Corrida de Montanha

Naventura Cânion Guartelá apresenta paisagens incríveis a corredores

Corrida de Montanha · 06 out, 2016

A cidade de Tibagi no Paraná recebeu cerca de 600 pessoas, de diversos lugares do Brasil, para o Naventura Cânion Guartelá, local da primeira edição do circuito Naventura Outdoor Experiences.

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

A prova aconteceu no último dia 24 de setembro, no local que é considerado o maior cânion do Brasil e o sexto maior do mundo em extensão. O Cânion é uma garganta retilínea com cerca de 30k de extensão e desnível máximo de 450 metros. Foi escavado pelo Rio Iapó, que consegue atravessar a Escarpa Devoniana, paredão que separa o Primeiro do segundo Planalto Paranaense.

É formado por um ecossistema extremamente rico e inúmeras atrações naturais como quedas d'água, corredeiras, formações areníticas, vales profundos e inscrições rupestres, que podem ser conhecidas através de várias trilhas em meio à flora e fauna diversificada.

Foto: Divugação Foto: Divugação

O evento contou com as distâncias de 10k, 18k e 32k cheios de trilhas técnicas nas formações rochosas esculpidas a milhares de anos. Algumas atravessavam córregos em lajeados e estradas em meio a plantações.

Segundo a organização, foi o evento que mais repercutiu em 2016, ano de comemoração aos dez anos da empresa.

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Não esqueça da chia! 5 motivos para ela estar sempre na sua alimentação

Conhecida popularmente como chia, a Salvia hispânica é uma planta herbácea nativa da Guatemala e das regiões mexicanas. O alimento que há algum tempo virou febre entre os apaixonados por dieta e alimentação saudável, realmente faz a diferença. Nela são encontrados ácidos graxos, fibras, proteínas e muitos outros nutrientes.

Listamos 5 motivos para você nunca deixar de consumir a semente no seu dia a dia

1. Saciedade

Rica em fibras, a semente em contato com o líquido presente no estômago forma um gel que dilata o mesmo. Além disso, ela possui carboidratos que são ingeridos lentamente. A junção perfeita para manter a saciedade no ponto certo.

2. Rica em ômega 3

A semente possui ômega 3, essencial para o corpo humano já que pode prevenir doenças como diabetes, depressão e obesidade. Também auxilia o bem estar do cérebro.

Participe da 2ª Corrida Pague Menos. Inscreva-se no site da Ticket Agora!

Foto: ALein/Fotolia Foto: ALein/Fotolia

3. Benefícios do zinco

O zinco ajuda a melhorar a imunidade, paladar, olfato e visão. O componente em conjunto com cálcio, magnésio e ferro, também presentes na chia, tornam ossos e dentes mais saudáveis.

4. Energia

A chia deve ser sempre consumida com moderação, já que é calórica. Por esse motivo ela fornece resistência e durabilidade, o que faz com que a saciedade e a sensação de fome sejam retardadas, o açúcar presente no sangue equilibra-se e há uma sensação de disposição maior ao longo do dia.

5. Ajuda na prisão de ventre

Por ser rica em fibras faz com que as idas ao banheiro sejam mais frequentes, já que auxiliam o trânsito intestinal. Evitando a constipação e limpando o organismo.

Não esqueça que a quantidade correta de consumo da semente deve ser indicada por um especialista. Tente não exagerar já que a chia é calórica quando consumida em grandes quantidades.


Não esqueça da chia! 5 motivos para ela estar sempre na sua alimentação

Corrida de Montanha · 06 out, 2016

Conhecida popularmente como chia, a Salvia hispânica é uma planta herbácea nativa da Guatemala e das regiões mexicanas. O alimento que há algum tempo virou febre entre os apaixonados por dieta e alimentação saudável, realmente faz a diferença. Nela são encontrados ácidos graxos, fibras, proteínas e muitos outros nutrientes.

Listamos 5 motivos para você nunca deixar de consumir a semente no seu dia a dia

1. Saciedade

Rica em fibras, a semente em contato com o líquido presente no estômago forma um gel que dilata o mesmo. Além disso, ela possui carboidratos que são ingeridos lentamente. A junção perfeita para manter a saciedade no ponto certo.

2. Rica em ômega 3

A semente possui ômega 3, essencial para o corpo humano já que pode prevenir doenças como diabetes, depressão e obesidade. Também auxilia o bem estar do cérebro.

Participe da 2ª Corrida Pague Menos. Inscreva-se no site da Ticket Agora!

Foto: ALein/Fotolia Foto: ALein/Fotolia

3. Benefícios do zinco

O zinco ajuda a melhorar a imunidade, paladar, olfato e visão. O componente em conjunto com cálcio, magnésio e ferro, também presentes na chia, tornam ossos e dentes mais saudáveis.

4. Energia

A chia deve ser sempre consumida com moderação, já que é calórica. Por esse motivo ela fornece resistência e durabilidade, o que faz com que a saciedade e a sensação de fome sejam retardadas, o açúcar presente no sangue equilibra-se e há uma sensação de disposição maior ao longo do dia.

5. Ajuda na prisão de ventre

Por ser rica em fibras faz com que as idas ao banheiro sejam mais frequentes, já que auxiliam o trânsito intestinal. Evitando a constipação e limpando o organismo.

Não esqueça que a quantidade correta de consumo da semente deve ser indicada por um especialista. Tente não exagerar já que a chia é calórica quando consumida em grandes quantidades.

Pela primeira vez, O Rei da Montanha terá percurso de 42k

Um novo desafio promete agitar o universo do trail running com a chegada do percurso inédito de 42k ao Rei da Montanha. A prova acontece no dia quatro de dezembro, no Distrito de Taiaçupeba, em Mogi das Cruzes (SP), com toda a estrutura do Espaço Vale Azul e contará também com os já tradicionais percursos de 3k, 7k, 14k e 21k. As inscrições já estão abertas.

