Cobertura_SaoSilvestre_2010

Maria Baldaia pode não competir a São Silvestre deste ano

A previsão para esta quarta-feira (29/12) era que uma das favoritas da São Silvestre, Maria Zeferina Baldaia, chegasse à capital paulista e ficasse junto com os demais atletas no hotel oficial da prova, mas há dois dias a corredora mineira declarou ao Webrun que não estava bem para competir no próximo dia 31. A fundista, campeã da edição de 2001 e moradora de Ribeirão Preto, está com forte dor no joelho esquerdo, decorrente de uma queda acidental durante um treino, que ameaça sua participação.

“Semana passada estava correndo no meio da terra, mas o solo estava escorregadio e acabei caindo. Tenho feito fisioterapia e tomado antiinflamatório, mas a região machucada ainda está bem inchada”, relata Baldaia, que aguarda a liberação médica para saber se correrá ou não no dia 31. “Eu treinei o ano todo para chegar bem na São Silvestre, mas nos últimos dias não consegui manter o ritmo de preparação por conta deste imprevisto. Precisei ficar apenas na piscina para aliviar a dor e estou muito angustiada”, acrescenta.

Ainda segundo a corredora, ex-cortadora de cana, na vida não existe presente maior do que correr e vencer a São Silvestre. “Sei o quanto é bom o gostinho de ser campeã da principal prova do país. Não existe sensação melhor. É uma alegria muito grande ver todo mundo chamando o seu nome e saber que a gente representou bem o Brasil”, afirma Baldaia, que lutará por uma vaga nos Jogos Pan-Americanos, em Guadalajara, no México, no próximo ano.


Maria Baldaia pode não competir a São Silvestre deste ano

Corridas de Rua · 29 dez, 2010

A previsão para esta quarta-feira (29/12) era que uma das favoritas da São Silvestre, Maria Zeferina Baldaia, chegasse à capital paulista e ficasse junto com os demais atletas no hotel oficial da prova, mas há dois dias a corredora mineira declarou ao Webrun que não estava bem para competir no próximo dia 31. A fundista, campeã da edição de 2001 e moradora de Ribeirão Preto, está com forte dor no joelho esquerdo, decorrente de uma queda acidental durante um treino, que ameaça sua participação.

“Semana passada estava correndo no meio da terra, mas o solo estava escorregadio e acabei caindo. Tenho feito fisioterapia e tomado antiinflamatório, mas a região machucada ainda está bem inchada”, relata Baldaia, que aguarda a liberação médica para saber se correrá ou não no dia 31. “Eu treinei o ano todo para chegar bem na São Silvestre, mas nos últimos dias não consegui manter o ritmo de preparação por conta deste imprevisto. Precisei ficar apenas na piscina para aliviar a dor e estou muito angustiada”, acrescenta.

Ainda segundo a corredora, ex-cortadora de cana, na vida não existe presente maior do que correr e vencer a São Silvestre. “Sei o quanto é bom o gostinho de ser campeã da principal prova do país. Não existe sensação melhor. É uma alegria muito grande ver todo mundo chamando o seu nome e saber que a gente representou bem o Brasil”, afirma Baldaia, que lutará por uma vaga nos Jogos Pan-Americanos, em Guadalajara, no México, no próximo ano.

Corredores de elite da São Silvestre começam a chegar a São Paulo

São Paulo começa a receber os principais atletas estrangeiros da 86ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, que será realizada na próxima sexta-feira (31/12), com largada e chegada na avenida Paulista. O queniano James Kwambai, vencedor em 2008 e 2009, desembarca nesta terça-feira (28/12) no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), vindo do Catar.

No mesmo vôo, está prevista a chegada de Alice Timbilili, também do Quênia, que foi ganhadora da prova feminina em 2007, com o tempo de 53min07. Este ano, em Nova York, a corredora finalizou uma prova de 15 quilômetros (mesma distância da São Silvestre) em 48min15. Já no final da noite, quem chega à capital paulista é a bicampeã da Meia Maratona do Rio, a queniana Eunice Kirwa, e também os colombianos Diego Alberto Colorado e William Naranjo, quarto e quinto colocados no ano passado.

Outros dois favoritos, os marroquinos Mohamed El Hachimi e Abderrahime Bouramdame já estão na cidade, hospedados no hotel oficial, o Hilton São Paulo Morumbi, local onde também ficará grande parte das estrelas nacionais e internacionais da tradicional competição.

Os competidores Barnabas Kosgei, Mark Korir, Mathew Cheboi e Bornes Kitur, que treinam no Brasil desde agosto e tiveram bons resultados no país, chegam do Paraná nesta quarta-feira (28/12). Barnabas foi campeão mundial de cross-country em 2007 com apenas 21 anos e em 2010 conquistou o primeiro lugar na Volta da Pampulha, em Belo Horizonte. Já Korir se consagrou como campeão da 10K Rio Corrida Pan-Americana, no Rio de Janeiro.

Brasileiros Os melhores corredores brasileiros, que tentarão quebrar a hegemonia estrangeira na São Silvestre também já começaram a chegar a São Paulo. A previsão é que a alagoana Marily dos Santos, melhor do País em 2009 (terceira colocada), também pise em solo paulista nesta terça-feira. Em seguida, na quarta-feira (22/12), será a vez das atletas Maria Zeferina Baldaia, vencedora da São Silvestre em 2001, e Edielza Alves Guimarães, campeã do Ranking Nacional Caixa/CBAt de 2010 e vice-campeã da Volta da Pampulha.

Ainda no próximo dia 22 desembarcam os principais nomes brasileiros da categoria mascullina: Damião Ancelmo da Silva (terceiro colocado na Volta da Pampulha); Clodoaldo Gomes da Silva, melhor do Brasil em 2009 (oitava posição); Giomar Pereira (tricampeão do Ranking Caixa/CBAt) e Franck Caldeira (último representante do País a ganhar a São Silvestre em 2006). Marílson dos Santos, vencedor das edições de 2003 e 2005, está por aqui, pois mora e treina em Santo André, na Grande São Paulo. Os demais competidores de elite devem treinar no parque do Ibirapuera nas manhãs desta quarta e quinta-feira, saindo do hotel oficial às 9 horas.


