Cobertura_Olimpiada_Pequim

Para Vanderlei Cordeiro, Brasil tem chances de medalha no atletismo

O maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima fala com a imprensa pela primeira vez, depois de ficar fora dos Jogos Olímpicos de Pequim. Confira!

São Paulo - Superada a não classificação para a Olimpíada de Pequim, o maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima agora incentiva os jovens atletas brasileiros e foca uma nova competição. No último sábado (10), ele encontrou alguns dos atletas que formam a nova geração de fundistas do país.

“O atletismo está sempre renovando e com atletas de grande potencial. No futuro é possível que tenha mais atletas competindo e que o nível técnico desses atletas esteja melhor”, conta. Mas além de incentivar a garotada, o seu principal objetivo agora é a Meia Maratona do Rio de Janeiro, que também será o mundial da modalidade.

Para isso Cordeiro treina diariamente no Paraná e talvez na última etapa da preparação vá para a Colômbia, treinar na altitude. “O meu principal objetivo é a Meia do Rio. Quero voltar na minha melhor forma para fazer uma ótima competição”, conta.

A competição está marcada para o dia 12 de outubro e contará com a presença de atletas de diversos países. “O mais importante é pensar na equipe brasileira que pode sair do Rio entre as três melhores do mundo”.

Olimpíada - Detentor da medalha de bronze da maratona olímpica de Atenas, Vanderlei Cordeiro acredita que o Brasil tem chances de medalhas também nessa edição.

“Os atletas que foram para Pequim são bastante experientes, mas a confiança é que o Brasil possa trazer mais medalhas no atletismo em provas de velocidade, saltos e também a maratona. O Brasil está focado nisso. E nós ficamos aqui na torcida para que isso aconteça”.

Segundo o atleta, a dica para aqueles que estão em Pequim é concentração e foco no objetivo. "Isso é muito importante, mas claro que o atleta que está preparado fisicamente tem condições de chegar lá para buscar um bom resultado. Com certeza os atletas que foram estão na melhor forma", revela.

Antes da Meia do Rio, Cordeiro ainda não tem nenhuma corrida de 10 quilômetros como forma de treinamento. Ele irá apenas competir a Nike Human Race no dia 31 de agosto, em São Paulo, mas apenas como diversão.


Para Vanderlei Cordeiro, Brasil tem chances de medalha no atletismo

Maratona · 11 ago, 2008

O maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima fala com a imprensa pela primeira vez, depois de ficar fora dos Jogos Olímpicos de Pequim. Confira!

São Paulo - Superada a não classificação para a Olimpíada de Pequim, o maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima agora incentiva os jovens atletas brasileiros e foca uma nova competição. No último sábado (10), ele encontrou alguns dos atletas que formam a nova geração de fundistas do país.

“O atletismo está sempre renovando e com atletas de grande potencial. No futuro é possível que tenha mais atletas competindo e que o nível técnico desses atletas esteja melhor”, conta. Mas além de incentivar a garotada, o seu principal objetivo agora é a Meia Maratona do Rio de Janeiro, que também será o mundial da modalidade.

Para isso Cordeiro treina diariamente no Paraná e talvez na última etapa da preparação vá para a Colômbia, treinar na altitude. “O meu principal objetivo é a Meia do Rio. Quero voltar na minha melhor forma para fazer uma ótima competição”, conta.

A competição está marcada para o dia 12 de outubro e contará com a presença de atletas de diversos países. “O mais importante é pensar na equipe brasileira que pode sair do Rio entre as três melhores do mundo”.

Olimpíada - Detentor da medalha de bronze da maratona olímpica de Atenas, Vanderlei Cordeiro acredita que o Brasil tem chances de medalhas também nessa edição.

“Os atletas que foram para Pequim são bastante experientes, mas a confiança é que o Brasil possa trazer mais medalhas no atletismo em provas de velocidade, saltos e também a maratona. O Brasil está focado nisso. E nós ficamos aqui na torcida para que isso aconteça”.

Segundo o atleta, a dica para aqueles que estão em Pequim é concentração e foco no objetivo. "Isso é muito importante, mas claro que o atleta que está preparado fisicamente tem condições de chegar lá para buscar um bom resultado. Com certeza os atletas que foram estão na melhor forma", revela.

Antes da Meia do Rio, Cordeiro ainda não tem nenhuma corrida de 10 quilômetros como forma de treinamento. Ele irá apenas competir a Nike Human Race no dia 31 de agosto, em São Paulo, mas apenas como diversão.

Especial Pequim: questionamentos olímpicos

A partir dessa segunda-feira (11) o Webrun contará com os relatos exclusivos do jornalista e médico esportivo Dr. Osmar de Oliveira. Ele está em Pequim e mandará textos gerais dos Jogos Olímpicos da China. Confira!

Direto de Pequim - Hoje eu quero elencar algumas questões para reflexão e para algumas delas eu também não estou convicto que tenha uma resposta correta que observo aqui em Pequim.

  • Por que o presidente J.W. Bush foi visitar neste domingo um templo católico, num país em que a maioria dos templos é budista? Afronta?

  • Por que o porta-bandeira da delegação americana foi um atleta do Nepal, recentemente naturalizado americano? Provocação?

  • Os chineses acreditavam mesmo que venceriam os americanos no basquetebol masculino? Ou foi uma utopia planejada?

  • O fator mais importante para o COI e para cada governo sede de Olimpíadas, chama-se segurança. E ela é cada vez mais crescente. Mais duas ou três edições dos Jogos e tenho dúvidas se eles continuarão.

