A cada dia surgem novas tecnologias e o Webrun sempre pensando em você trabalha constantemente para disponibilizar novas ferramentas, produtos e serviços. Cada vez mais queremos que você interaja e faça parte de nossa comunidade através de sua participação direta.
E a grande novidade que o Webrun apresenta é a nova seção Onde Treinar que definitivamente nos coloca em um patamar acima, já que é um serviço único entre os portais especializados em corridas e triathlon existente no Brasil.
Você já pensou em medir exatamente quantos metros tem o percurso em que treina? Com o Onde Treinar você consegue fazer isso fácil e rápido. E para tanto não é necessário você possuir um GPS, basta se conectar e ser cadastrado no Webrun.
A ferramenta possibilita com base em mapas e fotos de satélite criar e pesquisar trajetos, saber a distância exata de cada um, ter o gráfico de elevação, ver fotos e comentários, e ainda imprimir, enviar para um GPS ou postar em seu blog ou site.
E como grande diferencial nosso sistema é totalmente desenvolvido em português o que facilita e muito o manuseio desta inovadora ferramenta. Faço um convite a você leitor do Blog do Harry a conhecer, participar e mandar suas sugestões. Interaja-se conosco para que possamos cada vez mais fazer que sua corrida seja mais agradável, tecnológica e prazerosa.
Corridas de Rua · 08 abr, 2008
A cada dia surgem novas tecnologias e o Webrun sempre pensando em você trabalha constantemente para disponibilizar novas ferramentas, produtos e serviços. Cada vez mais queremos que você interaja e faça parte de nossa comunidade através de sua participação direta.
E a grande novidade que o Webrun apresenta é a nova seção Onde Treinar que definitivamente nos coloca em um patamar acima, já que é um serviço único entre os portais especializados em corridas e triathlon existente no Brasil.
Você já pensou em medir exatamente quantos metros tem o percurso em que treina? Com o Onde Treinar você consegue fazer isso fácil e rápido. E para tanto não é necessário você possuir um GPS, basta se conectar e ser cadastrado no Webrun.
A ferramenta possibilita com base em mapas e fotos de satélite criar e pesquisar trajetos, saber a distância exata de cada um, ter o gráfico de elevação, ver fotos e comentários, e ainda imprimir, enviar para um GPS ou postar em seu blog ou site.
E como grande diferencial nosso sistema é totalmente desenvolvido em português o que facilita e muito o manuseio desta inovadora ferramenta. Faço um convite a você leitor do Blog do Harry a conhecer, participar e mandar suas sugestões. Interaja-se conosco para que possamos cada vez mais fazer que sua corrida seja mais agradável, tecnológica e prazerosa.
Corridas de Rua · 18 mar, 2008
Entre as razões citadas uma era que os corredores poderiam não escutar alguma recomendação da prova, ou mesmo um automóvel que por ventura invadisse o local de corrida colocando em risco a segurança dos participantes.
A hipótese do automóvel parece ser remota, entretanto flagrei tal situação. Esqueçam um motorista trasloucado que invadiu o percurso e pensem numa ambulância que tivesse que socorrer um participante. Pois é foi essa situação, não tão difícil de acontecer, que ocorreu domingo.
Veja a foto ao lado e observem a ambulância que estava com a sirene ligada abrindo passagem no percurso delimitado. Note-se, o corredor de preto teve que sair da frente assim como os demais.
Agora a pergunta que não quer se calar. E se ele tivesse com fones de ouvido quais poderiam ser as consequências? Poderia nada acontecer, como não aconteceu nada de grave haviam vários corredores com fones mas muitos destes devem ter tomado um pequeno susto ao serem alertados da presença de uma ambulância pedindo passagem.
Mas segurança nunca é demais!
Corridas de Rua · 07 mar, 2008
Sem brincadeiras agora, mas voltando ao assunto tombo, depois de rever as imagens eu consegui entender um pouco melhor o que me aconteceu. Não tenho certeza se o tapete estava mal colocado, mas me pareceu cheio de bolhas de ar, bem fofo. Mas fica a deixa e fica a conferir nas próximas provas.