Corredores de elite da São Silvestre começam a chegar a São Paulo

Corridas de Rua · 28 dez, 2010

São Paulo começa a receber os principais atletas estrangeiros da 86ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, que será realizada na próxima sexta-feira (31/12), com largada e chegada na avenida Paulista. O queniano James Kwambai, vencedor em 2008 e 2009, desembarca nesta terça-feira (28/12) no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), vindo do Catar.

No mesmo vôo, está prevista a chegada de Alice Timbilili, também do Quênia, que foi ganhadora da prova feminina em 2007, com o tempo de 53min07. Este ano, em Nova York, a corredora finalizou uma prova de 15 quilômetros (mesma distância da São Silvestre) em 48min15. Já no final da noite, quem chega à capital paulista é a bicampeã da Meia Maratona do Rio, a queniana Eunice Kirwa, e também os colombianos Diego Alberto Colorado e William Naranjo, quarto e quinto colocados no ano passado.

Outros dois favoritos, os marroquinos Mohamed El Hachimi e Abderrahime Bouramdame já estão na cidade, hospedados no hotel oficial, o Hilton São Paulo Morumbi, local onde também ficará grande parte das estrelas nacionais e internacionais da tradicional competição.

Os competidores Barnabas Kosgei, Mark Korir, Mathew Cheboi e Bornes Kitur, que treinam no Brasil desde agosto e tiveram bons resultados no país, chegam do Paraná nesta quarta-feira (28/12). Barnabas foi campeão mundial de cross-country em 2007 com apenas 21 anos e em 2010 conquistou o primeiro lugar na Volta da Pampulha, em Belo Horizonte. Já Korir se consagrou como campeão da 10K Rio Corrida Pan-Americana, no Rio de Janeiro.

Brasileiros Os melhores corredores brasileiros, que tentarão quebrar a hegemonia estrangeira na São Silvestre também já começaram a chegar a São Paulo. A previsão é que a alagoana Marily dos Santos, melhor do País em 2009 (terceira colocada), também pise em solo paulista nesta terça-feira. Em seguida, na quarta-feira (22/12), será a vez das atletas Maria Zeferina Baldaia, vencedora da São Silvestre em 2001, e Edielza Alves Guimarães, campeã do Ranking Nacional Caixa/CBAt de 2010 e vice-campeã da Volta da Pampulha.

Ainda no próximo dia 22 desembarcam os principais nomes brasileiros da categoria mascullina: Damião Ancelmo da Silva (terceiro colocado na Volta da Pampulha); Clodoaldo Gomes da Silva, melhor do Brasil em 2009 (oitava posição); Giomar Pereira (tricampeão do Ranking Caixa/CBAt) e Franck Caldeira (último representante do País a ganhar a São Silvestre em 2006). Marílson dos Santos, vencedor das edições de 2003 e 2005, está por aqui, pois mora e treina em Santo André, na Grande São Paulo. Os demais competidores de elite devem treinar no parque do Ibirapuera nas manhãs desta quarta e quinta-feira, saindo do hotel oficial às 9 horas.

Dois atletas da BM&F estreiam na SS e querem surpreender adversários

Corridas de Rua · 28 dez, 2010

Os corredores Jean Carlos e Adilson Dolberth, da BM&FBOVESPA, participarão pela primeira vez da São Silvestre no próximo dia 31 e querem surpreender os adversários na prova que encerra o ano. Para chegarem bem preparados na disputa, os fundistas passaram cinco semanas treinando na altitude de Paipa, na Colômbia, onde ganharam resistência.

De acordo com o técnico dos atletas, Ricardo D’Angelo, que acompanhou os corredores nos treinos, a competição será uma avaliação para Jean, pois ele participará de uma maratona entre março e abril do ano que vem. O corredor é o segundo no ranking brasileiro da maratona, atrás apenas de Marílson Gomes dos Santos, seu companheiro de clube, e tem o índice para disputar a maratona no Mundial de Atletismo de Daegu, em 2011.

Já Adilson fez bons resultados nos cinco e dez mil metros e treina para conquistar uma medalha no Pan-Americano de Guadalajara. “O Adilson também está bastante motivado e fez ótimos treinos em Paipa. Em breve vai disputar uma meia-maratona e uma maratona (em 2011), portanto a São Silvestre também é importante para ele”.

Marily dos Santos garante estar preparada para a disputa do dia 31

“A expctativa é não ter expctativas”, essas são as palavras Gilmário Mendes, técnico da corredora Marily dos Santos, melhor brasileira da São Silvestre do ano passado, que estará presente mais uma vez na corrida no próximo dia 31. “Acho que tudo vai depender do clima no dia da prova. A Marily está acostumada com o calor, mas em São Paulo há quatro estações em único dia”, explica Gilmário, que torce por um dia de sol.

Ainda de acordo com o treinador, a corredora tem condições de conquistar um tempo de 52min10. “A gente treinou bastante subidas, pois o percurso, muito irregular, é outro adversário”, conta. Apesar de também considerar difícil o trajeto, a experiência de outras edições, na opinião de Marily, ajudará muito. “Já competi mais de dez vezes a São Silvestre e a cada ano tenho evoluído mais. Na primeira prova fui nona colocada. Já em 2009 fui terceira“, relembra.

“Antes abria a prova em disparado. Hoje estudo bem as adversárias e costumo manter o ritmo daquela corredora mais forte, que não é necessariamente aquela que larga na frente”, conta a alagoana, vencedora da Maratona Internacional de Recife, em novembro. “Eu estava correndo de manhã e de tarde. Mas desde anteontem comecei a priorizar o treino vespertino para me adaptar ao horário da disputa”.

A fundista disputou os Jogos Olímpicos de 2008, em Pequim, na China, e terminou na 51ª colocação. Atualmente considera as africanas Eunice Kirwa e Bornes Kitur algumas das corredoras mais fortes para a prova do último dia do ano. “Eu sei que o nível será bem alto. As duas fizeram uma temporada muito boa aqui no Brasil e venceram provas importantes. Mas eu também já treinei tudo o que deveria e me sinto preparada”, garante Marily, que desembarca em São Paulo nesta terça-feira.


