cadeirantes

Reabilitação desportiva é uma das metas da AACD

A Reabilitação Desportiva é uma das várias terapias desenvolvidas pela Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD),entidade, que tem por objetivo tratar e reabilitar o portador de deficiência física, tornando-o apto para reintegrar-se à sociedade.

Esta modalidade tem por objetivo agregar ao tratamento atividades que motivem e sociabilize os novos "atletas". Segundo Edna de Moraes Garcez, coordenadora do setor de Reabilitação Desportiva, o esporte pode ser praticado por qualquer portador de deficiência. "Dentro da prática desportiva existe uma classificação funcional, em que os portadores são inclusos, de acordo com as dificuldades", esclarece Edna. Hoje a AACD mantém diversas modalidades esportivas e desportivas. Entre elas, tênis de mesa, capoeira, halterofilismo e natação.

Um dos destaques da AACD é Thiago Saturnino,14 anos, vítima de uma bala perdida há três anos. Competidor de natação e tênis de mesa, Thiago além de já ter participado de vários campeonatos e de ter garantido 11 medalhas, venceu seus próprios preconceitos. "O esporte mudou meu modo de pensar sobre os deficientes físicos. Quando eu andava, não sabia que tinham tantos esportes para portadores. Achava que as pessoas em cadeiras de roda não serviam mais para nada. Agora eu vejo que nos podemos fazer tudo."

Júlio K. Teruyu, 16, teve a perna amputada aos 14 anos, após levar um tiro em um assalto ao comércio de sua família. Com dificuldades de adaptação e integração social, o esporte foi um refúgio. Hoje ele dedica três dias por semana à natação, ao tênis de mesa e ao tênis de campo. Ao todo já conquistou oito medalhas em campeonatos regionais e nacionais. Esse foi seu passaporte para a Delegação de Paraatletas, que Júlio integra desde o ano passado, quando foi convidado por Ter se destacado em tênis de mesa.

"Quando eu comecei a praticar esportes na AACD, eu estava com depressão. Foi uma maneira de eu crescer mentalmente e fisicamente. O esporte me ajudou a ter vontade de viver, levantou o meu astral e abriu novos caminhos. E o mais importante me fez não desistir dos meus sonhos.", diz Júlio.

"O portador de deficiência tem o peso de um estigma. Nosso trabalho é retirar este peso.. Cultivamos o atleta para a vida e mostramos que ele é capaz e é eficiente, apesar de suas dificuldades ", diz a coordenadora Edna.


Reabilitação desportiva é uma das metas da AACD

Esporte Adaptado · 07 abr, 2003

A Reabilitação Desportiva é uma das várias terapias desenvolvidas pela Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD),entidade, que tem por objetivo tratar e reabilitar o portador de deficiência física, tornando-o apto para reintegrar-se à sociedade.

Esta modalidade tem por objetivo agregar ao tratamento atividades que motivem e sociabilize os novos "atletas". Segundo Edna de Moraes Garcez, coordenadora do setor de Reabilitação Desportiva, o esporte pode ser praticado por qualquer portador de deficiência. "Dentro da prática desportiva existe uma classificação funcional, em que os portadores são inclusos, de acordo com as dificuldades", esclarece Edna. Hoje a AACD mantém diversas modalidades esportivas e desportivas. Entre elas, tênis de mesa, capoeira, halterofilismo e natação.

Um dos destaques da AACD é Thiago Saturnino,14 anos, vítima de uma bala perdida há três anos. Competidor de natação e tênis de mesa, Thiago além de já ter participado de vários campeonatos e de ter garantido 11 medalhas, venceu seus próprios preconceitos. "O esporte mudou meu modo de pensar sobre os deficientes físicos. Quando eu andava, não sabia que tinham tantos esportes para portadores. Achava que as pessoas em cadeiras de roda não serviam mais para nada. Agora eu vejo que nos podemos fazer tudo."

Júlio K. Teruyu, 16, teve a perna amputada aos 14 anos, após levar um tiro em um assalto ao comércio de sua família. Com dificuldades de adaptação e integração social, o esporte foi um refúgio. Hoje ele dedica três dias por semana à natação, ao tênis de mesa e ao tênis de campo. Ao todo já conquistou oito medalhas em campeonatos regionais e nacionais. Esse foi seu passaporte para a Delegação de Paraatletas, que Júlio integra desde o ano passado, quando foi convidado por Ter se destacado em tênis de mesa.

