Maratona · 18 mar, 2008
Mas, segundo a Federação de Atletismo da Etiópia, em entrevista dada a agência de notícia Reuters, é a federação, representante de uma nação, que determinará se Haile poderá competir ou não a maratona olímpica.
A Federação da Etiópia convocará a equipe de atletismo do país no fim de abril baseado nos critérios de qualificação, na qual leva em consideração as atuais condições e desempenhos dos atletas, revela Dube Jillo, diretor técnico da Federação de Atletismo da Etiópia.
Até a decisão do país, Haile fica sem saber se irá ou não para a maratona olímpica. O atleta apenas esboçou que ao invés de correr os 42 quilômetros, pretende participar dos 10 mil metros.
COI - O Comitê Olímpico Internacional revelou que já tomou medidas para diminuir a poluição do ar de Pequim. Se no dia da competição, o ar estiver carregado, a maratona poderá até ser transferida para outra data.
Maratona · 14 mar, 2008
De acordo com seu treinador, Dr. Henrique Vianna, por causa de uma série de compromissos com os patrocinadores, ele tentará baixar seu atual tempo (2h14min03) numa cartada só, na Maratona de Paris (França), dia seis de abril. A orientação é de fazer uma prova com tática e técnica, para caso não se sinta bem parar e buscar a marca em uma outra prova.
Atualmente Franck treina em Itatiaia (MG), a 2.400 metros de altitude, local conhecido pelo corredor. De acordo com seu treinador, Franck e outros atletas da equipe já usaram a cidade mineira como sede dos treinos e depois obteram bons resultados em diversas competições. A preocupação é que todo atleta alcança facilmente o topo, mas não permanece lá em cima por muito tempo, pois sempre tem os bajuladores, os aplausos, os falsos amigos e os compromissos ficam inevitáveis, lembra Viana que afirma ser necessário conviver com essa situação.
Correndo forte - Sobre a marca a ser alcançada por seu pupilo, o treinador lembra que nesta mesma época do ano passado, ele competiu a Maratona de Padova, na Itália e tinha como projeção correr 2h10min, mas devido à dores nas costas, precisou abandonar. Em Paris estamos confiantes que ele corra na marca de 2h11 a 2h10, enfatiza o treinador que acompanha o mineiro desde a época das disputas na categoria juvenil.
Franck atualmente ocupa a quinta colocação do ranking brasileiro de maratona, atrás de Clodoaldo Gomes (2h13min59); Vanderlei Cordeiro de Lima (2h12min53), José Teles (2h12min23) e Marílson Gomes (2h08min37). Além da forma física, o atleta natural de Sete Lagoas (MG), precisará de muita concentração e preparo psicológico, já que a janela para obtenção de índice se fecha no dia 20 de julho.
Estou vivendo uma nova fase da minha carreira e quero fazer as provas de Ironman 70.3, para no futuro competir em Ironman. Estou confiante com os meus treinamentos e com a minha adaptação ao novo objetivo, ressalta Carla. Ano passado ela venceu as seis etapas que disputou e igualou a marca de Fernanda Keller, ao acumular seis títulos do campeonato.
O Troféu Brasil é uma das minhas prioridades, uma forma de me manter veloz. É o campeonato mais forte que temos no País e a maioria das etapas acontece em Santos, cidade que adotei para viver e agora para defende, lembra a triathleta que este ano pode se igualar ao argentino Oscar Galindez e se tornar heptacampeã.
Desvalorização - De acordo com a competidora, a mudança de foco se baseia no baixo investimento da Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri) na busca por uma vaga nos jogos. Acho que o investimento que o meu País e a minha Confederação me oferecem é pequeno para tanta dedicação. Isso é realmente uma opção minha. A verba do COB e da CBTri está lá. Foi oferecida, mas eu tenho livre escolha do que quero para a minha carreira, ressalta.
Sem a pressão por uma vaga olímpica, Carla Moreno deve repetir a boa atuação do ano passado e já deu o primeiro passo, após faturar o título do Internacional de Santos com mais de seis minutos para a campineira Vanessa Gianinni.