Marily dos Santos garante estar preparada para a disputa do dia 31

Corridas de Rua · 27 dez, 2010

“A expctativa é não ter expctativas”, essas são as palavras Gilmário Mendes, técnico da corredora Marily dos Santos, melhor brasileira da São Silvestre do ano passado, que estará presente mais uma vez na corrida no próximo dia 31. “Acho que tudo vai depender do clima no dia da prova. A Marily está acostumada com o calor, mas em São Paulo há quatro estações em único dia”, explica Gilmário, que torce por um dia de sol.

Ainda de acordo com o treinador, a corredora tem condições de conquistar um tempo de 52min10. “A gente treinou bastante subidas, pois o percurso, muito irregular, é outro adversário”, conta. Apesar de também considerar difícil o trajeto, a experiência de outras edições, na opinião de Marily, ajudará muito. “Já competi mais de dez vezes a São Silvestre e a cada ano tenho evoluído mais. Na primeira prova fui nona colocada. Já em 2009 fui terceira“, relembra.

“Antes abria a prova em disparado. Hoje estudo bem as adversárias e costumo manter o ritmo daquela corredora mais forte, que não é necessariamente aquela que larga na frente”, conta a alagoana, vencedora da Maratona Internacional de Recife, em novembro. “Eu estava correndo de manhã e de tarde. Mas desde anteontem comecei a priorizar o treino vespertino para me adaptar ao horário da disputa”.

A fundista disputou os Jogos Olímpicos de 2008, em Pequim, na China, e terminou na 51ª colocação. Atualmente considera as africanas Eunice Kirwa e Bornes Kitur algumas das corredoras mais fortes para a prova do último dia do ano. “Eu sei que o nível será bem alto. As duas fizeram uma temporada muito boa aqui no Brasil e venceram provas importantes. Mas eu também já treinei tudo o que deveria e me sinto preparada”, garante Marily, que desembarca em São Paulo nesta terça-feira.

São Silvestre inicia a entrega dos kits a partir desta terça-feira

Quem está inscrito na 86ª Corrida de São Silvestre já poderá retirar o kit do atleta a partir desta terça feira (28/12), das 9h às 19h, no Ginásio Mauro Pinheiro, localizado na rua Abílio Soares, n° 1.300, no Ibirapuera. O material será entregue até quinta-feira (30/12) e após esta data não será mais possível pegar o kit.

As novidades deste ano é um chip descartável no material, que tem o objetivo de aumentar a rapidez na dispersão dos corredores ao final do evento e oferecer maior segurança aos 21 mil participantes da disputa. O kit também contém número de peito, guia de informações do atleta, manual do corredor e medalha de participação.

Até o ano passado os atletas ficavam numa fila para devolver o chip e pegar a medalha, o que gerava dificuldades de dispersão. Além disso, o estacionamento onde os corredores faziam a troca dos materiais não poderá ser ocupado este ano, pois a área agora faz parte de um projeto de edificação.

Com a mudança, ao final da corrida, todos estão liberados e haverá mais segurança, pois nas edições anteriores mais de 100 mil pessoas (entre participantes da São Silvestre e aqueles que chegavam para o Reveillon na Paulista) ficavam concentradas no mesmo local.

Após a prova, quem quiser poderá ir para casa ou procurar postos de água e lanche, ou até mesmo dirigir-se diretamente ao guarda-volumes para pegar seus pertences em um dos 20 caminhões Correio/Sedex estacionados na rua São Carlos do Pinhal (a partir da alameda Campinas até próximo da rua Augusta).

Trânsito - A partir da uma hora do dia 31 a Av. Paulista, sentido Paraíso/Consolação (no trecho ente as ruas Teixeira da Silva e Peixoto Gomide), estará interditada. A alameda Campinas também será bloqueada entre a Av. Paulista e a rua São Carlos do Pinhal.

Já a partir das 10h, a via mais famosa da cidade ficará fechada na direção Paraíso/ Consolação (entre as ruas Peixoto Gomide e Frei Caneca) e no sentido contrário (entre as ruas Padre João Manoel e a alameda Joaquim Eugênio de Lima). Às 13h30 ocorre a interdição em ambas as direções, entre as ruas Padre João Manoel e Consolação. Vale lembrar que a partir dos horários e trechos citados, a entrada de veículos na Paulista estará proibida, e os veículos estacionados nos prédios poderão sair até no máximo às 14h.


São Silvestre inicia a entrega dos kits a partir desta terça-feira

Corridas de Rua · 27 dez, 2010

Quem está inscrito na 86ª Corrida de São Silvestre já poderá retirar o kit do atleta a partir desta terça feira (28/12), das 9h às 19h, no Ginásio Mauro Pinheiro, localizado na rua Abílio Soares, n° 1.300, no Ibirapuera. O material será entregue até quinta-feira (30/12) e após esta data não será mais possível pegar o kit.

As novidades deste ano é um chip descartável no material, que tem o objetivo de aumentar a rapidez na dispersão dos corredores ao final do evento e oferecer maior segurança aos 21 mil participantes da disputa. O kit também contém número de peito, guia de informações do atleta, manual do corredor e medalha de participação.

Até o ano passado os atletas ficavam numa fila para devolver o chip e pegar a medalha, o que gerava dificuldades de dispersão. Além disso, o estacionamento onde os corredores faziam a troca dos materiais não poderá ser ocupado este ano, pois a área agora faz parte de um projeto de edificação.

Com a mudança, ao final da corrida, todos estão liberados e haverá mais segurança, pois nas edições anteriores mais de 100 mil pessoas (entre participantes da São Silvestre e aqueles que chegavam para o Reveillon na Paulista) ficavam concentradas no mesmo local.

Após a prova, quem quiser poderá ir para casa ou procurar postos de água e lanche, ou até mesmo dirigir-se diretamente ao guarda-volumes para pegar seus pertences em um dos 20 caminhões Correio/Sedex estacionados na rua São Carlos do Pinhal (a partir da alameda Campinas até próximo da rua Augusta).

Trânsito - A partir da uma hora do dia 31 a Av. Paulista, sentido Paraíso/Consolação (no trecho ente as ruas Teixeira da Silva e Peixoto Gomide), estará interditada. A alameda Campinas também será bloqueada entre a Av. Paulista e a rua São Carlos do Pinhal.

