Caminhada · 28 jun, 2006
A Mizuno lançou uma coleção japonesa para a prática de corrida. Segundo a marca esportiva, as peças da coleção são valorizadas por tecnologias que garantem maior performance durante a corrida. Os interessados poderão encontrar camisetas, shorts e coletes com design e modelagem que ajustam no corpo.
A regata Creatino V Singlet, por exemplo, usa a tecnologia Touch, que segundo a Mizuno, é ideal para ser usada em altas temperaturas. O short Maverick V Split é feito de microfibra de poliéster. Já o colete Gila V Vest é feito com uma construção especial de fios que proporciona toque macio e sedoso com um alto grau de proteção contra ventos e água, sem prejudicar a respiração da pele.
As peças serão vendidas em São Paulo nas lojas Bayard nos tamanhos masculino de P, M, G e GG e no feminino P, M e G.
Caminhada · 27 jun, 2006
A segunda etapa do Circuito Fila Paulista levou mais de mil corredores para as ruas de Ribeirão Preto no último dia 24. A prova foi disputada durante à noite, sob a luz da lua e da iluminação artificial da cidade.
Desde às 14h o estacionamento do Ribeirão Shopping esteve aberto para os 1070 competidores que largaram às 20h para os 10k de competição. Os corredores deram voltas de cinco quilômetros nas ruas do entorno do shopping e os caminhantes uma volta.
O primeiro colocado, Ivamar de Oliveira, cruzou a linha de chegada após 32min16 de prova, seguido por Lucas Ferreira Cardozo, que marcou 32min58 e Paulo Souza João, que fechou com 33min05. Já na feminina, Sueli Aparecida Vieira faturou o lugar mais alto do pódio, com o tempo de 39min21, seguida por Ilsete da Silva com 39min48 e Iara Karina Vicente, que marcou 41min56.
A terceira etapa do Fila Paulista ainda não tem ainda data nem local confirmados. O próximo evento que será realizado pela marca Fila será o Circuito Litoral, marcado para o próximo dia 15 de julho, em Praia Grande.
As cinco primeiras colocações na masculina e na feminha ficaram da seguinte forma:
Categoria Masculina
Categoria Feminina
Caminhada · 24 jun, 2006
A corrida exclusiva para mulheres, 8km AT Revista Guarujá, acontecerá pelo segundo ano consecutivo no litoral paulista. A prova está marcada para o dia 27 de agsoto na praia da Enseda no Guarujá e segundo os organizadores, cerca de duas mil mulheres devem participar da competição.
As inscrições para corrida e caminhada começam no dia 31 de julho. No total, a prova distribuirá R$30 mil, incluindo o prêmio às campeãs das categorias por faixa de idade. A primeira edição da prova teve disputa acirrada e apresentou um nível técnico muito forte.
A vencedora foi a pernambucana Fabiana Cristine. Ela disse que a prova foi muito boa e elogiou a iniciativa de um evento só para as mulheres.
Caminhada · 22 jun, 2006
No sábado, 24 de junho, acontece a segunda etapa do Circuito Fila Paulista, em Ribeirão Preto. O diferencial da competição será o horário da largada que acontecerá às 20h. Segundo os organizadores, cerca de mil pessoas participarão do evento.
Todo os inscritos terão que percorrer dez quilômetros em duas voltas de cinco. Na caminhada, o trajeto é de cinco quilômetros. A largada da prova será no estacionamento do Ribeirão Shopping, que estará aberto ao público desde às 14 horas.
Segundo Cássio Naressi, coordenador de marketing da Fila no Brasil, o evento tem como objetivo atingir o corredor amador que têm interesse em participar de corridas de grande porte, além de difundir ainda mais a corrida de rua no Brasil. A terceira etapa do Circuito Fila Paulista acontece dia 22 de outubro, em Bauru, a 345 quilômetros de São Paulo.
Atletismo · 21 jun, 2006
Não deixa de ser até um pouco preocupante a quantidade de pessoas que vemos habitualmente antes, durante e após suas sessões de treino consumindo algum (ou alguns) tipo de suplemento. Além da preocupação quanto à segurança, perguntamos: será mesmo necessário tudo isso?
