triathlon

Novas bikes para triathlon

Na última semana os visitantes da feira de esportes de aventura, Adventure Sports Fair, puderam conferir de perto lançamentos de produtos e utensílios esportivos. Mas algumas marcas expostas apresentaram bons produtos para corredores e ciclistas. Uma delas foi a Fuji Bikes com a bicicleta Aloha 1.0.

A marca fez um pré-lançamento de uma bike exclusiva para triathlon. A novidade ainda não foi lançada nos Estados Unidos e nem na Europa e só será comercializada em 2006. Mesmo assim a Aloha 1.0 já pôde ser vista pelos brasileiros.

Esta é a primeira bicicleta de triathlon do mercado. Isto porque ela já vem com os acessórios específicos para a modalidade, mas ainda não tem um preço definido Uma opção mais accessível para os triathletas é o modelo Team SL. Esta bike é uma das mais leves da marca e pesa cerca de 6,9kg no tamanho 56, para pessoas altas.

Feita de alumínio o modelo Team SL tem o conjunto de câmbio feito pela Ultegra com 10 velocidades. Segundo a empresa, este modelo custa em média sete mil reais. Além dessa bike, é possível encontra equipamentos da Fuji mais baratos custando cerca de R$1.500.

A marca de bicicletas Sundown também lançou alguns modelos para velocidade. O RS1 é o top de linha da empresa. Com o quadro feito de carbono, os ciclistas agora podem ter o mesmo modelo com o carbono branco. As rodas do equipamento são de Shimano WH-R 600 com câmbio de 20 velocidades. A linha mais barata é a Columbus que custa entre mil e dois mil reais.


Novas bikes para triathlon

Triathlon · 02 set, 2005

Na última semana os visitantes da feira de esportes de aventura, Adventure Sports Fair, puderam conferir de perto lançamentos de produtos e utensílios esportivos. Mas algumas marcas expostas apresentaram bons produtos para corredores e ciclistas. Uma delas foi a Fuji Bikes com a bicicleta Aloha 1.0.

A marca fez um pré-lançamento de uma bike exclusiva para triathlon. A novidade ainda não foi lançada nos Estados Unidos e nem na Europa e só será comercializada em 2006. Mesmo assim a Aloha 1.0 já pôde ser vista pelos brasileiros.

Esta é a primeira bicicleta de triathlon do mercado. Isto porque ela já vem com os acessórios específicos para a modalidade, mas ainda não tem um preço definido Uma opção mais accessível para os triathletas é o modelo Team SL. Esta bike é uma das mais leves da marca e pesa cerca de 6,9kg no tamanho 56, para pessoas altas.

Feita de alumínio o modelo Team SL tem o conjunto de câmbio feito pela Ultegra com 10 velocidades. Segundo a empresa, este modelo custa em média sete mil reais. Além dessa bike, é possível encontra equipamentos da Fuji mais baratos custando cerca de R$1.500.

A marca de bicicletas Sundown também lançou alguns modelos para velocidade. O RS1 é o top de linha da empresa. Com o quadro feito de carbono, os ciclistas agora podem ter o mesmo modelo com o carbono branco. As rodas do equipamento são de Shimano WH-R 600 com câmbio de 20 velocidades. A linha mais barata é a Columbus que custa entre mil e dois mil reais.

Brasileiros embarcam para o Japão rumo ao Campeonato Mundial de Triathlon

Triathlon · 31 ago, 2005

Os triathletas brasileiros viajam nessa quarta-feira para o Japão onde acontece no dia 11, em Gamagori, o Campeonato Mundial de Triathlon. Antônio Marcos, Virgílio de Castilho, Mariana Ohata, Sandra Soldan, Carla Moreno e Paulo Miyashiro irão defender o Brasil no oriente.

A programação inclui ainda a presença dos brasileiros na etapa da Copa do Mundo de Pequim, que acontece em 17 de setembro e será uma prévia da Olimpíada de 2008.

Para os triathletas o mais difícil do campeonato será a adaptação do organismo ao fuso horário japonês. “É muito difícil adaptar o organismo, pois a alimentação e o fuso-horário são bem diferentes. Iremos chegar no Japão na sexta-feira, ou seja, perderemos dois dias de treino no avião. Por isso, haverá apenas uma semana para a gente se adequar”, explica Castilho. “Cada um reage de uma forma à adaptação. Para mim é dificílimo. Até consigo acostumar o sono aos novos horários, mas a parte fisiológica não fica totalmente adaptada”, acrescenta.

