Caminhada · 26 maio, 2006
Frank Caldeira, mineiro atualmente radicado em Petrópolis (RJ) confirmou sua participação na edição 2006 da Maratona de São Paulo, que acontece no próximo dia 4 de junho no Obelisco do Ibirapuera.
Em 2004, aos 21 anos de idade, ele venceu a competição por acaso, pois foi contratado para ser apenas um coelho, o atleta que puxa o ritmo até a metade da competição. Porém, ele se sentiu bem e resolveu continuar com um ritmo forte e chegou em primeiro lugar na linha de chegada.
Já no ano passado ele entrou para disputar apenas uma parte da Maratona, pois tinha um compromisso na Europa, onde disputaria uma outra competição. Esse ano ele vem focado para faturar o lugar mais alto do pódio.
Estou pronto para correr bem a maratona. Fiz um bom período de treinamento na altitude de Campos do Jordão e acho que estou bem preparado para fazer uma boa prova, afirma o atleta, membro da equipe pé de vento.
O técnico de Franck, Henrique Viana, afirma: Este ano a maratona certamente será disputada num clima bem ameno, mas as características especiais da prova exigem uma tática diferente. Teremos de fazer um planejamento técnico rigoroso para brigar pela vitória.
Outros membros da Pé de Vento também vão competir a prova: Paulo Luís dos Santos Filho (da Paraíba), Alexandre da Cruz Brasil (do Rio de Janeiro), Flávio Alves da Silva (do Ceará), Caetano Joaquim dos Santos (de Pernambuco), José Luis Olmedo (do Mato Grosso do Sul), além de Andriléia do Carmo de Souza, de Minas Gerais.
Caminhada · 25 maio, 2006
A marca esportiva Olympikus lançou nesse último mês mais um calçado para corrida. Segundo os fabricantes, o modelo Bland usa uma tecnologia que favorece a articulação dos pés.
Além disso, o tênis usa a tecnologia Tube estendida em toda a base do calçado, o que proporciona mais amortecimento. Sua estrutura conta com um cabedal montado em tecido de dupla frontura, que facilita a transpiração.
O modelo pode ser encontrado nas principais lojas esportivas do país. O Bland pode ser encontrado nas cores cinza com vermelho.
Caminhada · 23 maio, 2006
A Maratona de São Paulo, que acontece no próximo dia 4 de junho é considerada a maior prova da categoria no Brasil e tem o limite máximo de 12 mil inscritos, que podem conformar sua presença até o dia 30 desse mês.
Além dos tradicionais 42,195 metros, serão disputadas corridas de 5k e 10k, além de uma caminhada de 5k. A largada e chegada acontecem em frente ao Obelisco do Ibirapuera e os atletas percorrerão diversos pontos históricos da cidade durante o percurso.
Existem diversas formas de se garantir a participação. Através do site da prova, www.maratonadesaopaulo.com.br, nas lojas credenciadas para inscrição no Rio de Janeiro e em São Paulo, além da Federação de Atletismo do Rio de Janeiro e da Federação Mineira de Atletismo.
Os valores são R$40 para a maratona e para as corridas, até o dia 30 de maio e R$25 para a caminhada, até o dia 26 de maio.
Caminhada · 23 maio, 2006
Mesmo com o frio e o dia chuvoso, mil pessoas se reuniram no último domingo em Curitiba para participarem da primeira corrida Nutry. A largada da prova foi dada às 8h30 da manhã e contou com a participação de atletas profissionais, jovens, crianças e muitos idosos.
O evento contou com duas corridas, uma de 10 quilômetros e outra de cinco, além de uma caminhada. Os vencedores dos cinco quilômetros foram Alexandro Pereira, de Palmas (PR) e Cristiane Schmitz, de Curitiba.
Já nos 10 quilômetros, Sebastião Alves da Silva, de Campina Grande do Sul chegou em primeiro, com 34min40s. No feminino a vitória ficou com Déborah Santos Borges que cruzou a linha de chegada em 42min04s.
Segundo os organizadores, a próxima etapa do Circuito Nutry de Corrida de Rua está prevista para acontecer no mês de agosto, em Florianópolis. Já a última etapa acontecerá em Campinas no mês de outubro.