Imagine a seguinte cena, o sujeito chega pela manhã para treinar, abre um sache de carboidrato (CHO) em gel e começa o treino longo tomando o cuidado de se hidratar a cada 20 minutos com um repositor eletrolítico (desses com CHO, muitas vitaminas e aminoácidos, pois ele acha que somente água já não é mais suficiente). A cada 30 minutos o mesmo sujeito não abre mão de também consumir o seu BCAA mais o CHO em gel. Ao final ainda saca sua caramanhola com algum whey protein. Exagerado? Duvido que não tenha visto ao menos parte de todo este ritual.
E volto a perguntar: será mesmo necessário tudo isso? Obviamente que cada caso é um caso e que algumas pessoas tomaram a preocupação de consultar algum profissional habilitado. Mas a questão é que nem sempre é assim, já que o mercado atual nos possibilita uma gama incrível de suplementos (o que é muito bom), porém com informações desencontradas, divergentes e que visa principalmente o aumento de venda e receita.
Por mais antiquado que possa parecer, as principais alternativas para aquela pessoa que treina regularmente, passam muito longe do uso da grande maioria desses suplementos, sendo necessário tão somente o uso de estratégias como a hidratação regular, uma alimentação saudavelmente variada, o hábito de nunca treinar em jejum para ter de onde retirar energia para o esforço físico e buscar se alimentar corretamente sempre até no máximo uma hora após o seu treino, para que possa fornecer os substratos energéticos que ajudam a acelerar a recuperação do organismo.
Vejamos bem as razões de se variar a dieta. É indiscutível que os hábitos descritos acima são sofisticados e podem equivocadamente pelo senso comum ser responsabilizados ou então considerados grandes promotores de um melhor desempenho.
Porém, a nutrição funciona como uma alternativa que quando bem empregada proporciona uma melhor recuperação, assimilação e aproveitamento do treino, seja antes, durante ou depois dele. Mas quando mal feita, torna-se uma grande limitadora. O problema está no fato de que a ingestão exagerada dos nutrientes (vitaminas, CHO, aminoácidos...) muito acima dos valores recomendados NÃO proporciona benefícios como se fosse um aditivo.
Temos que lembrar sempre que as vitaminas que são essenciais em doses ótimas passam a ser tóxicas quando em excesso. Já o CHO, os aminoácidos e as proteínas também em excesso podem levar a uma dieta hipercalórica que pode desencadear em um ganho indesejável de peso. Por isso a alimentação variada acaba sendo nossa melhor e mais barata fonte de nutrientes. Lembre-se disso!
Caminhada · 20 jun, 2006
A partir desse mês a marca esportiva Nike irá oferecer treinos de corrida para aqueles que gostariam de participar de uma prova ou apenas manter a forma. O treinamento terá acompanhamento profissional e será gratuito.
Por enquanto os treinos serão ministrados em quatro parques da capital paulista. Segundo a marca, para participar, basta comparecer a um dos parques com 15 minutos de antecedência. Confira os locais e horários:
Parque da Aclimação
Rua Muniz de Souza, 1.119
Volta do Lago, próximo à entrada principal
quarta e sábados, das 7h às 9h.
Parque Severo Gomes
Rua Pires de Oliveira, 356 Chácara Sto. Antonio / Granja Julieta
quintas, das 7h às 9h.
sábados, das 8h às 10h.
Parque do Horto Florestal
Rua do Horto 931 - Tremembé
Entrada Principal
quartas, das 7h às 9h.
sábados, das 8h às 10h.
Parque Villa Lobos
Av. Professor Fonseca Rodrigues, 1.655 - Alto de Pinheiros
quartas, das 7h às 9h.
sábados, das 8h às 10h.
São Paulo - O Webrun completa quatro anos de existência no dia 15 de junho. Nessa trajetória acompanhamos o crescimento da corrida de rua no Brasil. Também noticiamos acontecimentos históricos que provavelmente marcaram uma época.
Quem não se lembra da lendária cena do maratonista Vanderlei Cordeiro nas Olímpiadas de Atenas? Ou então da primeira corrida de rua do Brasil que reuniu 20 mil pessoas?
No dia-a-dia do Webrun buscamos levar para você o melhor conteúdo especializado em corrida de rua, maratona e triathlon. E nosso esforço é recompensado cada vez que conversamos com um leitor que demonstra satisfação. Um exemplo mais extremo disso aconteceu no ano passado. Ficamos surpresos quando um corredor nos contou que tinha feito uma tatuagem do Webrun.
