Atletismo · 25 jun, 2012
No final de semana foi definida boa parte das vagas de atletismo dos Estados Unidos para os Jogos Olímpicos de Londres. Das provas de pista, a seletiva norte-americana já confirmou os nomes que representarão a potência olímpica nas modalidades de 100, 400 e 10.000 metros. Confira os classificados, candidatos ao ouro olímpico:
Velocistas decidem na moeda- Na modalidade mais nobre das Olimpíadas, os principais nomes masculinos ratificaram sua presença em Londres. Justin Gatlin, Tyson Gay e Ryan Bailey, todos abaixo dos dez segundos, conquistaram seu posto.
Na prova feminina, ocorreu um fato inusitado: Jeneba Tarmoh e Allyson Felix, uma das favoritas, chegaram impecavelmente juntas na terceira colocação, com 11seg07 mais exatamente 11seg068. Carmelita Jeter e Tianna Madison, que chegaram na frente, estão classificadas para as Olimpíadas, mas não há um protocolo da USATF (Federação de Atletismo dos Estados Unidos) para resolver o impasse entre as terceiras colocadas.
A decisão será ou no tradicional cara ou coroa ou em uma segunda prova com apenas as duas velocistas na pista. Apesar de o mais lógico ser a reedição da corrida, a decisão cabe às duas atletas.
Meio-fundistas- Nos 400 metros, os principais nomes conquistaram a vaga com a primeira colocação. No masculino, LaShawn Merritt atual campeão olímpico correu a volta completa na pista de Eugene em 44seg12 (melhor tempo do ano no mundo) seguido de Tony McQuay e Bryshon Nellum.
Entre as mulheres, Sanya Richards-Ross melhorou sua marca no ano, que já era a melhor do mundo, para 49seg28. Dee Dee Trotter e Francena McCorory completam a equipe norte-americana dos 400 metros.
Fundistas- Nos 10.000 metros, a expectativa era quanto ao rendimento de Shalane Flanagan, principal nome dos EUA para a Maratona das Olimpíadas. Shalane ficou em terceiro, mas com tempo acima do índice A, e portanto ficou de fora assim como a segunda, Natosha Rogers. A vencedora Amy Hastings conquistou o posto depois de ficar de fora da equipe de Maratona por apenas uma posição no início do ano.
Com isso, as vagas remanescentes vão para Lisa Uhl e Janet Cherobon-Bawcom, que não fizeram bons tempos na sexta-feira (22/06), mas já correram abaixo do índice A (31min45) em 2012. A equipe masculina dos 10.000m em Londres será formada por Galen Rupp, Matt Tegenkamp e Dathan Ritzenhein, os primeiros em Eugene.
Tem início nesta quinta-feira (21/06) os Olympic Trials, a seletiva dos Estados Unidos para as provas de atletismo nas Olimpíadas de Londres. Ao contrário de outros países que estabelecem um determinado período para seus atletas obterem o índice olímpico em qualquer competição oficial os atletas norte-americanos só se qualificam para os Jogos Olímpicos nos Trials, disputado de 21 de junho a 1º de julho.
Porque é relevante- Isso significa que grande parte dos candidatos às medalhas do atletismo nas Olimpíadas, nas provas de pista e campo a seletiva para a maratona foi no começo do ano estarão concentrados no Hayward Field, em Eugene (no estado do Oregon). Apesar do favoritismo em Londres ser dos africanos nas provas longas e dos jamaicanos nas provas curtas, de uma forma geral os EUA devem conquistar muitas vitórias no atletismo.
Isso se deve ao investimento que o País faz no esporte, justificado pelo número de medalhas em jogo: são 47 modalidades diferentes apenas no atletismo, 141 medalhas em jogo. Na natação, por exemplo, são 34 modalidades. E no futebol, apenas duas.
