Ultra Maratona · 23 out, 2009
Direto de São Sebastião - A largada do Desafio Nike 600K aconteceu no Obelisco do Ibirapuera, São Paulo, nessa última quinta-feira (22). A prova, que conta com 600 quilômetros, termina no Rio de Janeiro no domingo, dia 25 de outubro.
O primeiro dia de prova foi recebido com muito entusiasmo pelos atletas. A animação foi tanta que as equipes completaram o primeiro dia, cerca de 190 quilômetros entre São Paulo e São Sebastião, antes do tempo previsto pelos organizadores.
A primeira equipe do dia foi a de Brasília, no tempo de 12h31min20. Já o último time foi a Equipe Imprensa, com cerca de 14 horas de prova. Os treinadores e atletas que acompanham o evento se surpreenderam com o ritmo forte dos times. Isso porque, na sexta (23) as equipes encaram trechos mais difíceis e todos devem guardar o fôlego até o domingo, último dia de competição.
O treinador de alta performance, Ricardo D`Angelo, que também acompanha a prova junto com os atletas de elite Franck Caldeira e Vanderlei Cordeiro, revelou que o ritmo de hoje pode comprometer algumas equipes. Teve toda a euforia de início da prova. Estava todo mundo muito ansioso. Então alguns atletas gastaram mais energia no início da prova, não se lembrando dos trechos finais.
Para ele cada atleta deve pensar num todo. Ainda de acordo com o treinador, o atleta também deve considerar o tipo de percurso e piso, fatores que podem influenciar o desempenho.
Ao observar as estratégias de equipe, D´Angelo revelou que apostaria em algo diferente. No primeiro dia de competição grande parte das equipes, composta por 10 pessoas e dois reservas, acompanhou integralmente seus corredores, mesmo com uma van e um carro a disposição.
Se tivesse dirigindo uma equipe eu dividiria os meus atletas da seguinte maneira: eu colocaria no carro os quatro primeiros atletas do trecho. Esses atletas levantariam mais cedo. Os outros iriam acordar um pouco mais tarde e tomariam café com mais calma, conta.
Depois os atletas que acordassem mais tarde, já iriam de van direto para o quinto ou sexto posto de troca. Nesse momento, os atletas iniciais já iriam para os trechos subseqüentes e depois a van levaria parte desse grupo inicial para o hotel antes da chegada da equipe. Assim o pessoal conseguiria descansar um pouco mais, acrescenta.
O segundo dia do Desafio Nike 600k, sexta-feira (22), terá mais de 200 quilômetros. Para isso os atletas vão correr entre as cidades de São Sebastião e Angra dos Reis.
Ultra Maratona · 22 out, 2009
Direto de São Sebastião - As 20 equipes participantes do Desafio Nike 600k completaram nessa quinta-feira (22) o primeiro trecho do revezamento São Paulo - Rio de Janeiro, que acontece entre os dias 22 e 25 de outubro. Ao todo, as equipes percorreram 193 quilômetros. Ainda restam 407 quilômetros para serem feitos até domingo (25).
A primeira equipe que cruzou o pórtico de chegada do primeiro dia foi a de Brasília, em 12h31min20. Para Marcelo Lopes, o último atleta brasiliense, a prova foi dura. Foi difícil e sofrido. Mas contamos muito com o apoio da equipe. Estamos correndo de pouco em pouco para tentar chegar bem no final, conta.
O jornalista Roberto Ferreira, que corre para a equipe Run&Fun, aprovou o Desafio. De acordo com o atleta, apesar da logística da prova ser um pouco complicada, a corrida é muito desafiadora. Teve alguns pontos de trocas que foram difíceis de achar. Mas não é uma prova complicada de fazer em termos de desempenho, revela.