Conhecida como uma das principais prova de entrada para o mundo das corridas de montanha, O Rei da Montanha agora atende aos pedidos de seus participantes e oferece pela primeira vez a opção de maratona entre as suas distâncias.

Inscreva-se para uma das maiores provas do Brasil: Indomit Ultra Trail!

Foto: Alexandre Capp/Divulgação Foto: Alexandre Capp/Divulgação


“Ao longo das edições de O Rei da Montanha acompanhamos o crescimento de muitos atletas, que começam em trajetos intermediários de 7k ou 14k, já fizeram os 21k e continuam buscando novos desafios. Então, atendendo a muito pedidos, elaboramos com todo o carinho um exclusivo percurso de 42k inesquecível.”, afirma Gustavo Nogueira, diretor geral da Indice.

Para garantir um melhor conforto aos participantes e seus acompanhantes, o Espaço Vale Azul possui fácil acesso para atletas vindos de São Paulo ou do Vale do Paraíba, com estrutura completa e uma beleza desigual, uma vez que é usado para a realização de festas e casamentos. O local possui vagas de estacionamento gratuito para os 180 primeiros veículos.

Para mais informações sobre a prova, percursos e regulamento acesse o site oficial do evento www.oreidamontanha.com.br

Serviço
O Rei da Montanha
Data: 4 de dezembro de 2016
Horário: a partir das 8h
Local: Sítio Vale Azul - Rod. Eng. Cândido do Rego Chaves, 240 - Taiaçupeba- Mogi das Cruzes – SP


Pela primeira vez, O Rei da Montanha terá percurso de 42k

Corrida de Montanha · 06 out, 2016

Um novo desafio promete agitar o universo do trail running com a chegada do percurso inédito de 42k ao Rei da Montanha. A prova acontece no dia quatro de dezembro, no Distrito de Taiaçupeba, em Mogi das Cruzes (SP), com toda a estrutura do Espaço Vale Azul e contará também com os já tradicionais percursos de 3k, 7k, 14k e 21k. As inscrições já estão abertas.

Conhecida como uma das principais prova de entrada para o mundo das corridas de montanha, O Rei da Montanha agora atende aos pedidos de seus participantes e oferece pela primeira vez a opção de maratona entre as suas distâncias.

Inscreva-se para uma das maiores provas do Brasil: Indomit Ultra Trail!

Foto: Alexandre Capp/Divulgação Foto: Alexandre Capp/Divulgação


“Ao longo das edições de O Rei da Montanha acompanhamos o crescimento de muitos atletas, que começam em trajetos intermediários de 7k ou 14k, já fizeram os 21k e continuam buscando novos desafios. Então, atendendo a muito pedidos, elaboramos com todo o carinho um exclusivo percurso de 42k inesquecível.”, afirma Gustavo Nogueira, diretor geral da Indice.

Para garantir um melhor conforto aos participantes e seus acompanhantes, o Espaço Vale Azul possui fácil acesso para atletas vindos de São Paulo ou do Vale do Paraíba, com estrutura completa e uma beleza desigual, uma vez que é usado para a realização de festas e casamentos. O local possui vagas de estacionamento gratuito para os 180 primeiros veículos.

Para mais informações sobre a prova, percursos e regulamento acesse o site oficial do evento www.oreidamontanha.com.br

Serviço
O Rei da Montanha
Data: 4 de dezembro de 2016
Horário: a partir das 8h
Local: Sítio Vale Azul - Rod. Eng. Cândido do Rego Chaves, 240 - Taiaçupeba- Mogi das Cruzes – SP

Coletor reutilizável é nova opção para mulheres durante o período menstrual

Criado há quase 80 anos, o coletor reutilizável, que substitui o uso de absorventes, ainda é desconhecido para a maioria das mulheres. Ele pode ser uma nova opção para ter mais liberdade durante o período menstrual ao oferecer praticidade, conforto, economia, além de ser uma escolha sustentável.

O coletor pode ser utilizado tanto no dia a dia quanto na prática de atividades como yoga, ciclismo, corrida, mergulho, entre outras por até 12h e após esse tempo a mulher só precisa lavá-lo e está pronto para ser usado novamente.

Participe da Corrida Outubro Rosa Oxy! Inscreva-se no site do Ticket Agora.

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

A marca Inciclo produz o coletor em silicone hipoalergênico que pode chegar a dez anos de duração, mas a validade do produto depende de diversos fatores tais como: frequência e modo de higienização, ph vaginal e produtos de limpeza que são utilizados. “Por ser de silicone, um material inerte, não funciona como um meio de cultura para bactérias, como pode ser os absorventes internos, e não irrita a pele como os externos”, explica a Dra. Andréa Campos, representante da marca.

Os fatores ecológico e econômico são um benefício a mais, mas o fato do coletor menstrual ser higiênico e confortável está incentivando mulheres a confiarem no produto. Ele não pode ser utilizado durante relações sexuais com penetração e por mulheres no período pós parto.

A 2ª edição da Pink Run Marisa será no Jardim Botânico. Vai perder? Inscreva-se!

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

O coletor menstrual da Inciclo é vendido tanto no site da marca quanto através de revendedoras em diversas cidades e locais.

Confira 6 motivos para pensar na troca do absorvente tradicional

1. Sustentável
Ao contrário dos absorventes tradicionais, o Inciclo é reutilizável. Feito em silicone flexível, após o uso é só retirar, lavar em água corrente e sabão neutro e usá-lo novamente. “Uma mulher tem em média 520 ciclos menstruais durante sua vida o que representa um descarte de dez mil absorventes tradicionais. Já o Inciclo pode ser usado de dois a até dez anos, pois a durabilidade do silicone vai variar de mulher para mulher - de fatores internos como PH vaginal às condições de higienização do produto”, explica Mariana Betioli, da Central Solutio, fabricante do produto.

