Atletismo · 04 jul, 2008
A equipe de atletismo jamaicana, que representa o país nas Olimpíadas de Pequim, foi anunciada nessa última quinta-feira (3). O destaque fica por conta da equipe masculina do revezamento 4x100m.
O time de revezamento contará com o atual recordista dos 100 metros rasos, Usain Bolt (9seg72), o até então recordista dos 100 metros, Asafa Powell (9seg74), além de Michael Frater e Marvin Anderson.
Além dos homens, no feminino Verônica Campbell-Brown, campeã mundial dos 200 metros é uma das favoritas ao pódio da modalidade. Ela venceu os 200 metros dos últimos jogos Olímpicos em Atenas.
Atletismo · 20 jun, 2008
E as olimpíadas também não poderiam deixar de aplicar algumas coisas. A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim está marcada para o dia oito de agosto (mês oito) de 2008. Além disso, o evento irá começar às 08h08 da noite. De acordo com os chineses, o oito é o número da sorte.
Mas em contrapartida, por causa da crença oriental, segundo agências de notícias, muitos sites e blogs chineses estão colocando a culpa de algumas catástrofes chinesas desse ano nos cinco mascotes olímpicos.
Para eles o mascote que se parece um panda foi o culpado do terremoto no mês de maio na província de Sichuan. Curiosamente o local abriga a maior concentrarão de pandas do país. Já o mascote que representa o peixe, foi o responsável pelas inundações que assolou o sul da China também esse ano.
Os outros três mascotes, a antílope tibetana, a chama olímpica e a andorinha, foram associados respectivamente com: os protestos do Tibet, os protestos na passagem da tocha olímpica em diversos países e o acidente de trem em Shandong no final de abril.
De acordo com o Comitê Olímpico, essas associações não têm nenhum fundamento. Mas é certo que os chineses já respiram aliviados, já que os Jogos apresentaram cinco mascotes e as cinco catástrofes já aconteceram.
Triathlon · 10 jun, 2008
Prontos para encarar o desafio, os dois triathletas ainda treinam na Europa e depois vão para Coréia para fazer um trabalho de aclimatação. O treinamento final de preparação será muito forte, adianta Ohata. Essa será a terceira vez que a brasileira participa de Jogos Olímpicos. Já Colucci faz sua estréia na prova.
Para os dois a falta de companheiros na equipe aconteceu por diferentes objetivos dos atletas atuais no triathlon brasileiro e também por causa da mudança do sistema de classificação. Dessa vez a classificação para as olimpíadas estava mais rígida. Isso com certeza foi um agravante para a equipe estar menor, conta Colucci.
Na ultima Olimpíada, por exemplo, o Brasil foi representado por três mulheres (Mariana Ohata, Carla Moreno e Sandra Soldan) e três homens (Paulo Miyashiro, Juraci Moreira e Leandro Macedo). De acordo com Ohata, o Brasil precisa investir mais no triathlon levando os jovens atletas para competições no exterior. O triathleta brasileiro tem que sair do país para aprimorar, cabe a federação fazer essa parte, diz Ohata.
Mais um atleta na equipe - O brasileiro Juraci Moreira lutou pela vaga olímpica e não conseguiu. Ele ficou em 56º lugar no ranking da Federação Internacional de Triathlon e apenas os 55 primeiros desse ranking foram convocados para as olimpíadas.
Porém, ainda há uma chance dele integrar a equipe. No final de julho a Federação Internacional irá divulgar a lista de desistências e fazer o repasse das vagas. Até lá Juraci Moreira não vai perder as esperanças.
Caso ele realmente fique de fora dos jogos, Juraci diz que não vai desanimar e já pensa na preparação para a Olimpíada de Londres, em 2012. Será uma questão de honra. Essas adversidades só me motivam a continuar, frisa o medalhista de bronze nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro.
As provas de triathlon de Pequim acontecem nos dias 18 de agosto, a masculina e no dia 19 do mesmo mês a feminina.
