Caminhada

Running Show acontece no mês de agosto em SP

A segunda edição da Runnig Show, feira de especializada em corrida, acontece entre os dias 22 e 26 de agosto na Bienal do Ibirapuera em São Paulo. Assim como no ano passado, o evento acontece junto com a Adventure Sports Fair, feira do segmento de aventura.

Mas a edição 2007 terá uma modificação. A entrada de ambas as feiras será feita no mesmo local, assim de acordo com os organizadores, a visibilidade da Running Show será maior do que no ano passado. “A feira ficou no terceiro piso da Bienal em 2006, o que prejudicou um pouco a visibilidade. Agora, ao se juntar com o público da outra feira, devemos receber entre 70 e 80 mil pessoas”, comenta Sérgio Bernardi, diretor da Promotrade, empresa que organiza o evento. Na estréia da Running Show, a feira contou com cerca de 20 mil particpantes.

Além disso, também haverá um “espaço trainning” no local, onde será montada uma academia para que os visitantes interajam com o mundo da corrida e diversos desfiles de moda vão acontecer para divulgar as novidades das marcas. Assim como no ano passado, haverá palestras promovidas pela ATC (Associação dos Treinadores de Corrida).

Ingressos - Para visitar a Running Show o interessado terá que comprar o ingresso na bilheteria do evento. Mas antes da feira começar, o Webrun irá sortear 25 pares de ingressos para a Running Show. Para particpar basta completar a frase: "minha melhor corrida foi...". As dez melhores frases serão contempladas. Para particpar da promoção clique aqui.


Running Show acontece no mês de agosto em SP

Atletismo · 18 jul, 2007

A segunda edição da Runnig Show, feira de especializada em corrida, acontece entre os dias 22 e 26 de agosto na Bienal do Ibirapuera em São Paulo. Assim como no ano passado, o evento acontece junto com a Adventure Sports Fair, feira do segmento de aventura.

Mas a edição 2007 terá uma modificação. A entrada de ambas as feiras será feita no mesmo local, assim de acordo com os organizadores, a visibilidade da Running Show será maior do que no ano passado. “A feira ficou no terceiro piso da Bienal em 2006, o que prejudicou um pouco a visibilidade. Agora, ao se juntar com o público da outra feira, devemos receber entre 70 e 80 mil pessoas”, comenta Sérgio Bernardi, diretor da Promotrade, empresa que organiza o evento. Na estréia da Running Show, a feira contou com cerca de 20 mil particpantes.

Além disso, também haverá um “espaço trainning” no local, onde será montada uma academia para que os visitantes interajam com o mundo da corrida e diversos desfiles de moda vão acontecer para divulgar as novidades das marcas. Assim como no ano passado, haverá palestras promovidas pela ATC (Associação dos Treinadores de Corrida).

Ingressos - Para visitar a Running Show o interessado terá que comprar o ingresso na bilheteria do evento. Mas antes da feira começar, o Webrun irá sortear 25 pares de ingressos para a Running Show. Para particpar basta completar a frase: "minha melhor corrida foi...". As dez melhores frases serão contempladas. Para particpar da promoção clique aqui.

Inscrições para Desafio Flexpé seguem abertas

Caminhada · 17 jul, 2007

O Desafio Flexpé acontece no próximo dia 29 de julho na cidade de Mogi das Cruzes, São Paulo. Ao todo os participantes terão que correr 15 quilômetros pelas ruas da cidade. A largada será dada no Ginásio Municipal às 9h.

Além da corrida dos 15 km, também acontece paralelamente ao evento uma corrida de 6,5 km e uma caminhada com a mesma distância. Os participantes dessas duas modalidades largam no mesmo local, porém, cinco minutos depois, às 9h05.

As inscrições para o Desafio Flexpé seguem abertas e podem ser feitas no Webrun até o dia 25 de julho. Aqueles que garantirem uma vaga até 20 de julho pagam menos (R$35, tanto para corrida de 15, 6,5 km e caminhada). Depois dessa data o valor sobe para R$40.

Música atrapalha ou melhora o desempenho na corrida?

Atualmente muitas pessoas não conseguem correr sem seus fones de ouvidos. Movidos com muita música, as batidas sonoras são um incentivo a mais para a corrida. Mas praticar exercício físico com MP3 player nem sempre é tão bom.

A americana Cheryl Risse, por exemplo, 32 anos, foi atropelada por um trem enquanto treinava na Flórida. De acordo com jornal local, ela caiu na linha do trem e não escutou que a locomotiva estava perto. Cheryl estava com seu MP3 ligado e com o acidente teve suas duas pernas amputadas.

Segundo o treinador Nelson Evêncio, no Brasil também há casos de atropelamentos causados pela distração que a música nos leva. Esse tipo de acidente normalmente acontece em vias públicas ou em parques com muito movimento de bikes e carros, por exemplo, a Cidade Universitária, em São Paulo.

Por essa razão quase todos os treinadores não gostam que seus alunos corram com música. O treinador Marcos Paulo Reis acredita que, além disso, a música também prejudica o desempenho do atleta. “Num treino com mais qualidade você tem que se preocupar com coisas mais importantes. Do ponto de vista de segurança, você deve usar o MP3 em local abrigado. Fora isso você não deve usar. Isso porque você corre o risco de não reagir ao estímulo de uma buzina, por exemplo”.