Não mudei nada na minha preparação em relação ao Internacional e quero fazer uma prova melhor ainda. A idéia é sempre evoluir, destaca a triathleta de 31 anos de idade, que nasceu em São Carlos, mas vive em Santos desde 2004. É uma cidade maravilhosa para morar. Saio de casa e já estou na praia, para treinar. A cidade vive o esporte, completa a medalhista de prata no Pan de Winnipeg/Canadá, em 1999.
Triathlon · 11 mar, 2008
Estou vivendo uma nova fase da minha carreira e quero fazer as provas de Ironman 70.3, para no futuro competir em Ironman. Estou confiante com os meus treinamentos e com a minha adaptação ao novo objetivo, ressalta Carla. Ano passado ela venceu as seis etapas que disputou e igualou a marca de Fernanda Keller, ao acumular seis títulos do campeonato.
O Troféu Brasil é uma das minhas prioridades, uma forma de me manter veloz. É o campeonato mais forte que temos no País e a maioria das etapas acontece em Santos, cidade que adotei para viver e agora para defende, lembra a triathleta que este ano pode se igualar ao argentino Oscar Galindez e se tornar heptacampeã.
Desvalorização - De acordo com a competidora, a mudança de foco se baseia no baixo investimento da Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri) na busca por uma vaga nos jogos. Acho que o investimento que o meu País e a minha Confederação me oferecem é pequeno para tanta dedicação. Isso é realmente uma opção minha. A verba do COB e da CBTri está lá. Foi oferecida, mas eu tenho livre escolha do que quero para a minha carreira, ressalta.
Sem a pressão por uma vaga olímpica, Carla Moreno deve repetir a boa atuação do ano passado e já deu o primeiro passo, após faturar o título do Internacional de Santos com mais de seis minutos para a campineira Vanessa Gianinni.
Não mudei nada na minha preparação em relação ao Internacional e quero fazer uma prova melhor ainda. A idéia é sempre evoluir, destaca a triathleta de 31 anos de idade, que nasceu em São Carlos, mas vive em Santos desde 2004. É uma cidade maravilhosa para morar. Saio de casa e já estou na praia, para treinar. A cidade vive o esporte, completa a medalhista de prata no Pan de Winnipeg/Canadá, em 1999.
Maratona · 11 mar, 2008
O melhor tempo de Noguchi é 2h19min12, obtido em 2005 na Maratona de Berlim, enquanto a marca alcançada para se classificar para a competição chinesa foi de 2h21min47 na Maratona de Tóquio ano passado, onde ela estabeleceu o recorde do percurso. Em Pequim a atleta nipônica tentará ser a primeira mulher a conquistar dois títulos olímpicos consecutivos.
Na história da maratona olímpica feminina das três mulheres que tentaram, nenhuma conseguiu o bicampeonato. A portuguesa Rosa Mota faturou o bronze em 1984 e o outro quatro anos depois, a russa Valentina Yegorova foi ouro em 1992 e prata em Atlanta 1996 e a japonesa Yuko Arimori conquistou a prata em 1992 e o bronze em 1996.
Outra integrante da equipe do sol nascente, Reiko Tosa, obteve o índice olímpico ano passado, ao faturar o bronze no Mundial de Atletismo. Esta será sua segunda olimpíada e a melhor marca da carreira é 2h22min46, obtida em 2002 na Maratona de Londres. A terceira membra da equipe, Yurika Nakamura, faturou a Maratona de Nagoya ontem (10) com 2h25min51 e, por ter sido sua estréia na distância, seu potencial ainda é desconhecido.
Quatro anos atrás as japonesas terminaram a maratona olímpica na primeira, quinta e sétima colocações respectivamente e nas quatro últimas edições o país oriental tem obtido medalhas com suas mulheres. Já no masculino, os três representantes vão estrear em jogos olímpicos.
Atletismo · 04 mar, 2008
Os Jogos Olímpicos são marcados por histórias de superação, garra e espírito esportivo e também são recheados de histórias e simbologia. Confira um breve histórico sobre os aros, o lema, a tocha, o juramento e o hino olímpico.
Aros - Nas cores azul, amarelo, preto, verde e vermelho interligados sobre um fundo branco, este símbolo foi idealizado em 1913 pelo Barão Pierre de Coubertin e representa a união dos cinco continentes. Pelo menos uma das seis cores, incluindo a branca, está presente na bandeira de cada um dos países filiados ao Comitê Olímpico Internacional. Os aros são a principal representação gráfica dos Jogos e também são a marca do COI e do Comitê Olímpico Brasileiro (somados à bandeira nacional).