  • Os atentados em alguns lugares da China durante as Olimpíadas são coincidências, ou servem para mostrar ao mundo um certo descontentamento político de alguns grupos mais extremistas?

  • A China gastou mais de 40 bilhões de dólares para fazer uma olimpíada perfeita. E estão conseguindo. Como o Brasil é candidato para 2.016, o Brasil tem esse dinheiro?

  • A rede americana NBC está aqui com 2.600 pessoas, 600 chineses e 2.000 jornalistas americanos. No Brasil tem algum lugar para abrigar essa gente toda daqui oito anos?

  • O problema do fuso horário para os EUA e boa parte da Europa fez o COI alterar alguns horários de provas principalmente da natação. Isso enfraquece a candidatura de Tóquio para sediar os jogos depois de Londres?

  • O número de jornalistas credenciados para cobrir os Jogos é maior do que o próprio número de atletas. Você conhece algum evento em que esse fato acontece? Talvez a Copa do Mundo de futebol, mas aí, é um esporte só.

  • Há um inovador posicionamento de câmeras de televisão cobrindo esta Olimpíada. Por que outros países avançados e com uma televisão de mais alto nível não tinham pensado nisso? Preguiça ou soberba?

    Colaborador especial do Webrun, Dr. Osmar de Oliveira é jornalista e médico esportivo. Para saber mais: www.osmardeoliveira.com.br


  • Especial Pequim: questionamentos olímpicos

    Atletismo · 11 ago, 2008

    A partir dessa segunda-feira (11) o Webrun contará com os relatos exclusivos do jornalista e médico esportivo Dr. Osmar de Oliveira. Ele está em Pequim e mandará textos gerais dos Jogos Olímpicos da China. Confira!

    Direto de Pequim - Hoje eu quero elencar algumas questões para reflexão e para algumas delas eu também não estou convicto que tenha uma resposta correta que observo aqui em Pequim.

  • Por que o presidente J.W. Bush foi visitar neste domingo um templo católico, num país em que a maioria dos templos é budista? Afronta?

  • Por que o porta-bandeira da delegação americana foi um atleta do Nepal, recentemente naturalizado americano? Provocação?

  • Os chineses acreditavam mesmo que venceriam os americanos no basquetebol masculino? Ou foi uma utopia planejada?

  • O fator mais importante para o COI e para cada governo sede de Olimpíadas, chama-se segurança. E ela é cada vez mais crescente. Mais duas ou três edições dos Jogos e tenho dúvidas se eles continuarão.

  • Os atentados em alguns lugares da China durante as Olimpíadas são coincidências, ou servem para mostrar ao mundo um certo descontentamento político de alguns grupos mais extremistas?

  • A China gastou mais de 40 bilhões de dólares para fazer uma olimpíada perfeita. E estão conseguindo. Como o Brasil é candidato para 2.016, o Brasil tem esse dinheiro?

  • A rede americana NBC está aqui com 2.600 pessoas, 600 chineses e 2.000 jornalistas americanos. No Brasil tem algum lugar para abrigar essa gente toda daqui oito anos?

  • O problema do fuso horário para os EUA e boa parte da Europa fez o COI alterar alguns horários de provas principalmente da natação. Isso enfraquece a candidatura de Tóquio para sediar os jogos depois de Londres?

  • O número de jornalistas credenciados para cobrir os Jogos é maior do que o próprio número de atletas. Você conhece algum evento em que esse fato acontece? Talvez a Copa do Mundo de futebol, mas aí, é um esporte só.

  • Há um inovador posicionamento de câmeras de televisão cobrindo esta Olimpíada. Por que outros países avançados e com uma televisão de mais alto nível não tinham pensado nisso? Preguiça ou soberba?

    Colaborador especial do Webrun, Dr. Osmar de Oliveira é jornalista e médico esportivo. Para saber mais: www.osmardeoliveira.com.br

  • Antes de embarcar para Pequim, Franck Caldeira corre 10km

    Corridas de Rua · 08 ago, 2008

    O brasileiro Franck Caldeira participa da última competição antes dos Jogos Olímpicos de Pequim. Terceiro representante do país na maratona olímpica, Franck corre os dez quilômetros da Volkswagen Run no próximo domingo (10) em São Bernardo.

    O maratonista embarca para Pequim na quinta-feira (14) e disputa a maratona no dia 23 de agosto. “Franck não tem o objetivo de vencer a prova de domingo. Ele vai fazer a prova com o intuito de aprimorar mais a parte final do treinamento para a maratona”, conta Henrique Viana, treinador do atleta.

    Ainda de acordo com o treinador, Franck não fez uma preparação exclusiva para os dez quilômetros e isso pode diminuir o ritmo do atleta na corrida paulista. “O objetivo do Franck é a maratona. Não posso dizer quem vai vencer no domingo, mas acredito que alguns adversários, como os irmãos Cosme e Damião, estão focados em competições de 10 quilômetros e conseqüentemente têm mais chances”.

    Abertura Olímpica tem show de luz e tecnologia

    Às 20h do dia oito de agosto de 2008 teve início oficialmente a abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim, no estádio olímpico nacional, popularmente conhecido como Ninho de Pássaro. Uma apresentação de tambores marcou a contagem regressiva e, a partir daí, o que se viu foi um show de luzes, fogos e tecnologia.

    A base da apresentação foi um pergaminho gigante estendido no centro do estádio, representando uma das principais invenções do povo chinês, o papel. Durante toda a cerimônia houve shows pirotécnicos, jogo de luzes, projeções em 3D e surpresas para os presentes.

