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Empurra-empurra

Corridas de Rua · 26 jul, 2008

São Paulo - (se encostar se desculpe!...) O título deste post faz alusão a um newsletter que eu recebi da Zarro Brasil, que organiza o Alphaville Running, e na qual a peça publicitária reprodruzo aqui.

O empurra-empurra e pipocas (ou bandits como preferirem), no meu modo de ver, são os dois maiores problemas das corridas no Brasil, no qual, os corredores são os “culpados”. Entretanto, há provas que a culpa recaí sobre a organização, como falta de água, troféu etc.

No caso da Zarro, Track Field, entre outros eventos, eles podem alardear esse diferencial de que não haverá empurra-empurra já que limitam o número de participante ao no máximo 2.500 corredores. E vejo que muitos corredores estão dispostos a pagar um pouco a mais por esse conforto.

Só que já enfrentou o desconforto de ficar até por horas, debaixo de sol, do contato pegajoso do suor alheio, e por que não dizer, de rios de urina sabe o que eu falo.

Na verdade esse problema é cultural. Não é verdade que número excessivo de corredores cause necessariamente empurra-empurra, falo isso como testemunha ocular.

Nas provas que corri no exterior nunca vi o tal de empurra-empurra, o que vi em provas como a Maratona de York, com seus 35 mil participantes, foi uma aula de civilidade onde no menor esbarrão prontamente a palavra sorry (desculpe) era dita.

Mas como estamos em Pindorama...

O marketing e o seu João da Mata

São Paulo - (faculdade pra que?...) O guru mundial do marketing, Philip Kötler, definiu certa vez marketing como a ferramenta que “encontra uma necessidade e procura satisfazê-las”.

E ontem, correndo pela manhã no Ibirapuera, em São Paulo, encontrei um dos maiores marqueteiros (no sentido bom da palavra), que tive conhecimento nos últimos tempos, e olha que atuei por quase 15 anos nessa área em grandes empresas multinacionais e conheço muita gente boa atuando no mercado.

Seu nome é João da Mata, ambulante cadastrado no Parque para vender bebidas em geral (refrigerantes, água de coco e isotônicos) no seu quiosque, localizado estrategicamente no quilômetro zero da pista de Cooper. O local escolhido, certamente, foi a primeira sacada do seu João.

Observando corredores que por ali corriam e por algum motivo não levavam consigo relógio ou cronômetro, seu João resolveu um dia pregar um relógio de parede na árvore ao lado de seu quiosque, indo de encontro a exata definição do Kotler (segunda sacada). Obviamente, esse serviço agregado fez com que consumidores se simpatizassem com o ponto-de-venda e consumissem seus produtos.

Passado algum tempo, João da Mata, que nunca sonhou (ou pôde) freqüentar uma universidade, deu um "up-grade" no velho relógio, adquirindo um modelo mais moderno e maior para facilitar a vida dos que passavam correndo e pegavam seus tempos a todo pique (terceira sacada investir em melhorias).

E não é que ontem passando pelo local vi uma nova engenhoca logo abaixo do relógio. Pois é, seu João observando que seu serviço agregado, era porque não dizer, básico demais, resolveu inovar (quarta sacada, já que inovação é uma das bases do marketing de resultados) instalando um termômetro digital, que além da temperatura ambiente também mede a umidade relativa do ar.

Ao ser questionado se seu investimento dava resultados a resposta foi: “ah ajuda bastante!”

Pois é, isso é marketing honesto que certamente daria um bom case e poderia muito bem ser apresentado por Philip Kötler em qualquer evento de classe mundial sem qualquer sombra de dúvida.


O marketing e o seu João da Mata

Corridas de Rua · 25 jul, 2008

São Paulo - (faculdade pra que?...) O guru mundial do marketing, Philip Kötler, definiu certa vez marketing como a ferramenta que “encontra uma necessidade e procura satisfazê-las”.

E ontem, correndo pela manhã no Ibirapuera, em São Paulo, encontrei um dos maiores marqueteiros (no sentido bom da palavra), que tive conhecimento nos últimos tempos, e olha que atuei por quase 15 anos nessa área em grandes empresas multinacionais e conheço muita gente boa atuando no mercado.

Seu nome é João da Mata, ambulante cadastrado no Parque para vender bebidas em geral (refrigerantes, água de coco e isotônicos) no seu quiosque, localizado estrategicamente no quilômetro zero da pista de Cooper. O local escolhido, certamente, foi a primeira sacada do seu João.