Porém achei o tapete um tanto extenso, alguns organizadores utilizam uma lombadinha de fibra para ultrapassar os pontos eletrônicos e reduzir problemas com tapetes extensos.
No entanto, admito minha parcela de culpa, pois se não tivesse me desconcentrado o que na verdade é um hábito antigo de achar que a corrida termina logo após o pórtico e de zerar o cronômetro eu poderia me atentar mais para o que estava acontecendo.
Mas fica a lição e aprendi que nenhuma corrida, seja uma maratona ou um simples cinco quilômetros, não terminam logo após o pórtico. É preciso ter fôlego para mais alguns metros e esperar alguns segundos para começar a se desconcentrar, e, só assim começar a curtir o prazer do pós-prova.
Até o Bob, ops, quero dizer o queniano Robert Cheruiyot, ligou dizendo que o assunto foi destaque nas rodinhas dos centros de treinamento no país dos fundistas. Para satisfazer a curiosidade da blogaiada, explico: não coloquei a foto, pois o vídeo da chegada produto que você só tem aqui no Webrun. ilustraria o tombo (que não foi o primeiro e talvez não seja o último) de melhor maneira.
Brincadeiras à parte e depois de explicado sobre o porquê da foto, que agora está aqui do lado, esclareço à nação meus singelos pensamentos em relação à Donata, conforme a seqüência abaixo:
Ela esta tirando fotos (pensamento 01)
Ela teve o trabalho de me esperar para tirar fotos (pensamento 02)
Fiz o tempo que falei que ia fazer sub 21 min. (pensamento 03)
Estou caindo (pensamento 04)...
Pois é, foi isso que pensei. Agora vendo o filme (basta clicar aqui para ver também), consigo entender melhor o tombo. Vocês estão vendo uma pedrinha solta perto do tapete de cronometragem? Não? Como não? Pois bem, foi nela que tropecei.
Mas de qualquer forma, na próxima corrida pensem bem ao dividir a largada ou a chegada comigo, que diga o corredor que chega logo atrás de mim e dá um salto que mais parece uma participação nos 3.000 m com obstáculos, do que de uma corrida de rua.
Corridas de Rua · 03 mar, 2008
Até o Bob, ops, quero dizer o queniano Robert Cheruiyot, ligou dizendo que o assunto foi destaque nas rodinhas dos centros de treinamento no país dos fundistas. Para satisfazer a curiosidade da blogaiada, explico: não coloquei a foto, pois o vídeo da chegada produto que você só tem aqui no Webrun. ilustraria o tombo (que não foi o primeiro e talvez não seja o último) de melhor maneira.
Brincadeiras à parte e depois de explicado sobre o porquê da foto, que agora está aqui do lado, esclareço à nação meus singelos pensamentos em relação à Donata, conforme a seqüência abaixo:
Ela esta tirando fotos (pensamento 01)
Ela teve o trabalho de me esperar para tirar fotos (pensamento 02)
Fiz o tempo que falei que ia fazer sub 21 min. (pensamento 03)
Estou caindo (pensamento 04)...
Pois é, foi isso que pensei. Agora vendo o filme (basta clicar aqui para ver também), consigo entender melhor o tombo. Vocês estão vendo uma pedrinha solta perto do tapete de cronometragem? Não? Como não? Pois bem, foi nela que tropecei.
Mas de qualquer forma, na próxima corrida pensem bem ao dividir a largada ou a chegada comigo, que diga o corredor que chega logo atrás de mim e dá um salto que mais parece uma participação nos 3.000 m com obstáculos, do que de uma corrida de rua.
Corridas de Rua · 24 fev, 2008
Muito longe de achar ruim essas cobranças, aprovo esses pitos (dados numa boa), afinal uma das coisas que aprendi com a corrida é que devemos ter humildade, pois nosso esporte é um eterno aprendizado. E muito longe de querer achar que sei tudo (porque não sei) tenho plena consciência que devo escutar, aprender e o mais importante: colocar em prática as instruções do meu técnico. Sim, ele é quem sabe das coisas e disto tenho plena consciência.