Fábio Carvalho completa maior triatlhon do mundo

Triathlon · 29 ago, 2005

Nesse último domingo aconteceu em Chicago, Estados Unidos, um dos maiores triathlon do mundo em número de participantes. A prova que leva o nome da cidade recebeu 7.600 pessoas de diversos países. O campeão da prova foi Hamish Carter no tempo de 1h49min55s. Entre as mulheres a vencedora foi para Becky Lavelle em 2h02min08s.

O brasileiro Fábio Carvalho também participou da prova. Ele completou o percurso, que foi realizado no Grant Park, no tempo de 1h53min. Suas passagens de tempo foram: 21min18s na natação, 56min08s bike e 35min01s na corrida. A distância percorrida foi a olímpica.

Fábio Carvalho é um dos favoritos em Chicago

Triathlon · 25 ago, 2005

Nesse domingo acontece em Chicago, Estados Unidos, um dos maiores triathlon do mundo, o Chicago Endurece Sports. A prova irá reunir 6.500 triathletas de várias idades e diversos países. E este ano o “field” masculino terá a presença do brasileiro Fábio Carvalho.

Campeão do último Long Distance de Pirassununga, Carvalho já está em Chicago. Ontem ele treinou e conversou com 30 triathletas amadores da região. Ele deu dicas sobre a transição da natação para a bicileta e foi muito bem recebido pelos estrangeiros. O brasileiro é um dos favoritos da prova e deve terminar a competição de domingo entre os 10 primeiros colocados.

Confira a programação do XTerra Brazil

No próximo domingo acontece em Ilhabela, São Paulo, o primeiro XTerra da América Latina. A prova será um triathlon cross-country onde os participantes enfrentarão 1,5km de natação em mar aberto, 30km de mountain bike e 11km de corrida em terreno misto.

A largada está prevista para às 9h do dia 31 de julho, próximo domingo, na praia do Perequê. Mas a programação do XTerra começa nessa quinta-feira com a abertura do percurso para a prática de bicicleta. Confira:

- 28/07 quinta-feira
9h às 14h: percurso aberto para a prática de bicicleta

- 29/07 sexta-feira
8h às 10h: percurso aberto para a prática de bicicleta e percurso aberto para a corrida
10h às 16h: teste Drive do Nissan XTerra
10h às 17h: XTerra Village aberto
14h às 18h: entrega dos kits
19h: simpósio técnico para a categoria revezamento e profissional

- 30/07 sábado
8h às 10h: percurso aberto para a prática de bicicleta e percurso aberto para a corrida
10h às 16h: teste Drive do Nissan XTerra
10h às 17h: XTerra Village aberto
14h às 18h: entrega dos kits
15h: ação ambiental e social
16h: palestra com o treinador Marcos Paulo Reis sobre preparação para a prova
16h: palestra com o atleta Conrad Stoltz sobre como pedalar em trilha
17h às 18h: simpósio técnico para a categoria amador
19h: jantar de massa para os inscritos

- 31/07 domingo
6h: abertura da área de transição e início da numeração
8h30: fechamento da área de transição
9h: largada
13h: premiação simbólica profissional
14h: fechamento da área de transição
16h: encerramento da prova
17h: entrega de medalhas
19h: premiação oficial profissional e por categoria
19h30: festa de encerramento


Confira a programação do XTerra Brazil

Triathlon · 28 jul, 2005

No próximo domingo acontece em Ilhabela, São Paulo, o primeiro XTerra da América Latina. A prova será um triathlon cross-country onde os participantes enfrentarão 1,5km de natação em mar aberto, 30km de mountain bike e 11km de corrida em terreno misto.

