Blog_Harry_Post

Respeito ao próximo e transparência

São Paulo - (aqui não acaba em pizza....) - Em tempos de pipocas correr de graça pode ser tapa na cara de muita gente e concordo. E para que minhas palavras fiquem transparentes na comunidade, tomei uma decisão para que hipocrisia não tome conta dos meus atos.

Explico: o Harry foi convidado para participar da primeira edição da Golden Runners 10k, prova para 450 corredores selecionados, que acontecerá simultaneamente com a Maratona de São Paulo. O evento é fechado e mesmo que outra pessoa queira pagar para se inscrever não poderá faze-lo, pois não há inscrições.

Porém aqui diferente dos pipocas, os custos inerentes a esses corredores serão bancados pelo fabricante de artigo esportivos. Portanto consciência limpa.

Mas qual a decisão que o Harry tomou? Simples, toda e qualquer competição que participar como convidado doarei o valor da inscrição (tomando por base a prova correlata) para a Associação Desportiva para Deficientes a ADD.

Respeito ao próximo e transparência são coisas que busco agregar a minha vida, portanto, postarei os recibos das tais doações neste blog!


Respeito ao próximo e transparência

Corridas de Rua · 17 maio, 2008

São Paulo - (aqui não acaba em pizza....) - Em tempos de pipocas correr de graça pode ser tapa na cara de muita gente e concordo. E para que minhas palavras fiquem transparentes na comunidade, tomei uma decisão para que hipocrisia não tome conta dos meus atos.

Explico: o Harry foi convidado para participar da primeira edição da Golden Runners 10k, prova para 450 corredores selecionados, que acontecerá simultaneamente com a Maratona de São Paulo. O evento é fechado e mesmo que outra pessoa queira pagar para se inscrever não poderá faze-lo, pois não há inscrições.

Porém aqui diferente dos pipocas, os custos inerentes a esses corredores serão bancados pelo fabricante de artigo esportivos. Portanto consciência limpa.

Mas qual a decisão que o Harry tomou? Simples, toda e qualquer competição que participar como convidado doarei o valor da inscrição (tomando por base a prova correlata) para a Associação Desportiva para Deficientes a ADD.

Respeito ao próximo e transparência são coisas que busco agregar a minha vida, portanto, postarei os recibos das tais doações neste blog!

Chegada: uma das emoções da corrida

São Paulo - (cai uma vez, levante-se duas...) - É notório que se houvesse um concurso da melhor chegada do ano, o Harry teria inegavelmente papado todos os prêmios existentes. Afinal quem não se lembra da belíssima chegada feita na abertura do Circuito Corpore 2008?

Mas entre tantas belas imagens de chegada que já vi em mais de uma década acompanhado corridas de rua, gosto particularmente, das protagonizadas pelos irmãos Faísca e Fumaça, ops, quero dizer, pelos gêmeos idênticos Paulo e Luiz Fernando. Gosto de vê-los chegar em primeiro lugar pela plasticidade da imagem, por não saber quem é um e quem é outro, por ver que ambos tem o dom da corrida, por vê-los correr muito próximos e sempre revezando posições, a tal ponto, de não muito raro suas chegadas serem feitas de mãos dadas deixando para o chip o desempate.

Porém, como desde pequenos suas vidas são “uma só”, não é de estranhar tal atitude. No entanto, é de estranhar que corredores profissionais (mesmo que corram numa mesma equipe, ou numa corrida que não dê prêmio) o façam.

Mas existem exceções e esse tipo de atitude acontece. Foi o que fez no último domingo (11), em São Paulo na Corrida e Caminhada GRAACC, os corredor Naval Freitas, que deu a mão para seu companheiro de equipe Benedito Gomes.

Exemplo de um verdadeiro Fair Play!


Chegada: uma das emoções da corrida

Corridas de Rua · 15 maio, 2008

São Paulo - (cai uma vez, levante-se duas...) - É notório que se houvesse um concurso da melhor chegada do ano, o Harry teria inegavelmente papado todos os prêmios existentes. Afinal quem não se lembra da belíssima chegada feita na abertura do Circuito Corpore 2008?