Afinal nossos técnicos estão aí para nos ajudar a chegar no topo da montanha, ou você acha que eles não têm orgulho quando completamos nossos desafios e metas? Às vezes podem não demonstrar seus sentimentos para que não fiquemos com a bola cheia, mas por dentro, podem ter certeza, eles torcem por nós e vibram muito com nossas conquistas.
Tênis - Bem, já postei sobre cuidados com a amarração dos cadarços de tênis, mas quando pensei que sabia tudo vem um novo ensinamento. Corrida é detalhe embora não pareça. E uma simples estratégia equivocada, como a escolha do tênis errado, amarração incorreta ou o alimento diferente na véspera de uma competição, pode colocar seus meses de treinamento para escanteio.
Vamos lá, mas qual foi o novo aprendizado? Bom, sempre faço somente um nó no cadarço de meu tênis. O laço fica grande e pode ficar tocando na perna e em milhares de passos que damos numa corrida ele pode até machucar, mas não foi esse o caso, em particular.
O mais importante da amarração segura, segundo o ensinamento passado, é que devemos dar dois nós nos cadarços, pois assim eles não se soltam, e o que sobrar do cadarço deve ser trançado pelas amarras.
E é nesta simples tecla mas importante que tenho sido alertado e não coloco em prática, talvez por força do hábito. Mas como faço parte de uma equipe e todos seguem a recomendação, por que eu devo ser diferente? Se 50 pessoas o fazem não devo ser exceção. O ditado diz: se sair na chuva é para se molhar.
Alertado dei dois nós. Mas como meu cadarço ainda tem a cera o segundo nó não pega, assim sempre faço somente um nó. Isso pode ser desculpa? Não. Não tenho esse álibi da cera, já que foi ensinado que para tirar a cera podemos lavá-los com uma escovinha. Fiz? Não. Errei? Sim.
Mas a constatação é simples: não sei amarrar o tênis. E sinceramente os nós não estão se entendendo comigo.
Solução é simples. Ao sair do treino fui direto em uma loja especializada em corridas de rua e comprei um simples regulador de cadarço de tênis (com cadarço personalizado). Embora deva manter o cadarço original o regulador de nylon será usado no próximo treino.
Como diz o ditado: errar é humano persistir no erro é burrice!
Corridas de Rua · 19 fev, 2008
Por isso macetes na hora de encarar tais condições são necessários. Semanalmente totalizo cerca de 30 quilômetros por trilhas. E meu
O cuidado pré-corrida mais importante é a escolha do tênis. Eu por exemplo, tenho um Pegasus 2006 somente para ser usado em treinos de trilha. É o mais velhinho do meu kit, então coloco ele sem medo para enfrentar qualquer condição de terreno.
Ao correr a primeira regra é atenção. Sem ela um tombo tem grandes chances de acontecer. Ao se deparar com as poças que deixam encharcadas a terra e a grama em seu perímetro, deve-se diminuir a velocidade e procurar rapidamente o local mais seco para apoiar os pés. Não tendo esse local nos resta enfiar o pé na água ou barro. Se isso tiver que acontecer que ultrapassemos esse obstáculo andando, evitando assim, um escorregão e um tombo de proporções muito maiores do que os segundos que você poderia ganhar.
Vindo um corredor no sentido contrário a preferencial é de quem estiver mais próximo do obstáculo. Mantenha sempre a direita da trilha, afinal não moramos na Grã Bretanha, Austrália e nem no Japão.
Se o piso estiver molhado outra regrinha é cadenciar o ritmo. Muitas vezes é loucura querer igualar aquela marca que você faz quando a terra está seca. Cuidado com as pisadas, galhos e raízes. Procure mentalizar as impulsões que serão necessárias para elevar seus pés um pouco mais do que se eleva ao correr no asfalto. Um centímetro pode ser a diferença entre a glória e o chão.
