cadeirantes

Começa hoje os Jogos Paradesportivos Sul

A cidade catarinense de Itajaí será sede de hoje até domingo (14) da oitava edição dos Jogos Paradesportivos Regionais Sul. Está confirmada a presença de 19 clubes de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Essa etapa dos Jogos é organizada pela Associação dos Deficientes Físicos da Foz do Itajaí (ADEFI) e pelo Clube Roda Solta que programaram disputas nas seguintes modalidades Atletismo, Bocha, Halterofilismo, Natação e Tênis de Mesa.

No atletismo, mais especificamente nas corridas em Cadeira de Rodas, os atletas estarão dando tudo de si, pois os Jogos são seletivas para Campeonato Brasileiro, que por sua vez, é a seletiva para os mundial e algumas provas internacionais da modalidade.

Confirmaram presença nos Jogos Paradesportivos os melhores cadeirantes da região como Carlos Roberto Oliveira (Dado Bier/Zero Hora) - Consultor do WebRun - Altemir Luis de Oliveira (RCM), João Antônio Gonçalves (ULBRA/ABB), Gesimario Celestino (CORDF) entre outros nomes de destaque da modalidade.

Confira as entidades participantes:

  • Associação de Assistência à Criança Defeituosa - AACD
  • Associação de Deficientes Físicos da Foz do Itajaí – ADEFI
  • Associação de Servidores da Área de Segurança, Portadores de Deficiências do Estado do Rio Grande do Sul – ASASEPODE
  • Associação dos Deficientes Físicos de Campo Mourão - ADEFICAM
  • Associação dos Deficientes Físicos de Joinville
  • Associação dos Deficientes Físicos de Londrina - ADEFIL
  • Associação dos Deficientes Físicos do Paraná - ADFP
  • Associação dos Jovens Unidos Deficientes de Criciúma - JUDECRI
  • Associação Florianopolitana de Deficientes Físicos – AFLODEF
  • Associação Mogiana de Deficientes Físicos - AMDF
  • Associação Municipal dos Deficientes Físicos de União da Vitória - AMDEFUV
  • Associação Pontagrossense de Esportes para Deficientes Físicos – APEDEF
  • Associação Riopretense dos Deficientes Físicos - ARDEF
  • Centro de Vida Independente de Maringá – CVI/Maringá
  • Centro para Integração Esportiva do Deficiente Físico
  • Clube dos Paraplégicos de São Paulo – CPSP
  • Clube Esportivo dos Deficientes – CEDE
  • Grêmio Recreativo Independente de São Paulo Águias da Cadeira de Rodas
  • Trabalho de Apoio ao Deficiente – TRADEF

A realização dos Jogos Paradesportivos Regionais Sul é da Associação Brasileira de Desporto em Cadeira de Rodas (Abradecar) e Associação Nacional de Desporto para Deficientes (ANDE), com patrocínio da Secretaria Nacional de Esporte e Ministério do Esporte e Turismo.


Começa hoje os Jogos Paradesportivos Sul

Esporte Adaptado · 10 jul, 2002

A cidade catarinense de Itajaí será sede de hoje até domingo (14) da oitava edição dos Jogos Paradesportivos Regionais Sul. Está confirmada a presença de 19 clubes de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Essa etapa dos Jogos é organizada pela Associação dos Deficientes Físicos da Foz do Itajaí (ADEFI) e pelo Clube Roda Solta que programaram disputas nas seguintes modalidades Atletismo, Bocha, Halterofilismo, Natação e Tênis de Mesa.

No atletismo, mais especificamente nas corridas em Cadeira de Rodas, os atletas estarão dando tudo de si, pois os Jogos são seletivas para Campeonato Brasileiro, que por sua vez, é a seletiva para os mundial e algumas provas internacionais da modalidade.

Confirmaram presença nos Jogos Paradesportivos os melhores cadeirantes da região como Carlos Roberto Oliveira (Dado Bier/Zero Hora) - Consultor do WebRun - Altemir Luis de Oliveira (RCM), João Antônio Gonçalves (ULBRA/ABB), Gesimario Celestino (CORDF) entre outros nomes de destaque da modalidade.

