Esporte Adaptado

Geoffrey Mutai abandona Maratona de Boston, vencida por compatriotas

Na manhã desta segunda-feira (16/04), foi disputada a Maratona de Boston, considerada a mais tradicional das maratonas. Foi a 116ª edição do evento realizado na capital do estado norte-americano de Massachusetts.

Com 27 mil corredores inscritos, a prova prometeu ser dura desde o início, com 27°C e céu aberto no momento da largada (9h40 para a elite feminina, no horário local). E o calor castigou os corredores. Quem esperava tempos baixos como no ano passado, quando Geoffrey Mutai correu abaixo do recorde mundial, ficou surpreso com as marcas altas deste ano.

Na categoria masculina, Wesley Korir administrou muito bem sua prova e disparou no final para completar o percurso em 2h12min40. Para efeito de comparação, esse tempo lhe valeria apenas o 13º lugar em 2011. Geoffey Mutai abandonou com cãibras antes do quilômetro 35.

Na prova feminina, o título ficou com a também queniana Sharon Cherop, que disputou ombro a ombro a vitória com Jemima Sumgong, também do Quênia. A diferença entre as duas foi apenas de dois segundos, com Sharon terminando a prova em 2h31min50.

A corrida feminina- As mulheres começaram a prova claramente se preservando, em ritmo de trote. As quenianas Sharon Cherop e Caroline Kilel se alternaram na frente nos primeiros 25 quilômetros, cumpridos com oito atletas no pelotão de frente.

Vencedora da Maratona de Nova York 2011, a etíope Firehiwot Dado chegou a tomar a ponta, mas aos 35 quilômetros apenas três atletas lideravam, todas quenianas: Cherop, Sumgomg e Georgina Rono. No final, Cherop e Sumgong apertaram o ritmo e seguiram ombro a ombro até os últimos metros, quando a primeira se deu melhor.

A virada de Korir- Na prova masculina, destaque para os norte-americanos, o abandono de Mutai e a disparada de Wesley Korir. Em estratégia “suicida”, o americano Glen Randall correu muito logo no início, liderando os primeiros cinco quilômetros com 18 segundos de vantagem.

Como previsto, o ímpeto inicial não durou muito e ele já era o 13º na altura dos dez quilômetros, quando Geoffrey Mutai assumiu a ponta. Mutai e mais sete quenianos cruzaram juntos os 25 quilômetros, com 1h18min07.

No entanto, o vencedor de 2011 passou a sentir dores e diminuiu o ritmo, até abandonar a prova – por cãibras – pouco depois do trigésimo quilômetro. A desistência certamente põe em xeque sua briga por uma vaga do Quênia nos Jogos Olímpicos.

Nos quilômetros finais, apenas Levy Matebo e Matthew Kisorio brigavam pela ponta, correndo juntos. Matebo chegou a acelerar e deixar o compatriota dez segundos atrás na altura do quilômetro 35, mas a investida lhe custou caro –Wesley Korir, que estava bem atrás, pisou fundo e o alcançou, mantendo-se ao lado de Matebo até os 40 quilômetros, quando disparou para a vitória.

No próximo domingo (22/04), a disputa pelas vagas na Maratona Olímpica chega ao seu ápice com a Maratona de Londres.

Confira o resultado da Maratona de Boston 2012:

Masculino

  • 1º Wesley Korir (QUE) - 2h12min40
  • 2º Levy Matebo (QUE) - 2h13min06
  • 3º Bernard Kipyego (QUE) - 2h13min13
  • 4º Jason Hartmann (EUA) -2h14min31
  • 5º Wilson Chebet (QUE) -2h14min56

  • Feminino
  • 1ª Sharon Cherop (QUE) -2h31min50
  • 2ª Jemima Jelagat Sumgong (QUE) -2h31min52
  • 3ª Georgina Rono (QUE) -2h33min09
  • 4ª Firehiwot Dado (ETI) -2h34min56
  • 5ª Diana Sigei (QUE) -2h35min40

  • Cadeirantes Masculino
  • 1º Joshua R. Cassidy (CAN) - 1h18min25 (recorde do percurso)
  • 2º Kurt H. Fearnley (AUS) - 1h21min39
  • 3º Kota Hokinoue (JAP) - 1h23min26

  • Cadeirantes Feminino
  • 1ª Shirley S. Reilly (EUA) - 1h37min36
  • 2ª Wakako Tsuchida (JAP) - 1h37min37
  • 3ª Diane Roy (CAN) - 1h42min37
  • Nosso colunista David Homsi está em Boston e gravou o vídeo da chegada das duas categorias principais da Maratona. Confira o ritmo (e o cansaço) dos vencedores na reta final:

    Maratona Feminina - Sharon Cherop e Jemima Sumgong

    Maratona Masculina - Wesley Korir


    Geoffrey Mutai abandona Maratona de Boston, vencida por compatriotas

    Esporte Adaptado · 16 abr, 2012

    Na manhã desta segunda-feira (16/04), foi disputada a Maratona de Boston, considerada a mais tradicional das maratonas. Foi a 116ª edição do evento realizado na capital do estado norte-americano de Massachusetts.

    Com 27 mil corredores inscritos, a prova prometeu ser dura desde o início, com 27°C e céu aberto no momento da largada (9h40 para a elite feminina, no horário local). E o calor castigou os corredores. Quem esperava tempos baixos como no ano passado, quando Geoffrey Mutai correu abaixo do recorde mundial, ficou surpreso com as marcas altas deste ano.