Para ele a quinta-feira foi cansativa por outros fatores. A chuva hoje de manhã, a insegurança, ansiedade, até ajeitar isso tudo foi meio confuso. Por isso hoje a gente está mais cansado. Mas estamos curtindo demais. É uma prova de curtição. Todo mundo está alegre e feliz, completa Roberto.
Recuperação - Depois de um dia intenso de corrida, os atletas foram recepcionados no Nike Village em São Sebastião. No espaço os corredores contaram com jantar de massas, atendimento médico, massagistas e tinas de gelo para crioterapia.
Fábio Batista, equipe Núcleo Aventura/ Projeto Mulher, foi um dos atletas que aproveitou todo o espaço para a recuperação. Durante a entrevista, ele estava na tina de gelo. Essa prova é bem intensa. São quatro dias de intensidade total. As pernas de hoje foram muito sofridas. Por isso temos que fazer uma recuperação legal para tentarmos manter o mesmo ritmo no segundo dia.
De acordo com o médico responsável pela prova, o Dr. Paulo Zogaib, os atletas chegaram bem e não houve nenhum atendimento grave. Segundo ele, a recuperação para a próxima etapa é muito importante. A imersão no gelo ajuda bastante porque tira o processo inflamatório, alivia a dor e facilita o retorno venoso. A massagem também é indicada e ajuda a remover as substâncias que se acumularam na musculatura, explica.
Além disso, o médico aconselha manter a hidratação e se alimentar com carboidratos. Na medida do possível, os atletas também devem tentar dormir o máximo que conseguirem para estarem bem no próximo dia, finaliza.
Na sexta-feira (23), as equipes encaram o maior trecho da prova, com um pouco mais de 200 quilômetros. A largada do segundo dia está prevista para às 5h da manhã em São Sebastião. Já a chegada será em Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro.
Ultra Maratona · 22 out, 2009
Direto de Boracéia - As equipes do Desafio Nike 600k, prova de revezamento entre as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, começaram o evento nessa quinta-feira (22) com um forte ritmo. A equipe Filhos do Vento, representantes da capital carioca, lidera a competição e deve terminar o primeiro dia de prova às 17h.
Os Filhos do Vento foram os primeiros a chegarem no ponto de troca da praia de Boracéia. Agora só resta completar mais um trecho de corrida, com um pouco mais de quatro quilômetros. Mas antes disso eles devem pegar o segundo ponto de transposição da prova. O trecho de transposição não poderá ser feito a pé, por causa do alto trânsito.
De acordo com os organizadores, as primeiras equipes estavam previstas para chegar ao Nike Village de São Sebastião às 18h30. Mas com a animação e o ritmo dos atletas, eles devem chegar antes. Porém, algumas equipes adotaram uma estratégia um pouco mais conservadora. Segundo o treinador Nelson Evêncio, que integra a equipe Nike Corre, alguns atletas exageraram no início e por isso podem sofrer ao longo dos dias. Eu mesmo tenho que controlar o meu ritmo. Ainda tenho que administrar isso, revela o treinador que correu cerca de 12 quilômetros nessa quinta-feira (22).
O Desafio Nike 600K acontece até o domingo. A final da prova será realizada o Rio de Janeiro junto com a corrida de 10 quilômetros Nike Human Race.
Ultra Maratona · 22 out, 2009
Os atletas da do Desafio Nike 600K largaram na madrugada desta quinta-feira de São Paulo rumo a São Sebastião, num dos primeiros trechos da prova que seguirá para o Rio de Janeiro. Após a chuva que caiu no início, o tempo encoberto marca a passagem dos atletas pela região de Bertioga.
A equipe Fast Runner saiu na frente, mas a equipe BH resolveu acelerar e disparou na ponta, deixando as concorrentes para trás. Pouco depois, porém, a Filhos do Vento assumiu o primeiro posto, mas não por muito tempo, já que o time de Curitiba ultrapassou todos por volta das 11h.
Os atletas de ponta estão no posto de troca seis aguardando seus companheiros chegarem e um leve mormaço começa a tomar conta da região serrana, com o sol ameaçando aparecer.
