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São Silvestre vai barrar “pipocas” e controlar distribuição de água

Competição · 14 nov, 2017

A Corrida Internacional de São Silvestre, marcada para o dia 31 de dezembro, adotará algumas dinâmicas para melhor atender os atletas oficialmente inscritos. Desde a largada e até a dispersão pós prova, toda a estrutura montada beneficiará o corredor oficial. […]

As inscrições para a São Silvestre já estão abertas

Corridas de Rua · 04 set, 2017

  A 93ª edição de uma das provas mais famosas do Brasil começaram hoje. Acabou a ansiedade para o corredor que reserva o dia 31 de dezembro todos os anos para participar. Neste ano o valor é de R$ 170, […]

Yescom apresenta campanha contra “pipocas” na corrida

Corridas de Rua · 26 jan, 2017

A manhã de quinta-feira (26) foi agitada entre jornalistas e treinadores de corrida. A Yescom, organizadora de alguns dos maiores eventos do Brasil como Volta da Pampulha, São Silvestre, Maratona de São Paulo e Meia Maratona do Rio, abriu um […]

Campeã olímpica e da São Silvestre está no Start list de Londres para defender o título

Corridas de Rua · 18 jan, 2017

Uma das mais importantes maratonas do mundo, os 42 quilômetros de Londres, acontecerá no dia 23 de abril e a campeã olímpica Jeina Sumgong já avisou que pretende defender seu título. A atleta, recentemente, fez história nas Olimpíadas do Rio […]

A São Silvestre 2011 contada em fotos

Corridas de Rua · 04 jan, 2012

Em 31 de dezembro ocorreu a 87ª Corrida Internacional de São Silvestre, em São Paulo. A prova, de 15 quilômetros, é considerada a mais tradicional corrida de rua no Brasil e reúne atletas da elite mundial, amadores e um grande número de corredores fantasiados. Em 2011, a São Silvestre foi alvo de polêmica por alterar seu percurso, abolindo a chegada na Avenida Paulista.

Confira algumas fotos da 87ª São Silvestre:

Fotos: Paulo Gomes/ www.webrun.com.br

Adriana Aparecida da Silva, Maria Zeferina Baldaia, Marily dos Santos, Cruz Nonata e Tatiele de Carvalho: Elite feminina brasileira não conseguiu pódio
Adriana Aparecida da Silva, Maria Zeferina Baldaia, Marily dos Santos, Cruz Nonata e Tatiele de Carvalho: Elite feminina brasileira não conseguiu pódio
Elite estrangeira dominou categoria feminina
Elite estrangeira dominou categoria feminina
Marílson Gomes ficou com um decepcionante oitavo lugar
Marílson Gomes ficou com um decepcionante oitavo lugar
Africanos foram os melhores na São Silvestre
Africanos foram os melhores na São Silvestre
Corredores fantasiados são parte da tradição da prova
Corredores fantasiados são parte da tradição da prova
Houve até quem corresse descalço, como o
Houve até quem corresse descalço, como o "índio"
Corredores chegam para a prova pela Brigadeiro sentido Jardins: parte nova do percurso
Corredores chegam para a prova pela Brigadeiro sentido Jardins: parte nova do percurso
Corrida teve 25 mil inscritos em 2011
Corrida teve 25 mil inscritos em 2011
Metade final da prova feminina foi dominada por Wude Ayalew e Priscah Jeptoo...
Metade final da prova feminina foi dominada por Wude Ayalew e Priscah Jeptoo...
...mas nos metros finais, Priscah apertou o passo para assegurar a vitória
...mas nos metros finais, Priscah apertou o passo para assegurar a vitória
Em sexto, Cruz Nonata foi a melhor brasileira
Em sexto, Cruz Nonata foi a melhor brasileira
Tariku Bekele venceu a prova masculina sob chuva torrencial
Tariku Bekele venceu a prova masculina sob chuva torrencial
Os vencedores da 87ª São Silvestre, Priscah Jeptoo e Tariku Bekele
Os vencedores da 87ª São Silvestre, Priscah Jeptoo e Tariku Bekele

Treinadores analisam nova rota e comparam desempenho na São Silvestre

O novo percurso da São Silvestre e a chuva torrencial no último sábado (31/02) favoreceram os africanos? A ausência de um brasileiro no pódio, segundo Moacir Marconi, Coquinho, treinador de atletas africanos, não pode ser justificada pelo mau tempo e um trajeto diferenciado, mas sim ao alto nível técnico dos corredores estrangeiros. “O bom rendimento na prova comprova que a genética e o local onde se vive [em altitude] são fatores decisivos para conquistar boas colocações”, afirma o treinador.

