Olimpíadas

Quênia define equipe de maratona para Pequim

Maratona · 24 abr, 2008

A equipe de maratona do Quênia, que irá para os Jogos Olímpicos de Pequim, foi anunciada nessa última quarta-feira (23). Ao todo a federação queniana poderá levar três maratonistas homens e três mulheres.

No time masculino, o Quênia contará com Martin Lel, tricampeão da Maratona de Londres; Robert Cheruiyot, tetracampeão da Maratona de Boston e o jovem Sammy Wanjiru, 21 anos, atual recordista mundial de meia maratona.

No feminino a principal estrela é Catherine Ndereba. Ela também já venceu a Maratona de Boston por quatro vezes. As outras duas participantes são Martha Komu, campeã de Paris no início de abril e Salina Kosgei, que foi quarta colocada em Londres, também no início do mês.

Na lista de reserves estão Wilson Kipsng, vencedor de Roterdã, Luke Kibet, campeão mundial pela IAAF e Rita Jeptoo, terceira colocada de Boston na última segunda-feira.

Estádio Nacional de Pequim é inaugurado na China

Atletismo · 18 abr, 2008

O Estádio Nacional de Pequim, conhecido como o Ninho, foi inaugurado nessa sexta-feira (18) com a competição de marcha atlética na China. A prova, composta por 20 quilômetros, teve como vencedor o australiano Jared Tallent.

O segundo lugar foi para o jovem chinês Wang Hao, de 18 anos. Já o bronze ficou com o mexicano Eder Sánchez. De acordo com as pessoas presentes no local, o estádio ainda precisa de alguns retoques, mas sua parte estrutural está completa.

O Ninho abrigará a festa de abertura e as provas de atletismo. O estádio começou a ser construído em 2003. Ele foi projetado para ter capacidade para reunir 91 mil pessoas durante os Jogos Olímpicos. Depois esse número cai para 80 mil.

Juraci Moreira corre atrás de vaga olímpica no sábado

Triathlon · 17 abr, 2008

O triathleta brasileiro Juraci Moreira irá participar no sábado (19) do Pan-Americano de Triathlon, em Mazatlan, no México. A prova será feita com o objetivo de ganhar pontos no ranking da modalidade e conseqüentemente representar o Brasil nas Olimpíadas de Pequim.

Por causa de uma lesão na panturrilha esquerda, Juraci Moreira teve desempenho prejudicado nas duas primeiras etapas da Copa do Mundo, por isso, segundo o triathleta, agra ele irá correr atrás do prejuízo. “Tenho consciência que agora é tudo ou nada. A prova do México é super importante e tenho de pontuar bem”, conta o brasileiro que foi bronze no Pan do Rio, em 2007.

O curioso é que antes do Pan-americano, Juraci também foi acometido por lesão. “Lembrei muito da minha preparação para o Pan do Rio, no ano passado, quando estava lesionado no tendão de Aquiles e fiz vários treinos antes do Pan, correndo na piscina e em esteira, e deu certo. Consegui correr super bem no dia da prova, garanti o bronze e foi essa lembrança que me motivou essa semana”, lembra.

Até as olimpíadas, o triathleta ainda participa da Copa do Mundo da África do Sul e Espanha e do Mundial no Canadá. “Estou bem motivado e confiante na recuperação e estou indo com o pensamento na vitória. Serão 400 pontos no ranking olímpico, o que me colocará dentro dos classificados para a Olimpíada”.

EUA: seletiva olímpica acontece um dia antes de Boston

A seletiva olímpica norte-americana para a maratona de Pequim acontece no próximo domingo (20) em Boston, nos Estados Unidos. A competição será realizada apenas para atletas de elite pré-qualificadas, um dia antes da tradicional Maratona de Boston, que este ano completa 112 anos.

Como na seletiva masculina, realizada um dia antes da Maratona de Nova York no final de 2007, a qualificatória feminina também usará o apoio e estrutura de um grande evento. Porém, o percurso não será o mesmo da Maratona de Boston. A organização irá utilizar apenas o local de chegada da maratona, que também será o local de largada da seletiva.

