Caminhada

Boas festas e bons treinos em 2008

Atletismo · 25 dez, 2007

Mais um ano está no fim e 2007 foi com certeza um ano cheio de corridas tanto para vocês que adoram esporte, quanto para nós que suamos bastante para fazer o Webrun crescer cada vez mais.

Por isso, desejamos boas festas e um ano novo com muita saúde, energia e superação de limites nas corridas e também na vida! Clique aqui e veja o cartão de natal do Webrun.

Boas festas e bons treinos!
Equipe Webrun
Desafie o seu limite

Retrospectiva 2007: Pan Rio

Atletismo · 24 dez, 2007

Mais um ano está no fim e é nessa época que fazemos promessas, pensamos no futuro e também no que passou. Por isso o Webrun vai reunir de hoje até a próxima sexta-feira, os cinco fatos que marcaram o ano para nós e para os amantes do esporte brasileiro.

O primeiro deles é Pan-americano do Rio de Janeiro. Um Pan que surpreendeu todos, desde sua estrutura, e claro, até os ótimos resultados do Brasil. Ao todo conquistamos 161 medalhas. No atletismo foram nove de ouro, cinco de prata e nove de bronze.

As douradas conquistadas nas pistas ficaram com Franck Caldeira na maratona, Hudson de Souza e Juliana Santos, ambos nos 1.500m. Também não podemos esquecer da equipe brasileira de revezamento 4x100m, que também foi ouro.

Já no triathlon nosso represente no pódio foi Juraci Moreira. Ele conquistou o bronze após disputa acirrada no mar e nas ruas de Copacabana. Na marcha atlética o Brasil ficou fora do pódio, mas se esforçou para estar no Pan e representou o país muito bem.

Para levar até você todas as informações do Pan-americano, o Webrun contou com uma equipe lá no Rio de Janeiro. Ao todo publicamos 152 notícias sobre os esportes maratona, atletismo (provas de pista), triathlon e marcha. Além disso, fotografamos diversos momentos da competição que você só viu aqui. Quer relembrar um pouco? Clique aqui e confira a Cobertura do Pan.

Confira dicas para presentes de natal

O fim de 2007 está próximo e é nessa época do ano que todos saem na correria das compras de natal. A menos de uma semana da data comemorativa, as lojas estão praticamente lotadas, os estacionamentos de shoppings abarrotados e muitos já estão sem paciência para enfrentar essa verdadeira maratona natalina.

Por isso o Webrun fez um guia de compras para o natal. O melhor de tudo é que essas comprinhas podem ser feitas todas pela internet, ou seja, você terá mais tempo para terminar seus treinos de 2007 e se divertir. Aproveite!

Tênis - Para quem gosta de esporte ganhar um tênis nunca é demais. A loja Ironman Sport, por exemplo, está com descontos de até 70% em produtos selecionados. Um par de Puma modelo Complete Concinnity custa R$199,90.

Já na Velocità você encontra o tênis Asics Gel Kayano Walker 5 de R$499,90 por R$279,99. E se o seu presenteado é um corredor de longa distância a dica é um tênis feito sob medida. A marca Sprint Tênis fabrica calçados especiais que não dão bolha. O par custa em média R$100.

Roupas - Não sabe o que dar para o seu amigo secreto? Que tal dar uma peça de roupa esportiva que o presenteado possa usar tanto para praticar atividade física quanto para passear?

É possível encontrar camisetas femininas de algodão ou de tecido tecnológico de todos os preços. A Nike tem a linha Yôga com desenhos “zen” que são ótimas para qualquer momento do dia. E as mulheres normalmente gostam.

A marca esportiva CrisRacca tem diversos modelos de camisetas, regatas, shorts e tops para todas as modalidade, inclusive corrida e triathlon. De acordo com a marca, suas camisetas pesam menos de 100 gramas.

Acessórios - As marcas esportivas, além de roupas e calçados, também têm variedades em acessórios. Bolsas, óculos, relógios e monitores cardíacos compõem esse grupo.

A Speedo tem uma bolsa feminina indicada para viagem e academia que custa R$74,90. Mas se o presente precisa ser um pouco mais sofisticado é possível encontrar monitor cardíaco da Oregon por menos de R$300.

Fotos - Uma outra opção de presente são as fotos de competições. Se o presenteado for um corredor assíduo, certamente você irá encontrar uma foto dele no Webrun.

Para isso basta digitar o nome completo da pessoa na “busca por todos os eventos”. Após achar a foto, você pode escolher o tamanho da ampliação e mandar o presente direto para a casa da pessoa. Outra opção é mandar a foto para o seu endereço e incrementar o presente com um belo porta retrato.


Confira dicas para presentes de natal

Atletismo · 18 dez, 2007

O fim de 2007 está próximo e é nessa época do ano que todos saem na correria das compras de natal. A menos de uma semana da data comemorativa, as lojas estão praticamente lotadas, os estacionamentos de shoppings abarrotados e muitos já estão sem paciência para enfrentar essa verdadeira maratona natalina.