A largada está prevista para às 9h do dia 31 de julho, próximo domingo, na praia do Perequê. Mas a programação do XTerra começa nessa quinta-feira com a abertura do percurso para a prática de bicicleta. Confira:

- 28/07 quinta-feira
9h às 14h: percurso aberto para a prática de bicicleta

- 29/07 sexta-feira
8h às 10h: percurso aberto para a prática de bicicleta e percurso aberto para a corrida
10h às 16h: teste Drive do Nissan XTerra
10h às 17h: XTerra Village aberto
14h às 18h: entrega dos kits
19h: simpósio técnico para a categoria revezamento e profissional

- 30/07 sábado
8h às 10h: percurso aberto para a prática de bicicleta e percurso aberto para a corrida
10h às 16h: teste Drive do Nissan XTerra
10h às 17h: XTerra Village aberto
14h às 18h: entrega dos kits
15h: ação ambiental e social
16h: palestra com o treinador Marcos Paulo Reis sobre preparação para a prova
16h: palestra com o atleta Conrad Stoltz sobre como pedalar em trilha
17h às 18h: simpósio técnico para a categoria amador
19h: jantar de massa para os inscritos

- 31/07 domingo
6h: abertura da área de transição e início da numeração
8h30: fechamento da área de transição
9h: largada
13h: premiação simbólica profissional
14h: fechamento da área de transição
16h: encerramento da prova
17h: entrega de medalhas
19h: premiação oficial profissional e por categoria
19h30: festa de encerramento

Oscar Galindez participa do XTerra

Triathlon · 27 jul, 2005

O argentino radicado no Brasil, Oscar Galindez, participa nesse domingo do primeiro Triathlon Cross-Counytry da América Latina, o XTerra. Essa também será a primeira prova de Galindez no segundo semestre do ano.

A prova acontece em Ilhabela, São Paulo, e deve reunir cerca de 350 atletas. Estes enfrentarão 1,5km de natação em mar aberto, 30km de mountain bike e também 10km de corrida em terreno misto.

“O circuito é muito difícil e técnico. Será complicado, principalmente porque 90% dos atletas não estão acostumados com este tipo de evento”, disse Oscar. “Não conheço o circuito, mas treinei mountain bike na Argentina e estou preparado”, conta Galindez.

A prova distribuirá 10 mil dólares em prêmios e 34 vagas para a etapa final do Circuito Mundial do XTerra, que acontece em outubro na ilha de Maui, Havaí.

Triathletas brasileiros se preparam para o Nissan XTerra

No dia 31 de julho acontece em Ilhabela, São Paulo, a primeira prova de triathlon cross-country da América Latina, o Nissan XTerra. A competição reunirá cerca de 350 atletas (profissionais e amadores), que ao invés de pedalarem e correrem em ruas e estradas como no triathlon, enfrentarão etapas de mountain bike e corrida em terrenos mistos.

O evento faz parte do circuito mundial da modalidade, o XTerra Global Tour e vai contar com a participação de atletas de peso como o bicampeão do circuito, o sul-africano Conrad Stoltz, os triathletas brasileiros Sandra Soldan, Marcus Ornellas e o argentino Oscar Galindez.

"Estou até um pouco nervoso. Já estamos na contagem regressiva para a prova e o tempo está passando muito rápido. Eu pedalava de quatro a cinco vezes por semana. Agora tenho pedalado pelo menos seis vezes, sendo três dias de mountain bike e dois de bicicleta de estrada. A técnica do mountain bike tem de estar apurada, principalmente porque ainda não conheço o percurso da prova", conta Marcus Ornellas que treina nas cidades de Niterói e Teresópolis, no Rio de Janeiro.

Em Ilha Bela, os participantes terão que enfrentar um percurso de 1,5 km de natação em mar aberto, 30 km de moutain bike, e 10 km de corrida em terreno misto. Além da categoria individual, a prova poderá ser feita em equipe, desde que composta por três integrantes. Ao final serão distribuídos 10 mil dólares em prêmios e mais 34 vagas para a etapa final da competição, que acontece em outubro na ilha de Maui, Havaí.


Triathletas brasileiros se preparam para o Nissan XTerra

Triathlon · 21 jul, 2005

No dia 31 de julho acontece em Ilhabela, São Paulo, a primeira prova de triathlon cross-country da América Latina, o Nissan XTerra. A competição reunirá cerca de 350 atletas (profissionais e amadores), que ao invés de pedalarem e correrem em ruas e estradas como no triathlon, enfrentarão etapas de mountain bike e corrida em terrenos mistos.

O evento faz parte do circuito mundial da modalidade, o XTerra Global Tour e vai contar com a participação de atletas de peso como o bicampeão do circuito, o sul-africano Conrad Stoltz, os triathletas brasileiros Sandra Soldan, Marcus Ornellas e o argentino Oscar Galindez.

