Cobertura_Olimpíada_Londre2012

Brasileiras não conseguem classificação para semifinal dos 400 metros

As brasileiras tiveram desempenho médio nesta manhã de sexta-feira (03/08) durante a primeira eliminatória dos 400 metros rasos feminino dos Jogos Olímpicos de Londres. Geisa Coutinho, medalha bronze no PAN de Guadalajara 2011, e Joelma Neves, pódio no revezamento 4x400 também em Guadalajara, não conseguiram se classificar para a semifinal da modalidade.

Geisa Coutinho largou na primeira bateria e terminou a disputa em quinto lugar, com 53s43. A atleta disparou nos primeiros metros, mas logo foi ultrapassada pela queniana Joy Sakari e a britânica Christine Ohuruogu. As três correram juntas até Joy e Christine saírem à frente. A americana Francena McCorory despontou nos últimos metros, aumentou o ritmo e foi a primeira a chegar, cravando 50s78.

Já na sexta bateria foi a vez de Joelma Neves disputar os 400 metros em Londres, depois de muita chuva, tempo típico da capital britânica. A brasileira chegou na quarta colocação, com 52s69. O primeiro lugar da bateria foi da jamaicana Novlene Williams-Mills, que marcou 50s88.

Com o resultado, Joelma ocupa a 28ª posição do ranking geral e Geisa, a 32ª. As duas atletas têm como foco principal agora a prova de Revezamento 4x400, que acontece no dia 10 de agosto, próxima sexta-feira.

A semifinal dos 400 metros rasos será amanhã, sábado (04/08), às 16h05 (horário de Brasília).

Confira as atletas classificadas nos 400 metros rasos:

  • Amantle Montsho (BOT) – 50seg40
  • Antonia Krivoshapka (RUS) – 50seg75
  • Francena McCorory (EUA) – 50seg78
  • Christine Ohuruogo (GBR)– 50seg80
  • Dee Dee Trotter (EUA) – 50seg87
  • Novlene Williams-Mills (JAM) – 50seg88
  • Rosemarie Whyte (JAM) – 50seg90
  • Christine Day (JAM) – 51seg05
  • Nataliya Pyhyda (UKR) – 51seg09
  • Regina George (NGR) – 51seg24
  • Yulia Gushchina (RUS) – 51seg54
  • Sanya Richards-Ross (EUA) – 51seg78
  • Joy Sakari (QUE) – 51seg85
  • Jenna Martin (CAN) – 51seg98
  • Marlena Wesh (HAI) – 51seg98
  • Shana Cox (GBR) – 52seg01
  • Alina Lohvynenko (UKR) – 52seg08
  • Joanne Cuddihy (IRL) – 52seg09
  • Aliann Pompey (GUY) – 52seg10
  • Omolara Omotosho (NGR) – 52seg11
  • Libania Grenot (ITA) – 52seg13
  • Carol Rodriguez (PUR) – 52seg19
  • Lee McConnell – 52seg23
  • Tjipekapora Herunga (NAM) – 52seg31


  • Brasileiras não conseguem classificação para semifinal dos 400 metros

    Atletismo · 03 ago, 2012

    As brasileiras tiveram desempenho médio nesta manhã de sexta-feira (03/08) durante a primeira eliminatória dos 400 metros rasos feminino dos Jogos Olímpicos de Londres. Geisa Coutinho, medalha bronze no PAN de Guadalajara 2011, e Joelma Neves, pódio no revezamento 4x400 também em Guadalajara, não conseguiram se classificar para a semifinal da modalidade.

    Geisa Coutinho largou na primeira bateria e terminou a disputa em quinto lugar, com 53s43. A atleta disparou nos primeiros metros, mas logo foi ultrapassada pela queniana Joy Sakari e a britânica Christine Ohuruogu. As três correram juntas até Joy e Christine saírem à frente. A americana Francena McCorory despontou nos últimos metros, aumentou o ritmo e foi a primeira a chegar, cravando 50s78.

    Já na sexta bateria foi a vez de Joelma Neves disputar os 400 metros em Londres, depois de muita chuva, tempo típico da capital britânica. A brasileira chegou na quarta colocação, com 52s69. O primeiro lugar da bateria foi da jamaicana Novlene Williams-Mills, que marcou 50s88.

    Com o resultado, Joelma ocupa a 28ª posição do ranking geral e Geisa, a 32ª. As duas atletas têm como foco principal agora a prova de Revezamento 4x400, que acontece no dia 10 de agosto, próxima sexta-feira.

    A semifinal dos 400 metros rasos será amanhã, sábado (04/08), às 16h05 (horário de Brasília).

    Confira as atletas classificadas nos 400 metros rasos:

  • Amantle Montsho (BOT) – 50seg40
  • Antonia Krivoshapka (RUS) – 50seg75
  • Francena McCorory (EUA) – 50seg78
  • Christine Ohuruogo (GBR)– 50seg80
  • Dee Dee Trotter (EUA) – 50seg87
  • Novlene Williams-Mills (JAM) – 50seg88
  • Rosemarie Whyte (JAM) – 50seg90
  • Christine Day (JAM) – 51seg05
  • Nataliya Pyhyda (UKR) – 51seg09
  • Regina George (NGR) – 51seg24
  • Yulia Gushchina (RUS) – 51seg54
  • Sanya Richards-Ross (EUA) – 51seg78
  • Joy Sakari (QUE) – 51seg85
  • Jenna Martin (CAN) – 51seg98
  • Marlena Wesh (HAI) – 51seg98
  • Shana Cox (GBR) – 52seg01
  • Alina Lohvynenko (UKR) – 52seg08
  • Joanne Cuddihy (IRL) – 52seg09
  • Aliann Pompey (GUY) – 52seg10
  • Omolara Omotosho (NGR) – 52seg11
  • Libania Grenot (ITA) – 52seg13
  • Carol Rodriguez (PUR) – 52seg19
  • Lee McConnell – 52seg23
  • Tjipekapora Herunga (NAM) – 52seg31

  • Franck Caldeira promete correr bem na maratona em Londres

    O atleta Franck Caldeira participa da maratona dos Jogos Olímpicos de Londres com novo técnico e fôlego recuperado para garantir uma boa prova no domingo, dia 12 de agosto, quando os melhores maratonistas do mundo tomam as ruas da capital britânica. Franck agora compete pelo clube Orcampi/Unimed e está sendo treinado por Ricardo D’Angelo, mesmo treinador de Vanderlei Cordeiro de Lima.