Mas entre tantas belas imagens de chegada que já vi em mais de uma década acompanhado corridas de rua, gosto particularmente, das protagonizadas pelos irmãos Faísca e Fumaça, ops, quero dizer, pelos gêmeos idênticos Paulo e Luiz Fernando. Gosto de vê-los chegar em primeiro lugar pela plasticidade da imagem, por não saber quem é um e quem é outro, por ver que ambos tem o dom da corrida, por vê-los correr muito próximos e sempre revezando posições, a tal ponto, de não muito raro suas chegadas serem feitas de mãos dadas deixando para o chip o desempate.

Porém, como desde pequenos suas vidas são “uma só”, não é de estranhar tal atitude. No entanto, é de estranhar que corredores profissionais (mesmo que corram numa mesma equipe, ou numa corrida que não dê prêmio) o façam.

Mas existem exceções e esse tipo de atitude acontece. Foi o que fez no último domingo (11), em São Paulo na Corrida e Caminhada GRAACC, os corredor Naval Freitas, que deu a mão para seu companheiro de equipe Benedito Gomes.

Exemplo de um verdadeiro Fair Play!

Pipoca pula fora

São Paulo - (não dentro...) - Li não sei onde que os "pipocas" ou “bandits” (bandidos), como são tratados no exterior, estão certos em correr nos eventos de corridas de rua. Para quem não sabe “pipocas” são aqueles que correm em uma competição sem estarem devidamente inscritos, ou seja, sem número de peito.

Alguns argumentam que há o direito de ir e vir. Até aí tudo bem, desde que o “pipoca” não tome água, não ocupe espaço no funil de largada, não receba massagem ao final, não receba o lanche, entre outras coisas.

Assim como existe o direito de ir e vir, a lei – e mais importante a nossa consciência - reza que não devemos nos apoderar dos bens dos outros. Pensam que não, mas muitas vezes a falta de água se dá porque houve um número maior de corredores do que o planejado, isso sem contar com a estrutura de segurança, como tamanho das baias de largada e chegada, equipes médica e ambulância, que podem ter conseqüências bem sérias.

Não é em todo lugar, mas na cidade de São Paulo os organizadores têm que pagar taxa de uso do solo, ou seja, o livre espaço é taxado e deve ser utilizado da forma que o regulamento da competição assim o exige. Aqui há espaço jurídico para se argumentar que o direito de ir e vir deve ser feito pela calçadas e não pela via, ou não?

Mas se há direito de ir vir, eu argumento o porquê em corridas como a São Silvestre vemos os batedores de polícia retirando os pipocas? Alguém acredita que iriam cometer um deslize constitucional em frente à milhões de espectadores?

Eu lhe pergunto: quando você não pode pagar o ingresso em um cinema, teatro, entre outros eventos, você entra sem pagar? Sei que muitas pessoas vão criticar esse post, mas no fundo regra é regra e devemos respeitá-las, pois somente assim respeitaremos o próximo.


Pipoca pula fora

Corridas de Rua · 13 maio, 2008

São Paulo - (não dentro...) - Li não sei onde que os "pipocas" ou “bandits” (bandidos), como são tratados no exterior, estão certos em correr nos eventos de corridas de rua. Para quem não sabe “pipocas” são aqueles que correm em uma competição sem estarem devidamente inscritos, ou seja, sem número de peito.

Alguns argumentam que há o direito de ir e vir. Até aí tudo bem, desde que o “pipoca” não tome água, não ocupe espaço no funil de largada, não receba massagem ao final, não receba o lanche, entre outras coisas.

Assim como existe o direito de ir e vir, a lei – e mais importante a nossa consciência - reza que não devemos nos apoderar dos bens dos outros. Pensam que não, mas muitas vezes a falta de água se dá porque houve um número maior de corredores do que o planejado, isso sem contar com a estrutura de segurança, como tamanho das baias de largada e chegada, equipes médica e ambulância, que podem ter conseqüências bem sérias.

Não é em todo lugar, mas na cidade de São Paulo os organizadores têm que pagar taxa de uso do solo, ou seja, o livre espaço é taxado e deve ser utilizado da forma que o regulamento da competição assim o exige. Aqui há espaço jurídico para se argumentar que o direito de ir e vir deve ser feito pela calçadas e não pela via, ou não?