Treino concluído vem a parte suja do trabalho: os cuidados com a limpeza do tênis. E se você afundou ele na poça de água ou barro não há outro jeito senão submete-lo a uma boa lavada. Se a drenagem do local de corrida for boa as poças são contornáveis como no caso do Ibira e a tendência é que neste caso somente a sola fique com sujeira. Nada que um tanque e um escova com sabão não resolvam. Se a palmilha molhou retire para dar limpeza e secagem.
Mas uma regrinha muito importante, mas, muito importante mesmo lógico que além do seu banho é tirar o tênis antes de botar o pé para dentro de casa, evitando assim, um bom trabalho a depender do seu esquecimento com a sujeira.
Corridas de Rua · 11 fev, 2008
Assim devemos aliar baixa quantidade (número de provas) com alta qualidade (nível organizacional). Como a temporada realmente esquenta a partir do mês de março, será neste mês que participarei da minha primeira corrida no ano.
Como correr é preciso, se planejar também é. Por exemplo, sabendo com antecedência onde e quando iremos competir podemos fechar a agenda do dia anterior. Assim as energias da véspera são canalizadas para a corrida.
Lógico que aquele jantar ou cineminha são bem-vindos, mas jamais repitam uma experiência que tive anos atrás. Domingo era dia da ótima Meia Maratona Speed Stick, onde eu pretendia correr sub 1h30min. Porém, esqueceram de avisar para o pessoal da banda australiana AC/DC que marcaram o show para a véspera.
E taca o Harry ir para o show e se esbaldar no mais puro metal. Conclusão: dormi pouco, acordei cansado, mas, mesmo assim, fui correr. Ao passar pelo quilômetro 18 meu cronômetro marcava 1h21min, contas rápidas na minha cabeça diziam que a meta não seria alcançada, e tomei a mais estúpida decisão da minha vida de corredor: parar!
Sim, simplesmente parei faltando três quilômetros, unicamente porque minha meta ia extrapolar em pouco mais de dois minutos. Não precisa dizer que se não fosse o showzinho casual da noite anterior eu teria feito uma prova irrepreensível de acordo com minhas metas. Mas o que faltou? Faltou simplesmente planejamento. É aquela história: quem tudo quer nada tem.
Longe de querer repetir meu erro, minha prova-alvo no primeiro semestre é a Maratona de Porto Alegre. Precedendo a prova gaúcha fiz uma pré-seleção de eventos que gostaria de participar.
Programei quatro provas, poucas né? Provavelmente, não deve ser que meu técnico pode achar (ainda não conversei com ele a respeito, mas é uma intuição minha), pois acho que ele não vai gostar muito de eu ter programado duas meias maratonas em um período de pouco mais de um mês separando uma da outra.
Meu argumento é que pretendo encarar a Meia Maratona Cidade de São Paulo mais como um treino, sem me preocupar com performance.
Vamos ver o que o Mestre acha desta minha pré-seleção.
Competições:
Já postei neste espaço, que pelo menos no meu modo de ver, não devemos fugir das adversidades dos treinamentos. O ideal é fixar um horário certo para treinar e sair para correr faça tempo bom, sol, calor, frio ou chuva. Mas vou te contar uma coisa, não está fácil!
Como disse uma amiga: férias com chuva não dá. Já não bastasse esse mês de janeiro ter sido o mais frio no comparativo com os anos anteriores, só para citar, a cidade de São Paulo nos último três anos e Curitiba nos últimos dez, a chuva é o que está pegando. Como chove. Não que devemos deixar de treinar na chuva, mas tomar chuva todo dia, isto não deve ser nada bom.
Recebemos como instrução do Wanderlei de Oliveira intensificar as rodagens para dar volume ao treinamento, principalmente para aqueles que farão maratonas no primeiro semestre, o que é meu caso. Acordei às seis horas, abro janela e vejo ela, a chuva. Vou esperar diminuir, depois eu saio, pensei, pois o treino era livre. Às sete horas a chuva ainda estava lá, só que mais forte e às 7h30, quando sai de casa, aí piorou.
Corredores paulistanos que treinam no Ibirapuera tem sorte para situações como essa. Lá eles podem contar com a famosa marquise do Ibirapuera que tem um circuito informal, de cerca de 1.500m, banheiro e bebedouros a vontade.