    Na categoria masculina, Wesley Korir administrou muito bem sua prova e disparou no final para completar o percurso em 2h12min40. Para efeito de comparação, esse tempo lhe valeria apenas o 13º lugar em 2011. Geoffey Mutai abandonou com cãibras antes do quilômetro 35.

    Na prova feminina, o título ficou com a também queniana Sharon Cherop, que disputou ombro a ombro a vitória com Jemima Sumgong, também do Quênia. A diferença entre as duas foi apenas de dois segundos, com Sharon terminando a prova em 2h31min50.

    A corrida feminina- As mulheres começaram a prova claramente se preservando, em ritmo de trote. As quenianas Sharon Cherop e Caroline Kilel se alternaram na frente nos primeiros 25 quilômetros, cumpridos com oito atletas no pelotão de frente.

    Vencedora da Maratona de Nova York 2011, a etíope Firehiwot Dado chegou a tomar a ponta, mas aos 35 quilômetros apenas três atletas lideravam, todas quenianas: Cherop, Sumgomg e Georgina Rono. No final, Cherop e Sumgong apertaram o ritmo e seguiram ombro a ombro até os últimos metros, quando a primeira se deu melhor.

    A virada de Korir- Na prova masculina, destaque para os norte-americanos, o abandono de Mutai e a disparada de Wesley Korir. Em estratégia “suicida”, o americano Glen Randall correu muito logo no início, liderando os primeiros cinco quilômetros com 18 segundos de vantagem.

    Como previsto, o ímpeto inicial não durou muito e ele já era o 13º na altura dos dez quilômetros, quando Geoffrey Mutai assumiu a ponta. Mutai e mais sete quenianos cruzaram juntos os 25 quilômetros, com 1h18min07.

    No entanto, o vencedor de 2011 passou a sentir dores e diminuiu o ritmo, até abandonar a prova – por cãibras – pouco depois do trigésimo quilômetro. A desistência certamente põe em xeque sua briga por uma vaga do Quênia nos Jogos Olímpicos.

    Nos quilômetros finais, apenas Levy Matebo e Matthew Kisorio brigavam pela ponta, correndo juntos. Matebo chegou a acelerar e deixar o compatriota dez segundos atrás na altura do quilômetro 35, mas a investida lhe custou caro –Wesley Korir, que estava bem atrás, pisou fundo e o alcançou, mantendo-se ao lado de Matebo até os 40 quilômetros, quando disparou para a vitória.

    No próximo domingo (22/04), a disputa pelas vagas na Maratona Olímpica chega ao seu ápice com a Maratona de Londres.

    Confira o resultado da Maratona de Boston 2012:

    Masculino

  • 1º Wesley Korir (QUE) - 2h12min40
  • 2º Levy Matebo (QUE) - 2h13min06
  • 3º Bernard Kipyego (QUE) - 2h13min13
  • 4º Jason Hartmann (EUA) -2h14min31
  • 5º Wilson Chebet (QUE) -2h14min56

  • Feminino
  • 1ª Sharon Cherop (QUE) -2h31min50
  • 2ª Jemima Jelagat Sumgong (QUE) -2h31min52
  • 3ª Georgina Rono (QUE) -2h33min09
  • 4ª Firehiwot Dado (ETI) -2h34min56
  • 5ª Diana Sigei (QUE) -2h35min40

  • Cadeirantes Masculino
  • 1º Joshua R. Cassidy (CAN) - 1h18min25 (recorde do percurso)
  • 2º Kurt H. Fearnley (AUS) - 1h21min39
  • 3º Kota Hokinoue (JAP) - 1h23min26

  • Cadeirantes Feminino
  • 1ª Shirley S. Reilly (EUA) - 1h37min36
  • 2ª Wakako Tsuchida (JAP) - 1h37min37
  • 3ª Diane Roy (CAN) - 1h42min37
  • Nosso colunista David Homsi está em Boston e gravou o vídeo da chegada das duas categorias principais da Maratona. Confira o ritmo (e o cansaço) dos vencedores na reta final:

    Maratona Feminina - Sharon Cherop e Jemima Sumgong

    Maratona Masculina - Wesley Korir

    Confira as informações para a Meia Maratona Corpore

    No domingo (15/04), a Cidade Universitária, em São Paulo, recebe a 13ª Meia Maratona Corpore. A prova deste ano na USP e arredores conta com diversas particularidades, confira:

    Retirada de kits- Os kits com camiseta e chip podem ser retirados no Cepeusp – Avenida Professor Melo de Morais (Av. da Raia), portão 14 (velódromo) – na sexta-feira e no sábado que antecedem a prova. No dia da competição será distribuído o kit para atletas do interior, das 6h às 7h.

    Acesso a USP- Quem pretende ir de transporte público utilizando a estação de trem Cidade Universitária deve ser alertado que os trens da Linha Esmeralda não funcionarão no domingo. A ciclovia da Marginal Pinheiros também estará fechada.

    A solução é utilizar as estações da Linha Amarela do Metrô ou ir de ônibus. Para quem vai de carro, o portão 1, da rua Alvarenga fica aberto até às 6h. Após esse horário a entrada será possível apenas pelo portão 3, da Av. Corifeu de Azevedo Marques.

    Largadas- A prova terá largada em ondas, definidas pelo pace dos corredores. Vale lembrar que o percurso de cinco quilômetros larga em outro local e sentido do que a Meia Maratona, apesar do mesmo horário. A primeira largada é às 7h20 e a última às 7h40.

