Cobertura_Ironman_2012

Veja a programação do Ironman Brasil no próximo domingo (27/05)

Triathlon · 25 maio, 2012

Está chegando a hora da largada do Ironman Brasil 2012. No dia 27 de maio, domingo, mais do que a ansiedade, os atletas terão que superar 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e mais 42 de corrida pelas ruas de Florianópolis, Santa Catarina.

Logo cedo os competidores devem ir à arena do evento, na Praia de Jurerê Internacional. A pintura dos atletas será feita das 4h30 às 6h30. No mesmo horário, os “ironmen” já poderão acessar a área de transição, até 6h40.

A largada da prova, para profissionais e amadores, acontece pontualmente às 7h. A previsão do tempo para o domingo é de sol e temperatura amena, sem chuva. Os atletas têm até 17 horas para completar o percurso.

A etapa brasileira do Ironman classifica 50 atletas para a final mundial no Havaí.

Acompanhe a cobertura completa ao vivo pelo Webrun.


Veja a programação do Ironman Brasil no próximo domingo (27/05)

Triathlon · 25 maio, 2012

Está chegando a hora da largada do Ironman Brasil 2012. No dia 27 de maio, domingo, mais do que a ansiedade, os atletas terão que superar 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e mais 42 de corrida pelas ruas de Florianópolis, Santa Catarina.

Logo cedo os competidores devem ir à arena do evento, na Praia de Jurerê Internacional. A pintura dos atletas será feita das 4h30 às 6h30. No mesmo horário, os “ironmen” já poderão acessar a área de transição, até 6h40.

A largada da prova, para profissionais e amadores, acontece pontualmente às 7h. A previsão do tempo para o domingo é de sol e temperatura amena, sem chuva. Os atletas têm até 17 horas para completar o percurso.

A etapa brasileira do Ironman classifica 50 atletas para a final mundial no Havaí.

Acompanhe a cobertura completa ao vivo pelo Webrun.

Saiba as informações relevantes de serviço para o Ironman Brasil

Triathlon · 24 maio, 2012

Florianópolis recebe neste domingo a maior prova de triathlon do País, o Ironman. Toda a estrutura para a competição na capital catarinense já está montada no Clube Doze de Agosto, em Jurerê Internacional. Confira os horários primordiais para um Ironman nos próximos dias.

Expo- A Expo Ironman, reúne as principais marcas de produtos esportivos relacionados ao triathlon. Entre os estandes, o competidor pode passar no do Webrun para comprar o pacote de suas fotos da prova.

A Expo funciona todos os dias até sábado, das 9h às 18h. Na segunda, ficará aberta até às 13h.

Entrega de kits- Os kits estão disponíveis para retirada quinta e sexta-feira (24 e 25/05) das 9h às 18h em arena ao lado da Expo. No sábado a entrega será apenas das 8h às 11h.

Congresso técnico- Na sexta-feira às 10h ocorre o congresso técnico dos competidores amadores em português. Às 11h30, o congresso para os atletas profissionais.

Jantar de massas- Os triatletas farão alimentação com base em carboidratos na noite de sexta-feira, das 19h às 21h no Clube Doze de Agosto.

Bike check-in- O check-in por número de peito e o recebimento das sacolas dos equipamentos de corrida e ciclismo tem início às 13h de sábado e encerra às 20h. Cada intervalo de uma hora compreende 300 atletas, com exceção do primeiro (13h às 14h), que vai do número 1 ao 400.

Pintura e acesso à transição- A pintura dos atletas começa na madrugada do dia da prova, domingo. O procedimento será das 4h30 às 6h30, mesmo período disponível para acesso à Área de Transição. A largada dos cerca de dois mil triatletas profissionais e amadores será às 7h, na praia de Jurerê Internacional.

Bike e sacolas check-out- A partir das 17h40 de domingo e até 00h30 de segunda-feira, a área de transição estará liberada para retirada dos itens dos atletas.

Segunda-feira- Na segunda, às 10h haverá a confirmação dos classificados para o Campeonato Mundial de Ironman, no Havaí. Das 8h ao 12h estará disponível a seção de achados e perdidos.

Ao meio-dia ocorre a cerimônia de premiação da prova e o almoço e, às 22h, a festa de confraternização, no El Divino Lounge. Boa prova!


Saiba as informações relevantes de serviço para o Ironman Brasil

Triathlon · 24 maio, 2012

Florianópolis recebe neste domingo a maior prova de triathlon do País, o Ironman. Toda a estrutura para a competição na capital catarinense já está montada no Clube Doze de Agosto, em Jurerê Internacional. Confira os horários primordiais para um Ironman nos próximos dias.

Expo- A Expo Ironman, reúne as principais marcas de produtos esportivos relacionados ao triathlon. Entre os estandes, o competidor pode passar no do Webrun para comprar o pacote de suas fotos da prova.

A Expo funciona todos os dias até sábado, das 9h às 18h. Na segunda, ficará aberta até às 13h.

Entrega de kits- Os kits estão disponíveis para retirada quinta e sexta-feira (24 e 25/05) das 9h às 18h em arena ao lado da Expo. No sábado a entrega será apenas das 8h às 11h.

Congresso técnico- Na sexta-feira às 10h ocorre o congresso técnico dos competidores amadores em português. Às 11h30, o congresso para os atletas profissionais.

Jantar de massas- Os triatletas farão alimentação com base em carboidratos na noite de sexta-feira, das 19h às 21h no Clube Doze de Agosto.

Bike check-in- O check-in por número de peito e o recebimento das sacolas dos equipamentos de corrida e ciclismo tem início às 13h de sábado e encerra às 20h. Cada intervalo de uma hora compreende 300 atletas, com exceção do primeiro (13h às 14h), que vai do número 1 ao 400.

Pintura e acesso à transição- A pintura dos atletas começa na madrugada do dia da prova, domingo. O procedimento será das 4h30 às 6h30, mesmo período disponível para acesso à Área de Transição. A largada dos cerca de dois mil triatletas profissionais e amadores será às 7h, na praia de Jurerê Internacional.

Bike e sacolas check-out- A partir das 17h40 de domingo e até 00h30 de segunda-feira, a área de transição estará liberada para retirada dos itens dos atletas.

Segunda-feira- Na segunda, às 10h haverá a confirmação dos classificados para o Campeonato Mundial de Ironman, no Havaí. Das 8h ao 12h estará disponível a seção de achados e perdidos.