O maratonista e também treinador, Adriano Bastos, concorda com Marcos Paulo, mas ele lembra que psicologicamente a música ajuda. “Numa competição a música pode acabar distraindo sim e atrapalhando, porque com a música não prestamos atenção no ritmo e nas passagens de quilometragem. Mas em treinos leves e treinos longos, a música acaba sendo um aliado no psicológico”, revela.

Bastos ainda confessa que a música muitas vezes espanta a fadiga. “Eu ouço música correndo apenas em alguns treinos mais leves ou nas rodagens longas para dar uma distraída. Dependendo da música é como se você ligasse o botão de turbo, dá um aumento na adrenalina, você se empolga e começa a correr num ritmo mais forte, mas sem a sensação de cansaço”, diz.

O Parque do Ibirapuera, em São Paulo, é um local liberado para correr com MP3. Como não há trânsito de carros nos percursos, o esportista não corre o risco de ser atropelado. Lá sempre há dezenas de corredores que estão ligados numa música animadora.

Fernando Lelis, 37 anos, corre no Ibirapuera escutando rádio. “Corro com rádio para relaxar. Mas nas provas faço uma playlist de acordo com o ritmo que quero correr. As músicas mais fortes eu deixo para o final”, revela. Já Michele Viana não dispensa uma “black music”. “Dá um ânimo na corrida. Você corre junto na batida”, conta.

Outra freqüentadora do Ibirapuera, Cristiane Savieto, lembra que em treinos de tiro não dá para escutar música. “Ela ajuda nos treinos longos pela distração, mas atrapalha nos tiros. Em treinos curtos temos que ver muito o tempo, a passada, o braço entre outros”.

A música pode ser um aliado na hora do treino. Mas não esqueça que ela também pode se transformar em vilão. Cabe o corredor se conscientizar e fazer o melhor, sempre com cuidado.


Música atrapalha ou melhora o desempenho na corrida?

Atletismo · 12 jul, 2007

Atualmente muitas pessoas não conseguem correr sem seus fones de ouvidos. Movidos com muita música, as batidas sonoras são um incentivo a mais para a corrida. Mas praticar exercício físico com MP3 player nem sempre é tão bom.

A americana Cheryl Risse, por exemplo, 32 anos, foi atropelada por um trem enquanto treinava na Flórida. De acordo com jornal local, ela caiu na linha do trem e não escutou que a locomotiva estava perto. Cheryl estava com seu MP3 ligado e com o acidente teve suas duas pernas amputadas.

Segundo o treinador Nelson Evêncio, no Brasil também há casos de atropelamentos causados pela distração que a música nos leva. Esse tipo de acidente normalmente acontece em vias públicas ou em parques com muito movimento de bikes e carros, por exemplo, a Cidade Universitária, em São Paulo.

Por essa razão quase todos os treinadores não gostam que seus alunos corram com música. O treinador Marcos Paulo Reis acredita que, além disso, a música também prejudica o desempenho do atleta. “Num treino com mais qualidade você tem que se preocupar com coisas mais importantes. Do ponto de vista de segurança, você deve usar o MP3 em local abrigado. Fora isso você não deve usar. Isso porque você corre o risco de não reagir ao estímulo de uma buzina, por exemplo”.

O maratonista e também treinador, Adriano Bastos, concorda com Marcos Paulo, mas ele lembra que psicologicamente a música ajuda. “Numa competição a música pode acabar distraindo sim e atrapalhando, porque com a música não prestamos atenção no ritmo e nas passagens de quilometragem. Mas em treinos leves e treinos longos, a música acaba sendo um aliado no psicológico”, revela.

Bastos ainda confessa que a música muitas vezes espanta a fadiga. “Eu ouço música correndo apenas em alguns treinos mais leves ou nas rodagens longas para dar uma distraída. Dependendo da música é como se você ligasse o botão de turbo, dá um aumento na adrenalina, você se empolga e começa a correr num ritmo mais forte, mas sem a sensação de cansaço”, diz.

O Parque do Ibirapuera, em São Paulo, é um local liberado para correr com MP3. Como não há trânsito de carros nos percursos, o esportista não corre o risco de ser atropelado. Lá sempre há dezenas de corredores que estão ligados numa música animadora.

Fernando Lelis, 37 anos, corre no Ibirapuera escutando rádio. “Corro com rádio para relaxar. Mas nas provas faço uma playlist de acordo com o ritmo que quero correr. As músicas mais fortes eu deixo para o final”, revela. Já Michele Viana não dispensa uma “black music”. “Dá um ânimo na corrida. Você corre junto na batida”, conta.

Outra freqüentadora do Ibirapuera, Cristiane Savieto, lembra que em treinos de tiro não dá para escutar música. “Ela ajuda nos treinos longos pela distração, mas atrapalha nos tiros. Em treinos curtos temos que ver muito o tempo, a passada, o braço entre outros”.

A música pode ser um aliado na hora do treino. Mas não esqueça que ela também pode se transformar em vilão. Cabe o corredor se conscientizar e fazer o melhor, sempre com cuidado.

