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Treinos de tiros eu estava lá

São Paulo - (Não fugi da raia...) - O relógio marcava 5 horas da manhã quando acordei hoje para treinar, mas o pior display não era do relógio e sim do termômetro que mostrava a marca de 12°C. Como temperatura baixa não é desculpa para não treinar, assim como calor, sol e chuva não o são, às 6 horas estava na pista de atletismo para um treino, que apesar de ser tiros não foi estafante, já que foram somente três sequências de 1000 metros com pausa de três minutos entre elas.

O treino rendeu bem já que a planilha pedia o ritmo de 4min12s e consegui ir no vácuo do Wanderlei, do Nilton e do Arnaldo que estão na ponta do casco e de forma mais rápida do que o proposto e, o melhor de forma progressiva já que o cronômetro registrou as parciais de 4min0s, 3min57s e 3min51s.

Mas calmaria desta semana - já que amanhã são 10 quilômetros confortáveis e sexta de será off - tem nome: Circuito Montanholi, que sem dúvida é mais difícil meia-maratona brasileira e na qual vou correr pela segunda vez. Para vocês terem uma idéia em minha única participação nesta prova fechei com 2h09min, tempo alto para quem gira a distância na casa de 1h30min.

Se me perguntarem qual minha expectativa para a prova eu diria que concluir já é o objetivo e que correr sub 2 horas é a meta!


Treinos de tiros eu estava lá

Corridas de Rua · 18 jun, 2008

São Paulo - (Não fugi da raia...) - O relógio marcava 5 horas da manhã quando acordei hoje para treinar, mas o pior display não era do relógio e sim do termômetro que mostrava a marca de 12°C. Como temperatura baixa não é desculpa para não treinar, assim como calor, sol e chuva não o são, às 6 horas estava na pista de atletismo para um treino, que apesar de ser tiros não foi estafante, já que foram somente três sequências de 1000 metros com pausa de três minutos entre elas.

O treino rendeu bem já que a planilha pedia o ritmo de 4min12s e consegui ir no vácuo do Wanderlei, do Nilton e do Arnaldo que estão na ponta do casco e de forma mais rápida do que o proposto e, o melhor de forma progressiva já que o cronômetro registrou as parciais de 4min0s, 3min57s e 3min51s.

Mas calmaria desta semana - já que amanhã são 10 quilômetros confortáveis e sexta de será off - tem nome: Circuito Montanholi, que sem dúvida é mais difícil meia-maratona brasileira e na qual vou correr pela segunda vez. Para vocês terem uma idéia em minha única participação nesta prova fechei com 2h09min, tempo alto para quem gira a distância na casa de 1h30min.

Se me perguntarem qual minha expectativa para a prova eu diria que concluir já é o objetivo e que correr sub 2 horas é a meta!

Sem treinamento não há resultados

São Paulo - (Ajoelhou tem que rezar...) - Depois de mais uma ausência no treino presencial na última segunda-feira, meu celular toca e nele chega uma mensagem SMS do meu técnico o Wanderlei de Oliveira, em tom de puxão (com razão) de orelha.

“Sem treinamento não há resultados. Hoje às 6 horas na pista de atletismo fizemos o interval traning.”

Evidente que aqui não é o lugar mais apropriado para que eu coloque os motivos que tem feito me ausentar no treino presencial. Embora tenha “cumprido” a planilha em termos de volume, a intensidade eu deixei para trás, já que o presencial é feito em pista de atletismo, trabalho que fica quase que impossível fazer em parque.

E foi exatamente isso, que acredito que ele quis transmitir. Para se evoluir devemos seguir o treino, pois esses não são feitos na base do “achismo” e sim como se fosse uma ciência exata de forma personalizada.

O SMS na hora me vez lembrar de um comentário de uma internauta no blog dizendo que algumas vezes se sentia desmotivada, pois seu técnico era parcial, ou seja, tratava uns com indiferença e demonstrava parcialidade com outros.

E aqui o Wanderlei ganha mais um ponto favorável comigo, já que ele demonstra que apesar ter muitos atletas, ele não trata cada um como um número, e sim como um indivíduo único.

Algumas pessoas podem até dizer: “ah mas você é o Harry do Webrun, lógico que vai te tratar assim.” Ledo engano, pois sei de pessoas que também receberam esse tipo de chamada de atenção e não tem nenhum Webrun nas costas.

Amanhã às seis da matina temos programados alguns tiros de 1.000m, e a última coisa que penso é não comparecer. Ainda tenho na memória o Wanderlei fazendo para mim um gesto imitando uma tesoura, querendo dizer cuidado para não ser cortado.