"Quando eu comecei a praticar esportes na AACD, eu estava com depressão. Foi uma maneira de eu crescer mentalmente e fisicamente. O esporte me ajudou a ter vontade de viver, levantou o meu astral e abriu novos caminhos. E o mais importante me fez não desistir dos meus sonhos.", diz Júlio.

"O portador de deficiência tem o peso de um estigma. Nosso trabalho é retirar este peso.. Cultivamos o atleta para a vida e mostramos que ele é capaz e é eficiente, apesar de suas dificuldades ", diz a coordenadora Edna.

Ciraldo Reis da Abradecar

Em virtude das constantes matérias publicadas em jornais de São Paulo, sobre mau gerenciamento de recursos da Lei Piva, o site cadeirantes.com.br tentou manter contato com o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), através do Sr. Leonardo Carpes dos Santos, da Assessoria de Comunicação do CPB, inclusive colocando o site à disposição para esclarecimentos, mas infelizmente, ficamos sem resposta.

Procuramos então, o Presidente da ABRADECAR, Ciraldo Reis, que respondeu algumas das perguntas isentando-se de algumas por julgar que não é de sua competência, indicando os Srs. Sr. José Amaury Russo, Sr. Flávio Arns Sr. Adilson Ramos Sr. Ivaldo Brandão, por entender que são de competência do Conselho Fiscal do CPB, Presidente do Conselho Deliberativo do CPB, que serão consultados oportunamente.

Cadeirantes.com.br No seu entendimento, porque os funcionários do CPB recebem esses salários altíssimos (levando-se em consideração a realidade brasileira e a média salarial brasileira)?
Ciraldo Reis - Devido a decisão unilateral do presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Sr. Vital Severino Neto.

Cadeirantes.com.br - Diante de tal realidade qual é o próximo passo das Associações Nacionais, uma vez que já foi comprovado pelo TCU essas irregularidades?
CR - A ABRADECAR tem buscado judicialmente seus direitos e de todos os atletas cadeirantes, técnicos e clubes filiados.

Cadeirantes.com.br - Quando o Sr. Vital Neto fala: "Não vamos desguarnecer nossas Associações nem os projetos sociais, mas a vocação do CPB é preparar atletas para competir em eventos de grande porte. Em 2003 essa será nossa prioridade". Será que os cadeirantes terão a sua oportunidade desta vez?
CR - No que depender da ABRADECAR, vamos lutar para isso e repassar tais reivindicações ao presidente do Conselho Deliberativo do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Sr. Flávio Arns.

Cadeirantes.com.br - O Sr. poderia relatar alguns projetos da ABRADECAR, já apresentados, que contemplem os atletas corredores em cadeira de rodas e que foram "vetados" ou tiveram alguma sanção do CPB? Quais projetos estão para a aprovação e que contemplem esta modalidade esportiva?
CR - No ano passado, foi travado um impasse entre o CPB e a ABRADECAR com relação à ida da delegação brasileira que iria representar o país na Maratona Internacional de Oita, evento realizado no mês de outubro/2002 no Japão. A ABRADECAR tentou de todas as formas e trabalhou intensamente para enviar os atletas corredores em cadeira de rodas para esta competição e insistiu, sistematicamente, que o CPB liberasse os recursos necessários à ida da equipe brasileira. Entretanto, o CPB alegou não disponibilizar da verba e vetou o projeto apresentado pela ABRADECAR mesmo após a aprovação do mesmo no Conselho Deliberativo da entidade. Para este ano estamos bastante esperançosos e temos o intuito de enviar nossos corredores a Maratona de Oesingen, na Suíça, e a Maratona Internacional de Oita, no Japão. Além disso, estamos tentando viabilizar um projeto de patrocínio da modalidade maratona junto à algumas empresas para compra de cadeiras de corrida e custeio dos atletas para competições internacionais.