"Estou até um pouco nervoso. Já estamos na contagem regressiva para a prova e o tempo está passando muito rápido. Eu pedalava de quatro a cinco vezes por semana. Agora tenho pedalado pelo menos seis vezes, sendo três dias de mountain bike e dois de bicicleta de estrada. A técnica do mountain bike tem de estar apurada, principalmente porque ainda não conheço o percurso da prova", conta Marcus Ornellas que treina nas cidades de Niterói e Teresópolis, no Rio de Janeiro.

Em Ilha Bela, os participantes terão que enfrentar um percurso de 1,5 km de natação em mar aberto, 30 km de moutain bike, e 10 km de corrida em terreno misto. Além da categoria individual, a prova poderá ser feita em equipe, desde que composta por três integrantes. Ao final serão distribuídos 10 mil dólares em prêmios e mais 34 vagas para a etapa final da competição, que acontece em outubro na ilha de Maui, Havaí.

Sandra Soldan se prepara para o Mundial de Triathlon

Triathlon · 20 jul, 2005

A triathleta Sandra Soldan, integrante da seleção brasileira permanente da modalidade, se prepara para o Campeonato Mundial do Japão, que acontece no dia 10 de setembro. Para enfrentar a competição ela irá treinar no Colorado, Estados Unidos.

“Vai ser bom para ela, pois pode se concentrar, se focar mais em seus objetivos. Ela estará reunida com outros triathletas em um centro de treinamento específico”, conta Carlos Eugênio, treinador e também marido da triathleta.

Além do Mundial, Carla Moreno também participa da Copa do Mundo ITU em Pequim. A competição está marcada para o dia 18 de setembro, local onde será realizado o triathlon nos Jogos Olímpicos da capital chinesa, em 2008.

Cbtri lança Centro de Treinamento de Triathlon

Triathlon · 14 jul, 2005

Esportistas ganham o primeiro Centro de Treinamento (CT) de triathlon do país. Localizado em Vila Velha (ES), o projeto tem como prioridade trabalhar os novos talentos da modalidade, mas também estará à disposição dos triathletas de alto rendimento.

A inauguração do CT está marcada para esta quinta-feira, às 19h30. “Será um passo muito importante para o nosso esporte, um pontapé inicial para o investimento em talentos do futuro. A idéia é inaugurar mais dois núcleos até o ano que vem, um em Brasília e outro em São Carlos (SP)”, revela Carlos Fróes, presidente da Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri).

O CT de Vila Velha contará com alojamento para os atletas e veículo para transporte dentro do centro, além de piscinas, pistas de atletismo e estrada para o ciclismo. Atualmente o CT abriga 14 triathletas brasileiros de 16 a 23 anos, além de 40 jovens de nove países da América do Sul e América Central. Para viabilizar o projeto a Cbtri contou com o apoio da Brasil Telecom, responsável por 50% do investimento do CT.

Rivaldo Martins: um exemplo de superação

Enfrentar 3,8km de natação, 180km de ciclismo e 42km de corrida não é tarefa fácil. São poucas as pessoas que se aventuram e têm fôlego para concluir uma prova dessa. Agora imagine fazer tudo isso usando uma prótese? Imagine então participar de uma competição como essa e se tornar o primeiro amputado do mundo a cruzar a linha de chegada de um Ironman abaixo das 10 horas?

Para Rivaldo Martins esse feito é realidade. O santista, 46 anos, acaba de bater o recorde mundial em distâncias de Ironman da categoria Physically Challenged, direcionada a competidores amputados com prótese.

Ele cruzou a linha de chegada do Ironman de Roth, na Alemanha, no tempo 9h57min48s. “Eu fiz uma prova muito boa. Apesar de que eu senti um cansaço muito grande na corrida. Mas no quilômetro 30 eu comecei a passar umas pessoas que me passaram no começo e isso me animou. No quilômetro 37 eu vi que dava para quebrar o recorde”, conta o triathleta que teve apenas cinco semanas de treino após disputar o Ironman Brasil.

Assim Rivaldo completou a prova com uma queima de fogos e o anuncio da quebra do recorde. A marca foi noticiada em diversos jornais da região. “Essa é a sexta prova que eu faço lá e o pessoal de Roth me recebe sempre muito bem. Foi fora do sério”, revela.