    Reconhecimento aos melhores- Além da medalha, que como é comum será entregue a todos os corredores que completarem a prova, a Corpore estabeleceu um incentivo para os atletas. Serão entregues camisetas para os primeiros mil colocados, com o tempo do corredor impresso.

    Os agraciados com a camiseta serão:

  • As 30 primeiras mulheres dos cinco quilômetros;
  • Os 70 primeiros homens dos cinco quilômetros;
  • Os 10 primeiros patinadores dos 21 quilômetros;
  • As 200 primeiras mulheres dos 21 quilômetros;
  • Os 400 primeiros homens dos 21 quilômetros;
  • Todos os atletas portadores de deficiência e seus guias voluntários.

  • Confira as informações para a Meia Maratona Corpore

    Corridas de Rua · 12 abr, 2012

    No domingo (15/04), a Cidade Universitária, em São Paulo, recebe a 13ª Meia Maratona Corpore. A prova deste ano na USP e arredores conta com diversas particularidades, confira:

    Retirada de kits- Os kits com camiseta e chip podem ser retirados no Cepeusp – Avenida Professor Melo de Morais (Av. da Raia), portão 14 (velódromo) – na sexta-feira e no sábado que antecedem a prova. No dia da competição será distribuído o kit para atletas do interior, das 6h às 7h.

    Acesso a USP- Quem pretende ir de transporte público utilizando a estação de trem Cidade Universitária deve ser alertado que os trens da Linha Esmeralda não funcionarão no domingo. A ciclovia da Marginal Pinheiros também estará fechada.

    A solução é utilizar as estações da Linha Amarela do Metrô ou ir de ônibus. Para quem vai de carro, o portão 1, da rua Alvarenga fica aberto até às 6h. Após esse horário a entrada será possível apenas pelo portão 3, da Av. Corifeu de Azevedo Marques.

    Largadas- A prova terá largada em ondas, definidas pelo pace dos corredores. Vale lembrar que o percurso de cinco quilômetros larga em outro local e sentido do que a Meia Maratona, apesar do mesmo horário. A primeira largada é às 7h20 e a última às 7h40.

    Reconhecimento aos melhores- Além da medalha, que como é comum será entregue a todos os corredores que completarem a prova, a Corpore estabeleceu um incentivo para os atletas. Serão entregues camisetas para os primeiros mil colocados, com o tempo do corredor impresso.

    Os agraciados com a camiseta serão:

  • As 30 primeiras mulheres dos cinco quilômetros;
  • Os 70 primeiros homens dos cinco quilômetros;
  • Os 10 primeiros patinadores dos 21 quilômetros;
  • As 200 primeiras mulheres dos 21 quilômetros;
  • Os 400 primeiros homens dos 21 quilômetros;
  • Todos os atletas portadores de deficiência e seus guias voluntários.
  • Consumir sal faz mal?

    Na nutrição poucas coisas são realmente tão mal comprovadas como a quantidade adequada de nutrientes a se consumir. Na falta do que seja adequado, passaram a estabelecer quantidades ditas “seguras” deles. O mais incrível é que mesmo essas quantidades seguras carecem de comprovação. O sal é um dos maiores exemplos.

    O preconizado hoje está na casa dos seis gramas por dia (2400mg de sódio), mas a população ocidental consome algo perto de dez gramas por dia. Isto faz algum mal?

    Por incrível que pareça, não sabemos. Pior! Muito provavelmente consumir 0,6g, 16g ou 26g parece não ter efeitos importantes na nossa saúde. Mas por que a comunidade médica e de nutricionistas pede tanto cuidado com o consumo de sal?

    Eles não sabem. Mas fingem saber. Nos anos 40, o médico Wallace Kempner criou uma dieta para cuidar de hipertensos. Aí começou o mito, porque esta dieta continha baixa quantidade de sódio.

    Isso perpetuou um equívoco (como inúmeros outros duradouros na Medicina) ignorando que esta dieta também tinha outras particularidades, como ter baixa quantidade de gordura e muito potássio. E assim, gerações de médicos e nutricionistas caíram no incrível erro de replicar algo sem entender suas reais razões.

    Culpado ou inocente- Se você perguntar a algum médico a razão de um hipertenso consumir pouco sal no hospital, talvez ele lhe diga que é porque o sal cria uma pequena elevação da pressão arterial. É verdade, mas isso nos sujeitos comuns acontece de forma muito tênue e por muito pouco tempo.

    Sendo assim, a lógica de restringir o consumo de sal na população “normal”, aquela que não é sódio-sensível, é a mesma que basear o consumo de açúcar em indivíduos saudáveis baseado em populações de diabéticos. O grande problema é que não sabemos ainda identificar os sódio-sensíveis, sujeitos que devem consumir sal moderadamente, então optamos pela segurança de tentar tirar o sal da dieta de todo mundo.

    Muito provavelmente esse grande equívoco médico de atacar o sal dure ainda algumas décadas. Inúmeros estudos e análises epidemiológicas mostram que não há relação válida entre hipertensão e alto consumo de sal, mas o mito já está impregnado.

    A maior recomendação de médicos e nutricionistas deveria ser a de a pessoa regularmente acompanhar seus valores de pressão arterial, não o consumo de sal ou sódio. Por enquanto, ele foi injustamente condenado até que se prove o contrário. O sal, nada mais é que uma das provas que na medicina e na nutrição o veredito sai muitas vezes antes das evidências científicas.


