Corrida de Montanha

Café: aliado ou vilão de quem pratica atividade física?

Alimentação · 11 jan, 2018

O café é a bebida matinal de muitas pessoas, algumas até usam ele com pré ou pós treino. Mas será que ele foi realmente feito para te ajudar nos treinos ou isso é um mito? O consumo regular de café traz […]

Com maratona inédita, Circuito Amazing Runs está com inscrições abertas para 2018

Competição · 10 jan, 2018

Com etapas no Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais, o Circuito Amazing Runs já tem datas confirmadas e está com inscrições abertas para 2018. Todas as provas realizadas em 2017 estão mantidas no calendário. A principal novidade é na prova […]

O marketing das montanhas. Você compra por influência ou puro gosto?

Corrida de Montanha · 09 jan, 2018

Correr por montanhas exige uma gama de equipamentos bem maior do que a corrida de rua tradicional. Como gosto de deixar claro: são esportes bem diferentes. Portanto, nada mais comum ao sair para trilhas e usar equipamentos diferentes dos que […]

Afinal, o que os corredores de elite têm de diferente?

Corrida de Montanha · 04 jan, 2018

Existe super herói na corrida? Ou são apenas corredores de elite? “Nossos heróis não usam capa”. Ouvi a frase esses dias, isso me remeteu aos grandes ídolos do nosso esporte! Kilian Jornet, um “ET” que assombra o mundo com corridas […]

2 opções de suco detox para limpar o organismo

Corrida de Montanha · 01 jan, 2018

Comeu demais esses dias e está se sentindo pesado? O Webrun te dá duas receitinhas fáceis de sucos detox com ingredientes naturais, para te ajudar a eliminar as toxinas nocivas ao seu organismo e dar aquela sensação de desintoxicação.

Suco detox refrescante

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

150 ml de água
1 fatia de melão pequena
1 colher de café de raspas de gengibre
1 punhado de folhas de hortelã frescas
Gelo a gosto

Modo de preparo: Bata tudo no liquidificador, deixe para raspar o gengibre na hora de consumir. Coe e já beba na mesma hora. Você também pode adicionar umas rodelas de limão, se preferir.

Suco detox com água de cocô

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

2 folhas de couve
1 colher (sopa) de suco de gengibre
2 colheres (sopa) de suco do limão
300 ml de água de coco

Modo de preparo: Coloque todos os ingredientes no liquidificador, adicione gelo, bata e consuma em seguida.

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Entenda a importância do kit de primeiros socorros em uma corrida

Competição · 28 dez, 2017

Correr na natureza, sentir a liberdade e a pureza do ar, ver lugares magníficos e visuais de tirar o fôlego. Desbravar lugares inóspitos, desconhecidos e até inexplorados. Locais onde carros e motos não chegam, onde a civilização não colocou sua […]

Corredores estão propensos à inflamação nos testículos

Quem gosta de correr ou mesmo de praticar outros esportes de impacto apenas com um shorts, sem cueca, corre riscos de uma doença que incide em atletas exclusivamente do sexo masculino. É a orquite, que consiste em uma inflamação dentro da bolsa escrotal.

“Durante uma prova, pode ocorrer inflamação tanto no testículo quanto no epidídimo e também no apêndice testicular, todos eles dentro da bolsa escrotal”, explica o urologista Eduardo Kawakami. A inflamação causa inchaço, febre, mal estar e “uma dor de grande intensidade”, como ilustra o doutor. Segundo o médico, é algo ao qual estão sujeitos os corredores de longas distâncias.

Como ocorre- “São dois fatores”, aponta Dr. Eduardo. O primeiro é a baixa imunidade. “O esforço intenso diminui a resistência da pessoa por um período curto, de três a 24 horas. Com a imunidade reduzida, a pessoa está mais propensa a contrair vírus e bactérias de diferentes doenças, como a orquite”, afirma.

O segundo fator é o “órgão pêndulo”, que em termos gerais traduz-se em correr sem a sustentação escrotal, ou seja, “livre, leve e solto”. “Na corrida o escroto recebe traumatismo de impacto, com o sobe e desce”.

O que pode agravar as chances é um refluxo de urina da bexiga pelas vias seminíferas, infeccionando o testículo. “O normal é que as bactérias venham pelo sangue, mas o refluxo aumenta a probabilidade”, complementa.

Tratamento- Contraída a orquite, o homem deve ficar em completo repouso. “De preferência, aconselho evitar até de andar nos três primeiros dias”, diz o urologista. “Com certeza terá que tomar anti-inflamatório e talvez antibiótico”, recomenda.

“É ideal que se utilize um suspensório escrotal ou uma sunga justa para manter os testículos altos e fixos – como deveriam estar na corrida – o que vai aliviar a dor”, aconselha o doutor. A inflamação pode levar até três meses para desinchar e voltar ao normal. “A pessoa só vai se sentir apta a trabalhar depois de uma semana, a coisa é brava!”