Por isso o Webrun fez um guia de compras para o natal. O melhor de tudo é que essas comprinhas podem ser feitas todas pela internet, ou seja, você terá mais tempo para terminar seus treinos de 2007 e se divertir. Aproveite!

Tênis - Para quem gosta de esporte ganhar um tênis nunca é demais. A loja Ironman Sport, por exemplo, está com descontos de até 70% em produtos selecionados. Um par de Puma modelo Complete Concinnity custa R$199,90.

Já na Velocità você encontra o tênis Asics Gel Kayano Walker 5 de R$499,90 por R$279,99. E se o seu presenteado é um corredor de longa distância a dica é um tênis feito sob medida. A marca Sprint Tênis fabrica calçados especiais que não dão bolha. O par custa em média R$100.

Roupas - Não sabe o que dar para o seu amigo secreto? Que tal dar uma peça de roupa esportiva que o presenteado possa usar tanto para praticar atividade física quanto para passear?

É possível encontrar camisetas femininas de algodão ou de tecido tecnológico de todos os preços. A Nike tem a linha Yôga com desenhos “zen” que são ótimas para qualquer momento do dia. E as mulheres normalmente gostam.

A marca esportiva CrisRacca tem diversos modelos de camisetas, regatas, shorts e tops para todas as modalidade, inclusive corrida e triathlon. De acordo com a marca, suas camisetas pesam menos de 100 gramas.

Acessórios - As marcas esportivas, além de roupas e calçados, também têm variedades em acessórios. Bolsas, óculos, relógios e monitores cardíacos compõem esse grupo.

A Speedo tem uma bolsa feminina indicada para viagem e academia que custa R$74,90. Mas se o presente precisa ser um pouco mais sofisticado é possível encontrar monitor cardíaco da Oregon por menos de R$300.

Fotos - Uma outra opção de presente são as fotos de competições. Se o presenteado for um corredor assíduo, certamente você irá encontrar uma foto dele no Webrun.

Para isso basta digitar o nome completo da pessoa na “busca por todos os eventos”. Após achar a foto, você pode escolher o tamanho da ampliação e mandar o presente direto para a casa da pessoa. Outra opção é mandar a foto para o seu endereço e incrementar o presente com um belo porta retrato.

Diagnóstico por imagem diferencia canelite de fratura por estresse

Dores nas pernas em corredores podem ser de várias causas: musculares, tendinosas e ósseas. Duas delas são de especial interesse porque têm algumas semelhanças clínicas, porém, com graus de gravidade bem diferentes. Uma delas é a vulgarmente conhecida como "canelite", ou síndrome do estresse tibial medial. A outra é a fratura por estresse. O diagnóstico por imagem é um aliado importante do ortopedista e de seu paciente para se diagnosticar claramente qual das duas lesões o corredor apresenta. Vários são os exames de imagem que podem ajudar a classificar, graduar e, portanto, diagnosticar o problema.

A origem da "canelite", que agora em diante chamaremos de síndrome do estresse tibial medial (SETM), tem algumas teorias. É uma lesão crônica em corredores e em outros esportistas decorrente da sobrecarga no osso da tíbia e da tração excessiva na inserção do músculo sóleo (um músculo flexor do tornozelo) na margem póstero-medial da tíbia. Essa síndrome é classificada em quatro graus de gravidade. Alguns pesquisadores consideram a fratura por estresse como o grau IV da síndrome. Daí a necessidade de um diagnóstico precoce: ou seja, para que uma SETM não se transforme numa fratura por estresse.

Além da história clínica e exame físico da SETM e da fratura por estresse serem um pouco diferentes, o suficiente para o ortopedista suspeitar de uma ou de outra lesão, na maioria das vezes o atleta necessita de um exame de imagem para completar o diagnóstico.

A radiografia convencional é geralmente o primeiro exame a ser solicitado. No caso de uma SETM, o resultado é absolutamente normal. Já a fratura por estresse só é diagnosticada pelas radiografias depois de uns 15 dias de sua instalação, ou seja, o esportista já tem a fratura por estresse, mas a radiografia se atrasa em 15 dias para diagnosticá-la. Neste momento aparecem alterações radiológicas no osso, indicativas de fratura por estresse.

Mas o esportista, profissional, amador ou recreacional, não pode ficar esperando 15 dias pelo seu diagnóstico, pois seu treinamento e suas competições poderão ser alterados, dependendo do diagnóstico e da orientação médica. Então, o diagnóstico por imagem dispõe de mais exames para ajudar o corredor: a cintilografia óssea e a ressonância magnética (RM). Além de diagnosticarem precocemente a fratura por estresse, estes dois métodos vão fazer o diagnóstico diferencial entre a SETM e a fratura por estresse.