    Consumir sal faz mal?

    Atletismo · 19 mar, 2012

    Na nutrição poucas coisas são realmente tão mal comprovadas como a quantidade adequada de nutrientes a se consumir. Na falta do que seja adequado, passaram a estabelecer quantidades ditas “seguras” deles. O mais incrível é que mesmo essas quantidades seguras carecem de comprovação. O sal é um dos maiores exemplos.

    O preconizado hoje está na casa dos seis gramas por dia (2400mg de sódio), mas a população ocidental consome algo perto de dez gramas por dia. Isto faz algum mal?

    Por incrível que pareça, não sabemos. Pior! Muito provavelmente consumir 0,6g, 16g ou 26g parece não ter efeitos importantes na nossa saúde. Mas por que a comunidade médica e de nutricionistas pede tanto cuidado com o consumo de sal?

    Eles não sabem. Mas fingem saber. Nos anos 40, o médico Wallace Kempner criou uma dieta para cuidar de hipertensos. Aí começou o mito, porque esta dieta continha baixa quantidade de sódio.

    Isso perpetuou um equívoco (como inúmeros outros duradouros na Medicina) ignorando que esta dieta também tinha outras particularidades, como ter baixa quantidade de gordura e muito potássio. E assim, gerações de médicos e nutricionistas caíram no incrível erro de replicar algo sem entender suas reais razões.

    Culpado ou inocente- Se você perguntar a algum médico a razão de um hipertenso consumir pouco sal no hospital, talvez ele lhe diga que é porque o sal cria uma pequena elevação da pressão arterial. É verdade, mas isso nos sujeitos comuns acontece de forma muito tênue e por muito pouco tempo.

    Sendo assim, a lógica de restringir o consumo de sal na população “normal”, aquela que não é sódio-sensível, é a mesma que basear o consumo de açúcar em indivíduos saudáveis baseado em populações de diabéticos. O grande problema é que não sabemos ainda identificar os sódio-sensíveis, sujeitos que devem consumir sal moderadamente, então optamos pela segurança de tentar tirar o sal da dieta de todo mundo.

    Muito provavelmente esse grande equívoco médico de atacar o sal dure ainda algumas décadas. Inúmeros estudos e análises epidemiológicas mostram que não há relação válida entre hipertensão e alto consumo de sal, mas o mito já está impregnado.

    A maior recomendação de médicos e nutricionistas deveria ser a de a pessoa regularmente acompanhar seus valores de pressão arterial, não o consumo de sal ou sódio. Por enquanto, ele foi injustamente condenado até que se prove o contrário. O sal, nada mais é que uma das provas que na medicina e na nutrição o veredito sai muitas vezes antes das evidências científicas.

    Empresa leva corredores com dispositivos médicos para prova nos EUA

    Corridas de Rua · 14 mar, 2012

    Atletas que utilizam qualquer dispositivo de tecnologia médica podem ganhar uma vaga na Maratona Medtronic Twin Cities ou na prova de 16 quilômetros Medtronic TC Mile 10. As provas serão disputadas entre cinco e sete de outubro nos Estados Unidos, na capital do Estado de Minnesota, Minneapolis.

    Para participar, o corredor deve utilizar equipamentos como qualquer tipo de marca-passo ou desfibrilador (CDI), dispositivo para a coluna, dispositivo neurológico, bomba de insulina ou válvula cardíaca. Até 25 corredores serão escolhidos para uma das duas provas, ganhando duas vagas gratuitas em uma das provas, além de passagens aéreas e hospedagem para os escolhidos e um acompanhante.

    A iniciativa, da fabricante de dispositivos médicos Medtronic, visa prestigiar os atletas que praticam a corrida mesmo nessas condições. Em 2011, o brasileiro Júlio César Lucas – portador de diabete e utilizador de bomba de insulina – foi escolhido e participou da TC Mile 10.

    Inscrições- Para concorrer ou indicar alguém a uma vaga, os interessados devem preencher o formulário em medtronic.com/globalheroes. Para quem quiser saber mais sobre as provas ou se inscrever independentemente dos dispositivos médicos, o site é www.tcmevents.org. Ambos os sites são em inglês.

    Bolsa-Atleta aumenta número de contemplados e de recursos

    Mais atletas serão beneficiados a partir deste ano pelo programa Bolsa-Atleta, de iniciativa federal. Os 4.243 atletas contemplados com a bolsa compõem as 53 modalidades dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos. Em comparação a 2011, o programa teve um aumento de 33,3% no número de favorecidos que, a partir de uma nova lei, podem receber a bolsa mesmo se já possuírem patrocínio privado.

    Além do número de bolsas, os recursos também aumentaram. Este ano serão R$ 60 milhões destinados aos bolsistas, escolhidos pelo alto rendimento e bons resultados em competições nacionais e internacionais, qualificatórias pelas respectivas confederações de cada esporte, independentemente de sua condição econômica. Os atletas são divididos em cinco categorias: Estudantil, de Base, Nacional, Internacional e Olímpica/Paraolímpica.

    Nomes de destaque no atletismo internacional passam a integrar o programa, como Maurren Maggi (salto em distância), Fabiana Murer (salto com vara), Elisangela Adriano (lançamento de disco) e Marílson Gomes dos Santos (maratonista). Atletas de ponta e também novos talentos olímpicos e paraolímpicos são incentivados pelo Bolsa-Atleta. Ádria Santos (velocista), Roseane Santos (lançamento de disco, dardo e peso) e Sheila Finder (velocista e salto em distância) são outros beneficiados que permanecem com o apoio governamental.