Já a partir das 10h, a via mais famosa da cidade ficará fechada na direção Paraíso/ Consolação (entre as ruas Peixoto Gomide e Frei Caneca) e no sentido contrário (entre as ruas Padre João Manoel e a alameda Joaquim Eugênio de Lima). Às 13h30 ocorre a interdição em ambas as direções, entre as ruas Padre João Manoel e Consolação. Vale lembrar que a partir dos horários e trechos citados, a entrada de veículos na Paulista estará proibida, e os veículos estacionados nos prédios poderão sair até no máximo às 14h.

Não se deixe enganar pelo Papai Noel na Corrida de São Silvestre

“Dia 31 de dezembro do ano passado estava muito bem preparado, mas alguns quilômetros depois da largada um Papai Noel passou por mim me desafiando. Perguntou-me se não era capaz de alcançá-lo”, conta o treinador André Ricardo de Souza, da Br Move Assessoria Esportiva e colunista do Webrun. “Eu me contive, mas não acelerei o ritmo para não me prejudicar durante a prova”.

André aconselha os participantes a serem fiel ao próprio ritmo. “Sabia que o Papai Noel não ia conseguir correr daquele jeito até o final do trajeto e que antes mesmo do início da Av. Brigadeiro já estaria caminhando. Não deu outra. Foi exatamente lá que eu o ultrapassei”, relembra o treinador. “Então deixa o super- homem, a Pedrita e o homem-aranha sair na sua frente sem pensar no dia de amanhã”, brinca.

Além de seguir uma estratégia e saber qual velocidade é a ideal em cada trecho, o professor de educação física também pede proteção em algumas áreas mais delicadas do corpo. “É bom passar vaselina líquida entre os dedos dos pés, na virilha, nas axilas e, no caso dos homens, no mamilo, para não ficar com assaduras. Outra recomendação é não estrear tênis novos. Coloque um que você já está acostumado a treinar”.

Outro item importante é manter uma alimentação saudável e não inovar muito na véspera e no dia da corrida. “Sugiro não comer muita coisa diferente. Alguns pensam que precisam de mais energia e inventam cardápios prejudiciais a performance. O mais importante é uma boa hidratação, no mínimo três litros de água por dia”, orienta.

Detalhes mencionados pelo treinador que também merecem atenção são: Chegar com duas horas de antecedência, ir de preferência de metrô, não levar objetos de valor, esquecer o celular em casa, levar boné e protetor solar. Sobre o treinamento no dia que antecede a prova, a sugestão é 30 minutos de trote leve para quem corre abaixo de 5 min/km. Já o corredor com tempo superior a essa marca deve descansar no dia 30.

Dicas para as mulheres - Já pensou em se preparar o ano todo e no dia D ficar de TPM? Luciana Dias, treinadora e Colunista da Webrun garante que infelizmente nesta situação poucas coisas podem ser feitas. “A mulher normalmente quando sabe que a data da prova coincidirá com a menstruação acaba tomando pílula para evitar os sintomas daqueles dias”, relata Luciana.

Se essa medida não foi tomada, a treinadora acredita que aí restam duas opções apenas. “A corredora fica em casa ou encara a prova. Caso ela participe, é muito importante o uso de O.B, mais um absorvente de máxima absorção. Além de um shortinho mais justo embaixo da bermuda tradicional, que dá mais segurança”. Já em relação ao ritmo, independente se ela está ou não no período menstrual, a professora alerta, assim como André, para não querer acompanhar ninguém.

“Algumas mulheres vão com amigos ou com o próprio namorado. O corredor do sexo masculino sempre tem uma velocidade maior, então é fundamental que os acompanhantes da corredora saibam disso. Ela não deve tentar imprimir um ritmo que não seja o dela, caso o contrário com certeza sentirá muita fadiga ou não completará a prova”, explica.


Não se deixe enganar pelo Papai Noel na Corrida de São Silvestre

Corridas de Rua · 25 dez, 2010

“Dia 31 de dezembro do ano passado estava muito bem preparado, mas alguns quilômetros depois da largada um Papai Noel passou por mim me desafiando. Perguntou-me se não era capaz de alcançá-lo”, conta o treinador André Ricardo de Souza, da Br Move Assessoria Esportiva e colunista do Webrun. “Eu me contive, mas não acelerei o ritmo para não me prejudicar durante a prova”.

André aconselha os participantes a serem fiel ao próprio ritmo. “Sabia que o Papai Noel não ia conseguir correr daquele jeito até o final do trajeto e que antes mesmo do início da Av. Brigadeiro já estaria caminhando. Não deu outra. Foi exatamente lá que eu o ultrapassei”, relembra o treinador. “Então deixa o super- homem, a Pedrita e o homem-aranha sair na sua frente sem pensar no dia de amanhã”, brinca.

Além de seguir uma estratégia e saber qual velocidade é a ideal em cada trecho, o professor de educação física também pede proteção em algumas áreas mais delicadas do corpo. “É bom passar vaselina líquida entre os dedos dos pés, na virilha, nas axilas e, no caso dos homens, no mamilo, para não ficar com assaduras. Outra recomendação é não estrear tênis novos. Coloque um que você já está acostumado a treinar”.

Outro item importante é manter uma alimentação saudável e não inovar muito na véspera e no dia da corrida. “Sugiro não comer muita coisa diferente. Alguns pensam que precisam de mais energia e inventam cardápios prejudiciais a performance. O mais importante é uma boa hidratação, no mínimo três litros de água por dia”, orienta.

Detalhes mencionados pelo treinador que também merecem atenção são: Chegar com duas horas de antecedência, ir de preferência de metrô, não levar objetos de valor, esquecer o celular em casa, levar boné e protetor solar. Sobre o treinamento no dia que antecede a prova, a sugestão é 30 minutos de trote leve para quem corre abaixo de 5 min/km. Já o corredor com tempo superior a essa marca deve descansar no dia 30.