Ao meio-dia ocorre a cerimônia de premiação da prova e o almoço e, às 22h, a festa de confraternização, no El Divino Lounge. Boa prova!

Tricampeão do Ironman Brasil, Oscar Galindez descarta novo título

Triathlon · 24 maio, 2012

O triatleta argentino Oscar Galindez já conquistou o Ironman Brasil em três oportunidades (2003, 2006 e 2007). Não vê, no entanto, uma vitória no próximo dia 27 de maio.

“Meus objetivos nesta temporada são mais as provas de 70.3 (meio Ironman)”, revela. Galindez já competiu neste ano no Panamá, Porto Rico, Ilhas Virgens e duas provas longas em seu país natal, San Carlos e Concórdia.

Com bons resultados no circuito 70.3, ele espera estar no Mundial de meio Ironman, disputado em Las Vegas, nos Estados Unidos (09/09). “Não dá para falar que é meu principal objetivo porque toda prova que faço tento ir o melhor possível, mas pelo nível de importância, é o Mundial (o principal). Estou somando pontos para classificar e tentar um bom desempenho em Vegas”, reconhece.

Além da prova nos EUA, o argentino espera competir no Mundial de Long Distance da União Internacional de Triathlon (ITU) na Espanha, em Vitoria-Gasteiz (29/07). “São praticamente três quartos de Ironman, mas em montanha. O Ironman Brasil é minha última prova importante do primeiro semestre”.

Reconhecimento- Além de competir no Ironman, Galindez participa do lançamento de uma linha de óculos da Oakley que leva seu nome. É a Signature Series da Oakley. Valentino Rossi (motociclista) e Adriano de Souza (Mineirinho, surfista) são outros atletas que tem sua própria linha da marca.

“Sou o segundo triatleta no mundo a receber esse reconhecimento, é uma honra. Tenho uma carreira vitoriosa de 26 anos, com a Oakley como parceira. Passei pela evolução da marca no Brasil e fico muito feliz com esse prêmio, agradeço imensamente”, conta o competidor.

Aspecto Psicológico para o Ironman- “Hoje todo atleta consegue aprender tudo muito rápido, qualquer metodologia de treinamento já está disponível na internet”, constata Galindez. Para o tricampeão, treinos, nutrição, hidratação e equipamento são fatores que funcionam bem se seguidos à risca.

“Mas a parte profunda é a psicológica, que não se aprende tão fácil. A mente é o abstrato que manda na parte sólida, o corpo. Para o Iron o atleta tem que se visualizar na linha de chegada, colocar na cabeça que vai completar, seja o que for que aconteça”, aconselha.


Tricampeão do Ironman Brasil, Oscar Galindez descarta novo título

Triathlon · 24 maio, 2012

O triatleta argentino Oscar Galindez já conquistou o Ironman Brasil em três oportunidades (2003, 2006 e 2007). Não vê, no entanto, uma vitória no próximo dia 27 de maio.

“Meus objetivos nesta temporada são mais as provas de 70.3 (meio Ironman)”, revela. Galindez já competiu neste ano no Panamá, Porto Rico, Ilhas Virgens e duas provas longas em seu país natal, San Carlos e Concórdia.

Com bons resultados no circuito 70.3, ele espera estar no Mundial de meio Ironman, disputado em Las Vegas, nos Estados Unidos (09/09). “Não dá para falar que é meu principal objetivo porque toda prova que faço tento ir o melhor possível, mas pelo nível de importância, é o Mundial (o principal). Estou somando pontos para classificar e tentar um bom desempenho em Vegas”, reconhece.

Além da prova nos EUA, o argentino espera competir no Mundial de Long Distance da União Internacional de Triathlon (ITU) na Espanha, em Vitoria-Gasteiz (29/07). “São praticamente três quartos de Ironman, mas em montanha. O Ironman Brasil é minha última prova importante do primeiro semestre”.

Reconhecimento- Além de competir no Ironman, Galindez participa do lançamento de uma linha de óculos da Oakley que leva seu nome. É a Signature Series da Oakley. Valentino Rossi (motociclista) e Adriano de Souza (Mineirinho, surfista) são outros atletas que tem sua própria linha da marca.

“Sou o segundo triatleta no mundo a receber esse reconhecimento, é uma honra. Tenho uma carreira vitoriosa de 26 anos, com a Oakley como parceira. Passei pela evolução da marca no Brasil e fico muito feliz com esse prêmio, agradeço imensamente”, conta o competidor.

Aspecto Psicológico para o Ironman- “Hoje todo atleta consegue aprender tudo muito rápido, qualquer metodologia de treinamento já está disponível na internet”, constata Galindez. Para o tricampeão, treinos, nutrição, hidratação e equipamento são fatores que funcionam bem se seguidos à risca.

“Mas a parte profunda é a psicológica, que não se aprende tão fácil. A mente é o abstrato que manda na parte sólida, o corpo. Para o Iron o atleta tem que se visualizar na linha de chegada, colocar na cabeça que vai completar, seja o que for que aconteça”, aconselha.

Guto Antunes aceita o desafio e compete no Ironman pela primeira vez

Triathlon · 23 maio, 2012

Guto Antunes já é um veterano em provas de triathlon, sobretudo em distâncias olímpicas. Mas desde agosto do ano passado decidiu que deveria mudar e tentar competir um Ironman, triathlon com 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e mais 42 quilômetros de corrida.

“Eu tive algumas alterações no meu treino, que eu vi que estava começando a ter algumas adaptações fisiológicas que pareciam muito de atletas de longas distâncias. Foi batendo papo com o pessoal que faz esse tipo de prova, que eu resolvi arriscar para ver como eu me sinto, para ver qual é a ‘pegada’”, conta.

A intenção de Guto é continuar na modalidade. “Todo triatleta da minha geração, quando entra no triathlon, já vem com essa ideia de um dia fazer o Ironman e fazer bem. Esse é o meu objetivo agora”, destaca.

Por ser a primeira competição longa do atleta, acostumado a participar de provas olímpicas e meio Ironman, ele ainda não pensa em adversários ou na liderança. “Guto, você vai ter que se divertir” foi a primeira instrução que seu treinador lhe passou quando começou a adaptar os treinos.

“Todos que estão lá tem condições de ganhar a prova no profissional. Eu vou para me divertir, fazer como um simulado de longas distâncias como eu fiz vários ao longo de seis meses”, admite. “Eu vou pra cima dos adversários dentro das minhas limitações. Eu não conheço a dinâmica da prova e tenho que tomar muito cuidado por causa disso”, alerta Guto.