Lema - Citius, Altius, Fortius (o mais rápido; o mais alto e o mais forte em latim) é uma definição criada pelo Padre Didon, amigo do Barão Pierre de Coubertin e serve como lema do ideal olímpico.
Tocha - A tocha nasceu a partir da chama olímpica, que é acesa na cidade de Olímpia (Grécia) e foi concebida nos jogos modernos pelo alemão Carl Diem, que se baseou nos diversos significados históricos e religiosos das tochas da antigüidade para incluí-la no cerimonial olímpico. Na Antiguidade grega as tochas conduziam a chama do fogo sagrado (elemento purificador) de um altar ao outro. Cada país sede tem a liberdade de adicionar um elemento característico na tocha, o que a deixa diferente a cada edição.
Juramento - Em cada cerimônia de abertura um atleta, em nome de todos os competidores, repete os seguintes dizeres: "Em nome de todos os competidores, eu prometo participar nestes Jogos Olímpicos, respeitando e cumprindo com as normas que o regem, no verdadeiro espírito esportivo, pela glória do esporte e em honra às nossas equipes".
Hino - Em 1986 o compositor grego Spirou Sâmara fez o hino, com música de seu compatriota Cositis Palamas e o COI o adotou em 1958. Ele é executado em todas as cerimônias olímpicas oficiais.
História - A maratona é uma das mais antigas modalidades praticadas no mundo. Porém, não há um registro certo, uma data de quando o esporte começou. Diz a lenda grega, que a modalidade surgiu no sacrifício de um herói.
O grego Pheidíppides percorreu 40 quilômetros entre as cidades de Maratona e Atenas, ambas na Grécia, para levar a notícia da vitória grega sobre os persas no ano 490 a.c. Ao concluir o duro percurso, o soldado anunciou: Νενικήκαμεν (vencemos a batalha) e depois morreu.
Apesar de imprecisa, essa é a história mais romântica que ilustra a origem da maratona. Mas foi só nos Jogos Olímpicos de 1896 que a modalidade obteve reconhecimento. Na época o percurso da maratona tinha 40 quilômetros, diferente da marca atual: 42,195km.
Esse acréscimo de 2,195km aconteceu no ano de 1908, nos Jogos Olímpicos de Londres. A família real exigiu que a maratona passasse no jardim do Castelo Windsor, assim eles poderiam assistir à prova. A mudança do percurso, que já estava definido, ganhou alguns quilômetros extras e até hoje quando se disputa uma maratona, os participantes percorrem 42,195km.
Mulheres - As mulheres só foram oficialmente autorizadas a competir na Maratona Olímpica em 1984 e a prova foi vencida pela americana Joan Benoit com 2h24min52.
Brasil - Em toda a história da maratona olímpica, o Brasil só ganhou uma medalha, a de bronze. Esta foi conquistada nos jogos de 2004 na Grécia, pelo maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima.
Vanderlei protagonizou uma cena histórica das Olimpíadas. Ao liderar a prova, o brasileiro foi empurrado por um padre irlandês que entrou na pista da maratona. Mesmo assustado, o brasileiro levantou e continuou a competição, porém, os segundos que ele perdeu com a queda foram suficientes para ficar longe do ouro.
Mas, por sua força e coragem, o desempenho de Vanderlei foi reconhecido por todos e seu incidente brilhou mais que a própria vitória do italiano Stefano Baldini. Com isso Vanderlei recebeu do Comitê Olímpico Internacional (COI) a medalha de Pierre Coubertin.
O curioso é que aquela foi a segunda vez que o COI entregou a medalha de Coubertin. A primeira foi entregue nas Olimpíadas de Seul para um velejador que abandonou a prova para salvar o adversário que havia caído no mar.
Regras Básicas - Na maratona não se registra o centésimo. Os tempos devem ser convertidos ao próximo segundo inteiro maior, por exemplo, 2h08min38s03, deve se converter para 2h08min39.
Além disso, toda maratona é realizada fora do estádio, pelas ruas da cidade e o percurso não pode exceder de 0,1%, ou seja, 42 metros. A organização é obrigada colocar posto de hidratação a cada cinco quilômetros.