Além de informar as pessoas com notícias esportivas, o Webrun tem a preocupação de transformar o leitor num atleta consciente. Por isso oferecemos uma seção especial com dicas de treinamento e artigos de renomados profissionais como nutricionistas, cardiologista, treinadores, fisiologista entre outros.
Também oferecemos um espaço de interação entre os leitores, que podem deixar mensagem no muro de recados, e um calendário com informações completas das principais competições do país e do mundo.
No Webrun é possível encontrar fotos de diversas provas brasileiras. Numa competição, você pode ter o momento da corrida eternizado no clique dos nossos fotógrafos.
Para facilitar ainda mais a interação com o mundo da corrida, a partir de agora o Webrun tem inscrições on-line. Sem sair de casa você pode garantir uma vaga na sua prova favorita. Além disso, o nosso botão serviços apresenta alguns dos prinicpais profissionais esportivos em assessorias, treinamento, sáude, premiação, revistas, lojas e marcas.
O mais curioso é que além de correr para colocar tudo isso no ar, nós também sentimos na pele o verdadeiro espírito de corredor. No ano passado montamos uma equipe de corrida, composta pelos funcionários do Webrun, e participamos pela primeira vez de uma competição, a Maratona de Revezamento Ayrton Senna Racing Day.
Nesses anos muitas coisas aconteceram. Mas certamente ainda há muito por vir! Gostaríamos de agradecer todos que contribuíram de alguma forma para nosso sucesso, seja você, leitor, colunista, parceiro, anunciante, organizador e todos os demais que acreditaram em nosso trabalho.
Continue conosco,
Equipe Webrun
Desafie seu limite!
Atletismo · 12 jun, 2006
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Atletismo · 05 jun, 2006
Não é de hoje que a guerra entre os sexos feminino e masculino foi travada. Para completar surge uma nova discussão: a alimentação de pessoas de sexos distintos deve ser diferente? Vamos a essa questão.
Homens e mulheres apresentam metabolismos diferentes e comportamentos distintos em relação à comida por causa da ação de algumas substâncias. Uma das substâncias que governam as mulheres é chamada de serotonina, um dos hormônios que está associado a sensação de bem-estar. Em relação aos homens, estes são dependentes da dopamina, outra substância cerebral relacionada ao vigor.
Essas diferenças são os principais pontos que nos leva a acreditar que homens e mulheres possuem necessidades diferentes no que diz respeito a alimentação. Como esta é uma coluna direcionada principalmente para nós, mulheres, vamos entender um pouco mais de como funciona o metabolismo feminino.
A falta do hormônio serotonina deixa as mulheres mais vulneráveis a doenças como a depressão. O que isto tem a ver com a alimentação? Tudo. Os carboidratos (pães, massas e doces como o chocolate), ajudam na produção de serotonina. O desejo por esses alimentos aumenta no final da tarde, quando a redução do hormônio é mais expressiva.
No período pré-menstrual, o quadro se agrava. Por isso nessa fase é indicado manter uma proporção de até 60% de carboidratos no cardápio diário. Por outro lado, não se pode liberar tudo, é preciso incluir carboidratos complexos, que são encontrados nas frutas, legumes e cereais integrais. Este tipo de carboidrato é metabolizado mais lentamente, o que ajuda a manter a produção contínua de serotonina.
Além disso, essa categoria de alimentação fornece um aporte maior de fibras, fundamental para mulheres com problemas de intestino preso. Uma dica é incluir a linhaça no café da manhã, que pode ser consumida na proporção de uma colher de sopa cobrindo meio mamão papaya.
Outro ponto relevante é a maior tendência por parte das mulheres em acumular gordura corporal no quadril e culote, devido à ação dos hormônios estrógeno e progesterona, responsáveis pelas características femininas, e a retenção de líquidos. Por esse motivo é necessário acrescentar porções generosas de alimentos diuréticos a dieta. Frutas como a melancia e o melão são ótimas opções.
Portanto é muito importante, principalmente para as mulheres, uma alimentação que não seja extremamente restrita em carboidratos, desde que estes, sejam consumidos com moderação, evitando doces e frituras.
Além disso, nunca veja o alimento como uma punição, achando que ele irá fazer com que você engorde. O público feminino normalmente apresenta esse comportamento e, às vezes, fazem tantas restrições que uma hora partem para a compensação. Não caia nesta armadilha!