Um treinamento para triathlon olímpico e para o triathlon como Ironman é muito diferente. Na primeira, o atleta deve dar o seu máximo o tempo todo, já que cada minuto faz a diferença. No Ironman, a situação é outra: a disputa exige resistência, paciência e muito, muito treino para as oito, nove ou mais horas sem parar.

Os treinamentos, além de preparem o organismo do atleta, simulam situações psicológicas que podem acontecer. “O Ironman é uma prova imprevisível, tudo pode acontecer durante as oito, nove horas. Você perde o controle de muita coisa, porque é muito tempo exposto a situações de competição. Eu tento aprender a lidar com essas situações da melhor forma”, analisa.

“Cheguei a fazer treinos de 200 quilômetros de bike com muito mais o intuito de ver qual fantasma iria aparecer na minha cabeça durante o percurso”, ilustra. “Deu para perceber um pouco o que eu vou pensar, o que se passa na cabeça quando cansa, quando você está literalmente de saco cheio da prova”.

“Meu objetivo é pegar esse aprendizado e levar para a disputa”, garante.

Entre as modalidades, foi o ciclismo que Guto Antunes mais se dedicou nos seus treinos para melhorar o desempenho. Na natação e na corrida, o atleta manteve seu rendimento a partir da boa base que já tinha.

“O ciclismo tem que estar muito afiado, porque você tem que correr 42 quilômetros depois. Então, ou você está com tudo em dia para ser econômico e rápido para chegar e fazer uma maratona inteira, ou você vai pagar o preço”, enfatiza.

Para ele, a maior dificuldade que espera encontrar no próximo domingo (27/07) é a inexperiência na competição. Guto já conhece o percurso e já realizou alguns treinos por lá. “Eu acho que, frente ao Circuito Mundial de Ironman, o percurso [em Florianópolis] é relativamente tranquilo”, acredita.

Para completar o desafio no próximo domingo (27/05), o atleta promete ir descontraído e seguir as orientações do treinador.

“Por mais que eu seja profissional e entre sempre com a cabeça de ganhar, eu sou iniciante na prova. Tem que levar isso em consideração nas nove horas que vou encarar. Tem que se divertir, senão fica muito cansativo”, finaliza.

Acompanhe os passos de Guto Antunes no blog Direto da Transição .


Guto Antunes aceita o desafio e compete no Ironman pela primeira vez

Triathlon · 23 maio, 2012

Guto Antunes já é um veterano em provas de triathlon, sobretudo em distâncias olímpicas. Mas desde agosto do ano passado decidiu que deveria mudar e tentar competir um Ironman, triathlon com 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e mais 42 quilômetros de corrida.

“Eu tive algumas alterações no meu treino, que eu vi que estava começando a ter algumas adaptações fisiológicas que pareciam muito de atletas de longas distâncias. Foi batendo papo com o pessoal que faz esse tipo de prova, que eu resolvi arriscar para ver como eu me sinto, para ver qual é a ‘pegada’”, conta.

A intenção de Guto é continuar na modalidade. “Todo triatleta da minha geração, quando entra no triathlon, já vem com essa ideia de um dia fazer o Ironman e fazer bem. Esse é o meu objetivo agora”, destaca.

Por ser a primeira competição longa do atleta, acostumado a participar de provas olímpicas e meio Ironman, ele ainda não pensa em adversários ou na liderança. “Guto, você vai ter que se divertir” foi a primeira instrução que seu treinador lhe passou quando começou a adaptar os treinos.

“Todos que estão lá tem condições de ganhar a prova no profissional. Eu vou para me divertir, fazer como um simulado de longas distâncias como eu fiz vários ao longo de seis meses”, admite. “Eu vou pra cima dos adversários dentro das minhas limitações. Eu não conheço a dinâmica da prova e tenho que tomar muito cuidado por causa disso”, alerta Guto.

Um treinamento para triathlon olímpico e para o triathlon como Ironman é muito diferente. Na primeira, o atleta deve dar o seu máximo o tempo todo, já que cada minuto faz a diferença. No Ironman, a situação é outra: a disputa exige resistência, paciência e muito, muito treino para as oito, nove ou mais horas sem parar.

Os treinamentos, além de preparem o organismo do atleta, simulam situações psicológicas que podem acontecer. “O Ironman é uma prova imprevisível, tudo pode acontecer durante as oito, nove horas. Você perde o controle de muita coisa, porque é muito tempo exposto a situações de competição. Eu tento aprender a lidar com essas situações da melhor forma”, analisa.

“Cheguei a fazer treinos de 200 quilômetros de bike com muito mais o intuito de ver qual fantasma iria aparecer na minha cabeça durante o percurso”, ilustra. “Deu para perceber um pouco o que eu vou pensar, o que se passa na cabeça quando cansa, quando você está literalmente de saco cheio da prova”.

“Meu objetivo é pegar esse aprendizado e levar para a disputa”, garante.

Entre as modalidades, foi o ciclismo que Guto Antunes mais se dedicou nos seus treinos para melhorar o desempenho. Na natação e na corrida, o atleta manteve seu rendimento a partir da boa base que já tinha.

“O ciclismo tem que estar muito afiado, porque você tem que correr 42 quilômetros depois. Então, ou você está com tudo em dia para ser econômico e rápido para chegar e fazer uma maratona inteira, ou você vai pagar o preço”, enfatiza.

Para ele, a maior dificuldade que espera encontrar no próximo domingo (27/07) é a inexperiência na competição. Guto já conhece o percurso e já realizou alguns treinos por lá. “Eu acho que, frente ao Circuito Mundial de Ironman, o percurso [em Florianópolis] é relativamente tranquilo”, acredita.

Para completar o desafio no próximo domingo (27/05), o atleta promete ir descontraído e seguir as orientações do treinador.

“Por mais que eu seja profissional e entre sempre com a cabeça de ganhar, eu sou iniciante na prova. Tem que levar isso em consideração nas nove horas que vou encarar. Tem que se divertir, senão fica muito cansativo”, finaliza.

Acompanhe os passos de Guto Antunes no blog Direto da Transição .

Tem início a semana de movimentação que antecede o Ironman em Floripa

Triathlon · 23 maio, 2012

Começa oficialmente hoje, quarta-feira (23/05), a semana do Ironman Brasil 2012. A feira que antecede a competição será aberta às 14h no Clube Doze de Agosto, na praia de Jurerê Internacional, em Florianópolis.
Na Expo-Ironman será feita a entrega dos kits, o treino oficial de natação na quinta-feira (24/05) e também os congressos técnicos para amadores e profissionais. Stands de artigos do setor e venda de fotos estarão disponíveis no local.