Cadeirantes.com.br - A seleção de futebol de amputados (que não é esporte paraolímpico) viajou em 2002, para disputar torneio internacional, com o apoio do CPB. A delegação de cadeirantes maratonistas deixou de cumprir compromisso esportivo extremamente, por falta de recursos (alegação do CPB), o do Diretor Técnico do CPB Sr. Kléber ponderou de a viagem da delegação brasileira era em apoio a uma equipe vencedora, mas ora os atletas cadeirantes tiveram excelentes resultados no ano de 2001 e 2002, inclusive na Maratona de Oita, será que, sendo desporto paraolímpico não mereceriam e deveriam, por ser esporte paraolímpico, serem agraciados com incentivo também, uma vez que o Comitê nunca prestigiou a modalidade em provas internacionais? Comente por favor.
CR - É claro que merecem o mesmo apoio e incentivo e é por isso que a ABRADECAR está trabalhando arduamente, buscando patrocínio junto às empresas, e entrou na justiça para garantir os recursos que, por direito, devem ser direcionados ao fomento e desenvolvimento do esporte em cadeira de rodas.

Cadeirantes.com.br - Sr. Ciraldo, atualmente temos parcos atletas nas provas de pista (cadeirantes) exatamente pelo distanciamento dos organismos que deveriam fomentá-los. De uma lado vemos a sua (ABRADECAR) boa vontade e de outro o CPB criando "impecílios" para que os projetos da ABRADECAR DESTINADOS aos corredores cadeirantes decolem, é essa mesmo a realidade?
CR Infelizmente, a diretoria que está à frente do CPB, por motivos políticos, vem prejudicando sistematicamente a ABRADECAR. Digo motivos políticos porque eu, enquanto presidente da ABRADECAR, não coaduno com a forma que estão sendo aplicados os recursos oriundos da Lei Piva e busco a seriedade, probidade e transparência no movimento paraolímpico brasileiro. Para isso, não me calo e denuncio às autoridades e pessoas ligadas ao paradesporto as irregularidades que vem ocorrendo no gerenciamento de tais recursos. Essa postura incomoda a diretoria do CPB e, na tentativa de dar um basta nisso, a entidade passou a perseguir a ABRADECAR, vetando seus projetos e suspendendo todos os repasses à nossa associação que tem o dever de fomentar o esporte em cadeira de rodas no Brasil. Ao fazer isso, o CPB não só tentou fechar as portas da nossa entidade, mas também prejudicou nossos atletas, técnicos e clubes filiados.

Cadeirantes.com.br - Na qualidade de presidente da ABRADECAR o que o Sr. poderia adiantar aos corredores cadeirantes????? Será que em um futuro próximo nós brasileiros poderemos ter uma equipe permanente de "corredores em cadeira de rodas"?
CR - Este é o objetivo da ABRADECAR e todos os atletas praticantes de maratona em cadeira de rodas podem ter a certeza de que nossa associação está trabalhando incansavelmente para que isto se torne uma realidade.

Outras notícias - O Presidente também dá boas notícias ao paradesporto nacional. “A partir do dia 10 de abril estarão sendo contemplados com bolsa auxílio (remuneração mensal) 13 atletas da modalidade de halterofilismo, sendo que os iniciantes, categoria em formação receberão em média R$ 800 e atletas com recorde mundial R$ 1.200,00. “Repassaremos o dinheiro direto para os Clubes, pois entendemos que o Clube saberá como utilizar essa verba. Diferentemente de outros organismos, somos cientes que os Clubes fazem o seu investimento, por isso desta nossa decisão”.

Muito em breve, continua Ciraldo, outras modalidades do paradesporto serão contempladas com esse auxílio financeiro tão precioso para quem ainda se atreve a praticar esporte adaptado no Brasil. Felizmente os recursos estão sendo utilizados com visibilidade e veremos se há a possibilidade de publicarmos aqui no site as prestações de contas da ABRADECAR e outras Entidades Nacionais do Paradesporto Brasileiro para dar mais credibilidade às Administrações, tão contestadas pela gerência financeira de recursos, que são nada mais nada menos que dos atletas.

Como atleta e consultor deste site, fico muito contente e feliz e certamente esta é o mesmo sentimento de todos os corredores em cadeira de rodas do país. Quando as Entidades buscam recursos é a nossa cara, os nossos tempos, as nossas marcas que eles utilizam para comprovar o pedido destes recursos, nada mais justo que eles voltem para nós.