De acordo com os organizadores, o percurso da seletiva será feito pelas ruas do centro da cidade. A atleta com melhor tempo, que participará da competição, é Deena Kastor. Sua melhor marca na modalidade é de 2h19min26, recorde norte-americano de maratona.

As três primeiras mulheres da seletiva olímpica irão representar os Estados Unidos na maratona de Pequim.

Equipe masculina - A seletiva masculina norte-americana aconteceu no dia três de novembro de 2007, em Nova York. Os primeiros colocados e convocados para os Jogos Olímpicos foram: Ryan Hall, Dathan Ritzenhein e Brian Sell.

Durante a competição um fato trágico marcou a seletiva. Um dos atletas, Ryan Shay, de 28 anos, morreu subitamente no quilômetro oito da competição. Depois de autopsia, foi revelado que ele tinha uma doença pré-existente.


EUA: seletiva olímpica acontece um dia antes de Boston

Maratona · 17 abr, 2008

A seletiva olímpica norte-americana para a maratona de Pequim acontece no próximo domingo (20) em Boston, nos Estados Unidos. A competição será realizada apenas para atletas de elite pré-qualificadas, um dia antes da tradicional Maratona de Boston, que este ano completa 112 anos.

Como na seletiva masculina, realizada um dia antes da Maratona de Nova York no final de 2007, a qualificatória feminina também usará o apoio e estrutura de um grande evento. Porém, o percurso não será o mesmo da Maratona de Boston. A organização irá utilizar apenas o local de chegada da maratona, que também será o local de largada da seletiva.

De acordo com os organizadores, o percurso da seletiva será feito pelas ruas do centro da cidade. A atleta com melhor tempo, que participará da competição, é Deena Kastor. Sua melhor marca na modalidade é de 2h19min26, recorde norte-americano de maratona.

As três primeiras mulheres da seletiva olímpica irão representar os Estados Unidos na maratona de Pequim.

Equipe masculina - A seletiva masculina norte-americana aconteceu no dia três de novembro de 2007, em Nova York. Os primeiros colocados e convocados para os Jogos Olímpicos foram: Ryan Hall, Dathan Ritzenhein e Brian Sell.

Durante a competição um fato trágico marcou a seletiva. Um dos atletas, Ryan Shay, de 28 anos, morreu subitamente no quilômetro oito da competição. Depois de autopsia, foi revelado que ele tinha uma doença pré-existente.

Jovem triathleta participa do Olympic Youth Camp

Atualizado em 22/04/2008 às 15h42

A jovem triathleta brasileira Luca Gleser foi uma das escolhidas para participar do Olympic Youth Camp, programa de intercâmbio esportivo e cultural, que possibilitará a oportunidade de acompanhar de perto os Jogos Olímpicos. O Comitê Olímpico Internacional (COB) recebeu indicações das Confederações Olímpicas Brasileiras e escolheu Luca com base em seu currículo esportivo.

A paranaense de 18 anos começou a praticar a modalidade aos oito anos e atualmente mora em Vila Velha (ES) com mais seis atletas no Centro Nacional de Treinamento da Confederação Brasileira de Triathlon. Entre os principais resultados até agora na carreira, ela tem o terceiro lugar no Campeonato Pan americano Junior, no México, e o 44º no Mundial Junior, em Lausanne, na Suíça.

"Essa é uma experiência que só vai me abrir portas e nem acreditei quando recebi a noticia. Vou aproveitar cada momento”, comenta Luca. “É um sonho ver os melhores atletas do mundo competindo e observar os bons exemplos. Essa oportunidade só fez crescer meu amor ao esporte”, completa a triathleta que terá a oportunidade de conhecer a vila olímpica e também receberá o uniforme da delegação.

Luca estará acompanhado de outro brasileiro, o velejador Alexandre Alencastro, de 16 anos. “Ver de perto o maior evento esportivo do mundo é o tudo que o jovem atleta almeja. Em Pequim eles estarão vivenciando e sentindo todo o clima dos Jogos Olímpicos, o que traz muita motivação para seguirem crescendo no esporte”, enfatiza José Roberto Perillier, Gerente Geral do Departamento Técnico do COB. “Espero que a carreira deles decole de vez depois dessa experiência".