Dicas para as mulheres - Já pensou em se preparar o ano todo e no dia D ficar de TPM? Luciana Dias, treinadora e Colunista da Webrun garante que infelizmente nesta situação poucas coisas podem ser feitas. “A mulher normalmente quando sabe que a data da prova coincidirá com a menstruação acaba tomando pílula para evitar os sintomas daqueles dias”, relata Luciana.

Se essa medida não foi tomada, a treinadora acredita que aí restam duas opções apenas. “A corredora fica em casa ou encara a prova. Caso ela participe, é muito importante o uso de O.B, mais um absorvente de máxima absorção. Além de um shortinho mais justo embaixo da bermuda tradicional, que dá mais segurança”. Já em relação ao ritmo, independente se ela está ou não no período menstrual, a professora alerta, assim como André, para não querer acompanhar ninguém.

“Algumas mulheres vão com amigos ou com o próprio namorado. O corredor do sexo masculino sempre tem uma velocidade maior, então é fundamental que os acompanhantes da corredora saibam disso. Ela não deve tentar imprimir um ritmo que não seja o dela, caso o contrário com certeza sentirá muita fadiga ou não completará a prova”, explica.

Marílson torce para que ninguém esteja melhor que ele na São Silvestre

Aos 33 anos, o fundista brasileiro Marílson Gomes dos Santos, bicampeão da Maratona de Nova York (2006 e 2008) e da Corrida Internacional de São Silvestre (2003 e 2005), aparece como o grande favorito da prova do próximo dia 31 e afirma estar pronto. “Estou muito bem e torço para que ninguém esteja melhor do que eu”, diz o corredor que também é recordista sul-americano nos 5.000m, 10.000m (em pista) e em meia-maratona.

“Foi necessário um descanso após a disputa de Nova York. Demorou para que eu retomasse meus treinos, mas agora sou sim um dos favoritos, sem dúvida. Já tive a oportunidade de correr a São Silvestre duas vezes e tenho experiência ”, acrescenta Marílson. Segundo o treinador do atleta, Adauto Domingues, a participação do fundista foi confirmada porque nos 42 quilômetros do dia sete de novembro, em Nova York, o brasileiro completou a prova sem ficar com o corpo dolorido.

“Em outros anos ele sentiu muito cansaço depois da maratona. Nesse ano ele terminou bem e não participaria da disputa no dia 31 se não tivesse chances de vencer. Para os quenianos, perder é apenas mais uma prova, já para o Marílson não. Uma vitória tem um sabor especial, pois é a principal do país”, acrescenta o técnico.

Apesar das boas condições físicas, o recordista sul-americano ficou quatro anos sem competir e afirma que a tradicional corrida brasileira é sempre difícil. “Nunca foi uma prova fácil. Esse ano não será diferente. Teremos grandes adversários e um tempo nada favorável, normalmente quente e úmido, não tem como escapar”, reflete o brasiliense, acostumado ao clima seco do estado em que vive.

Na opinião de Adauto, as condições climáticas, muito variáveis em São Paulo, pode sim favorecer mais um atleta do que outro. “Às vezes chove e esfria um pouco. Em outros momentos o sol é fortíssimo com altas temperaturas. Acredito que o tempo pode beneficiar determinado atleta, conforme o local onde ele vive”.

O treinador também diz que Marílson corre bem no calor, ao contrário no frio. "Ele tem baixa porcentagem de gordura no corpo. Em nova York, por exemplo, estava cinco graus, em alguns trechos a sensação térmica era de dois graus negativos. Ele não terminou a prova cansado, mas não conseguiu ter o desempenho que poderia”, acredita.


“As vezes temos a impressão que os quenianos são mais unidos na competição do que os brasileiros, mas acho que não. Sempre descordei disso”, explica o treinador. “Cada queniano está preocupado com o próprio desempenho, em liderar a prova. Os demais só tentam acompanhar o atleta que está à frente, por medo de ficar para trás. Não existe jogo de equipe”, revela.

Marílson também acredita na mesma tese no técnico, mas acrescenta que os quenianos não estão apenas dominando a São Silvestre, mas todas as corridas espalhadas pelo mundo. “Eles realmente são os melhores, não tem como negar isso. O número de quenianos competindo é muito grande. Isso faz com que tenham facilidade em vencer, em se preparar melhor", confessa.

O atleta esclarece que diante destas circunstâncias o mais importante é ficar atento ao ritmo durante a prova toda. “A Av. Brigadeiro é um dos trechos mais difíceis, porque está no final da prova, momento que nos sentimos certo cansaço, então é preciso administrar bem a energia para enfrentar os quilômetros finais”, diz o corredor que pretende finalizar os 15 quilômetros na casa dos 43 minutos.

“Acreditamos que este tempo possa nos dar a vitória”, completa Marílson, o primeiro corredor a cruzar a linha de chegada em 2003 com a marca de 43min49 (nas seis provas seguintes, ninguém conseguiu superar este tempo). Outro brasileiro que também tentará representar bem o Brasil na disputa é Damião Ancelmo de Souza. “Eu participei de 18 provas este ano e subi ao pódio em várias delas. A São Silvestre será a última do ano e quero repetir a mesma realização, superar meus limites”, diz o alagoano, que começou correr com 23 anos e hoje vive em Teresópolis, no Rio de Janeiro.

“Considero a prova de alto nível e embora tenha participado de edições anteriores, tenho certeza que este ano estou melhor. Ficarei ao lado do Marílson também tentando levar alegria para os brasileiros”, afirma o corredor de 31 anos.


Marílson torce para que ninguém esteja melhor que ele na São Silvestre

Corridas de Rua · 23 dez, 2010

Aos 33 anos, o fundista brasileiro Marílson Gomes dos Santos, bicampeão da Maratona de Nova York (2006 e 2008) e da Corrida Internacional de São Silvestre (2003 e 2005), aparece como o grande favorito da prova do próximo dia 31 e afirma estar pronto. “Estou muito bem e torço para que ninguém esteja melhor do que eu”, diz o corredor que também é recordista sul-americano nos 5.000m, 10.000m (em pista) e em meia-maratona.