Mas se há direito de ir vir, eu argumento o porquê em corridas como a São Silvestre vemos os batedores de polícia retirando os pipocas? Alguém acredita que iriam cometer um deslize constitucional em frente à milhões de espectadores?

Eu lhe pergunto: quando você não pode pagar o ingresso em um cinema, teatro, entre outros eventos, você entra sem pagar? Sei que muitas pessoas vão criticar esse post, mas no fundo regra é regra e devemos respeitá-las, pois somente assim respeitaremos o próximo.

Correndo no ritmo de um tango

São Paulo - (hermanos...) - Decidi qual será minha prova alvo para o segundo semestre desde ano e de tabela minha 14ª maratona. A prova escolhida será a Maratona Internacional de Buenos Aires que acontecerá daqui exatos 5 meses, ou seja, no dia 12 de outubro, na Argentina.

Já corri uma maratona em Buenos Aires. Foi no ano de 1996 quando cravei 3h15min, porém não é a mesma prova que farei esse ano. Naquela época a maratona platina era a Adidas Buenos Aires Maraton e não tinha um percurso tão glamuroso quanto o atual, além do que, os organizadores não são os mesmos.

Diferente da competição antiga, que tinha largada no bairro de Palermo e percorria as largas auto-pistas portenhas, a maratona atual larga na famosa Avenida 9 de Julho e percorre boa parte das elegantes ruas e avenidas centrais da capital. Outra característica do percurso, que diferencia esses dois eventos, é que o antigo era no formato de ida e volta, enquanto o atual o ponto de largada é distinto da chegada.

E, para ter um fator motivacional, estou estabelecendo um tempo máximo de conclusão para os 42.195 metros. Não será desta vez que vou correr minha quarta maratona sub 3 horas - na verdade não sei se consigo repetir tal feito – daí estabeleci que vou buscar o índice para correr a Maratona de Boston.

No entanto para dar mais gostinho ao desafio vou buscar não o índice da minha faixa etária (3h20min), mas o da faixa etária anterior a minha (35/39) que é 3h15min.

E aqui no Blog do Harry vocês vão acompanhar todos os passos para mais esse desafio. Conto com a participação ativa de todos vocês!


Correndo no ritmo de um tango

Corridas de Rua · 12 maio, 2008

São Paulo - (hermanos...) - Decidi qual será minha prova alvo para o segundo semestre desde ano e de tabela minha 14ª maratona. A prova escolhida será a Maratona Internacional de Buenos Aires que acontecerá daqui exatos 5 meses, ou seja, no dia 12 de outubro, na Argentina.

Já corri uma maratona em Buenos Aires. Foi no ano de 1996 quando cravei 3h15min, porém não é a mesma prova que farei esse ano. Naquela época a maratona platina era a Adidas Buenos Aires Maraton e não tinha um percurso tão glamuroso quanto o atual, além do que, os organizadores não são os mesmos.

Diferente da competição antiga, que tinha largada no bairro de Palermo e percorria as largas auto-pistas portenhas, a maratona atual larga na famosa Avenida 9 de Julho e percorre boa parte das elegantes ruas e avenidas centrais da capital. Outra característica do percurso, que diferencia esses dois eventos, é que o antigo era no formato de ida e volta, enquanto o atual o ponto de largada é distinto da chegada.

E, para ter um fator motivacional, estou estabelecendo um tempo máximo de conclusão para os 42.195 metros. Não será desta vez que vou correr minha quarta maratona sub 3 horas - na verdade não sei se consigo repetir tal feito – daí estabeleci que vou buscar o índice para correr a Maratona de Boston.

No entanto para dar mais gostinho ao desafio vou buscar não o índice da minha faixa etária (3h20min), mas o da faixa etária anterior a minha (35/39) que é 3h15min.

E aqui no Blog do Harry vocês vão acompanhar todos os passos para mais esse desafio. Conto com a participação ativa de todos vocês!

Passeio gay acontece em São Paulo

São Paulo - (O Fenômeno vai?...) - Que não venham críticas dos xiitas de plantão, já que vou dar uma dica não de corrida, mas de um passeio ciclístico destinado ao público Gay. Ué, você acha que não há gays em nosso meio? O Harry não é, mas não tem preconceito e conhece vários, como quem me enviou essa nota o fantástico colunista e blogueiro da Folha de São Paulo, o Duílio Ferronato.