Ciraldo Reis da Abradecar

Esporte Adaptado · 01 abr, 2003

Em virtude das constantes matérias publicadas em jornais de São Paulo, sobre mau gerenciamento de recursos da Lei Piva, o site cadeirantes.com.br tentou manter contato com o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), através do Sr. Leonardo Carpes dos Santos, da Assessoria de Comunicação do CPB, inclusive colocando o site à disposição para esclarecimentos, mas infelizmente, ficamos sem resposta.

Procuramos então, o Presidente da ABRADECAR, Ciraldo Reis, que respondeu algumas das perguntas isentando-se de algumas por julgar que não é de sua competência, indicando os Srs. Sr. José Amaury Russo, Sr. Flávio Arns Sr. Adilson Ramos Sr. Ivaldo Brandão, por entender que são de competência do Conselho Fiscal do CPB, Presidente do Conselho Deliberativo do CPB, que serão consultados oportunamente.

Cadeirantes.com.br No seu entendimento, porque os funcionários do CPB recebem esses salários altíssimos (levando-se em consideração a realidade brasileira e a média salarial brasileira)?
Ciraldo Reis - Devido a decisão unilateral do presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Sr. Vital Severino Neto.

Cadeirantes.com.br - Diante de tal realidade qual é o próximo passo das Associações Nacionais, uma vez que já foi comprovado pelo TCU essas irregularidades?
CR - A ABRADECAR tem buscado judicialmente seus direitos e de todos os atletas cadeirantes, técnicos e clubes filiados.

Cadeirantes.com.br - Quando o Sr. Vital Neto fala: "Não vamos desguarnecer nossas Associações nem os projetos sociais, mas a vocação do CPB é preparar atletas para competir em eventos de grande porte. Em 2003 essa será nossa prioridade". Será que os cadeirantes terão a sua oportunidade desta vez?
CR - No que depender da ABRADECAR, vamos lutar para isso e repassar tais reivindicações ao presidente do Conselho Deliberativo do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Sr. Flávio Arns.

Cadeirantes.com.br - O Sr. poderia relatar alguns projetos da ABRADECAR, já apresentados, que contemplem os atletas corredores em cadeira de rodas e que foram "vetados" ou tiveram alguma sanção do CPB? Quais projetos estão para a aprovação e que contemplem esta modalidade esportiva?
CR - No ano passado, foi travado um impasse entre o CPB e a ABRADECAR com relação à ida da delegação brasileira que iria representar o país na Maratona Internacional de Oita, evento realizado no mês de outubro/2002 no Japão. A ABRADECAR tentou de todas as formas e trabalhou intensamente para enviar os atletas corredores em cadeira de rodas para esta competição e insistiu, sistematicamente, que o CPB liberasse os recursos necessários à ida da equipe brasileira. Entretanto, o CPB alegou não disponibilizar da verba e vetou o projeto apresentado pela ABRADECAR mesmo após a aprovação do mesmo no Conselho Deliberativo da entidade. Para este ano estamos bastante esperançosos e temos o intuito de enviar nossos corredores a Maratona de Oesingen, na Suíça, e a Maratona Internacional de Oita, no Japão. Além disso, estamos tentando viabilizar um projeto de patrocínio da modalidade maratona junto à algumas empresas para compra de cadeiras de corrida e custeio dos atletas para competições internacionais.

Cadeirantes.com.br - A seleção de futebol de amputados (que não é esporte paraolímpico) viajou em 2002, para disputar torneio internacional, com o apoio do CPB. A delegação de cadeirantes maratonistas deixou de cumprir compromisso esportivo extremamente, por falta de recursos (alegação do CPB), o do Diretor Técnico do CPB Sr. Kléber ponderou de a viagem da delegação brasileira era em apoio a uma equipe vencedora, mas ora os atletas cadeirantes tiveram excelentes resultados no ano de 2001 e 2002, inclusive na Maratona de Oita, será que, sendo desporto paraolímpico não mereceriam e deveriam, por ser esporte paraolímpico, serem agraciados com incentivo também, uma vez que o Comitê nunca prestigiou a modalidade em provas internacionais? Comente por favor.
CR - É claro que merecem o mesmo apoio e incentivo e é por isso que a ABRADECAR está trabalhando arduamente, buscando patrocínio junto às empresas, e entrou na justiça para garantir os recursos que, por direito, devem ser direcionados ao fomento e desenvolvimento do esporte em cadeira de rodas.