Observando corredores que por ali corriam e por algum motivo não levavam consigo relógio ou cronômetro, seu João resolveu um dia pregar um relógio de parede na árvore ao lado de seu quiosque, indo de encontro a exata definição do Kotler (segunda sacada). Obviamente, esse serviço agregado fez com que consumidores se simpatizassem com o ponto-de-venda e consumissem seus produtos.

Passado algum tempo, João da Mata, que nunca sonhou (ou pôde) freqüentar uma universidade, deu um "up-grade" no velho relógio, adquirindo um modelo mais moderno e maior para facilitar a vida dos que passavam correndo e pegavam seus tempos a todo pique (terceira sacada investir em melhorias).

E não é que ontem passando pelo local vi uma nova engenhoca logo abaixo do relógio. Pois é, seu João observando que seu serviço agregado, era porque não dizer, básico demais, resolveu inovar (quarta sacada, já que inovação é uma das bases do marketing de resultados) instalando um termômetro digital, que além da temperatura ambiente também mede a umidade relativa do ar.

Ao ser questionado se seu investimento dava resultados a resposta foi: “ah ajuda bastante!”

Pois é, isso é marketing honesto que certamente daria um bom case e poderia muito bem ser apresentado por Philip Kötler em qualquer evento de classe mundial sem qualquer sombra de dúvida.

Botando prá quebrar no treino

São Paulo - (quebradeira...) - Infelizmente o título deste post não quer dizer que o Harry quebrou o treino, mas sim que o treino quebrou o Harry na noite de ontem, ocasião em que fiz o teste mensal de 3.000 metros rasos que fazemos na Run for Life.

Como não pude comparecer no turno da manhã (6h), fui no período da noite na pista de atletismo do Constâncio Vaz Guimarães para ver em que pé eu estava.

Resultado expressivo como, por exemplo, correr a distância em 11min59 (minha meta, sempre) era um desejo. Caso não fosse possível, queria ao menos igualar meu último teste feito em maio, quando cravei 12min25 (parciais de 4min05 / 4min10 / 4min10).

A meta sub 4min/km eu sabia que não ia conseguir, já que não cumpri a risca a planilha nas últimas duas semanas, como já postei neste espaço. E igualar o treino foi o máximo que consegui, já que cravei exatos 12min25.

Porém o tempo uniforme ou progressivo como deve ser executado esse tipo de treino, e que foi feito no último teste não foi o que aconteceu, aliás inverti a pirâmide, saindo mais rápido e quebrando feio no último quilômetro.

O primeiro quilômetro passei com 3min55, no segundo o cronômetro marcava 8min cravado (4min05), até aí tudo bem, até que comecei a sentir os efeitos deste tipo de treino.

Na verdade me sentia como um avião em turbulência, tremendo tudo e com as nefastas idéias do tipo, “vou parar”, e com o outro lado falando, “falta pouco” e por aí ia.

Neste último quilômetro lembrei do meu coelho informal, o Dodô, um garotão que nos altos dos seus 67 anos de idade, gira facilmente sub 4min/km, e no qual, estou sempre no vácuo seguindo sua precisão britânica.

Lembrei também do ensinamento do mestre Wanderlei, que diz: “sem treinamento não há resultados”, ao verificar que a última volta cravei irrisórios 4min25, que ficou longe, muito longe do ideal.


Botando prá quebrar no treino

Corridas de Rua · 24 jul, 2008

São Paulo - (quebradeira...) - Infelizmente o título deste post não quer dizer que o Harry quebrou o treino, mas sim que o treino quebrou o Harry na noite de ontem, ocasião em que fiz o teste mensal de 3.000 metros rasos que fazemos na Run for Life.

Como não pude comparecer no turno da manhã (6h), fui no período da noite na pista de atletismo do Constâncio Vaz Guimarães para ver em que pé eu estava.

Resultado expressivo como, por exemplo, correr a distância em 11min59 (minha meta, sempre) era um desejo. Caso não fosse possível, queria ao menos igualar meu último teste feito em maio, quando cravei 12min25 (parciais de 4min05 / 4min10 / 4min10).

A meta sub 4min/km eu sabia que não ia conseguir, já que não cumpri a risca a planilha nas últimas duas semanas, como já postei neste espaço. E igualar o treino foi o máximo que consegui, já que cravei exatos 12min25.