Ultra Maratona · 21 out, 2009
Direto de São Paulo - Os atletas que vão encarar o Desafio Nike 600K se reuniram na tarde dessa quarta-feira (21) na capital paulista para acertarem os últimos detalhes para a prova. Isso porque, a organização do evento realizou um congresso técnico sobre a corrida e também a distribuição dos kits de atletas.
A largada do Desafio está prevista para a quinta-feira (22) ás 5h no Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo. Cerca de 20 equipes vão encarar 600 quilômetros de corrida em revezamento até chegarem à capital carioca, no domingo, 25 de outubro.
Para isso cada equipe, composta por 12 pessoas (10 atletas e dois reservas), contará com uma van e um carro de apoio, além de uma moto fiscalizadora. Esta última irá acompanhar em tempo integral cada corredor.
Ao todo serão quatro dias de corrida e ao final de cada dia os corredores irão descansar em postos chamados de Nike Villages. O primeiro posto será em São Sebastião, o segundo em Angra dos Reis e o terceiro no Rio de Janeiro.
Em média cada equipe correrá 200 quilômetros por dia. No quarto e último dia, os atletas irão correr apenas 10 quilômetros junto com a corrida Nike Human Race, realizada também na capital carioca. Vence o Desafio a equipe que completar o percurso de 600 quilômetros em menos tempo.
Para incentivar cada corredor, a prova contará com a presença de dois padrinhos, os atletas profissionais Vanderlei Cordeiro de Lima e Franck Caldeira. Apesar de não integrarem nenhuma equipe, ambos revelaram que vão correr alguns trechos com os participantes. Será uma forma de apoio e incentivo, conta Vanderlei.
Logística - A prova irá passar pela estrada velha de Santos, 10 municípios e também por rodovias, como a Anchieta e a Rio-Santos. Por esse motivo, o percurso não estará fechado para a circulação de veículos. De acordo com os organizadores, nos trechos de trânsito mais intenso o número de staffs será dobrado. Porém, cada corredor será responsável pela própria segurança. Por esse motivo está proibido o uso de MP3 durante a corrida.
Ainda segundo os organizadores, haverão três trechos na prova que os atletas terão que fazer com vans e serão impedidos de correr, já que são trechos sem acostamento e com alto tráfego de veículos. O tempo perdido nos trechos de deslocamento com as vans será compensado depois.
Em cada Nike Village, os corredores contarão com médicos, massagistas e tinas com gelo para fazer a crioterapia. Além disso, duas ambulâncias móveis acompanharão a prova e um helicóptero ficará a disposição em caso de emergência.
O Desafio Nike 600K começa nessa quinta-feira e o Webrun vai acompanhar de perto toda a corrida.
Atletismo · 16 set, 2008
O Brasil conquistou mais uma medalha nesta terça-feira na Paraolimpíada de Pequim, desta vez a prata no revezamento 4x100 da classe T42 a T46 para amputados e les autres, com o tempo de 45seg25. A forte chuva que caiu na capital chinesa nesta terça-feira deu uma trégua, o que possibilitou uma melhor perfomance dos atletas.
A vitória do revezamento ficou com a equipe dos Estados Unidos, que bateu o recorde mundial com o tempo de 42seg75, novo recorde mundial, enquanto o bronze ficou com a Austrália, ao marcar 45seg80. A equipe do Japão, que vinha muito forte, foi desclassificada de acordo com a regra 170.14 da Iaaf, por passar o bastão fora da área delimitada.
Yohansson Nascimento, segundo na troca do bastão, comemorou muito a conquista e diz que eles vieram com o objetivo de conquistar a medalha. Quero dividir essa felicidade com meus amigos, valeu Brasil!.