Cadeirantes.com.br - Sr. Ciraldo, atualmente temos parcos atletas nas provas de pista (cadeirantes) exatamente pelo distanciamento dos organismos que deveriam fomentá-los. De uma lado vemos a sua (ABRADECAR) boa vontade e de outro o CPB criando "impecílios" para que os projetos da ABRADECAR DESTINADOS aos corredores cadeirantes decolem, é essa mesmo a realidade?
CR Infelizmente, a diretoria que está à frente do CPB, por motivos políticos, vem prejudicando sistematicamente a ABRADECAR. Digo motivos políticos porque eu, enquanto presidente da ABRADECAR, não coaduno com a forma que estão sendo aplicados os recursos oriundos da Lei Piva e busco a seriedade, probidade e transparência no movimento paraolímpico brasileiro. Para isso, não me calo e denuncio às autoridades e pessoas ligadas ao paradesporto as irregularidades que vem ocorrendo no gerenciamento de tais recursos. Essa postura incomoda a diretoria do CPB e, na tentativa de dar um basta nisso, a entidade passou a perseguir a ABRADECAR, vetando seus projetos e suspendendo todos os repasses à nossa associação que tem o dever de fomentar o esporte em cadeira de rodas no Brasil. Ao fazer isso, o CPB não só tentou fechar as portas da nossa entidade, mas também prejudicou nossos atletas, técnicos e clubes filiados.

Cadeirantes.com.br - Na qualidade de presidente da ABRADECAR o que o Sr. poderia adiantar aos corredores cadeirantes????? Será que em um futuro próximo nós brasileiros poderemos ter uma equipe permanente de "corredores em cadeira de rodas"?
CR - Este é o objetivo da ABRADECAR e todos os atletas praticantes de maratona em cadeira de rodas podem ter a certeza de que nossa associação está trabalhando incansavelmente para que isto se torne uma realidade.

Outras notícias - O Presidente também dá boas notícias ao paradesporto nacional. “A partir do dia 10 de abril estarão sendo contemplados com bolsa auxílio (remuneração mensal) 13 atletas da modalidade de halterofilismo, sendo que os iniciantes, categoria em formação receberão em média R$ 800 e atletas com recorde mundial R$ 1.200,00. “Repassaremos o dinheiro direto para os Clubes, pois entendemos que o Clube saberá como utilizar essa verba. Diferentemente de outros organismos, somos cientes que os Clubes fazem o seu investimento, por isso desta nossa decisão”.

Muito em breve, continua Ciraldo, outras modalidades do paradesporto serão contempladas com esse auxílio financeiro tão precioso para quem ainda se atreve a praticar esporte adaptado no Brasil. Felizmente os recursos estão sendo utilizados com visibilidade e veremos se há a possibilidade de publicarmos aqui no site as prestações de contas da ABRADECAR e outras Entidades Nacionais do Paradesporto Brasileiro para dar mais credibilidade às Administrações, tão contestadas pela gerência financeira de recursos, que são nada mais nada menos que dos atletas.

Como atleta e consultor deste site, fico muito contente e feliz e certamente esta é o mesmo sentimento de todos os corredores em cadeira de rodas do país. Quando as Entidades buscam recursos é a nossa cara, os nossos tempos, as nossas marcas que eles utilizam para comprovar o pedido destes recursos, nada mais justo que eles voltem para nós.

Continua a crise no Comitê Paraolímpico Brasileiro

Segundo informado pela Associação Brasileira de Dsportos em Cadeiras de Rodas - Abradecar, no último dia 28 aconteceu a Assembléia Geral Ordinária do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), que teve na sua pauta a aprovação do parecer do Conselho Fiscal acerca do movimento financeiro, referente ao ano de 2001.

Compareceram à reunião 46 delegados, indicados pelas cinco entidades nacionais. O presidente do Conselho Fiscal do CPB, José Amaury Russo, apresentou o parecer do Conselho Fiscal que apontou irregularidades na prestação de conta do Comitê do ano de 2001. Entre elas, o não recolhimento dos impostos necessários nos pagamentos feitos à prestadores de serviços e nos pagamentos feitos à Diretoria Executiva do CPB, por meio de pró-labore.