Confira as entidades participantes:

  • Associação de Assistência à Criança Defeituosa - AACD
  • Associação de Deficientes Físicos da Foz do Itajaí – ADEFI
  • Associação de Servidores da Área de Segurança, Portadores de Deficiências do Estado do Rio Grande do Sul – ASASEPODE
  • Associação dos Deficientes Físicos de Campo Mourão - ADEFICAM
  • Associação dos Deficientes Físicos de Joinville
  • Associação dos Deficientes Físicos de Londrina - ADEFIL
  • Associação dos Deficientes Físicos do Paraná - ADFP
  • Associação dos Jovens Unidos Deficientes de Criciúma - JUDECRI
  • Associação Florianopolitana de Deficientes Físicos – AFLODEF
  • Associação Mogiana de Deficientes Físicos - AMDF
  • Associação Municipal dos Deficientes Físicos de União da Vitória - AMDEFUV
  • Associação Pontagrossense de Esportes para Deficientes Físicos – APEDEF
  • Associação Riopretense dos Deficientes Físicos - ARDEF
  • Centro de Vida Independente de Maringá – CVI/Maringá
  • Centro para Integração Esportiva do Deficiente Físico
  • Clube dos Paraplégicos de São Paulo – CPSP
  • Clube Esportivo dos Deficientes – CEDE
  • Grêmio Recreativo Independente de São Paulo Águias da Cadeira de Rodas
  • Trabalho de Apoio ao Deficiente – TRADEF

A realização dos Jogos Paradesportivos Regionais Sul é da Associação Brasileira de Desporto em Cadeira de Rodas (Abradecar) e Associação Nacional de Desporto para Deficientes (ANDE), com patrocínio da Secretaria Nacional de Esporte e Ministério do Esporte e Turismo.

Atleta da ADD vence a Corrida do Dia Olimpico

Esporte Adaptado · 24 jun, 2002

O atleta da Associação Desportiva de Deficientes (ADD), Fernando Aranha Rocha, que compete na modalidade Cadeirantes, foi o vencedor da Corrida do Dia Olímpico disputada ontem (23) na cidade de São Paulo, SP.

Aranha Rocha, deu um show nas ruas de São Paulo, mesmo com chuva e sofrendo uma queda em uma curva, ele se recuperou e conquistou o título de campeão da prova ao completar o percurso de 10Km com o tempo de 31:30, ficando apenas um minuto acima do tempo do vencedor na categoria de andantes, o atleta Gilson Rodrigues de Miranda.

Segundo o atleta, se não fosse o mal tempo e a queda sofrida o seu tempo seria abaixo de 30 minutos.

O atleta Fernando Aranha Rocha, atualmente, está sendo treinado pelo técnico Mario Sérgio Melo (Mario's Team).

Cadeirantes: tiros

Esporte Adaptado · 23 maio, 2002

Tiros: O treino de qualquer atleta, queira ele resultado ou lazer, deve "obrigatoriamente" ser elaborado por um profissional, de preferência com profissionais ligados à área da educação física e com conhecimento em condicionamento físico.

Para os atletas cadeirantes os treinos sofrem pouquíssimas modificações, uma vez que a biomecânica do ser humano se assemelha muito, sempre respeitando o comprometimento físico e o limite pessoal.

Os tiros dão uma consistência muito grande para as provas de rua. Quando o atleta está na fase de “polimento” os tiros são fundamentais para um rendimento maior. Os tiros também fortalecessem o punho para uma tocada mais consistente.

A rodagem, para uma prova de maratona fica em torno de 200km por semana para quando o atleta está treinando para uma prova de maratona.

Cadeirantes: posicionamento

Todos os fatores são fundamentais, mas o posicionamento na cadeira é um dos fatores mais importantes no desempenho do atleta.

O posicionamento é alguma coisa que somente o atleta pode definir. A posição deve ser extremamente confortável, uma vez que o mesmo passará, em competição, em torno de duas horas sentado naquela posição que em hipótese alguma poderá afetar no seu rendimento.

O posicionamento pode ser sugerido pelo técnico, mas quem vai decidir é o atleta. Sugere-se que o atleta veja alguns atletas com o mesmo tipo de lesão e até com comprometimento menor em ação (competindo) para poder “moldar” a sua maneira de sentar na cadeira.

Existem várias maneiras de sentar e posicionar os pés nas cadeiras de competição, obedecendo a uma particularidade do seu comprometimento físico.

Descida: As descidas são que proporcionam os momentos de maior emoção, apreensão e adrenalina. É algo indescritível. Ver o chão (solo) passando a menos de 30cm do rosto a uma velocidade de 50km/h, 60km/h 80km/h dá a qualquer um uma sensação alucinante.

Os pneus de competição variam entre 18mm e 20mm, quando a cadeira chega a velocidades acima de 70km/h, 80km/h esta perde um pouco da aderência ao solo, nada que não consiga controlar-se, mas a uma velocidade dessas qualquer erro é fatal, alias, acima de 40km/h qualquer erro tem conseqüências drásticas.

