Atletismo · 05 out, 2002
Os dirigentes e técnicos das principais equipes do atletismo nacional tomam atitudes visando coibir o doping entre seus atletas. Começando pelo técnico de atletismo Carlos Alberto Cavalheiro, treinador do atleta Ramiro Nogueira Filho, que foi suspenso por ser sido constatado doping, quando participou das Dez Milhas Garoto, no último mês de agosto.
Todos os atletas do nosso grupo terão que assinar uma declaração informando que não fazem uso de nenhuma substância proibida, isentando caso isto ocorra, a comissão técnica e os profissionais envolvidos em sua preparação. Aqueles que se recusarem a assinar não farão parte mais do nosso grupo. declarou, Cavalheiro, um dos mais respeitados profissionais mundiais do atletismo e que condena veêmente a prática de doping.
Já, o técnico Ricardo DAngelo, da equipe BM&F Pão de Açúcar fará contato com a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAT), oferecendo todos os atletas da equipe para fazerem testes anti-doping nas próximas 24 ou 48 horas, o que mostra o forte compromisso dos dirigentes e da comissão técnica da equipe a mais importante do Brasil com a ética esportiva.
Corridas de Rua · 03 out, 2002
A Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF), informou hoje a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), sobre mais dois casos de doping comprovados em atletas brasileiros. Foram encontradas substâncias proibidas nos exames dos atletas Luciene Soares de Deus e Ramiro Nogueira Filho, ambos do Vasco da Gama, do Rio de Janeiro.
Segundo a entidade internacional, o laboratório credenciado pela IAAF em Montreal, no Canadá, identificou, na amostra de urina A da atleta Luciene Soares de Deus, coletada no dia 1 de setembro de 2002, em Vitória, ES, durante a prova 13ª edição das 10 Milhas Garoto, a presença da substância proibida Norandrosterona.
Já o laboratório credenciado pela IAAF em Paris, na França, comunicou a esta entidade que identificou, na amostra de urina A do atleta Ramiro Nogueira Filho, coletada no dia 1 de setembro de 2002, na cidade de Vitória, ES, durante a mesma competição a presença da substância proibida EPO (Eritropoetina) Recombinante. A coleta da amostra de urina do atleta foi acompanhada da respectiva coleta de sangue para análise, exigência das normas da IAAF para resultados positivos com a substância EPO.
Em conformidade com o disposto nas normas da IAAF, o atleta foi provisoriamente suspenso de participar de competições de Atletismo, a contar de 25 de setembro de 2002, e a CBAt solicitou que o mesmo apresente uma explicação sobre o assunto, podendo pedir o exame da amostra B de sua urina.
Atletismo · 20 ago, 2002
A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) realizou a primeira reunião de sua Comissão Antidoping, ontem (dia 19), em São Paulo, na sede da Federação Paulista de Atletismo. Neste reunião, ficou decidido que será feita uma sindicância, presidida por José Antonio Martins Fernandes, presidente da Federação Paulista de Atletismo e membro da Comissão Antidoping, para analisar o caso da corredora Eliane Luanda Cardoso Pereira, cujo exame antidoping deu positivo para o anabolizante stanozolol.
O presidente da CBAt, Roberto Gesta de Melo, ao instalar a Comissão, lembrou que a Confederação realizou 79 controles de doping em 2001. Este ano, chegaremos a 100 controles, a metade desles fora de competição, e em 30 deles com teste também de sangue (para verificação de EPO), explicou Gesta.
A Comissão também sugeriu a confecção de uma cartilha de esclarecimento aos atletas sobre doping. Trata-se não apenas de indicações de procedimentos médicos, mas também de orientação para uma postura ética, da parte de todos, afirmou o médico Eduardo Henrique De Rose, membro da Comissão Antidoping da CBAt.
Também membro das Comissões Médicas da Associação Internacional de Atletismo (IAAF) e do Comitê Olímpico Internacional (COI), De Rose, o advogado Thomaz Mattos de Paiva, presidente da Comissão, e os demais membros da Comissão sugeriram a realização de palestras sobre o assunto durante os eventos atléticos nacionais e estaduais.
De Rose lembrou que 85 % dos controles de doping realizados em todo o mundo são feitos pela IAAF e pelas entidades dirigentes do atletismo. No Brasil, segundo De Rose, depois do futebol, a entidade que mais realiza controles rir a criação de doping no Brasil é a CBAt, explicou.
A Comissão também decidiu suge de um tribunal que seria responsável pelo julgamento de todos os casos de doping no esporte brasileiro.
A luta contra o doping tem que ser diária e o atletismo brasileiro faz isto, disse Thomaz Mattos de Paiva.