Ao final da reunião, os presentes acataram por consenso geral o parecer do Conselho Fiscal que rejeitou a prestação de contas do CPB. A Assembléia concedeu o prazo de 90 dias para que o Comitê regularizasse a prestação de contas, que deve ser apresentada na Assembléia Geral Extraordinária marcada para o dia 28 de maio de 2003. Para o presidente da Associação Nacional de Desporto para Deficientes, Ivaldo Brandão, o prazo estipulado é muito grande.

“Eu acho um prazo muito comprido, deveria ser no máximo 45 dias para resolver", afirmou Brandão. O Presidente do Conselho Fiscal acredita que o prazo é suficiente. "Espero que nesse prazo dado a Diretoria Executiva sejam corrigidos todos os motivos da não aprovação das contas, já que o parecer foi um consenso pela Assembléia Geral que aprovou de forma unânime o parecer”, concluiu o presidente.


Continua a crise no Comitê Paraolímpico Brasileiro

Esporte Adaptado · 17 mar, 2003

Segundo informado pela Associação Brasileira de Dsportos em Cadeiras de Rodas - Abradecar, no último dia 28 aconteceu a Assembléia Geral Ordinária do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), que teve na sua pauta a aprovação do parecer do Conselho Fiscal acerca do movimento financeiro, referente ao ano de 2001.

Compareceram à reunião 46 delegados, indicados pelas cinco entidades nacionais. O presidente do Conselho Fiscal do CPB, José Amaury Russo, apresentou o parecer do Conselho Fiscal que apontou irregularidades na prestação de conta do Comitê do ano de 2001. Entre elas, o não recolhimento dos impostos necessários nos pagamentos feitos à prestadores de serviços e nos pagamentos feitos à Diretoria Executiva do CPB, por meio de pró-labore.

Ao final da reunião, os presentes acataram por consenso geral o parecer do Conselho Fiscal que rejeitou a prestação de contas do CPB. A Assembléia concedeu o prazo de 90 dias para que o Comitê regularizasse a prestação de contas, que deve ser apresentada na Assembléia Geral Extraordinária marcada para o dia 28 de maio de 2003. Para o presidente da Associação Nacional de Desporto para Deficientes, Ivaldo Brandão, o prazo estipulado é muito grande.

“Eu acho um prazo muito comprido, deveria ser no máximo 45 dias para resolver", afirmou Brandão. O Presidente do Conselho Fiscal acredita que o prazo é suficiente. "Espero que nesse prazo dado a Diretoria Executiva sejam corrigidos todos os motivos da não aprovação das contas, já que o parecer foi um consenso pela Assembléia Geral que aprovou de forma unânime o parecer”, concluiu o presidente.

Cadeirantes conheçam o novo site da Abradecar

Esporte Adaptado · 05 fev, 2003

A ABRADECAR – Associação Brasileira de Desportos em Cadeiras de Rodas, presidida por Ciraldo Reis, lançou essa semana um novo website, onde os internautas podem conhecer melhor o trabalho da entidade.

“Ele foi preparado, especialmente, pensando em facilitar a vida de atletas, clubes e dirigentes. No site disponibilizamos diversos serviços, que antes só eram possíveis de ser realizados mediante contato feito com a Abradecar. Agora, clubes poderão
realizar as inscrições do Jogos Abertos e Regionais pelo site, a Revista Toque a Toque será publicada na íntegra, entre outras facilidades,” informa Reis.

Mais interativo, funcional e moderno os canais disponibilizados são: Abradecar, Filiados, Modalidades, Calendário, Jogos, Revista, Newsletter, Contato e Links.

Um grande diferencial oferecido para os clubes paradesportivos é para os que ainda não possuem site poderão ter o seu próprio hospedado no website da ABRADECAR. Para isso, basta ir na seção de filiados e mandar um e-mail solicitando a inclusão e aguardar o contato da entidade.

Atletas cadeirantes ou não vale a pena conhecer o novo site da Abradecar.

Wendell Soares concorre entre os melhores de 2002

Esporte Adaptado · 20 jan, 2003

O cadeirante Wendell Soares, 24, anos, vencedor da última Maratona Ecológica Internacional de Curitiba é o único atleta que compete em corridas em cadeiras de rodas que está participando da eleição da “Melhores do Ano 2002”, promoção realizada pela revista Toque a Toque, especializada em pessoas portadoras de deficiência que utilizam cadeiras de rodas.

A Toque a Toque é editada pela ABRADECAR – Associação Brasileira de Cadeiras de Roda.