    Depois de vencer os 42 quilômetros dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, o maratonista de Sete Lagoas, Minas Gerais, alcançou a classificação para as Olimpíadas com o sexto lugar na Maratona de Milão, em abril deste ano, quando marcou 2h12min03.

    Esta será a segunda vez que Franck corre em solo olímpico, depois de ter abandonado a competição nos Jogos de Pequim, em 2008. “Desta vez quero terminar a prova, e bem”, comenta.

    A sua história no esporte começou em casa, quando saía para correr com o irmão Paulo César, também fundista. Aos 17 anos, deixou a cidade natal em Minas Gerais para treinar na equipe Pé de Vento, em Petrópolis (RJ). O maratonista passou também pelo clube Cruzeiro e é até hoje recordista brasileiro juvenil dos 10.000 metros, com o tempo de 29min28.77, conquistado no Mundial de Juvenis em Kingston, em 2002.

    Entre seus títulos no Brasil estão a vitória da São Silvestre de 2006, o bicampeonato da Meia Maratona do Rio e o tricampeonato da Volta da Pampulha.

    Além de Franck Caldeira, os atletas Marílson Gomes e Paulo Roberto de Almeida Paula também representam o Brasil na competição em Londres. A maratona masculina dos Jogos Olímpicos acontece no domingo, dia 12 de agosto, a partir das 7h (horário de Brasília).


    Franck Caldeira promete correr bem na maratona em Londres

    Maratona · 31 jul, 2012

    O atleta Franck Caldeira participa da maratona dos Jogos Olímpicos de Londres com novo técnico e fôlego recuperado para garantir uma boa prova no domingo, dia 12 de agosto, quando os melhores maratonistas do mundo tomam as ruas da capital britânica. Franck agora compete pelo clube Orcampi/Unimed e está sendo treinado por Ricardo D’Angelo, mesmo treinador de Vanderlei Cordeiro de Lima.

    Depois de vencer os 42 quilômetros dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, o maratonista de Sete Lagoas, Minas Gerais, alcançou a classificação para as Olimpíadas com o sexto lugar na Maratona de Milão, em abril deste ano, quando marcou 2h12min03.

    Esta será a segunda vez que Franck corre em solo olímpico, depois de ter abandonado a competição nos Jogos de Pequim, em 2008. “Desta vez quero terminar a prova, e bem”, comenta.

    A sua história no esporte começou em casa, quando saía para correr com o irmão Paulo César, também fundista. Aos 17 anos, deixou a cidade natal em Minas Gerais para treinar na equipe Pé de Vento, em Petrópolis (RJ). O maratonista passou também pelo clube Cruzeiro e é até hoje recordista brasileiro juvenil dos 10.000 metros, com o tempo de 29min28.77, conquistado no Mundial de Juvenis em Kingston, em 2002.

    Entre seus títulos no Brasil estão a vitória da São Silvestre de 2006, o bicampeonato da Meia Maratona do Rio e o tricampeonato da Volta da Pampulha.

    Além de Franck Caldeira, os atletas Marílson Gomes e Paulo Roberto de Almeida Paula também representam o Brasil na competição em Londres. A maratona masculina dos Jogos Olímpicos acontece no domingo, dia 12 de agosto, a partir das 7h (horário de Brasília).

    Maratonista mais rápida da história, Radcliffe está fora dos Jogos

    A Federação Britânica de Atletismo (UKA) anunciou no domingo (29/07) que a corredora britânica Paula Radcliffe desistiu de participar da Maratona dos Jogos Olímpicos de Londres, no dia cinco de agosto. No início do mês, ela viajou para a Alemanha para tratar de uma artrose no pé esquerdo, mas negou uma possível ausência nas Olimpíadas.

    “Depois de um teste de aptidão física no domingo, concluiu-se que ela não seria capaz de correr competitivamente em seu melhor”, diz a UKA. Paula tem os três melhores tempos da história em maratona – seu recorde mundial (2h15min25) é quase três minutos mais rápido que o da segunda marca mais rápida, as 2h18min20 da russa Liliya Shobukhova.

    Adeus melancólico- Embora não seja o fim da carreira da maratonista, é improvável que ela esteja competindo em alto nível nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, quando estará com 42 anos. Portanto, é o adeus da maior maratonista de todos os tempos a uma Olimpíada – em Londres, ela iria para a sua quinta disputa olímpica.

    Um dos principais nomes dos anfitriões, Paula não escondeu sua frustração. “Desde o dia em que Londres foi anunciada sede, participar e ir bem nos Jogos Olímpicos passou a ser o principal objetivo da minha vida. Por diversas vezes foi o que me manteve motivada. Por isso é tão doloroso admitir que isso não irá acontecer”, lamenta a inglesa.

    “Meu esporte é um esporte bonito e acredito que me ajuda a ser uma pessoa melhor. Tenho muita sorte de ter sucesso e lembranças lindas e felizes. No entanto, a desvantagem é que ele pode minar seu espírito muitas vezes quando seu corpo não corresponde ao que o seu coração e cérebro quer que ele faça”, finaliza.


    Maratonista mais rápida da história, Radcliffe está fora dos Jogos

    Maratona · 30 jul, 2012

    A Federação Britânica de Atletismo (UKA) anunciou no domingo (29/07) que a corredora britânica Paula Radcliffe desistiu de participar da Maratona dos Jogos Olímpicos de Londres, no dia cinco de agosto. No início do mês, ela viajou para a Alemanha para tratar de uma artrose no pé esquerdo, mas negou uma possível ausência nas Olimpíadas.