Para Cláudio Castilho, orientador dos corredores da equipe Pinheiros de Atletismo, a alteração de um percurso com qual os atletas já estavam acostumados pode sim ter sido um dos fatores que influenciaram o menor desempenho dos atletas nacionais, embora não explique completamente o resultado final. “Os brasileiros sofreram com o desconhecimento do caminho, pois antes eles sabiam os pontos em que poderiam fazer mais força, qual momento investir mais energia, dessa vez a novidade foi para todos”, considera.

O treinador dos brasileiros acrescenta que a chuva atrapalhou todos os competidores da prova masculina, que poderia ser mais acirrada em condições normais. “A disputa feminina foi mais emocionante e mais rápida. A Adriana Aparecida, da nossa equipe, por exemplo, superou seu recorde pessoal nos quinze quilômetros. Os homens tiveram dificuldade porque o terreno molhado traz insegurança na pisada, a força diminui e provoca o aumento do desgaste muscular”, explica.

De acordo com Coquinho, o seu atleta queniano Mark Korir, vice-campeão da disputa em (43min58), reclamou bastante de dores na musculatura após a prova. “A gente fez uma preparação para os aclives e o percurso não ficou mais fácil, muito pelo contrário. A lição para todos agora é aprimorar a descida”, avalia Moacir, que também se surpreendeu com a vitória de Tariku Bekele, campeão em (43h35).

“O Bekele não era o favorito, mas está nas vésperas da Maratona de Dubai e muito bem condicionado, por isso imprimiu um ritmo superior e frustrou as apostas feitas em Martin Lel e Marilson Gomes [quarto e oitavo colocados]”, finaliza Coquinho. Se a ocupação dos cinco primeiros lugares do pódio pelos africanos na edição de 2011 ameaça e diminui as expectativas em relação ao nível técnico dos brasileiros, Castilho continua acreditando no potencial verde-amarelo.

“Os atletas nacionais sempre tiveram condições de competir de igual para igual com os adversários da África. Marílson Gomes é um exemplo, porque já registrou tempos extraordinários em Maratona e não fica atrás para ninguém. O último dia 31 apenas não foi o dia dele”, argumenta Cláudio. O primeiro brasileiro a cruzar a linha de chegada foi Damião Ancelmo de Souza (44h53), no sétimo lugar, enquanto no feminino a atleta Cruz Nonata (51h59) se consagrou como a melhor do país, com a sexta colocação.


Treinadores analisam nova rota e comparam desempenho na São Silvestre

Corridas de Rua · 03 jan, 2012

O novo percurso da São Silvestre e a chuva torrencial no último sábado (31/02) favoreceram os africanos? A ausência de um brasileiro no pódio, segundo Moacir Marconi, Coquinho, treinador de atletas africanos, não pode ser justificada pelo mau tempo e um trajeto diferenciado, mas sim ao alto nível técnico dos corredores estrangeiros. “O bom rendimento na prova comprova que a genética e o local onde se vive [em altitude] são fatores decisivos para conquistar boas colocações”, afirma o treinador.

Para Cláudio Castilho, orientador dos corredores da equipe Pinheiros de Atletismo, a alteração de um percurso com qual os atletas já estavam acostumados pode sim ter sido um dos fatores que influenciaram o menor desempenho dos atletas nacionais, embora não explique completamente o resultado final. “Os brasileiros sofreram com o desconhecimento do caminho, pois antes eles sabiam os pontos em que poderiam fazer mais força, qual momento investir mais energia, dessa vez a novidade foi para todos”, considera.

O treinador dos brasileiros acrescenta que a chuva atrapalhou todos os competidores da prova masculina, que poderia ser mais acirrada em condições normais. “A disputa feminina foi mais emocionante e mais rápida. A Adriana Aparecida, da nossa equipe, por exemplo, superou seu recorde pessoal nos quinze quilômetros. Os homens tiveram dificuldade porque o terreno molhado traz insegurança na pisada, a força diminui e provoca o aumento do desgaste muscular”, explica.

De acordo com Coquinho, o seu atleta queniano Mark Korir, vice-campeão da disputa em (43min58), reclamou bastante de dores na musculatura após a prova. “A gente fez uma preparação para os aclives e o percurso não ficou mais fácil, muito pelo contrário. A lição para todos agora é aprimorar a descida”, avalia Moacir, que também se surpreendeu com a vitória de Tariku Bekele, campeão em (43h35).