O exame de cintilografia óssea em três fases é realizado por meio de uma injeção intra-venosa de uma marcador radioativo (rádio-fármaco), que irá se concentrar em áreas de maior atividade óssea, como por exemplo, ao longo da tíbia, de forma sutil no caso de uma SETM e num formato ovalado, localizado e intenso, no caso de uma fratura por estresse. Variações nestas apresentações ocorrem e o diagnóstico vem da interpretação dos achados pelo médico nuclear e pelo ortopedista.

A ressonância magnética (RM) é o melhor exame de imagem para avaliar lesões crônicas de origem músculo-esquelética em corredores. É tão precoce, ou mais, que a cintilografia óssea para detectar as alterações da SETM e da fratura por estresse, e pode não necessitar de injeção de contraste.

Não precisamos entrar em detalhes aqui sobre os aspectos de imagem que fazem o diagnóstico diferencial entre estas lesões, tão comuns em esportistas, mas podemos explicar que os sinais identificados pela ressonância magnética variam desde alterações inflamatórias em tecidos moles da região ântero-medial da perna (edema em planos gordurosos) até alterações ósseas progressivas na medular óssea (tutano), e fratura na cortical óssea. Ou seja, trata-se de um espectro de alterações, gradativas, que ao serem detectadas pela ressonância magnética, permitem-nos classificar a lesão.

São considerados três estágios de SETM: I, II e III. O grau IV já é a própria fratura por estresse. Assim, fica evidente a importância de um exame de RM para um corredor, pois o tratamento e a orientação médica que se seguirão, poderão ser totalmente diferentes.

Além da adequada avaliação destas lesões, a ressonância magnética acaba sendo muito útil, pois pode fazer diagnóstico de lesões em outras estruturas, no mesmo exame, que poderiam causar dor e quadro clínico semelhantes aos da SETM e fratura por estresse, como algumas tendinopatias e lesões musculares crônicas.

A tomografia computadorizada pode ser indicada nos casos já diagnosticados de fratura por estresse, quando o objetivo for analisar detalhes da fratura e da região acometida.


Diagnóstico por imagem diferencia canelite de fratura por estresse

Atletismo · 18 dez, 2007

Dores nas pernas em corredores podem ser de várias causas: musculares, tendinosas e ósseas. Duas delas são de especial interesse porque têm algumas semelhanças clínicas, porém, com graus de gravidade bem diferentes. Uma delas é a vulgarmente conhecida como "canelite", ou síndrome do estresse tibial medial. A outra é a fratura por estresse. O diagnóstico por imagem é um aliado importante do ortopedista e de seu paciente para se diagnosticar claramente qual das duas lesões o corredor apresenta. Vários são os exames de imagem que podem ajudar a classificar, graduar e, portanto, diagnosticar o problema.

A origem da "canelite", que agora em diante chamaremos de síndrome do estresse tibial medial (SETM), tem algumas teorias. É uma lesão crônica em corredores e em outros esportistas decorrente da sobrecarga no osso da tíbia e da tração excessiva na inserção do músculo sóleo (um músculo flexor do tornozelo) na margem póstero-medial da tíbia. Essa síndrome é classificada em quatro graus de gravidade. Alguns pesquisadores consideram a fratura por estresse como o grau IV da síndrome. Daí a necessidade de um diagnóstico precoce: ou seja, para que uma SETM não se transforme numa fratura por estresse.

Além da história clínica e exame físico da SETM e da fratura por estresse serem um pouco diferentes, o suficiente para o ortopedista suspeitar de uma ou de outra lesão, na maioria das vezes o atleta necessita de um exame de imagem para completar o diagnóstico.

A radiografia convencional é geralmente o primeiro exame a ser solicitado. No caso de uma SETM, o resultado é absolutamente normal. Já a fratura por estresse só é diagnosticada pelas radiografias depois de uns 15 dias de sua instalação, ou seja, o esportista já tem a fratura por estresse, mas a radiografia se atrasa em 15 dias para diagnosticá-la. Neste momento aparecem alterações radiológicas no osso, indicativas de fratura por estresse.

Mas o esportista, profissional, amador ou recreacional, não pode ficar esperando 15 dias pelo seu diagnóstico, pois seu treinamento e suas competições poderão ser alterados, dependendo do diagnóstico e da orientação médica. Então, o diagnóstico por imagem dispõe de mais exames para ajudar o corredor: a cintilografia óssea e a ressonância magnética (RM). Além de diagnosticarem precocemente a fratura por estresse, estes dois métodos vão fazer o diagnóstico diferencial entre a SETM e a fratura por estresse.

O exame de cintilografia óssea em três fases é realizado por meio de uma injeção intra-venosa de uma marcador radioativo (rádio-fármaco), que irá se concentrar em áreas de maior atividade óssea, como por exemplo, ao longo da tíbia, de forma sutil no caso de uma SETM e num formato ovalado, localizado e intenso, no caso de uma fratura por estresse. Variações nestas apresentações ocorrem e o diagnóstico vem da interpretação dos achados pelo médico nuclear e pelo ortopedista.