Adriano Bastos lança assessoria esportiva

Caminhada · 06 jul, 2007

O maratonista Adriano Bastos agora conta também com uma assessoria esportiva própria. Tetracampeão da Maratona da Disney e figura carismática nas provas paulistas, Adriano lançou um site para abrigar essa nova empreitada de sua carreia, porém, ele não irá abandonar as competições.

A assessoria esportiva Adriano Bastos Treinamento Corporativo oferece treinos em São Paulo na Cidade Universitária (USP). Estes são realizados de segunda a quinta-feira no período noturno com horário mais flexível. “O meu principal objetivo é atender e proporcionar um acompanhamento adequado aos alunos que desejam seguir um programa de treinamento”, conta.

O diferencial de outras assessorias é que os treinos do Adriano Bastos são realizados às 20h, ao invés das 19h, como a grande parte das assessorias. Mas há opção para aqueles que preferem chegar um pouco mais cedo.

“Os meus alunos terão planilha individualizada mensal, apoio com tenda nas principais provas de corrida de São Paulo e um kit de boas vindas composto por três camisetas em tecido tecnológico”, explica Adriano.

O site do atleta, que também é uma novidade, conta com informações da assessoria esportiva, além de seções com a vida e carreira do maratonista. O endereço é: www.adrianobastos.com.br

Nova técnica de treinos intervalados pode ajudar seu desempenho

Sejamos francos: quem não gosta de melhorar suas marcas nas provas de corrida? Mesmo aqueles que correm apenas pelo “prazer” de correr olham no relógio quando cruzam a linha de chegada. Portanto, qualquer novo método de treinamento que surja para nos ajudar a diminuir, nem que sejam alguns míseros segundos de nossas melhores marcas, é mais do que bem vindo, certo?

Pois existe um método de treinamento intervalado que já nem é tão novo e que funciona muito bem. Na década de 90, um grupo de estudiosos japoneses testou um protocolo bastante inovador: 20 segundos de esforço, intercalados por 10 segundos de recuperação. Detalhe: a intensidade do esforço correspondia a 170% do VO2max. Em outras palavras, seria o equivalente a um tiro na maior velocidade possível durante 20 segundos.

Parece fácil, mas o protocolo era composto por oito tiros de 20 segundos, com apenas 10 segundos de descanso entre cada. No estudo, os pesquisadores compararam a evolução na performance dos corredores com um grupo controle, que fez apenas treinos de “rodagem” leve de uma hora, a 70% do VO2max.

No final do estudo verificaram que o grupo que adicionou este treino intenso melhorou a capacidade aeróbica mais do que o grupo controle e ainda melhorou a capacidade anaeróbia em 28%, sendo que o grupo controle não apresentou melhora para esta variável.

Mas o melhor de tudo foi a relação custo-benefício do treino mais intenso. São no máximo 30 minutos de trabalho (incluindo aquecimento e desaquecimento), contra uma hora de corrida no outro treino. Detalhe: melhorar a capacidade anaeróbica é algo extremamente interessante também para o corredor de longa distância, pois muitas provas têm subidas íngremes, as quais solicitam uma boa capacidade anaeróbia.

Então, se o amigo corredor já vem treinando a alguns anos da mesma forma e quiser melhorar um pouco mais sua marca pessoal nos 10km, fica aqui o treino “Tabata”, batizado em homenagem ao grupo de japoneses que testaram e aprovaram este novo método de treinamento. O único, porém, é que, além de ser reservado para corredores mais experientes, é um treino bastante difícil e, portanto, necessita de uma boa dose de motivação para realiza-lo. Então, prepara, vai!

Referências:
1-Medicine and Science in Sports and Exercise, 1996; 28(10):1327-30
2-MSSE 1997; 29(3):390-5.


Nova técnica de treinos intervalados pode ajudar seu desempenho

Atletismo · 05 jul, 2007

Sejamos francos: quem não gosta de melhorar suas marcas nas provas de corrida? Mesmo aqueles que correm apenas pelo “prazer” de correr olham no relógio quando cruzam a linha de chegada. Portanto, qualquer novo método de treinamento que surja para nos ajudar a diminuir, nem que sejam alguns míseros segundos de nossas melhores marcas, é mais do que bem vindo, certo?

Pois existe um método de treinamento intervalado que já nem é tão novo e que funciona muito bem. Na década de 90, um grupo de estudiosos japoneses testou um protocolo bastante inovador: 20 segundos de esforço, intercalados por 10 segundos de recuperação. Detalhe: a intensidade do esforço correspondia a 170% do VO2max. Em outras palavras, seria o equivalente a um tiro na maior velocidade possível durante 20 segundos.

Parece fácil, mas o protocolo era composto por oito tiros de 20 segundos, com apenas 10 segundos de descanso entre cada. No estudo, os pesquisadores compararam a evolução na performance dos corredores com um grupo controle, que fez apenas treinos de “rodagem” leve de uma hora, a 70% do VO2max.

No final do estudo verificaram que o grupo que adicionou este treino intenso melhorou a capacidade aeróbica mais do que o grupo controle e ainda melhorou a capacidade anaeróbia em 28%, sendo que o grupo controle não apresentou melhora para esta variável.

Mas o melhor de tudo foi a relação custo-benefício do treino mais intenso. São no máximo 30 minutos de trabalho (incluindo aquecimento e desaquecimento), contra uma hora de corrida no outro treino. Detalhe: melhorar a capacidade anaeróbica é algo extremamente interessante também para o corredor de longa distância, pois muitas provas têm subidas íngremes, as quais solicitam uma boa capacidade anaeróbia.