Atletismo · 12 ago, 2002
A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) reunirá a sua Comissão Antidoping no dia 19 (segunda-feira) deste mês de agosto, às 15 horas, na sede da Federação Paulista de Atletismo, em São Paulo.
A Comissão reúne especialistas como o advogado Thomaz Mattos de Paiva e o médico Eduardo Henrique De Rose e irá tratar do caso da atleta Eliane Luanda Cardoso Pereira e de outros assuntos relativos ao combate ao doping no Brasil.
A meio-fundista Eliane Luanda Cardoso Pereira deu positivo em controle de doping realizado nos Jogos Sul-Americanos, no dia 3 deste mês, quando a atleta venceu os 1.500m. O torneio de atletismo correspondeu ao Campeonato Sul-Americano de Juvenis e foi disputado em Belém, entre os dias 1 e 3 deste mês.
O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) anunciou o resultado neste domingo, dia 11, e a CBAt, seguindo as regras da Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF), suspendeu a atleta de competições no país e no exterior. Agora, o caso da atleta será julgado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva, da CBAt.
O presidente da CBAt, Roberto Gesta de Melo, ao anunciar nesta segunda-feira, dia 12, a reunião da Comissão, lembrou que a luta contra o doping "é uma missão permanente das confederações desportivas". Gesta disse que os nomes que compõem esta Comissão da CBAt são a garantia de que "a luta contra o doping no Brasil está em boas mãos".
O advogado mineiro Thomaz Mattos de Paiva, diretor jurídico da CBAt, é o presidente da Comissão. O médico gaúcho Eduardo Henrique De Rose, membro das Comissões Médicas da IAAF e do Comitê Olímpico Internacional, também integra a Comissão.
Os demais membros são o dirigente paulista José Antonio Martins Fernandes, presidente da Federação Paulista de Atletismo; o treinador paulista Ricardo DÂngelo, da BM&F Atletismo; e o meio-fundista baiano Edgar de Oliveira, atleta do São Raimundo (AM).
Atletismo · 12 ago, 2002
A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) informou que a o exame antidoping da atleta Eliane Luanda Cardoso Pereira, coletada durante a realização ds 7° Jogos Sul-Americanos que foram válidos pelo Campeonato Sul-Americano de Atletismo de Juvenis de 2002 deram positivo.
A presença da substância proibida Stanozolol, foi detectada. Após a audiência com a atleta e seu representante, considerou o resultado positivo.
Depois de confirmado o resultado positivo na análise da Amostra B na urina da atleta, no dia 11 de agosto, e de conformidade com as regras da IAAF, a atleta encontra-se suspensa de participar de competições de atletismo no país e no exterior, devendo seu caso ser apreciado pelo STJD da CBAt.
O Dr. Nabil Ghorayeb consultor do WebRun sobre Cardiologia do Esporte, conseguiu uma importante vitória em sua luta em prol da saúde dos esportistas.
Após, denunciar através do WebRun e, notificar a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) sobre a comercialização de suplementos vitamínicos, cuja maioria, estão no mercado brasileiro sem autorização da ANVISA, conseguiu que o orgão os retirasse do mercado através de uma portaria publicada.
Segundo, Ghorayeb, esses suplementos são verdadeiras bombas que podem causar sérios problemas cardiológicos.
A maioria desses produtos apresentam em suas fórmulas substâncias estimulantes como hormônio de tireóide, anfetaminas, cafeína, efedrina, e pior, são amplamente recomendados por técnicos esportivos que não tem formação nem conhecimento científico, além de não serem autorizados pela legislação brasileira para prescrever medicamentos ou orientar profissionalmente uma reeducação alimentar denunciou Ghorayeb, que é o atual Presidente do Grupo de Estudos em Cardiologia do Esporte da Sociedade Brasileira de Cardiologia e coordena o Comitê Nacional de Prevenção da área Sedentarismo/Exercício do Ministério da Saúde.
Leia na íntegra a portaria da ANVISA
Brasília, 24 de julho de 2002
Apreendidos suplementos nutricionais sem registro
Deverão ser recolhidos do mercado oito suplementos nutricionais comercializados sem registro na Anvisa. Trata-se do Xenadrine RFA-1, DHE-25-XTRA, Melatonin, G/C 1000, Diet Fuel 90 e 60 cápsulas, Ripped Fuel 120 e 60 cápsulas da empresa Vitabrasil Comércio e Distribuição de Vitaminas Ltda, localizada em Recife (PE), conforme Resolução - RE n.º 1.295, de 22 julho de 2002.