Certamente uma sensação tão gratificante tem o seu preço e necessita de cuidados especiais pois uma queda nessa velocidade trará transtornos graves ao corredor que incorrer em erro.

Sugiro que o corredor quando atingir uma velocidade acima de 23 Km horários abra o velcro da luva de corrida, liberando os dedos para ter maior mobilidade e por conseguinte um maior "pegada" para o caso de algum contra-tempo.

Sugiro para os atletas iniciantes dosarem a velocidade em suas primeiras provas, até pegarem confiança, em si e na cadeira.

Ter confiança no equipamento nestas horas é muito importante e ter um equipamento bem ajustado é primordial, face a situação de risco a que o atleta estará exposto.

Ladeira: Sem dúvidas que é nessa parte do trajeto em que se definem muitas posições. Quando o atleta está correndo "no pelotão" (pelotão formado por corredores que andam no mesmo ritmo) os que têm dificuldade para "subir " (andar ladeira acima) certamente ficam para trás. Normalmente o pelotão chama os mais fortes para determinar o ritmo nas ladeiras para não deixar cair o ritmo e é neste momento que os mais bem preparados levam vantagem e distanciam-se dos demais.

É um bom momento na competição, para quem está preparado, para deflagar um "ataque" Antes da corrida é bom que o atleta tenha informação de alguns detalhes do percurso, tal como quantos graus tem a ladeira e em que ponto da prova estão as ladeiras o comprimento das mesmas.

Um fator muito importante também é saber em que momento "atacar" a ladeira (começar a subir e o ritmo a ser empreendido). Devem ser levados em consideração vários fatores, tipo posição do vento, aspereza do asfalto, ângulo de inclinação etc, se o corredor está só ou tem mais alguém no pelotão para auxiliar e não quebrar o ritmo.


Cadeirantes: posicionamento

Esporte Adaptado · 23 maio, 2002

Todos os fatores são fundamentais, mas o posicionamento na cadeira é um dos fatores mais importantes no desempenho do atleta.

O posicionamento é alguma coisa que somente o atleta pode definir. A posição deve ser extremamente confortável, uma vez que o mesmo passará, em competição, em torno de duas horas sentado naquela posição que em hipótese alguma poderá afetar no seu rendimento.

O posicionamento pode ser sugerido pelo técnico, mas quem vai decidir é o atleta. Sugere-se que o atleta veja alguns atletas com o mesmo tipo de lesão e até com comprometimento menor em ação (competindo) para poder “moldar” a sua maneira de sentar na cadeira.

Existem várias maneiras de sentar e posicionar os pés nas cadeiras de competição, obedecendo a uma particularidade do seu comprometimento físico.

Descida: As descidas são que proporcionam os momentos de maior emoção, apreensão e adrenalina. É algo indescritível. Ver o chão (solo) passando a menos de 30cm do rosto a uma velocidade de 50km/h, 60km/h 80km/h dá a qualquer um uma sensação alucinante.

Os pneus de competição variam entre 18mm e 20mm, quando a cadeira chega a velocidades acima de 70km/h, 80km/h esta perde um pouco da aderência ao solo, nada que não consiga controlar-se, mas a uma velocidade dessas qualquer erro é fatal, alias, acima de 40km/h qualquer erro tem conseqüências drásticas.

Certamente uma sensação tão gratificante tem o seu preço e necessita de cuidados especiais pois uma queda nessa velocidade trará transtornos graves ao corredor que incorrer em erro.

Sugiro que o corredor quando atingir uma velocidade acima de 23 Km horários abra o velcro da luva de corrida, liberando os dedos para ter maior mobilidade e por conseguinte um maior "pegada" para o caso de algum contra-tempo.

Sugiro para os atletas iniciantes dosarem a velocidade em suas primeiras provas, até pegarem confiança, em si e na cadeira.

Ter confiança no equipamento nestas horas é muito importante e ter um equipamento bem ajustado é primordial, face a situação de risco a que o atleta estará exposto.

Ladeira: Sem dúvidas que é nessa parte do trajeto em que se definem muitas posições. Quando o atleta está correndo "no pelotão" (pelotão formado por corredores que andam no mesmo ritmo) os que têm dificuldade para "subir " (andar ladeira acima) certamente ficam para trás. Normalmente o pelotão chama os mais fortes para determinar o ritmo nas ladeiras para não deixar cair o ritmo e é neste momento que os mais bem preparados levam vantagem e distanciam-se dos demais.