A ressonância magnética (RM) é o melhor exame de imagem para avaliar lesões crônicas de origem músculo-esquelética em corredores. É tão precoce, ou mais, que a cintilografia óssea para detectar as alterações da SETM e da fratura por estresse, e pode não necessitar de injeção de contraste.

Não precisamos entrar em detalhes aqui sobre os aspectos de imagem que fazem o diagnóstico diferencial entre estas lesões, tão comuns em esportistas, mas podemos explicar que os sinais identificados pela ressonância magnética variam desde alterações inflamatórias em tecidos moles da região ântero-medial da perna (edema em planos gordurosos) até alterações ósseas progressivas na medular óssea (tutano), e fratura na cortical óssea. Ou seja, trata-se de um espectro de alterações, gradativas, que ao serem detectadas pela ressonância magnética, permitem-nos classificar a lesão.

São considerados três estágios de SETM: I, II e III. O grau IV já é a própria fratura por estresse. Assim, fica evidente a importância de um exame de RM para um corredor, pois o tratamento e a orientação médica que se seguirão, poderão ser totalmente diferentes.

Além da adequada avaliação destas lesões, a ressonância magnética acaba sendo muito útil, pois pode fazer diagnóstico de lesões em outras estruturas, no mesmo exame, que poderiam causar dor e quadro clínico semelhantes aos da SETM e fratura por estresse, como algumas tendinopatias e lesões musculares crônicas.

A tomografia computadorizada pode ser indicada nos casos já diagnosticados de fratura por estresse, quando o objetivo for analisar detalhes da fratura e da região acometida.

Perdemos! O doping no Pan 2007 é nosso

Infelizmente, volto constrangido ao assunto doping. Em setembro, após o Pan, escrevi: “Ganhamos o Pan, foram raros os casos de doping”. O que falar neste momento? Realmente temos a obrigação de tentar esclarecer o que aconteceu! Suspeita quase confirmada de doping no Pan e justo de uma atleta da natação brasileira, ganhadora de medalhas de ouro.

O caso ainda está sob júdice na polícia civil do Rio de Janeiro, pela descoberta de que a urina investigada, que normalmente é dividida em dois frascos numerados aleatoriamente no momento da coleta, era na verdade de diferentes pessoas (isto pelo DNA) ainda não identificadas. Existindo então suspeita de troca da urina examinada.

Do ponto de vista técnico e para melhor entendimento vamos explicar aos leitores que a coleta é feita com o atleta despido e seu “sombra”, a pessoa designada para acompanhá-lo o tempo todo. Durante o processo deve-se observar a micção em todos os seus detalhes (principalmente anatômicos), para evitar a troca por urina de “terceiros” trazida num frasco escondido na vestimenta do atleta.

Neste fim de ano, ainda tivemos o desprazer de saber que mais um dos nossos, agora um atleta paraolímpico, também teve seu exame de detecção de doping positivo. Jogadores de futebol desconhecidos e famosos também foram pegos no antidoping! O que está acontecendo? Será que acham que somos idiotas?

A Medicina mundial e brasileira não é mais bobinha, que se encolhe com medo dos famosos. Acabar com o doping e seus executores é o mesmo que esperar acabar com os bandidos. No futuro teme-se o doping genético, mas vamos continuar na luta. As polêmicas continuam e pelas notícias vão continuar.

Vemos atletas que confessam seus crimes de dopagem depois de anos, então, vamos confiar nos controles que também se aperfeiçoam diariamente. Não posso deixar de afirmar minha confiança no Dr Eduardo H. de Rose, um dos maiores especialistas em Medicina do Esporte e responsável maior, pelo controle antidoping no Pan e recentemente homenageado pela WADA (Agência Mundial de Controle Antidoping) por sua seriedade e conhecimento do assunto.

Saibam que de acordo com o conhecimento médico/científico ninguém cresce de altura e envergadura naturalmente, só fazendo exercícios. O aumento exagerado do tamanho da massa muscular, aos olhos clínicos de um especialista, quase que sinaliza o uso de alguma substância poderosa. A constatação de que os esteróides anabolizantes detectados nos exames antidoping de atletas, quase que em sua totalidade é de origem artificial, isto é, não produzido pelo próprio organismo do atleta, confirma a má fé existente.


Perdemos! O doping no Pan 2007 é nosso

Caminhada · 13 dez, 2007

Infelizmente, volto constrangido ao assunto doping. Em setembro, após o Pan, escrevi: “Ganhamos o Pan, foram raros os casos de doping”. O que falar neste momento? Realmente temos a obrigação de tentar esclarecer o que aconteceu! Suspeita quase confirmada de doping no Pan e justo de uma atleta da natação brasileira, ganhadora de medalhas de ouro.