Então, se o amigo corredor já vem treinando a alguns anos da mesma forma e quiser melhorar um pouco mais sua marca pessoal nos 10km, fica aqui o treino “Tabata”, batizado em homenagem ao grupo de japoneses que testaram e aprovaram este novo método de treinamento. O único, porém, é que, além de ser reservado para corredores mais experientes, é um treino bastante difícil e, portanto, necessita de uma boa dose de motivação para realiza-lo. Então, prepara, vai!

Referências:
1-Medicine and Science in Sports and Exercise, 1996; 28(10):1327-30
2-MSSE 1997; 29(3):390-5.

Inscrição para Circuito Osasco vai até dia cinco

Caminhada · 02 jul, 2007

No próximo dia oito acontece a segunda etapa do Circuito Osasco de Corrida e Caminhada, prova que terá distâncias de cinco e 10 quilômetros com largada e chegada na Rua Antônio Agu, nas proximidades do Osasco Plaza Shopping. As inscrições vão até o dia cinco de julho nos postos listados no site oficial.

Caso não seja atingido o número de inscritos, os organizadores informam que poderá haver inscrição no dia do evento, sob o valor de R$ 50, juntamente com a retirada dos kits. Parte da prova será dentro do estacionamento do Osasco Plaza Shopping, que disponibilizará vagas gratuitas para os participantes, assim como os banheiros do seu interior.

Os kits dvem ser retirados no local das 7h às 8h30, pois o aquecimento começa às 8h45 e a largada será dada às 9h. Haverá três pontos de hidratação, fiscais no percurso, além de cronometragem por chip para a corrida.

Para efetivar a participação basta acessar o site oficial do evento, o www.sportsfuse.com.br/osasco.htm, para saber quais são os postos de inscrição, bem como ter acesso ao regulamento.

Saiba mais sobre fratura por stress

A fratura por stress é um problema que antigamente era restrito aos atletas de alta performance (alto impacto) e militares (marcha por longa distância), mas hoje deve ser lembrado por quem pratica e lida com atividade física.

Com o aumento do número de praticantes de esportes e a sobrecarga extra, que às vezes chegam a ultrapassar a resistência fisio-histológica do osso (principalmente corrida), além da intensidade dos treinos, as fraturas por stress podem acontecer por causa do esgotamento muscular (esforço excessivo) e a falta de absorção de impactos acumulativos. Invariavelmente, os músculos fadigados transferem a sobrecarga do stress para o osso ocorrendo a fratura por stress.

O que é fratura por stress? As fraturas por stress são fissuras microscópicas dos ossos, causadas por uma soma de quantidade de impacto. Esse esforço físico repetitivo aumenta as solicitações ósseas, que quando ultrapassam a resistência normal, ocorre a substituição da deformação elástica pela deformação plástica, isto é, não há retorno à situação anterior e, caso as exigências continuem, instalam-se microfraturas, prevalecendo então a reabsorção óssea. Nesta fase da evolução, tem-se uma alteração fisiológica, a fratura, no entanto sem aparente comprometimento anatômico (deformidade).

Como acontece? Pode se originar de um aumento muito rápido da intensidade, volume ou mesmo de uma mudança no tipo de treino (troca de calçado, tipo de piso, programa de saltos, etc.). A fadiga muscular pode também ter papel importante na ocorrência de fraturas por stress.

Para cada milha que um corredor percorre, mais de 110 toneladas da força devem ser absorvidas pelos pés. Os ossos não são feitos para absorver muita energia e os músculos agem como absorventes de choque adicionais. Mas, quando os músculos se tornam cansados e param de absorver a maioria da energia, as quantidades mais altas de choque vão para os ossos.

O osso envolvido é submetido a uma carga excessiva sem o devido respeito aos princípios de progressão e repouso, e inicia-se uma fratura da parte mais interna do osso (trabéculas ósseas), que pode, se não tratado, progredir para uma fratura completa (incluindo a cortical).

Qual a incidência? Estudos têm mostrado resultados que indicam que as mulheres têm mais fraturas por stress do que os homens. Muitos ortopedistas atribuem este fato a uma condição conhecida como “a tríade da atleta feminina”:

  • desordem alimentar (bulimia ou anorexia);
  • amenorréia (ciclo menstrual ausente);
  • osteoporose. Quando a massa óssea da mulher diminui, aumentam as chances de ocorrer uma fratura por stress.

    As fraturas por stress ocorrem menos freqüentemente nos africanos se comparados aos caucasianos. Isso acontece devido a um BMD mais elevado (densidade mineral do osso). A incidência aumenta provavelmente também com a idade devido às reduções da BMD.

    Os ossos dos membros inferiores são os mais acometidos, principalmente os ossos do pé, tíbia, fíbula e fêmur, cuja origem é a sobrecarga de forma intensa, mal realizada ou sem o devido intervalo de recuperação.

    Quais são os sintomas? A fratura por stress tem geralmente uma lista estreita dos sintomas.

  • uma área generalizada de dor no membro acometido,
  • enfraquecimento e
  • dor ao pisar (carga);
  • edema e equimose (roxo) são raros.