Na sexta-feira (25/05), grandes nomes do triathlon nacional e internacional participarão de uma conversa com a imprensa. Estarão presentes o argentino Eduardo Sturla, tetracampeão do Ironman Brasil, os brasileiros Guilherme Manocchio e Santiago Ascenço, promessas para o título no masculino, e Fernanda Keller, bicampeã em Floripa, Ana Lídia Borba e a norte-americana Kin Loeffler.

Durante o Ironman, a capital catarinense recebe cerca de R$13 milhões na movimentação das redes hoteleiras, alimentação e serviços. São 2.000 participantes inscritos, que normalmente levam suas famílias para assistir à disputa, além dos milhares de colaboradores e voluntários.

A prova - A largada do Ironman Brasil será dada às 7h do domingo (27/05), na praia de Jurerê Internacional, em Florianópolis. Os competidores têm até 17 horas para completar o percurso de 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e mais 42 de corrida pela capital.

A cobertura completa do evento será feita ao vivo pelo Webrun.


Tem início a semana de movimentação que antecede o Ironman em Floripa

Triathlon · 23 maio, 2012

Começa oficialmente hoje, quarta-feira (23/05), a semana do Ironman Brasil 2012. A feira que antecede a competição será aberta às 14h no Clube Doze de Agosto, na praia de Jurerê Internacional, em Florianópolis.
Na Expo-Ironman será feita a entrega dos kits, o treino oficial de natação na quinta-feira (24/05) e também os congressos técnicos para amadores e profissionais. Stands de artigos do setor e venda de fotos estarão disponíveis no local.

Na sexta-feira (25/05), grandes nomes do triathlon nacional e internacional participarão de uma conversa com a imprensa. Estarão presentes o argentino Eduardo Sturla, tetracampeão do Ironman Brasil, os brasileiros Guilherme Manocchio e Santiago Ascenço, promessas para o título no masculino, e Fernanda Keller, bicampeã em Floripa, Ana Lídia Borba e a norte-americana Kin Loeffler.

Durante o Ironman, a capital catarinense recebe cerca de R$13 milhões na movimentação das redes hoteleiras, alimentação e serviços. São 2.000 participantes inscritos, que normalmente levam suas famílias para assistir à disputa, além dos milhares de colaboradores e voluntários.

A prova - A largada do Ironman Brasil será dada às 7h do domingo (27/05), na praia de Jurerê Internacional, em Florianópolis. Os competidores têm até 17 horas para completar o percurso de 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e mais 42 de corrida pela capital.

A cobertura completa do evento será feita ao vivo pelo Webrun.

Amador que faz seu primeiro Ironman define triathlon: “é um vício bom”

Triathlon · 22 maio, 2012

Dono de uma construtora, Maurício Mellado, de Petrópolis, tem 43 anos. Começou a praticar triathlon aos 40 e, no próximo final de semana, deve disputar seu primeiro Ironman.

Há cerca de cinco anos, Maurício começou a “dar umas corridinhas”. Se empolgou e fez uma meia-maratona, depois uma maratona. Motivado pelo amigo e treinador Rodrigo Cerqueira a praticar triathlon, ele ganhou o principal incentivo no aniversário de 40 anos: sua esposa, Márcia, lhe presenteou com uma bicicleta.

“Foi em primeiro de fevereiro de 2009. Comecei a pedalar e fiquei apaixonado”, lembra, acrescentando que nunca tinha nadado, “não sabia nem atravessar uma piscina”. Em 2011, esteve em Florianópolis para assistir a disputa do Ironman Brasil. “Minha esposa ‘botou pilha’, meus amigos também e me inscrevi para 2012”.

Treinamento- A preparação de um amador para a disputa do Ironman é sofrida. “Tem que ter dedicação total. É trabalho, treino, trabalho, treino. Acabou a cervejinha de final de semana, agora é nutricionista, aula de natação (porque eu nado muito mal), fisioterapia, massagem... é o dia inteiro correndo”, ilustra.

Maurício explica que tem que ser linha dura com sua vida social. “As pessoas vem questionar, minha esposa chama para ir em festa e às vezes não posso ir, se vou não posso beber, não posso comer de tudo. Tem que saber segurar, assim como saber dar uma escapada para se dedicar à ela”.

Recompensa- Para o competidor amador, o retorno que o esporte dá é principalmente relacionado ao bem-estar e felicidade. “A gente trabalha tanto, tem tantas barreiras na vida, tanta cruz para carregar! E vê os amigos morrendo, devendo, gordos, hipertensos. A saúde é uma recompensa, assim como o prazer”, pondera.

“Não adianta só trabalhar bastante e ganhar dinheiro", continua. "E aí, vai gastar em quê? Arrumar amigo no botequim qualquer um arruma, no esporte o nível de amizade é outro”, define Maurício. Ele conta que costuma fazer jantar de massas nas casas dos amigos triatletas. “Vira uma família mesmo. É um vício bom”, conclui.


Amador que faz seu primeiro Ironman define triathlon: “é um vício bom”

Triathlon · 22 maio, 2012

Dono de uma construtora, Maurício Mellado, de Petrópolis, tem 43 anos. Começou a praticar triathlon aos 40 e, no próximo final de semana, deve disputar seu primeiro Ironman.

Há cerca de cinco anos, Maurício começou a “dar umas corridinhas”. Se empolgou e fez uma meia-maratona, depois uma maratona. Motivado pelo amigo e treinador Rodrigo Cerqueira a praticar triathlon, ele ganhou o principal incentivo no aniversário de 40 anos: sua esposa, Márcia, lhe presenteou com uma bicicleta.

“Foi em primeiro de fevereiro de 2009. Comecei a pedalar e fiquei apaixonado”, lembra, acrescentando que nunca tinha nadado, “não sabia nem atravessar uma piscina”. Em 2011, esteve em Florianópolis para assistir a disputa do Ironman Brasil. “Minha esposa ‘botou pilha’, meus amigos também e me inscrevi para 2012”.

Treinamento- A preparação de um amador para a disputa do Ironman é sofrida. “Tem que ter dedicação total. É trabalho, treino, trabalho, treino. Acabou a cervejinha de final de semana, agora é nutricionista, aula de natação (porque eu nado muito mal), fisioterapia, massagem... é o dia inteiro correndo”, ilustra.