    Milhares de figurantes representaram a tipografia, a unificação do povo chinês, a Muralha da China, a navegação do País, a bússola (outro instrumento inventado por eles), entre outros acontecimentos. Durante todo o evento, a Comissão organizadora dos jogos procurou mesclar os cinco mil anos de história com a era moderna.

    Delegações - Após cerca de uma hora passada desde o início, foi tocada a música tema dos jogos e as delegações dos países começaram a desfilar. A primeira a entrar foi a Grécia, seguindo o protocolo, e a última a China. O Brasil entrou às 10h30 de paletó verde, calça azul, camiseta e chapéu brancos, tendo à frente como porta bandeiras o velejador Robert Scheidt.

    Para encerrar com chave de ouro, os chineses conseguiram inovar na hora de ascender a pira olímpica. Após a passagem da tocha pelas mãos de vários atletas da casa, o ex-ginasta Li Ning teve a importante missão de deixar aceso o fogo que durará até o dia 24, data de encerramento dos Jogos.

    “Flutuando” sobre o telão de 360º construído ao redor do Ninho de Pássaro, Ning deu a volta olímpica até ascender o pavio da pira. “Foi espetacular. Essa noite o mundo pôde acompanhar um magnífico tributo aos atletas e ao espírito olímpico”, afirma Jacques Rogge, presidente do Comitê Olímpico Internacional. “Foi uma cerimônia inesquecível que celebrou a imaginação, originalidade e energia dos Jogos de Pequim”, completa.


    Abertura Olímpica tem show de luz e tecnologia

    Atletismo · 08 ago, 2008

    Às 20h do dia oito de agosto de 2008 teve início oficialmente a abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim, no estádio olímpico nacional, popularmente conhecido como Ninho de Pássaro. Uma apresentação de tambores marcou a contagem regressiva e, a partir daí, o que se viu foi um show de luzes, fogos e tecnologia.

    A base da apresentação foi um pergaminho gigante estendido no centro do estádio, representando uma das principais invenções do povo chinês, o papel. Durante toda a cerimônia houve shows pirotécnicos, jogo de luzes, projeções em 3D e surpresas para os presentes.

    Milhares de figurantes representaram a tipografia, a unificação do povo chinês, a Muralha da China, a navegação do País, a bússola (outro instrumento inventado por eles), entre outros acontecimentos. Durante todo o evento, a Comissão organizadora dos jogos procurou mesclar os cinco mil anos de história com a era moderna.

    Delegações - Após cerca de uma hora passada desde o início, foi tocada a música tema dos jogos e as delegações dos países começaram a desfilar. A primeira a entrar foi a Grécia, seguindo o protocolo, e a última a China. O Brasil entrou às 10h30 de paletó verde, calça azul, camiseta e chapéu brancos, tendo à frente como porta bandeiras o velejador Robert Scheidt.

    Para encerrar com chave de ouro, os chineses conseguiram inovar na hora de ascender a pira olímpica. Após a passagem da tocha pelas mãos de vários atletas da casa, o ex-ginasta Li Ning teve a importante missão de deixar aceso o fogo que durará até o dia 24, data de encerramento dos Jogos.

    “Flutuando” sobre o telão de 360º construído ao redor do Ninho de Pássaro, Ning deu a volta olímpica até ascender o pavio da pira. “Foi espetacular. Essa noite o mundo pôde acompanhar um magnífico tributo aos atletas e ao espírito olímpico”, afirma Jacques Rogge, presidente do Comitê Olímpico Internacional. “Foi uma cerimônia inesquecível que celebrou a imaginação, originalidade e energia dos Jogos de Pequim”, completa.

    Acompanhe a cobertura dos Jogos Olímpicos no Webrun

    Na sexta-feira, dia oito de agosto, começou oficialmente os Jogos Olímpicos de Pequim. Até o dia 23 de agosto diversos países irão viver o esporte intensamente, representar os seus países com garra, além de superar limites.

    O Webrun irá cobrir as provas de pista do atletismo, a maratona, a marcha-atlética e o triathlon. Para isso contaremos com a colaboração especial da jornalista Manoela Penna, que mandará informações direto de Pequim.

    Para não perder nenhum momento dos jogos, confira a tabela com as competições que terão cobertura do Webrun, assim como as provas que já tem a presença do Brasil na final (são as provas com a cor verde). Lembre-se, que por causa do fuso horário, 11 horas de diferença entre a China e o Brasil, a hora da tabela já está de acordo com o horário de Brasília.

    Data

    Hora

    Modalidade

    Categoria

    15/08 Sexta

    8h45

    100m quartas

    Masculina

    11h45

    10mil final

    Feminina

    22h20km Marcha Masculina

    16/08 Sábado

    8h30800m semiFeminina
    9h05100m semiMasculina
    9h35100m quartasFeminina

    11h40

    100m finalMasculina
    20h30MaratonaFeminina
    17/08 Domingo

    8h45

    100m semiFeminina
    10h400msemiFeminina
    10h551.500m semiMasculina
    11h25100m finalFeminina
    11h4510 mil finalMasculina
    23hTriathlonFeminina
    18/08 Segunda9h05200m quartasMasculina
    10h35800m finalFeminina
    23hTriathlonMasculina
    19/08 Terça8h200m quartasFeminina
    10h25200m semiMasculina
    10h45400m semiMasculina
    11h10400m finalFeminina
    11h501.500 finalMasculina
    20/08 Quarta10h55200m semiFeminina
    11h20200m finalMasculina
    22h20km Marcha Feminina
    21/08 Quinta8h1.500m semiFeminina
    8h30800m semiMasculina
    9h55400m finalMasculina
    10h10200m finalFeminina
    20h3050km MarchaMasculina
    22/08 Sexta9h405 mil finalFeminina
    10h154X100m finalFeminina
    11h104X100m finalMasculina
    23/08 Sábado8h30800m finalMasculina
    8h501.500 finalFeminina
    9h105 mil finalMasculina
    9h404x400m finalFeminina
    10h054x400m finalMasculina
    20h30MaratonaMasculina


    Acompanhe a cobertura dos Jogos Olímpicos no Webrun

    Atletismo · 08 ago, 2008

    Na sexta-feira, dia oito de agosto, começou oficialmente os Jogos Olímpicos de Pequim. Até o dia 23 de agosto diversos países irão viver o esporte intensamente, representar os seus países com garra, além de superar limites.