Mas para chegar até aqui Rivaldo treinou bastante. Nadador, professor de educação física e triathleta, ele perdeu uma perna em um acidente no ano de 1986, quando acompanhava uma turma de alunos numa excursão de formatura.

Ao invés de ficar desanimado e sem vontade de praticar atividades físicas, Rivaldo manteve a sua força e paixão pelo esporte. “Logo depois do acidente eu voltei a pedalar. A única dificuldade foi arrumar uma prótese confortável para correr. Só depois de três anos que eu achei uma prótese adequada e voltei para as provas de triathlon. Tive que voltar como um menino que começa o esporte”.

A dificuldade de encontrar uma prótese aconteceu porque no começo dos anos 80 esses equipamentos eram muito obsoletos. Nessa época só tinha prótese para caminhar e nenhuma adequada para correr. Segundo Rivaldo, foi a partir de 84 e 85 que criaram uma prótese mais leve e resistente feita de fibra de carbono ou titânio.

O curioso é que alguns meses antes de perder a perna, Rivaldo assistiu um vídeo em que Pat Griskus, amputado, completava pela primeira vez um Ironman e achou aquilo um exemplo de vida. “Ele foi a pessoa que mais me deu força. Através dele eu via que o meu sonho de fazer um ironman não estava perdido”, revela. E não estava.

Desde então ele voltou a competir e ganhou importantes títulos como o 1º lugar no Mundial de Ironman do Havaí, na categoria Physically Challenged.

Hoje Rivaldo é patrocinado pela Ossur e Centro Marian Weiss, responsáveis pela a prótese que usa. O Equipamento é feito sob medida para o brasileiro e pesa cerca de 900 gramas. Como requer muitos cuidados e utiliza materiais modernos uma prótese desse tipo custa em média oito mil dólares. “O complicado no Brasil é a falta de apoio e incentivo para o esporte paraolímpico. Eu tenho um patrocinador que me fornece os equipamentos necessários para o meu desempenho. Mas infelizmente nem todos tem essa oportunidade”, lamenta.

Por isso Rivaldo Martins vai dedicar parte do se tempo para um projeto social. A exemplo de uma organização americana, ele quer lançar um instituto brasileiro, ainda sem nome, para arrecadar dinheiro através das empresas e depois ajudar o atleta portador de deficiência física.

O projeto deve ser lançado até o fim do ano no mesmo período do lançamento da sua biografia. Além do instituto, ele também fará palestras apoiadas pela Brasil Telecom e Comitê Paraolímpico. Estas serão voltadas para as crianças e terão o objetivo de quebrar o preconceito para com o portador de deficiência física.

Principais Resultados:

- Tetracampeão Mundial de Triathlon Olímpico - categoria Physically Challenged: México/97, Austrália/99, Canadá/2000 e México/2002

- 1º lugar no Campeonato Mundial de Ironman no Havaí - outubro de 2003 (na ocasião, quebrou o recorde da categoria)

- 1º lugar no Mundial de Ironman do Havaí - categoria Physically Challenged (2001)

- 1º lugar no Ironman Brasil Telecom 2004 e 2005 - categoria amputados com prótese

- 1º lugar no Ironman da Coréia do Sul - agosto/2003

- 1º lugar no Pan-Americano de Triathlon Brasil Telecom - amputados com prótese e amador 40/44 anos (2002)

- 1º lugar no Troféu Brasil de Triathlon - deficientes físicos/amputados com prótese (2002)

- 1º lugar no Carlton Cold Ironman New Zealand - categoria Challenger - Nova Zelândia/2003

- 1º lugar no Triathlon Internacional de Santos 2005 - categoria amputado com prótese


Rivaldo Martins: um exemplo de superação

Esporte Adaptado · 12 jul, 2005

Enfrentar 3,8km de natação, 180km de ciclismo e 42km de corrida não é tarefa fácil. São poucas as pessoas que se aventuram e têm fôlego para concluir uma prova dessa. Agora imagine fazer tudo isso usando uma prótese? Imagine então participar de uma competição como essa e se tornar o primeiro amputado do mundo a cruzar a linha de chegada de um Ironman abaixo das 10 horas?

Para Rivaldo Martins esse feito é realidade. O santista, 46 anos, acaba de bater o recorde mundial em distâncias de Ironman da categoria Physically Challenged, direcionada a competidores amputados com prótese.