Maurício explica que tem que ser linha dura com sua vida social. “As pessoas vem questionar, minha esposa chama para ir em festa e às vezes não posso ir, se vou não posso beber, não posso comer de tudo. Tem que saber segurar, assim como saber dar uma escapada para se dedicar à ela”.

Recompensa- Para o competidor amador, o retorno que o esporte dá é principalmente relacionado ao bem-estar e felicidade. “A gente trabalha tanto, tem tantas barreiras na vida, tanta cruz para carregar! E vê os amigos morrendo, devendo, gordos, hipertensos. A saúde é uma recompensa, assim como o prazer”, pondera.

“Não adianta só trabalhar bastante e ganhar dinheiro", continua. "E aí, vai gastar em quê? Arrumar amigo no botequim qualquer um arruma, no esporte o nível de amizade é outro”, define Maurício. Ele conta que costuma fazer jantar de massas nas casas dos amigos triatletas. “Vira uma família mesmo. É um vício bom”, conclui.

Ariane Monticeli muda treinos e estilo de vida para o Ironman Brasil

Triathlon · 21 maio, 2012

Ariane Monticeli não consegue esconder a animação para o Ironman Brasil deste ano. Muitas mudanças aconteceram na vida da atleta, que conseguiu se preparar melhor para a competição que acontece neste sábado (27/05) em Florianópolis, Santa Catarina.

Ariane Monticeli é comissária de bordo e está em vias de se aposentar para dedicar 100% de seu tempo ao triathlon. Profissional desde 2008 no esporte, a triatleta tinha muita dificuldade em conciliar os voos com as demandas de treinamento, principalmente para provas de longas distâncias, como o Ironman.

Desde março deste ano, Ariane tirou uma licença de três meses para intensificar os treinos na reta final para o Ironman Brasil, que acontece no próximo domingo (27/05) em Florianópolis.

Os treinos em si não mudaram muito, mas o novo estilo de vida da triatleta faz toda a diferença para os resultados. “Hoje eu faço um treino de 180 quilômetros e vou para casa descansar. Antes eu fazia o treino e ia voar a noite inteira, ficava sem dormir, de pé, comendo a comida do avião”, conta.

Desde que parou de voar, Ariane tem se sentido melhor, se alimentado melhor e está totalmente concentrada para a disputa de 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e mais 42 de corrida. Ela se divide entre os treinos no Clube Pinheiros, de São Paulo, onde faz corridas em pista e natação todos os dias, e também com o triatleta Santiago Ascenço, responsável pela preparação na bike.

“O Santiago tem uns treinos muito elaborados de pedal em cima de potência, que é um diferencial muito grande para você não forçar além da sua potência para não sair cansado para correr”, avalia.

Entusiasmo - A triatleta está muito animada para o Ironman Brasil, no dia 27 deste mês. Ariane é responsável pelo atual recorde sul-americano da competição, tendo completado a prova em 9h19 ano passado.

“Eu sei que tenho uma grande responsabilidade por ter sido a melhor brasileira ano passado e eu sei que tem uma torcida grande para mim”, enfatiza.

As mudanças desde que começou a se dedicar integralmente ao triathlon são claramente visíveis, tanto no físico como na postura diante do desafio. “Eu estou muito bem treinada, descansada, com a alimentação em dia, com o peso que eu queria estar e estou bem na minha vida pessoal, feliz e vou me casar”, conta entusiasmada Ariane, que vai se mudar para Florianópolis. “Tem tanta coisa que influencia na vida de um atleta”, comenta.

Como o Ironman Brasil acontece “em casa”, Ariane garante que não irá decepcionar a sua grande torcida na capital catarinense. “Eu estou com a expectativa de fazer uma grande prova, sem dúvida. Apesar de tanta coisa poder acontecer no dia, eu acho que vou fazer uma super prova”, conta.

Mais um motivo para a ansiedade da atleta é o equipamento novo que vai receber para a competição. “Vou pegar uma bike nova, muito boa”, alegra-se.

No entanto, para ela, a maratona é a melhor parte da prova, já que Ariane corre desde os 13 anos de idade. “Eu me concentro e consigo desenvolver bem a corrida”, analisa.

Sobre o Ironman Brasil reunir os melhores atletas do esporte. Ariane não se abala, pelo contrário. “O fato de estar num nível alto só enaltece e engrandece o resultado”, garante.


Ariane Monticeli muda treinos e estilo de vida para o Ironman Brasil

Triathlon · 21 maio, 2012

Ariane Monticeli não consegue esconder a animação para o Ironman Brasil deste ano. Muitas mudanças aconteceram na vida da atleta, que conseguiu se preparar melhor para a competição que acontece neste sábado (27/05) em Florianópolis, Santa Catarina.

Ariane Monticeli é comissária de bordo e está em vias de se aposentar para dedicar 100% de seu tempo ao triathlon. Profissional desde 2008 no esporte, a triatleta tinha muita dificuldade em conciliar os voos com as demandas de treinamento, principalmente para provas de longas distâncias, como o Ironman.

Desde março deste ano, Ariane tirou uma licença de três meses para intensificar os treinos na reta final para o Ironman Brasil, que acontece no próximo domingo (27/05) em Florianópolis.

Os treinos em si não mudaram muito, mas o novo estilo de vida da triatleta faz toda a diferença para os resultados. “Hoje eu faço um treino de 180 quilômetros e vou para casa descansar. Antes eu fazia o treino e ia voar a noite inteira, ficava sem dormir, de pé, comendo a comida do avião”, conta.

Desde que parou de voar, Ariane tem se sentido melhor, se alimentado melhor e está totalmente concentrada para a disputa de 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e mais 42 de corrida. Ela se divide entre os treinos no Clube Pinheiros, de São Paulo, onde faz corridas em pista e natação todos os dias, e também com o triatleta Santiago Ascenço, responsável pela preparação na bike.

“O Santiago tem uns treinos muito elaborados de pedal em cima de potência, que é um diferencial muito grande para você não forçar além da sua potência para não sair cansado para correr”, avalia.

Entusiasmo - A triatleta está muito animada para o Ironman Brasil, no dia 27 deste mês. Ariane é responsável pelo atual recorde sul-americano da competição, tendo completado a prova em 9h19 ano passado.

“Eu sei que tenho uma grande responsabilidade por ter sido a melhor brasileira ano passado e eu sei que tem uma torcida grande para mim”, enfatiza.