“O Bekele não era o favorito, mas está nas vésperas da Maratona de Dubai e muito bem condicionado, por isso imprimiu um ritmo superior e frustrou as apostas feitas em Martin Lel e Marilson Gomes [quarto e oitavo colocados]”, finaliza Coquinho. Se a ocupação dos cinco primeiros lugares do pódio pelos africanos na edição de 2011 ameaça e diminui as expectativas em relação ao nível técnico dos brasileiros, Castilho continua acreditando no potencial verde-amarelo.

“Os atletas nacionais sempre tiveram condições de competir de igual para igual com os adversários da África. Marílson Gomes é um exemplo, porque já registrou tempos extraordinários em Maratona e não fica atrás para ninguém. O último dia 31 apenas não foi o dia dele”, argumenta Cláudio. O primeiro brasileiro a cruzar a linha de chegada foi Damião Ancelmo de Souza (44h53), no sétimo lugar, enquanto no feminino a atleta Cruz Nonata (51h59) se consagrou como a melhor do país, com a sexta colocação.

Apesar de receio, cadeirantes aprovam nova São Silvestre

Quando a organização da Corrida Internacional de São Silvestre anunciou as mudanças no percurso para a 87ª edição, a comunidade corredora protestou contra o fim da tradicional chegada na Avenida Paulista. Para os cadeirantes, no entanto, houve receio por outro motivo.

Por ser um trajeto novo, o fato de não conhecerem as descidas que iriam enfrentar trouxe apreensão aos competidores das cadeiras de rodas. “Se tiver muita curva complica, temos que maneirar na velocidade senão a cadeira capota e podemos nos machucar”, alerta Heitor Mariano dos Santos.

Carlos Neves, o Carlão, também revelou preocupação quando questionado. “Estão me deixando assustado. Eu já conhecia o percurso, agora vou pegar descidas que não conheço. Não sei até quanto vou poder soltar, então vou fazer a prova sem pensar tanto em tempo”, revela.

As novas descidas, no entanto, foram tranquilas: apesar de íngreme, a Major Natanael tem apenas uma curva, bem aberta, e a Brigadeiro Luís Antônio é reta. “Com descida reta, sem curvas, é até vantagem para nós. Dá para soltar legal e até dar uma descansada”, explica Heitor.

Segundo Carlão, o fato de a subida na Brigadeiro ser agora no meio da prova e não no final é outro ponto positivo para eles. “Facilita, entramos um pouco mais descansados na subida e vamos para a descida”, afirma.

Medo de chuva - Para os cadeirantes, o maior obstáculo é a chuva. A previsão para a São Silvestre deixou todos em alerta. “A gente usa uma luva com borracha especial para girar a roda. Quando chove passamos uma cola, mas no decorrer da prova, ela vai descolando com a água e escorregando”, ilustra Heitor. Com a luva molhada, há menos aderência para fazer a roda girar. “Chuva junto com subida complica, nosso esforço é em dobro”, esclarece.

Carlão concorda. “Chuva atrapalha demais. Chega no quinto, sexto quilômetro e não tem mais cola”. Para a felicidade dos paraatletas, a tempestade que assolou a São Silvestre só começou a cair no final da prova da elite feminina, quando a corrida dos cadeirantes já tinha terminado.

Confira o resultado dos cadeirantes na 87ª São Silvestre:

Categoria Feminina
1ª Angelina Nascimento da Silva – 1h35min26

Categoria Masculina
1º Jaciel Antônio Paulino – 47min08
2º Carlos Neves – 49min36
3º Heitor Mariano dos Santos – 53min17


Apesar de receio, cadeirantes aprovam nova São Silvestre

Corridas de Rua · 03 jan, 2012

Quando a organização da Corrida Internacional de São Silvestre anunciou as mudanças no percurso para a 87ª edição, a comunidade corredora protestou contra o fim da tradicional chegada na Avenida Paulista. Para os cadeirantes, no entanto, houve receio por outro motivo.

Por ser um trajeto novo, o fato de não conhecerem as descidas que iriam enfrentar trouxe apreensão aos competidores das cadeiras de rodas. “Se tiver muita curva complica, temos que maneirar na velocidade senão a cadeira capota e podemos nos machucar”, alerta Heitor Mariano dos Santos.