E parafraseando uma das frases mais belas do cinema mundial, “O Resgate do Soldado Ryan”, eu diria: Harry faça valer a pena!


Sem treinamento não há resultados

Corridas de Rua · 17 jun, 2008

São Paulo - (Ajoelhou tem que rezar...) - Depois de mais uma ausência no treino presencial na última segunda-feira, meu celular toca e nele chega uma mensagem SMS do meu técnico o Wanderlei de Oliveira, em tom de puxão (com razão) de orelha.

“Sem treinamento não há resultados. Hoje às 6 horas na pista de atletismo fizemos o interval traning.”

Evidente que aqui não é o lugar mais apropriado para que eu coloque os motivos que tem feito me ausentar no treino presencial. Embora tenha “cumprido” a planilha em termos de volume, a intensidade eu deixei para trás, já que o presencial é feito em pista de atletismo, trabalho que fica quase que impossível fazer em parque.

E foi exatamente isso, que acredito que ele quis transmitir. Para se evoluir devemos seguir o treino, pois esses não são feitos na base do “achismo” e sim como se fosse uma ciência exata de forma personalizada.

O SMS na hora me vez lembrar de um comentário de uma internauta no blog dizendo que algumas vezes se sentia desmotivada, pois seu técnico era parcial, ou seja, tratava uns com indiferença e demonstrava parcialidade com outros.

E aqui o Wanderlei ganha mais um ponto favorável comigo, já que ele demonstra que apesar ter muitos atletas, ele não trata cada um como um número, e sim como um indivíduo único.

Algumas pessoas podem até dizer: “ah mas você é o Harry do Webrun, lógico que vai te tratar assim.” Ledo engano, pois sei de pessoas que também receberam esse tipo de chamada de atenção e não tem nenhum Webrun nas costas.

Amanhã às seis da matina temos programados alguns tiros de 1.000m, e a última coisa que penso é não comparecer. Ainda tenho na memória o Wanderlei fazendo para mim um gesto imitando uma tesoura, querendo dizer cuidado para não ser cortado.

E parafraseando uma das frases mais belas do cinema mundial, “O Resgate do Soldado Ryan”, eu diria: Harry faça valer a pena!

Circuito do Harry terá mais uma competição

São Paulo - (Essa eu recomendo...) - Depois da confirmação da Harry Murphy 5K que acontece em outubro, em Nova York, o Circuito de Competições do Harry está a pleno vapor. A Federação Internacional de Atletismo confirmou mais uma competição da grife Harry.

Trata-se da “Harry Jerome Classic”, um meeting de atletismo que está programado para acontecer no próximo sábado, dia 21, na cidade de Vancouver, no Canadá.

Para quem não sabe, meu xará canadense Harry Jerome foi medalha de bronze dos 100m rasos na Olimpíada de Tóquio e inclusive tem essa estátua em sua homenagem.

Coisas de Harry!


Circuito do Harry terá mais uma competição

Corridas de Rua · 16 jun, 2008

São Paulo - (Essa eu recomendo...) - Depois da confirmação da Harry Murphy 5K que acontece em outubro, em Nova York, o Circuito de Competições do Harry está a pleno vapor. A Federação Internacional de Atletismo confirmou mais uma competição da grife Harry.

Trata-se da “Harry Jerome Classic”, um meeting de atletismo que está programado para acontecer no próximo sábado, dia 21, na cidade de Vancouver, no Canadá.

Para quem não sabe, meu xará canadense Harry Jerome foi medalha de bronze dos 100m rasos na Olimpíada de Tóquio e inclusive tem essa estátua em sua homenagem.

Coisas de Harry!

A placa que pode fazer a diferença

Corridas de Rua · 13 jun, 2008

No exterior é comum nas corridas nos depararmos com placas de incentivo que são carregadas pelo público. Go! (vai!), Good luck! (boa sorte) são algumas das citações mais usadas.

Passando pela “temida” subida da Av. Brigadeiro Luis Antônio (últimos 2 quilômetros da São Silvestre) me deparei na altura do número 750 com uma placa que ao ser lida pode dar um gás a mais na parte mais difícil da prova.

Na placa está escrito: Cordeiro (de) Lima e acho impossível ler esse nome e não lembrar de garra, de perseverança e rememorar o que nosso herói olímpico teve que enfrentar para completar a maratona olímpica na Grécia.

Do vegetariano ao fast food

Corridas de Rua · 11 jun, 2008

São Paulo - (fast runner ou food?...) - Depois de almoçar em restaurante vegetariano, meu lado carnívoro se aflorou. A pressa do cotidiano fez com que eu jantasse em um restaurante McDonald´s e, embora muitos torçam o nariz para um fast food, posso dizer que gosto bastante.