“Foi necessário um descanso após a disputa de Nova York. Demorou para que eu retomasse meus treinos, mas agora sou sim um dos favoritos, sem dúvida. Já tive a oportunidade de correr a São Silvestre duas vezes e tenho experiência ”, acrescenta Marílson. Segundo o treinador do atleta, Adauto Domingues, a participação do fundista foi confirmada porque nos 42 quilômetros do dia sete de novembro, em Nova York, o brasileiro completou a prova sem ficar com o corpo dolorido.

“Em outros anos ele sentiu muito cansaço depois da maratona. Nesse ano ele terminou bem e não participaria da disputa no dia 31 se não tivesse chances de vencer. Para os quenianos, perder é apenas mais uma prova, já para o Marílson não. Uma vitória tem um sabor especial, pois é a principal do país”, acrescenta o técnico.

Apesar das boas condições físicas, o recordista sul-americano ficou quatro anos sem competir e afirma que a tradicional corrida brasileira é sempre difícil. “Nunca foi uma prova fácil. Esse ano não será diferente. Teremos grandes adversários e um tempo nada favorável, normalmente quente e úmido, não tem como escapar”, reflete o brasiliense, acostumado ao clima seco do estado em que vive.

Na opinião de Adauto, as condições climáticas, muito variáveis em São Paulo, pode sim favorecer mais um atleta do que outro. “Às vezes chove e esfria um pouco. Em outros momentos o sol é fortíssimo com altas temperaturas. Acredito que o tempo pode beneficiar determinado atleta, conforme o local onde ele vive”.

O treinador também diz que Marílson corre bem no calor, ao contrário no frio. "Ele tem baixa porcentagem de gordura no corpo. Em nova York, por exemplo, estava cinco graus, em alguns trechos a sensação térmica era de dois graus negativos. Ele não terminou a prova cansado, mas não conseguiu ter o desempenho que poderia”, acredita.


“As vezes temos a impressão que os quenianos são mais unidos na competição do que os brasileiros, mas acho que não. Sempre descordei disso”, explica o treinador. “Cada queniano está preocupado com o próprio desempenho, em liderar a prova. Os demais só tentam acompanhar o atleta que está à frente, por medo de ficar para trás. Não existe jogo de equipe”, revela.

Marílson também acredita na mesma tese no técnico, mas acrescenta que os quenianos não estão apenas dominando a São Silvestre, mas todas as corridas espalhadas pelo mundo. “Eles realmente são os melhores, não tem como negar isso. O número de quenianos competindo é muito grande. Isso faz com que tenham facilidade em vencer, em se preparar melhor", confessa.

O atleta esclarece que diante destas circunstâncias o mais importante é ficar atento ao ritmo durante a prova toda. “A Av. Brigadeiro é um dos trechos mais difíceis, porque está no final da prova, momento que nos sentimos certo cansaço, então é preciso administrar bem a energia para enfrentar os quilômetros finais”, diz o corredor que pretende finalizar os 15 quilômetros na casa dos 43 minutos.

“Acreditamos que este tempo possa nos dar a vitória”, completa Marílson, o primeiro corredor a cruzar a linha de chegada em 2003 com a marca de 43min49 (nas seis provas seguintes, ninguém conseguiu superar este tempo). Outro brasileiro que também tentará representar bem o Brasil na disputa é Damião Ancelmo de Souza. “Eu participei de 18 provas este ano e subi ao pódio em várias delas. A São Silvestre será a última do ano e quero repetir a mesma realização, superar meus limites”, diz o alagoano, que começou correr com 23 anos e hoje vive em Teresópolis, no Rio de Janeiro.

“Considero a prova de alto nível e embora tenha participado de edições anteriores, tenho certeza que este ano estou melhor. Ficarei ao lado do Marílson também tentando levar alegria para os brasileiros”, afirma o corredor de 31 anos.

Edson Dantas, tetracampeão da São Silvestre, confirma presença na prova

Edson Dantas, paratleta tetracampeão da Corrida Internacional de São Silvestre em 2003, 2005, 2008 e 2009, volta a brigar pelo pódio no próximo dia 31, após um ano de muitas conquistas. Dantas ganhou o Prêmio Sentidos, considerado o Oscar da luta pelos direitos das pessoas com deficiência no Brasil, e para fechar o ano com chave de ouro participará da tradicional corrida brasileira em busca do pódio.

“Acho que o sonho de todo corredor é disputar a São Silvestre e eu guardo um carinho especial por essa competição porque quando comecei a correr em 2000, ela foi uma das minhas primeiras provas”, conta o paratleta, que neste ano também conseguiu ser tetracampeão da Meia Maratona Corpore, da Corrida da Cidade de Aracajú e bicampeão do Circuito Paraolímpico Caixa.

Além disso, o atleta, corredor profissional há mais de dez anos, já venceu a Maratona de Nova York (2008 e 2009) e recentemente se tornou representante do Projeto Próximo Passo, que promove ações para a melhoria da vida de pessoas portadoras de deficiências paralisantes.

Em 1992, durante um “arrastão”, ele foi empurrado do trem em que viajava e o acidente teve como consequência a amputação da perna direita. Depois disso Dantas encontrou no esporte o caminho para superação. “Enquanto Deus me der vida e saúde, estarei sempre correndo”, revela o atleta, considerado um dos melhores brasileiros com amputação de membro inferior nas distâncias de cinco e dez quilômetros.


Edson Dantas, tetracampeão da São Silvestre, confirma presença na prova

Corridas de Rua · 22 dez, 2010

Edson Dantas, paratleta tetracampeão da Corrida Internacional de São Silvestre em 2003, 2005, 2008 e 2009, volta a brigar pelo pódio no próximo dia 31, após um ano de muitas conquistas. Dantas ganhou o Prêmio Sentidos, considerado o Oscar da luta pelos direitos das pessoas com deficiência no Brasil, e para fechar o ano com chave de ouro participará da tradicional corrida brasileira em busca do pódio.

“Acho que o sonho de todo corredor é disputar a São Silvestre e eu guardo um carinho especial por essa competição porque quando comecei a correr em 2000, ela foi uma das minhas primeiras provas”, conta o paratleta, que neste ano também conseguiu ser tetracampeão da Meia Maratona Corpore, da Corrida da Cidade de Aracajú e bicampeão do Circuito Paraolímpico Caixa.