2. Ecológico
A preocupação com a ecologia está presente em todo o ciclo de produção do produto. As embalagens são em papéis certificados sendo que a impressão é feita com tinta de soja. As emissões de carbono, resultado do processo de impressão das embalagens, são compensadas com plantio de árvores nativas de Mata Atlântica e até as fitas adesivas, usadas para vedar embalagens que serão enviadas pelo Correio, são biodegradáveis.

3. Não testa em animais
“Os absorventes menstruais têm diversas substâncias químicas na sua composição e por isso precisam ser testados em coelhos para avaliar as possíveis reações do organismo quando em contato com esses componentes. Isso é uma norma federal da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Portaria 1.480). “O Inciclo não tem nenhum componente de origem animal e não passa por nenhum tipo de teste em animais”, afirma a fabricante.

4. Hipoalergênico
O copinho coletor produzido 100% em silicone é também hipoalergênico, por isso é também uma solução para mulheres alérgicas às substâncias contidas nos absorventes. O silicone medicinal do Inciclo é atóxico, translúcido e de altíssima qualidade. O fato de ser transparente (há muitos coletores coloridos no mercado) é a sua garantia garantia de que o produto não utiliza substâncias químicas como corantes.

5. Fácil de usar
Muito flexível, o coletor é inserido dobrado na vagina, sendo que internamente se abre vedando possíveis vazamentos, e coleta o fluxo. Adapta-se perfeitamente ao corpo da mulher e pode ser usado por até 12 horas, durante toda uma noite de sono, e é indicado a todas as práticas esportivas inclusive yoga, ciclismo, acrobacia, natação, ginástica, corrida e mergulho.

6. Econômico
O coletor menstrual Inciclo custa em média R$ 75,00 e pode ser usado de dois a até dez anos, porque é feito de silicone. Sua durabilidade vai depender de condições de higienização do produto a fatores como PH vaginal de cada mulher.

Arte: Divulgação Arte: Divulgação


Coletor reutilizável é nova opção para mulheres durante o período menstrual

Corrida de Montanha · 05 out, 2016

Criado há quase 80 anos, o coletor reutilizável, que substitui o uso de absorventes, ainda é desconhecido para a maioria das mulheres. Ele pode ser uma nova opção para ter mais liberdade durante o período menstrual ao oferecer praticidade, conforto, economia, além de ser uma escolha sustentável.

O coletor pode ser utilizado tanto no dia a dia quanto na prática de atividades como yoga, ciclismo, corrida, mergulho, entre outras por até 12h e após esse tempo a mulher só precisa lavá-lo e está pronto para ser usado novamente.

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Foto: Divulgação Foto: Divulgação

A marca Inciclo produz o coletor em silicone hipoalergênico que pode chegar a dez anos de duração, mas a validade do produto depende de diversos fatores tais como: frequência e modo de higienização, ph vaginal e produtos de limpeza que são utilizados. “Por ser de silicone, um material inerte, não funciona como um meio de cultura para bactérias, como pode ser os absorventes internos, e não irrita a pele como os externos”, explica a Dra. Andréa Campos, representante da marca.

Os fatores ecológico e econômico são um benefício a mais, mas o fato do coletor menstrual ser higiênico e confortável está incentivando mulheres a confiarem no produto. Ele não pode ser utilizado durante relações sexuais com penetração e por mulheres no período pós parto.

A 2ª edição da Pink Run Marisa será no Jardim Botânico. Vai perder? Inscreva-se!

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

O coletor menstrual da Inciclo é vendido tanto no site da marca quanto através de revendedoras em diversas cidades e locais.

Confira 6 motivos para pensar na troca do absorvente tradicional

1. Sustentável
Ao contrário dos absorventes tradicionais, o Inciclo é reutilizável. Feito em silicone flexível, após o uso é só retirar, lavar em água corrente e sabão neutro e usá-lo novamente. “Uma mulher tem em média 520 ciclos menstruais durante sua vida o que representa um descarte de dez mil absorventes tradicionais. Já o Inciclo pode ser usado de dois a até dez anos, pois a durabilidade do silicone vai variar de mulher para mulher - de fatores internos como PH vaginal às condições de higienização do produto”, explica Mariana Betioli, da Central Solutio, fabricante do produto.

2. Ecológico
A preocupação com a ecologia está presente em todo o ciclo de produção do produto. As embalagens são em papéis certificados sendo que a impressão é feita com tinta de soja. As emissões de carbono, resultado do processo de impressão das embalagens, são compensadas com plantio de árvores nativas de Mata Atlântica e até as fitas adesivas, usadas para vedar embalagens que serão enviadas pelo Correio, são biodegradáveis.

3. Não testa em animais
“Os absorventes menstruais têm diversas substâncias químicas na sua composição e por isso precisam ser testados em coelhos para avaliar as possíveis reações do organismo quando em contato com esses componentes. Isso é uma norma federal da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Portaria 1.480). “O Inciclo não tem nenhum componente de origem animal e não passa por nenhum tipo de teste em animais”, afirma a fabricante.

4. Hipoalergênico
O copinho coletor produzido 100% em silicone é também hipoalergênico, por isso é também uma solução para mulheres alérgicas às substâncias contidas nos absorventes. O silicone medicinal do Inciclo é atóxico, translúcido e de altíssima qualidade. O fato de ser transparente (há muitos coletores coloridos no mercado) é a sua garantia garantia de que o produto não utiliza substâncias químicas como corantes.