A determinação da Anvisa deve ser cumprida imediatamente. Os produtos contêm hormônios e/ou substâncias medicamentosas de controle especial, como efedrina, proibidas em suplementos vitamínicos no país. Pela legislação brasileira, somente é permitida a venda de suplementos vitamínicos e minerais com o objetivo de nutrir, ou seja, como complementação da dieta alimentar.
No caso do Xenadrine, Diet Fuel, Ripped Fuel, a empresa promete aceleração do metabolismo, definição muscular e emagrecimento. Já o G/C 1000 é indicado para cura da artrite e artrose e o Melatonin contra a insônia.
Os suplementos são vendidos como produtos naturais (à base de plantas) sem efeitos colaterais e sem contra-indicações. É importante lembrar que toda substância medicamentosa tem contra-indicações e pode acarretar em reações adversas. A irregularidade foi denunciada pela vigilância sanitária de Pernambuco que, em inspeção na Vitabrasil, encontrou os produtos em desacordo com a legislação vigente.
A empresa tem a responsabilidade de retirar do mercado os referidos suplementos e as vigilâncias sanitárias municipais e estaduais devem fiscalizar o cumprimento da medida. Pontos de venda que não respeitarem a determinação poderão sofrer penas desde notificação a multas que variam de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão, de acordo com a Lei nº 6.437/77.
Interdição - Outra determinação da Anvisa é a interdição cautelar dos lotes 0600, 0400 e 0500 do antihipertensivo Propanolol 40 mg, fabricado pelo laboratório Sedabel Ltda, do município de Duque de Caxias (RJ) - Resolução - RE nº 1.306, de 23 julho de 2002. Análise do Laboratório Noel Nutels constatou problemas na cor e aspecto do comprimido do medicamento que deveria estar originalmente menos escuro. A interdição é válida por 90 dias, período em que a empresa tem direito a uma contraprova do laudo oficial.
Leia mais sobre Cardiologia do Esporte
Corridas de Rua · 06 ago, 2002
O Dr. Nabil Ghorayeb consultor do WebRun sobre Cardiologia do Esporte, conseguiu uma importante vitória em sua luta em prol da saúde dos esportistas.
Após, denunciar através do WebRun e, notificar a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) sobre a comercialização de suplementos vitamínicos, cuja maioria, estão no mercado brasileiro sem autorização da ANVISA, conseguiu que o orgão os retirasse do mercado através de uma portaria publicada.
Segundo, Ghorayeb, esses suplementos são verdadeiras bombas que podem causar sérios problemas cardiológicos.
A maioria desses produtos apresentam em suas fórmulas substâncias estimulantes como hormônio de tireóide, anfetaminas, cafeína, efedrina, e pior, são amplamente recomendados por técnicos esportivos que não tem formação nem conhecimento científico, além de não serem autorizados pela legislação brasileira para prescrever medicamentos ou orientar profissionalmente uma reeducação alimentar denunciou Ghorayeb, que é o atual Presidente do Grupo de Estudos em Cardiologia do Esporte da Sociedade Brasileira de Cardiologia e coordena o Comitê Nacional de Prevenção da área Sedentarismo/Exercício do Ministério da Saúde.
Leia na íntegra a portaria da ANVISA
Brasília, 24 de julho de 2002
Apreendidos suplementos nutricionais sem registro
Deverão ser recolhidos do mercado oito suplementos nutricionais comercializados sem registro na Anvisa. Trata-se do Xenadrine RFA-1, DHE-25-XTRA, Melatonin, G/C 1000, Diet Fuel 90 e 60 cápsulas, Ripped Fuel 120 e 60 cápsulas da empresa Vitabrasil Comércio e Distribuição de Vitaminas Ltda, localizada em Recife (PE), conforme Resolução - RE n.º 1.295, de 22 julho de 2002.
A determinação da Anvisa deve ser cumprida imediatamente. Os produtos contêm hormônios e/ou substâncias medicamentosas de controle especial, como efedrina, proibidas em suplementos vitamínicos no país. Pela legislação brasileira, somente é permitida a venda de suplementos vitamínicos e minerais com o objetivo de nutrir, ou seja, como complementação da dieta alimentar.
No caso do Xenadrine, Diet Fuel, Ripped Fuel, a empresa promete aceleração do metabolismo, definição muscular e emagrecimento. Já o G/C 1000 é indicado para cura da artrite e artrose e o Melatonin contra a insônia.
Os suplementos são vendidos como produtos naturais (à base de plantas) sem efeitos colaterais e sem contra-indicações. É importante lembrar que toda substância medicamentosa tem contra-indicações e pode acarretar em reações adversas. A irregularidade foi denunciada pela vigilância sanitária de Pernambuco que, em inspeção na Vitabrasil, encontrou os produtos em desacordo com a legislação vigente.