Aranha Rocha vence a São Silvestre nos Cadeirantes

Esporte Adaptado · 02 jan, 2003

O atleta cadeirante Fernando Aranha Rocha, 24 anos, foi o vencedor da 78ª Corrida Internacional de São Silvestre, que aconteceu na tarde do último dia 31 de dezembro, na cidade de São Paulo (SP). O atleta faz parte de uma talentosa nova geração de surge na modalidade.

Aranha Rocha, completou a prova com o cronômetro registrando o tempo de 33:07. O atleta também foi o vencedor da Maratona Internacional de São Paulo, em julho de 2002, quando concluiu o trajeto de 42.195 metros com o tempo de 1:46:30.

PPD’s ganham show room em concessionária

Esporte Adaptado · 06 dez, 2002

Atletas deficientes físicos podem comprar veículos automotores com isenção de ICMS, segundo a legislação vigente. Observando esse filão a concessionária Dutra Veículos, de São Paulo (SP), inaugurou na última quarta-feira (4) um show room especialmente projetado para Pessoas Portadores de Deficiências (PPD’s), em especial, para aqueles que utilizam cadeiras de rodas.

Durante o evento de inauguração houve exposição de obras artísticas do ex-radialista Osmar Santos, que após acidente automobilístico, passou a utilizar cadeiras de rodas.

Os contatos com a Dutra Veículos podem ser feitos através do site www.dutraveiculos.com.br

Wendel Soares vence entre os Cadeirantes

Esporte Adaptado · 18 nov, 2002

O cadeirante Wendel Soares, de Tabatinhga, no Distrito Federal, foi o vencedor da 6ª edição da Maratona Ecológica Internacional de Curitiba. Soares tomou a ponta logo na largada para não mais perde-la e vencer pela primeira vez em Curitiba com a marca de 2:01:10.

Wendel aos 24 anos é tido como uma das maiores promessas da modalidade. “Ele é o grande favorito”, previa antes da largada o cadeirante e consultor do WebRun, Carlos Roberto Oliveira, o Carlão.

Carlão (Dado Bier/RBS) manteve a vice liderança da prova até altura do 8Km, quando então, Ronílson Bispo do Santos (Asas de Águia/EC Tavares) o ultrapassou e manteve a segunda posição até o final para concluir em 2:04:37. Carlão, 42, chegou na terceira colocação com a marca de 2:06:47.

Feminino - A vitoriosa foi a carioca Rosalia Ramos da Silva com 3:39:27. Silva foi seguida por Maria Aparecida de Souza (4:09:20) e Erenelda Rodrigues Gomes (4:53:00), ambas do Distrito Federal.

Cadeirantes na Maratona de Nova York

Esporte Adaptado · 04 nov, 2002

A Maratona de Nova York é uma das principais provas da modalidade Cadeirantes na distância da maratona (42.195m). A 33ª edição da prova, realizada ontem, contou com a participação de 91 atletas – divididos em Wheelchair (cadeirantes) com 34 atletas e Handcycle Category (57).

O norte-americano Krige Schabort foi o cadeirante vencedor com a veloz marca de 1:38:27. O russo Ernst Van Dyk, o segundo colocado com 1:45:16. Formou o p[ódio o australiano Paul Nunnari fechou o percurso com 1:25:23.

O único representante brasileiro na prova foi o consultor do WebRun, Carlos Roberto Oliveira, conhecido por Carlão, na 11a colocação (1:42:48). Carlão, em 1997 conquistou quarto lugar nesta maratona. Um segundo de depois, chegou a campeã entre as mulheres, a atleta local Cheri Blauwet.

Inicia-se o Campeonato Brasileiro de Atletismo Paraolímpico

Esporte Adaptado · 01 nov, 2002

A cidade de Goiânia, GO, recebe à partir de hoje o Campeonato Brasileiro de Atletismo Paraolímpico. A competição teve 173 inscritos.

Estarão presentes atletas cadeirantes dos estados de Rondônia, Roraima, Amazonas, Mato Grosso, Goiás, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Alagoas, Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro,Pernambuco e Distrito Federal. Ao todo, serão representadas no evento 37 entidades filiadas à Associação Brasileira de Cadeiras de Rodas - ABRADECAR, e à Associação Nacional de Desporto para Deficientes (ANDE).