    O Webrun irá cobrir as provas de pista do atletismo, a maratona, a marcha-atlética e o triathlon. Para isso contaremos com a colaboração especial da jornalista Manoela Penna, que mandará informações direto de Pequim.

    Para não perder nenhum momento dos jogos, confira a tabela com as competições que terão cobertura do Webrun, assim como as provas que já tem a presença do Brasil na final (são as provas com a cor verde). Lembre-se, que por causa do fuso horário, 11 horas de diferença entre a China e o Brasil, a hora da tabela já está de acordo com o horário de Brasília.

    Data

    Hora

    Modalidade

    Categoria

    15/08 Sexta

    8h45

    100m quartas

    Masculina

    11h45

    10mil final

    Feminina

    22h20km Marcha Masculina

    16/08 Sábado

    8h30800m semiFeminina
    9h05100m semiMasculina
    9h35100m quartasFeminina

    11h40

    100m finalMasculina
    20h30MaratonaFeminina
    17/08 Domingo

    8h45

    100m semiFeminina
    10h400msemiFeminina
    10h551.500m semiMasculina
    11h25100m finalFeminina
    11h4510 mil finalMasculina
    23hTriathlonFeminina
    18/08 Segunda9h05200m quartasMasculina
    10h35800m finalFeminina
    23hTriathlonMasculina
    19/08 Terça8h200m quartasFeminina
    10h25200m semiMasculina
    10h45400m semiMasculina
    11h10400m finalFeminina
    11h501.500 finalMasculina
    20/08 Quarta10h55200m semiFeminina
    11h20200m finalMasculina
    22h20km Marcha Feminina
    21/08 Quinta8h1.500m semiFeminina
    8h30800m semiMasculina
    9h55400m finalMasculina
    10h10200m finalFeminina
    20h3050km MarchaMasculina
    22/08 Sexta9h405 mil finalFeminina
    10h154X100m finalFeminina
    11h104X100m finalMasculina
    23/08 Sábado8h30800m finalMasculina
    8h501.500 finalFeminina
    9h105 mil finalMasculina
    9h404x400m finalFeminina
    10h054x400m finalMasculina
    20h30MaratonaMasculina

    Atletismo do Brasil faz últimos treinos em Macau

    Atletismo · 08 ago, 2008

    O Secretário Geral da CBAt e chefe da delegação brasileira de Atletismo na Olimpíada de Pequim, Martinho Nobre dos Santos, relata como está a preparação da equipe para os Jogos. A estréia do Brasil na modalidade será no próximo dia 15.

    Direto de Macau - Em Macau agora a expectativa de todos é pela ida a Beijing, que acontece no domingo dia 10. Aqui todos estão muito bem, treinando forte e sem problemas, temos a pista somente para nós. Alguns atletas nossos ainda ficarão um pouquinho mais em Macau e no dia 10 chegam a Beijign conosco, como o José Baggio da Marcha Atlética e a Marily dos Santos, da maratona.

    Entraremos juntos na Vila Olímpica. Todos estão otimistas e esperando grandes resultados nos Jogos. Esperamos que todo o nosso planejamento nos últimos cinco anos dê resultado (no Pan do Rio, as expectativas foram alcançadas e ultrapassadas), esperamos ter o maior número de finalistas olímpicos na história de nosso atletismo.

    Juraci Moreira encara terceira Olimpíada sem pressão

    O triathleta brasileiro Juraci Moreira, convocado de última hora para os Jogos Olímpicos de Pequim, embarca nessa sexta-feira (8) para sua terceira Olimpíada. Por causa de sua experiência, ele se diz tranqüilo, sem pressão ou ansiedade. “Estou indo mais tranqüilo e o objetivo inicial é melhorar o 22º lugar obtido em Sidney, no ano de 2000”, avalia.

    São Paulo - Após as seletivas olímpicas, Juraci ficou com a 56ª colocação do Ranking Internacional da Modalidade, mas só foram chamados para os Jogos os 55 primeiros desse ranking. Porém, com a decisão do Comitê Olímpico da Áustria de não levar um de seus atletas para Pequim, a vaga remanescente ficou com Juraci.

    Com a vaga nas mãos, o atleta, que foi bronze no Pan do Rio de Janeiro, teve que modificar o estilo de treinamento de última hora. Segundo ele, o seu treino passou a ser menor e mais intenso. “Deixei de lado os treinamentos para provas mais longas, como Ironman, e voltei a focar a distância olímpica para ganhar mais explosão e velocidade”.

    Apesar de ter como objetivo inicial melhorar a 22ª colocação obtida na Olimpíada passada, ele acredita que as condições adversas de calor, alta umidade e poluição poderão nivelar os adversários e reservar algumas surpresas nas primeiras colocações. “Acho que será uma prova muito disputada até o fim da corrida”, avalia o curitibano.