É um bom momento na competição, para quem está preparado, para deflagar um "ataque" Antes da corrida é bom que o atleta tenha informação de alguns detalhes do percurso, tal como quantos graus tem a ladeira e em que ponto da prova estão as ladeiras o comprimento das mesmas.

Um fator muito importante também é saber em que momento "atacar" a ladeira (começar a subir e o ritmo a ser empreendido). Devem ser levados em consideração vários fatores, tipo posição do vento, aspereza do asfalto, ângulo de inclinação etc, se o corredor está só ou tem mais alguém no pelotão para auxiliar e não quebrar o ritmo.

Cadeirantes: força

1) Força: A técnica é muito importante pois com uma técnica apurada você pode andar em alta velocidade sem despender muita força, que é muito essencial, existem muitas maneiras de você desenvolver uma técnica apurada.

A melhor delas sem dúvida alguma é a filmagem (alguém filma o atleta tocando a cadeira e faz um comparativo com algum outro atleta que tenha uma boa técnica), existem outras maneiras, mas são usadas por atletas muito experientes, uma delas é a sombra, que consiste em andar com sol alto “a pino” e policiar-se, mas para isso é necessário o atleta ter a noção de como é a tocada certa.

A força é essencial para as subidas, pois é necessário manter um ritmo forte nas subidas para conseguir bons resultados. Em ladeiras “pequenas” o melhor é subir muito rápido para não sofrer tanto e em ladeiras “muito longas” o ritmo é essencial para não cansar.

Força + Técnica são os fatores determinantes nos bons resultados, “NUNCA” o atleta conseguirá um resultado expressivo sem aliar esses dois fatores.

Para conseguir força o ideal é ter um profissional na área de musculação para definir qual exercício é o ideal para atingir determinados objetivos, observando as particularidades (comprometimento) de cada atleta. Em princípio os atletas PPDs podem fazer qualquer exercício, desde que seja respeitado o seu limite, que deve ser extendido gradualmente. Um bom trabalho de musculação deve ser ministrado em séries de mais ou menos 40 minutos diários (cinco dias por semana) distribuídos em grupos musculares ou seja trabalha-se certos grupos musculares em dias alternados da semana, pois é necessário levar em consideração a carga de treinamento com cadeira.

Para adquirir força e também relaxar, também é recomendado a natação, para dar mais amplitude e elasticidade aos movimentos, sempre respeitando a carga diária de rodagem.


Cadeirantes: força

Esporte Adaptado · 23 maio, 2002

1) Força: A técnica é muito importante pois com uma técnica apurada você pode andar em alta velocidade sem despender muita força, que é muito essencial, existem muitas maneiras de você desenvolver uma técnica apurada.

A melhor delas sem dúvida alguma é a filmagem (alguém filma o atleta tocando a cadeira e faz um comparativo com algum outro atleta que tenha uma boa técnica), existem outras maneiras, mas são usadas por atletas muito experientes, uma delas é a sombra, que consiste em andar com sol alto “a pino” e policiar-se, mas para isso é necessário o atleta ter a noção de como é a tocada certa.

A força é essencial para as subidas, pois é necessário manter um ritmo forte nas subidas para conseguir bons resultados. Em ladeiras “pequenas” o melhor é subir muito rápido para não sofrer tanto e em ladeiras “muito longas” o ritmo é essencial para não cansar.

Força + Técnica são os fatores determinantes nos bons resultados, “NUNCA” o atleta conseguirá um resultado expressivo sem aliar esses dois fatores.

Para conseguir força o ideal é ter um profissional na área de musculação para definir qual exercício é o ideal para atingir determinados objetivos, observando as particularidades (comprometimento) de cada atleta. Em princípio os atletas PPDs podem fazer qualquer exercício, desde que seja respeitado o seu limite, que deve ser extendido gradualmente. Um bom trabalho de musculação deve ser ministrado em séries de mais ou menos 40 minutos diários (cinco dias por semana) distribuídos em grupos musculares ou seja trabalha-se certos grupos musculares em dias alternados da semana, pois é necessário levar em consideração a carga de treinamento com cadeira.

Para adquirir força e também relaxar, também é recomendado a natação, para dar mais amplitude e elasticidade aos movimentos, sempre respeitando a carga diária de rodagem.

Cadeirantes: técnicas

Esporte Adaptado · 23 maio, 2002

Técnicas:

A técnica de “tocar” (fazer a cadeira andar) é bem específica. O corredor “em momento algum” pode segurar o “volante” (aro de impulsão), uma vez que este gesto faria com que o mesmo parasse a sua rotação.