As mudanças desde que começou a se dedicar integralmente ao triathlon são claramente visíveis, tanto no físico como na postura diante do desafio. “Eu estou muito bem treinada, descansada, com a alimentação em dia, com o peso que eu queria estar e estou bem na minha vida pessoal, feliz e vou me casar”, conta entusiasmada Ariane, que vai se mudar para Florianópolis. “Tem tanta coisa que influencia na vida de um atleta”, comenta.

Como o Ironman Brasil acontece “em casa”, Ariane garante que não irá decepcionar a sua grande torcida na capital catarinense. “Eu estou com a expectativa de fazer uma grande prova, sem dúvida. Apesar de tanta coisa poder acontecer no dia, eu acho que vou fazer uma super prova”, conta.

Mais um motivo para a ansiedade da atleta é o equipamento novo que vai receber para a competição. “Vou pegar uma bike nova, muito boa”, alegra-se.

No entanto, para ela, a maratona é a melhor parte da prova, já que Ariane corre desde os 13 anos de idade. “Eu me concentro e consigo desenvolver bem a corrida”, analisa.

Sobre o Ironman Brasil reunir os melhores atletas do esporte. Ariane não se abala, pelo contrário. “O fato de estar num nível alto só enaltece e engrandece o resultado”, garante.

Ironman modifica trânsito em Florianópolis no próximo fim de semana

Triathlon · 19 maio, 2012

Florianópolis recebe a maior prova de triathlon da América Latina no dia 27 de maio. O Ironman Brasil acontece na capital catarinense e atrai cerca de 2.000 competidores, que irão percorrer, em até 17 horas, 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e mais 42 quilômetros de corrida pela ilha, com largada e chegada na Praia de Jurerê Internacional.

Para gerenciar todo o percurso, algumas vias e estradas serão interditadas ou ficarão com trânsito reduzido durante algumas horas no dia da prova (27/05).

Via Expressa Sul - O tráfego na via será interrompido das 7h30 às 15h30 nos dois sentidos. O contorno na saída do túnel no sentido Centro-Bairro deverá ser feito por baixo do viaduto do túnel, com acesso à Avenida Prefeito Waldemar Vieira.

O caminho para quem vem do sul da ilha e aeroporto em direção ao centro deverá ser feito pela Costeira do Pirajubaé. O viaduto da seta estará interditado. Para quem sai do sul da ilha para o aeroporto poderá utilizar um desvio pela lateral do viaduto, com cruzamento controlado.

Beira Mar Norte - O tráfego ficará liberado nos dois sentidos em apenas duas pistas da avenida. Os retornos e cruzamentos do Campo da Gruta, em direção às pontes, estarão fechados. Quem sai do centro em direção ao norte da ilha e à UFSC deverá, obrigatoriamente, acessar a via paralela em frente à Polícia Federal/Angeloni das 7h30 às 16h30.

SC 401 - A rodovia terá tráfego nos dois sentidos em uma pista (direita) em toda sua extensão, das 7h30 às 17h20.

SC 402 - Tráfego nos dois sentidos em uma pista (direita), do trevo até o viaduto, das 7h30 às 17h40.

Jurerê - A Avenida dos Búzios, da rua da Lagosta até a rua Algas, estará trafegando nos dois sentidos em um lado da pista. Da rua Algas à rua Mauricio Sirostki Sobrinho, o trânsito será em uma pista no sentido Canavieiras, das 7h às 24h. O acesso e a saída da Praia do Forte serão feitos por desvio no final da Avenida dos Búzios.

A largada do Ironman Brasil será dada às 7h do domingo (27/05). Acompanhe a cobertura completa do evento pelo Webrun.


Ironman modifica trânsito em Florianópolis no próximo fim de semana

Triathlon · 19 maio, 2012

Florianópolis recebe a maior prova de triathlon da América Latina no dia 27 de maio. O Ironman Brasil acontece na capital catarinense e atrai cerca de 2.000 competidores, que irão percorrer, em até 17 horas, 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e mais 42 quilômetros de corrida pela ilha, com largada e chegada na Praia de Jurerê Internacional.

Para gerenciar todo o percurso, algumas vias e estradas serão interditadas ou ficarão com trânsito reduzido durante algumas horas no dia da prova (27/05).

Via Expressa Sul - O tráfego na via será interrompido das 7h30 às 15h30 nos dois sentidos. O contorno na saída do túnel no sentido Centro-Bairro deverá ser feito por baixo do viaduto do túnel, com acesso à Avenida Prefeito Waldemar Vieira.

O caminho para quem vem do sul da ilha e aeroporto em direção ao centro deverá ser feito pela Costeira do Pirajubaé. O viaduto da seta estará interditado. Para quem sai do sul da ilha para o aeroporto poderá utilizar um desvio pela lateral do viaduto, com cruzamento controlado.

Beira Mar Norte - O tráfego ficará liberado nos dois sentidos em apenas duas pistas da avenida. Os retornos e cruzamentos do Campo da Gruta, em direção às pontes, estarão fechados. Quem sai do centro em direção ao norte da ilha e à UFSC deverá, obrigatoriamente, acessar a via paralela em frente à Polícia Federal/Angeloni das 7h30 às 16h30.

SC 401 - A rodovia terá tráfego nos dois sentidos em uma pista (direita) em toda sua extensão, das 7h30 às 17h20.

SC 402 - Tráfego nos dois sentidos em uma pista (direita), do trevo até o viaduto, das 7h30 às 17h40.

Jurerê - A Avenida dos Búzios, da rua da Lagosta até a rua Algas, estará trafegando nos dois sentidos em um lado da pista. Da rua Algas à rua Mauricio Sirostki Sobrinho, o trânsito será em uma pista no sentido Canavieiras, das 7h às 24h. O acesso e a saída da Praia do Forte serão feitos por desvio no final da Avenida dos Búzios.

A largada do Ironman Brasil será dada às 7h do domingo (27/05). Acompanhe a cobertura completa do evento pelo Webrun.

Ezequiel Morales busca título inédito do Ironman Brasil

Triathlon · 18 maio, 2012

Ezequiel Morales, argentino radicado no Estado do Rio de Janeiro, disputa neste ano seu sexto Ironman Brasil. O triatleta já chegou perto da vitória mais de uma vez, mas acredita que este pode ser o ano de subir ao lugar mais alto do pódio.