    Desafio - Juraci conhece bem a cidade de Pequim e o percurso onde será realizada a prova, já que esteve lá em duas oportunidades, ambos eventos teste, e por isso acredita que a poluição não será uma grande dificuldade. “Nos primeiros dias você sente diferença de ar, mas depois de dois a três dias se adapta. Todos vão sentir isso, então não acho que é algo que vai estragar a minha prova”.

    Se a qualidade do ar não será problema, o fuso-horário, de 11 horas de diferença para o Brasil, é algo que deixa o brasileiro um pouco apreensivo. “Nos início será muito complicado, então tenho dormido tarde aqui no Brasil para tentar acostumar. Dizem que você se adapta uma hora por dia, como chegarei 10 dias antes da competição, estarei bem aclimatado”.

    Sobre o percurso, ele comenta que será técnico, mas não tão difícil quanto foi na Olimpíada de Atenas. “A natação será numa baía fechada, então será tranqüila porque não haverá ondas e vento forte; o ciclismo terá subidas fortes, mas dentro do padrão mundial e a corrida passará pela mesma ascensão da bike, porém, mais curta”.

    Como grande favorito, o triathleta brasileiro aponta o espanhol Xavier Gómez para faturar a medalha de ouro e diz que cerca de 10 atletas podem entrar no páreo pela prata e bronze. Além de Juraci, o Brasil estará representado por Reinaldo Colucci e Mariana Ohata.


    Juraci Moreira encara terceira Olimpíada sem pressão

    Triathlon · 08 ago, 2008

    O triathleta brasileiro Juraci Moreira, convocado de última hora para os Jogos Olímpicos de Pequim, embarca nessa sexta-feira (8) para sua terceira Olimpíada. Por causa de sua experiência, ele se diz tranqüilo, sem pressão ou ansiedade. “Estou indo mais tranqüilo e o objetivo inicial é melhorar o 22º lugar obtido em Sidney, no ano de 2000”, avalia.

    São Paulo - Após as seletivas olímpicas, Juraci ficou com a 56ª colocação do Ranking Internacional da Modalidade, mas só foram chamados para os Jogos os 55 primeiros desse ranking. Porém, com a decisão do Comitê Olímpico da Áustria de não levar um de seus atletas para Pequim, a vaga remanescente ficou com Juraci.

    Com a vaga nas mãos, o atleta, que foi bronze no Pan do Rio de Janeiro, teve que modificar o estilo de treinamento de última hora. Segundo ele, o seu treino passou a ser menor e mais intenso. “Deixei de lado os treinamentos para provas mais longas, como Ironman, e voltei a focar a distância olímpica para ganhar mais explosão e velocidade”.

    Apesar de ter como objetivo inicial melhorar a 22ª colocação obtida na Olimpíada passada, ele acredita que as condições adversas de calor, alta umidade e poluição poderão nivelar os adversários e reservar algumas surpresas nas primeiras colocações. “Acho que será uma prova muito disputada até o fim da corrida”, avalia o curitibano.

    Desafio - Juraci conhece bem a cidade de Pequim e o percurso onde será realizada a prova, já que esteve lá em duas oportunidades, ambos eventos teste, e por isso acredita que a poluição não será uma grande dificuldade. “Nos primeiros dias você sente diferença de ar, mas depois de dois a três dias se adapta. Todos vão sentir isso, então não acho que é algo que vai estragar a minha prova”.

    Se a qualidade do ar não será problema, o fuso-horário, de 11 horas de diferença para o Brasil, é algo que deixa o brasileiro um pouco apreensivo. “Nos início será muito complicado, então tenho dormido tarde aqui no Brasil para tentar acostumar. Dizem que você se adapta uma hora por dia, como chegarei 10 dias antes da competição, estarei bem aclimatado”.

    Sobre o percurso, ele comenta que será técnico, mas não tão difícil quanto foi na Olimpíada de Atenas. “A natação será numa baía fechada, então será tranqüila porque não haverá ondas e vento forte; o ciclismo terá subidas fortes, mas dentro do padrão mundial e a corrida passará pela mesma ascensão da bike, porém, mais curta”.

    Como grande favorito, o triathleta brasileiro aponta o espanhol Xavier Gómez para faturar a medalha de ouro e diz que cerca de 10 atletas podem entrar no páreo pela prata e bronze. Além de Juraci, o Brasil estará representado por Reinaldo Colucci e Mariana Ohata.

    Marily dos Santos diz não estar ansiosa para a Maratona

    Marily dos Santos, única representante brasileira na Maratona feminina da Olimpíada de Pequim, embarca nessa sexta-feira (08) para a capital chinesa e diz que até o momento não está ansiosa. “Eu não tenho esse negócio de ficar nervosa, eu sinto é uma quentura”, afirma a alagoana. “Eu devo sentir uma emoção depois que passar isso tudo”, completa.

    São Paulo - No dia 20 de abril Marily dos Santos marcou 2h36min21 na Maratona de Santa Catarina e carimbou o índice A para a disputa olímpica, mesmo correndo sob condições adversas como chuva e fortes ventos. Desde então ela vem realizando treinamentos em conjunto com seu treinador Gilmário Mendes para chegar bem preparada no próximo dia 17.


    “Eu não posso reclamar de nada, estou bem treinada, fiz muita rodagem, agora só falta o polimento, treinar apenas um turno por dia e esperar chegar o dia”, fala com toda sua tranqüilidade. A tática que será utilizada por Marily não tem mistério, já que ela entrará na prova sem pressão por resultado, o que certamente lhe favorecerá bastante.

