Maratona · 10 jan, 2012
A fundista norte-americana Deena Kastor já esteve em três edições de Jogos Olímpicos. Disputou os 10.000m em 2000 (em Sidney) e a Maratona nas edições de Atenas - 2004 (onde foi medalhista de bronze) e Pequim - 2008.
Ela é a detentora do recorde norte-americano em maratonas, com 2h19min36 obtidos na Maratona de Londres de 2006. Aos 38 anos, prestes a fazer 39, Deena busca no sábado (14/01), em Houston (EUA) a vaga em sua quarta Olimpíada, a terceira como maratonista feito inédito nos EUA.
Em 2011, teve sua primeira filha, o que forçou um intervalo na vida de corredora. Não pude correr nos cinco meses finais de minha gravidez. Então, depois que minha filha nasceu, eu estava simplesmente curtindo a corrida. Até que coloquei meu frequencímetro e descobri que estava em um pace de 10 minutos. Foi um choque de realidade, relembra.
A corredora então estabeleceu um programa de treinamento para voltar à antiga forma e brigar por uma vaga em Londres. Sinto como se tivesse cumprido todo o meu planejamento. Fiz minha lição de casa por um longo período, agora me sinto forte e eficiente de novo, revela a fundista.
Abandono em Pequim - A norte-americana abandonou a prova nos Jogos Olímpicos de Pequim devido a uma fratura no pé direito, mas afirma que não corre o risco de sofrer o mesmo problema. Dez dias antes da Maratona eu fiz a minha melhor marca em treino de 30 quilômetros. Pensei uau, estou pronta para correr pelo ouro. Então tive aquele problema súbito no quinto quilômetro, conta.
Segundo Deena, a fratura foi devido ao baixo nível de vitamina D em seu organismo e a baixa absorção de cálcio nos seus ossos. Hoje sou mais experiente, me certifico de incluir bastante vitamina D na minha dieta e não acredito que possa ocorrer de novo, esclarece.
Expectativa - Nos Estados Unidos, as vagas olímpicas são definidas em eventos específicos. Para a Maratona, a prova eleita foi a de Houston (14/01). Deena afirma estar confiante na conquista de uma vaga.
Definitivamente não vou fazer minha melhor marca. Não estou em forma para 2h19min. Mas estou pronta para correr o meu melhor em anos e estou empolgada com isso. Aprendi a me esforçar mais mentalmente, afirma.
A maratonista não considera sua idade como uma desvantagem contra outras atletas. Algumas pessoas olham para mim e pensam que sou mais velha que a média, que isso é um ponto fraco. Acredito que minha experiência me dá uma grande vantagem sobre minhas adversárias. Acho que é um dos meus pontos fortes, conclui.
Atletismo · 02 dez, 2011
A CBAt Confederação Brasileira de Atletismo anunciou na quinta-feira (01/12) alterações nos critérios de obtenção de vaga para os Jogos Olímpicos de Londres 2012. Até então, estariam classificados para Londres os atletas que conseguissem atingir os índices estabelecidos pela IAAF Associação Internacional das Federações de Atletismo e endossados ou adaptados pela CBAt.
Agora, a confederação nacional estabelece que, além dos índices exigidos, estão classificados também os atletas que estiverem entre os dez primeiros de suas modalidades no Ranking Mundial da IAAF de 2011. A medida classifica os atletas de salto com vara Fabiana Murer e Fábio da Silva, respectivamente segunda e sétimo na classificação mundial de 2011.
Com isso, os atletas estão isentos de competir em busca do índice olímpico em 2012. Terei a tranquilidade de treinar e fazer a preparação voltada para a Olimpíada, sem me preocupar em ter de obter índice", diz Fabiana.
"Vou entrar nas competições mais tranquila, para buscar resultados, sem ter de pensar em conseguir o índice", continua a campeã mundial. Além de Fabiana e Fábio, também garantiram a vaga o atleta de salto em distância Mauro Vinícius da Silva (10º) e a corredora dos 200 metros rasos Ana Cláudia Lemos da Silva (8ª), sensação dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011.