5. Fácil de usar
Muito flexível, o coletor é inserido dobrado na vagina, sendo que internamente se abre vedando possíveis vazamentos, e coleta o fluxo. Adapta-se perfeitamente ao corpo da mulher e pode ser usado por até 12 horas, durante toda uma noite de sono, e é indicado a todas as práticas esportivas inclusive yoga, ciclismo, acrobacia, natação, ginástica, corrida e mergulho.

6. Econômico
O coletor menstrual Inciclo custa em média R$ 75,00 e pode ser usado de dois a até dez anos, porque é feito de silicone. Sua durabilidade vai depender de condições de higienização do produto a fatores como PH vaginal de cada mulher.

Arte: Divulgação Arte: Divulgação

Correr em descidas pode ser mais difícil do que parece

É quase consenso entre corredores que enfrentar as subidas é bem mais difícil do que as descidas, porém o que os especialistas em treinamento afirmam é exatamente ao contrário. As subidas não costuma ser lesiva, mas sim uma ótima opção para fortalecimento dos músculos, já as descidas podem ser perigosas e necessitam de cuidados especiais

Participe da Track&Field Run Series e desfrute de uma estrutura privilegiada

Foto:Fotolia Foto:Fotolia

O que muitos atletas fazem é descer “segurando”, isto é acabam inclinando o corpo para trás forçando assim a lombar e jogando mais sobrecarga para os joelhos. "Isso acontece porque a descida possui um grande grau de declínio, então normalmente o corredor acaba mudando sua postura", explica o treinador Rafael Moreno.

O impacto no corpo, ao correr em uma descida, chega a ser duas vezes maior que em uma subida. Descer ladeiras em alta velocidade pode resultar em problemas como: tendinite patelar, síndrome do trato íliotibial e dor na altura da articulação do joelho, causada pelo atrito da tíbia com o fêmur.

Portanto, em hipótese alguma descarregue o esforço da subida na hora de descer. Para completar descidas com segurança jamais esqueça de estar aquecido e com os músculos alongados, isso ajudará muito a reduzir os riscos.

A escolha do tênis também pode influenciar ao descer ladeiras, o calçado não deve ser de solado muito alto, pois nas descidas existe alto risco de desequilíbrio e quedas. Treinar em terrenos desnivelados também pode trazer benefícios. Para quem não gosta da convencional musculação, subidas e descidas são uma ótima opção para treinos de força. A resistência muscular aumenta e o sistema cardiovascular é melhorado com este tipo de treinamento.


Correr em descidas pode ser mais difícil do que parece

Atletismo · 04 out, 2016

É quase consenso entre corredores que enfrentar as subidas é bem mais difícil do que as descidas, porém o que os especialistas em treinamento afirmam é exatamente ao contrário. As subidas não costuma ser lesiva, mas sim uma ótima opção para fortalecimento dos músculos, já as descidas podem ser perigosas e necessitam de cuidados especiais

Participe da Track&Field Run Series e desfrute de uma estrutura privilegiada

Foto:Fotolia Foto:Fotolia

O que muitos atletas fazem é descer “segurando”, isto é acabam inclinando o corpo para trás forçando assim a lombar e jogando mais sobrecarga para os joelhos. "Isso acontece porque a descida possui um grande grau de declínio, então normalmente o corredor acaba mudando sua postura", explica o treinador Rafael Moreno.

O impacto no corpo, ao correr em uma descida, chega a ser duas vezes maior que em uma subida. Descer ladeiras em alta velocidade pode resultar em problemas como: tendinite patelar, síndrome do trato íliotibial e dor na altura da articulação do joelho, causada pelo atrito da tíbia com o fêmur.

Portanto, em hipótese alguma descarregue o esforço da subida na hora de descer. Para completar descidas com segurança jamais esqueça de estar aquecido e com os músculos alongados, isso ajudará muito a reduzir os riscos.

A escolha do tênis também pode influenciar ao descer ladeiras, o calçado não deve ser de solado muito alto, pois nas descidas existe alto risco de desequilíbrio e quedas. Treinar em terrenos desnivelados também pode trazer benefícios. Para quem não gosta da convencional musculação, subidas e descidas são uma ótima opção para treinos de força. A resistência muscular aumenta e o sistema cardiovascular é melhorado com este tipo de treinamento.

Fique atento as gorduras trans presentes nos alimentos industrializados

Presente principalmente nos alimentos industrializados, a gordura trans é um tipo específico de gordura formada tanto por um processo de hidrogenação natural quanto industrial (mais comum). Elas são utilizadas para melhorar a consistência dos alimentos e também para aumentar a vida de prateleira de alguns produtos.

O nutricionista Rafael Castro explica que essa gordura não tem função no metabolismo, ou seja, quando não é queimada é estocada como gordura corporal ou depositada na parede dos vasos sanguíneos ou no próprio coração. “Esse tipo de gordura deve ser cortada, não faz bem algum e em geral são nocivas a saúde”, explica.

“Os alimentos processados e industrializados são os que contém mais gordura trans. O correto é seguir a regra: coma comida. Assim a pessoa evita o consumo desse tipo de gordura que não traz nenhum benefício”, diz o nutricionista.

Alimentos como sorvete, batata frita, salgadinho, pastel, bolo, biscoitos e margarinas contém essa gordura.

Que tal participar da Corrida e Passeio Rios e Ruas? Inscreva-se no site do Ticket Agora!

Foto: Arska n/Fotolia Foto: Arska n/Fotolia

Para fazer escolhas mais saudáveis é necessário ficar atento aos rótulos. Segundo o site da Anvisa o valor é declarado em gramas presentes por porção do alimento. A porcentagem do Valor Diário de ingestão (%VD) de gorduras trans não é declarada porque não existe requerimento para a ingestão destas gorduras, ou seja, não existe um valor que deva ser ingerido diariamente. A recomendação é que seja consumido o mínimo possível.