A primeira edição do Youth Camp Program aconteceu nos Jogos Olímpicos de Estocolmo em 1912 e, desde a edição de Roma em 1960, até hoje, vêm proporcionando um importante intercâmbio cultural entre os atletas. Na edição de 2004 dos jogos, os brasileiros indicados ao programa foram o ginasta Diego Hypolito e a atleta do nado sincronizado Caroline Hildebrandt.


Jovem triathleta participa do Olympic Youth Camp

Triathlon · 16 abr, 2008

Atualizado em 22/04/2008 às 15h42

A jovem triathleta brasileira Luca Gleser foi uma das escolhidas para participar do Olympic Youth Camp, programa de intercâmbio esportivo e cultural, que possibilitará a oportunidade de acompanhar de perto os Jogos Olímpicos. O Comitê Olímpico Internacional (COB) recebeu indicações das Confederações Olímpicas Brasileiras e escolheu Luca com base em seu currículo esportivo.

A paranaense de 18 anos começou a praticar a modalidade aos oito anos e atualmente mora em Vila Velha (ES) com mais seis atletas no Centro Nacional de Treinamento da Confederação Brasileira de Triathlon. Entre os principais resultados até agora na carreira, ela tem o terceiro lugar no Campeonato Pan americano Junior, no México, e o 44º no Mundial Junior, em Lausanne, na Suíça.

"Essa é uma experiência que só vai me abrir portas e nem acreditei quando recebi a noticia. Vou aproveitar cada momento”, comenta Luca. “É um sonho ver os melhores atletas do mundo competindo e observar os bons exemplos. Essa oportunidade só fez crescer meu amor ao esporte”, completa a triathleta que terá a oportunidade de conhecer a vila olímpica e também receberá o uniforme da delegação.

Luca estará acompanhado de outro brasileiro, o velejador Alexandre Alencastro, de 16 anos. “Ver de perto o maior evento esportivo do mundo é o tudo que o jovem atleta almeja. Em Pequim eles estarão vivenciando e sentindo todo o clima dos Jogos Olímpicos, o que traz muita motivação para seguirem crescendo no esporte”, enfatiza José Roberto Perillier, Gerente Geral do Departamento Técnico do COB. “Espero que a carreira deles decole de vez depois dessa experiência".

A primeira edição do Youth Camp Program aconteceu nos Jogos Olímpicos de Estocolmo em 1912 e, desde a edição de Roma em 1960, até hoje, vêm proporcionando um importante intercâmbio cultural entre os atletas. Na edição de 2004 dos jogos, os brasileiros indicados ao programa foram o ginasta Diego Hypolito e a atleta do nado sincronizado Caroline Hildebrandt.

Teles não consegue melhorar marca para Pequim, mas ainda tem chances

Maratona · 13 abr, 2008

A Maratona de Roterdã foi realizada nesse domingo (13) na Holanda e o Brasil foi representado por José Teles. O maratonista participou da prova para baixar o seu tempo na modalidade a assim garantir umas das três vagas para os Jogos Olímpicos de Pequim.

Apesar de chegar na posição número 12 da prova, Teles fez o tempo de 2h13min09, marca mais alta que o seu melhor tempo em maratona, 2h12min23. Mesmo assim Teles continua com a segunda vaga olímpica atrás apenas de Marílson, que possui 2h08min37.

A terceira e última vaga para Pequim por enquanto está com Franck Caldeira (2h12min32). Os brasileiros têm até o dia 11 de maio para buscarem tempos e então poder representar o Brasil em Pequim.

Campeão - O queniano William Kipsang foi o campeão da prova holandesa no tempo de 2h05min50, quinta melhor marca dde maratona do ano. A segunda e terceira posição ficou respectivamente com os quenianos Daniel Rono e Charles Kamathi.

18 brasileiros pretendem correr do Brasil a China em 60 dias

Um grupo de corredores brasileiros divulgou nessa última sexta-feira (4) que irá correr do Brasil até a China em 60 dias. O projeto “Brazil Running to Beijing”, idelizado por Mica Costa Grande, pretende representar o país e chegar na sede das Olimpíadas no dia primeiro de agosto, perto do início dos Jogos Olímpicos de Pequim, marcado para o dia oito de agosto.