Federação - Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt): www.cbat.org.br.
Mais conteúdo - Para conhecer mais sobre Maratonas, não deixe de acessar nossa Seção de Vídeos/b> e procure pela série Maratonas Internacionais.
Maratona · 01 mar, 2008
História - A maratona é uma das mais antigas modalidades praticadas no mundo. Porém, não há um registro certo, uma data de quando o esporte começou. Diz a lenda grega, que a modalidade surgiu no sacrifício de um herói.
O grego Pheidíppides percorreu 40 quilômetros entre as cidades de Maratona e Atenas, ambas na Grécia, para levar a notícia da vitória grega sobre os persas no ano 490 a.c. Ao concluir o duro percurso, o soldado anunciou: Νενικήκαμεν (vencemos a batalha) e depois morreu.
Apesar de imprecisa, essa é a história mais romântica que ilustra a origem da maratona. Mas foi só nos Jogos Olímpicos de 1896 que a modalidade obteve reconhecimento. Na época o percurso da maratona tinha 40 quilômetros, diferente da marca atual: 42,195km.
Esse acréscimo de 2,195km aconteceu no ano de 1908, nos Jogos Olímpicos de Londres. A família real exigiu que a maratona passasse no jardim do Castelo Windsor, assim eles poderiam assistir à prova. A mudança do percurso, que já estava definido, ganhou alguns quilômetros extras e até hoje quando se disputa uma maratona, os participantes percorrem 42,195km.
Mulheres - As mulheres só foram oficialmente autorizadas a competir na Maratona Olímpica em 1984 e a prova foi vencida pela americana Joan Benoit com 2h24min52.
Brasil - Em toda a história da maratona olímpica, o Brasil só ganhou uma medalha, a de bronze. Esta foi conquistada nos jogos de 2004 na Grécia, pelo maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima.
Vanderlei protagonizou uma cena histórica das Olimpíadas. Ao liderar a prova, o brasileiro foi empurrado por um padre irlandês que entrou na pista da maratona. Mesmo assustado, o brasileiro levantou e continuou a competição, porém, os segundos que ele perdeu com a queda foram suficientes para ficar longe do ouro.
Mas, por sua força e coragem, o desempenho de Vanderlei foi reconhecido por todos e seu incidente brilhou mais que a própria vitória do italiano Stefano Baldini. Com isso Vanderlei recebeu do Comitê Olímpico Internacional (COI) a medalha de Pierre Coubertin.
O curioso é que aquela foi a segunda vez que o COI entregou a medalha de Coubertin. A primeira foi entregue nas Olimpíadas de Seul para um velejador que abandonou a prova para salvar o adversário que havia caído no mar.
Regras Básicas - Na maratona não se registra o centésimo. Os tempos devem ser convertidos ao próximo segundo inteiro maior, por exemplo, 2h08min38s03, deve se converter para 2h08min39.
Além disso, toda maratona é realizada fora do estádio, pelas ruas da cidade e o percurso não pode exceder de 0,1%, ou seja, 42 metros. A organização é obrigada colocar posto de hidratação a cada cinco quilômetros.
Federação - Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt): www.cbat.org.br.
Mais conteúdo - Para conhecer mais sobre Maratonas, não deixe de acessar nossa Seção de Vídeos/b> e procure pela série Maratonas Internacionais.
Corrida de Obstáculos · 01 mar, 2008
História - A história da marcha atlética está diretamente ligada com a caminhada. Entre os séculos 17 e 19 era comum observar competições de caminhada onde os participantes teriam que percorrer de um ponto a outro, muitas vezes num determinado tempo.
Foi só nos Jogos Olímpicos de 1908 em Londres, que a modalidade se tornou oficial, mas não com as distâncias atuais. Nessa Olimpíada os vencedores foram o húngaro Gyorgy Sztantics e o americano George Bonhag, nos 1.500 e 3.000 metros, respectivamente.
Após essa competição, muita discussão acercou a modalidade, o que ocasionou o cancelamento da prova nas Olimpíadas. Essa só voltou em Amsterdã no ano de 1928. Os 50 quilômetros para homens foram oficialmente instituídos nos Jogos Olímpicos de Verão de 1932, em Los Angeles, Estados Unidos, enquanto os 20 quilômetros entraram nos Jogos Olímpicos de Verão de 1956 em Melbourne, na Austrália.