Atletismo · 02 jun, 2006
Todo corredor já ouviu falar sobre os tecidos tecnológicos. Mas poucos sabem o que realmente está envolvido no processo de criação dessas roupas. Por isso o Webrun visitou a tecelagem Santaconstancia, que atualmente trabalha com 14 tipos de tecidos esportivos. Lá o consultor têxtil da marca, José Favilla, nos explicou tudo sobre os tecidos chamados tecnológicos. Confira!
São Paulo - Para obter uma boa performance o atleta precisa treinar, ter uma alimentação balanceada, fazer exercícios complementares, entre outros. Pelo menos é isso que todos os treinadores pregam. Afinal, o esporte é composto por diversos fatores, que se utilizados da maneira correta resultam em ótimas provas e treinos. Mas você já parou para pensar que a roupa pode ser um desses fatores importantes?
A roupa de treino usada no nordeste no mês de julho, por exemplo, não é a melhor roupa para a pessoa que treina na mesma época do ano no sul do Brasil. Por isso, os atletas mais antenados devem dar uma atenção especial no vestuário da corrida.
A pele é o maior órgão do corpo humano, responsável por 90% da troca térmica do homem e por 85% da evaporação do suor. Na corrida precisamos muito da nossa pele, porque eliminamos o suor e regulamos a temperatura do nosso corpo.
Por isso não adianta treinar de baixo de sol com uma camiseta de algodão. O corpo irá eliminar o suor e o algodão irá segura-lo. Apesar de ser uma fibra natural, o algodão retém 8% do suor, o que causa aquela sensação de desconforto, além de deixar a camiseta úmida.
Para amenizar esse tipo de problema, que pode parecer pouco, mas numa prova de longa distância atrapalha, a indústria têxtil desenvolve a cada dia os famosos tecidos ditos tecnológicos. Na verdade não há nenhuma fórmula secreta e especial nas camisetas que usam esse tipo de tecido. A tecnologia está na maneira como esse produto é construído, ou melhor, no fio usado e na forma como é tramado.
A primeira vista pode parecer algo complicado, mas não é. Segundo o consultor da tecelagem Santaconstancia, José Favilla, a roupa pode e deve ser feita para ajudar o atleta. Hoje em dia o que é importante é o corpo humano e não a tecnologia. Através dos relatos dos esportistas construímos um tecido que pode ajudá-lo. Antigamente era ao contrário, criavam a tecnologia e depois buscavam um corpo, conta. Por isso muitas vezes não dava certo, acrescenta.
Para ele existem três fatores básicos que são levados em conta na hora da elaboração de um tecido: isolamento térmico e troca de ar, absorção e transporte de umidade e sensação de conforto na pele.
No mercado brasileiro é possível encontrar camisetas tecnológicas feitas de tecidos sintéticos, como o poliéster e a poliamida. Estes buscam atingir os três fatores básicos apresentados. Mas para Favilla, a poliamida é melhor que o poliéster.
O fio de poliamida tem a capacidade de absorver o suor em 4%, enquanto o poliéster não chega em 1%. E se a camiseta de poliamida for feita com uma trama mais aberta, o tecido irá puxar o suor do seu corpo e através dos buracos da trama irá elimina-lo mais facilmente. Isso significa que o atleta não ficará encharcado durante a corrida.
Mas como identificar um fio de poliamida ou poliéster? A única maneira de ver é através da etiqueta. No Brasil todas as confecções são obrigadas a discriminar na etiqueta da roupa a composição do tecido. Normalmente as camisetas tecnológicas, como o Dri Fit e o Thermodry são feitas de 100% poliéster ou 100% poliamida.
Uma camiseta de poliamida tem um toque mais agradável, além de ser mais macia, absorvente e leve, conta Favilla.
O grande desafio da indústria têxtil é fazer com que o seu corpo atinja o microclima ideal através do vestuário. Segundo Favilla, o microclima é a temperatura que fica entre a pele e a roupa. E este deve ser sempre 32ºC.
Assim as roupas de calor devem ser feitas para amenizar a temperatura do corpo. Já as de frio devem aumentar o microclima. No frio o atleta deve usar uma roupa corta-vento, aconselha. Para esse vestuário a indústria têxtil usa a estrutura de tecelagem, porque a trama dos fios é fechada.