Para isso 18 atletas vão se revezar todos os dias para percorrerem cerca de 18 mil quilômetros no total. Um dos integrantes do grupo, que ainda está em formação, é o ultramaratonista Carlos Dias. Acostumado com aventuras, Carlos que atravessou o Brasil no ano passado, ao correr do Oiapoque ao Chuí, afirmou que é possível completar o novo desfio.

Para isso eles irão contar com uma equipe de apoio para dar suporte aos 18 atletas com ônibus, equipe médica, motorhome entre outros. O grupo pretende correr pelo menos 350 quilômetros por dia, além de passar por 11 capitais: Lisboa (Portugal), Madrid (Espanha), Paris (França), Amsterdã (Holanda), Berlim (Alemanha), Varsóvia (Polônia), Minsk (Bielorrússia), Moscou (Rússia), Astana (Cazaquistão) e por fim Pequim (China).

Segundo Carlos Dias, a largada inicial será em Brasília, a princípio, no dia primeiro de junho. De lá eles correm cerca de 1.500 quilômetros até Salvador. Depois pegam um avião até Lisboa e seguem correndo até o destino final, Pequim.


18 brasileiros pretendem correr do Brasil a China em 60 dias

Ultra Maratona · 07 abr, 2008

Um grupo de corredores brasileiros divulgou nessa última sexta-feira (4) que irá correr do Brasil até a China em 60 dias. O projeto “Brazil Running to Beijing”, idelizado por Mica Costa Grande, pretende representar o país e chegar na sede das Olimpíadas no dia primeiro de agosto, perto do início dos Jogos Olímpicos de Pequim, marcado para o dia oito de agosto.

Para isso 18 atletas vão se revezar todos os dias para percorrerem cerca de 18 mil quilômetros no total. Um dos integrantes do grupo, que ainda está em formação, é o ultramaratonista Carlos Dias. Acostumado com aventuras, Carlos que atravessou o Brasil no ano passado, ao correr do Oiapoque ao Chuí, afirmou que é possível completar o novo desfio.

Para isso eles irão contar com uma equipe de apoio para dar suporte aos 18 atletas com ônibus, equipe médica, motorhome entre outros. O grupo pretende correr pelo menos 350 quilômetros por dia, além de passar por 11 capitais: Lisboa (Portugal), Madrid (Espanha), Paris (França), Amsterdã (Holanda), Berlim (Alemanha), Varsóvia (Polônia), Minsk (Bielorrússia), Moscou (Rússia), Astana (Cazaquistão) e por fim Pequim (China).

Segundo Carlos Dias, a largada inicial será em Brasília, a princípio, no dia primeiro de junho. De lá eles correm cerca de 1.500 quilômetros até Salvador. Depois pegam um avião até Lisboa e seguem correndo até o destino final, Pequim.

Sirlene Pinho busca índice olímpico em Turim

A maratonista brasileira Sirlene Pinho, medalha de bronze nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro ano passado, tentará o índice olímpico na Maratona de Turim (Itália) no dia 13 abril. Esta será sua quinta maratona, segunda no exterior, e as expectativas são boas para a obtenção do índice A.

“Estou treinando bem e quero completar a prova em duas horas e 35 minutos. Acredito que com essa marca eu garanta a minha participação em Pequim”, afirma a atleta, que não esconde a ansiedade pela disputa. “Não vejo a hora de correr e bem. Meu pensamento está todo na vaga agora na Itália. Depois disso, o foco será a Olimpíada”, completa.

Atualmente ela ostenta 2h39min08, obtidos em Buenos Aires (Argentina), mesmo tempo de sua compatriota Marizete Moreira, que marcou o índice em Roma ano passado. Para carimbar a vaga, ela precisa correr abaixo de 2h37min, marca determinada pela Iaaf.