Carlos Neves, o Carlão, também revelou preocupação quando questionado. “Estão me deixando assustado. Eu já conhecia o percurso, agora vou pegar descidas que não conheço. Não sei até quanto vou poder soltar, então vou fazer a prova sem pensar tanto em tempo”, revela.

As novas descidas, no entanto, foram tranquilas: apesar de íngreme, a Major Natanael tem apenas uma curva, bem aberta, e a Brigadeiro Luís Antônio é reta. “Com descida reta, sem curvas, é até vantagem para nós. Dá para soltar legal e até dar uma descansada”, explica Heitor.

Segundo Carlão, o fato de a subida na Brigadeiro ser agora no meio da prova e não no final é outro ponto positivo para eles. “Facilita, entramos um pouco mais descansados na subida e vamos para a descida”, afirma.

Medo de chuva - Para os cadeirantes, o maior obstáculo é a chuva. A previsão para a São Silvestre deixou todos em alerta. “A gente usa uma luva com borracha especial para girar a roda. Quando chove passamos uma cola, mas no decorrer da prova, ela vai descolando com a água e escorregando”, ilustra Heitor. Com a luva molhada, há menos aderência para fazer a roda girar. “Chuva junto com subida complica, nosso esforço é em dobro”, esclarece.

Carlão concorda. “Chuva atrapalha demais. Chega no quinto, sexto quilômetro e não tem mais cola”. Para a felicidade dos paraatletas, a tempestade que assolou a São Silvestre só começou a cair no final da prova da elite feminina, quando a corrida dos cadeirantes já tinha terminado.

Confira o resultado dos cadeirantes na 87ª São Silvestre:

Categoria Feminina
1ª Angelina Nascimento da Silva – 1h35min26

Categoria Masculina
1º Jaciel Antônio Paulino – 47min08
2º Carlos Neves – 49min36
3º Heitor Mariano dos Santos – 53min17

Confira suas fotos na São Silvestre!

As fotos da 87ª Corrida de São Silvestre já estão no ar. Confira se você ou seus amigos foram clicados pelos fotógrafos do Webrun. Clique aqui para buscar!

Ao todo foram 25 mil inscritos para a corrida mais tradicional do País, realizada no último dia do ano, dia do santo que dá nome à prova. A São Silvestre 2011 teve a largada geral pouco antes das 17h30 de 31 de dezembro e foi realizada sob forte chuva na capital paulista.

O percurso em 2011 foi alvo de polêmica ao romper com a tradição da prova, abolindo a chegada na Avenida Paulista e transferindo-a para o Obelisco do Ibirapuera. A mudança gerou diferentes opiniões dos participantes. E você, correu? Ache a sua foto!


Confira suas fotos na São Silvestre!

Corridas de Rua · 02 jan, 2012

As fotos da 87ª Corrida de São Silvestre já estão no ar. Confira se você ou seus amigos foram clicados pelos fotógrafos do Webrun. Clique aqui para buscar!

Ao todo foram 25 mil inscritos para a corrida mais tradicional do País, realizada no último dia do ano, dia do santo que dá nome à prova. A São Silvestre 2011 teve a largada geral pouco antes das 17h30 de 31 de dezembro e foi realizada sob forte chuva na capital paulista.

O percurso em 2011 foi alvo de polêmica ao romper com a tradição da prova, abolindo a chegada na Avenida Paulista e transferindo-a para o Obelisco do Ibirapuera. A mudança gerou diferentes opiniões dos participantes. E você, correu? Ache a sua foto!

Sob forte chuva, etíope Tariku Bekele vence São Sivestre

A categoria masculina da São Silvestre teve como vencedor o etíope Tariku Bekele, irmão mais novo do recordista mundial dos 5.000m e 10.000m, Kenenisa Bekele. Apesar do parentesco com um dos maiores fundistas da atualidade, Tariku Bekele não era tido como favorito para a prova.

“Foi a minha primeira corrida no Brasil, estou muito feliz”, diz o africano. “Nunca corri uma prova de 15 quilômetros tão dura e a chuva não ajudou”, conta o campeão.

A chuva realmente foi um grande fator de dificuldade para os corredores. Na categoria feminina, ela influenciou apenas no final da prova da elite, enquanto entre os homens a corrida se deu quase que inteiramente sob forte e ininterrupta chuva.

Logo no início, os brasileiros Damião Ancelmo de Souza e Marílson Gomes dos Santos ficaram um pouco para trás dos atletas que lideravam a prova, Tariku Bekele, o marroquino Najin El Qady e os quenianos Martin Lel, Mark Korir e Matthew Kisorio. Bekele não se intimidou com o favoritismo de Lel e Marílson e apertou o ritmo, assumindo a ponta sozinho, com média de velocidade de 25 km⁄h.