“Foquei bem essa prova como a principal do primeiro semestre, tanto que só competi duas vezes no ano, só pensando nessa prova no Brasil”, revela Ezequiel. “Já fui segundo, terceiro e quarto (em Florianópolis), acho que tenho bagagem o suficiente para tentar a primeira colocação”, afirma.

Apesar de reconhecer a dificuldade e o alto nível dos outros participantes, o argentino está confiante. Suas provas na temporada até aqui foram um meio Iron no Panamá e outra competição longa, na Argentina.

“No Panamá fiquei em décimo e um pouco decepcionado, porque tinha treinado muito bem. No entanto, o nível da prova era bem alto”, reconhece. Na ocasião, a disputa foi vencida pelo neozelandês Bevan Docherty, que já conquistou duas medalhas olímpicas, e o segundo lugar ficou com o renomado ciclista Lance Armstrong.

Lesão nas costas- Ezequiel recupera-se de um incômodo na região lombar por overtraining. “Sinto as costas na hora da corrida”, explica, “mas nas últimas semanas tem melhorado, acho que estarei bem”.

O resultado em Florianópolis norteará o resto da temporada do argentino. “Se ficar motivado posso pensar em ir para o Havaí (Ironman Mundial, em Kona), mas o segundo Iron que quero fazer é em Cozumel, no México”, define.


Ezequiel Morales busca título inédito do Ironman Brasil

Triathlon · 18 maio, 2012

Ezequiel Morales, argentino radicado no Estado do Rio de Janeiro, disputa neste ano seu sexto Ironman Brasil. O triatleta já chegou perto da vitória mais de uma vez, mas acredita que este pode ser o ano de subir ao lugar mais alto do pódio.

“Foquei bem essa prova como a principal do primeiro semestre, tanto que só competi duas vezes no ano, só pensando nessa prova no Brasil”, revela Ezequiel. “Já fui segundo, terceiro e quarto (em Florianópolis), acho que tenho bagagem o suficiente para tentar a primeira colocação”, afirma.

Apesar de reconhecer a dificuldade e o alto nível dos outros participantes, o argentino está confiante. Suas provas na temporada até aqui foram um meio Iron no Panamá e outra competição longa, na Argentina.

“No Panamá fiquei em décimo e um pouco decepcionado, porque tinha treinado muito bem. No entanto, o nível da prova era bem alto”, reconhece. Na ocasião, a disputa foi vencida pelo neozelandês Bevan Docherty, que já conquistou duas medalhas olímpicas, e o segundo lugar ficou com o renomado ciclista Lance Armstrong.

Lesão nas costas- Ezequiel recupera-se de um incômodo na região lombar por overtraining. “Sinto as costas na hora da corrida”, explica, “mas nas últimas semanas tem melhorado, acho que estarei bem”.

O resultado em Florianópolis norteará o resto da temporada do argentino. “Se ficar motivado posso pensar em ir para o Havaí (Ironman Mundial, em Kona), mas o segundo Iron que quero fazer é em Cozumel, no México”, define.

Ironman “é o melhor dia do ano” para amador

Triathlon · 17 maio, 2012

Pisar na areia, no pé da praia de Jurerê, em Florianópolis, antes da largada da maior disputa de triathlon brasileira é uma sensação para se valorizar a cada momento. E a família faz parte de todo o processo para se tornar um Ironman. É o que conta o amador Marcelo Mauro à reportagem do Webrun.

No dia 27 de maio será a terceira vez que o gerente de sistemas Marcelo Mauro irá até Florianópolis para competir no Ironman Brasil. Ao mesmo tempo em que se tornava um Ironman pela primeira vez, seu filho Luca nascia e, desde então, participar da prova e comemorar o aniversário do filho fazem parte da programação do mês de maio da família.

Família de Ferro A relação com família, para ele, é imprescindível para conseguir treinar o ano todo para a competição de 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e 42 quilômetros de corrida. “Tem que ser parceria. Quando você decide fazer um Ironman, você precisa primeiro consultar sua esposa, explicar exatamente o que é o treinamento e qual o compromisso que vai ter que fazer para cumprir tudo isso”, explica.

Como Marcelo trabalha em casa, seu esquema de treinamento fica mais fácil de ser cumprido. Mas mesmo assim as sessões exigem demais do atleta. “Todo mundo gosta de falar a mesma coisa: o difícil não é fazer o Ironman, o difícil é se preparar para a prova”. E não tem como discordar: a rotina de treinos é muito pesada. “Durante a semana você acostuma bem, treina duas modalidades por dia, por exemplo. O pior mesmo é o fim de semana, que são treinos longos”.

E nessa parte é que entra a importância da família. Os “longões” do fim de semana podem levar cinco ou seis horas por dia, às vezes um sábado ou domingo inteiros. “São esses detalhes que tem que negociar com a família” e abrir mão de passeios, por exemplo. “Se tem um pedal muito longo no sábado e uma corrida no domingo, não tem jeito, fim de semana, pode me esquecer. Tenho que focar no treino”, explica.

No entanto, esse período em que está completamente concentrado na prova não dura para sempre. “Você não pode ficar na vida de atleta o ano inteiro. De janeiro a maio eu estou focado no Ironman, mas de junho a dezembro tento ter uma vida mais ‘normal’”, brinca. A prática de exercícios e os treinos continuam, mas não com tanta intensidade.

Com a rotina familiar comprometida, Marcelo fica mais tranquilo que sua esposa ainda não se interessou em também participar da disputa. “Eu até admiraria um casal com filhos que os dois treinam para o Ironman. Para você ter uma vida de Ironman, você precisa de uma ‘Ironwife’ [esposa de ferro] para segurar nas outras coisas, porque é complicado”, analisa.

Continue lendo na próxima página como foi o primeiro Ironman de Marcelo e quais suas expectativas para a disputa deste ano.

A primeira vez - Marcelo sempre foi adepto das corridas de rua e tinha no currículo quatro maratonas quando decidiu se arriscar no triathlon. A meta, desde o começo, era treinar um ano e meio para terminar um Ironman.

Ele conta que “só” tinha um problema: não sabia nadar. “Tive que começar a fazer aula de natação desde o começo, do zero, com pranchinha”. O esforço valeu a pena e, em seis meses, ele fez o primeiro triathlon short, de 750 metros de natação.

Para atingir seu objetivo em um ano e meio, ele sabia que era fundamental treinar com uma assessoria esportiva especializada em Ironman. “É muito legal treinar com pessoas que já fizeram a prova, para se inspirar em alguém e também para pegar experiências, vivências, dicas. Fazer sozinho seria muito mais difícil”, avalia.