Maratona · 10 jun, 2008
Campeão da Maratona de Nova York em 2006, além de ser recordista sul-americano dos cinco mil metros e bicampeão da São Silvestre, Marílson fez um trabalho de base totalmente focado nos jogos. Até agora ele já participou de diversas provas de 10 quilômetros e até competições de cross country, tudo visando o objetivo maior: Pequim.
Uma dessas provas foram os 10 mil metros em pista, na Bélgica, onde consegui um resultado expressivo. Ele terminou a competição, que tinha 15 africanos na disputa, em nono lugar. Eu fui o primeiro não africano que terminou a prova. Isso me deixou muito animado, conta.
Mas para as olimpíadas o cenário de competição será um pouco diferente. Com menos africanos na disputa, já que cada país pode levar até três atletas, o grande determinante da prova serão as condições climáticas.O percurso em si é relativamente fácil. O único problema é a poluição, a umidade e o calor de Pequim. Tem gente que vai sentir mais que o outro. Espero que não seja eu.
Adversários - Para o treinador de Marílson, Adauto Domingos, a maratona olímpica não tem um favorito, tanto que nos últimos anos nenhum corredor africano ganhou a prova. As provas olímpicas são diferentes por vários fatores, não tem coelhos, por exemplo.
Já Marílson acredita que o principal atleta da disputa é o queniano Martin Lel. Se no final da prova sobrar na disputa ele e Lel a briga será acirrada. Ele vem chegando muito forte nas competições, pode dar trabalho. Mas lá também vou dar o meu melhor, explica.
Treinamento final - Até o mês de agosto, Marílson ainda tem um longo período de treinos. De acordo com o atleta, ele ainda participa de uma meia maratona. Vamos decidir se vou para a Meia de Bogotá ou uma Meia em Nova York. Prefiro a de Bogotá porque é mais difícil devido a altitude e é um cenário difícil que vou encontrar em Pequim.
Além disso, antes de embarcar para a China, Marílson deve treinar em altitude na cidade de Serra Nevada, na Espanha. Costumo levar o Marílson para Paipa, Colômbia. Mas dessa vez acho que vamos para a Espanha, assim ele já fica mais próximo da China e sofrerá menos com o fuso horário, conta Adauto.
Sobre sua participação nos 10 mil metros de pista, prova que também tem índice, Marílson ainda é dúvida. Só vou saber se ele vai disputar ou não os 10 mil lá. Se ele estiver muito ansioso coloco ele na prova para sentir o clima do estádio olímpico. Mas se ele estiver cansado com algum tipo de dor muscular vou poupar para a maratona, explica Adauto.
Os Jogos Olímpicos de Pequim começam no dia oito de agosto com a cerimônia de abertura no Estádio Nacional. As provas de atletismo vão do dia 15 de agosto ao dia 23 do mesmo mês.
Triathlon · 09 jun, 2008
O brasileiro Juraci Moreira não conseguiu a vaga para as Olimpíadas de Pequim no triathlon. Ele viajou para o Canadá e participou no domingo (8) do mundial da modalidade em Vancouver. Mas como ficou com a 39ª posição, o resultado foi insuficiente para garantir a vaga.
Para pontuar e ficar entre os 55 melhores do ranking internacional, Juraci precisava chegar entre os 30 primeiros. O brasileiro, que no ano passado conquistou o bronze no Pan Rio e já respresentou o país duas vezes em jogos olímpicos, completou a prova em 1h53min16. O primeiro colocado foi o espanhol Javier Gómez e a britânica Helen Tucker. Essa foi a última seletiva para Pequim.
Com o resultado o Brasil só terá dois representantes no triathlon. Os classificados são Reinaldo Colucci e Mariana Ohata. Esse será o menor time olímpico de triathlon da história brasileira.
Maratona · 05 jun, 2008
Mesmo com a pouca idade, se comparado aos outros representantes do Brasil, José Teles, 38 anos e Marílson Gomes, 30, Franck revela que não está ansioso. Estou com o pé no chão e confiante. Não estou impressionado com o que é a Olimpíada. Quero muito que tudo aconteça nos mínimos detalhes, como foi nas outras provas e como está sendo na minha carreira, conta o atleta que no ano passado venceu a Maratona do Pan no Rio de Janeiro.