O caso ainda está sob júdice na polícia civil do Rio de Janeiro, pela descoberta de que a urina investigada, que normalmente é dividida em dois frascos numerados aleatoriamente no momento da coleta, era na verdade de diferentes pessoas (isto pelo DNA) ainda não identificadas. Existindo então suspeita de troca da urina examinada.

Do ponto de vista técnico e para melhor entendimento vamos explicar aos leitores que a coleta é feita com o atleta despido e seu “sombra”, a pessoa designada para acompanhá-lo o tempo todo. Durante o processo deve-se observar a micção em todos os seus detalhes (principalmente anatômicos), para evitar a troca por urina de “terceiros” trazida num frasco escondido na vestimenta do atleta.

Neste fim de ano, ainda tivemos o desprazer de saber que mais um dos nossos, agora um atleta paraolímpico, também teve seu exame de detecção de doping positivo. Jogadores de futebol desconhecidos e famosos também foram pegos no antidoping! O que está acontecendo? Será que acham que somos idiotas?

A Medicina mundial e brasileira não é mais bobinha, que se encolhe com medo dos famosos. Acabar com o doping e seus executores é o mesmo que esperar acabar com os bandidos. No futuro teme-se o doping genético, mas vamos continuar na luta. As polêmicas continuam e pelas notícias vão continuar.

Vemos atletas que confessam seus crimes de dopagem depois de anos, então, vamos confiar nos controles que também se aperfeiçoam diariamente. Não posso deixar de afirmar minha confiança no Dr Eduardo H. de Rose, um dos maiores especialistas em Medicina do Esporte e responsável maior, pelo controle antidoping no Pan e recentemente homenageado pela WADA (Agência Mundial de Controle Antidoping) por sua seriedade e conhecimento do assunto.

Saibam que de acordo com o conhecimento médico/científico ninguém cresce de altura e envergadura naturalmente, só fazendo exercícios. O aumento exagerado do tamanho da massa muscular, aos olhos clínicos de um especialista, quase que sinaliza o uso de alguma substância poderosa. A constatação de que os esteróides anabolizantes detectados nos exames antidoping de atletas, quase que em sua totalidade é de origem artificial, isto é, não produzido pelo próprio organismo do atleta, confirma a má fé existente.

Loja Decathlon promove corrida em Campinas

Caminhada · 22 nov, 2007

No dia nove de dezembro a loja esportiva Decathlon promoverá a primeira edição da Family Run Decathlon New Balance, competição que tem como objetivo reunir a família para a prática esportiva. Os participantes terão a opção de correr seis quilômetros, ou caminhar quatro.

De acordo com os organizadores, os pais poderão deixar os filhos numa área de recreação montada no local do evento, com entretenimento e brinquedos e sob supervisão de monitores. As disputas ocorrerão na área externa da loja de Campinas, com largada no estacionamento da loja às 9h.

Os três melhores colocados na categoria geral masculina e o primeiro em cada faixa etária receberão um par de tênis e as três melhores mulheres no geral e a campeã por faixa etária serão premiadas com um monitor cardíaco. Já para os atletas da caminhada haverá sorteio de pares de tênis.

As inscrições são limitadas em 350 atletas para corredores e 150 para caminhantes, no período de sete de novembro a dois de dezembro, ou até ser atingido o limite determinado pela organização. Podem ser feitas por fax na Proworld - (19) 3294-4949, ou ainda no balcão de atendimento da Decathlon Campinas.

Grupos especiais podem praticar atividade física?

Correr é uma atividade física recomendada por muitos médicos, porém, algumas pessoas ficam em dúvida quanto à restrição da corrida para dois grupos distintos: os diabéticos e as grávidas. Para falar e esclarecer dúvidas sobre esse tema, o médico esportista Dr. Osmar de Oliveira, participou nessa última segunda-feira de um bate-papo na loja Velocità, em São Paulo. Saiba como foi.

São Paulo - Será que quem tem diabete pode correr? E a grávida também pode? Pessoas desses dois grupos distintos, porém, com a necessidade de cuidados extras, muitas vezes não sabem se podem ou não praticar atividade física. A boa notícia é que elas não só podem como devem. Claro que alguns cuidados devem ser seguidos, mas não é nenhum “bicho de sete cabeças”, como alguns podem pensar.

Para os diabéticos a corrida funciona como um aditivo a mais para diminuir a taxa de glicose do sangue. De acordo com o Dr. Osmar de Oliveira, pesquisas indicam que a diabete é doença que atinge mais pessoas no mundo. Por isso devemos ficar atentos com a nossa saúde e saber cuidar do nosso corpo corretamente.