Além disso, o atleta, corredor profissional há mais de dez anos, já venceu a Maratona de Nova York (2008 e 2009) e recentemente se tornou representante do Projeto Próximo Passo, que promove ações para a melhoria da vida de pessoas portadoras de deficiências paralisantes.

Em 1992, durante um “arrastão”, ele foi empurrado do trem em que viajava e o acidente teve como consequência a amputação da perna direita. Depois disso Dantas encontrou no esporte o caminho para superação. “Enquanto Deus me der vida e saúde, estarei sempre correndo”, revela o atleta, considerado um dos melhores brasileiros com amputação de membro inferior nas distâncias de cinco e dez quilômetros.

Segurança é mais importante do que medalhas para organização da SS

Após diversas críticas em relação às medalhas da São Silvestre serem entregues com o kit do atleta neste ano, um dos responsáveis pela organização da disputa, Thadeus Kassabian, da Yescom, reforçou nesta quarta-feira (22/12) a declaração que o diretor geral da competição, Júlio Deodoro, fez na semana passada sobre a segurança do evento. Além disso, Thadeus também contra argumenta que a medalha não é a única recordação para quem percorre os 15 quilômetros.

“Quem completou a prova tem outros recursos para comprovar que cruzou a linha de chegada. É só entrar na internet pegar o certificado que disponibilizamos ou procurar imagens da vídeo chegada”, explica o organizador, citando o serviço de vídeo que o Webrun fará no dia da prova. Já sobre o estacionamento do antigo Casarão Matarazzo, local onde eram distribuídas as medalhas e hoje serve como canteiro de obras, ele afirma que o evento ficou sem espaço para realizar a distribuição.

“Muita gente em um local inadequado pode gerar tumulto e afetar a segurança dos participantes, item que é prioridade para a organização. Jamais vamos colocar em risco a integridade de ninguém”, garante Thadeus. “Em uma situação como essa tomamos a decisão mais racional. São 21 mil inscritos, sem contar pessoas que não se inscreveram e também ficam no local”.

Ao ser questionado sobre o porquê da Maratona de Nova York, com mais de 40 mil participantes, consegue manter a tradição de entregar as medalhas ao término do evento, Thadeus afirma que a retirada acontece bem longe da linha de chegada. “Os corredores precisam se deslocar um quilômetro para buscar a medalha. Também é complicado comparar a infra-estrutura e o espaço da nossa cidade com Nova York”.

Ainda de acordo com Kassabian, a Maratona Internacional de São Paulo, com 20 mil inscritos, também organizada pela Yescom, nunca sofreu nenhum tipo de mudança porque é promovida em um local amplo, no Ibirapuera. “Tentamos transferir a chegada da São Silvestre para lá, mas a CET não viabilizou a alteração no percurso deste ano. Agora tentaremos fazer isso no próximo ano”, explica.

Palavra da CET - O gerente de operações da CET, Vlamir Lopes da Costa, revela que a proposta formal para a mudança de trajeto foi apresentada sem a antecedência necessária. “Esse diálogo começou a ser discutido com seriedade apenas neste segundo semestre deste ano. Não tínhamos estudos suficientes para saber qual impacto provocaria nas demais vias de São Paulo a transferência da chegada para a região do parque do Ibirapuera”.

Lopes diz que é possível aprovar a alteração do percurso na próxima edição da corrida, caso seja apresentado algum projeto por parte da organização logo no início do ano, pois não é tão simples promover as mudanças, já que há vários detalhes que a instituição precisa se responsabilizar.

“Só para se ter uma idéia, neste ano a pista da Av. Paulista no sentido Consolação será bloqueada nove horas mais cedo. Em 2009 isso acontecia às 10h, agora será de madrugada. Todos os moradores da redondeza e trabalhadores da região já sabem que não poderão transitar de carro por lá depois da uma hora da manhã. Mandamos cartas para todo mundo avisando”, ressalta o gerente.


Segurança é mais importante do que medalhas para organização da SS

Corridas de Rua · 22 dez, 2010

Após diversas críticas em relação às medalhas da São Silvestre serem entregues com o kit do atleta neste ano, um dos responsáveis pela organização da disputa, Thadeus Kassabian, da Yescom, reforçou nesta quarta-feira (22/12) a declaração que o diretor geral da competição, Júlio Deodoro, fez na semana passada sobre a segurança do evento. Além disso, Thadeus também contra argumenta que a medalha não é a única recordação para quem percorre os 15 quilômetros.

“Quem completou a prova tem outros recursos para comprovar que cruzou a linha de chegada. É só entrar na internet pegar o certificado que disponibilizamos ou procurar imagens da vídeo chegada”, explica o organizador, citando o serviço de vídeo que o Webrun fará no dia da prova. Já sobre o estacionamento do antigo Casarão Matarazzo, local onde eram distribuídas as medalhas e hoje serve como canteiro de obras, ele afirma que o evento ficou sem espaço para realizar a distribuição.

“Muita gente em um local inadequado pode gerar tumulto e afetar a segurança dos participantes, item que é prioridade para a organização. Jamais vamos colocar em risco a integridade de ninguém”, garante Thadeus. “Em uma situação como essa tomamos a decisão mais racional. São 21 mil inscritos, sem contar pessoas que não se inscreveram e também ficam no local”.

Ao ser questionado sobre o porquê da Maratona de Nova York, com mais de 40 mil participantes, consegue manter a tradição de entregar as medalhas ao término do evento, Thadeus afirma que a retirada acontece bem longe da linha de chegada. “Os corredores precisam se deslocar um quilômetro para buscar a medalha. Também é complicado comparar a infra-estrutura e o espaço da nossa cidade com Nova York”.

Ainda de acordo com Kassabian, a Maratona Internacional de São Paulo, com 20 mil inscritos, também organizada pela Yescom, nunca sofreu nenhum tipo de mudança porque é promovida em um local amplo, no Ibirapuera. “Tentamos transferir a chegada da São Silvestre para lá, mas a CET não viabilizou a alteração no percurso deste ano. Agora tentaremos fazer isso no próximo ano”, explica.