No caso da maratona e da marcha de 50 quilômetros, a classificação no ranking mundial 2011 definida pela CBAt foi a dos 30 primeiros atletas. Marílson Gomes do Santos é atualmente o 21º, o que o classifica automaticamente para os Jogos Olímpicos caso não seja ultrapassado até o final do ano.
Vamos esperar terminar o ano para ver como ficará o ranking, pondera o treinador Adauto Domingues, do Clube de Atletismo BM&F Bovespa. Se o Marílson permanecer entre os 30, vou alterar a preparação, terei mais tranquilidade. Aí, a prova do primeiro semestre será para o Marílson buscar marca pessoal, para correr forte e não pelo índice. Vamos focar tudo em Londres caso se confirme a posição", encerra Adauto.
Ao contrário do que tradicionalmente acontece com as maratonas olímpicas, os 42 quilômetros da Olimpíada de Londres 2012 não terão chegada no Estádio Olímpico, mas sim no The Mall, onde também será a largada. O local é uma rua que vai do Palácio de Buckingham, em sua extremidade ocidental, para o Admiralty Arch, e depois na Trafalgar Square, em sua extremidade oriental, onde se cruza com o Spring Gardens.
A informação foi confirmada nessa segunda-feira (04/10) pelo Comitê Organizador dos jogos e, segundo os responsáveis pelo projeto, a rota apresentada diminuirá a interferência nos demais esportes que acontecerão na cidade. A prova olímpica é muito menor do que a maratona regular, já que deverá reunir cerca de 80 atletas, contra mais de 36 mil da disputa anual.
A largada será no The Mall e o percurso passará por diversos pontos turísticos da capital britânica, como o Palácio de Buckingham, Admiralty Arch, Birdcage Walk, Catedral St Paul's, Tower Hill, a Casa do Parlamento, entre outros locais. O trajeto será circular, de forma que o público possa acompanhar a passagem dos atletas várias vezes.
Nosso objetivo principal é promover locais de competição que sejam funcionais para os atletas, espectadores e para a cidade sede, conta Sebastian Coe, presidente do Comitê Organizador. Temos que manter a cidade em movimento, minimizar interferências para todos e fazer com que o público chegue a tempo. Estamos confiantes que essa rota é a melhor opção para conseguir isso, salienta.
Vale lembrar que, apesar do discurso do presidente sobre a mobilidade, a história passada da maratona remete a mudanças no trajeto para agradar a família real. Até 1908 a distância variava a cada edição da Olimpíada, mas sempre próxima dos 40 quilômetros, distância que separa as cidades gregas de Maratona e Atenas.
A partir da Olimpíada de Londres em 1908, a distância foi aferida em 42,195 quilômetros para que a realeza pudesse acompanhar a prova no jardim do Palácio de Windsor, local de veraneio da monarquia britânica. O que você achou deste percurso? Deixe seu comentário no Fórum.
Maratona · 04 out, 2010
Ao contrário do que tradicionalmente acontece com as maratonas olímpicas, os 42 quilômetros da Olimpíada de Londres 2012 não terão chegada no Estádio Olímpico, mas sim no The Mall, onde também será a largada. O local é uma rua que vai do Palácio de Buckingham, em sua extremidade ocidental, para o Admiralty Arch, e depois na Trafalgar Square, em sua extremidade oriental, onde se cruza com o Spring Gardens.
A informação foi confirmada nessa segunda-feira (04/10) pelo Comitê Organizador dos jogos e, segundo os responsáveis pelo projeto, a rota apresentada diminuirá a interferência nos demais esportes que acontecerão na cidade. A prova olímpica é muito menor do que a maratona regular, já que deverá reunir cerca de 80 atletas, contra mais de 36 mil da disputa anual.
A largada será no The Mall e o percurso passará por diversos pontos turísticos da capital britânica, como o Palácio de Buckingham, Admiralty Arch, Birdcage Walk, Catedral St Paul's, Tower Hill, a Casa do Parlamento, entre outros locais. O trajeto será circular, de forma que o público possa acompanhar a passagem dos atletas várias vezes.