Caminhada · 20 maio, 2006
Nesse domingo atletas de elite brasileiros se enfrentam nos 10km Tribuna FM e a paraibana Ednalva Lauriano quer o tetracampeonato da prova. Depois de ficar de fora no ano passado, por causa de contusão, Pretinha, apelido de Ednalva, quer vencer a prova.
Estou voltando bem e indo para o que der e vier, com fé em Deus e muito bem treinada. Adoro competir aqui. Hoje de manhã (sexta-feira) fui dar uma corridinha e o pessoal na praia comentava: Olha lá, a Pretinha está de volta. As pessoas já me conhecem e durante a prova torcem muito por mim. É sensacional, conta.
Pretinha diz que a prova é muito rápida e que terá adversárias fortes como a queniana Margaret Karie, atual campeã e também vencedora da Prova Pan-Americana em 2005 e da Maratona de SP em 2004; a colombiana Berta Sanches, vice em Santos e bronze nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo; e Lucélia Peres, 3ª colocada na prova santista, bicampeã da Volta da Pampulha e melhor brasileira na São Silvestre nos dois últimos anos.
O field feminino contará ainda com Márcia Narloch e Fabiana Cristine, além de Sirlene Souza de Pinho, Marizete Rezende, Maria Cristina Vaqueiro, Nadir Sabino, Maria Zeferina Baldaia e a queniana Anne Bererwe. A largada dos 10km Tribuna FM será na Rua João Pessoa, no Centro de Santos, e a chegada na Praia do Gonzaga.
Caminhada · 18 maio, 2006
Mais uma atleta de peso confirma presença nos 10km Tribuna FM. A colombiana Bertha Sanches, vice-campeã da prova no ano passado já chegou ao Brasil para brigar pela vitória da competição.
Os 10km Tribuna acontece no dia 21 de maio e deve reunir 12 mil pessoas. Um dos principais atrativos da prova, para os atletas de elite, é a premiação. Segundo os organizadores, a prova distribuirá R$100 mil, sendo dois automóveis Celta 0km aos vencedores, uma para os homens e outro para as mulheres.
Bertha diz querer uma revanche contra a queniana Margaret Karie, atual campeã que também confirmou sua presença na prova. No ano passado, apertei no último quilômetro, mas a Margaret foi mais rápida nos 500 metros finais, conta a colombiana.
Espero acordar bem domingo e vou estudar bem minhas rivais. Essa é uma prova especial, com grande público e atletas muito fortes, completa. A largada dos 10km Tribuna FM será na Rua João Pessoa, no Centro de Santos, e a chegada na Praia do Gonzaga, junto à Praça das Bandeiras.
Caminhada · 18 maio, 2006
Os campeões da Maratona de São Paulo em 2005, a catarinense Márcia Narloch e o piauiense José Telles de Souza confirmaram a participação nos 10km Tribuna FM. A prova acontece no próximo domingo em Santos e reunirá 12 mil inscritos.
Na elite masculina Telles está confiante e quer fazer um bom resultado. Nos 10 KM Tribuna FM quero fazer uma ótima participação e ficar entre os 10 primeiros. Essa prova é muito rápida e mais fácil de conseguir um bom tempo. Por isso os atletas de ponta participam em peso. Estou muito confiante, já que é uma disputa veloz e bem mais fácil que a Maratona de São Paulo. Vou com tudo para conquistas mais essa medalha, conta Telles.
Já Márcia Narloch irá usar a prova santista como uma forte treino. Ela está focada na Maratona de São Paulo, prova que busca o tetracampeonato. Como este ano a prova é antes da Maratona de São Paulo, acho que será mais fácil. Pois participar de uma corrida forte depois de uma maratona é muito complicado, porque você fica sem perna, destaca a atleta. Estou num ritmo de treinamento muitíssimo intenso e essa competição servirá como treino e para avaliar como estão minhas rivais, acrescenta.
A largada dos 10km Tribuna FM será na Rua João Pessoa, no Centro de Santos, e a chegada na Praia do Gonzaga, junto à Praça das Bandeiras.