    “Depois de um teste de aptidão física no domingo, concluiu-se que ela não seria capaz de correr competitivamente em seu melhor”, diz a UKA. Paula tem os três melhores tempos da história em maratona – seu recorde mundial (2h15min25) é quase três minutos mais rápido que o da segunda marca mais rápida, as 2h18min20 da russa Liliya Shobukhova.

    Adeus melancólico- Embora não seja o fim da carreira da maratonista, é improvável que ela esteja competindo em alto nível nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, quando estará com 42 anos. Portanto, é o adeus da maior maratonista de todos os tempos a uma Olimpíada – em Londres, ela iria para a sua quinta disputa olímpica.

    Um dos principais nomes dos anfitriões, Paula não escondeu sua frustração. “Desde o dia em que Londres foi anunciada sede, participar e ir bem nos Jogos Olímpicos passou a ser o principal objetivo da minha vida. Por diversas vezes foi o que me manteve motivada. Por isso é tão doloroso admitir que isso não irá acontecer”, lamenta a inglesa.

    “Meu esporte é um esporte bonito e acredito que me ajuda a ser uma pessoa melhor. Tenho muita sorte de ter sucesso e lembranças lindas e felizes. No entanto, a desvantagem é que ele pode minar seu espírito muitas vezes quando seu corpo não corresponde ao que o seu coração e cérebro quer que ele faça”, finaliza.

    Cerimônia de Abertura marca início dos Jogos Olímpicos de Londres

    Estão abertos os Jogos Olímpicos de Londres 2012. A Cerimônia de Abertura, que deu início oficial ao maior evento esportivo do mundo, aconteceu hoje (27/07), às 21h (horário local) no Estádio Olímpico da capital britânica. O diretor Danny Boyle (de Trainspotting e Quem Quer Ser Um Milionário) recheou a festa com diversas referências à história e personagens ingleses.

    A Cerimônia lembrou a Revolução Industrial, passando pelas Guerras Mundiais, e levou ao centro do Estádio enfermeiras e crianças representando o sistema público de saúde do país. O lendário personagem Mr. Bean (Rowan Atkinson) também não ficou de fora, assim como a babá Mary Poppins, que depois deram espaço ao rock britânico dos Beatles, The Who, Sex Pistols e muitos outros.

    Depois de entrarem as delegações dos países que participam do evento, a banda Arctic Monkeys subiu em alto e bom som para tocar o novo rock dos ingleses. Em clima de muito suspense, a pira olímpica foi finalmente acesa pelos jovens que hoje são promessa no esporte britânico ao som de Pink Floyd. O ex-beatle Paul McCartney encerrou a cerimônia e levou o Estádio abaixo com o hit Hey Jude.

    As competições já começam na manhã deste sábado (28/07) com disputas de badminton, ciclismo, boxe e muitas outras. As provas de atletismo acontecem a partir do dia três de agosto e o Brasil tem 36 representantes nas modalidades.

    Confira as datas competições de atletismo de pista, maratona e triathlon:

    Três de agosto, sexta-feira:

  • 100 metros rasos feminino
  • 400 metros rasos feminino
  • 1.500 metros masculino
  • 10.000 metros feminino (final)
  • Quatro de agosto, sábado:

  • 100 metros rasos masculino e feminino
  • 400 metros rasos masculino e feminino
  • 20 quilômetros Marcha Atlética masculino
  • 10.000 metros masculino (final)
  • Triathlon feminino
  • Cinco de agosto, domingo:

  • Maratona feminino
  • 100 metros rasos masculino (semi-final e final)
  • 1.500 metros masculino (semi-final)
  • 400 metros rasos masculino (semi-final)
  • 400 metros rasos feminino (final)
  • Seis de agosto, segunda-feira:

  • 1.500 metros feminino
  • 200 metros rasos feminino
  • 400 metros rasos masculino (final)

  • Sete de agosto, terça-feira:
  • 5.000 metros feminino
  • 200 metros rasos
  • 800 metros rasos masculino (semi-final)
  • 200 metros rasos feminino (semi-final)
  • 1.500 metros masculino (final)
  • Triathlon masculino
  • Oito de agosto, quarta-feira:

  • 5.000 metros masculino
  • 1.500 metros feminino (semi-final)
  • 200 metros rasos feminino (final)
  • Nove de agosto, quinta-feira:

  • Revezamento 4x400 metros masculino
  • 800 metros rasos feminino (semi-final)
  • 200 metros rasos masculino (final)
  • Dez de agosto, sexta-feira:

  • Revezamento 4x400 metros feminino
  • Revezamento 4x100 metros masculino
  • 5.000 metros feminino (final)
  • Revezamento 4x100 metros feminino (final)
  • 1.500 metros feminino (final)
  • Revezamento 4x400 masculino (final)
  • 11 de agosto, sábado:

  • 50 quilômetros Marcha Atlética masculino (final)
  • 20 quilômetros Marcha Atlética feminino (final)
  • 5.000 metros masculino (final)
  • 800 metros rasos feminino (final)
  • Revezamento 4x400 metros feminino (final)
  • Revezamento 4x100 metros masculino (final)
  • 12 de agosto, domingo:

  • Maratona masculino


  • Cerimônia de Abertura marca início dos Jogos Olímpicos de Londres

    Atletismo · 27 jul, 2012

    Estão abertos os Jogos Olímpicos de Londres 2012. A Cerimônia de Abertura, que deu início oficial ao maior evento esportivo do mundo, aconteceu hoje (27/07), às 21h (horário local) no Estádio Olímpico da capital britânica. O diretor Danny Boyle (de Trainspotting e Quem Quer Ser Um Milionário) recheou a festa com diversas referências à história e personagens ingleses.