A técnica é impulsionar com o mesmo em velocidade (tocar literalmente), para que o volante cada vez ande mais rápido.

O teste pode ser feito com a roda dianteira de uma bicicleta (pode ser infantil). Se você segurar a roda para impulsionar, vai notar que a mesma para depois andar novamente. Já na “tocada” o atleta mantém a velocidade constante (no meio diz-se “bater no volante”).

Cadeirantes: dicas extras

Esporte Adaptado · 20 maio, 2002

Confira essas super dicas:

Pneus:

“NUNCA” isso mesmo,“NUNCA” faça uma viagem de avião com os pneus cheios, pois pode causar até uma catástrofe pois após a pressurização, os pneus correm o risco de estourarem, além de perder a câmera e quem sabe o pneu, causar uma tragédia com a aeronave

Manutenção da cadeira:

A manutenção da cadeira de competição é algo que deve ser periódica, no mínimo uma vez por semana, quando o atleta não correr na chuva.

A graxa fina deve ser usada nos eixos, e outras engrenagens como o estabilizador, óleo não é recomendado na manutenção da cadeira.

Os lubrificantes tipo “penetril” da Jimo é recomendado para não deixar oxidar certas partes do equipamento.

Usa-se para retirar manchas da luva e de graxa o “desengraxante” da Jimo.

19ª Maratona Internacional de Porto Alegre

Esporte Adaptado · 05 maio, 2002

O atleta cadeirante Carlos Roberto de Oliveira (DADO BIER), após vencer, a apenas uma semana a Achilles Marathon, em Nova York, prova que é o maior expoente brasileiro da atualidade da modalidade Cadeirantes ao vencer a Maratona de Porto Alegre com o tempo de 1:57:07.

Em segundo lugar Altemir Luis de Oliveira (RCM) com a marca de 2:08:13.

Altemir foi seguido por João Antônio Gonçalves (ULBRA ABB) com 2:21:21 e por Gesimario Celestino (CORDF) com 2:26:06, terceiro e quarto, colocados respecticvamente.

Ronílson fatura o bi na São Silvestre

Esporte Adaptado · 31 dez, 2001

O brasileiro Ronílson dos Santos (Pão de Açúcar Club) foi o vencedor da categoria Cadeirantes na 77a Corrida Internacional de São Silvestre.

Ronilson campeão da prova na edição anterior teria um forte duelo com o argentino Carlos Rodrigues (heptacampeão da São Silvestre), mas superou seu oponente e conquistou o bicampeonato da competição na marca de 43:40.

A segunda colocação ficou com o Rodrigues com 51:00. Na terceira colocação ficou com o boliviano Facundo Flores com o tempo de 1h00min.

"Levei um tombo logo no início e fui ultrapassado pelo Carlos. Mas estava no meu dia. Eu só estava pensando na vitória e me recuperei", diz o brasileiro. "O Ronílson é muito competente e tem um grande futuro pela frente", disse o argentino.

Cadeirante do Pão de Açúcar na São Silvestre

Esporte Adaptado · 20 dez, 2001

Quem costuma freqüentar ao complexo do Ibirapuera, em São Paulo, tem grande chance de encontrar o cadeirante Ronílson Bispo dos Santos, campeão da São Silvestre do ano passado, na sua rotina de treinos.

Para chegar aos bons resultados, o atleta treina cinco horas diárias, duas vezes por semana. "Faço até 5 km além do percurso da competição para aumentar a resistência, fundamental para as subidas."

O retrospecto do cadeirante não se limita à vitória na São Silvestre. Ronílson , um dos melhores cadeirantes do país, foi campeão da Corrida Sargento Gonzaguinha (15 km), 2º colocado na Volta da Pampulha (17,8 km), vice-campeão das Maratonas de São Paulo e dos Bandeirantes, campeão do Torneio Regional /Sul (Paraná), além de conquistar o 5º lugar na Meia Maratona do Rio de Janeiro. Tudo isso só neste ano.

Ronílson sempre foi ligado ao esporte. Antes de ter sua perna direita amputada, há 12 anos, devido a um tumor maligno, o atleta jogava basquete. "O esporte é tudo para mim. Nunca desisti. Sabia que existia uma categoria para cadeirantes e resolvi arriscar", conta Ronílson, que se dedica às competições há quatro anos.

O atleta acredita que o diferencial para ganhar a corrida deste ano é a preparação. "Na São Silvestre, levo vantagem no trecho de subida. Treino bastante nesse tipo de percurso. E este ano vou competir para ganhar de novo. Quero tentar o bicampeonato", afirma.