    Como é feito o diagnóstico? Há uma discrepância entre a clínica referida pelo paciente e os achados radiológicos, pois o raio X em geral é normal, (a não ser em fases mais tardias, em torno de 15 dias, onde pode aparecer uma formação de um calo ósseo discreto no local da fratura). Nas fases iniciais, em torno de 80% das fraturas de estresse não são evidentes nas radiografias.

    São necessários para confirmação diagnóstica os métodos como ressonância magnética (RM) ou cintilografia óssea, que apresentam uma boa sensibilidade. A cintilografia óssea detecta a fase inicial da patologia, cerca de 95% dos casos em menos de 24h da lesão.

    No exemplo das figuras dois podemos verificar na RM e na cintilografia, que dois corredores apresentaram uma fratura por stress no calcâneo e outro na tíbia direita.

    O tratamento é conservador, com repouso relativo, isto é, afastado de toda e qualquer atividade de impacto podendo o atleta realizar atividades na água e exercícios de fortalecimento e alongamento para manter sua condição muscular e cárdio-respiratória.

    1- Repouso: indivíduos precisam repousar da atividade que causou a fratura por stress, e realizar atividades sem dor e sem impacto durante seis a oito semanas para que ocorra a cura da fratura. Se a atividade que causou a fratura por stress é retomada muito rapidamente, podem se desenvolver fraturas maiores e mais difíceis de curar. Uma recidiva também pode levar a problemas crônicos.

    2- Calçado adequado: com bom amortecimento e o descanso apropriado podem evitar este tipo de lesão.

    3- Substituição: trocar a corrida por outra atividade aeróbia sem impacto como a natação ou o ciclismo e quando voltar a correr, iniciar em terreno macio ou grama.

    4- Após o período de recuperação, outras duas semanas da atividade suave sem nenhuma dor podem ser recomendadas antes que o osso possa com segurança ser considerado apto e a atividade puder gradualmente aumentar.

    5- A reabilitação consiste geralmente no treinamento da força de músculo para ajudar dissipar as forças excessivas transmitidas aos ossos. Em alguns casos, um estimulador eletrônico pode ser usado. Eletromagnética estimula o osso fazendo com que o osso coloque para fora mais energia, fortalecendo-o.

    6- Nas fraturas severas por stress, a cirurgia pode ser necessária para adequada readaptação e redução anatômica apropriada. O procedimento pode envolver fixação do local da fratura, e a reabilitação feita numa média de seis meses.

    Como é feita a prevenção? Aumente lentamente qualquer atividade esportiva nova. Por exemplo, não comece a correr sete/ oito quilômetros por dia. Corra em dias alternados e distância pequena.

  • Intensidade e aumento do treino recomenda-se um acréscimo de até 10% semanal. Isto permite que os ossos se adaptem ao stress adicionado assim podendo suportar no futuro quantidades maiores de stress;

  • Alongamentos ajudam também a construir mais força muscular nos pés;

  • Aumentar a ingesta de cálcio e da vitamina D, dependendo do indivíduo;

  • Também é importante monitorar a alimentação, porque a nutrição tem papel vital no desenvolvimento do osso. Determinados indivíduos têm maior risco de osteoporose;

  • Utilize equipamentos adequados. Tênis novos, macios e com amortecedores de impacto, adequados a sua modalidade;

  • Se houver dor ou edema, pare imediatamente a atividade e repouse por alguns dias. Se a dor persistir, procure um ortopedista.

    Quais São os diagnósticos diferenciais? As principais patologias envolvidas no diagnóstico diferencial são as periostites, a doença de Ribbing (esclerose múltipla diafiseal), as osteonecroses, as fraturas de insuficiência, a osteomielite, os tumores ósseos e o trauma ósseo. Patologias que serão discutidas nos próximos artigos.

    1. Minoves M. La gammagrafía ósea en el diagnóstico y valoración de las lesiones deportivas. Rev Esp Med Nucl 2001;20:132-55.

    2. Cudnowski D, Carek PJ. A unique leg injury in a dancer. Phys Sport Med. 2002; 30: http://www.physsportsmed.com/issues/2002/12_02/cudnowski answer.htm(06.06.2004).

    3. Drubach LA, Connolly LP, D'Hemecourt PA, Treves ST. Assessment of the clinical significance of asymptomatic lower extremity uptake abnormality in young athletes. J Nucl Med 2001;42:209-12.

    4. Zwas ST, Elkanovitch R, Frank G. Interpretation and classification of bone scintigraphic findings in stress fractures. J Nucl Med 1987;28:452-57.

    5. Habibian MR, Delbeke D, Martin WH, Sandler MP. Nuclear Medicine Imaging. A Teaching File, 1999:553-61.

    6. Fredericson M, Bergman G, Hoffman KL, Dillingham MS. Tibial stress reaction in runners: correlation of clinical symptoms and scintigraphy with a new magnetic resonance imaging grading system. Am J Sports Med 1995;23:472.

    7. McBryde AM. Stress fractures in runners. Clin Sports Med 1985;4:737-52.

    8.The American Academy of Orthopaedic Surgeons.