Caminhada · 16 maio, 2006
O bicampeão da São Silvestre, Marílson Gomes, confirmou a presença nos 10km Tribuna FM. A prova acontece no próximo domingo, 21 de maio, em Santos, litoral paulista. Segundo os organizadores, a prova reunirá 12 mil atletas.
Marílson já tem experiência na prova. Ele venceu a competição em 2003 e em 2005. Esta será a sua primeira corrida de rua do ano, após a conquista do pódio da São Silvestre.
Estou treinando para provas curtas este semestre e o bom desempenho nos 10km Tribuna FM está nos meus planos. Estou muito bem, graças a Deus, e consegui engatar uma quinta marcha nos treinos, conta Marílson.
Essa é uma corrida que todo mundo sabe que é rápida, por ser plana, sem dificuldades, e sempre com um nível altíssimo. Para disputar a vitória, tem de estar em condições muito boas, acrescentou Marílson, que depois da prova em Santos competirá somente no exterior e na pista.
Caminhada · 12 maio, 2006
No próximo domingo, 14 de maio, será comemorado o dia das mães. Por isso o Webrun entrevistou uma mãe e uma filha que correm juntas. Mulheres que correm por prazer, para manter a forma e para ficarem mais unidas.
Quando corro com ela sinto que é uma terapia entre mãe e filha. A diferença é que não tem um terceiro para interferir, conta a cardiologista Walkiria Avila, mãe da Mônica. Confira!
São Paulo - A cardiologista Walkiria Avila é fã de carteirinha das atividades físicas. Aos 55 anos, ela corre cinco vezes por semana e sempre fica no pódio da sua categoria de idade. Mesmo com a rotina de um médico, ela nunca abandonou o esporte e serviu de incentivo para a sua filha Mônica, que tem 24 anos.
É muito difícil conciliar a rotina de médico com o esporte. Precisa gostar, conta Walkiria. E o gosto pelo esporte, ela tem de sobra. Em 2000, a cardiologista começou a levar a corrida mais a sério e se inscreveu numa assessoria esportiva. Depois de um treino com planilha individualizada, Walkiria participou de uma prova e ficou em quinto lugar na sua faixa etária. Segundo ela, o resultado foi motivo de ânimo.
No ano passado Walkiria competiu o Circuito Corpore em São Paulo e novamente conquistou o pódio. Hoje a cardiologista quer correr até quando não puder mais. Quero morrer correndo. Vou correr até onde conseguir, brinca.
O curioso é que Walkiria corre junto com a sua filha Mônica. Apesar da diferença de idade, ela consegue acompanhar o ritmo da filha. Nas competições o tempo dela sempre é dois minutos a menos que o meu. Mas eu não me incomodo. Tem que ser assim. Ela tem trinta anos a menos que eu, ela tem que ser melhor, conta.
Indagada se nunca houve uma competição saudável entre as duas, Walkiria se recordou da Corrida dos Médicos, em São Paulo. Quando participei dessa corrida falei para a Mônica (na época estudante de medicina): esse ano eu tenho que subir no pódio, porque quando você se formar, você vai ficar no primeiro lugar, aí não vou ter chances, lembra. Ela me incentivou e eu peguei o pódio. Mas daqui para frente é a vez dela, acrescenta.
Mônica Avila tem 24 anos, faz residência em medicina e corre desde 2001. Apesar de não ser veterana no esporte, ela aderiu a atividade física na sua vida por causa da sua família, principalmente por ver a sua mãe, a cardiologista Walkira Avila, correr.
Minha mãe sempre corria para manter o peso. Na nossa casa todos nós nos preocupamos com essa parte da estética. Ela acordava cedo e ia correr. Então essa força de vontade acabou incentivando a todos da casa inclusive meu pai e meu irmão, conta.
A primeira prova que participaram juntas foi a Maratona de São Paulo. Há dois anos minha mãe me convidou para invadirmos" a maratona de São Paulo, que na época aconteceu no dia das mães. Nós corremos apenas metade da prova, mas estávamos juntas, revela.
Também indagada sobre uma possível disputa entre as duas, Mônica lembrou de uma vez em que sua mãe a ultrapassou. Não existe competição porque nossas diferenças no estilo de corrida, idade e biótipo são nítidas. Mas houve um episódio em que ela me passou. Uma única vez. Ela acabou não falando nada, mas eu senti um sorrisinho sarcástico no rosto, ri Mônica.