Assistir aos vídeos da competição também ajudou o triatleta a se inspirar. “A maior motivação do primeiro Ironman era cruzar a linha de chegada com a minha família”, conta.

Expectativas - “O primeiro Ironman era novidade, o segundo já era uma repetição e agora virou rotina”, considera. Os treinos no mês da competição são mais intensos, porém com volume menor, para fazer um “polimento” nas modalidades.

Para chegar a Florianópolis, Marcelo tem um ritual: vai de carro na terça-feira, de São Paulo, onde mora, até Curitiba. Lá encontra alguns amigos e depois segue para a ilha.

Já na capital, faz o reconhecimento do local da prova, procedimento essencial para ele. “Tem que ir lá, sentir o frio do mar em Jurerê”. Mais do que a temperatura das águas, o clima em Florianópolis na semana do Ironman Brasil é motivador. “A ‘vibe’ é fantástica. Você vê o pessoal treinando, pedalando, você entra no clima da prova”.

Marcelo aproveita a competição. Define sua meta de tempo, mas não deixa que isso estrague a viagem e nem o prazer de participar da prova.

“O Ironman é uma grande festa, você não pode ir tão preocupado com tempo, tem que curtir. Para você chegar até lá, no pé da praia, você passou por tanta coisa, seja treino, seja gasto financeiro, uma série de coisas que teve que abdicar, então tem que valorizar cada momento e guardar o máximo da experiência”.


Ironman “é o melhor dia do ano” para amador

Triathlon · 17 maio, 2012

Pisar na areia, no pé da praia de Jurerê, em Florianópolis, antes da largada da maior disputa de triathlon brasileira é uma sensação para se valorizar a cada momento. E a família faz parte de todo o processo para se tornar um Ironman. É o que conta o amador Marcelo Mauro à reportagem do Webrun.

No dia 27 de maio será a terceira vez que o gerente de sistemas Marcelo Mauro irá até Florianópolis para competir no Ironman Brasil. Ao mesmo tempo em que se tornava um Ironman pela primeira vez, seu filho Luca nascia e, desde então, participar da prova e comemorar o aniversário do filho fazem parte da programação do mês de maio da família.

Família de Ferro A relação com família, para ele, é imprescindível para conseguir treinar o ano todo para a competição de 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e 42 quilômetros de corrida. “Tem que ser parceria. Quando você decide fazer um Ironman, você precisa primeiro consultar sua esposa, explicar exatamente o que é o treinamento e qual o compromisso que vai ter que fazer para cumprir tudo isso”, explica.

Como Marcelo trabalha em casa, seu esquema de treinamento fica mais fácil de ser cumprido. Mas mesmo assim as sessões exigem demais do atleta. “Todo mundo gosta de falar a mesma coisa: o difícil não é fazer o Ironman, o difícil é se preparar para a prova”. E não tem como discordar: a rotina de treinos é muito pesada. “Durante a semana você acostuma bem, treina duas modalidades por dia, por exemplo. O pior mesmo é o fim de semana, que são treinos longos”.

E nessa parte é que entra a importância da família. Os “longões” do fim de semana podem levar cinco ou seis horas por dia, às vezes um sábado ou domingo inteiros. “São esses detalhes que tem que negociar com a família” e abrir mão de passeios, por exemplo. “Se tem um pedal muito longo no sábado e uma corrida no domingo, não tem jeito, fim de semana, pode me esquecer. Tenho que focar no treino”, explica.

No entanto, esse período em que está completamente concentrado na prova não dura para sempre. “Você não pode ficar na vida de atleta o ano inteiro. De janeiro a maio eu estou focado no Ironman, mas de junho a dezembro tento ter uma vida mais ‘normal’”, brinca. A prática de exercícios e os treinos continuam, mas não com tanta intensidade.

Com a rotina familiar comprometida, Marcelo fica mais tranquilo que sua esposa ainda não se interessou em também participar da disputa. “Eu até admiraria um casal com filhos que os dois treinam para o Ironman. Para você ter uma vida de Ironman, você precisa de uma ‘Ironwife’ [esposa de ferro] para segurar nas outras coisas, porque é complicado”, analisa.

Continue lendo na próxima página como foi o primeiro Ironman de Marcelo e quais suas expectativas para a disputa deste ano.

A primeira vez - Marcelo sempre foi adepto das corridas de rua e tinha no currículo quatro maratonas quando decidiu se arriscar no triathlon. A meta, desde o começo, era treinar um ano e meio para terminar um Ironman.

Ele conta que “só” tinha um problema: não sabia nadar. “Tive que começar a fazer aula de natação desde o começo, do zero, com pranchinha”. O esforço valeu a pena e, em seis meses, ele fez o primeiro triathlon short, de 750 metros de natação.

Para atingir seu objetivo em um ano e meio, ele sabia que era fundamental treinar com uma assessoria esportiva especializada em Ironman. “É muito legal treinar com pessoas que já fizeram a prova, para se inspirar em alguém e também para pegar experiências, vivências, dicas. Fazer sozinho seria muito mais difícil”, avalia.

Assistir aos vídeos da competição também ajudou o triatleta a se inspirar. “A maior motivação do primeiro Ironman era cruzar a linha de chegada com a minha família”, conta.

Expectativas - “O primeiro Ironman era novidade, o segundo já era uma repetição e agora virou rotina”, considera. Os treinos no mês da competição são mais intensos, porém com volume menor, para fazer um “polimento” nas modalidades.

Para chegar a Florianópolis, Marcelo tem um ritual: vai de carro na terça-feira, de São Paulo, onde mora, até Curitiba. Lá encontra alguns amigos e depois segue para a ilha.

Já na capital, faz o reconhecimento do local da prova, procedimento essencial para ele. “Tem que ir lá, sentir o frio do mar em Jurerê”. Mais do que a temperatura das águas, o clima em Florianópolis na semana do Ironman Brasil é motivador. “A ‘vibe’ é fantástica. Você vê o pessoal treinando, pedalando, você entra no clima da prova”.

Marcelo aproveita a competição. Define sua meta de tempo, mas não deixa que isso estrague a viagem e nem o prazer de participar da prova.

“O Ironman é uma grande festa, você não pode ir tão preocupado com tempo, tem que curtir. Para você chegar até lá, no pé da praia, você passou por tanta coisa, seja treino, seja gasto financeiro, uma série de coisas que teve que abdicar, então tem que valorizar cada momento e guardar o máximo da experiência”.