    9. Reeser, Johnathan C., MD, PhD. (2004, outubro 1). Fratura do Stress. eMedicine. http://www.emedicine.com/pmr/topic134.htm

    10. http://en.wikipedia.org/wiki/Stress_fracture


  • Saiba mais sobre fratura por stress

    Atletismo · 29 jun, 2007

    A fratura por stress é um problema que antigamente era restrito aos atletas de alta performance (alto impacto) e militares (marcha por longa distância), mas hoje deve ser lembrado por quem pratica e lida com atividade física.

    Com o aumento do número de praticantes de esportes e a sobrecarga extra, que às vezes chegam a ultrapassar a resistência fisio-histológica do osso (principalmente corrida), além da intensidade dos treinos, as fraturas por stress podem acontecer por causa do esgotamento muscular (esforço excessivo) e a falta de absorção de impactos acumulativos. Invariavelmente, os músculos fadigados transferem a sobrecarga do stress para o osso ocorrendo a fratura por stress.

    O que é fratura por stress? As fraturas por stress são fissuras microscópicas dos ossos, causadas por uma soma de quantidade de impacto. Esse esforço físico repetitivo aumenta as solicitações ósseas, que quando ultrapassam a resistência normal, ocorre a substituição da deformação elástica pela deformação plástica, isto é, não há retorno à situação anterior e, caso as exigências continuem, instalam-se microfraturas, prevalecendo então a reabsorção óssea. Nesta fase da evolução, tem-se uma alteração fisiológica, a fratura, no entanto sem aparente comprometimento anatômico (deformidade).

    Como acontece? Pode se originar de um aumento muito rápido da intensidade, volume ou mesmo de uma mudança no tipo de treino (troca de calçado, tipo de piso, programa de saltos, etc.). A fadiga muscular pode também ter papel importante na ocorrência de fraturas por stress.

    Para cada milha que um corredor percorre, mais de 110 toneladas da força devem ser absorvidas pelos pés. Os ossos não são feitos para absorver muita energia e os músculos agem como absorventes de choque adicionais. Mas, quando os músculos se tornam cansados e param de absorver a maioria da energia, as quantidades mais altas de choque vão para os ossos.

    O osso envolvido é submetido a uma carga excessiva sem o devido respeito aos princípios de progressão e repouso, e inicia-se uma fratura da parte mais interna do osso (trabéculas ósseas), que pode, se não tratado, progredir para uma fratura completa (incluindo a cortical).

    Qual a incidência? Estudos têm mostrado resultados que indicam que as mulheres têm mais fraturas por stress do que os homens. Muitos ortopedistas atribuem este fato a uma condição conhecida como “a tríade da atleta feminina”:

  • desordem alimentar (bulimia ou anorexia);
  • amenorréia (ciclo menstrual ausente);
  • osteoporose. Quando a massa óssea da mulher diminui, aumentam as chances de ocorrer uma fratura por stress.

    As fraturas por stress ocorrem menos freqüentemente nos africanos se comparados aos caucasianos. Isso acontece devido a um BMD mais elevado (densidade mineral do osso). A incidência aumenta provavelmente também com a idade devido às reduções da BMD.

    Os ossos dos membros inferiores são os mais acometidos, principalmente os ossos do pé, tíbia, fíbula e fêmur, cuja origem é a sobrecarga de forma intensa, mal realizada ou sem o devido intervalo de recuperação.

    Quais são os sintomas? A fratura por stress tem geralmente uma lista estreita dos sintomas.

  • uma área generalizada de dor no membro acometido,
  • enfraquecimento e
  • dor ao pisar (carga);
  • edema e equimose (roxo) são raros.

    Como é feito o diagnóstico? Há uma discrepância entre a clínica referida pelo paciente e os achados radiológicos, pois o raio X em geral é normal, (a não ser em fases mais tardias, em torno de 15 dias, onde pode aparecer uma formação de um calo ósseo discreto no local da fratura). Nas fases iniciais, em torno de 80% das fraturas de estresse não são evidentes nas radiografias.

    São necessários para confirmação diagnóstica os métodos como ressonância magnética (RM) ou cintilografia óssea, que apresentam uma boa sensibilidade. A cintilografia óssea detecta a fase inicial da patologia, cerca de 95% dos casos em menos de 24h da lesão.

    No exemplo das figuras dois podemos verificar na RM e na cintilografia, que dois corredores apresentaram uma fratura por stress no calcâneo e outro na tíbia direita.

    O tratamento é conservador, com repouso relativo, isto é, afastado de toda e qualquer atividade de impacto podendo o atleta realizar atividades na água e exercícios de fortalecimento e alongamento para manter sua condição muscular e cárdio-respiratória.

    1- Repouso: indivíduos precisam repousar da atividade que causou a fratura por stress, e realizar atividades sem dor e sem impacto durante seis a oito semanas para que ocorra a cura da fratura. Se a atividade que causou a fratura por stress é retomada muito rapidamente, podem se desenvolver fraturas maiores e mais difíceis de curar. Uma recidiva também pode levar a problemas crônicos.

    2- Calçado adequado: com bom amortecimento e o descanso apropriado podem evitar este tipo de lesão.

    3- Substituição: trocar a corrida por outra atividade aeróbia sem impacto como a natação ou o ciclismo e quando voltar a correr, iniciar em terreno macio ou grama.

    4- Após o período de recuperação, outras duas semanas da atividade suave sem nenhuma dor podem ser recomendadas antes que o osso possa com segurança ser considerado apto e a atividade puder gradualmente aumentar.