O organismo do ser humano só funciona porque se alimenta basicamente de duas substâncias essenciais para nossa sobrevivência: o açúcar (em forma de glicose) e o oxigênio. Somente essas duas substâncias são aproveitadas por todas as partes do corpo. Mas para o açúcar entrar nas células é preciso da insulina, que nos diabéticos é produzida em baixa quantidade ou então não é produzida.

Assim, no caso dos diabéticos, o açúcar não irá para a célula e, portanto ficará acumulado no sangue. “A atividade física pode ser uma das formas de queimar essa glicose acumulada”, explica Dr. Osmar.

Tipos - Estudos mostram que existem dois tipos de diabetes. O mais grave é a diabete tipo I, quando o organismo não tem mais insulina. Nesse caso a atividade física deve ser feita de forma leve e com supervisão de profissionais da área da saúde.

Já o Tipo II é o mais comum e sua característica principal é a não absorção da insulina pelo organismo. “Nesses casos recomendo pelo menos 20 minutos de atividade física, tempo para o corpo começar a queimar a glicose”, explica Dr. Osmar. Além disso, uma boa alimentação é recomendada.

Não é porque a mulher está grávida, que ela deve parar toda e qualquer atividade física. Praticar algum tipo de esporte durante a gestação só beneficia a mulher, o trabalho de parto e a recuperação no pós-parto. Mas nesse caso a mulher só deve encarar alguma atividade se tiver aprovação do médico, no caso do ginecologista e também do obstetra.

“Nem toda gestação é igual. Às vezes o que é bom para uma mulher é ruim para a outra. Por isso antes de fazer alguma atividade física durante a gravidez é preciso consultar o médico”, conta Dr. Osmar.

Depois de ser liberada pelo médico, aí sim a mulher grávida deve fazer atividade física pelo menos três vezes por semana. As mais indicadas e eficientes são caminhada, hidroginástica e localizada. Essas podem ser complementadas com alongamento.

“O exercício durante a gravidez evita varizes, lombalgia e diminuiu o inchaço. Além disso, se a mulher enrijecer o abdômen, ela terá mais músculos e força na hora do parto”, diz o médico esportivo.

Mas de acordo com o Dr. Osmar, alguns cuidados devem ser tomados durante os nove meses de gestação:

- Não prender a respiração durante a atividade física;
- Não apertar os seios com tops, por exemplo;
- Não fazer impactos (prefira caminhada ao invés de corrida);
- Parar a atividade física 15 dias antes do parto.


Grupos especiais podem praticar atividade física?

Atletismo · 13 nov, 2007

Correr é uma atividade física recomendada por muitos médicos, porém, algumas pessoas ficam em dúvida quanto à restrição da corrida para dois grupos distintos: os diabéticos e as grávidas. Para falar e esclarecer dúvidas sobre esse tema, o médico esportista Dr. Osmar de Oliveira, participou nessa última segunda-feira de um bate-papo na loja Velocità, em São Paulo. Saiba como foi.

São Paulo - Será que quem tem diabete pode correr? E a grávida também pode? Pessoas desses dois grupos distintos, porém, com a necessidade de cuidados extras, muitas vezes não sabem se podem ou não praticar atividade física. A boa notícia é que elas não só podem como devem. Claro que alguns cuidados devem ser seguidos, mas não é nenhum “bicho de sete cabeças”, como alguns podem pensar.

Para os diabéticos a corrida funciona como um aditivo a mais para diminuir a taxa de glicose do sangue. De acordo com o Dr. Osmar de Oliveira, pesquisas indicam que a diabete é doença que atinge mais pessoas no mundo. Por isso devemos ficar atentos com a nossa saúde e saber cuidar do nosso corpo corretamente.

O organismo do ser humano só funciona porque se alimenta basicamente de duas substâncias essenciais para nossa sobrevivência: o açúcar (em forma de glicose) e o oxigênio. Somente essas duas substâncias são aproveitadas por todas as partes do corpo. Mas para o açúcar entrar nas células é preciso da insulina, que nos diabéticos é produzida em baixa quantidade ou então não é produzida.

Assim, no caso dos diabéticos, o açúcar não irá para a célula e, portanto ficará acumulado no sangue. “A atividade física pode ser uma das formas de queimar essa glicose acumulada”, explica Dr. Osmar.

Tipos - Estudos mostram que existem dois tipos de diabetes. O mais grave é a diabete tipo I, quando o organismo não tem mais insulina. Nesse caso a atividade física deve ser feita de forma leve e com supervisão de profissionais da área da saúde.

Já o Tipo II é o mais comum e sua característica principal é a não absorção da insulina pelo organismo. “Nesses casos recomendo pelo menos 20 minutos de atividade física, tempo para o corpo começar a queimar a glicose”, explica Dr. Osmar. Além disso, uma boa alimentação é recomendada.

Não é porque a mulher está grávida, que ela deve parar toda e qualquer atividade física. Praticar algum tipo de esporte durante a gestação só beneficia a mulher, o trabalho de parto e a recuperação no pós-parto. Mas nesse caso a mulher só deve encarar alguma atividade se tiver aprovação do médico, no caso do ginecologista e também do obstetra.