Ele cruzou a linha de chegada do Ironman de Roth, na Alemanha, no tempo 9h57min48s. “Eu fiz uma prova muito boa. Apesar de que eu senti um cansaço muito grande na corrida. Mas no quilômetro 30 eu comecei a passar umas pessoas que me passaram no começo e isso me animou. No quilômetro 37 eu vi que dava para quebrar o recorde”, conta o triathleta que teve apenas cinco semanas de treino após disputar o Ironman Brasil.

Assim Rivaldo completou a prova com uma queima de fogos e o anuncio da quebra do recorde. A marca foi noticiada em diversos jornais da região. “Essa é a sexta prova que eu faço lá e o pessoal de Roth me recebe sempre muito bem. Foi fora do sério”, revela.

Mas para chegar até aqui Rivaldo treinou bastante. Nadador, professor de educação física e triathleta, ele perdeu uma perna em um acidente no ano de 1986, quando acompanhava uma turma de alunos numa excursão de formatura.

Ao invés de ficar desanimado e sem vontade de praticar atividades físicas, Rivaldo manteve a sua força e paixão pelo esporte. “Logo depois do acidente eu voltei a pedalar. A única dificuldade foi arrumar uma prótese confortável para correr. Só depois de três anos que eu achei uma prótese adequada e voltei para as provas de triathlon. Tive que voltar como um menino que começa o esporte”.

A dificuldade de encontrar uma prótese aconteceu porque no começo dos anos 80 esses equipamentos eram muito obsoletos. Nessa época só tinha prótese para caminhar e nenhuma adequada para correr. Segundo Rivaldo, foi a partir de 84 e 85 que criaram uma prótese mais leve e resistente feita de fibra de carbono ou titânio.

O curioso é que alguns meses antes de perder a perna, Rivaldo assistiu um vídeo em que Pat Griskus, amputado, completava pela primeira vez um Ironman e achou aquilo um exemplo de vida. “Ele foi a pessoa que mais me deu força. Através dele eu via que o meu sonho de fazer um ironman não estava perdido”, revela. E não estava.

Desde então ele voltou a competir e ganhou importantes títulos como o 1º lugar no Mundial de Ironman do Havaí, na categoria Physically Challenged.

Hoje Rivaldo é patrocinado pela Ossur e Centro Marian Weiss, responsáveis pela a prótese que usa. O Equipamento é feito sob medida para o brasileiro e pesa cerca de 900 gramas. Como requer muitos cuidados e utiliza materiais modernos uma prótese desse tipo custa em média oito mil dólares. “O complicado no Brasil é a falta de apoio e incentivo para o esporte paraolímpico. Eu tenho um patrocinador que me fornece os equipamentos necessários para o meu desempenho. Mas infelizmente nem todos tem essa oportunidade”, lamenta.

Por isso Rivaldo Martins vai dedicar parte do se tempo para um projeto social. A exemplo de uma organização americana, ele quer lançar um instituto brasileiro, ainda sem nome, para arrecadar dinheiro através das empresas e depois ajudar o atleta portador de deficiência física.

O projeto deve ser lançado até o fim do ano no mesmo período do lançamento da sua biografia. Além do instituto, ele também fará palestras apoiadas pela Brasil Telecom e Comitê Paraolímpico. Estas serão voltadas para as crianças e terão o objetivo de quebrar o preconceito para com o portador de deficiência física.

Principais Resultados:

- Tetracampeão Mundial de Triathlon Olímpico - categoria Physically Challenged: México/97, Austrália/99, Canadá/2000 e México/2002

- 1º lugar no Campeonato Mundial de Ironman no Havaí - outubro de 2003 (na ocasião, quebrou o recorde da categoria)

- 1º lugar no Mundial de Ironman do Havaí - categoria Physically Challenged (2001)

- 1º lugar no Ironman Brasil Telecom 2004 e 2005 - categoria amputados com prótese

- 1º lugar no Ironman da Coréia do Sul - agosto/2003

- 1º lugar no Pan-Americano de Triathlon Brasil Telecom - amputados com prótese e amador 40/44 anos (2002)

- 1º lugar no Troféu Brasil de Triathlon - deficientes físicos/amputados com prótese (2002)

- 1º lugar no Carlton Cold Ironman New Zealand - categoria Challenger - Nova Zelândia/2003

- 1º lugar no Triathlon Internacional de Santos 2005 - categoria amputado com prótese