Já Alan Oliveira, de 16 anos, conquistou sua primeira medalha em paraolimpíadas e diz que agora vai treinar ainda mais para obter outros feitos em sua carreira. Responsável por fechar o revezamento, ele ultrapassou o australiano na reta final para garantir ao Brasil o segundo lugar no pódio. Percebi que a minha velocidade estava muito grande e coloquei na cabeça que ia passar o australiano.
Exemplos de superação para deficientes e não-deficientes, os brasileiros deixaram um recado para todos os pais que possuem filhos deficientes. Segundo eles, não se deve tentar esconder a deficiência, mas sim estimulá-los a praticar algum tipo de esporte.
Esporte Adaptado · 24 jul, 2008
Pela primeira vez a corrida Corporate Run, realizada na capital paulista, terá uma categoria exclusiva para cadeirantes com premiação em dinheiro. A competição contará com percurso de cinco quilômetros realizado dentro da Cidade Universitária de São Paulo no dia três de agosto.
Tanto os homens, quanto as mulheres cadeirantes receberão premiação sendo:
Prova Masculina
1º - Colocado: R$ 700
2º - Colocado: R$ 500
3º - Colocado: R$ 300
4º - Colocado: R$ 200
5º - Colocado: R$ 100
Prova Feminina
1ª - Colocada: R$ 700
2ª - Colocada: R$ 500
3ª - Colocada: R$ 300
Além disso, haverá alojamentos para os cadeirantes que moram fora da região metropolitana de São Paulo. Para isso é necessário informar a utilização de alojamento no ato da inscrição.
As inscrições para cadeirantes podem ser feitas com a CIEDEF, Associação para Integração Esportiva do Deficiente Físico, através do e-mail [email protected].
Já as pessoas que desejam participar da prova em outras categorias devem acessar o site oficial da competição: www.corporaterun.com.br.
Maratona · 14 jul, 2008
Rio de Janeiro O aterro do Flamengo serviu de palco para uma grande festa militar em comemoração ao bicentenário dos Fuzileiros Navais, as equipes formadas por militares subiram no pódio em quase todas as categorias. A maratona foi o segundo evento da Corpore realizado no Rio de Janeiro e a organização foi elogiada pelos participantes, porém, tiveram alguns problemas na hora de entrega dos troféus.
A Maratona Tam de Revezamento Rio foi dividida em três categorias, duplas, quartetos e octetos. Na prova do octeto teve uma subdivisão chamada de Octeto calça e Coturno que era especial para militares. Os marinheiros também tiveram uma prova só deles, a Corrida dos Batalhões dos Fuzileiros Navais, no qual batalhões com 23 atletas corriam juntos 10km e deveriam estar agrupados durante todo o percurso.
Octeto - Na prova do Octeto cada atleta corria um percurso de cerca de 5km e a primeira equipe a completar a prova era composta por cabos e soldados do Exército, que cruzou a linha de chegada com 2h09min58. Porém, eles foram desclassificados por terem apenas sete atletas na equipe. Segundo a organização do evento, o regulamento da prova exigia que as equipes tivessem, dois, quatro ou oito pessoas e por isto a equipe do exército estava eliminada.
Luís Cláudio Carvalho, treinador da equipe contestou a decisão. O regulamento diz que tem de ser oito atletas, mas não diz que tem de ser oito atletas diferentes. Nossa equipe tinha um atleta muito bom e que por isto coloquei ele para abrir e fechar a prova. A equipe do Exército foi convidada a subir no palco e homenageada por ter sido a mais rápida, porém, não ganhou troféu.
A segunda equipe a cruzar a linha de chegada e conseqüentemente a equipe vencedora do revezamento foi a Rocinha que completou o percurso com o tempo de 2h14min07. A equipe era formada por moradores da favela da Rocinha. Nossa equipe já existe há 15 anos e nós fazemos um projeto com as crianças de 14 a 18 anos da comunidade onde damos cesta básica, tênis e uniforme de corrida, deste projeto já surgiram vários corredores, alguns que fazem parte da equipe de hoje, conta Antônio Carlos, o Cacau, um dos membros da equipe vencedora.