    “Meu objetivo é correr com o pelotão de frente até a marca da meia maratona. Vou dar o meu melhor e acredito que consiga chegar entre as 30 melhores”, lembra a corredora de 30 anos. “Vão ter meninas muito boas, que fazem 2h15min, mas ninguém é imbatível”, completa.

    Treinos - Segundo Gilmário, nas maratonas em que Marily disputou até hoje, o treinamento não foi reduzido às vésperas da competição e ela inclusive participou de provas menores nos finais de semana anteriores. Após a obtenção do índice, porém, a situação foi outra. “Nesse período ela fez apenas uma meia, não teve outras provas, então pôde treinar mais”.

    A maratonista inclusive recebeu um convite para disputar a Meia Maratona de Bogotá, mas recusou a proposta do manager, que chegou a oferecer cachê em dólar. “Ela preferiu não se desgastar correndo a 2.600m de altitude, porque acabaria competindo para valer, não faria apenas um treino”, comenta o treinador e marido.

    Marily nasceu em Joaquim Gomes, cidade que fica a 71 quilômetros de Maceió (AL), onde trabalhava na roça, numa região em que não havia luz elétrica. “Ela não sabia o que era Olimpíada até os 18 anos. Competir com as melhores do mundo numa prova que ela não é tão experiente, não dá para exigir uma performance muito melhor do que obteve em Santa Catarina”.

    Marily enfrentará grandes nomes do atletismo mundial, como a britânica Paula Radcliffe, a americana Deena Kastor, a etíope Get Wami, entre outras, mas Gilmário garante que as adversárias não vou assustar a atleta. “Fazendo uma analogia com o forró, que ela gosta muito, ela vai para dançar da forma que sabe, sem ter que se preocupar com os outros”.

    O forte calor que faz na região será um grande aliado, já que ela costuma treinar sob altas temperaturas em Pojuca e Salvador, mas a poluição pode ser um agravante na performance. Enquanto Gilmário parece se preocupar um pouco, já que ela está acostumada com locais arborizados e ar fresco, Marily parece tirar de letra. “Vai ter poluição para mim e para todo mundo também, todas terão essa preocupação”.

    Futuro - Assim, de forma despreocupada, Marily segue ganhando experiência e, após a Olimpíada, certamente será mais reconhecida e receberá convites para disputar provas tradicionais, como Berlim, Chicago e Nova York. “A Olimpíada, além de ser importante para representar o país, profissionalmente tem a importância de abrir portas no exterior. Ela certamente será outra Marily depois de Pequim”, orgulha-se Gilmário.

    A carreira da maratonista segue em ascensão e o treinador acredita que nos Jogos de 2012, em Londres, ela terá mais chances de obter um bom resultado. “Ela estará com 34 anos e muito mais experiente”. Agora resta torcer para que Marily dos Santos dê o primeiro passo para, quem sabe, o Brasil iniciar uma boa fase olímpica na modalidade.


    Marily dos Santos diz não estar ansiosa para a Maratona

    Atletismo · 07 ago, 2008

    Marily dos Santos, única representante brasileira na Maratona feminina da Olimpíada de Pequim, embarca nessa sexta-feira (08) para a capital chinesa e diz que até o momento não está ansiosa. “Eu não tenho esse negócio de ficar nervosa, eu sinto é uma quentura”, afirma a alagoana. “Eu devo sentir uma emoção depois que passar isso tudo”, completa.

    São Paulo - No dia 20 de abril Marily dos Santos marcou 2h36min21 na Maratona de Santa Catarina e carimbou o índice A para a disputa olímpica, mesmo correndo sob condições adversas como chuva e fortes ventos. Desde então ela vem realizando treinamentos em conjunto com seu treinador Gilmário Mendes para chegar bem preparada no próximo dia 17.


    “Eu não posso reclamar de nada, estou bem treinada, fiz muita rodagem, agora só falta o polimento, treinar apenas um turno por dia e esperar chegar o dia”, fala com toda sua tranqüilidade. A tática que será utilizada por Marily não tem mistério, já que ela entrará na prova sem pressão por resultado, o que certamente lhe favorecerá bastante.

    “Meu objetivo é correr com o pelotão de frente até a marca da meia maratona. Vou dar o meu melhor e acredito que consiga chegar entre as 30 melhores”, lembra a corredora de 30 anos. “Vão ter meninas muito boas, que fazem 2h15min, mas ninguém é imbatível”, completa.

    Treinos - Segundo Gilmário, nas maratonas em que Marily disputou até hoje, o treinamento não foi reduzido às vésperas da competição e ela inclusive participou de provas menores nos finais de semana anteriores. Após a obtenção do índice, porém, a situação foi outra. “Nesse período ela fez apenas uma meia, não teve outras provas, então pôde treinar mais”.

    A maratonista inclusive recebeu um convite para disputar a Meia Maratona de Bogotá, mas recusou a proposta do manager, que chegou a oferecer cachê em dólar. “Ela preferiu não se desgastar correndo a 2.600m de altitude, porque acabaria competindo para valer, não faria apenas um treino”, comenta o treinador e marido.

    Marily nasceu em Joaquim Gomes, cidade que fica a 71 quilômetros de Maceió (AL), onde trabalhava na roça, numa região em que não havia luz elétrica. “Ela não sabia o que era Olimpíada até os 18 anos. Competir com as melhores do mundo numa prova que ela não é tão experiente, não dá para exigir uma performance muito melhor do que obteve em Santa Catarina”.