Nosso objetivo principal é promover locais de competição que sejam funcionais para os atletas, espectadores e para a cidade sede, conta Sebastian Coe, presidente do Comitê Organizador. Temos que manter a cidade em movimento, minimizar interferências para todos e fazer com que o público chegue a tempo. Estamos confiantes que essa rota é a melhor opção para conseguir isso, salienta.
Vale lembrar que, apesar do discurso do presidente sobre a mobilidade, a história passada da maratona remete a mudanças no trajeto para agradar a família real. Até 1908 a distância variava a cada edição da Olimpíada, mas sempre próxima dos 40 quilômetros, distância que separa as cidades gregas de Maratona e Atenas.
A partir da Olimpíada de Londres em 1908, a distância foi aferida em 42,195 quilômetros para que a realeza pudesse acompanhar a prova no jardim do Palácio de Windsor, local de veraneio da monarquia britânica. O que você achou deste percurso? Deixe seu comentário no Fórum.
História - A maratona é uma das mais antigas modalidades praticadas no mundo. Porém, não há um registro certo, uma data de quando o esporte começou. Diz a lenda grega, que a modalidade surgiu no sacrifício de um herói.
O grego Pheidíppides percorreu 40 quilômetros entre as cidades de Maratona e Atenas, ambas na Grécia, para levar a notícia da vitória grega sobre os persas no ano 490 a.c. Ao concluir o duro percurso, o soldado anunciou: Νενικήκαμεν (vencemos a batalha) e depois morreu.
Apesar de imprecisa, essa é a história mais romântica que ilustra a origem da maratona. Mas foi só nos Jogos Olímpicos de 1896 que a modalidade obteve reconhecimento. Na época o percurso da maratona tinha 40 quilômetros, diferente da marca atual: 42,195km.
Esse acréscimo de 2,195km aconteceu no ano de 1908, nos Jogos Olímpicos de Londres. A família real exigiu que a maratona passasse no jardim do Castelo Windsor, assim eles poderiam assistir à prova. A mudança do percurso, que já estava definido, ganhou alguns quilômetros extras e até hoje quando se disputa uma maratona, os participantes percorrem 42,195km.
Mulheres - As mulheres só foram oficialmente autorizadas a competir na Maratona Olímpica em 1984 e a prova foi vencida pela americana Joan Benoit com 2h24min52.
Brasil - Em toda a história da maratona olímpica, o Brasil só ganhou uma medalha, a de bronze. Esta foi conquistada nos jogos de 2004 na Grécia, pelo maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima.
Vanderlei protagonizou uma cena histórica das Olimpíadas. Ao liderar a prova, o brasileiro foi empurrado por um padre irlandês que entrou na pista da maratona. Mesmo assustado, o brasileiro levantou e continuou a competição, porém, os segundos que ele perdeu com a queda foram suficientes para ficar longe do ouro.
Mas, por sua força e coragem, o desempenho de Vanderlei foi reconhecido por todos e seu incidente brilhou mais que a própria vitória do italiano Stefano Baldini. Com isso Vanderlei recebeu do Comitê Olímpico Internacional (COI) a medalha de Pierre Coubertin.
O curioso é que aquela foi a segunda vez que o COI entregou a medalha de Coubertin. A primeira foi entregue nas Olimpíadas de Seul para um velejador que abandonou a prova para salvar o adversário que havia caído no mar.
Regras Básicas - Na maratona não se registra o centésimo. Os tempos devem ser convertidos ao próximo segundo inteiro maior, por exemplo, 2h08min38s03, deve se converter para 2h08min39.
Além disso, toda maratona é realizada fora do estádio, pelas ruas da cidade e o percurso não pode exceder de 0,1%, ou seja, 42 metros. A organização é obrigada colocar posto de hidratação a cada cinco quilômetros.
Federação - Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt): www.cbat.org.br.
Mais conteúdo - Para conhecer mais sobre Maratonas, não deixe de acessar nossa Seção de Vídeos/b> e procure pela série Maratonas Internacionais.
Maratona · 01 mar, 2008
História - A maratona é uma das mais antigas modalidades praticadas no mundo. Porém, não há um registro certo, uma data de quando o esporte começou. Diz a lenda grega, que a modalidade surgiu no sacrifício de um herói.