O segundo lugar no pódio foi ocupado pelos Fuzileiros Navais (2h17min37) e o terceiro lugar pela equipe do Centro de Educação Física Adalberto Nunes (2h21min14).
Já a primeira equipe feminina a completar os 42km da prova foi a 902, com tempo de 2h45min45. Na hora de receber os troféus as meninas da equipe reclamaram muito por não haver uma premiação em dinheiro. A premiação é fraca, uma garrafinha dágua não é premiação. Para onde vai o dinheiro dos patrocinadores? Isto é falta de respeito, a inscrição é cara, tem muitos patrocinadores, mas nenhum prêmio, reclamou Isabel Cristine Feliciano. Selma Reis que estava na mesma equipe complementou a reclamação: este é um evento grande e você não corre só por prazer, é a sua profissão.
As meninas da equipe também acharam ruim que os troféus femininos foram entregues por último. Isso porque, entregaram primeiro os troféus para as categorias dos militares, depois para os homens e por último para elas. O segundo lugar ficou com a equipe A Coruja (3h10min52), seguida pela equipe da Rocinha (3h30min50).
Na categoria Calça e Coturno o pódio foi formado pela equipe do Exército (2h33min03), seguida pela equipe da Marinha (2h59min28) e a equipe da Companhia de Polícia (3h03min09).
Eu gostei muito da organização da prova, minha única reclamação é que estava faltando a marcação de quilometragem então ficava difícil saber em quanto tempo estamos fazendo, disse Thiago Silva.
O segundo lugar foi da equipe Cachoeira de Macacu (2h38min39), a equipe é formada por atletas da cidade do Norte Fluminense que vieram ao Rio de Janeiro especialmente para a prova. Nós quatro viemos só para correr e demos sorte porque o tempo estava bom, com sol, porém mais frio do que na nossa cidade, disse Gildo Mendes. O terceiro lugar ficou com a equipe 497 que correu em 2h42min52.
Na prova feminina a equipe Maratona Clube do Brasil foi a primeira a cruzar a linha de chegada, elas correram em 3h10min31. Eu gostei da organização da corrida, mas acho que faltou sinalização e pela dimensão da corrida acho que a gente tinha que ganhar uma coisinha a mais, disse Maria Aparecida Ângelo.
De acordo com a organização do evento, o segundo lugar foi da equipe Chão do Aterro, que correu em 4h17seg e o terceiro da equipe da Conlurb que correu em 4h11min14.
Duplas - Na prova de duplas cada participante deu quarto voltas no percurso e correu aproximadamente 21,1 km. A primeira dupla a terminar a prova foi a dupla da Comlurb, formada por Flávio Roberto C. dos Santos e Juarez dos Santos Chaves. Eles fizeram o percurso em 2h13min31.
Eu gostei muito da prova, pois só corro aqui no Rio de Janeiro e a organização estava muito boa e o tempo também ajudou, afirmou Flávio Santos. A segunda dupla foi a Filhos do Vento, formada pelos corredores Luiz Henrique dos Santos Alves e Luis Henrique da Silva Foseca, eles correram em 2h35min35. Completou o pódio a dupla Vunerais, formada por Paulo Alberto Pires Teixeira Mota e Eduardo de Menezes Vaz que fizeram um tempo de 2h38min35.
A dupla feminina que chegou em primeiro lugar foi a Corpore, formada por Mariley Alves da Silva e Ana Cristina Monteiro da Costa, elas correram em 3h30min39. O segundo lugar foi de Maria Aparecida Cardoso Setta e Magda Valeria Alves Andrade (3h51min35), da equipe Filhos do Vento. Denise Charpenel Pequeno e Clea Correa de Mello foram a terceira dupla e chegaram quase uma hora depois da primeira dupla e meia hora depois da segunda (4h29min45).