    5- A reabilitação consiste geralmente no treinamento da força de músculo para ajudar dissipar as forças excessivas transmitidas aos ossos. Em alguns casos, um estimulador eletrônico pode ser usado. Eletromagnética estimula o osso fazendo com que o osso coloque para fora mais energia, fortalecendo-o.

    6- Nas fraturas severas por stress, a cirurgia pode ser necessária para adequada readaptação e redução anatômica apropriada. O procedimento pode envolver fixação do local da fratura, e a reabilitação feita numa média de seis meses.

    Como é feita a prevenção? Aumente lentamente qualquer atividade esportiva nova. Por exemplo, não comece a correr sete/ oito quilômetros por dia. Corra em dias alternados e distância pequena.

  • Intensidade e aumento do treino recomenda-se um acréscimo de até 10% semanal. Isto permite que os ossos se adaptem ao stress adicionado assim podendo suportar no futuro quantidades maiores de stress;

  • Alongamentos ajudam também a construir mais força muscular nos pés;

  • Aumentar a ingesta de cálcio e da vitamina D, dependendo do indivíduo;

  • Também é importante monitorar a alimentação, porque a nutrição tem papel vital no desenvolvimento do osso. Determinados indivíduos têm maior risco de osteoporose;

  • Utilize equipamentos adequados. Tênis novos, macios e com amortecedores de impacto, adequados a sua modalidade;

  • Se houver dor ou edema, pare imediatamente a atividade e repouse por alguns dias. Se a dor persistir, procure um ortopedista.

    Quais São os diagnósticos diferenciais? As principais patologias envolvidas no diagnóstico diferencial são as periostites, a doença de Ribbing (esclerose múltipla diafiseal), as osteonecroses, as fraturas de insuficiência, a osteomielite, os tumores ósseos e o trauma ósseo. Patologias que serão discutidas nos próximos artigos.

    1. Minoves M. La gammagrafía ósea en el diagnóstico y valoración de las lesiones deportivas. Rev Esp Med Nucl 2001;20:132-55.

    2. Cudnowski D, Carek PJ. A unique leg injury in a dancer. Phys Sport Med. 2002; 30: http://www.physsportsmed.com/issues/2002/12_02/cudnowski answer.htm(06.06.2004).

    3. Drubach LA, Connolly LP, D'Hemecourt PA, Treves ST. Assessment of the clinical significance of asymptomatic lower extremity uptake abnormality in young athletes. J Nucl Med 2001;42:209-12.

    4. Zwas ST, Elkanovitch R, Frank G. Interpretation and classification of bone scintigraphic findings in stress fractures. J Nucl Med 1987;28:452-57.

    5. Habibian MR, Delbeke D, Martin WH, Sandler MP. Nuclear Medicine Imaging. A Teaching File, 1999:553-61.

    6. Fredericson M, Bergman G, Hoffman KL, Dillingham MS. Tibial stress reaction in runners: correlation of clinical symptoms and scintigraphy with a new magnetic resonance imaging grading system. Am J Sports Med 1995;23:472.

    7. McBryde AM. Stress fractures in runners. Clin Sports Med 1985;4:737-52.

    8.The American Academy of Orthopaedic Surgeons.

    9. Reeser, Johnathan C., MD, PhD. (2004, outubro 1). Fratura do Stress. eMedicine. http://www.emedicine.com/pmr/topic134.htm

    10. http://en.wikipedia.org/wiki/Stress_fracture

  • Amamentar e treinar. É possível?

    Algumas alunas estão grávidas ou acabaram de ter bebê. E, conversando com elas, percebi as mais diferentes dúvidas em relação à maternidade e às mudanças que um filho traz à nossa vida. Resolvi, então, escrever sobre uma dica bárbara que me foi dada na segunda gestação e que me “quebrou muito galho”.

    Uma das maiores preocupações da mãe que acabou de ter seu baby é ter que deixar o filho (para trabalhar, sair, treinar um pouco ou até mesmo dormir). Mas no meio disso tudo, precisamos amamentar nossos pimpolhos. Você já tentou tirar seu próprio leite e congelar? Fiz isso com meu segundo filho e, acreditem, foi tudo de bom.

    Assim você pode ficar mais tempo fora sem se preocupar em voltar correndo por causa da mamada. Ou então, aquele dia em que você está extremamente cansada, depois de uma noite “não-dormida” por causa da cólica dele, alguém pode cuidar do pequeno, enquanto você descansa sem precisar acordar para dar o peito.

    E congelar o leite é muito simples. Não vou entrar no detalhe de deixar a bombinha (manual ou elétrica) esterilizada, pois isso é óbvio. Pegue um copo de vidro e envolva-o com um saquinho de congelar (sem zip) – sabe quando colocamos o saco de lixo na lixeira? Pois é, igualzinho. Lembre-se de que sua mão deve estar limpa.

    Tire o leite com a bombinha e despeje no copo já envolto com o saquinho de congelar. Preste atenção à quantidade de leite a ser congelada. Talvez seja melhor congelar várias porções de 50 -100ml do que uma de 200ml. Quanto menor o bebê, menos leite ele consome, e depois que descongelar o leite, nada de congelar de novo.