    A Cerimônia lembrou a Revolução Industrial, passando pelas Guerras Mundiais, e levou ao centro do Estádio enfermeiras e crianças representando o sistema público de saúde do país. O lendário personagem Mr. Bean (Rowan Atkinson) também não ficou de fora, assim como a babá Mary Poppins, que depois deram espaço ao rock britânico dos Beatles, The Who, Sex Pistols e muitos outros.

    Depois de entrarem as delegações dos países que participam do evento, a banda Arctic Monkeys subiu em alto e bom som para tocar o novo rock dos ingleses. Em clima de muito suspense, a pira olímpica foi finalmente acesa pelos jovens que hoje são promessa no esporte britânico ao som de Pink Floyd. O ex-beatle Paul McCartney encerrou a cerimônia e levou o Estádio abaixo com o hit Hey Jude.

    As competições já começam na manhã deste sábado (28/07) com disputas de badminton, ciclismo, boxe e muitas outras. As provas de atletismo acontecem a partir do dia três de agosto e o Brasil tem 36 representantes nas modalidades.

    Confira as datas competições de atletismo de pista, maratona e triathlon:

    Três de agosto, sexta-feira:

  • 100 metros rasos feminino
  • 400 metros rasos feminino
  • 1.500 metros masculino
  • 10.000 metros feminino (final)
  • Quatro de agosto, sábado:

  • 100 metros rasos masculino e feminino
  • 400 metros rasos masculino e feminino
  • 20 quilômetros Marcha Atlética masculino
  • 10.000 metros masculino (final)
  • Triathlon feminino
  • Cinco de agosto, domingo:

  • Maratona feminino
  • 100 metros rasos masculino (semi-final e final)
  • 1.500 metros masculino (semi-final)
  • 400 metros rasos masculino (semi-final)
  • 400 metros rasos feminino (final)
  • Seis de agosto, segunda-feira:

  • 1.500 metros feminino
  • 200 metros rasos feminino
  • 400 metros rasos masculino (final)

  • Sete de agosto, terça-feira:
  • 5.000 metros feminino
  • 200 metros rasos
  • 800 metros rasos masculino (semi-final)
  • 200 metros rasos feminino (semi-final)
  • 1.500 metros masculino (final)
  • Triathlon masculino
  • Oito de agosto, quarta-feira:

  • 5.000 metros masculino
  • 1.500 metros feminino (semi-final)
  • 200 metros rasos feminino (final)
  • Nove de agosto, quinta-feira:

  • Revezamento 4x400 metros masculino
  • 800 metros rasos feminino (semi-final)
  • 200 metros rasos masculino (final)
  • Dez de agosto, sexta-feira:

  • Revezamento 4x400 metros feminino
  • Revezamento 4x100 metros masculino
  • 5.000 metros feminino (final)
  • Revezamento 4x100 metros feminino (final)
  • 1.500 metros feminino (final)
  • Revezamento 4x400 masculino (final)
  • 11 de agosto, sábado:

  • 50 quilômetros Marcha Atlética masculino (final)
  • 20 quilômetros Marcha Atlética feminino (final)
  • 5.000 metros masculino (final)
  • 800 metros rasos feminino (final)
  • Revezamento 4x400 metros feminino (final)
  • Revezamento 4x100 metros masculino (final)
  • 12 de agosto, domingo:

  • Maratona masculino

  • Atletismo leva primeiras mulheres de países muçulmanos às Olimpíadas

    Os Jogos Olímpicos costumam ser palco de histórias de superação, que emocionam o público em todo o mundo. Foi assim quando o guineense Eric Moussambani nadou os 100 metros no estilo cachorrinho em Sidney – 2000, ou quando o brasileiro Vanderlei Cordeiro seguiu na Maratona em Atenas – 2004, mesmo após ser interrompido por um católico fanático.

    Em ambos os casos, a persistência dos competidores ante às adversidades apresentadas – uma desistência não seria malvista – rendeu o reconhecimento dos espectadores. Em Londres, não deve ser diferente. Pela primeira vez, países muçulmanos como a Arábia Saudita e Brunei levarão mulheres para competir em uma Olimpíada.

    Com costumes rigorosos, a religião islâmica é muitas vezes restritiva, principalmente com o gênero feminino. Portanto, é uma vitória que mulheres estejam presentes nestas delegações, representando seus países.

    “O Comitê Olímpico Internacional (COI) têm lutado para garantir maior equilíbrio de gêneros nos Jogos Olímpicos e com a participação das competidoras da Arábia Saudita, Catar e Brunei, cada delegação em Londres terá uma representante feminina”, afirma Jacques Rogge, presidente do COI.

    A bruneana Maziah Mahusin, dos 400 metros, diz estar orgulhosa de si mesma. “Sinto-me honrada por ser a primeira mulher a representar meu País nas Olimpíadas. É como ser uma embaixadora de Brunei”, conta.

    Sarah Attar, da Arábia Saudita, acredita que sua presença nos Jogos pode influenciar a prática esportiva entre as mulheres. “Espero que possamos obter alguns avanços neste sentido não apenas nas Olimpíadas, mas nos esportes em geral”, conclui a competidora dos 800 metros rasos.


    Atletismo leva primeiras mulheres de países muçulmanos às Olimpíadas

    Atletismo · 25 jul, 2012

    Os Jogos Olímpicos costumam ser palco de histórias de superação, que emocionam o público em todo o mundo. Foi assim quando o guineense Eric Moussambani nadou os 100 metros no estilo cachorrinho em Sidney – 2000, ou quando o brasileiro Vanderlei Cordeiro seguiu na Maratona em Atenas – 2004, mesmo após ser interrompido por um católico fanático.

    Em ambos os casos, a persistência dos competidores ante às adversidades apresentadas – uma desistência não seria malvista – rendeu o reconhecimento dos espectadores. Em Londres, não deve ser diferente. Pela primeira vez, países muçulmanos como a Arábia Saudita e Brunei levarão mulheres para competir em uma Olimpíada.