    Com a bolsa, os atletas podem se dedicar exclusivamente ao treinamento esportivo para desenvolver seu rendimento e participar das competições locais, sul-americanas, pan-americanas, mundiais, olímpicas e paraolímpicas. A meta é tornar o Brasil uma potência esportiva a partir dos Jogos Rio 2016.

    Modalidades que não fazem parte dos Jogos Olímpicos ou Paraolímpicos são atendidas com subsídio máximo de 15% dos recursos do programa. As inscrições para bolsas dessas outras modalidades serão abertas ainda no primeiro semestre de 2012.

    A lista dos atletas contemplados com a bolsa este ano pode ser conferida no site do Ministério do Esporte: www.esporte.gov.br


    Bolsa-Atleta aumenta número de contemplados e de recursos

    Atletismo · 13 mar, 2012

    Mais atletas serão beneficiados a partir deste ano pelo programa Bolsa-Atleta, de iniciativa federal. Os 4.243 atletas contemplados com a bolsa compõem as 53 modalidades dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos. Em comparação a 2011, o programa teve um aumento de 33,3% no número de favorecidos que, a partir de uma nova lei, podem receber a bolsa mesmo se já possuírem patrocínio privado.

    Além do número de bolsas, os recursos também aumentaram. Este ano serão R$ 60 milhões destinados aos bolsistas, escolhidos pelo alto rendimento e bons resultados em competições nacionais e internacionais, qualificatórias pelas respectivas confederações de cada esporte, independentemente de sua condição econômica. Os atletas são divididos em cinco categorias: Estudantil, de Base, Nacional, Internacional e Olímpica/Paraolímpica.

    Nomes de destaque no atletismo internacional passam a integrar o programa, como Maurren Maggi (salto em distância), Fabiana Murer (salto com vara), Elisangela Adriano (lançamento de disco) e Marílson Gomes dos Santos (maratonista). Atletas de ponta e também novos talentos olímpicos e paraolímpicos são incentivados pelo Bolsa-Atleta. Ádria Santos (velocista), Roseane Santos (lançamento de disco, dardo e peso) e Sheila Finder (velocista e salto em distância) são outros beneficiados que permanecem com o apoio governamental.

    Com a bolsa, os atletas podem se dedicar exclusivamente ao treinamento esportivo para desenvolver seu rendimento e participar das competições locais, sul-americanas, pan-americanas, mundiais, olímpicas e paraolímpicas. A meta é tornar o Brasil uma potência esportiva a partir dos Jogos Rio 2016.

    Modalidades que não fazem parte dos Jogos Olímpicos ou Paraolímpicos são atendidas com subsídio máximo de 15% dos recursos do programa. As inscrições para bolsas dessas outras modalidades serão abertas ainda no primeiro semestre de 2012.

    A lista dos atletas contemplados com a bolsa este ano pode ser conferida no site do Ministério do Esporte: www.esporte.gov.br

    Nike cria acessório de corrida específico para próteses de amputados

    Esporte Adaptado · 27 fev, 2012

    A Nike anunciou o lançamento de seu primeiro acessório feito para atender exclusivamente corredores portadores de necessidades especiais. Trata-se de um solado desenvolvido para encaixar nas próteses para corrida da fabricante islandesa Össur.

    O Nike Sole, como foi batizado o acessório, encaixa como uma luva nas próteses de fibra de carbono da Össur – que patrocina, entre outros, o paraatleta sul-africano Oscar Pistorius. Por ter um solado como um dos tênis da marca, reduz o impacto da prótese com o chão e evita seu consequente desgaste.

    O calçado foi desenvolvido em conjunto entre as duas fabricantes e a triatleta norte-americana Sarah Reinertsen – primeira mulher amputada a completar o Campeonato Mundial de Ironman, no Havaí (EUA). “O esporte paraolímpico pode estar em voga agora, mas acredito que é uma tendência que vai continuar”, afirma Sarah.

    Assim sendo, a iniciativa da Nike abre todo um mercado para os fabricantes esportivos, com a possibilidade de atingir competidores que até então tem dificuldades para encontrar material adequado – os paraatletas.

    Excesso de hidratação pode causar complicações ao organismo

    Recomenda-se com veemência que os corredores mantenham um alto nível de hidratação de seu corpo para superarem suas provas com relativa tranquilidade. No entanto, casos recentes de morte por excesso de ingestão de água chamaram atenção para o tema.

    Em 2007, a norte-americana Jennifer Strange faleceu após participar de um concurso que consistia em beber o máximo de água sem urinar. No ano seguinte, a britânica Jacqueline Henson ingeriu grandes quantidades do líquido como parte de sua dieta de emagrecimento e também pereceu.

    São casos extremos, mas de pessoas que teoricamente não tinham uma perda considerável de líquidos. No entanto, a morte de Cynthia Lucero na Maratona de Boston em 2002 serve de alerta para todos os corredores.

    O médico do esporte e colunista do Webrun, Dr. José Marques Neto, explica o que acontece em nosso organismo quando o excesso se torna perigoso. “Com a ingestão exagerada de água, o líquido extracelular fica muito diluído e o líquido interno mais concentrado”, conta.