O etíope cruzou a linha de chegada com 43min35. O segundo colocado, Mark Korir, chegou 23 segundos depois. “Foi difícil porque estava chovendo muito”, conta o queniano. Em terceiro, o também queniano Matthew Kisorio foi outro a culpar as condições climáticas da prova. “O percurso não é fácil e a chuva não ajudou. Mas estou muito feliz”, afirma.

Martin Lel chegou em quarto, seguido pelo marroquino Najin El Qady. Assim como na categoria feminina, o melhor brasileiro ficou fora do pódio. Damião Ancelmo de Souza completou a prova em 44min53 e foi o sétimo colocado, Marílson Gomes foi o oitavo, com 45min06.

“São Pedro não segurou, não esperava tanta água”, brinca Damião. “Deu vontade de correr para a calçada”. Segundo o brasileiro, o forte ritmo que os africanos aplicaram no início da prova foi impossível de recuperar quando a chuva começou a cair de forma torrencial.

“Esperava um pódio, mas não foi possível. Agora só no ano que vem, com o percurso já conhecido”, pondera. “Sem dúvida prefiro esse do que o anterior”, decreta.

Confira a classificação da categoria masculina da 87ª São Silvestre:

  • 1º Tariku Bekele (ETI) – 43min35
  • 2º Mark Korir (QUE) – 43min58
  • 3º Matthew Kisorio (QUE) – 44min12
  • 4º Martin Lel (QUE) – 44min28
  • 5º Najin El Qady (MAR) – 44min32


  • Sob forte chuva, etíope Tariku Bekele vence São Sivestre

    Corridas de Rua · 31 dez, 2011

    A categoria masculina da São Silvestre teve como vencedor o etíope Tariku Bekele, irmão mais novo do recordista mundial dos 5.000m e 10.000m, Kenenisa Bekele. Apesar do parentesco com um dos maiores fundistas da atualidade, Tariku Bekele não era tido como favorito para a prova.

    “Foi a minha primeira corrida no Brasil, estou muito feliz”, diz o africano. “Nunca corri uma prova de 15 quilômetros tão dura e a chuva não ajudou”, conta o campeão.

    A chuva realmente foi um grande fator de dificuldade para os corredores. Na categoria feminina, ela influenciou apenas no final da prova da elite, enquanto entre os homens a corrida se deu quase que inteiramente sob forte e ininterrupta chuva.

    Logo no início, os brasileiros Damião Ancelmo de Souza e Marílson Gomes dos Santos ficaram um pouco para trás dos atletas que lideravam a prova, Tariku Bekele, o marroquino Najin El Qady e os quenianos Martin Lel, Mark Korir e Matthew Kisorio. Bekele não se intimidou com o favoritismo de Lel e Marílson e apertou o ritmo, assumindo a ponta sozinho, com média de velocidade de 25 km⁄h.

    O etíope cruzou a linha de chegada com 43min35. O segundo colocado, Mark Korir, chegou 23 segundos depois. “Foi difícil porque estava chovendo muito”, conta o queniano. Em terceiro, o também queniano Matthew Kisorio foi outro a culpar as condições climáticas da prova. “O percurso não é fácil e a chuva não ajudou. Mas estou muito feliz”, afirma.

    Martin Lel chegou em quarto, seguido pelo marroquino Najin El Qady. Assim como na categoria feminina, o melhor brasileiro ficou fora do pódio. Damião Ancelmo de Souza completou a prova em 44min53 e foi o sétimo colocado, Marílson Gomes foi o oitavo, com 45min06.

    “São Pedro não segurou, não esperava tanta água”, brinca Damião. “Deu vontade de correr para a calçada”. Segundo o brasileiro, o forte ritmo que os africanos aplicaram no início da prova foi impossível de recuperar quando a chuva começou a cair de forma torrencial.

    “Esperava um pódio, mas não foi possível. Agora só no ano que vem, com o percurso já conhecido”, pondera. “Sem dúvida prefiro esse do que o anterior”, decreta.