“Nem toda gestação é igual. Às vezes o que é bom para uma mulher é ruim para a outra. Por isso antes de fazer alguma atividade física durante a gravidez é preciso consultar o médico”, conta Dr. Osmar.

Depois de ser liberada pelo médico, aí sim a mulher grávida deve fazer atividade física pelo menos três vezes por semana. As mais indicadas e eficientes são caminhada, hidroginástica e localizada. Essas podem ser complementadas com alongamento.

“O exercício durante a gravidez evita varizes, lombalgia e diminuiu o inchaço. Além disso, se a mulher enrijecer o abdômen, ela terá mais músculos e força na hora do parto”, diz o médico esportivo.

Mas de acordo com o Dr. Osmar, alguns cuidados devem ser tomados durante os nove meses de gestação:

- Não prender a respiração durante a atividade física;
- Não apertar os seios com tops, por exemplo;
- Não fazer impactos (prefira caminhada ao invés de corrida);
- Parar a atividade física 15 dias antes do parto.

Brooks realiza Test Run no Rio de Janeiro

Caminhada · 05 nov, 2007

A marca esportiva Brooks promoverá neste fim de semana (10 e 11) seu primeiro Test Run na Cidade Maravilhosa, mais especificamente na Fortaleza São João, na Urca. O teste será realizado em parceria com duas lojas esportivas da cidade, no sábado das 13h às 17h e domingo das 9 às 12h.

De acordo com a Brooks, o objetivo é que cada corredor saiba seu tipo de pisada para que adquira um tênis apropriado para os treinamentos e para a corrida, já que muita gente ainda desconhece esse tipo de peculiaridade. Os testes serão conduzidos por profissionais da área devidamente treinados.

Nos dois dias será possível conhecer a nova linha de produtos da marca e ficar a par das tecnologias aplicadas em cada tipo de calçado. Para participar, basta se inscrever pelo site www.brooksrunning.com.br, ou pelo e-mail [email protected] e apresentar o RG no dia. A Fortaleza São João fica na Avenida João Luiz Alves, S/N – - Rio de Janeiro – RJ.

Saiba como foi a palestra do Webrun sobre mitos na corrida

Na quarta-feira (31) aconteceu em São Paulo a última palestra do ano do Circuito Webrun na academia Competittion. O tema abordado foi “Mitos e Verdades Sobre a Corrida” explanado pelo fisioterapeuta David Homsi. Para começar o evento, David, contou um pouco da sua experiência como triathleta amador, modalidade que praticou durante sete anos, incluindo algumas competições mundiais. “Como fui atleta entendo bem o que vocês passam”, revela o fisioterapeuta logo no início.

Mas antes de entrar na parte dos mitos, ele falou das cinco principais lesões do corredor, que geralmente ocorrem por dois fatores: os extrínsecos, como o local de treinos, e os intrínsecos (peso, idade, entre outros). “O corredor depois do acúmulo de anos praticando esporte sempre vai ter as seguinte lesões: fasciíte plantar, dor anterior no joelho, tendinoses, dor patelo femural e fratura por stress”, conta.

Para diminuir as chances de se lesionar o esportista pode fazer algumas coisas, como por exemplo, usar um calçado correto. Dessa forma, ele irá evitar a fasciíte plantar. Outro ponto importante para não piorar as lesões é respeitar o corpo e cuidar da lesão o quanto antes. “Tive um caso de um paciente que não tratou uma tendinose no tendão aquileu e teve que operar colocando dois pinos no calcanhar “, lembra.

Além das explicações sobre as lesões, o fisioterapeuta deixou um espaço aberto para debater sobre as dúvidas dos corredores e também apresentou alguns mitos e verdades da corrida, que sempre causam confusão entre atletas. Confira algumas perguntas e resposta dadas pelo fisioterapeuta:

  • Posso ver o desgaste do meu tênis pela sola?
    Ao contrário do que as pessoas pensam, o desgaste do tênis não é visto na sola, e sim na entressola do calçado. Como isso não é muito perceptível aos olhos, o melhor é aposentar o calçado depois que você já correu cerca de 800 quilômetros.

  • Alongamento evita lesão?
    Não há estudo que comprove isso. Mas o alongamento feito corretamente junto com musculação pode sim prevenir algumas lesões.

  • Quem é obeso ou quem tem diabetes pode correr?
    Não só pode, como deve. A corrida melhora a saúde dessas pessoas, mas deve ser feita com acompanhamento médico.

  • Correr faz os seios caírem?
    Se a mulher não usar um top firme, pode cair sim. Isto porque, os seios são compostos por fibras e ao sacudir por muitos anos na corrida eles podem cair.