    Com costumes rigorosos, a religião islâmica é muitas vezes restritiva, principalmente com o gênero feminino. Portanto, é uma vitória que mulheres estejam presentes nestas delegações, representando seus países.

    “O Comitê Olímpico Internacional (COI) têm lutado para garantir maior equilíbrio de gêneros nos Jogos Olímpicos e com a participação das competidoras da Arábia Saudita, Catar e Brunei, cada delegação em Londres terá uma representante feminina”, afirma Jacques Rogge, presidente do COI.

    A bruneana Maziah Mahusin, dos 400 metros, diz estar orgulhosa de si mesma. “Sinto-me honrada por ser a primeira mulher a representar meu País nas Olimpíadas. É como ser uma embaixadora de Brunei”, conta.

    Sarah Attar, da Arábia Saudita, acredita que sua presença nos Jogos pode influenciar a prática esportiva entre as mulheres. “Espero que possamos obter alguns avanços neste sentido não apenas nas Olimpíadas, mas nos esportes em geral”, conclui a competidora dos 800 metros rasos.

    Triatletas olímpicos brasileiros fazem bons resultados em Hamburgo

    Triathlon · 24 jul, 2012

    O Brasil teve bom desempenho na Dextro Energy World Triathlon Hamburg 2012, etapa do Mundial de Triathlon disputada na cidade de Hamburgo, na Alemanha, no sábado (21/07). Os três triatletas brasileiros que competirão nas Olimpíadas estiveram presentes.

    A prova foi disputada na distância sprint (750 metros de natação, 20 quilômetros de ciclismo e cinco de corrida). No masculino, Reinaldo Colucci fez o tempo geral de 52min05, garantindo a sétima colocação – seu tempo foi o mesmo do quinto e do sexto colocado.

    O sul-africano Richard Murray venceu a competição, apenas 17 segundos (51min48) na frente do brasileiro. Javier Gomez, da Espanha, chegou em segundo (51min53), seguido do alemão Steffen Justus (51min59).

    Diogo Sclebin, que assim como Colucci competirá em Londres, foi o 26º colocado. Bruno Matheus, fora dos Jogos, chegou em 29º.

    Entre as mulheres, a vitória ficou com a australiana Erin Densham (56min07) superando as favoritas Emma Moffatt (56min19) – sua compatriota – e a norte-americana Sarah Groff (56min21). A brasileira Pâmela Oliveira foi a primeira a sair da água, mas não manteve a ponta e ficou com a 12ª posição (57min12).

    As provas de triathlon nas Olimpíadas serão em agosto, no dia quatro (feminina) e sete (masculina).

    Sanya Richards inicia discussão no Twitter sobre patrocínio olímpico

    A velocista norte americana Sanya Richards Ross iniciou uma discussão polêmica em seu Twitter na última sexta-feira (20/07), ao defender que os atletas olímpicos deveriam ser remunerados para representar seus países na Olimpíada, ou que pelo menos pudessem expor seus patrocinadores durante a competição. Os Comitês Olímpicos de cada país possuem patrocinadores próprios e obrigam os atletas a usarem apenas os uniformes oficias, proibindo-os de expor quaisquer outras marcas.

    “Com seis bilhões de dólares sendo movimentados na Olimpíada, por que os atletas competem de graça?”, afirma a bicampeã olímpica do 4x400m (Atenas e Pequim). A jamaicana naturalizada americana comenta ainda que “os atletas de pista deveriam ser liberados para colocar múltiplos logos em seus uniformes. Eu adoraria mostrar o amor pelos meus patrocinadores”. Entre as hashtags (#) que ela utilizou estão “PerguntasQuePrecisamdeRespostas e “NósQueremosMudanças”.

    O Comitê Olímpico Americano oferece um bônus de dez mil dólares aos seus 530 membros, valor que representa cerca de 59% do salário top de um integrante da organização. Apesar das reivindicações, vale lembrar que os Comitês têm gastos com a delegação, entre eles a contratação de técnicos, a organização de eventos pré Olimpíadas e a locação de centros de treinamento exclusivos durante os jogos.

    Os comentários dos seguidores da velocista foram os mais diversos, com a maioria defendendo a posição dela, mas outros criticando. “Uma revolução está para acontecer no atletismo. Elogio a @SanyaRichiRoss por ser uma porta voz Com líderes como ela veremos mudanças”, disse o saltador com vara Brad Walker. Já a torcedora Breanne Ward disse: “Os atletas olímpicos são ‘pagos’ de uma forma diferente. Eles têm a experiência que muitas pessoas só podem sonhar: serem heróis reais”.

    Quem quiser acompanhar as discussões pode segui-la no Twitter pelo @SanyaRichiRoss


    Sanya Richards inicia discussão no Twitter sobre patrocínio olímpico

    Atletismo · 23 jul, 2012

    A velocista norte americana Sanya Richards Ross iniciou uma discussão polêmica em seu Twitter na última sexta-feira (20/07), ao defender que os atletas olímpicos deveriam ser remunerados para representar seus países na Olimpíada, ou que pelo menos pudessem expor seus patrocinadores durante a competição. Os Comitês Olímpicos de cada país possuem patrocinadores próprios e obrigam os atletas a usarem apenas os uniformes oficias, proibindo-os de expor quaisquer outras marcas.

    “Com seis bilhões de dólares sendo movimentados na Olimpíada, por que os atletas competem de graça?”, afirma a bicampeã olímpica do 4x400m (Atenas e Pequim). A jamaicana naturalizada americana comenta ainda que “os atletas de pista deveriam ser liberados para colocar múltiplos logos em seus uniformes. Eu adoraria mostrar o amor pelos meus patrocinadores”. Entre as hashtags (#) que ela utilizou estão “PerguntasQuePrecisamdeRespostas e “NósQueremosMudanças”.