A nutricionista Clarissa FujiWara, da clínica Dra. Denise Lellis, lembra que no Brasil, desde 2006 vigora resolução da Anvisa que obriga os fabricantes de alimentos a informar nos rótulos a quantidade de gorduras trans presentes na porção de alimento. “Vale ressaltar que se a porção determinada do produto contiver quantidade inferior a 0,2g de gordura trans, a informação não precisa ser declarada, constando então quantidade "zero" de gordura trans, quando, na realidade, há presença deste tipo de gordura. Neste caso, cabe ao consumidor ficar atento à composição do produto e evitar o consumo do mesmo caso conste na lista de ingredientes gordura vegetal hidrogenada”, diz.

Alguns fabricantes estão substituindo a gordura hidrogenada pela interesterificada. Rafael explica que ela é uma opção um pouco melhor, mas ainda assim não é a mais correta. “A gordura interesterificada é uma combinação de gorduras saturadas (hidrogenada) com óleos vegetais. Se trocarmos a gordura 100% hidrogenada por gordura interesterificada (que contém menos gordura hidrogenada), sim é uma melhor opção, mas seria trocar do ruim para o menos pior”, explica.


Fique atento as gorduras trans presentes nos alimentos industrializados

Corrida de Montanha · 03 out, 2016

Presente principalmente nos alimentos industrializados, a gordura trans é um tipo específico de gordura formada tanto por um processo de hidrogenação natural quanto industrial (mais comum). Elas são utilizadas para melhorar a consistência dos alimentos e também para aumentar a vida de prateleira de alguns produtos.

O nutricionista Rafael Castro explica que essa gordura não tem função no metabolismo, ou seja, quando não é queimada é estocada como gordura corporal ou depositada na parede dos vasos sanguíneos ou no próprio coração. “Esse tipo de gordura deve ser cortada, não faz bem algum e em geral são nocivas a saúde”, explica.

“Os alimentos processados e industrializados são os que contém mais gordura trans. O correto é seguir a regra: coma comida. Assim a pessoa evita o consumo desse tipo de gordura que não traz nenhum benefício”, diz o nutricionista.

Alimentos como sorvete, batata frita, salgadinho, pastel, bolo, biscoitos e margarinas contém essa gordura.

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Foto: Arska n/Fotolia Foto: Arska n/Fotolia

Para fazer escolhas mais saudáveis é necessário ficar atento aos rótulos. Segundo o site da Anvisa o valor é declarado em gramas presentes por porção do alimento. A porcentagem do Valor Diário de ingestão (%VD) de gorduras trans não é declarada porque não existe requerimento para a ingestão destas gorduras, ou seja, não existe um valor que deva ser ingerido diariamente. A recomendação é que seja consumido o mínimo possível.

A nutricionista Clarissa FujiWara, da clínica Dra. Denise Lellis, lembra que no Brasil, desde 2006 vigora resolução da Anvisa que obriga os fabricantes de alimentos a informar nos rótulos a quantidade de gorduras trans presentes na porção de alimento. “Vale ressaltar que se a porção determinada do produto contiver quantidade inferior a 0,2g de gordura trans, a informação não precisa ser declarada, constando então quantidade "zero" de gordura trans, quando, na realidade, há presença deste tipo de gordura. Neste caso, cabe ao consumidor ficar atento à composição do produto e evitar o consumo do mesmo caso conste na lista de ingredientes gordura vegetal hidrogenada”, diz.

Alguns fabricantes estão substituindo a gordura hidrogenada pela interesterificada. Rafael explica que ela é uma opção um pouco melhor, mas ainda assim não é a mais correta. “A gordura interesterificada é uma combinação de gorduras saturadas (hidrogenada) com óleos vegetais. Se trocarmos a gordura 100% hidrogenada por gordura interesterificada (que contém menos gordura hidrogenada), sim é uma melhor opção, mas seria trocar do ruim para o menos pior”, explica.

Como evitar as temidas cãibras?

Foto: Flickr Incase CC BY 2.0 Foto: Flickr Incase CC BY 2.0

Nosso corpo é composto por vários grupos musculares, muitos deles funcionam independentes da nossa vontade. E é aí que a cãibra encontra condição para surgir: quando um ou mais músculos se contraem subitamente de forma involuntária, intensa e dolorosa.

Ela pode ocorrer em qualquer músculo do corpo, mas quem mais sofre com esse problema, normalmente, é a panturrilha. Apesar de na maioria dos casos não ser grave, a dor às vezes pode ser tão forte que impede a pessoa de ficar de pé! Nessas horas só resta tentar esticar o músculo e esperar que passe logo.

A cãibra não tem hora para aparecer e é sentida quando menos se espera. No entanto, alguns fatores podem ajudá-la, como a falta de oxigênio no músculo, o excesso de ácido lático, o uso prolongado de diuréticos e até mesmo algumas doenças no fígado e diabetes.

Corra a Meia Maratona de Manaus Jovem Pan!

Em pessoas com mais de 60 anos, as cãibras frequentes podem até indicar processo de obstrução dos vasos por placas de colesterol. Já nas grávidas as cãibras podem ser causadas pelo ganho de peso adicional e por alterações na circulação sanguínea.

Para os atletas o problema é quando aquela dorzinha surge na hora da corrida. De acordo com o Diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), Dr. Ivan Pacheco, não há como isentar o corredor de ter cãibra, mas cuidar da hidratação é uma medida que pode ajudar. “A literatura ainda não chegou a um consenso nem sobre a causa. A relação com a perda de potássio, como muitos acreditam, é uma teoria muito antiga e não se sustentou em nenhuma pesquisa científica”.