Natural de Sete Lagoas, Minas Gerais, Franck conseguiu o índice olímpico na Maratona de Paris, no último mês de abril, com o tempo de 2h12min32. Fiquei feliz. Ainda não consigo explicar como está sendo esse momento olímpico. As Olimpíadas para mim já começaram desde o momento que eu fui buscar a vaga e carimbar o passaporte. A gente tem que vestir a camisa e fazer valer a pena.
De acordo com o maratonista, depois da conquista da vaga, ele fez um breve descanso, mas agora retorna aos treinos com força total. Franck vai treinar no próximo mês na cidade de Itamonte (MG) e depois embarca para a Bolívia, onde fará o treinamento em altitude.
Sobre seus adversários, Franck afirma que por não ser o favorito, poderá surpreender em Pequim, já que a pressão será menor. Pode ser uma oportunidade grande para eu mostrar meu trabalho. São 42 quilômetros, não é fácil, mas as pessoas podem não acreditar em mim e eu posso dar certo, revela. Todo mundo quer a medalha. São mais de 180 pessoas brigando por três medalhas e esses três serão os melhores do dia e não do ano, acrescenta.
Mesmo com alguns patrocinadores importantes, como a Samsung, que de acordo com o gerente de marketing da marca, esse ano investiu em outros esportes e não só o futebol, Franck lembra que ir aos Jogos Olímpicos significa muito mais. Eu não posso sair do Brasil pensando em ficar entre os 10. Tenho que sair com o pensamento voltado para fazer o meu melhor. O mais importante é estar unido em prol do país, fala sobre os outros dois maratonistas José Teles e Marílson Gomes.
Os Jogos Olímpicos de Pequim começam no dia oito de agosto, na China, com a cerimônia de abertura. Esta acontece no Estádio Nacional, conhecido como o Ninho, por causa do seu formato de ninha de pássaro.
Maratona · 20 maio, 2008
Um dos representantes do Brasil na Maratona Olímpica de Pequim, José Teles, se prepara para a competição que acontece em agosto na China. A prova reunirá atletas de diversos países inclusive outros dois brasileiros, Marílson Gomes e Franck Caldeira. Aos 37 anos, Teles diz que está motivado e pronto para encarar o desafio.
Natural de Rio Grande do Piauí, o maratonista, já obteve um importante título na carreira, a Maratona de São Paulo em 2005. Nos últimos 600 metros da prova ele ultrapassou o adversário e venceu a maratona, que para ele é uma das mais difíceis do mundo. A Maratona de São Paulo tem um percurso muito duro, principalmente por causa dos túneis, revela.
Se São Paulo é uma corrida complicada, Teles, afirma que Pequim não terá nenhuma surpresa. Lá vai estar ruim para todo mundo. São Paulo também é poluída como Pequim. Estou acostumado a treinar na poluição e no calor e isso não deve ser muito diferente lá, comenta o atleta que começou correr em 1992, incentivado pelo irmão mais velho.
De acordo com Teles, que no ano passado participou do Mundial de Osaka, no Japão (mesma época que será realizada a Maratona Olímpica), o calor daquela região poderá afetar o desempenho de muitos atletas. A prova olímpica não será uma prova para fazer tempo é aí que está o problema para os atletas que só correm para bater tempo. Eles vão começar forte e não agüentarão até o final.
Teles se classificou para Pequim com o índice A, tempo exigido pela Confederação Brasileira de Atletismo (Cbat). Ele marcou 2h12min27 na Maratona de Milão no último ano. Esse foi o seu melhor tempo em maratonas.
Mas para conseguir estar entre os três melhores maratonistas do Brasil, Teles começou a se preparar em 2006, época que mudou de técnico e começou a planejar um treinamento totalmente voltado para as Olimpíadas.