Porém o tempo uniforme ou progressivo como deve ser executado esse tipo de treino, e que foi feito no último teste não foi o que aconteceu, aliás inverti a pirâmide, saindo mais rápido e quebrando feio no último quilômetro.

O primeiro quilômetro passei com 3min55, no segundo o cronômetro marcava 8min cravado (4min05), até aí tudo bem, até que comecei a sentir os efeitos deste tipo de treino.

Na verdade me sentia como um avião em turbulência, tremendo tudo e com as nefastas idéias do tipo, “vou parar”, e com o outro lado falando, “falta pouco” e por aí ia.

Neste último quilômetro lembrei do meu coelho informal, o Dodô, um garotão que nos altos dos seus 67 anos de idade, gira facilmente sub 4min/km, e no qual, estou sempre no vácuo seguindo sua precisão britânica.

Lembrei também do ensinamento do mestre Wanderlei, que diz: “sem treinamento não há resultados”, ao verificar que a última volta cravei irrisórios 4min25, que ficou longe, muito longe do ideal.

Corrida também é arte

Corridas de Rua · 23 jul, 2008

São Paulo - (Cult...) - Já vi corrida ser utilizada para uma série de fins, porém, essa é a primeira vez que sei de uma corrida performática. A dica do vídeo foi enviada pelo colega corredor Nilton Maia, e mostra a performance idealizada pelo artista britânico Martin Creed na famosa Tate Gallery, em Londres.

Lá os corredores disparam a toda velocidade pelo enorme hall de 86 metros de extensão, tudo em nome da arte. Para os interessados em visitar, ou quem sabe até participar da performance, lembre-se que essa rola até o próximo dia 16 de novembro.

Como se vê corrida também é arte!

O operador de empilhadeira e as Olimpiadas

São Paulo - (Gira mundo...) - Era o ano de 1995 e eu participava das minhas primeiras corridas de rua, as famosas provas de 6K da Corpore, em pleno sábado pela manhã no Ibirapuera.

Nestes eventos a premiação era um momento aguardado, já que nós pobres mortais poderíamos abocanhar algum brinde no farto sorteio, até então existente. Só então após encerrado o sorteio, a multidão – 600 pessoas! – se dispersava.

Nestas ocasiões me chamava a atenção um atleta que sempre se posicionava, invariavelmente, no lugar mais alto do pódio. Mas o que despertava minha curiosidade era seu uniforme que estampava a marca Sadia. Como nesta época eu trabalha na área marketing desta empresa e sabia que patrocínio de atletas não estava nos planos de marketing da companhia, um dia eu o abordei.

“Por que você corre com essa marca no uniforme?”
“Eu trabalho lá!”, foi a resposta acompanhada de um sorriso simples. Pergunta vem pergunta vai, descobri que aquele corredor era operador de empilhadeira na fábrica que ficava na mesma planta do meu departamento.

Não pude deixar de me comover com os pódios daquele rapaz e pedi um portfólio de suas conquistas, para que fosse levado ao responsável por patrocínios, que na época era uma das herdeiras da empresa. A tentativa de patrociná-lo foi em vão, já que patrocínio em atletas não contemplava o budget de marketing, portanto, fora de questão.

Sabendo do potencial daquele rapaz eu sempre falava. Larga isso aqui é se dedica totalmente ao esporte, coisa que ele fez pouco tempo depois, obviamente já seguindo conselhos de outras pessoas experientes e não do Harry, um corredor iniciante na época.

Mas alegria, alegria mesmo, foi receber ontem release da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) com os atletas confirmados para representar o Brasil nas Olimpíadas de Pequim e ver que o nome do meu amigo operador de empilhadeira, o José da Teles da Silva, representará o Brasil na mais nobre distância olímpica, a maratona.


O operador de empilhadeira e as Olimpiadas

Corridas de Rua · 22 jul, 2008

São Paulo - (Gira mundo...) - Era o ano de 1995 e eu participava das minhas primeiras corridas de rua, as famosas provas de 6K da Corpore, em pleno sábado pela manhã no Ibirapuera.

Nestes eventos a premiação era um momento aguardado, já que nós pobres mortais poderíamos abocanhar algum brinde no farto sorteio, até então existente. Só então após encerrado o sorteio, a multidão – 600 pessoas! – se dispersava.