A prova de 42,2km começou às 8h15h. As equipes de dois, quatro e oito atletas se revezaram num percurso de 5.250 metros. Todos correram dentro do parque Beto Carrero em ruas de terra batida e com muita natureza. Além disso, o percurso passou por dinossauros, répteis, carros temáticos e seu final era em frente à Big Tower. Das 237 equipes inscritas, 47 eram octetos, 82 quartetos e 108 duplas.
Diferenciais Os atletas da Maratona Beto Carrero contaram com uma boa infra-estrutura para o evento. Além do guarda volumes do parque, foi disponibilizado aos atletas espaço para tendas das equipes, tenda com isotônico para todos os participantes, massagem, mesa de frutas e sucos à vontade, antes, durante e após a prova. Ao término do percurso, os integrantes das equipes ganharam toalha alusiva ao evento, medalha e fotos.
A prova teve como diferencial a regra de revezamento para as duplas inscritas. Enquanto as equipes de quatro atletas tiveram que fazer duas voltas seguidas e os octetos uma volta cada, as equipes de dois atletas puderam escolher quantas voltas cada um daria e em qual seqüência seria. Segundo Nádia Ilvana, 31 anos, essa regra possibilitou que mais atletas pudessem correr mais voltas, sem a obrigatoriedade de dar voltas seguidas, tendo assim um tempo precioso para descanso, principalmente no caso dos atletas com menos experiência em provas de fundo.
A cada volta completada, os atletas corriam pelo tapete de cronometragem e entregavam o bastão ao próximo membro de sua equipe. Os demais faziam uma torcida animada incentivando seu colega. Um palco montado entre o tapete e o local de troca serviu de arena para os demais membros das equipes e os torcedores acompanharem de perto a performance de todos.
Animação Para animar ainda mais a corrida, personagens como o Zé Galinha, da família Buscapé, as belas Marias Briteiras e o mau encarado Billy The Kid garantiram a diversão dos que assistiam e dos que corriam o revezamento.
Enquanto as Marias Briteiras seduziam os rapazes após a passagem do bastão, o simpático Zé Galinha apostava corrida com os atletas que passavam por ele, que deixavam o personagem da família Buscapé comendo poeira. O Billy the Kid, um atirador de roupa de couro, barba longa e óculos escuros tentava com duas pistolas intimidar o público e os atletas que passavam pelo palco, sem muito sucesso.
Ao ser perguntado do que estava achando da prova, Andréa disse: estou adorando, mas como faz frio aqui. José Henrique teve que vender mais de cinco mil picolés a 25 centavos cada para conseguir dinheiro para a prova, estadia, etc. Foi um sonho realizado, conta o corredor.
O casal, que na verdade são apenas bons amigos, foram o símbolo do objetivo da prova: passar por momentos de superação, alegria, descontração e diversão.
Maratona Beto Carrero em 2009 De acordo com os organizadores, o contrato para a segunda edição em 2009 já foi renovado. Um dos motivos para isso foi a grande procura pelo evento. No começo eram esperadas 200 equipes, número limite, mas acabaram se inscrevendo 237 times.
Vencedores de cada categoria -
Maratona · 07 jul, 2008
A prova de 42,2km começou às 8h15h. As equipes de dois, quatro e oito atletas se revezaram num percurso de 5.250 metros. Todos correram dentro do parque Beto Carrero em ruas de terra batida e com muita natureza. Além disso, o percurso passou por dinossauros, répteis, carros temáticos e seu final era em frente à Big Tower. Das 237 equipes inscritas, 47 eram octetos, 82 quartetos e 108 duplas.
Diferenciais Os atletas da Maratona Beto Carrero contaram com uma boa infra-estrutura para o evento. Além do guarda volumes do parque, foi disponibilizado aos atletas espaço para tendas das equipes, tenda com isotônico para todos os participantes, massagem, mesa de frutas e sucos à vontade, antes, durante e após a prova. Ao término do percurso, os integrantes das equipes ganharam toalha alusiva ao evento, medalha e fotos.
