maneirar no consumo de sal. O principal causador de hipertensão hoje em dia é o sal, reforça mais uma vez.
Os carboidratos- Danilo Balu justifica porque os carboidratos é que deveriam passar por maior policiamento. Muito carboidrato causa retenção líquida e consequentemente aumento de pressão. Isso é relevado, as pessoas não prestam atenção. Combatendo sal, esquecem do açúcar. O efeito do açúcar na pressão é crônico, enquanto o do sal é agudo (repentino), explica.
Comprar o tênis específico para cada pisada é necessário?
Mais uma vez, Dr. Nabil é veemente para negar a hipótese. Carboidrato não tem nada a ver, só se for em pessoas obesas. A principal parte de casos de hipertensão no mundo tem como causa o consumo de sal. Apenas de três a cinco por cento são por outras causas, enfatiza.
Para reforçar seu ponto de vista, acrescenta que a Sociedade Brasileira de Cardiologia propôs a diminuição do sal como conservante nos produtos da indústria alimentícia em 20%. Na dúvida, o melhor é não exagerar na comida salgada e investir na corrida: ela só traz benefícios.
Estão abertas as inscrições online para a Maratona de Santa Catarina, que está marcada para o segundo semestre deste ano. A capital do Estado, Florianópolis, recebe a prova no dia 30 de setembro e os corredores já podem se inscrever pelo Webrun.
A Maratona possui também outras distâncias para quem ainda não está preparado para enfrentar os 42 quilômetros. As corridas menores, de dez e cinco quilômetros, vão agradar aqueles que estão treinando para provas mais longas.
Todas as corridas terão largada na Passarela do Samba Nego Quirido, sentido sul da ilha. A partir das 6h55 saem os cadeirantes e às 7h e 7h30, a elite masculina, feminina e pelotão geral. As corridas de dez e cinco quilômetros largam mais tarde, às 8h30.
Corridas de Rua · 25 abr, 2012
Estão abertas as inscrições online para a Maratona de Santa Catarina, que está marcada para o segundo semestre deste ano. A capital do Estado, Florianópolis, recebe a prova no dia 30 de setembro e os corredores já podem se inscrever pelo Webrun.
A Maratona possui também outras distâncias para quem ainda não está preparado para enfrentar os 42 quilômetros. As corridas menores, de dez e cinco quilômetros, vão agradar aqueles que estão treinando para provas mais longas.
Todas as corridas terão largada na Passarela do Samba Nego Quirido, sentido sul da ilha. A partir das 6h55 saem os cadeirantes e às 7h e 7h30, a elite masculina, feminina e pelotão geral. As corridas de dez e cinco quilômetros largam mais tarde, às 8h30.
Alimentação · 17 jun, 2026
Saúde · 17 jun, 2026
Atletismo · 17 jun, 2026