    O Comitê Olímpico Americano oferece um bônus de dez mil dólares aos seus 530 membros, valor que representa cerca de 59% do salário top de um integrante da organização. Apesar das reivindicações, vale lembrar que os Comitês têm gastos com a delegação, entre eles a contratação de técnicos, a organização de eventos pré Olimpíadas e a locação de centros de treinamento exclusivos durante os jogos.

    Os comentários dos seguidores da velocista foram os mais diversos, com a maioria defendendo a posição dela, mas outros criticando. “Uma revolução está para acontecer no atletismo. Elogio a @SanyaRichiRoss por ser uma porta voz Com líderes como ela veremos mudanças”, disse o saltador com vara Brad Walker. Já a torcedora Breanne Ward disse: “Os atletas olímpicos são ‘pagos’ de uma forma diferente. Eles têm a experiência que muitas pessoas só podem sonhar: serem heróis reais”.

    Quem quiser acompanhar as discussões pode segui-la no Twitter pelo @SanyaRichiRoss

    A mulher nos Jogos Olímpicos

    O artigo abaixo foi escrito pelo colunista Serio Coutinho Nogueira, em 2002, sobre a participação feminina nos Jogos Olímpicos. O tema continua atual e ainda mais evidente nas vésperas dos Jogos de Londres. A delegação dos Estados Unidos levará mais mulheres do que homens para a disputa: são 269 mulheres para 261 homens. Pode parecer que o espaço das mulheres atletas já está garantido no evento, mas para alguns países essa é ainda uma barreira a ser enfrentada. Em 2012 será a primeira vez que a Arábia Saudita permitirá que suas atletas participem dos Jogos.

    As mulheres tem ocupado um grande espaço nos Jogos Olímpicos e inclusive participaram com grande destaque da Cerimônia de abertura dos Jogos de Sydney, em 2000. Na ocasião, o Comitê Organizador convidou sete mulheres com grande história no esporte australiano, com conquistas e marcas no atletismo e natação, para carregar a Tocha no Estádio Olímpico e acender a Pira Olímpica, tarefa que coube à aborígine Catthy Freeman, que dias depois ganhou a medalha de ouro nos 400 metros rasos. No entanto, a participação feminina nos Jogos é algo muito recente.

    Os Jogos Olímpicos idealizados por Pierre de Coubertin baseavam-se nos modelos dos Jogos Gregos Antigos, quando não era permitida a participação das mulheres. Desta forma, em 1896 não havia nenhuma mulher participante entre os quase 300 atletas.

    Por ironia, nos Jogos de Paris em 1900, realizados na capital francesa exatamente por desejo e vontade de Coubertin, os organizadores não deram importância a ele e nem o convidaram a participar. Além disso, um de seus “regulamentos” foi quebrado, permitindo a participação de 11 mulheres entre os mais de 1000 atletas. Elas participaram do Tênis e do Golfe, que na época eram considerados esportes olímpicos. A partir daí, a presença feminina só cresceu a cada Olimpíada.

    A heroína brasileira foi Maria Lenk, primeira mulher do País a participar de uma Olimpíada, a nadadora marcou presença nos Jogos de Los Angeles em 1932.

    Atletismo - As corredoras estrearam com mais de uma década de atraso em relação às provas de natação. As disputas femininas de atletismo só foram acontecer nas Olimpíadas de 1928, em Amsterdã, na Holanda, contrariando a resistência de Coubertin.

    A prova dos 800 metros foi a mais longa do atletismo feminino nos Jogos holandeses. A distância só voltou a ser realizada em 1960 em Roma, com o argumento de que, por chegarem exaustas, as mulheres não poderiam participar de competições mais longas.

    As mulheres só puderam competir os 1.500 metros em 1972, em Munique, na Alemanha. Os 3.000 foram realizados em 1984, em Los Angeles, nos Estados Unidos, e a disputa de dez mil metros, em 1988 em Seul, na Coreia do Sul.

    Maratonas - A primeira maratona olímpica feminina tomou as ruas de Los Angeles em 1984, sob um forte calor de 27°C. Entre as 50 atletas, a brasileira Eleonora Mendonça concluiu bravamente o percurso de 42 quilômetros em 2h52min19, na 44ª colocação. A veterana foi a última a entrar no Estádio e foi recebida com muitos aplausos pelo seu esforço.

    Outra cena marcante da maratona foi a chegada da 37ª colocada, a suíça radicada nos Estados Unidos, Gabriela Andersen-Scheiss. A atleta entrou cambaleante no Estádio, sem rumo, para atingir seu objetivo e concluir a prova.

    A grande vencedora do dia foi a americana Joan Benoit, que liderou a competição desde o início e marcou 2h24min52. Joan sofreu uma artroscopia no joelho poucos dias antes da seletiva e realizou grande parte de seus treinos para os Jogos em bicicleta ergométrica e piscina, para evitar o contato com o solo. Ainda assim, a atleta conseguiu um ótimo resultado na disputa.

    A norueguesa Grete Waitz, vencedora de diversas maratonas, sobretudo em Nova York, chegou em segundo lugar, com 2h26min18. A portuguesa Rosa Mota, conhecida pelos seis títulos na São Silvestre, foi a terceira colocada com o tempo de 2h26min57. Rosa conquistaria o ouro quatro anos depois, em Seul.

    Outros grandes nomes da história das maratonas mundiais também participaram da primeira prova olímpica, como a britânica Joyce Smith, que terminou na 11ª colocação, a australiana Lisa Martin, que ficou em 7º lugar, e a neozelandesa Lorraine Moller, em quinto.

    Lembrar-se da maratona de 1984 é a maior homenagem que se pode fazer à mulher, a mulher atleta e determinada, como os exemplos de superação de Gabriele Scheis e Joan Benoit e de outros grandes nomes das corridas de fundo, como Grete Waitz, Ingrid Kristiansen e Rosa Mota.