    “Com isso, a água migra de fora para dentro da célula, que incha e leva a um edema cerebral. O cérebro incha e pressiona os centros do bulbo, que controlam o funcionamento cardiorrespiratório e vascular do nosso corpo”, esclarece o médico.

    Segundo o Dr. Neto, não há um parâmetro bem definido para evitar complicações dessa natureza. “Não tem essa de ‘ah, se eu tomar três copos estou bem hidratado, se tomar quatro eu morro’, é algo subjetivo e razão de controvérsia na literatura médica”.

    Urina é indicativo- Dr. Neto afirma que o consenso entre os fisiologistas é de que a sede já caracteriza um quadro de desidratação, por isso é encorajada a ingestão de água nas corridas mesmo que não haja sede. “A cor da urina é o melhor parâmetro para o leigo, porque serve como indicativo”, pondera.

    Neste caso, vale o bom senso. A urina escura, assim como a sede, já é um claro sinal de desidratação e, portanto, não deve ocorrer. “Sinais de hiperidratação são uma urina extremamente clara, transparente. Se ela estiver apenas razoavelmente clara, você está bem hidratado”, define.

    “Existe uma variabilidade individual, são vários parâmetros que mudam de pessoa para pessoa. O importante é se manter hidratado ao longo do dia, andar sempre com uma garrafinha”, recomenda o médico.

    Isotônicos- Há também a crença de que tomar muito isotônico pode criar pedra nos rins. “Isso também é referência individual. Teoricamente causa cálculo renal pelo excesso de sódio, mas é mais na esfera da teoria do que na prática. O importante é usar apenas como propósito de reposição, quando houver desgaste”, diz Dr. Neto.

    Em termos gerais, tanto para água quanto para isotônicos o médico afirma que “o problema está no abuso, não no uso. É muito mais importante estar hidratado antes da prova, ao longo da semana, do que chegar no dia e querer recuperar tudo durante a corrida”, conclui.


    Excesso de hidratação pode causar complicações ao organismo

    Atletismo · 21 fev, 2012

    Recomenda-se com veemência que os corredores mantenham um alto nível de hidratação de seu corpo para superarem suas provas com relativa tranquilidade. No entanto, casos recentes de morte por excesso de ingestão de água chamaram atenção para o tema.

    Em 2007, a norte-americana Jennifer Strange faleceu após participar de um concurso que consistia em beber o máximo de água sem urinar. No ano seguinte, a britânica Jacqueline Henson ingeriu grandes quantidades do líquido como parte de sua dieta de emagrecimento e também pereceu.

    São casos extremos, mas de pessoas que teoricamente não tinham uma perda considerável de líquidos. No entanto, a morte de Cynthia Lucero na Maratona de Boston em 2002 serve de alerta para todos os corredores.

    O médico do esporte e colunista do Webrun, Dr. José Marques Neto, explica o que acontece em nosso organismo quando o excesso se torna perigoso. “Com a ingestão exagerada de água, o líquido extracelular fica muito diluído e o líquido interno mais concentrado”, conta.

    “Com isso, a água migra de fora para dentro da célula, que incha e leva a um edema cerebral. O cérebro incha e pressiona os centros do bulbo, que controlam o funcionamento cardiorrespiratório e vascular do nosso corpo”, esclarece o médico.

    Segundo o Dr. Neto, não há um parâmetro bem definido para evitar complicações dessa natureza. “Não tem essa de ‘ah, se eu tomar três copos estou bem hidratado, se tomar quatro eu morro’, é algo subjetivo e razão de controvérsia na literatura médica”.

    Urina é indicativo- Dr. Neto afirma que o consenso entre os fisiologistas é de que a sede já caracteriza um quadro de desidratação, por isso é encorajada a ingestão de água nas corridas mesmo que não haja sede. “A cor da urina é o melhor parâmetro para o leigo, porque serve como indicativo”, pondera.

    Neste caso, vale o bom senso. A urina escura, assim como a sede, já é um claro sinal de desidratação e, portanto, não deve ocorrer. “Sinais de hiperidratação são uma urina extremamente clara, transparente. Se ela estiver apenas razoavelmente clara, você está bem hidratado”, define.

    “Existe uma variabilidade individual, são vários parâmetros que mudam de pessoa para pessoa. O importante é se manter hidratado ao longo do dia, andar sempre com uma garrafinha”, recomenda o médico.

    Isotônicos- Há também a crença de que tomar muito isotônico pode criar pedra nos rins. “Isso também é referência individual. Teoricamente causa cálculo renal pelo excesso de sódio, mas é mais na esfera da teoria do que na prática. O importante é usar apenas como propósito de reposição, quando houver desgaste”, diz Dr. Neto.

    Em termos gerais, tanto para água quanto para isotônicos o médico afirma que “o problema está no abuso, não no uso. É muito mais importante estar hidratado antes da prova, ao longo da semana, do que chegar no dia e querer recuperar tudo durante a corrida”, conclui.

    Cadeirantes brasileiros se destacam na Meia Maratona de Miami

    Esporte Adaptado · 03 fev, 2012

    Os seis primeiros cadeirantes a cruzarem a linha de chegada da Meia Martaona de Miami, realizada no domingo (31/01), representavam o Brasil. “O atletas brasileiros foram muito ovacionados e mostraram o poder do país em uma prova na América”, diz Eduardo Leonel, treinador da equipe Equipe Fast Wheels.