    Confira a classificação da categoria masculina da 87ª São Silvestre:

  • 1º Tariku Bekele (ETI) – 43min35
  • 2º Mark Korir (QUE) – 43min58
  • 3º Matthew Kisorio (QUE) – 44min12
  • 4º Martin Lel (QUE) – 44min28
  • 5º Najin El Qady (MAR) – 44min32

  • Queniana Priscah Jeptoo vence categoria feminina da São Silvestre

    Editado às 22h00 após entrevista com as atletas

    A corredora queniana Priscah Jeptoo venceu a 87ª Corrida de São Silvestre na categoria feminina ao correr os 15 quilômetros em São Paulo no tempo de 48min48. Em seu início a prova foi liderada pela marroquina naturalizada italiana Nádia Ejjafini, que puxou o pelotão de frente.

    As corredoras brasileiras foram minguando e, logo após o trecho da Avenida Pacaembu, apenas duas atletas ficaram juntas na frente, Priscah Jeptoo e a etíope Wude Ayalew. Wude chegou a assumir a ponta, mas Priscah retomou e manteve até o final, sempre com a etíope na cola, que fez o tempo de 48min52.

    “Estou muito feliz”, conta Priscah. “A chuva dificultou, mas eu estou em boa forma. É uma vitória muito importante para minha carreira”, afirma.

    Em amárico, língua oficial da Etiópia, Wude Ayalew precisou que o vencedor na categoria masculina, seu compatriota Tariku Bekele fizesse o papel de intérprete. “Foi muito difícil por causa da chuva. Tentei deixar Priscah para trás nos 400 metros finais, mas não consegui”, diz Wude. “Nunca tinha corrido sob chuva tão forte”.

    A terceira colocada foi a queniana Eunice Kirwa, seguida pela italiana Nádia Ejjafini e pela queniana Elizabeth Rumokol. A melhor brasileira na prova foi a piauiense Cruz Nonata, que chegou na sexta colocação com o tempo de 51min59.

    “Estou feliz por ter sido a primeira brasileira. O novo percurso não foi tão ruim, para o próximo ano eu já estou sabendo, esse é melhor”, analisa Cruz.

    Confira a classificação da categoria feminina da 87ª São Silvestre:

  • 1ª Priscah Jeptoo (QUE) – 48min48
  • 2ª Wude Ayalew (ETI) – 48min52
  • 3ª Eunice Kirwa (QUE) – 50min58
  • 4ª Nádia Ejjafini (ITA) – 51min19
  • 5ª Elizabeth Rumokol (QUE) – 51min44


  • Queniana Priscah Jeptoo vence categoria feminina da São Silvestre

    Corridas de Rua · 31 dez, 2011

    Editado às 22h00 após entrevista com as atletas

    A corredora queniana Priscah Jeptoo venceu a 87ª Corrida de São Silvestre na categoria feminina ao correr os 15 quilômetros em São Paulo no tempo de 48min48. Em seu início a prova foi liderada pela marroquina naturalizada italiana Nádia Ejjafini, que puxou o pelotão de frente.

    As corredoras brasileiras foram minguando e, logo após o trecho da Avenida Pacaembu, apenas duas atletas ficaram juntas na frente, Priscah Jeptoo e a etíope Wude Ayalew. Wude chegou a assumir a ponta, mas Priscah retomou e manteve até o final, sempre com a etíope na cola, que fez o tempo de 48min52.

    “Estou muito feliz”, conta Priscah. “A chuva dificultou, mas eu estou em boa forma. É uma vitória muito importante para minha carreira”, afirma.

    Em amárico, língua oficial da Etiópia, Wude Ayalew precisou que o vencedor na categoria masculina, seu compatriota Tariku Bekele fizesse o papel de intérprete. “Foi muito difícil por causa da chuva. Tentei deixar Priscah para trás nos 400 metros finais, mas não consegui”, diz Wude. “Nunca tinha corrido sob chuva tão forte”.

    A terceira colocada foi a queniana Eunice Kirwa, seguida pela italiana Nádia Ejjafini e pela queniana Elizabeth Rumokol. A melhor brasileira na prova foi a piauiense Cruz Nonata, que chegou na sexta colocação com o tempo de 51min59.

    “Estou feliz por ter sido a primeira brasileira. O novo percurso não foi tão ruim, para o próximo ano eu já estou sabendo, esse é melhor”, analisa Cruz.

    Confira a classificação da categoria feminina da 87ª São Silvestre:

  • 1ª Priscah Jeptoo (QUE) – 48min48
  • 2ª Wude Ayalew (ETI) – 48min52
  • 3ª Eunice Kirwa (QUE) – 50min58
  • 4ª Nádia Ejjafini (ITA) – 51min19
  • 5ª Elizabeth Rumokol (QUE) – 51min44