Já que não tem como eliminá-las de vez, o melhor a fazer é manter o condicionamento físico sempre em dia, além de uma alimentação balanceada e rica em minerais.

A coordenadora do programa Bio Nutri Fulvia Gomes Hazarabedian da Bio Ritmo indicou alguns alimentos aliados:

1. Banana

Foto: Flickr24.oranges CC BY-SA 2.0 Foto: Flickr24.oranges CC BY-SA 2.0

2. Melão

Foto: Flickr Victoria Rachitzky CC BY 2.0 Foto: Flickr Victoria Rachitzky CC BY 2.0

3. Arroz integral

Foto: Flickr Josemaria CC BY-SA 2.0 Foto: Flickr Josemaria CC BY-SA 2.0

4. Bacalhau fresco

Foto: Pixabay Foto: Pixabay

5. Suco de laranja

Foto: Pixabay Foto: Pixabay


Como evitar as temidas cãibras?

Atletismo · 30 set, 2016

Foto: Flickr Incase CC BY 2.0 Foto: Flickr Incase CC BY 2.0

Nosso corpo é composto por vários grupos musculares, muitos deles funcionam independentes da nossa vontade. E é aí que a cãibra encontra condição para surgir: quando um ou mais músculos se contraem subitamente de forma involuntária, intensa e dolorosa.

Ela pode ocorrer em qualquer músculo do corpo, mas quem mais sofre com esse problema, normalmente, é a panturrilha. Apesar de na maioria dos casos não ser grave, a dor às vezes pode ser tão forte que impede a pessoa de ficar de pé! Nessas horas só resta tentar esticar o músculo e esperar que passe logo.

A cãibra não tem hora para aparecer e é sentida quando menos se espera. No entanto, alguns fatores podem ajudá-la, como a falta de oxigênio no músculo, o excesso de ácido lático, o uso prolongado de diuréticos e até mesmo algumas doenças no fígado e diabetes.

Corra a Meia Maratona de Manaus Jovem Pan!

Em pessoas com mais de 60 anos, as cãibras frequentes podem até indicar processo de obstrução dos vasos por placas de colesterol. Já nas grávidas as cãibras podem ser causadas pelo ganho de peso adicional e por alterações na circulação sanguínea.

Para os atletas o problema é quando aquela dorzinha surge na hora da corrida. De acordo com o Diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), Dr. Ivan Pacheco, não há como isentar o corredor de ter cãibra, mas cuidar da hidratação é uma medida que pode ajudar. “A literatura ainda não chegou a um consenso nem sobre a causa. A relação com a perda de potássio, como muitos acreditam, é uma teoria muito antiga e não se sustentou em nenhuma pesquisa científica”.

Já que não tem como eliminá-las de vez, o melhor a fazer é manter o condicionamento físico sempre em dia, além de uma alimentação balanceada e rica em minerais.

A coordenadora do programa Bio Nutri Fulvia Gomes Hazarabedian da Bio Ritmo indicou alguns alimentos aliados:

1. Banana

Foto: Flickr24.oranges CC BY-SA 2.0 Foto: Flickr24.oranges CC BY-SA 2.0

2. Melão

Foto: Flickr Victoria Rachitzky CC BY 2.0 Foto: Flickr Victoria Rachitzky CC BY 2.0

3. Arroz integral

Foto: Flickr Josemaria CC BY-SA 2.0 Foto: Flickr Josemaria CC BY-SA 2.0

4. Bacalhau fresco

Foto: Pixabay Foto: Pixabay

5. Suco de laranja

Foto: Pixabay Foto: Pixabay

Itaipava recebe segunda edição da Spartan Race no Brasil, dia 23 de outubro

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Após a edição de estreia em Pirapora do Bom Jesus, São Paulo, a Reebok Spartan Race reúne sua estrutura e ruma para Itaipava, região serrana do Rio de Janeiro, que é conhecida por sua beleza e ar puro. A segunda etapa da corrida de obstáculos está marcada para o dia 23 de outubro.

O evento é capaz de reunir vários perfis em único local. O conceito de trail run com obstáculos vem para transformar o cenário esportivo brasileiro e abrir um novo nicho de disputas. Além disso, os competidores que amam as corridas e têm paixão por novos desafios estão interligados por um mesmo interesse: superar seus próprios limites.

Criada em 2007, no Estados Unidos, a Reebok Spartan Race está presente em 27 países, com destaque para a América do Norte, Europa e Ásia. Na etapa de Itaipava, o festival contará com um amplo estacionamento, variedade de Food Trucks e área recreativa para crianças, com diversas surpresas e atividades.

Participe dos desafios da Braves Mud Race

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Os únicos head coaches certificados pela Reebok Spartan Race, Denis Moreira e Flávio Carvalho vêm desenvolvendo uma nova metodologia de treinamentos para os seus alunos e participantes da prova. Preocupado com o bem-estar e máxima performance dos inscritos, Denis dá dicas para os guerreiros que irão se aventurar na disputa do dia 23 de outubro.

"A dica é treinar mesclando força e resistência. Englobar saltos, cordas, barras fixa e corridas em ladeira e areia. Se possível, em terrenos acidentados. Em relação à alimentação, convém ingerir carboidratos na noite anterior da corrida. Escolha as massas. No dia da corrida, dê preferência a frutas, podendo ingerir pães ou torradas, em pouca quantidade, com sucos naturais", explicou.

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Serviço

Reebok Spartan Race - Etapa Rio de Janeiro
Data: 23 de outubro de 2016
Local: Itaipava (RJ)
Endereço: Estrada Ministro Salgado Filho, 6333

Para mais informações acesse o site do evento.