Então vamos ao que interessa: o SP Gay Biker acontece hoje (quinta-feira ) às 20h30. O ponto de encontro será na Frutaria Paulista, que fica no final da Av. Paulista com a rua Minas Gerais.

André Higaldo, organizador do evento, que já teve uma baita coluna escrita por nínguem menos que o Gilberto Dimenstein (que faria muito hetero ficar com a pontinha de inveja) já avisa:

“Se chover, não rola...” (leia-se, verbo rolar!).


Passeio gay acontece em São Paulo

Corridas de Rua · 08 maio, 2008

São Paulo - (O Fenômeno vai?...) - Que não venham críticas dos xiitas de plantão, já que vou dar uma dica não de corrida, mas de um passeio ciclístico destinado ao público Gay. Ué, você acha que não há gays em nosso meio? O Harry não é, mas não tem preconceito e conhece vários, como quem me enviou essa nota o fantástico colunista e blogueiro da Folha de São Paulo, o Duílio Ferronato.

Então vamos ao que interessa: o SP Gay Biker acontece hoje (quinta-feira ) às 20h30. O ponto de encontro será na Frutaria Paulista, que fica no final da Av. Paulista com a rua Minas Gerais.

André Higaldo, organizador do evento, que já teve uma baita coluna escrita por nínguem menos que o Gilberto Dimenstein (que faria muito hetero ficar com a pontinha de inveja) já avisa:

“Se chover, não rola...” (leia-se, verbo rolar!).

Não sou um pop star

São Paulo - (celebridade...) - Ganhei um post, pois é, ontem o blogueiro Rodrigo Canteli fez uma homenagem ao Harry, o qual fiquei envaidecido, apesar da vaidade passar ao largo de minha pessoa. Neste post ele escreve que sou seu “mentor”, pois segundo ele, o Blog do Roddy foi inspirado no Blog do Harry.

Mas algo começa me chamar a atenção nos últimos tempos: é que após eu deixar meus comentários em diversos blogs que acho interessante, muitos me retornam dizendo orgulhosos, homenageados e felizes com essa minha simples atitude. Houve um caso de uma pessoa que antes de me conhecer me chamava de “pop star”. Ledo engano!

Se passo minha experiência para alguns, podem crer que muitos me ensinam também, pois a vida é um eterno aprendizado. Aprendemos com os mais velhos e até mesmo com uma criança. Aqueles que se julgam conhecedores da verdade erram e erram feio.

Afinal, do pó viemos para o pó iremos!


Não sou um pop star

Corridas de Rua · 07 maio, 2008

São Paulo - (celebridade...) - Ganhei um post, pois é, ontem o blogueiro Rodrigo Canteli fez uma homenagem ao Harry, o qual fiquei envaidecido, apesar da vaidade passar ao largo de minha pessoa. Neste post ele escreve que sou seu “mentor”, pois segundo ele, o Blog do Roddy foi inspirado no Blog do Harry.

Mas algo começa me chamar a atenção nos últimos tempos: é que após eu deixar meus comentários em diversos blogs que acho interessante, muitos me retornam dizendo orgulhosos, homenageados e felizes com essa minha simples atitude. Houve um caso de uma pessoa que antes de me conhecer me chamava de “pop star”. Ledo engano!

Se passo minha experiência para alguns, podem crer que muitos me ensinam também, pois a vida é um eterno aprendizado. Aprendemos com os mais velhos e até mesmo com uma criança. Aqueles que se julgam conhecedores da verdade erram e erram feio.

Afinal, do pó viemos para o pó iremos!

Comrades te vejo num futuro breve

Corridas de Rua · 05 maio, 2008

São Paulo - (o sonho não acabou...) - Se você me perguntar qual a corrida dos meus sonhos, sou enfático em responder: Comrades Marathon, ultramaratona de 89 quilômetros que é disputada na África do Sul. Mas para participar de um evento desta magnitude temos que estar bem preparados. Muito bem preparados.