Por ter como ambição voltar ao topo do quadro geral de medalhas (a China foi a primeira na última Olimpíada), os EUA apostam muito nas modalidades individuais. Portanto, nos próximos dias, nomes como Tyson Gay, Justin Gatlin, Carmelita Jeter, Allyson Felix, Sanya Richards-Ross, LaShawn Merritt e Matt Centrowitz estarão na pista para conseguir a vaga em Londres.
Até mesmo Shalane Flanagan, já classificada para a Maratona e principal esperança norte-americana na prova disputará os Trials, nos 10.000m (22/06). O Webrun acompanha a seletiva e divulgará os classificados das provas de pista.
No Brasil- Na próxima semana têm início o Troféu Brasil de Atletismo, que dura de 27/06 a 01/07. Apesar de não ser a única competição para a obtenção da vaga olímpica, a maior parte das classificações brasileiras deve ser definida no Troféu, uma vez que o prazo para obter o índice se encerra no dia primeiro. O Webrun estará no Estádio Ícaro de Castro Melo, em São Paulo, para acompanhar as provas.
Atletismo · 21 jun, 2012
Tem início nesta quinta-feira (21/06) os Olympic Trials, a seletiva dos Estados Unidos para as provas de atletismo nas Olimpíadas de Londres. Ao contrário de outros países que estabelecem um determinado período para seus atletas obterem o índice olímpico em qualquer competição oficial os atletas norte-americanos só se qualificam para os Jogos Olímpicos nos Trials, disputado de 21 de junho a 1º de julho.
Porque é relevante- Isso significa que grande parte dos candidatos às medalhas do atletismo nas Olimpíadas, nas provas de pista e campo a seletiva para a maratona foi no começo do ano estarão concentrados no Hayward Field, em Eugene (no estado do Oregon). Apesar do favoritismo em Londres ser dos africanos nas provas longas e dos jamaicanos nas provas curtas, de uma forma geral os EUA devem conquistar muitas vitórias no atletismo.
Isso se deve ao investimento que o País faz no esporte, justificado pelo número de medalhas em jogo: são 47 modalidades diferentes apenas no atletismo, 141 medalhas em jogo. Na natação, por exemplo, são 34 modalidades. E no futebol, apenas duas.
Por ter como ambição voltar ao topo do quadro geral de medalhas (a China foi a primeira na última Olimpíada), os EUA apostam muito nas modalidades individuais. Portanto, nos próximos dias, nomes como Tyson Gay, Justin Gatlin, Carmelita Jeter, Allyson Felix, Sanya Richards-Ross, LaShawn Merritt e Matt Centrowitz estarão na pista para conseguir a vaga em Londres.
Até mesmo Shalane Flanagan, já classificada para a Maratona e principal esperança norte-americana na prova disputará os Trials, nos 10.000m (22/06). O Webrun acompanha a seletiva e divulgará os classificados das provas de pista.
No Brasil- Na próxima semana têm início o Troféu Brasil de Atletismo, que dura de 27/06 a 01/07. Apesar de não ser a única competição para a obtenção da vaga olímpica, a maior parte das classificações brasileiras deve ser definida no Troféu, uma vez que o prazo para obter o índice se encerra no dia primeiro. O Webrun estará no Estádio Ícaro de Castro Melo, em São Paulo, para acompanhar as provas.
A Athletics Kenya Federação Queniana de Atletismo anunciou na terça-feira (12/06) que substituiu um dos seus três representantes masculinos para a Maratona dos Jogos Olímpicos de Londres. Moses Mosop, que correu a Maratona de Boston 2011 em 2h03min06 e foi terceiro em Roterdã neste ano, está fora da equipe.
Mosop lesionou o tendão e recebemos uma carta sua e de seus médicos afirmando que ele não poderá competir em Londres, conta o presidente da AK, Isaiah Kiplagat. Para o lugar dele, foi convocado Emmanuel Mutai, atual vencedor do Circuito WMM World Major Marathons, as principais maratonas do mundo.