    Carlos Neves se consagrou como campeão ao terminar a prova em 59 minutos e também bateu o recorde da prova. Em seguida chegaram os atletas Jaciel Paulino, Heitor Mariano, Humberto Henrriques, Franklin Cunna e Franklin Cunhna.

    Já na corrida geral, Samuel Malakwen (KEN) foi o vencedor da prova, enquanto que Teferi Bacha (ETH) e Benazzouz Slimani (ITA) ocuparam a segunda e a terceira colocação. Confira os tempos dos atletas e a classificação feminina da prova.

    Diet, light e zero: aprenda as diferenças entre eles

    O consumo de alimentos Diet e Light tem aumentado muito nos últimos anos. Entre 1998 e 2008 o crescimento foi de 800%. Com este consumo, surgem algumas dúvidas muito comuns, como: qual a diferença entre o Diet e o Light? O refrigerante Zero é a mesma coisa que Diet? O Light pode ser consumido por diabéticos? Entre tantas outras. Mais fácil do que responder a estas perguntas é explicar a diferença entre estas denominações.

    Diet: este termo é utilizado em alimentos que estão isentos de algum item em sua fórmula. Desta forma o termo só pode ser aplicado a alimentos destinados a dietas com restrição de nutrientes, como carboidrato, gordura, proteína ou sódio. Um chocolate Diet, por exemplo, não contém açúcar. Os alimentos Diet são regulamentados pela Portaria SVS/MS nº. 29/1998, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). E é exigência da Anvisa que todo produto Diet contenha no rótulo a frase "Consumir preferencialmente sob orientação de nutricionista ou médico".

    Light: a definição de alimento Light deve ser empregada nos produtos que apresentem redução mínima de 25% em determinado nutriente ou calorias comparado com o alimento convencional. Na embalagem deve constar uma tabela comparativa com o alimento convencional.

    Zero: termo muito comum utilizado para refrigerantes. Na maioria das vezes indica que o produto é “zero açúcar”, o que seria sinônimo de uma bebida Diet. Essas apostas de troca de denominação fazem parte de uma estratégia de marketing, que busca atingir públicos diferentes com produtos bastante semelhantes (por ex: refrigerante zero e refrigerante light).


    Bom, mas o que estas definições indicam na prática? Indicam uma necessidade de atenção no rótulo e na tabela nutricional destes alimentos. Usando o chocolate de exemplo, uma pessoa pode acreditar que o chocolate Diet é menos calórico por sua denominação, porém, na prática o chocolate Diet é mais calórico que o normal. O açúcar é trocado pelo adoçante, e para se manter textura e palatabilidade a gordura é acrescentada, muitas vezes tornando-o mais calórico que o normal. Já o chocolate light traz a redução de algum nutriente específico ou do valor energético. É preciso consultar a tabela nutricional, na embalagem, para saber se essa redução é conveniente para a dieta do consumidor. Ou seja, o Diet normalmente é mais calórico que o Light quando se fala em chocolate.

    Por isso, o ideal para quem deseja perder peso é fazer uso de alimentos Light, que são menos calóricos, normalmente com menor teor de gordura (o que é positivo quando se pensa na saúde como um todo) e baixa quantidade de açúcar.

    Outra coisa importante é sempre ler o rótulo da embalagem, Muitas vezes o produto é calórico mesmo sendo Light, afinal, o produto convencional é muito calórico e o Light precisa ser apenas 25% menos calórico que ele. Ou ainda, para alguém que esteja realizando restrição de açúcar, o produto Light pode conter açúcar em quantidade reduzida, mas ainda assim este faz parte de sua composição.

    Espero que estas dicas ajudem nas suas próximas compras!


    Diet, light e zero: aprenda as diferenças entre eles

    Atletismo · 25 jan, 2012

    O consumo de alimentos Diet e Light tem aumentado muito nos últimos anos. Entre 1998 e 2008 o crescimento foi de 800%. Com este consumo, surgem algumas dúvidas muito comuns, como: qual a diferença entre o Diet e o Light? O refrigerante Zero é a mesma coisa que Diet? O Light pode ser consumido por diabéticos? Entre tantas outras. Mais fácil do que responder a estas perguntas é explicar a diferença entre estas denominações.

    Diet: este termo é utilizado em alimentos que estão isentos de algum item em sua fórmula. Desta forma o termo só pode ser aplicado a alimentos destinados a dietas com restrição de nutrientes, como carboidrato, gordura, proteína ou sódio. Um chocolate Diet, por exemplo, não contém açúcar. Os alimentos Diet são regulamentados pela Portaria SVS/MS nº. 29/1998, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). E é exigência da Anvisa que todo produto Diet contenha no rótulo a frase "Consumir preferencialmente sob orientação de nutricionista ou médico".

    Light: a definição de alimento Light deve ser empregada nos produtos que apresentem redução mínima de 25% em determinado nutriente ou calorias comparado com o alimento convencional. Na embalagem deve constar uma tabela comparativa com o alimento convencional.

    Zero: termo muito comum utilizado para refrigerantes. Na maioria das vezes indica que o produto é “zero açúcar”, o que seria sinônimo de uma bebida Diet. Essas apostas de troca de denominação fazem parte de uma estratégia de marketing, que busca atingir públicos diferentes com produtos bastante semelhantes (por ex: refrigerante zero e refrigerante light).