Treinamento - Faltando um pouco mais de três meses para os Jogos Olímpicos de Pequim, Teles ainda tem mais um tempo para treinar. Na sua fase de preparação atual, ele roda em média 210 quilômetros por semana. Seu único dia de descanso é o domingo, dia que pode correr num ritmo mais baixo. Além disso, ele faz musculação duas vezes por semana.
Até o mês de agosto, o maratonista deve participar de algumas corridas nacionais com distância de 10 quilômetros e também deve fazer um mês de treinamento na altitude, na cidade de Paipa, Colômbia. Ainda vou decidir com o meu técnico se vou para Paipa, mas provável que sim. Além disso, vou participar de provinhas de 10 quilômetros para avaliar meu treinamento.
Com 1,63m de altura, 57 quilos e 4% de gordura corporal, o brasileiro José Teles pode surpreender em Pequim. Vou dar o meu melhor na China e estou me preparando para isso, finaliza o atleta.
Esporte Adaptado · 16 maio, 2008
A Corte Arbitral do esporte liberou nessa sexta-feira (16) a participação do atleta sul-africano Oscar Pistorius, amputado das duas pernas, nos Jogos Olímpicos de Pequim. Aos 21 anos, o atleta, que agora está liberado, tentará o índice para os 400 metros.
Ele é o atual recordista da modalidade na sua categoria, com 46seg56. Para garantir uma vaga em Pequim, ele terá que completar alguma seletiva dos 400 metros em 45seg55.
Para ter o direito de participar dos Jogos com atletas que não possuem deficiência, Pistorius recorreu a Core Arbitral e provou que suas próteses não dão nenhum tipo de vantagem em relação aos atletas que não usam prótese.
De acordo com agencias internacionais, se o atleta não conseguir o índice ele será convocado para participar do revezamento, já que a África do Sul irá convocar seis atletas para essa modalidade.
Maratona · 09 maio, 2008
O queniano Samuel Wanjiru, um dos representantes do Quênia na Maratona de Pequim, deve se mudar para o Japão na próxima semana. De acordo com agências internacionais, o recordista mundial de meia maratona pretende aprimorar o seu treinamento para um bom desempenho nos Jogos Olímpicos.
Porém, no mês de julho ele volta para Nairobi, no Quênia, para se juntar com a equipe de atletismo do país. Além dele, vão para a Maratona de Pequim os atletas Martin Lel, campeão da Maratona de Londres e Robert Cheruiyot, campeão da Maratona de Boston.
a equipe feminina o Quênia será representado por Catherine Ndereba, também campeã da Maratona de Boston, Martha Komu, campeã de Paris no início de abril e Salina Kosgei, que foi quarta colocada em Londres, também em abril.
Maratona · 07 maio, 2008
Essa foi a lesão que o tirou da Maratona de Turim há seis semanas atrás e, mesmo com tratamento intensivo, algumas dores ainda permaneciam, motivo pelo qual foi necessário realizar uma avaliação médica. Embora ele tivesse recuperado parcialmente, não teria condições de correr uma maratona em alta performance. Como isso poderia prejudicar a saúde dele, achamos melhor abortar a Maratona de Praga, ressalta Ricardo.
Ainda de acordo com o treinador, Vanderlei ficou muito chateado com a notícia, pois estava há muito tempo esperando a chance de defender o bronze obtido nos jogos de Atenas em 2004. Isso acontece com vários atletas e ele só poderá ir para Pequim caso aconteça algo com os outros atletas classificados, o que não é uma possibilidade remota.
Atualmente com o tempo de 2h12min53, ele está na quarta posição do ranking atrás de Franck Caldeira (2h12min32); José Teles (2h12min23) e Marílson Gomes (2h08min37), que devem ser os representantes brasileiros na China, pois o próximo domingo é a data limite para obtenção do índice. Caso ele conseguisse a vaga, disputaria sua quarta olimpíada, já que esteve presente em Atenas (2004), Sidney (2000) e Atlanta (1996).
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