Recordista na sede olímpica- Emmanuel é o dono do tempo mais rápido na história da Maratona de Londres, feito em 2011 (2h04min40). Apesar de não ser no mesmo percurso da prova das Olimpíadas, é um fator que dá mais confiança para o atleta.
Sentimos pela ausência de Mosop, mas qualquer corredor que temos é tão bom quanto os outros, ressalta o presidente, reforçando a força do País nas provas longas e acrescentando que Emmanuel ajudou Abel Kirui a ganhar o ouro no Mundial de BErlim (2009). Quanto aos outros dois nomes que ficaram de fora, o recordista mundial Patrick Makau e Geoffrey Mutai, dono do tempo mais baixo da história (em Boston 2011, não homologado como recorde), Kiplagat é restritivo.
Pedimos um relatório aos seus agentes justificando o abandono em Londres (Makau) e Boston (Geoffrey Mutai), mas não recebemos resposta. O dirigente afirma que, como reserva, o nome hoje seria de Stephen Biwot, que não esteve na pré-lista de janeiro .
Maratona · 14 jun, 2012
A Athletics Kenya Federação Queniana de Atletismo anunciou na terça-feira (12/06) que substituiu um dos seus três representantes masculinos para a Maratona dos Jogos Olímpicos de Londres. Moses Mosop, que correu a Maratona de Boston 2011 em 2h03min06 e foi terceiro em Roterdã neste ano, está fora da equipe.
Mosop lesionou o tendão e recebemos uma carta sua e de seus médicos afirmando que ele não poderá competir em Londres, conta o presidente da AK, Isaiah Kiplagat. Para o lugar dele, foi convocado Emmanuel Mutai, atual vencedor do Circuito WMM World Major Marathons, as principais maratonas do mundo.
Recordista na sede olímpica- Emmanuel é o dono do tempo mais rápido na história da Maratona de Londres, feito em 2011 (2h04min40). Apesar de não ser no mesmo percurso da prova das Olimpíadas, é um fator que dá mais confiança para o atleta.
Sentimos pela ausência de Mosop, mas qualquer corredor que temos é tão bom quanto os outros, ressalta o presidente, reforçando a força do País nas provas longas e acrescentando que Emmanuel ajudou Abel Kirui a ganhar o ouro no Mundial de BErlim (2009). Quanto aos outros dois nomes que ficaram de fora, o recordista mundial Patrick Makau e Geoffrey Mutai, dono do tempo mais baixo da história (em Boston 2011, não homologado como recorde), Kiplagat é restritivo.
Pedimos um relatório aos seus agentes justificando o abandono em Londres (Makau) e Boston (Geoffrey Mutai), mas não recebemos resposta. O dirigente afirma que, como reserva, o nome hoje seria de Stephen Biwot, que não esteve na pré-lista de janeiro .
Triathlon · 14 jun, 2012
Trinta e nove países conquistaram vaga para disputar o triathlon nos Jogos Olímpicos de Londres, em agosto. É um recorde para a modalidade, que está nas Olimpíadas desde 2000, em Sydney quando 34 nações foram representadas.
Na edição seguinte, Atenas 2004, o número caiu para 33 e em Pequim 2008 foram 36. Das 39 delegações que vão para o Reino Unido neste ano, cinco são estreantes: Coreia do Sul, Equador, Eslovênia, Maurício e Mônaco.
Ter um recorde de países representados de todos os cinco continentes é um indicativo do crescimento e desenvolvimento do triathlon pelo mundo, diz Marisol Casado, presidente da União Internacional de Triathlon (ITU) e membro do Comitê Olímpico Internacional.
Oito comitês olímpicos nacionais levarão o número máximo de três triatletas em cada categoria, sendo que seis destes países serão tanto no masculino como no feminino. São eles:
Completam a categoria feminina os Estados Unidos e o Japão, e na categoria masculina, a Rússia e o Canadá. O Brasil estará representado com Reinaldo Colucci e Diogo Sclebin entre os homens (prova em 07/08) e com Pâmella Oliveira entre as mulheres (04/08).