Nestas ocasiões me chamava a atenção um atleta que sempre se posicionava, invariavelmente, no lugar mais alto do pódio. Mas o que despertava minha curiosidade era seu uniforme que estampava a marca Sadia. Como nesta época eu trabalha na área marketing desta empresa e sabia que patrocínio de atletas não estava nos planos de marketing da companhia, um dia eu o abordei.

“Por que você corre com essa marca no uniforme?”
“Eu trabalho lá!”, foi a resposta acompanhada de um sorriso simples. Pergunta vem pergunta vai, descobri que aquele corredor era operador de empilhadeira na fábrica que ficava na mesma planta do meu departamento.

Não pude deixar de me comover com os pódios daquele rapaz e pedi um portfólio de suas conquistas, para que fosse levado ao responsável por patrocínios, que na época era uma das herdeiras da empresa. A tentativa de patrociná-lo foi em vão, já que patrocínio em atletas não contemplava o budget de marketing, portanto, fora de questão.

Sabendo do potencial daquele rapaz eu sempre falava. Larga isso aqui é se dedica totalmente ao esporte, coisa que ele fez pouco tempo depois, obviamente já seguindo conselhos de outras pessoas experientes e não do Harry, um corredor iniciante na época.

Mas alegria, alegria mesmo, foi receber ontem release da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) com os atletas confirmados para representar o Brasil nas Olimpíadas de Pequim e ver que o nome do meu amigo operador de empilhadeira, o José da Teles da Silva, representará o Brasil na mais nobre distância olímpica, a maratona.

As subidas comradianas

Corridas de Rua · 21 jul, 2008

São Paulo - (Esse é o desafio...) - A subida da rua do Matão ou simplesmente subida da Biologia que fica da Cidade Universitária da USP, em São Paulo, é considerada o mais difícil aclive dos locais de treinos da capital paulista, por isso ela é um parâmetro para entender algumas outras subidas.

Dias destes conversando com um colega que já disputou a Comrades Marathon, na África do Sul, perguntei se as subidas da prova eram comparáveis com a Biologia.

A resposta foi um sorriso meio que maquiavélico. Não satisfeito perguntei se além da dificuldade as "biologias africanas” chegavam a dez aclives durante o percurso de 89 quilômetros. Desta vez, a resposta foi através de um gesto em que a mão gesticulava uma porção e emendando a resposta. “Bem mais do dez!”

Venho pesquisando sobre a prova e ao me deparar com a imagem ao lado, percebo que meu amigo não quis me assustar, mas sim mostrar que a empreitada será árdua, muito árdua e que a Biologia, terror paulistano, é fichinha perto das pingaíbas que me aguardam na África do Sul.

Confira como foi o treino do Harry – Semana 48

Corridas de Rua · 20 jul, 2008

São Paulo - (quase parando...) Acho que essa semana será a última – espero - que mato os dias de treino, já que fiz a última das três micro-cirurgias na gengiva programadas e que fizeram os 80k programados cairem para parcos 45Km.

Segunda – 14 de junho:
Local: Pista de atletismo
Tipo de treino: Ritmo
Treino proposto: 3 X 4 X400m (1min32)
Treino efetivo: como pede a planilha
Total percorrido: 10Km

Terça – 15 de julho:
Local: Ibirapuera
Tipo de treino: Rodagem
Treino proposto: Rodagem 15K (5min29)
Treino efetivo: como pede a planilha
Total percorrido: 15 Km

Quarta – 16 de julho:
Local: Pista
Tipo de treino: Tiros
Treino proposto: 6X1000m (4min07) pausa 4min
Treino efetivo: Off
Total percorrido: 0 Okm

Quinta – 17 de julho:
Local: Ibirapuera
Tipo de treino: Rodagem em terreno variado
Treino proposto: Rodagem 15K
Treino efetivo: Off
Total percorrido: 0
Tipo de treino: Off

Sexta – 18 de julho:
Local: Ibirapuera
Tipo de treino: Rodagem em terreno variado
Treino proposto: Rodagem 10K - 5min29
Treino efetivo: Off
Total percorrido: 0Km

Sábado – 19 de julho:
Local: Ibirapuera
Tipo de treino: Rodagem asfalto
Treino proposto: Rodagem 20Km (5min19s)
Treino efetivo: 20Km (1:44min27s)
Total percorrido: 20Km

Domingo – 20 de julho:
Tipo de treino: Off

Total percorrido na semana: 45Km

O Fenômeno, Cicarelli e as corridas

Corridas de Rua · 19 jul, 2008

São Paulo - (quem é o atleta?) - Vendo a foto do Ronaldo “Fenômeno” que estampou a capa de uma revista de celebridades nesta semana, em que foi flagrado em um iate com uma bela pança a mostra, não pude deixar de lembrar de um causo envolvendo o jogador com corridas de rua e chegar a conclusão que “aquilo só poderia dar nisso”.