O grego Pheidíppides percorreu 40 quilômetros entre as cidades de Maratona e Atenas, ambas na Grécia, para levar a notícia da vitória grega sobre os persas no ano 490 a.c. Ao concluir o duro percurso, o soldado anunciou: Νενικήκαμεν (vencemos a batalha) e depois morreu.
Apesar de imprecisa, essa é a história mais romântica que ilustra a origem da maratona. Mas foi só nos Jogos Olímpicos de 1896 que a modalidade obteve reconhecimento. Na época o percurso da maratona tinha 40 quilômetros, diferente da marca atual: 42,195km.
Esse acréscimo de 2,195km aconteceu no ano de 1908, nos Jogos Olímpicos de Londres. A família real exigiu que a maratona passasse no jardim do Castelo Windsor, assim eles poderiam assistir à prova. A mudança do percurso, que já estava definido, ganhou alguns quilômetros extras e até hoje quando se disputa uma maratona, os participantes percorrem 42,195km.
Mulheres - As mulheres só foram oficialmente autorizadas a competir na Maratona Olímpica em 1984 e a prova foi vencida pela americana Joan Benoit com 2h24min52.
Brasil - Em toda a história da maratona olímpica, o Brasil só ganhou uma medalha, a de bronze. Esta foi conquistada nos jogos de 2004 na Grécia, pelo maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima.
Vanderlei protagonizou uma cena histórica das Olimpíadas. Ao liderar a prova, o brasileiro foi empurrado por um padre irlandês que entrou na pista da maratona. Mesmo assustado, o brasileiro levantou e continuou a competição, porém, os segundos que ele perdeu com a queda foram suficientes para ficar longe do ouro.
Mas, por sua força e coragem, o desempenho de Vanderlei foi reconhecido por todos e seu incidente brilhou mais que a própria vitória do italiano Stefano Baldini. Com isso Vanderlei recebeu do Comitê Olímpico Internacional (COI) a medalha de Pierre Coubertin.
O curioso é que aquela foi a segunda vez que o COI entregou a medalha de Coubertin. A primeira foi entregue nas Olimpíadas de Seul para um velejador que abandonou a prova para salvar o adversário que havia caído no mar.
Regras Básicas - Na maratona não se registra o centésimo. Os tempos devem ser convertidos ao próximo segundo inteiro maior, por exemplo, 2h08min38s03, deve se converter para 2h08min39.
Além disso, toda maratona é realizada fora do estádio, pelas ruas da cidade e o percurso não pode exceder de 0,1%, ou seja, 42 metros. A organização é obrigada colocar posto de hidratação a cada cinco quilômetros.
Federação - Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt): www.cbat.org.br.
Mais conteúdo - Para conhecer mais sobre Maratonas, não deixe de acessar nossa Seção de Vídeos/b> e procure pela série Maratonas Internacionais.
Corrida de Obstáculos · 01 mar, 2008
História - A história da marcha atlética está diretamente ligada com a caminhada. Entre os séculos 17 e 19 era comum observar competições de caminhada onde os participantes teriam que percorrer de um ponto a outro, muitas vezes num determinado tempo.
Foi só nos Jogos Olímpicos de 1908 em Londres, que a modalidade se tornou oficial, mas não com as distâncias atuais. Nessa Olimpíada os vencedores foram o húngaro Gyorgy Sztantics e o americano George Bonhag, nos 1.500 e 3.000 metros, respectivamente.
Após essa competição, muita discussão acercou a modalidade, o que ocasionou o cancelamento da prova nas Olimpíadas. Essa só voltou em Amsterdã no ano de 1928. Os 50 quilômetros para homens foram oficialmente instituídos nos Jogos Olímpicos de Verão de 1932, em Los Angeles, Estados Unidos, enquanto os 20 quilômetros entraram nos Jogos Olímpicos de Verão de 1956 em Melbourne, na Austrália.
A prova feminina possui apenas a distância de 20 quilômetros e passou a integrar o programa olímpico apenas em Sidney 2000 (Austrália).
Recordes - O recorde mundial nos 50 quilômetros marcha atlética pertence ao austríaco Nathan Deakes, com 3h35min47. Já nos 20 quilômetros quem ostenta a melhor marco do mundo é o russo Vladimir Kanaykin (1h17min16). No feminino o recorde é da russa Olimpiada Ivanova 1h24min50.