Mas partindo de uma verdade simplista em que com o lastro de algumas maratonas nas costas e seu check-up em dia seria possível concluí-la inventei de disputá-la faltando apenas quatro meses para a próxima edição. Pacote reservado, dólar guardado, documentação em dia, em suma tudo certo para a viagem, exceto o bom senso que sempre tive em minhas decisões envolvendo meu planejamento de corridas.

Vai ou não vai era uma dúvida que vinha carregando nas costas. O lado racional dizia para não ir, o emocional para ir. Finalmente hoje foi o dia “D” – já que é o último dia das inscrições – e tenho a decisão e resposta ao meu questionamento feito neste post .

Não estarei na próxima largada em City Hall no dia 15 de junho. Prevalece assim o lado racional, já que corridas e Comrades não faltarão ao longo do tempo, já minha saúde de corredor é única.

Comrades te vejo num futuro breve!

Minha mais inusitada medalha

São Paulo - (correndo por um embutido...) - Logo após passar pelo pórtico de chegada eu estava agradecendo a Deus e diabos a quatro por ter acabado de completar a Meia Maratona Montanholi, considerada a mais difícil do Brasil.

Ainda desbaratinado pelo esforço monumental que fiz naquela competição, uma menina do staff me entregou um squeezy. “Pesado, deve estar cheio de isotônico”, pensei.

Segundos depois é que cai a ficha e percebi que meu “squeezy” nada mais era que uma mortadela. Pudera o mimo, já que o idealizador do evento, o José Carlos Romanholi é dono do Frigorifico Marba.

E como estavámos nas primeiras edições do Montanholi, nesta época não se distribuía medalhas, somente camisetas aos que completavam a prova. Nem precisa dizer que o selo estilizado da prova que acompanhava a mortadela virou uma medalha em minha coleção, já que da mortadela não sobrou pedaço para contar história.

Mas como tudo na vida evolui tive a grata satisfação de conhecer a medalha que será oferecida aos concluintes da prova que acontecerá em junho. Linda e maravilhosa certamente será uma das mais bonitas de minha coleção.

E por ela vou lutar ardorosamente e subir aos trancos e nos barrancos do difícil percurso.


Minha mais inusitada medalha

Corridas de Rua · 04 maio, 2008

São Paulo - (correndo por um embutido...) - Logo após passar pelo pórtico de chegada eu estava agradecendo a Deus e diabos a quatro por ter acabado de completar a Meia Maratona Montanholi, considerada a mais difícil do Brasil.

Ainda desbaratinado pelo esforço monumental que fiz naquela competição, uma menina do staff me entregou um squeezy. “Pesado, deve estar cheio de isotônico”, pensei.

Segundos depois é que cai a ficha e percebi que meu “squeezy” nada mais era que uma mortadela. Pudera o mimo, já que o idealizador do evento, o José Carlos Romanholi é dono do Frigorifico Marba.

E como estavámos nas primeiras edições do Montanholi, nesta época não se distribuía medalhas, somente camisetas aos que completavam a prova. Nem precisa dizer que o selo estilizado da prova que acompanhava a mortadela virou uma medalha em minha coleção, já que da mortadela não sobrou pedaço para contar história.

Mas como tudo na vida evolui tive a grata satisfação de conhecer a medalha que será oferecida aos concluintes da prova que acontecerá em junho. Linda e maravilhosa certamente será uma das mais bonitas de minha coleção.

E por ela vou lutar ardorosamente e subir aos trancos e nos barrancos do difícil percurso.

Treinando para meia mais difícil do Brasil

São Paulo - (avant première...) - A equipe em que corro a Run for Life foi convidada para participar da 7ª edição da Meia Maratona Montanholi, que acontecerá no próximo mês de junho. Considerada por muitos, uma das mais difíceis corridas organizadas no Brasil, quando levamos em conta as diversas distâncias, os corredores são taxativos que tratando-se de provas de 21,1K, essa é a mais difícil meia maratona existente no Brasil.

A prova tem algumas peculiaridades. A começar por ser uma corrida “fechada” onde somente convidados podem participar. Outras características que imprimem a prova um sabor único, é que seu percurso é feito totalmente em terra batida. E basicamente não há trecho plano. Subidas igual a famosa Biologia, na USP, são fichinha perto das pedreiras que nos deparamos ao longo dos 21.097 metros aferidos. E como o percurso é feito em ida e volta, lembre-se que a felicidade de estar descendo será cobrada na volta quando você estiver subindo.