Faltavam algumas semanas para o atleta casar com a modelo e apresentadora Daniela Cicarelli, conhecida também por correr maratonas. Ávida por notícias, a imprensa acompanhou uma corrida curta – se não me engano 5 quilômetros - dos dois pela orla do Rio.

Ao final, a Cicarelli como todo e qualquer corredor com mínimo de preparo não aparentava qualquer sinal de cansaço. Já o Fenômeno, estava exaurido a ponto do repórter perguntar sobre isso para ele.

E a pergunta que me fazia era: quem é o atleta que ganha milhões para ter “saúde” de atleta Ronaldo ou Cicarelli?

Eletricidade e carro madrinha: casamento que dá certo

Corridas de Rua · 18 jul, 2008

São Paulo - (Eco fato...) - Quantos de nós ao correr pelas ruas já não tomamos uma baforada vindo do escapamento de um automóvel, ou pior, de um ônibus ou caminhão respirando o mais puro gás carbônico.

Ao competirmos esse problema em sua grande maioria é resolvido pela restrição de tráfego de veículos no percurso, mas quem corre lá entre os ponteiros a realidade é um pouco diferente, já que em sua volta estão carro madrinha (o que leva o cronômetro), a pick-up como pessoal da imprensa e batedores de caminho com motos.

Para amenizar tal situação há mais de uma década grandes competições internacionais usam carro híbridos (como os nossos carros Flex), só que ao invés de intercalar gasolina e álcool como os flexs nacionais, esse tipo de veículo utiliza combustível fóssil e motor elétrico.

No exterior várias provas utilizam de carros elétricos. Há uma marca, o Saturn, que inclusive patrocina várias corridas e obviamente seus modelos são os carros madrinha dessas competições. No Brasil até onde sei, essa realidade chegou apenas ano passado na disputa da Meia Maratona das Águas, disputada em Foz de Iguaçu.

No caso tanto a meia maratona como a maratona são patrocinadas, não por uma marca de carro, mas pela Itaipu Binacional.

Como se vê energia não faltará para esses carros!

Confira como foi o treino do Harry – Semana 49

Corridas de Rua · 14 jul, 2008

São Paulo - (more or less...) - A semana não foi 100%, destaque para o teste de VO2 feito na quinta feira, no qual irei postar ao receber os resultados.

Segunda – 07 de junho:
Local: Ibirapuera
Tipo de treino: Ritmo
Treino proposto: 5 Km (4min19)
Treino efetivo: 5 Km (4min13) = 21min09 – Parciais: 4min10/4min06/4min18/4min17/4min16
Total percorrido: 9Km

Terça – 08 de julho:
Local: Ibirapuera
Tipo de treino: Rodagem
Treino proposto: Rodagem (5min29)
Treino efetivo: como pede a planilha
Total percorrido: 15 Km

Quarta – 09 de julho:
Local: Pista
Tipo de treino: Tiros
Treino proposto: 3X2000m (4min07) pausa 4min
Treino efetivo: Off
Total percorrido: 0 Okm

Quinta – 10 de julho:
Local: Ibirapuera
Tipo de treino: Rodagem em terreno variado
Treino proposto: Rodagem 15K
Treino efetivo: Off
Total percorrido: 0
Tipo de treino: Off

Sexta – 11 de julho:
Local: Ibirapuera
Tipo de treino: Rodagem em terreno variado
Treino proposto: Rodagem 10K - 5min29
Treino efetivo: 10K
Total percorrido: 10Km

Sábado – 12 de julho:
Local: Ibirapuera
Tipo de treino: Rodagem asfalto
Treino proposto: Rodagem 20Km (5min19s)
Treino efetivo: 20Km (1:46min43s)
Total percorrido: 20Km

Domingo – 13 de julho:
Tipo de treino: Off

Total percorrido na semana: 54Km