Efeitos colaterais- “Se o corredor tiver muito azar, a orquite pode ser bilateral [nos dois testículos]”, o que pode trazer complicações mais sérias. Mas não é comum, como explica Dr. Eduardo. “Os impactos na libido, potência sexual e fertilidade não são tão grandes porque a doença costuma afetar apenas um testículo. Mas às vezes o homem já tem algum problema no outro lado e corre o risco de ficar infértil”, o que, segundo o doutor, é a consequência mais frequente da orquite.

Prevenção- “O pessoal fala de consumir alimentos que combatem radicais livres, com zinco, mas nada disso ajuda. É mais questão de bom senso, não ficar com a camiseta molhada por muito tempo depois da prova, não facilitar ocorrências por conta da baixa imunidade”, pondera.

O uso de suspensório escrotal na prova também é recomendado, por reduzir mais os riscos do que uma simples cueca. “Ou então uma sunga boa”, sugere o médico. “Tem que haver o repouso natural depois de uma prova. Não é tão difícil assim de se evitar”, conclui.


Corredores estão propensos à inflamação nos testículos

Atletismo · 26 dez, 2017

Quem gosta de correr ou mesmo de praticar outros esportes de impacto apenas com um shorts, sem cueca, corre riscos de uma doença que incide em atletas exclusivamente do sexo masculino. É a orquite, que consiste em uma inflamação dentro da bolsa escrotal.

“Durante uma prova, pode ocorrer inflamação tanto no testículo quanto no epidídimo e também no apêndice testicular, todos eles dentro da bolsa escrotal”, explica o urologista Eduardo Kawakami. A inflamação causa inchaço, febre, mal estar e “uma dor de grande intensidade”, como ilustra o doutor. Segundo o médico, é algo ao qual estão sujeitos os corredores de longas distâncias.

Como ocorre- “São dois fatores”, aponta Dr. Eduardo. O primeiro é a baixa imunidade. “O esforço intenso diminui a resistência da pessoa por um período curto, de três a 24 horas. Com a imunidade reduzida, a pessoa está mais propensa a contrair vírus e bactérias de diferentes doenças, como a orquite”, afirma.

O segundo fator é o “órgão pêndulo”, que em termos gerais traduz-se em correr sem a sustentação escrotal, ou seja, “livre, leve e solto”. “Na corrida o escroto recebe traumatismo de impacto, com o sobe e desce”.

O que pode agravar as chances é um refluxo de urina da bexiga pelas vias seminíferas, infeccionando o testículo. “O normal é que as bactérias venham pelo sangue, mas o refluxo aumenta a probabilidade”, complementa.

Tratamento- Contraída a orquite, o homem deve ficar em completo repouso. “De preferência, aconselho evitar até de andar nos três primeiros dias”, diz o urologista. “Com certeza terá que tomar anti-inflamatório e talvez antibiótico”, recomenda.

“É ideal que se utilize um suspensório escrotal ou uma sunga justa para manter os testículos altos e fixos – como deveriam estar na corrida – o que vai aliviar a dor”, aconselha o doutor. A inflamação pode levar até três meses para desinchar e voltar ao normal. “A pessoa só vai se sentir apta a trabalhar depois de uma semana, a coisa é brava!”

Efeitos colaterais- “Se o corredor tiver muito azar, a orquite pode ser bilateral [nos dois testículos]”, o que pode trazer complicações mais sérias. Mas não é comum, como explica Dr. Eduardo. “Os impactos na libido, potência sexual e fertilidade não são tão grandes porque a doença costuma afetar apenas um testículo. Mas às vezes o homem já tem algum problema no outro lado e corre o risco de ficar infértil”, o que, segundo o doutor, é a consequência mais frequente da orquite.

Prevenção- “O pessoal fala de consumir alimentos que combatem radicais livres, com zinco, mas nada disso ajuda. É mais questão de bom senso, não ficar com a camiseta molhada por muito tempo depois da prova, não facilitar ocorrências por conta da baixa imunidade”, pondera.

O uso de suspensório escrotal na prova também é recomendado, por reduzir mais os riscos do que uma simples cueca. “Ou então uma sunga boa”, sugere o médico. “Tem que haver o repouso natural depois de uma prova. Não é tão difícil assim de se evitar”, conclui.

Como fazer uma boa base para 2018?

Corrida de Montanha · 20 dez, 2017

2017 acabou, mas isso não é motivo de tristeza, pelo contrário…Um ano inteiro de novas possibilidades está por vir. É hora de você olhar para 2017 e ver os pontos positivos e negativos do seu ano esportivo. Você atingiu suas […]

Como devo lavar minhas roupas de corrida?

Caminhada · 14 dez, 2017

Quem nunca ficou na dúvida de como deveria lavar sua roupa após um treino ou prova? O cheiro muitas vezes não sai fácil e alguns tecidos são facilmente danificados, fazendo com que seu “uniforme de corredor” não fique tão bonito […]

Como migrar da corrida de rua para a trail?

Corrida de Montanha · 08 dez, 2017

Você já corre a bastante tempo? Você é corredor de rua? Quer novos desafios para corrida? Então este texto é para você! Você já se considera um corredor experiente, já participou de inúmeras provas, já conseguiu bater alguns recordes pessoais… […]