    Bom, mas o que estas definições indicam na prática? Indicam uma necessidade de atenção no rótulo e na tabela nutricional destes alimentos. Usando o chocolate de exemplo, uma pessoa pode acreditar que o chocolate Diet é menos calórico por sua denominação, porém, na prática o chocolate Diet é mais calórico que o normal. O açúcar é trocado pelo adoçante, e para se manter textura e palatabilidade a gordura é acrescentada, muitas vezes tornando-o mais calórico que o normal. Já o chocolate light traz a redução de algum nutriente específico ou do valor energético. É preciso consultar a tabela nutricional, na embalagem, para saber se essa redução é conveniente para a dieta do consumidor. Ou seja, o Diet normalmente é mais calórico que o Light quando se fala em chocolate.

    Por isso, o ideal para quem deseja perder peso é fazer uso de alimentos Light, que são menos calóricos, normalmente com menor teor de gordura (o que é positivo quando se pensa na saúde como um todo) e baixa quantidade de açúcar.

    Outra coisa importante é sempre ler o rótulo da embalagem, Muitas vezes o produto é calórico mesmo sendo Light, afinal, o produto convencional é muito calórico e o Light precisa ser apenas 25% menos calórico que ele. Ou ainda, para alguém que esteja realizando restrição de açúcar, o produto Light pode conter açúcar em quantidade reduzida, mas ainda assim este faz parte de sua composição.

    Espero que estas dicas ajudem nas suas próximas compras!

    Tênis velhos poderão ser descartados para reciclagem nas lojas Adidas

    A marca esportiva Adidas anunciou na última terça-feira (24/01) o início da campanha Pegada Sustentável, cujo objetivo é promover diversas ações com o objetivo de minimizar os impactos ambientais causados pelo descarte inadequado dos calçados esportivos. Qualquer pessoa poderá descartar um tênis sem condições de uso em uma das lojas da marca espalhadas pelo Brasil.

    De acordo com números apresentados pela Adidas, anualmente são consumidos 800 milhões de pares de tênis no Brasil, sendo 120 milhões calçados esportivos. A ideia é promover uma logística reversa, ou seja, retornar o produto de consumo para seu local de origem e estimular as pessoas a descartarem o que não tem mais utilidade.

    Todo o processo será feito em parceria com a RCR Ambiental, empresa especializada em gestão de produtos não comercializáveis, que cuidará do processo de transporte e reutilização do material. Todos os calçados serão triturados e servirão como combustível para fornos de cimento, sempre seguindo as normas ambientais nacionais.

    “Estamos desenvolvendo um programa mais abrangente visando a Copa 2014. Mais do que um compromisso de desenvolvimento sustentável, temos aqui uma iniciativa de cidadania corporativa”, afirma Fernando Basualdo, Diretor Geral da Adidas Brasil. Cada pessoa poderá levar seu tênis esportivo de qualquer marca e modelo a um dos pontos de coleta, onde vai assinar um termo de doação e receberá um brinde especial (ingresso para visitar o Museu do Futebol, no Estádio do Pacembu, em São Paulo).

    A segunda fase do projeto prevê o desmembramento dos componentes dos calçados com o intuito de gerar subprodutos, como enchimentos de quadra, por exemplo. A cidade de São Paulo será a primeira a participar do projeto e, a partir de março, as demais praças também farão parte.

    A Loja Conceito da Adidas em São Paulo funciona na Rua Oscar Freire, 1057, Cerqueira Cesar. Para conhecer os outros endereços, basta acessar o site oficial da marca, o www.adidas.com.br.


    Tênis velhos poderão ser descartados para reciclagem nas lojas Adidas

    Atletismo · 24 jan, 2012

    A marca esportiva Adidas anunciou na última terça-feira (24/01) o início da campanha Pegada Sustentável, cujo objetivo é promover diversas ações com o objetivo de minimizar os impactos ambientais causados pelo descarte inadequado dos calçados esportivos. Qualquer pessoa poderá descartar um tênis sem condições de uso em uma das lojas da marca espalhadas pelo Brasil.

    De acordo com números apresentados pela Adidas, anualmente são consumidos 800 milhões de pares de tênis no Brasil, sendo 120 milhões calçados esportivos. A ideia é promover uma logística reversa, ou seja, retornar o produto de consumo para seu local de origem e estimular as pessoas a descartarem o que não tem mais utilidade.

    Todo o processo será feito em parceria com a RCR Ambiental, empresa especializada em gestão de produtos não comercializáveis, que cuidará do processo de transporte e reutilização do material. Todos os calçados serão triturados e servirão como combustível para fornos de cimento, sempre seguindo as normas ambientais nacionais.

    “Estamos desenvolvendo um programa mais abrangente visando a Copa 2014. Mais do que um compromisso de desenvolvimento sustentável, temos aqui uma iniciativa de cidadania corporativa”, afirma Fernando Basualdo, Diretor Geral da Adidas Brasil. Cada pessoa poderá levar seu tênis esportivo de qualquer marca e modelo a um dos pontos de coleta, onde vai assinar um termo de doação e receberá um brinde especial (ingresso para visitar o Museu do Futebol, no Estádio do Pacembu, em São Paulo).

    A segunda fase do projeto prevê o desmembramento dos componentes dos calçados com o intuito de gerar subprodutos, como enchimentos de quadra, por exemplo. A cidade de São Paulo será a primeira a participar do projeto e, a partir de março, as demais praças também farão parte.

    A Loja Conceito da Adidas em São Paulo funciona na Rua Oscar Freire, 1057, Cerqueira Cesar. Para conhecer os outros endereços, basta acessar o site oficial da marca, o www.adidas.com.br.