Mas tudo na brincadeira, muito saudável. Nós sempre estamos em fases diferentes, quando eu não estou treinando é porque estou estudando e ela acaba indo melhor e vice e versa. Alias, dois minutos de diferença entre a gente não são nada, acrescenta.
Como as duas têm uma rotina literalmente corrida, o esporte se transformou num momento de união entre elas. Para Walkiria, correr junto com a filha é a melhor terapia que existe. Quando corro com ela sinto que é uma terapia entre mãe e filha. A diferença é que não tem um terceiro para interferir, conta.
A vantagem de correr com a minha mãe é a proximidade que a corrida proporciona não só para nós duas, como para toda família. Acordamos cedo nas corridas, compartilhamos tempos, vitórias e decepções nas nossas marcas. E isso para mim é bom, principalmente porque o dia-a-dia é tão corrido que esses momentos são especiais, revela Mônica.
Ambas optaram pela corrida para manter o peso e a saúde. E conseguiram bons resultados. Além disso, elas revelaram que conseguem manter um equilíbrio mental e emocional no esporte e isso ajuda bastante na profissão delas.
A dica da cardiologista Walkiria é que mães e filhas devam começar a praticar algum esporte no fim de semana. Coloque um tênis, uma roupa bem gostosa e vá bater perna. Vá conversando e pegando um sol. Aos poucos comece a trotar e depois correr, aconselha.
A atividade física, para nós, é fundamental para mantermos o equilíbrio do corpo e mente, todas as pessoas deveriam fazer qualquer atividade. Quando você tem uma companhia é muito mais fácil para continuar. Além disso, programas de mães e filhas devem ir além das compras e ser um pouco mais saudável, finaliza Mônica.
Caminhada · 11 maio, 2006
Sempre achei o máximo uma pessoa ter uma coleção imensa de medalhas de prova. Mas nunca pensei que eu fosse tomar gosto por essa peculiar coleção. No último fim de semana participei da Maratona de Revezamento Mizuno Ekiden e quando acabei a prova, quis logo pegar a tal medalha.
Toda pessoa que completa uma prova de corrida recebe uma medalha alusiva ao evento. É algo de praxe e todos os inscritos fazem questão desse mimo. Até porque, a medalha é a prova da sua participação na corrida.
O curioso é que quando pequenos colecionamos figurinhas, lápis, papel de carta, moeda, latinha, enfim cacarecos dos mais variados. E quando crescemos, continuamos nossas coleções. Muitas vezes não percebemos, mas gostamos, por exemplo, de comprar livros e ver a nossa pequena biblioteca pessoal crescer.
Os corredores então tem um vício a mais, a coleção de medalhas. Acredito que toda pessoa que completa uma prova guarda a sua medalha, principalmente se ela for especial. Pelo menos eu faço isso. Apesar da minha preguiça de treinar, já tenho mais de dez medalhas.
Se pararmos para reparar na nossa coleção, observamos que criatividade não falta para a elaboração daquele metal que tradicionalmente é redondo. A medalha da Maratona da Disney, por exemplo, é no formato do personagem infantil Mickey Mouse.
Conversei com o Thiago Mendes, marketing da Latin Sports, e ele me contou como é o processo de criação das medalhas. A empresa organiza o famoso Ironman Brasil, que tem as distâncias 3,8Km de natação, 180Km de ciclismo e 42,2Km de corrida. Imagino que a medalha de um Ironman tem que ser muito especial. Afinal não é todo mundo que tem fôlego e energia para isso.
Nós tentamos passar um pouco do espírito de cada evento nas medalhas e nos troféus. Tentamos sempre criar uma medalha que seja robusta, que tenha personalidade e que faça o atleta se sentir recompensado do seu esforço ao recebê-la, conta Thiago.
De fato a medalha é uma recompensa, principalmente quando ela é bonita e bem feita. Eu vou continuar na busca de novos artigos para a minha coleção. Será um ótimo motivo para participar das provas e de quebra dos treinos.
Treinamento · 02 jul, 2026
Maratona · 01 jul, 2026
Tecnologia · 01 jul, 2026