A marcha atlética, assim como a caminhada, é uma progressão efetuada passo a passo e de contato ininterrupto com o solo. Mas esse movimento não é feito de qualquer jeito. Confira algumas regras da Associação Internacional das Federações de Atletismo (Iaaf):
Por isso o marchador deve ser hábil e para não ser desclassificado durante a prova, precisa ser atencioso. De acordo com a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), o marchador tem que aperfeiçoar os sentidos, já que deve permanecer durante todo o percurso em contato com o chão.
De acordo com as regras, os árbitros têm que avisar aos atletas que por sua forma de marchar correm o risco de cometer alguma falta, sinalizando com placas amarelas com o símbolo de uma possivel infração. No julgamento, quando um atleta comete infração é anotado no quadro de advertências um cartão vermelho correspondente a infração cometida. Quando três juizes diferentes mostram os cartões vermelhos a um atleta, o juiz chefe procede a desqualificação do mesmo.
Federação - Confederação Brasileira de Atletismo (Cbat): www.cbat.org.br
Triathlon · 01 mar, 2008
História - O triathlon é uma modalidade recente. De acordo com a Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri), esse esporte surgiu em 1974 nos Estados Unidos.
Um clube de atletismo resolveu inovar e colocar treinos de natação e ciclismo nas planilhas de férias dos seus atletas. Com isso os treinadores acreditavam que seus atletas descansariam do atletismo. Mas, para saberem se eles haviam feito a planilha, após as férias, os treinadores realizavam provas com as três modalidades.
Segundo a história, durante esses testes os atletas teriam que nadar 500 metros, depois pedalar 12 quilômetros e por fim correr cinco. Todos os atletas adoraram o treino e pediram mais. Assim, a cada novo teste, ou melhor, desafio, o número de participantes aumentava.
Há também uma outra história sobre a modalidade que diz que a primeira vez que esse tipo de esporte foi visto pelo mundo foi no Havaí, na versão Ironman. Um grupo de sócios de um clube havaiano, Waikiki Swin Club, teve que cumprir um desafio proposto pelo comandante John Collis para saber qual homem seria capaz de vencer as três provas: 3,5 quilômetros natação, 180 bike e 42,195 de corrida. Na época largaram 15 homens e três terminaram a prova.
Surgiu então o Triathlon que já passou por várias modificações até chegar à forma olímpica atual (1,5 quilômetro de natação, 40 de bike e 10 de corrida). Esta foi idealizada em 1982 para ser apresentada como esporte de demonstração nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984. O triathlon virou esporte oficial das Olimpíadas em 2000, 16 anos depois de sua demonstração.
Brasil Por ser um esporte novo, o triathlon foi realizado apenas nos jogos de 2000, 2004 e 2008 e o Brasil ainda não conquistou nenhuma medalha na modalidade.
Só é considerada uma competição de triathlon aquela que tiver as três modalidades: natação, ciclismo e corrida sempre nessa ordem. Nos Jogos Pan-americanos, assim como nas Olimpíadas, a distância oficial, chamada de olímpica, deve ter 1,5 quilômetro de natação, 40 de bike e 10 de corrida.
No trecho de natação os participantes podem nadar do jeito que bem entenderem, desde que não usem objetos que favoreçam seu desempenho. Todos devem usar touca e a roupa de neoprene só é permitida, ou melhor, obrigatória, quando a temperatura da água estiver abaixo de 14ºC.
Na etapa de ciclismo há diversas especificações da bicicleta, como por exemplo, possuírem os dois pneus do mesmo tamanho. Já na corrida, o competidor não pode correr com seu torso nu. Além disso, touca e óculos de natação não são permitidos nessa etapa, esses devem ficar na aérea de transição.
A transição é um espaço onde os atletas realizam a troca das modalidades. Lá eles guardam suas bicicletas, tênis e outros equipamentos para prosseguir na competição.
Federação - Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri): www.cbtri.org.br
Alimentação · 17 jun, 2026
Saúde · 17 jun, 2026
Atletismo · 17 jun, 2026