    A mulher nos Jogos Olímpicos

    Atletismo · 17 jul, 2012

    O artigo abaixo foi escrito pelo colunista Serio Coutinho Nogueira, em 2002, sobre a participação feminina nos Jogos Olímpicos. O tema continua atual e ainda mais evidente nas vésperas dos Jogos de Londres. A delegação dos Estados Unidos levará mais mulheres do que homens para a disputa: são 269 mulheres para 261 homens. Pode parecer que o espaço das mulheres atletas já está garantido no evento, mas para alguns países essa é ainda uma barreira a ser enfrentada. Em 2012 será a primeira vez que a Arábia Saudita permitirá que suas atletas participem dos Jogos.

    As mulheres tem ocupado um grande espaço nos Jogos Olímpicos e inclusive participaram com grande destaque da Cerimônia de abertura dos Jogos de Sydney, em 2000. Na ocasião, o Comitê Organizador convidou sete mulheres com grande história no esporte australiano, com conquistas e marcas no atletismo e natação, para carregar a Tocha no Estádio Olímpico e acender a Pira Olímpica, tarefa que coube à aborígine Catthy Freeman, que dias depois ganhou a medalha de ouro nos 400 metros rasos. No entanto, a participação feminina nos Jogos é algo muito recente.

    Os Jogos Olímpicos idealizados por Pierre de Coubertin baseavam-se nos modelos dos Jogos Gregos Antigos, quando não era permitida a participação das mulheres. Desta forma, em 1896 não havia nenhuma mulher participante entre os quase 300 atletas.

    Por ironia, nos Jogos de Paris em 1900, realizados na capital francesa exatamente por desejo e vontade de Coubertin, os organizadores não deram importância a ele e nem o convidaram a participar. Além disso, um de seus “regulamentos” foi quebrado, permitindo a participação de 11 mulheres entre os mais de 1000 atletas. Elas participaram do Tênis e do Golfe, que na época eram considerados esportes olímpicos. A partir daí, a presença feminina só cresceu a cada Olimpíada.

    A heroína brasileira foi Maria Lenk, primeira mulher do País a participar de uma Olimpíada, a nadadora marcou presença nos Jogos de Los Angeles em 1932.

    Atletismo - As corredoras estrearam com mais de uma década de atraso em relação às provas de natação. As disputas femininas de atletismo só foram acontecer nas Olimpíadas de 1928, em Amsterdã, na Holanda, contrariando a resistência de Coubertin.

    A prova dos 800 metros foi a mais longa do atletismo feminino nos Jogos holandeses. A distância só voltou a ser realizada em 1960 em Roma, com o argumento de que, por chegarem exaustas, as mulheres não poderiam participar de competições mais longas.

    As mulheres só puderam competir os 1.500 metros em 1972, em Munique, na Alemanha. Os 3.000 foram realizados em 1984, em Los Angeles, nos Estados Unidos, e a disputa de dez mil metros, em 1988 em Seul, na Coreia do Sul.

    Maratonas - A primeira maratona olímpica feminina tomou as ruas de Los Angeles em 1984, sob um forte calor de 27°C. Entre as 50 atletas, a brasileira Eleonora Mendonça concluiu bravamente o percurso de 42 quilômetros em 2h52min19, na 44ª colocação. A veterana foi a última a entrar no Estádio e foi recebida com muitos aplausos pelo seu esforço.

    Outra cena marcante da maratona foi a chegada da 37ª colocada, a suíça radicada nos Estados Unidos, Gabriela Andersen-Scheiss. A atleta entrou cambaleante no Estádio, sem rumo, para atingir seu objetivo e concluir a prova.

    A grande vencedora do dia foi a americana Joan Benoit, que liderou a competição desde o início e marcou 2h24min52. Joan sofreu uma artroscopia no joelho poucos dias antes da seletiva e realizou grande parte de seus treinos para os Jogos em bicicleta ergométrica e piscina, para evitar o contato com o solo. Ainda assim, a atleta conseguiu um ótimo resultado na disputa.

    A norueguesa Grete Waitz, vencedora de diversas maratonas, sobretudo em Nova York, chegou em segundo lugar, com 2h26min18. A portuguesa Rosa Mota, conhecida pelos seis títulos na São Silvestre, foi a terceira colocada com o tempo de 2h26min57. Rosa conquistaria o ouro quatro anos depois, em Seul.

    Outros grandes nomes da história das maratonas mundiais também participaram da primeira prova olímpica, como a britânica Joyce Smith, que terminou na 11ª colocação, a australiana Lisa Martin, que ficou em 7º lugar, e a neozelandesa Lorraine Moller, em quinto.

    Lembrar-se da maratona de 1984 é a maior homenagem que se pode fazer à mulher, a mulher atleta e determinada, como os exemplos de superação de Gabriele Scheis e Joan Benoit e de outros grandes nomes das corridas de fundo, como Grete Waitz, Ingrid Kristiansen e Rosa Mota.

    Olimpíadas devem gerar mais de R$ 2,5 bilhões para Reino Unido

    À primeira vista, sediar um evento esportivo de grande porte pode sugerir que o país em questão ganhará visibilidade internacional e, no mínimo, crescerá em infraestrutura nas cidades envolvidas. Afinal, melhorias na malha de transportes, rede hoteleira e praças esportivas estão diretamente ligadas a esses acontecimentos.

    No entanto, há muito mais envolvido. Sediar os Jogos Olímpicos – ou a Copa do Mundo de futebol – é uma grande oportunidade de expandir a economia do país. É o que mostra o relatório da Visa Europa sobre as estimativas de crescimento no Reino Unido decorrentes dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Londres.

    Legado econômico- Segundo o relatório, durante as sete semanas de Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, serão gastos cerca de 804 milhões de Libras esterlinas no Reino Unido, divididos principalmente entre lojas de rua, setor hoteleiro, supermercados, setor de viagens, entretenimento e restaurantes. O montante equivale a mais de 2,5 bilhões de Reais.