E como particularmente minha tendência para engordar é zero, minha “culpa” fica lá para trás. E vamos de BigMac, fritas e refrigerante sem esquecer de um volumoso sorvete. Mas o que achei legal foi quando a atendente me perguntrou: “qual copo o senhor (?) quer, de atletismo, basquete, ciclismo, futebol ou natação?”

Foi aí que caiu a ficha e vi que se tratava de uma promoção. Obviamente, pedi do atletismo e fiquei surpreso com a qualidade – já esperava algo de plástico – mas não, veio um copo pesado que me “parece” de vidro bem grosso.

Bem, mas pelo visto até a promoção se encerrar voltarei ao McDonald´s mais duas vezes, pois embora não pratique triathlon, a idéia de compor as modalidades que compõem o esporte me agrada muito.

O início e o fim de uma corredora

São Paulo - (vapt vupt...) - Querer as vezes é poder e nem sempre poder é querer, já que você pode ter um dom mas não querer seguir um caminho que não preenche seu âmago ou sua essência.

Essa é uma conclusão que cheguei ao observar a estréia de minha filha em competições infantis. Apesar de percorrer os 300 metros bem (chegou na sexta colocação na faixa de 10 anos) ela me confidenciou que não quer correr uma próxima competição.

Ou seja, não sentiu o barato da corrida, não foi picada (ao menos por enquanto) pelo “bichinho”. Mas, quantos de nós não desprezamos a corrida por anos a fio e só depois de um processo de amadurecimento a corrida entrou em nossas vidas.

Agora eu me pergunto: quem disse que filho de peixe peixinho é?


O início e o fim de uma corredora

Corridas de Rua · 10 jun, 2008

São Paulo - (vapt vupt...) - Querer as vezes é poder e nem sempre poder é querer, já que você pode ter um dom mas não querer seguir um caminho que não preenche seu âmago ou sua essência.

Essa é uma conclusão que cheguei ao observar a estréia de minha filha em competições infantis. Apesar de percorrer os 300 metros bem (chegou na sexta colocação na faixa de 10 anos) ela me confidenciou que não quer correr uma próxima competição.

Ou seja, não sentiu o barato da corrida, não foi picada (ao menos por enquanto) pelo “bichinho”. Mas, quantos de nós não desprezamos a corrida por anos a fio e só depois de um processo de amadurecimento a corrida entrou em nossas vidas.

Agora eu me pergunto: quem disse que filho de peixe peixinho é?

Argentinos pero no mucho

Corridas de Rua · 06 jun, 2008

São Paulo - (Biro Biro ou Maradona?) - Que para os brasileiros se inscreverem na charmosa Meia Maratona de Buenos Aires seja necessário adquirir um pacote de viagem por uma determinada operadora brasileira é sabido há tempos.

Essa é uma prática que acontece com a maratona de Nova York, por exemplo, o que muitos não sabem com antecedência é que por conta deste monopólio os valores dobram de preço em relação as demais agências ou mesmo numa viagem por conta própria.

Mas que eu não sabia é que a organização da prova faz distinção até de nossos hermanos que a depender da distância, são considerados de certa forma “estrangeiros” já que tem que preencher um formulário especial e, não conseguem fazer a inscrição diretamente na internet como seus patrícios que moram nos arredores da capital Argentina.

Pois vejam a pérola que está site da competição:

Atletas argentinos y estranjeiros residentes en el interior del pais, se tomará como residente en el interior a aquellos corredores que residan a más de 60 kilómetros de la Ciudad de Buenos Aires. Aquellos interesados deberán enviar un e-mail a para recibir un formulario especial.

Francamente, o Biro Biro está dando de dez no Maradona!

Os tiros na chuva

Corridas de Rua · 04 jun, 2008

São Paulo - (depois da calmaria vem à tempestade...) - E foi debaixo de chuva e frio (12°C) que fiz meu terceiro treino semanal. Como a pista de atletismo do Ícaro de Castro Melo estava ocupada com as olimpíadas escolares rumamos para o parque do Ibirapuera.

O treino hoje era de velocidade e a planilha pedia 5 séries de 1000m ao ritmo de 4min12s com intervalo de 3 minutos entre eles. Para quem fez na segunda-feira 5 quilômetros no pau e sem parar, esses intervalos são mais que bem vindos. O tempo que se mostrava frio antes das sessões simplesmente deu lugar ao calor provocado pelo esforço.