Atletismo · 06 jun, 2012
A meio-fundista Sanya Richards-Ross parece crescer nos momentos certos. A norte-americana campeã mundial dos 400m em 2009 parecia já ter passado pelo ápice de sua carreira, justamente o título em Berlim.
Nas últimas temporadas, sofreu com lesões e não repetiu suas melhores performances. Agora, em ano olímpico, volta a ser protagonista. Depois de uma medalha de ouro no Mundial Indoor de Atletismo de Istambul, em março, a corredora fez a melhor marca feminina do ano nos 400m no sábado (02/06), no Prefointane Classic, com 49seg39.
A competição uma das etapas da Liga de Diamante da Iaaf foi realizada em Eugene, Oregon, mesmo local onde a partir de 21 de junho serão realizadas as seletivas norte-americanas para os Jogos Olímpicos de Londres. Em sua modalidade, Sanya bateu a atual campeã mundial, Amantle Montsho, de Botswana, e a jamaicana Novlene Williams-Mills, duas favoritas na distância.
Com a melhor marca do ano, a meio-fundista é favorita não apenas para assegurar uma das vagas em Londres, mas também de subir ao pódio em terras britânicas. Não vou comemorar muito, diz ela.
Venci e corri bem, mas não são as seletivas e nem as Olimpíadas, conta Sanya. Ainda tenho muito trabalho a fazer e quero seguir melhorando, conclui.
Atletismo · 30 maio, 2012
Na última semana, o Brasil conquistou mais duas vagas para o Atletismo das Olimpíadas 2012. A velocista Rosângela Santos e o meio-fundista Fabiano Peçanha garantiram presença na pista de atletismo do Estádio Olímpico de Londres em agosto ao menos por enquanto.
GP Brasil de Atletismo- No GP Brasil, disputado no Rio de Janeiro no dia 20 de maio, Rosângela Santos venceu a prova dos 100 metros rasos com o tempo de 11seg21, um centésimo abaixo do índice olímpico. Com isso, Rosângela está garantida nos Jogos Olímpicos, a não ser que três atletas façam marcas melhores que a dela até 1º de julho, o que é improvável.
Será a segunda Olimpíada da atleta, que foi campeã da mesma distância nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em 2011 e também no Revezamento 4x100m.
Copa Rio Grande do Sul de Atletismo- No dia 25, sexta-feira, o gaúcho Fabiano Peçanha competiu em casa para vencer a prova dos 800 metros com 1min45seg31 o índice brasileiro é de 1min45seg92. Com isso, o meio-fundista supera Diego Gomes e Diomar Noêmio, ambos com a marca de 1min45seg62.
No momento, apenas Fabiano está classificado, pois é o único a correr abaixo do índice A da Iaaf (Associação Internacional das Federações de Atletismo), de 1min45seg60. Isso obriga os outros candidatos a correr abaixo da marca se quiserem se juntar ao meio-fundista gaúcho.
Atletismo · 29 maio, 2012
No último domingo (27/05), o Mundial de Triathlon em Madrid, na Espanha, foi a última oportunidade para os triatletas garantirem uma vaga para as Olimpíadas de Londres. O brasileiro Juraci Moreira não conseguiu ficar entre os cinco melhores na etapa, mas não lamenta a ausência nos jogos.
O triatleta participou da estreia da modalidade nas Olimpíadas de Sidney, em 2000. Depois, seguiu para a Atenas, em 2004, e foi o melhor latino-americano em Pequim, em 2008. No entanto, Juraci conta que seu objetivo agora é se concentrar para competições diferentes, como as provas de triathlon cross-country do circuito XTerra.
Aposentar nem pensar. Pretendo descansar um pouco e, principalmente, me recuperar fisicamente e deixar o meu corpo em condições de começar um novo desafio, um novo projeto, revela.