A empresa tem a responsabilidade de retirar do mercado os referidos suplementos e as vigilâncias sanitárias municipais e estaduais devem fiscalizar o cumprimento da medida. Pontos de venda que não respeitarem a determinação poderão sofrer penas desde notificação a multas que variam de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão, de acordo com a Lei nº 6.437/77.
Interdição - Outra determinação da Anvisa é a interdição cautelar dos lotes 0600, 0400 e 0500 do antihipertensivo Propanolol 40 mg, fabricado pelo laboratório Sedabel Ltda, do município de Duque de Caxias (RJ) - Resolução - RE nº 1.306, de 23 julho de 2002. Análise do Laboratório Noel Nutels constatou problemas na cor e aspecto do comprimido do medicamento que deveria estar originalmente menos escuro. A interdição é válida por 90 dias, período em que a empresa tem direito a uma contraprova do laudo oficial.
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Atletismo · 30 jul, 2002
O Laboratório de Controle de Dopagem (Lab Dop) do Instituto de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foi credenciado esse mês para fazer exames antidoping em competições internacionais.
Com a medida o Lab Dop passa a deter a credencial das principais entidades esportivas internacionais como o Comitê Olímpico Internacional, Federação Internacional das Associações de Atletismo, entre outras.
O credenciamento permite que o laboratório proceda testes e exames já durante os Jogos Sul Americanos, que serão realizados entre os dias 1º a 11 de agosto existe a previsão que serão feitos cerca de 400 exames nesta disputa. Os outros campos de atuação serão as Olimpíadas e demais competições esportivas.
Anteriormente, o Brasil enviava as amostras para o Canadá onde eram realizados os testes, uma vez que, não possuía instalações certificadas para o procedimento em território nacional.
Esporte Adaptado · 27 jun, 2002
O cadeirante velocista Albert Reed, não passou no teste antidoping realizado no Desafio Internacional Americano para Esportistas Deficientes 2002, nos dias 3 e 4 de maio, em Orlando, informou a Agência Americana Anti-Doping na última terça-feira (25).
O norte-americano Albert Reed, natural de Gainesville, Flórida, foi flagrado por uso de ephedrine (efedrina) quando participava da prova que é classificatória para os Jogos Paraolímpicos.
Reed, faz parte da equipe Americana Paraolímpica desde 2000 e tentava índice nas provas de 100 e 200 metros na competição.
Atletismo · 15 maio, 2002
A CBAt recebeu comunicado da IAAF, determinadno que a atleta Fabiane dos Santos está apta a participar de competições de Atletismo, em caráter provisório, até nova decisão do Conselho da IAAF.
A entidade internacional aguarda ainda a apreciação de seu recurso de apelação, apresentado ao CAS (Court of Arbitration fo Sports), da sentença que absolveu a atleta no julgamento realizado no Brasil
Atletismo · 28 mar, 2002
A decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), que absolveu da acusação de uso de doping a atleta Fabiane dos Santos, 27, já tem data para ser apreciada pela Federação Internacional de Atletismo Amador (IAAF). O caso será analisado pela entidade, através de seu Conselho, nos dias 13 e 14 de abril, na cidade de Nairobi, no Quênia, segundo comunicado enviado esta semana para a CBAt.
A mato-grossense, que compete em provas dos 800 metros, estava suspensa desde agosto do ano passado após seu exame antidoping apresentar excesso de hormônio masculino (testosterona) durante o Grande Prêmio Brasil de Atletismo, realizado no dia 6 de maio do mesmo ano no Rio de Janeiro (RJ).
Se o Conselho da IAAF não aceitar a decisão do STJD da CBAt, os advogados da meio-fundista brasileira deverão recorrer da decisão à Corte Superior de Esportes (CAS), que é ligada ao Comitê Olímpico Internacional (COI) e que representa a última instância para o caso.
O julgamento de Fabiane aconteceu no último dia 11 de março, no auditório da Vila Olímpica de Manaus, e durou cerca de três horas. A atleta, que não compareceu, teve como advogado o espanhol Josep Maria Mir, que veio de Madrid.
A defesa baseou sua argumentação na "diferença discrepante entre os resultados das análises das amostra A e B da urina da atleta pelo Laboratório de Montreal". A defesa do caso contou com o também espanhol e doutor em Ciências Químicas e Farmácia, Ovídio Gómez. Os defensores espanhóis da atleta deverão acompanhar o caso.
Anteriormente, a IAAF já tinha negado pedido de anulação da suspensão, enviando o caso para o Tribunal da Confederação. Fabiane dos Santos continuará suspensa até o pronunciamento do Conselho da IAAF.
Alimentação · 17 jun, 2026
Saúde · 17 jun, 2026
Atletismo · 17 jun, 2026