Itaipava recebe segunda edição da Spartan Race no Brasil, dia 23 de outubro

Atletismo · 30 set, 2016

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Após a edição de estreia em Pirapora do Bom Jesus, São Paulo, a Reebok Spartan Race reúne sua estrutura e ruma para Itaipava, região serrana do Rio de Janeiro, que é conhecida por sua beleza e ar puro. A segunda etapa da corrida de obstáculos está marcada para o dia 23 de outubro.

O evento é capaz de reunir vários perfis em único local. O conceito de trail run com obstáculos vem para transformar o cenário esportivo brasileiro e abrir um novo nicho de disputas. Além disso, os competidores que amam as corridas e têm paixão por novos desafios estão interligados por um mesmo interesse: superar seus próprios limites.

Criada em 2007, no Estados Unidos, a Reebok Spartan Race está presente em 27 países, com destaque para a América do Norte, Europa e Ásia. Na etapa de Itaipava, o festival contará com um amplo estacionamento, variedade de Food Trucks e área recreativa para crianças, com diversas surpresas e atividades.

Participe dos desafios da Braves Mud Race

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Os únicos head coaches certificados pela Reebok Spartan Race, Denis Moreira e Flávio Carvalho vêm desenvolvendo uma nova metodologia de treinamentos para os seus alunos e participantes da prova. Preocupado com o bem-estar e máxima performance dos inscritos, Denis dá dicas para os guerreiros que irão se aventurar na disputa do dia 23 de outubro.

"A dica é treinar mesclando força e resistência. Englobar saltos, cordas, barras fixa e corridas em ladeira e areia. Se possível, em terrenos acidentados. Em relação à alimentação, convém ingerir carboidratos na noite anterior da corrida. Escolha as massas. No dia da corrida, dê preferência a frutas, podendo ingerir pães ou torradas, em pouca quantidade, com sucos naturais", explicou.

Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Serviço

Reebok Spartan Race - Etapa Rio de Janeiro
Data: 23 de outubro de 2016
Local: Itaipava (RJ)
Endereço: Estrada Ministro Salgado Filho, 6333

Para mais informações acesse o site do evento.


Condromalácia Patelar: a vilã do joelho dos atletas

A condromalácia patelar, que também é conhecida como “joelho de corredor”, é uma lesão na região da patela. Geralmente é mais comum em corredores, ciclistas, jogadores de futebol e tenistas; esportes que exigem muito das articulações dos joelhos.

A condromalácia caracteriza-se por um “amolecimento” da cartilagem articular da patela. O impacto prolongado sobre os joelhos, imperfeições nas superfícies ou formato ósseo, são os principais fatores que geram essa lesão. No entanto, além de traumático, fator mais comum, o problema também pode ser causado por um fator anatômico (genético). Em ambos os casos, a melhor forma de prevenir é fortalecendo a musculatura da coxa.

Foto: adaptação sobre bilderzwerg/ Fotolia Foto: adaptação sobre bilderzwerg/ Fotolia

Participe da Graciosa Amazing Runs!

O ortopedista Moisés Cohen, Diretor do Instituto Cohen de Ortopedia Reabilitação e Medicina do Esporte, explica que a condromalácia patelar tem uma incidência maior sobre os corredores porque a patela faz parte do aparelho extensor, como se fosse a continuidade entre o tendão do quadríceps e o tendão patelar, que são estruturas muito utilizadas na hora da corrida.

“Os corredores realizam movimentos com impactos repetitivos, levando a uma sobrecarga da cartilagem da patela. Além disso ela funciona como uma espécie de desacelerador. Ou seja, na aterrissagem de um salto, nas paradas bruscas, nas descidas de ladeiras, a cartilagem que recobre a patela é forçada contra o fêmur e vai levando a um desgaste ao longo do tempo”, explica.

Para o Dr. Cohen, o atleta deve ficar mais atento se o joelho inchar após o treino, ou se sentir dores na parte anterior do mesmo que pioram ao fazer movimentos de agachamento ou flexão. Estes são os principais sintomas.

O diagnóstico preciso é obtido por meio de exames de imagem, como ressonância magnética. O tratamento, em geral, é feito por meio de fisioterapia e reeducação dos movimentos do joelho para a prática da corrida. Em casos mais graves, a cirurgia pode ser necessária.

Se a lesão não for tratada adequadamente, pode evoluir para perda permanente das cartilagens do joelho. Por isso, é muito importante ficar atento aos sinais que o corpo dá e se consultar com um especialista.


Condromalácia Patelar: a vilã do joelho dos atletas

Caminhada · 29 set, 2016

A condromalácia patelar, que também é conhecida como “joelho de corredor”, é uma lesão na região da patela. Geralmente é mais comum em corredores, ciclistas, jogadores de futebol e tenistas; esportes que exigem muito das articulações dos joelhos.

A condromalácia caracteriza-se por um “amolecimento” da cartilagem articular da patela. O impacto prolongado sobre os joelhos, imperfeições nas superfícies ou formato ósseo, são os principais fatores que geram essa lesão. No entanto, além de traumático, fator mais comum, o problema também pode ser causado por um fator anatômico (genético). Em ambos os casos, a melhor forma de prevenir é fortalecendo a musculatura da coxa.

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Participe da Graciosa Amazing Runs!

O ortopedista Moisés Cohen, Diretor do Instituto Cohen de Ortopedia Reabilitação e Medicina do Esporte, explica que a condromalácia patelar tem uma incidência maior sobre os corredores porque a patela faz parte do aparelho extensor, como se fosse a continuidade entre o tendão do quadríceps e o tendão patelar, que são estruturas muito utilizadas na hora da corrida.