A prova teve como diferencial a regra de revezamento para as duplas inscritas. Enquanto as equipes de quatro atletas tiveram que fazer duas voltas seguidas e os octetos uma volta cada, as equipes de dois atletas puderam escolher quantas voltas cada um daria e em qual seqüência seria. Segundo Nádia Ilvana, 31 anos, essa regra possibilitou que mais atletas pudessem correr mais voltas, sem a obrigatoriedade de dar voltas seguidas, tendo assim um tempo precioso para descanso, principalmente no caso dos atletas com menos experiência em provas de fundo.
A cada volta completada, os atletas corriam pelo tapete de cronometragem e entregavam o bastão ao próximo membro de sua equipe. Os demais faziam uma torcida animada incentivando seu colega. Um palco montado entre o tapete e o local de troca serviu de arena para os demais membros das equipes e os torcedores acompanharem de perto a performance de todos.
Animação Para animar ainda mais a corrida, personagens como o Zé Galinha, da família Buscapé, as belas Marias Briteiras e o mau encarado Billy The Kid garantiram a diversão dos que assistiam e dos que corriam o revezamento.
Enquanto as Marias Briteiras seduziam os rapazes após a passagem do bastão, o simpático Zé Galinha apostava corrida com os atletas que passavam por ele, que deixavam o personagem da família Buscapé comendo poeira. O Billy the Kid, um atirador de roupa de couro, barba longa e óculos escuros tentava com duas pistolas intimidar o público e os atletas que passavam pelo palco, sem muito sucesso.
Ao ser perguntado do que estava achando da prova, Andréa disse: estou adorando, mas como faz frio aqui. José Henrique teve que vender mais de cinco mil picolés a 25 centavos cada para conseguir dinheiro para a prova, estadia, etc. Foi um sonho realizado, conta o corredor.
O casal, que na verdade são apenas bons amigos, foram o símbolo do objetivo da prova: passar por momentos de superação, alegria, descontração e diversão.
Maratona Beto Carrero em 2009 De acordo com os organizadores, o contrato para a segunda edição em 2009 já foi renovado. Um dos motivos para isso foi a grande procura pelo evento. No começo eram esperadas 200 equipes, número limite, mas acabaram se inscrevendo 237 times.
Vencedores de cada categoria -
Atletismo · 27 jun, 2008
A equipe BM&F venceu no fim da tarde desta sexta-feira (27) o revezamento 4x100m do Troféu Brasil de Atletismo, competição que acontece desde a última quarta-feira (25) no Complexo Esportivo Constâncio Vaz Guimarães, em São Paulo. As meninas do time amarelo marcaram o tempo de 43seg92.
A prova aconteceu com temperatura oficial de 18,9º C e umidade relativa do ar em 59%. O quarteto formado por Lucimar Aparecida de Moura; Rosemar Neto; Vanda Gomes e Thatiana Ignácio saiu atrás na primeira passagem do bastão, mas já na segunda troca obtiveram a ponta.
A prova foi muito disputada, todas as equipes estavam muito fortes, ressalta Vanda. Na minha passagem, que foi a segunda para a terceira, deu tudo certo na passada do bastão e conseguimos a vitória, completa.
A segunda colocação ficou com a Rede Atletismo, formada por Franciela Krasucki; Thaissa Presti; Eliane Martins e Luciana Alves dos Santos, com 44seg40. Já o terceiro posto ficou com o time Silveira Sampaio, formado por Barbara Leôncio; na Rafaela de Lima; Rejane Silva e Brunelle Nogueira, com 45seg65.
Alimentação · 17 jun, 2026
Saúde · 17 jun, 2026
Atletismo · 17 jun, 2026