A prova feminina possui apenas a distância de 20 quilômetros e passou a integrar o programa olímpico apenas em Sidney 2000 (Austrália).
Recordes - O recorde mundial nos 50 quilômetros marcha atlética pertence ao austríaco Nathan Deakes, com 3h35min47. Já nos 20 quilômetros quem ostenta a melhor marco do mundo é o russo Vladimir Kanaykin (1h17min16). No feminino o recorde é da russa Olimpiada Ivanova 1h24min50.
A marcha atlética, assim como a caminhada, é uma progressão efetuada passo a passo e de contato ininterrupto com o solo. Mas esse movimento não é feito de qualquer jeito. Confira algumas regras da Associação Internacional das Federações de Atletismo (Iaaf):
Por isso o marchador deve ser hábil e para não ser desclassificado durante a prova, precisa ser atencioso. De acordo com a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), o marchador tem que aperfeiçoar os sentidos, já que deve permanecer durante todo o percurso em contato com o chão.
De acordo com as regras, os árbitros têm que avisar aos atletas que por sua forma de marchar correm o risco de cometer alguma falta, sinalizando com placas amarelas com o símbolo de uma possivel infração. No julgamento, quando um atleta comete infração é anotado no quadro de advertências um cartão vermelho correspondente a infração cometida. Quando três juizes diferentes mostram os cartões vermelhos a um atleta, o juiz chefe procede a desqualificação do mesmo.
Federação - Confederação Brasileira de Atletismo (Cbat): www.cbat.org.br
Triathlon · 01 mar, 2008
História - O triathlon é uma modalidade recente. De acordo com a Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri), esse esporte surgiu em 1974 nos Estados Unidos.
Um clube de atletismo resolveu inovar e colocar treinos de natação e ciclismo nas planilhas de férias dos seus atletas. Com isso os treinadores acreditavam que seus atletas descansariam do atletismo. Mas, para saberem se eles haviam feito a planilha, após as férias, os treinadores realizavam provas com as três modalidades.
Segundo a história, durante esses testes os atletas teriam que nadar 500 metros, depois pedalar 12 quilômetros e por fim correr cinco. Todos os atletas adoraram o treino e pediram mais. Assim, a cada novo teste, ou melhor, desafio, o número de participantes aumentava.
Há também uma outra história sobre a modalidade que diz que a primeira vez que esse tipo de esporte foi visto pelo mundo foi no Havaí, na versão Ironman. Um grupo de sócios de um clube havaiano, Waikiki Swin Club, teve que cumprir um desafio proposto pelo comandante John Collis para saber qual homem seria capaz de vencer as três provas: 3,5 quilômetros natação, 180 bike e 42,195 de corrida. Na época largaram 15 homens e três terminaram a prova.
Surgiu então o Triathlon que já passou por várias modificações até chegar à forma olímpica atual (1,5 quilômetro de natação, 40 de bike e 10 de corrida). Esta foi idealizada em 1982 para ser apresentada como esporte de demonstração nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984. O triathlon virou esporte oficial das Olimpíadas em 2000, 16 anos depois de sua demonstração.
Brasil Por ser um esporte novo, o triathlon foi realizado apenas nos jogos de 2000, 2004 e 2008 e o Brasil ainda não conquistou nenhuma medalha na modalidade.
Só é considerada uma competição de triathlon aquela que tiver as três modalidades: natação, ciclismo e corrida sempre nessa ordem. Nos Jogos Pan-americanos, assim como nas Olimpíadas, a distância oficial, chamada de olímpica, deve ter 1,5 quilômetro de natação, 40 de bike e 10 de corrida.
No trecho de natação os participantes podem nadar do jeito que bem entenderem, desde que não usem objetos que favoreçam seu desempenho. Todos devem usar touca e a roupa de neoprene só é permitida, ou melhor, obrigatória, quando a temperatura da água estiver abaixo de 14ºC.
Na etapa de ciclismo há diversas especificações da bicicleta, como por exemplo, possuírem os dois pneus do mesmo tamanho. Já na corrida, o competidor não pode correr com seu torso nu. Além disso, touca e óculos de natação não são permitidos nessa etapa, esses devem ficar na aérea de transição.