Você que não treina em São Paulo qual é a dica para correr protegido em dias de temporais?
Corridas de Rua · 30 jan, 2008
Já postei neste espaço, que pelo menos no meu modo de ver, não devemos fugir das adversidades dos treinamentos. O ideal é fixar um horário certo para treinar e sair para correr faça tempo bom, sol, calor, frio ou chuva. Mas vou te contar uma coisa, não está fácil!
Como disse uma amiga: férias com chuva não dá. Já não bastasse esse mês de janeiro ter sido o mais frio no comparativo com os anos anteriores, só para citar, a cidade de São Paulo nos último três anos e Curitiba nos últimos dez, a chuva é o que está pegando. Como chove. Não que devemos deixar de treinar na chuva, mas tomar chuva todo dia, isto não deve ser nada bom.
Recebemos como instrução do Wanderlei de Oliveira intensificar as rodagens para dar volume ao treinamento, principalmente para aqueles que farão maratonas no primeiro semestre, o que é meu caso. Acordei às seis horas, abro janela e vejo ela, a chuva. Vou esperar diminuir, depois eu saio, pensei, pois o treino era livre. Às sete horas a chuva ainda estava lá, só que mais forte e às 7h30, quando sai de casa, aí piorou.
Corredores paulistanos que treinam no Ibirapuera tem sorte para situações como essa. Lá eles podem contar com a famosa marquise do Ibirapuera que tem um circuito informal, de cerca de 1.500m, banheiro e bebedouros a vontade.
Você que não treina em São Paulo qual é a dica para correr protegido em dias de temporais?
Corridas de Rua · 20 jan, 2008
Esqueça o relógio GPS último modelo ou o primeiro tênis que ultrapassou a barreira do milhar de real, atualmente, nada disto para mim é mais importante do que comprar um simples colchonete para ser usado nos exercícios de alongamentos, que na Run for Life são feitos no mínimo oito vezes por semana.
A primeira medida foi pesquisar para comprar pela internet. Achei fácil depois de pesquisar em lojas especializadas. Um modelo emborrachado sai por R$ 21,90 + R$ 5,20 de frete, que totaliza R$ 27,10 vale mais do que a pena adquirir esse acessório.
A blogaiada pode estar perguntando: mas as assessorias esportivas não disponibilizam esse equipamento básico? Diria que disponibilizam, mas de forma reduzida o que é bastante compreensível. Ou você imagina aquele personal trainer com 100, 200 e alguns dizem passar dos mil alunos, levarem colchonetes para todos?
Certamente, deveria de haver não um carro utilitário, mas sim, um caminhão somente para o transporte do acessório. Por isso, a tendência é cada aluno seja responsável por seu kit de corrida.
Corridas de Rua · 10 jan, 2008
Qual sua meta, qual seus objetivos para esse ano? Essas são algumas das perguntas que nós corredores devemos ter respostas em mente na hora de planejar a temporada. A partir destes objetivos, deve-se planejar as provas que iremos participar, mas lembre-se, de ter metas realistas. Não programe sua maratona para sub três se até você mesmo sabe que não conseguira atingir esse objetivo. Isso lhe evitará frustrações. E corrida é alegria.
Seu objetivo é correr uma maratona, pois bem, programe-se para participar de uma ou duas meias maratonas para sentir a prova alvo. Talvez seu objetivo seja bater seu recorde pessoal nos 10 quilômetros, então, a melhor coisa é programar algumas competições na distância. Para isso, participe de um circuito que tenha de três a quatro etapas em um mesmo percurso, assim, você conseguirá medir sua performance prova a prova. Se vai bater o recorde é outra questão, porém, há grandes chances de ao menos você reavaliar a meta e melhorar a marca na outra temporada.
Lembre-se o objetivo deve ser alcançado, o que não deve ser encarado como obrigação e sim como meta. E, para isso, só existe um caminho: treino e disciplina.
Alimentação · 17 jun, 2026
Saúde · 17 jun, 2026
Atletismo · 17 jun, 2026