Mas o atleta não descarta a chance de disputar os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Com certeza gostaria de buscar essa quarta olimpíada que não veio agora, em meu País. O desafio é enorme e vou pensar seriamente nisso, afirma.
Sobre a vaga para Londres, Juraci destaca que fez o seu melhor e parabeniza Reinaldo Colucci, Diogo Sclebin e Pamella Oliveira, que estarão nos jogos pelo Brasil.
Se não serei eu dessa vez lá em Londres, acredito e confio nos meus companheiros de seleção, que nos representarão nessa Olimpíada e, tanto quanto eu, fizeram por merecer as vagas conquistadas, conta.
O maior adversário do triatleta, explica Juraci Moreira, são as lesões. Não tenho dúvida que muitas das minhas lesões são resultados dos muitos treinos e competições que realizei nesses 14 anos que disputo do Circuito Mundial. As lesões, infelizmente, fazem parte da vida de um atleta de alto rendimento, admite.
Em todos esses anos em que transformou o esporte em sua profissão, Juraci Moreira traz muita história para contar. Em 2013, ele pretende passar os ensinamentos para frente e percorrer os estados brasileiros realizando encontros e palestras para crianças e adolescente para incentivar a prática do triathlon. Quero passar minha história adiante e motivar a prática de um esporte saudável e divulgar o triathlon por todo o País, comenta.
A Federação Etíope de Atletismo (EAF) divulgou nesta quinta-feira (17/05) a lista de maratonistas que vai a Londres para representar o País nos Jogos Olímpicos. Nomes consagrados como o ex-recordista mundial Haile Gerbselassie e a atual vencedora da Maratona de Nova York, Firehiwot Dado, ficaram de fora da lista etíope.
Critério objetivo- A seleção foi feita sob parâmetros bem estabelecidos: foram levados os autores dos três melhores tempos em 2012, sendo que cada atleta só poderia correr uma maratona no ano para fazer seu tempo. Assim, Yemane Tsegay, que venceu a Maratona de Roterdã (15/04), foi excluído por ter competido outra prova, bem como a compatriota Aberu Kebede.
Os eleitos- Entre os homens, os representantes da nação do Chifre da África serão Ayele Abshero, Dino Sefer (ambos correram em Dubai) e Getu Feleke (Roterdã). As mulheres serão Tiki Gelana (Roterdã), Aselefech Mergia (Dubai) e Mare Dibaba (Dubai).
O critério pelo mundo- Cada federação é responsável por estabelecer seus critérios de seleção, desde que os atletas escolhidos obtenham o índice estabelecido pela Associação Internacional das Federações de Atletismo (Iaaf). Os Estados Unidos tradicionalmente realizam uma única maratona (os Trials, que esse ano foi em Houston, 14/01) para definir seu time.
Já o Quênia estabeleceu uma lista com doze nomes (seis homens e seis mulheres) e, de acordo com o desempenho de cada um em 2012, levou os três melhores de cada sexo. No Brasil, a CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo) estabeleceu índice que corresponde à média do 12° colocado nos últimos Jogos Olímpicos e nos dois últimos Mundiais. A medida deixou de fora nomes como Cruz Nonata e Marily dos Santos.
Confira os representantes etíopes para a Maratona dos Jogos Olímpicos e seus respectivos tempos:
Masculino
Feminino
Maratona · 17 maio, 2012
A Federação Etíope de Atletismo (EAF) divulgou nesta quinta-feira (17/05) a lista de maratonistas que vai a Londres para representar o País nos Jogos Olímpicos. Nomes consagrados como o ex-recordista mundial Haile Gerbselassie e a atual vencedora da Maratona de Nova York, Firehiwot Dado, ficaram de fora da lista etíope.