A transição é um espaço onde os atletas realizam a troca das modalidades. Lá eles guardam suas bicicletas, tênis e outros equipamentos para prosseguir na competição.
Federação - Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri): www.cbtri.org.br
Maratona · 19 fev, 2008
Telles deveria ter competido a Copa Brasil de Cross Country, competição disputada no Rio de Janeiro no último domingo (17), mas devido à um acidente doméstico teve que desistir, fato que não deve afetar a programação do atleta. Ele sentiu umas dores na virilha, mas já está recuperado e competirá a Meia de São Paulo dia nove de março, explica seu treinador Cláudio Castilho.
Logo após a prova ele já embarca para Paipa, na Colômbia, para participar de um camping de treinamento em altitude e depois volta para o Brasil antes de viajar para Roterdã. Cláudio afirma que a escolha da prova se deu pelo fato de ter um bom nível técnico, além de possuir os pacemakers, corredores que ditam diferentes ritmos durante a corrida. Não dá para estabelecer uma marca segura, mas o que tentamos buscar é próximo das 2h11. Caso ele confirme a participação nos Jogos, vai disputar a prova sob condições atípicas, então precisa baixar bem a marca e a grande meta do ano é correr em 2h10.
Concorrentes - Telles não terá vida fácil até sair a lista de convocação para Pequim, já que há pelo menos mais quatro atletas na briga direta pela vaga remanescente. Estamos estudando todos os atletas que tem índice A para minimizar qualquer surpresa. Os adversários mais diretos são o Vanderlei Cordeiro (2h12min53), o Franck Caldeira (2h14min03), que pode surpreender e também o Clodoaudo Gomes (2h13min59), ressalta o treinador.
Ele acredita que a maioria dos atletas deve participar da prova de Roterdã, mas alguns podem escolher outras competições. Existem somente mais duas provas de nível técnico muito bom, que seria Londres ou então Hamburgo. Londres é muito difícil entrar, pois o field deles é de atletas sub 2h09; 2h08 e Hamburgo será no final de abril e não sei se alguém vai querer correr sob pressão, sabendo dos tempos dos concorrentes. De acordo com as regras da Confederação Brasileira de Atletismo, o limite para obtenção de índice é até o dia 11 de maio.
Ainda de acordo com o treinador, provavelmente a grande disputa para saber quem vai representar o Brasil nesta edição dos Jogos Olímpicos acontecerá mesmo na Maratona de Roterdã ou na de Paris, que será no dia seis de abril. Os Jogos Olímpicos de Pequim serão realizados do dia oito ao dia 24 de agosto.
Outros · 16 fev, 2008
A primeira edição dos Jogos Olímpicos aconteceu no ano de 1896 em Atenas, Grécia, mas o Brasil participou apenas na competição de 1920, na cidade belga de Antuérpia, após convite do Comitê Olímpico Internacional. Ao todo foram três medalhas conquistadas, com muito esforço, superação e empecilhos que começaram desde a viagem de ida.
Apesar de já criado, o Comitê Olímpico Brasileiro ainda não atuava devido à Segunda Guerra Mundial, então coube à Confederação Brasileira dos Desportos (CBD) selecionar 21 competidores que viajaram a bordo do navio Curvello, cedido pelo Governo Federal. Nesta edição dos jogos pela primeira vez foi hasteada a bandeira olímpica e também aconteceu a estréia do juramento dos atletas.
Na ocasião em que o navio aportou na Ilha da Madeira o comandante se deu conta que só conseguiria chegar a Bélgica em cinco de agosto, sendo que as competições começariam no dia 22 de julho. Apesar da preocupação dos atletas, a Embaixada brasileira em Portugal concedeu recursos para que a delegação viajasse de trem até e chegasse a tempo.
Como a equipe brasileira de tiro não tinha armas para participar das provas, os americanos emprestaram seu equipamento e curiosamente os canarinhos venceram os atletas da terra do Tio Sam. Na prova coletiva o Brasil faturou a medalha de bronze na pistola livre, Afrânio Costa levou a prata na pista livre 50m e o tenente Guilherme Paraense ficou com o ouro no tiro rápido. A delegação nacional participou ainda das competições de natação; remo e pólo aquático e saltos ornamentais.
Alimentação · 17 jun, 2026
Saúde · 17 jun, 2026
Atletismo · 17 jun, 2026