Palavra da CET - O gerente de operações da CET, Vlamir Lopes da Costa, revela que a proposta formal para a mudança de trajeto foi apresentada sem a antecedência necessária. “Esse diálogo começou a ser discutido com seriedade apenas neste segundo semestre deste ano. Não tínhamos estudos suficientes para saber qual impacto provocaria nas demais vias de São Paulo a transferência da chegada para a região do parque do Ibirapuera”.

Lopes diz que é possível aprovar a alteração do percurso na próxima edição da corrida, caso seja apresentado algum projeto por parte da organização logo no início do ano, pois não é tão simples promover as mudanças, já que há vários detalhes que a instituição precisa se responsabilizar.

“Só para se ter uma idéia, neste ano a pista da Av. Paulista no sentido Consolação será bloqueada nove horas mais cedo. Em 2009 isso acontecia às 10h, agora será de madrugada. Todos os moradores da redondeza e trabalhadores da região já sabem que não poderão transitar de carro por lá depois da uma hora da manhã. Mandamos cartas para todo mundo avisando”, ressalta o gerente.

James Kwambai, bicampeão da São Silvestre disputa a prova deste ano

O corredor James Kwambai, atual bicampeão da Corrida de São Silvestre já confirmou presença na prova do último dia do ano e é um dos favoritos para a 86ª edição. Aos 26 anos, o atleta queniano venceu na capital paulista em 2009 e 2008, e também se consagrou como quinto colocado na Maratona de Nova York, nos Estados Unidos.

No ano passado Kwambai assumiu a liderança da São Silvestre no quilômetro oito e cruzou a linha de chegada em 44min40, 18 segundos mais rápido que o compatriota Elias Chelimo. Além dessas realizações, Kwambai conquistou outros títulos na Meia Maratona de Roterdã, em 2009, na Maratona de Brescia (Itália) e em Pequim (China).

A expectativa para 2010 é que o atleta leve mais uma vitória para o Quênia, pois desde que a São Silvestre passou a ter 15 quilômetros, em 1991, o quenianos venceram 12 das 19 edições realizadas. Vale lembrar que o fundista terá a ajuda de mais três quenianos que já estão no Brasil: Barnabas Kiplagat Kosgei, Mark Korir e Mathew Kiptoo Cheboi.

O trio queniano conquistou bons resultados, como a vitória de Barnabas na Volta da Pampulha, em Belo Horizonte (MG), e a primeira posição de Korir na 10K Rio - Corrida Pan-Americana, no Rio de Janeiro (RJ). Barnabas tem ótimo retrospecto e foi campeão mundial de cross-country em 2007, com apenas 21 anos.

Outras atrações - As atletas Bornes Jepkirui Kitur, Alice Timbilili e Eunice Kirwa, do Quênia, que já venceram sete vezes a São Silvestre e desde 1991 sobem ao pódio como campeãs, não querem perder a tradição de ganhar a competição neste ano. As chances delas vencerem são grandes, pois Timbilili foi campeã da disputa em 2007, enquanto que a corredora Eunice Kirwa saiu da Meia Maratona do Rio como primeira colocada ao lado do marido Joshua Kemei (vencedor da mesma prova na Cidade Maravilhosa, que não estará na disputa do dia 31 devido a uma lesão).

Já Kitur dominou a Volta da Pampulha no dia cinco de dezembro. Uma semana antes ela ficou em segundo lugar na 10K Rio - Corrida Pan-americana. O grupo africano é completado por Anastazia Msandai Ghamaa, da Tanzânia, quarta colocada na 10K Rio. Vale lembrar que outros estrangeiros já foram confirmados para a prova e divulgados em reportagem no Webrun.



James Kwambai, bicampeão da São Silvestre disputa a prova deste ano

Corridas de Rua · 21 dez, 2010

O corredor James Kwambai, atual bicampeão da Corrida de São Silvestre já confirmou presença na prova do último dia do ano e é um dos favoritos para a 86ª edição. Aos 26 anos, o atleta queniano venceu na capital paulista em 2009 e 2008, e também se consagrou como quinto colocado na Maratona de Nova York, nos Estados Unidos.

No ano passado Kwambai assumiu a liderança da São Silvestre no quilômetro oito e cruzou a linha de chegada em 44min40, 18 segundos mais rápido que o compatriota Elias Chelimo. Além dessas realizações, Kwambai conquistou outros títulos na Meia Maratona de Roterdã, em 2009, na Maratona de Brescia (Itália) e em Pequim (China).

A expectativa para 2010 é que o atleta leve mais uma vitória para o Quênia, pois desde que a São Silvestre passou a ter 15 quilômetros, em 1991, o quenianos venceram 12 das 19 edições realizadas. Vale lembrar que o fundista terá a ajuda de mais três quenianos que já estão no Brasil: Barnabas Kiplagat Kosgei, Mark Korir e Mathew Kiptoo Cheboi.

O trio queniano conquistou bons resultados, como a vitória de Barnabas na Volta da Pampulha, em Belo Horizonte (MG), e a primeira posição de Korir na 10K Rio - Corrida Pan-Americana, no Rio de Janeiro (RJ). Barnabas tem ótimo retrospecto e foi campeão mundial de cross-country em 2007, com apenas 21 anos.

Outras atrações - As atletas Bornes Jepkirui Kitur, Alice Timbilili e Eunice Kirwa, do Quênia, que já venceram sete vezes a São Silvestre e desde 1991 sobem ao pódio como campeãs, não querem perder a tradição de ganhar a competição neste ano. As chances delas vencerem são grandes, pois Timbilili foi campeã da disputa em 2007, enquanto que a corredora Eunice Kirwa saiu da Meia Maratona do Rio como primeira colocada ao lado do marido Joshua Kemei (vencedor da mesma prova na Cidade Maravilhosa, que não estará na disputa do dia 31 devido a uma lesão).

Já Kitur dominou a Volta da Pampulha no dia cinco de dezembro. Uma semana antes ela ficou em segundo lugar na 10K Rio - Corrida Pan-americana. O grupo africano é completado por Anastazia Msandai Ghamaa, da Tanzânia, quarta colocada na 10K Rio. Vale lembrar que outros estrangeiros já foram confirmados para a prova e divulgados em reportagem no Webrun.