    Os ganhos não se resumem apenas ao período dos Jogos. Até 2015 – antes das próximas Olimpíadas, portanto – o aumento nos gastos dos visitantes no Reino Unido deve ser de £3,54 bilhões (R$ 11 bi), resultando em £5,33 bilhões de estímulos à economia local (cerca de R$ 19 bi).

    “Os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Londres 2012 promoverão todo o País. Os gastos dos visitantes e a consequente produção econômica aumentarão com o destaque dado ao Reino Unido, que se transformará em um destino mais desejado nos próximos anos”, explica Steve Perry, Diretor Comercial da Visa Europa.

    O Brasil sediará a Copa do Mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016. O boom econômico deve beneficiar diversos setores da economia nacional, mas espera-se que resulte em um crescimento igualitário da sociedade brasileira e que sejam minimizados os casos de corrupção envolvendo os eventos.


    Olimpíadas devem gerar mais de R$ 2,5 bilhões para Reino Unido

    Outros · 16 jul, 2012

    À primeira vista, sediar um evento esportivo de grande porte pode sugerir que o país em questão ganhará visibilidade internacional e, no mínimo, crescerá em infraestrutura nas cidades envolvidas. Afinal, melhorias na malha de transportes, rede hoteleira e praças esportivas estão diretamente ligadas a esses acontecimentos.

    No entanto, há muito mais envolvido. Sediar os Jogos Olímpicos – ou a Copa do Mundo de futebol – é uma grande oportunidade de expandir a economia do país. É o que mostra o relatório da Visa Europa sobre as estimativas de crescimento no Reino Unido decorrentes dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Londres.

    Legado econômico- Segundo o relatório, durante as sete semanas de Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, serão gastos cerca de 804 milhões de Libras esterlinas no Reino Unido, divididos principalmente entre lojas de rua, setor hoteleiro, supermercados, setor de viagens, entretenimento e restaurantes. O montante equivale a mais de 2,5 bilhões de Reais.

    Os ganhos não se resumem apenas ao período dos Jogos. Até 2015 – antes das próximas Olimpíadas, portanto – o aumento nos gastos dos visitantes no Reino Unido deve ser de £3,54 bilhões (R$ 11 bi), resultando em £5,33 bilhões de estímulos à economia local (cerca de R$ 19 bi).

    “Os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Londres 2012 promoverão todo o País. Os gastos dos visitantes e a consequente produção econômica aumentarão com o destaque dado ao Reino Unido, que se transformará em um destino mais desejado nos próximos anos”, explica Steve Perry, Diretor Comercial da Visa Europa.

    O Brasil sediará a Copa do Mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016. O boom econômico deve beneficiar diversos setores da economia nacional, mas espera-se que resulte em um crescimento igualitário da sociedade brasileira e que sejam minimizados os casos de corrupção envolvendo os eventos.

    Adriana Aparecida da Silva aposta em preparo psicológico na Olimpíada

    A brasileira Adriana Aparecida da Silva compete no dia cinco de agosto na Maratona dos Jogos Olímpicos de Londres. Única mulher representando o País na modalidade desta edição, a fundista revela que um dos motivos de seu desenvolvimento é o trabalho psicológico realizado.

    “É uma parte fundamental da minha preparação. Além de estar bem treinada fisicamente, preciso estar preparada psicologicamente. É um momento único e vai ser difícil controlar a ansiedade”, afirma Adriana, que conquistou a vaga com 2h29min17, em Tóquio – tornando-se a terceira brasileira na história a correr uma maratona abaixo de 2h30.

    A psicóloga Carla Di Pierro trabalha com a corredora desde 2007, quando ela passava por um período difícil decorrente de uma lesão. “A primeira etapa foi a reabilitação psicológica, ela precisava colocar foco nisto para reduzir a ansiedade e voltar a correr. A lesão estava potencializada pela ansiedade de voltar a treinar e pelo medo de nunca mais poder correr”, explica Carla.

    Para o treinador da maratonista, Cláudio Castilho, “mais do que resolver conflitos momentâneos, o trabalho de psicologia esportiva deu ferramentas e subsídios para que ela pudesse resolver os conflitos que ainda não existiam”.

    Com isso, o técnico acredita que Adriana “teve uma evolução muito grande de maturidade e poder de decisão”. A fundista está em um período de treinamentos em Paipa, na altitude colombiana, e embarca para Londres no dia 28.


    Adriana Aparecida da Silva aposta em preparo psicológico na Olimpíada

    Maratona · 13 jul, 2012

    A brasileira Adriana Aparecida da Silva compete no dia cinco de agosto na Maratona dos Jogos Olímpicos de Londres. Única mulher representando o País na modalidade desta edição, a fundista revela que um dos motivos de seu desenvolvimento é o trabalho psicológico realizado.

    “É uma parte fundamental da minha preparação. Além de estar bem treinada fisicamente, preciso estar preparada psicologicamente. É um momento único e vai ser difícil controlar a ansiedade”, afirma Adriana, que conquistou a vaga com 2h29min17, em Tóquio – tornando-se a terceira brasileira na história a correr uma maratona abaixo de 2h30.

    A psicóloga Carla Di Pierro trabalha com a corredora desde 2007, quando ela passava por um período difícil decorrente de uma lesão. “A primeira etapa foi a reabilitação psicológica, ela precisava colocar foco nisto para reduzir a ansiedade e voltar a correr. A lesão estava potencializada pela ansiedade de voltar a treinar e pelo medo de nunca mais poder correr”, explica Carla.

    Para o treinador da maratonista, Cláudio Castilho, “mais do que resolver conflitos momentâneos, o trabalho de psicologia esportiva deu ferramentas e subsídios para que ela pudesse resolver os conflitos que ainda não existiam”.

    Com isso, o técnico acredita que Adriana “teve uma evolução muito grande de maturidade e poder de decisão”. A fundista está em um período de treinamentos em Paipa, na altitude colombiana, e embarca para Londres no dia 28.