    Aí, é só tirar o excesso de ar do saquinho, dar um nó bem apertado, colocar num vasilhame e congelar. O leite congelado pode durar até seis meses, mas com certeza você vai usá-lo bem antes disso.

    Para descongelar faça assim: coloque o saquinho com o leite congelado num refratário e este refratário em banho-maria (a água quente não entra em contato direto com o saquinho). Quando o leite estiver descongelado (o que acontece bem rápido), corte as pontinhas do saquinho e coloque o leite na mamadeira. Então, coloque a mamadeira em banho-maria até o leite atingir a temperatura ideal, o que também costuma ser bastante rápido.

    Viu como é fácil? O mais interessante é que você pode tirar o leite toda vez que o peito estiver cheio (lembre-se de que quanto mais você estimular a retirada de leite, mais o organismo produz este alimento maravilhoso). Desta maneira, você vai fazendo um “banco de leite” próprio e, numa emergência, você fica mais tranqüila em sair de casa.

    Agora que você viu que é possível sair de casa, que tal parar de adiar sua volta aos treinos? Espero que tenha ajudado de alguma forma.


    Amamentar e treinar. É possível?

    Caminhada · 28 jun, 2007

    Algumas alunas estão grávidas ou acabaram de ter bebê. E, conversando com elas, percebi as mais diferentes dúvidas em relação à maternidade e às mudanças que um filho traz à nossa vida. Resolvi, então, escrever sobre uma dica bárbara que me foi dada na segunda gestação e que me “quebrou muito galho”.

    Uma das maiores preocupações da mãe que acabou de ter seu baby é ter que deixar o filho (para trabalhar, sair, treinar um pouco ou até mesmo dormir). Mas no meio disso tudo, precisamos amamentar nossos pimpolhos. Você já tentou tirar seu próprio leite e congelar? Fiz isso com meu segundo filho e, acreditem, foi tudo de bom.

    Assim você pode ficar mais tempo fora sem se preocupar em voltar correndo por causa da mamada. Ou então, aquele dia em que você está extremamente cansada, depois de uma noite “não-dormida” por causa da cólica dele, alguém pode cuidar do pequeno, enquanto você descansa sem precisar acordar para dar o peito.

    E congelar o leite é muito simples. Não vou entrar no detalhe de deixar a bombinha (manual ou elétrica) esterilizada, pois isso é óbvio. Pegue um copo de vidro e envolva-o com um saquinho de congelar (sem zip) – sabe quando colocamos o saco de lixo na lixeira? Pois é, igualzinho. Lembre-se de que sua mão deve estar limpa.

    Tire o leite com a bombinha e despeje no copo já envolto com o saquinho de congelar. Preste atenção à quantidade de leite a ser congelada. Talvez seja melhor congelar várias porções de 50 -100ml do que uma de 200ml. Quanto menor o bebê, menos leite ele consome, e depois que descongelar o leite, nada de congelar de novo.

    Aí, é só tirar o excesso de ar do saquinho, dar um nó bem apertado, colocar num vasilhame e congelar. O leite congelado pode durar até seis meses, mas com certeza você vai usá-lo bem antes disso.

    Para descongelar faça assim: coloque o saquinho com o leite congelado num refratário e este refratário em banho-maria (a água quente não entra em contato direto com o saquinho). Quando o leite estiver descongelado (o que acontece bem rápido), corte as pontinhas do saquinho e coloque o leite na mamadeira. Então, coloque a mamadeira em banho-maria até o leite atingir a temperatura ideal, o que também costuma ser bastante rápido.

    Viu como é fácil? O mais interessante é que você pode tirar o leite toda vez que o peito estiver cheio (lembre-se de que quanto mais você estimular a retirada de leite, mais o organismo produz este alimento maravilhoso). Desta maneira, você vai fazendo um “banco de leite” próprio e, numa emergência, você fica mais tranqüila em sair de casa.

    Agora que você viu que é possível sair de casa, que tal parar de adiar sua volta aos treinos? Espero que tenha ajudado de alguma forma.

    O Webrun agora conta com conteúdo Mobile

    Atletismo · 19 jun, 2007

    O Webrun lançou mais um serviço para o leitor. Agora é possível acessar o conteúdo do portal através de celular, smartphone ou palmtop. Assim o leitor vai ficar por dentro das últimas notícias de corrida de rua e triathlon sem estar na frente do computador. Além disso, será possível acessar também o calendário com os próximos eventos, dicas de treinamento e saúde.

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    Pretinha vence corrida das Pontes no Recife

    Caminhada · 18 jun, 2007

    No último domingo aconteceu em Recife (PE) a quarta edição da Corrida das Pontes. A largada da prova foi dada às 9h no marco zero da cidade e celebrou a abertura das festividades de São João. O evento contou com uma corrida de 10 quilômetros e uma caminhada de cinco, além da corrida infantil de três quilômetros.

    No feminino a campeã foi Ednalva Laureano. Mais conhecida como Pretinha, ela cruzou a linha de chegada no tempo de 35min16. O segundo lugar ficou com Marluce Borges (35min51) seguida por Antonia da Silva (36min).

    Já no masculino a vitória foi para Josueldo Nascimento no tempo de 29min56 seguido por Marcos Pereira (30min10). A terceira posição ficou para Damião de Souza com 30min20.