Se você correr numa temperatura muito baixa com roupas inadequadas, você corre o risco de ter uma hipotermia. O seu corpo irá produzir muito calor e o mesmo será perdido rapidamente. Assim você não ficará aquecido, conta. Por isso dependendo da intensidade do frio, o esportista precisará de outras peculiaridades como um forro de flanela feito de poliamida. Os pequenos fios da flanela formam um colchão de ar entre o corpo e a roupa. Esse ar mantém o corpo aquecido, acrescenta.
Para o consultor da Santaconstancia, o ideal é que a pessoa treine no frio com mais de uma peça de roupa, formando o efeito casca de cebola. Quanto mais intenso o frio, mais camadas de ar serão formadas entre as roupas. Conforme você for se aquecendo, você pode ir eliminando as peças, conta.
Já no calor a preocupação do atleta será em liberar mais rápido o suor e manter a temperatura do corpo mais baixa. Por isso a roupa deve ser leve e usar a estrutura de malha, que tem mais porosidade.
Também no calor é comum treinar com sol. Conseqüentemente, o atleta correrá risco de se queimar e a longo prazo poderá até desenvolver um câncer de pele. Para evitar esse inconveniente, muitos tecidos da Santaconstancia têm proteção UV. Com a proteção, o raio solar bate na roupa e volta. Isso não irá fazer muita diferença se usado numa única prova. Mas aquele atleta que treina todos os dias irá sentir diferença. Ele estará se prevenindo de um câncer de pele.
Antes de treinar o atleta deve observar a condição do tempo para então definir o tipo de roupa que irá usar. O processo é igual ao pneu de Fórmula 1. Se estiver calor eu vou usar um tecido leve, que não gruda no corpo e que permite a rápida evaporação do meu suor. Já no frio eu vou colocar um corta-vento ou uma camiseta de manga longa, mas o tecido não pode ficar molhado e ao mesmo tempo tem que me manter aquecido, conta Favilla.
E no caso do triathlon, modalidade que envolve natação, ciclismo e corrida, qual roupa o triathleta deve usar? Para esse caso a Santaconstancia desenvolveu junto com o argentino Oscar Galindez, atual campeão do Ironman Brasil, o tecido Sportiva Pro. Segundo a marca, foram nove meses de testes com o triathleta que observou compressão, alongamento, leveza, tipo de acabamento e aparência do tecido.
A roupa, uma espécie de macaquinho, tem secagem rápida para eliminar a água da natação. Além disso, permite uma rápida troca de calor e usa um processo que evita rasgos em caso de acidente na bicicleta.
Mas o grande diferencial é a compreensão do tecido. Através do elastano, os músculos ficam mais comprimidos e isso evita lesões. A estréia do tecido foi no último Ironman e segundo Galindez, a novidade foi aprovada.
Por isso, fique atento na hora de escolher a sua roupa de treino. Você pode se beneficiar se optar por peças corretas, pois não há nada mais desagradavél quando você se sente desconfortável.
Atletismo · 31 maio, 2006
Se você é daqueles corredores que acabam perdendo um treino por semana, seja por excesso de compromissos ou simplesmente por achar que aquele treininho leve de 40 minutos na grama não fará a menor diferença, então está na hora de você rever seus conceitos.
Suponhamos que você percorra neste treininho cerca de sete quilômetros. Suponhamos que sua quilometragem semanal teórica (na sua planilha) seja aproximadamente quarenta. O que temos? Dezessete e meio por cento a menos de treino por semana!
Imagine o que você faria para ajustar-se à uma redução dessas em seu salário. O mesmo acontece com o seu organismo. Se você reduz a quantidade de estímulo semanal de treino, certamente não espere que ocorra alguma evolução. Na melhor das hipóteses ocorrerá uma manutenção de seu rendimento. Há apenas um grupo de corredores que, pelo menos por alguns meses, está imune: os iniciantes! Mas, se você está lendo este artigo, é porque provavelmente é um corredor no mínimo de nível intermediário, certo?
Lembre-se que o volume semanal de treinos é muito importante para corredores com quilometragem semanal baixa, ou seja, entre quarenta e sessenta quilômetros por semana. Isso ocorre porque, para melhorar suas marcas, o corredor precisa estimular adaptações aeróbias, as quais ocorrem em decorrência de estímulos de intensidade baixa a média e em freqüência MÍNIMA de quatro treinos semanais.
Portanto, quando chegar o dia daquele treininho, faça-o! Milagres não acontecem, isto é, pelo menos na corrida!
Treinamento · 02 jul, 2026
Maratona · 01 jul, 2026
Tecnologia · 01 jul, 2026