  • Comer massa um dia antes da prova ajuda meu desempenho?
    Para provas rápidas, de cinco quilômetros, por exemplo, não. Isto porque o tempo da atividade física não faz com que o corpo use o estoque de gordura. Mas no caso de meia maratona, ou maratona, carboidrato deve ser consumido, porém cerca de três dias antes e em quantidades moderadas. A pessoa deve comer um pouco cada dia para fazer o estoque de gordura que será utilizado na prova.

    Sorteio - No final da palestra foram sorteados sapatos da Crocs, bonés da Brooks e um vale compras da loja esportiva Velocità. O Circuito de palestra do Webrun volta em 2008.


  • Saiba como foi a palestra do Webrun sobre mitos na corrida

    Atletismo · 01 nov, 2007

    Na quarta-feira (31) aconteceu em São Paulo a última palestra do ano do Circuito Webrun na academia Competittion. O tema abordado foi “Mitos e Verdades Sobre a Corrida” explanado pelo fisioterapeuta David Homsi. Para começar o evento, David, contou um pouco da sua experiência como triathleta amador, modalidade que praticou durante sete anos, incluindo algumas competições mundiais. “Como fui atleta entendo bem o que vocês passam”, revela o fisioterapeuta logo no início.

    Mas antes de entrar na parte dos mitos, ele falou das cinco principais lesões do corredor, que geralmente ocorrem por dois fatores: os extrínsecos, como o local de treinos, e os intrínsecos (peso, idade, entre outros). “O corredor depois do acúmulo de anos praticando esporte sempre vai ter as seguinte lesões: fasciíte plantar, dor anterior no joelho, tendinoses, dor patelo femural e fratura por stress”, conta.

    Para diminuir as chances de se lesionar o esportista pode fazer algumas coisas, como por exemplo, usar um calçado correto. Dessa forma, ele irá evitar a fasciíte plantar. Outro ponto importante para não piorar as lesões é respeitar o corpo e cuidar da lesão o quanto antes. “Tive um caso de um paciente que não tratou uma tendinose no tendão aquileu e teve que operar colocando dois pinos no calcanhar “, lembra.

    Além das explicações sobre as lesões, o fisioterapeuta deixou um espaço aberto para debater sobre as dúvidas dos corredores e também apresentou alguns mitos e verdades da corrida, que sempre causam confusão entre atletas. Confira algumas perguntas e resposta dadas pelo fisioterapeuta:

  • Posso ver o desgaste do meu tênis pela sola?
    Ao contrário do que as pessoas pensam, o desgaste do tênis não é visto na sola, e sim na entressola do calçado. Como isso não é muito perceptível aos olhos, o melhor é aposentar o calçado depois que você já correu cerca de 800 quilômetros.

  • Alongamento evita lesão?
    Não há estudo que comprove isso. Mas o alongamento feito corretamente junto com musculação pode sim prevenir algumas lesões.

  • Quem é obeso ou quem tem diabetes pode correr?
    Não só pode, como deve. A corrida melhora a saúde dessas pessoas, mas deve ser feita com acompanhamento médico.

  • Correr faz os seios caírem?
    Se a mulher não usar um top firme, pode cair sim. Isto porque, os seios são compostos por fibras e ao sacudir por muitos anos na corrida eles podem cair.

  • Comer massa um dia antes da prova ajuda meu desempenho?
    Para provas rápidas, de cinco quilômetros, por exemplo, não. Isto porque o tempo da atividade física não faz com que o corpo use o estoque de gordura. Mas no caso de meia maratona, ou maratona, carboidrato deve ser consumido, porém cerca de três dias antes e em quantidades moderadas. A pessoa deve comer um pouco cada dia para fazer o estoque de gordura que será utilizado na prova.

    Sorteio - No final da palestra foram sorteados sapatos da Crocs, bonés da Brooks e um vale compras da loja esportiva Velocità. O Circuito de palestra do Webrun volta em 2008.

  • Palestra discute mitos e verdades sobre a corrida

    Atletismo · 15 out, 2007

    No próximo dia 31 de outubro o Webrun organiza mais um evento do Circuito de Palestras em São Paulo. Dessa vez quem conversa com os leitores é o fisioterapeuta e também colunista do Webrun David Homsi.

    Para essa palestra, ele vai contar um pouco sobre os mitos e verdades da corrida e explicar sobre as lesões mais comuns nos atletas. De acordo com o fisioterapeuta, ele irá esclarecer dúvidas como: é preciso aquecer antes do treino? Ou então: alongamento deve ser feito antes ou depois da corrida?

    Além disso, haverá um espaço aberto para perguntas e debate sobre o tema. A palestra acontece dia 31 de outubro na academia Competition, que fica na Rua Cincinato Braga, número 520, Bela Vista, em São Paulo. O evento começa às 20h e os interessados podem confirmar presença aqui. A inscrição é gratuita, mas há limite de participantes, por isso corra e garanta sua vaga.