A base da apresentação foi um pergaminho gigante estendido no centro do estádio, representando uma das principais invenções do povo chinês, o papel. Durante toda a cerimônia houve shows pirotécnicos, jogo de luzes, projeções em 3D e surpresas para os presentes.
Milhares de figurantes representaram a tipografia, a unificação do povo chinês, a Muralha da China, a navegação do País, a bússola (outro instrumento inventado por eles), entre outros acontecimentos. Durante todo o evento, a Comissão organizadora dos jogos procurou mesclar os cinco mil anos de história com a era moderna.
Delegações – Após cerca de uma hora passada desde o início, foi tocada a música tema dos jogos e as delegações dos países começaram a desfilar. A primeira a entrar foi a Grécia, seguindo o protocolo, e a última a China. O Brasil entrou às 10h30 de paletó verde, calça azul, camiseta e chapéu brancos, tendo à frente como porta bandeiras o velejador Robert Scheidt.
Para encerrar com chave de ouro, os chineses conseguiram inovar na hora de ascender a pira olímpica. Após a passagem da tocha pelas mãos de vários atletas da casa, o ex-ginasta Li Ning teve a importante missão de deixar aceso o fogo que durará até o dia 24, data de encerramento dos Jogos.
Flutuando sobre o telão de 360º construído ao redor do Ninho de Pássaro, Ning deu a volta olímpica até ascender o pavio da pira. Foi espetacular. Essa noite o mundo pôde acompanhar um magnífico tributo aos atletas e ao espírito olímpico, afirma Jacques Rogge, presidente do Comitê Olímpico Internacional. Foi uma cerimônia inesquecível que celebrou a imaginação, originalidade e energia dos Jogos de Pequim, completa.
Este texto foi escrito por: Redação Webrun