    Marily enfrentará grandes nomes do atletismo mundial, como a britânica Paula Radcliffe, a americana Deena Kastor, a etíope Get Wami, entre outras, mas Gilmário garante que as adversárias não vou assustar a atleta. “Fazendo uma analogia com o forró, que ela gosta muito, ela vai para dançar da forma que sabe, sem ter que se preocupar com os outros”.

    O forte calor que faz na região será um grande aliado, já que ela costuma treinar sob altas temperaturas em Pojuca e Salvador, mas a poluição pode ser um agravante na performance. Enquanto Gilmário parece se preocupar um pouco, já que ela está acostumada com locais arborizados e ar fresco, Marily parece tirar de letra. “Vai ter poluição para mim e para todo mundo também, todas terão essa preocupação”.

    Futuro - Assim, de forma despreocupada, Marily segue ganhando experiência e, após a Olimpíada, certamente será mais reconhecida e receberá convites para disputar provas tradicionais, como Berlim, Chicago e Nova York. “A Olimpíada, além de ser importante para representar o país, profissionalmente tem a importância de abrir portas no exterior. Ela certamente será outra Marily depois de Pequim”, orgulha-se Gilmário.

    A carreira da maratonista segue em ascensão e o treinador acredita que nos Jogos de 2012, em Londres, ela terá mais chances de obter um bom resultado. “Ela estará com 34 anos e muito mais experiente”. Agora resta torcer para que Marily dos Santos dê o primeiro passo para, quem sabe, o Brasil iniciar uma boa fase olímpica na modalidade.

    Pequim é palco das novidades esportivas

    Os jogos olímpicos servem de fonte de inspiração para diversas marcas esportivas, afinal é lá que as performances são testadas. E pensando nos excelentes resultados dos atletas, novas tecnologias esportivas surgem a cada olimpíada e em Pequim não será diferente.

    Durante os Jogos Olímpicos da China será possível observar algumas novidades de roupas e acessórios esportivos. O atletismo será uma das principais passarelas da moda esportiva, seja na ousadia dos atletas que investem no “look” especial (cabelo colorido, óculos, entre outros), ou até mesmo na própria roupa desenhada para bater recordes.

    Nos pés dos velocistas umas das novidades do mercado é a sapatilha Victory, da Nike. O calçado foi desenhado para diminuir ao máximo o atrito do pé com o tênis, evitando que o pé escorregue e perca aderência dentro do calçado. Assim a sapatilha parece calçar o pé do atleta, como se fosse uma meia, além de ser 50% mais leve que as outras.

    Para proporcionar tal benefício a marca esportiva contou com a tecnologia “Flywire”. Esta também será usada na sapatilha Nike Zoom Aerofly. De acordo com o designer do produto, James Meschter, essa sapatilha foi criada para o velocista Asafa Powell e tem 92 gramas. “Os atletas adoram ter algo pop nos calçados. E nós colocamos”, disse Meschter sobre a cor dourada da sapatilha.

    Um dos principais adversários de Powell, Tyson Gay, também usará uma sapatilha especial em Pequim. O modelo Adidas Trinity foi inspirado no velocista Jesse Owens, que nos jogos de 1936 foi ouro nos 100m, 200m e no revezamento 4x100m e em Pequim só estará no pé de Tyson Gay.

    Ainda nos pés, os fundistas também vão apresentar algumas novidades. O modelo Luna Racer, é um calçado para corrida e treinos, que de acordo com a Nike, é 30% mais leve do que os outros tênis da marca. Ele também usa a tecnologia “Flywire” e pesa 162 gramas.

    Roupas - Além dos pés, o torso de cada atleta precisa estar coberto durante as competições. Essa é umas das principais diferenças entre os Jogos Olímpicos Antigos e o da Era Moderna. E já que eles precisam usar roupas, é na roupa dos atletas que será possível observar também algumas novidades.

    Os maratonistas da equipe da Alemanha, por exemplo, contarão com camisetas sem costura, para minimizar o atrito da peça com o corpo e proporcionar mais conforto.

    Outra novidade é o Precool Vest. O colete, desenvolvido pela Nike, tem a função de manter o corpo do atleta resfriado enquanto ele se aquece. Para isso a parte interna do colete recebe água, que vira gelo quando colocado no freezer. Esse gelo não entra em contato com a pele do atleta.

    Ao usar o colete, o atleta começa a competição com a temperatura do corpo mais baixa e isso pode proporcionar um melhor desempenho. De cor prata, para repelir o calor, o colete lembra uma armadura da idade média.


    Pequim é palco das novidades esportivas

    Atletismo · 07 ago, 2008

    Os jogos olímpicos servem de fonte de inspiração para diversas marcas esportivas, afinal é lá que as performances são testadas. E pensando nos excelentes resultados dos atletas, novas tecnologias esportivas surgem a cada olimpíada e em Pequim não será diferente.

    Durante os Jogos Olímpicos da China será possível observar algumas novidades de roupas e acessórios esportivos. O atletismo será uma das principais passarelas da moda esportiva, seja na ousadia dos atletas que investem no “look” especial (cabelo colorido, óculos, entre outros), ou até mesmo na própria roupa desenhada para bater recordes.

    Nos pés dos velocistas umas das novidades do mercado é a sapatilha Victory, da Nike. O calçado foi desenhado para diminuir ao máximo o atrito do pé com o tênis, evitando que o pé escorregue e perca aderência dentro do calçado. Assim a sapatilha parece calçar o pé do atleta, como se fosse uma meia, além de ser 50% mais leve que as outras.