“Estou confiante, determinada. Fiz uma cirurgia no ovário. Estava com um problema que me atrapalhava muito, meus hormônios estavam desregulados. Fiquei 15 dias parada, já voltei muito bem e senti a melhora”, conta a corredora, agora orientada pelo técnico Ricardo D’Angelo, o mesmo de Vanderlei Cordeiro de Lima. Após a prova italiana, ela disputará os 10 km Tribuna FM no dia 18 de maio, em Santos (SP).

“Essa é uma prova especial para mim, por ser em casa, na cidade que eu amo e onde posso correr perto da minha filha, (Beatriz). Quero chegar, pelo menos, entre as cinco primeiras. É uma corrida muito forte e para mim, a melhor”, afirma a corredora.


Sirlene Pinho busca índice olímpico em Turim

Maratona · 25 mar, 2008

A maratonista brasileira Sirlene Pinho, medalha de bronze nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro ano passado, tentará o índice olímpico na Maratona de Turim (Itália) no dia 13 abril. Esta será sua quinta maratona, segunda no exterior, e as expectativas são boas para a obtenção do índice A.

“Estou treinando bem e quero completar a prova em duas horas e 35 minutos. Acredito que com essa marca eu garanta a minha participação em Pequim”, afirma a atleta, que não esconde a ansiedade pela disputa. “Não vejo a hora de correr e bem. Meu pensamento está todo na vaga agora na Itália. Depois disso, o foco será a Olimpíada”, completa.

Atualmente ela ostenta 2h39min08, obtidos em Buenos Aires (Argentina), mesmo tempo de sua compatriota Marizete Moreira, que marcou o índice em Roma ano passado. Para carimbar a vaga, ela precisa correr abaixo de 2h37min, marca determinada pela Iaaf.

“Estou confiante, determinada. Fiz uma cirurgia no ovário. Estava com um problema que me atrapalhava muito, meus hormônios estavam desregulados. Fiquei 15 dias parada, já voltei muito bem e senti a melhora”, conta a corredora, agora orientada pelo técnico Ricardo D’Angelo, o mesmo de Vanderlei Cordeiro de Lima. Após a prova italiana, ela disputará os 10 km Tribuna FM no dia 18 de maio, em Santos (SP).

“Essa é uma prova especial para mim, por ser em casa, na cidade que eu amo e onde posso correr perto da minha filha, (Beatriz). Quero chegar, pelo menos, entre as cinco primeiras. É uma corrida muito forte e para mim, a melhor”, afirma a corredora.

Tocha olímpica é acesa na Grécia sob protestos

Atletismo · 24 mar, 2008

A tocha olímpica dos Jogos de Pequim foi acesa nessa segunda-feira (24) em Olímpia, Grécia, sob protestos. Manifestantes invadiram o local da cerimônia para protestarem a favor dos direitos humanos da China, mas o policiamento local controlou rapidamente a manifestação.

Um dos principais símbolos das olimpíadas irá passar por 21 países e encerra sua jornada no dia oito de agosto na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Pequim, na China. A tocha também passará numa cidade da América do Sul, Buenos Aires, Argentina, no dia 11 de abril.

Quem ascendeu a tocha nessa manhã, com a radiação solar num espelho côncavo, foi a atriz Maria Nafpliotou. Já a primeira pessoa a carregar o símbolo olímpico foi o grego medalha de prata no taekwondo, Alexandros Nikolaidis.

Saiba mais sobre a medalha e o mascote olímpico

Atletismo · 19 mar, 2008

Dois elementos tradicionais em todos os jogos olímpicos são a mascote e, como não poderia deixar de ser, as medalhas que premiarão os atletas após as competições. Conheça um pouco mais sobre a simbologia que a mascote representa e as especificações de uma medalha.

A primeira vez que uma mascote olímpica foi adotada foi na edição de 1968 dos jogos de inverno, em Genoble (França) e desde então ficou popularmente conhecida como a alegria e a festa que representam os jogos. Cada edição pode ter mais de uma mascote, que servem como embaixadoras e mensageiras da amizade, além de personificar a cultura e a fauna do país sede da competição.

Já as medalhas olímpicas devem ter pelo menos 60 milímetros de diâmetro e três de espessura, sendo que a dourada deve conter, obrigatoriamente, pelo menos seis gramas de ouro puro.