Critério objetivo- A seleção foi feita sob parâmetros bem estabelecidos: foram levados os autores dos três melhores tempos em 2012, sendo que cada atleta só poderia correr uma maratona no ano para fazer seu tempo. Assim, Yemane Tsegay, que venceu a Maratona de Roterdã (15/04), foi excluído por ter competido outra prova, bem como a compatriota Aberu Kebede.
Os eleitos- Entre os homens, os representantes da nação do Chifre da África serão Ayele Abshero, Dino Sefer (ambos correram em Dubai) e Getu Feleke (Roterdã). As mulheres serão Tiki Gelana (Roterdã), Aselefech Mergia (Dubai) e Mare Dibaba (Dubai).
O critério pelo mundo- Cada federação é responsável por estabelecer seus critérios de seleção, desde que os atletas escolhidos obtenham o índice estabelecido pela Associação Internacional das Federações de Atletismo (Iaaf). Os Estados Unidos tradicionalmente realizam uma única maratona (os Trials, que esse ano foi em Houston, 14/01) para definir seu time.
Já o Quênia estabeleceu uma lista com doze nomes (seis homens e seis mulheres) e, de acordo com o desempenho de cada um em 2012, levou os três melhores de cada sexo. No Brasil, a CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo) estabeleceu índice que corresponde à média do 12° colocado nos últimos Jogos Olímpicos e nos dois últimos Mundiais. A medida deixou de fora nomes como Cruz Nonata e Marily dos Santos.
Confira os representantes etíopes para a Maratona dos Jogos Olímpicos e seus respectivos tempos:
Masculino
Feminino
Triathlon · 14 maio, 2012
A triatleta Pâmella Oliveira garantiu sua vaga nos Jogos Olímpicos de Londres, em agosto. A capixaba, que estava próxima da classificação depois do segundo lugar conquistado na etapa de Huatulco (México) da Copa do Mundo(06/05), conquistou o posto porque sua principal oponente continental desistiu da disputa da próxima e última prova válida para a disputa pré-olímpica.
Segundo o diretor técnico da Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri), Marco Antônio La Porta, a equatoriana Elizabeth Bravo está fora da etapa de Madri (27/05) do Campeonato Mundial. Como a equatoriana não vai competir, mais nenhuma atleta pode chegar perto da pontuação da brasileira, diz La Porta.
A ausência de Bravo qualifica Pâmella pelo sistema New Flag, que assegura vaga para a melhor triatleta de cada continente que ainda não obteve o índice. A capixaba é a primeira colocada das Américas ainda na briga por uma vaga e ficaria automaticamente com a classificação pelo New Flag.
No entanto, como atualmente está na zona de classificação, é provável que ela se classifique pelo ranking (por pontos acumulados nas etapas válidas) e deixe a vaga do New Flag com a própria equatoriana. Pâmella foi medalhista de bronze nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em 2011.
Triathlon · 09 maio, 2012
A triatleta Carla Moreno, um dos nomes mais vitoriosos na história da modalidade no Brasil, confirmou que abriu mão da disputa por uma vaga no Jogos Olímpicos de Londres. Seu planejamento de preparação para obter a classificação não foi aprovado pela Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri).
Mandei meu calendário para eles com a minha programação para os Jogos Olímpicos e não foi aprovado, só isso, conta Carla. Não vou sentar e ficar chorando, mudei meu foco. Não vou parar por causa de uma Olimpíada ou por causa da Confederação, diz a triatleta.
Sem competir internacionalmente, a paulista não terá como somar pontos na disputa por uma vaga em Londres. Fora dos Jogos, Carla tem como objetivo na temporada um bom desempenho no Troféu Brasil de Triathlon.
Após duas etapas, Carla é atualmente a líder do Troféu, com a vitória na primeira (11/03) e um segundo lugar no último domingo (06/05). Ela já venceu a competição oito vezes.
Alimentação · 17 jun, 2026
Saúde · 17 jun, 2026
Atletismo · 17 jun, 2026