    Para proporcionar tal benefício a marca esportiva contou com a tecnologia “Flywire”. Esta também será usada na sapatilha Nike Zoom Aerofly. De acordo com o designer do produto, James Meschter, essa sapatilha foi criada para o velocista Asafa Powell e tem 92 gramas. “Os atletas adoram ter algo pop nos calçados. E nós colocamos”, disse Meschter sobre a cor dourada da sapatilha.

    Um dos principais adversários de Powell, Tyson Gay, também usará uma sapatilha especial em Pequim. O modelo Adidas Trinity foi inspirado no velocista Jesse Owens, que nos jogos de 1936 foi ouro nos 100m, 200m e no revezamento 4x100m e em Pequim só estará no pé de Tyson Gay.

    Ainda nos pés, os fundistas também vão apresentar algumas novidades. O modelo Luna Racer, é um calçado para corrida e treinos, que de acordo com a Nike, é 30% mais leve do que os outros tênis da marca. Ele também usa a tecnologia “Flywire” e pesa 162 gramas.

    Roupas - Além dos pés, o torso de cada atleta precisa estar coberto durante as competições. Essa é umas das principais diferenças entre os Jogos Olímpicos Antigos e o da Era Moderna. E já que eles precisam usar roupas, é na roupa dos atletas que será possível observar também algumas novidades.

    Os maratonistas da equipe da Alemanha, por exemplo, contarão com camisetas sem costura, para minimizar o atrito da peça com o corpo e proporcionar mais conforto.

    Outra novidade é o Precool Vest. O colete, desenvolvido pela Nike, tem a função de manter o corpo do atleta resfriado enquanto ele se aquece. Para isso a parte interna do colete recebe água, que vira gelo quando colocado no freezer. Esse gelo não entra em contato com a pele do atleta.

    Ao usar o colete, o atleta começa a competição com a temperatura do corpo mais baixa e isso pode proporcionar um melhor desempenho. De cor prata, para repelir o calor, o colete lembra uma armadura da idade média.

    Pequim: tufão atrapalha programação do Brasil

    Um tufão, batizado de Kammuri, atingiu o sudeste da China nessa quarta-feira e atrapalhou a programação do atletismo brasileiro, que se concentra na cidade de Macau, antiga colônia portuguesa. Além de impedir que os atletas treinassem, o evento teste que seria realizado em Hong Kong nessa quinta-feira foi cancelado.

    No evento, Austrália, Brasil, Nova Zelândia e Grã-Bretanha se enfrentariam como forma de preparação para o torneio que terá início no dia 15 para o atletismo. "É uma pena”, afirma o chefe da equipe do Brasil, Martinho Santos. “Onze atletas nossos participariam da competição, mas seguimos a orientação das autoridades. Assim, o evento foi transferido para sábado (9), mas como nossa viagem a Pequim será no dia 10 pela manhã, não poderemos participar”, completa.

    Os velocistas Sandro Viana, Nilson André, Fernando de Almeida e Maria Laura Almirão seriam alguns dos competidores que fariam a prova treino, além dos meio-fundistas Kléberson Davide e Hudson de Souza e da fundista Zenaide Vieira. Até o momento, 35 dos 45 atletas que compõem a delegação já estão na China para se aclimatar.

    Segundo o observatório de Hong Kong, os ventos causados pelo tufão chegaram a mais de 63 quilômetros por hora. Segundo Thaíssa Presti, integrante do 4x100 m feminino, não há motivos para preocupação, “é só não sair o hotel durante o tufão, que não há perigo”. Thaissa morou muito tempo no Japão, já que seu pai, o ex-jogador de futebol Zé Sergio (do São Paulo, Santos e seleção brasileira), atuou no país. “Atrapalha um pouco a rotina, mas não influencia no planejamento geral dos treinamentos”, completa.


    Pequim: tufão atrapalha programação do Brasil

    Atletismo · 07 ago, 2008

    Um tufão, batizado de Kammuri, atingiu o sudeste da China nessa quarta-feira e atrapalhou a programação do atletismo brasileiro, que se concentra na cidade de Macau, antiga colônia portuguesa. Além de impedir que os atletas treinassem, o evento teste que seria realizado em Hong Kong nessa quinta-feira foi cancelado.

    No evento, Austrália, Brasil, Nova Zelândia e Grã-Bretanha se enfrentariam como forma de preparação para o torneio que terá início no dia 15 para o atletismo. "É uma pena”, afirma o chefe da equipe do Brasil, Martinho Santos. “Onze atletas nossos participariam da competição, mas seguimos a orientação das autoridades. Assim, o evento foi transferido para sábado (9), mas como nossa viagem a Pequim será no dia 10 pela manhã, não poderemos participar”, completa.

    Os velocistas Sandro Viana, Nilson André, Fernando de Almeida e Maria Laura Almirão seriam alguns dos competidores que fariam a prova treino, além dos meio-fundistas Kléberson Davide e Hudson de Souza e da fundista Zenaide Vieira. Até o momento, 35 dos 45 atletas que compõem a delegação já estão na China para se aclimatar.

    Segundo o observatório de Hong Kong, os ventos causados pelo tufão chegaram a mais de 63 quilômetros por hora. Segundo Thaíssa Presti, integrante do 4x100 m feminino, não há motivos para preocupação, “é só não sair o hotel durante o tufão, que não há perigo”. Thaissa morou muito tempo no Japão, já que seu pai, o ex-jogador de futebol Zé Sergio (do São Paulo, Santos e seleção brasileira), atuou no país. “Atrapalha um pouco a rotina, mas não influencia no planejamento geral dos treinamentos”, completa.