O resultado se mostrou a contento já que minhas parciais foram 4min09s / 3min58s / 4min03s / 4min02s / 3min57s.

Amanhã tem mais treino e o importante é seqüência que não tenho tido ultimamente e sem ela nada anda, muito menos corre!

Treino de recuperação é bom e eu gosto

Corridas de Rua · 03 jun, 2008

São Paulo - (moleza...) - Depois um treino de ritmo de 5 quilômetros feito ontem, segunda feira, nada como fazer um treino de recuperação. E isso que tenho programado para hoje. Serão 15 quilômetros ao ritmo de 5min36s que totalizará 1h24min cravados.

A planilha pede que além de impor este ritmo (confortável para mim) que eu utilize de variação do percurso, ou seja, devo correr no asfalto, grama, terra batida, plano, subidas e descidas.

Ao total para esta semana estão programados 70 quilômetros em seis sessões de treinos!

O dia que ultrapassei Márcia Narloch

São Paulo - (começo dourado...) - Fui um dos 400 corredores convidados para participar da Mizuno Golden Runners, prova que aconteceu em paralelo a Maratona Internacional de São Paulo, ontem na cidade de São Paulo (SP).

Essa competição para mim foi importante, pois marca um start de minha preparação para minha prova alvo do segundo semestre: a Maratona de Buenos Aires, no dia 12 de outubro.

Quanto as minhas impressões da competição teve prós e contras. Como é uma prova com milhares de inscritos esqueça aquela vontade de quebrar seu recorde pessoal, a não ser se madrugar na baia de largada e se posicionar bem a frente, mesmo assim a subida do oitavo quilômetro (40 na maratona) é de quebrar qualquer expectativa de tempo.

Os primeiros cinco quilômetros corri literalmente em zig-zag. Tirando esse “problema” no qual já estava preparado e ciente que iria acontecer, eu gostei bastante do novo percurso com seus bem distribuídos postos de água.

Agora o pior de tudo foi ganhar uma das mais feias medalhas que já recebi (a medalha oficial da Yescom), não é somente feia no sentido de design, mas feia em sua concepção já que ela não é de metal, e sim feita a base de uma resina bem fuleira. Como corro por medalha – e muitos o fazem – considero isso um grande desrespeito aos participantes.

Em contrapartida, a medalha oferecida como concluinte da Mizuno Golden Runners é uma das belas que já conquistei. Isso sim é uma medalha para se ostentar com orgulho no peito.

Agora, o melhor de tudo foi ter o gostinho de ultrapassar a grande maratonista Márcia Narloch e não ter tomado o troco mesmo fechando com o tempo líquido 45min25s.

Obviamente isso só foi possível, pois ela estava fazendo um prova recreativa, mas nada como uma ilusão para adoçar a vida!


O dia que ultrapassei Márcia Narloch

Corridas de Rua · 02 jun, 2008

São Paulo - (começo dourado...) - Fui um dos 400 corredores convidados para participar da Mizuno Golden Runners, prova que aconteceu em paralelo a Maratona Internacional de São Paulo, ontem na cidade de São Paulo (SP).

Essa competição para mim foi importante, pois marca um start de minha preparação para minha prova alvo do segundo semestre: a Maratona de Buenos Aires, no dia 12 de outubro.

Quanto as minhas impressões da competição teve prós e contras. Como é uma prova com milhares de inscritos esqueça aquela vontade de quebrar seu recorde pessoal, a não ser se madrugar na baia de largada e se posicionar bem a frente, mesmo assim a subida do oitavo quilômetro (40 na maratona) é de quebrar qualquer expectativa de tempo.

Os primeiros cinco quilômetros corri literalmente em zig-zag. Tirando esse “problema” no qual já estava preparado e ciente que iria acontecer, eu gostei bastante do novo percurso com seus bem distribuídos postos de água.

Agora o pior de tudo foi ganhar uma das mais feias medalhas que já recebi (a medalha oficial da Yescom), não é somente feia no sentido de design, mas feia em sua concepção já que ela não é de metal, e sim feita a base de uma resina bem fuleira. Como corro por medalha – e muitos o fazem – considero isso um grande desrespeito aos participantes.

Em contrapartida, a medalha oferecida como concluinte da Mizuno Golden Runners é uma das belas que já conquistei. Isso sim é uma medalha para se ostentar com orgulho no peito.

Agora, o melhor de tudo foi ter o gostinho de ultrapassar a grande maratonista Márcia Narloch e não ter tomado o troco mesmo fechando com o tempo líquido 45min25s.

Obviamente isso só foi possível, pois ela estava fazendo um prova recreativa, mas nada como uma ilusão para adoçar a vida!