E finalizando uma das características que fazem desta prova um evento ímpar é que o evento é uma prova de montanha, já que é disputada em Morumgaba, no interior de São Paulo. A cidade está localizada a mais de 1.000 metros de altitude. Vendo o perfil altimétrico da prova observamos um grande desnível, já que seu ponto mais baixo se dá a cerca de 850 metros contra os 1.124 metros do ponto culminante do trajeto.

E para preparar o corpo, mas, principalmente a mente, fizemos na manhã de hoje um “treininho” de 15 quilômetros sob chuva, frio e névoa no belíssimo percurso. Mas depois deste treino, que fechei em 1h27min59 (esqueça os tempos feitos no asfalto, aqui ele são irreais), posso garantir que vou conseguir bater meu recorde pessoal neste difícil percurso.

E você qual o percurso mais difícil que disputou? Deixe seu comentário.


Treinando para meia mais difícil do Brasil

Corridas de Rua · 03 maio, 2008

São Paulo - (avant première...) - A equipe em que corro a Run for Life foi convidada para participar da 7ª edição da Meia Maratona Montanholi, que acontecerá no próximo mês de junho. Considerada por muitos, uma das mais difíceis corridas organizadas no Brasil, quando levamos em conta as diversas distâncias, os corredores são taxativos que tratando-se de provas de 21,1K, essa é a mais difícil meia maratona existente no Brasil.

A prova tem algumas peculiaridades. A começar por ser uma corrida “fechada” onde somente convidados podem participar. Outras características que imprimem a prova um sabor único, é que seu percurso é feito totalmente em terra batida. E basicamente não há trecho plano. Subidas igual a famosa Biologia, na USP, são fichinha perto das pedreiras que nos deparamos ao longo dos 21.097 metros aferidos. E como o percurso é feito em ida e volta, lembre-se que a felicidade de estar descendo será cobrada na volta quando você estiver subindo.

E finalizando uma das características que fazem desta prova um evento ímpar é que o evento é uma prova de montanha, já que é disputada em Morumgaba, no interior de São Paulo. A cidade está localizada a mais de 1.000 metros de altitude. Vendo o perfil altimétrico da prova observamos um grande desnível, já que seu ponto mais baixo se dá a cerca de 850 metros contra os 1.124 metros do ponto culminante do trajeto.

E para preparar o corpo, mas, principalmente a mente, fizemos na manhã de hoje um “treininho” de 15 quilômetros sob chuva, frio e névoa no belíssimo percurso. Mas depois deste treino, que fechei em 1h27min59 (esqueça os tempos feitos no asfalto, aqui ele são irreais), posso garantir que vou conseguir bater meu recorde pessoal neste difícil percurso.

E você qual o percurso mais difícil que disputou? Deixe seu comentário.

Um teste no toró

Corridas de Rua · 02 maio, 2008

São Paulo - (chove chuva...) - Todo o início de mês o Wanderlei de Oliveira aplica na equipe o teste de 3000 metros que tem como objetivo verificar qual estágio em que estamos. E a partir dos resultados são elaboradas as planilhas individualizadas.

E hoje debaixo de uma baita toró não tivemos como fugir da raia e fomos para o teste depois de executar os alongamentos e um trote de aquecimento. Embora fiz um tempo razoável, vi que tenho muito que melhorar. Como nos ensina o Wanderlei: “o teste deve ser feito de forma continuo ou progressivo”, e em parte consegui atingir a meta, não fosse a quebra do primeiro para o segundo quilômetro.

Mas ainda me acho lento e nada como um dia e treino após o outro para percebemos nossos erros e melhora-los no futuro.

No final das contas o cronômetro fechou em 12min25 e as parciais foram:

  • 1000m - 4min05 – (165 FC)
  • 2000m - 4min10 – (173 FC)
  • 3000m - 4min10 – (174 FC)
  • Média: 4min08s.
E você qual sua relação com treinos de tiros ou ritmo? Deixe seu comentário!