“Os corredores realizam movimentos com impactos repetitivos, levando a uma sobrecarga da cartilagem da patela. Além disso ela funciona como uma espécie de desacelerador. Ou seja, na aterrissagem de um salto, nas paradas bruscas, nas descidas de ladeiras, a cartilagem que recobre a patela é forçada contra o fêmur e vai levando a um desgaste ao longo do tempo”, explica.

Para o Dr. Cohen, o atleta deve ficar mais atento se o joelho inchar após o treino, ou se sentir dores na parte anterior do mesmo que pioram ao fazer movimentos de agachamento ou flexão. Estes são os principais sintomas.

O diagnóstico preciso é obtido por meio de exames de imagem, como ressonância magnética. O tratamento, em geral, é feito por meio de fisioterapia e reeducação dos movimentos do joelho para a prática da corrida. Em casos mais graves, a cirurgia pode ser necessária.

Se a lesão não for tratada adequadamente, pode evoluir para perda permanente das cartilagens do joelho. Por isso, é muito importante ficar atento aos sinais que o corpo dá e se consultar com um especialista.

O que fazer com o treino quando você está “naqueles dias”?

Qual mulher nunca sentiu uma indisposição nos dias de menstruação, que a deixou de cama ou sem vontade nenhuma de treinar? Pois é, o sexo feminino realmente é o forte, já que não é fácil encarar a rotina de TPM ou cólicas. Enquanto algumas passam por isso facilmente, outras sofrem e a rotina acaba sendo alterada. Entre as corredoras as sensações são as mesmas, mas será que realmente existem diferenças de performance quando estamos “naqueles dias”?

A ginecologista Maita Araujo, especialista em performance esportiva explica que sim. “Algumas mulheres ficam mais cansadas nesse período, principalmente aquelas que sangram muito e as que possuem cólica menstrual”. A menstruação média dura cerca de dois a cinco dias, podendo ir até sete e a perda de sangue em média é de 80ml. “Mulheres com aumento do fluxo, número de dias, ou com dor, treinam pior. E isso também vale para aquelas que tem TPM”, diz.

Participe da maior corrida feminina da América Latina! A Corrida e Caminhada Feminina do McDonald's. Inscreva-se!

Foto: Piotr Marcinski/Fotolia Foto: Piotr Marcinski/Fotolia

Melhor período de treino

Maita conta que o período mais interessante para treinamentos específicos é a fase pós menstrual. “Ela dura mais ou menos dias dez dias, quando se trata de um ciclo de 28 dias. Pensando de uma forma simples: em um ciclo de 28 dias, a mulher ovula no 14º dia. Assim, 14 dias antes desta ovulação é a melhor época do treino”.

Atletas de elite

Entre as corredoras profissionais muitas vezes há uma adequação de acordo com o ciclo menstrual. Confira como ela pode ser:

1. Menstruação: treino moderado ou leve (depende das queixas da atleta)
2. Pré ovulação: treino forte
4. Pós ovulação: treino moderado
5. Pré menstrual: treino leve

Devo treinar com cólica?

“Qualquer atleta com dor treina mal, então é bom pensar duas vezes. Se a cólica é leve, ela pode usar uma bolsa de água quente ou algum analgésico receitado pelo médico e quando melhorar pode ir treinar, mas se a dor for muito forte é melhor ficar de repouso”, explica.

Maita explica que não há nenhum malefício em treinar menstruada. “Você tem que ouvir seu corpo. Existem casos de atletas que até relatam a melhora da cólica quando vão treinar. Essa questão é bem pessoal”.


O que fazer com o treino quando você está “naqueles dias”?

Corrida de Montanha · 28 set, 2016

Qual mulher nunca sentiu uma indisposição nos dias de menstruação, que a deixou de cama ou sem vontade nenhuma de treinar? Pois é, o sexo feminino realmente é o forte, já que não é fácil encarar a rotina de TPM ou cólicas. Enquanto algumas passam por isso facilmente, outras sofrem e a rotina acaba sendo alterada. Entre as corredoras as sensações são as mesmas, mas será que realmente existem diferenças de performance quando estamos “naqueles dias”?

A ginecologista Maita Araujo, especialista em performance esportiva explica que sim. “Algumas mulheres ficam mais cansadas nesse período, principalmente aquelas que sangram muito e as que possuem cólica menstrual”. A menstruação média dura cerca de dois a cinco dias, podendo ir até sete e a perda de sangue em média é de 80ml. “Mulheres com aumento do fluxo, número de dias, ou com dor, treinam pior. E isso também vale para aquelas que tem TPM”, diz.

Participe da maior corrida feminina da América Latina! A Corrida e Caminhada Feminina do McDonald's. Inscreva-se!

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Melhor período de treino

Maita conta que o período mais interessante para treinamentos específicos é a fase pós menstrual. “Ela dura mais ou menos dias dez dias, quando se trata de um ciclo de 28 dias. Pensando de uma forma simples: em um ciclo de 28 dias, a mulher ovula no 14º dia. Assim, 14 dias antes desta ovulação é a melhor época do treino”.

Atletas de elite

Entre as corredoras profissionais muitas vezes há uma adequação de acordo com o ciclo menstrual. Confira como ela pode ser:

1. Menstruação: treino moderado ou leve (depende das queixas da atleta)
2. Pré ovulação: treino forte
4. Pós ovulação: treino moderado
5. Pré menstrual: treino leve

Devo treinar com cólica?

“Qualquer atleta com dor treina mal, então é bom pensar duas vezes. Se a cólica é leve, ela pode usar uma bolsa de água quente ou algum analgésico receitado pelo médico e quando melhorar pode ir treinar, mas se a dor for muito forte é melhor ficar de repouso”, explica.

Maita explica que não há nenhum malefício em treinar menstruada. “Você tem que ouvir seu corpo. Existem casos de atletas que até relatam a melhora da cólica quando vão treinar. Essa questão é bem pessoal”.