Blog_Harry_Curiosidade

A corrida da muvuca

Acredito que a Corrida de São Silvestre começa a deixar de ser uma competição para virar uma confraternização. Embora ainda queira acreditar que eu vá participar desta prova de forma competitiva, sem ter que desviar de placas e fantasiados, tomar água em uma temperatura ideal, mas nunca quente, entre outras coisas básicas em uma corrida dita normal.

Existem aqueles que não gostam de “normalidades” e gostam sim de uma boa muvuca e para esses vai aqui uma dica de boa diversão feita pela blogueira Jacke Gense. Trata-se da Corrida da Lama (quer mais muvuca que isso?). Pois é, essa prova vai acontecer em fevereiro na mais holandesa das cidades brasileiras: Holambra (para quem não é do estado ou não conhece fica na região de Campinas à cerca de 100 quilômetros de São Paulo). Serão 5 e 10 quilômetros de puro barro e lama garante quem já participou.

Alguns fugirão de seus técnicos para participar do evento (é grande o risco de lesão neste tipo de prova), outros vão para a farra consciente que a muvuca é o que importa como tem acontecido com a nossa mais famosa prova.


A corrida da muvuca

Corridas de Rua · 04 jan, 2008

Acredito que a Corrida de São Silvestre começa a deixar de ser uma competição para virar uma confraternização. Embora ainda queira acreditar que eu vá participar desta prova de forma competitiva, sem ter que desviar de placas e fantasiados, tomar água em uma temperatura ideal, mas nunca quente, entre outras coisas básicas em uma corrida dita normal.

Existem aqueles que não gostam de “normalidades” e gostam sim de uma boa muvuca e para esses vai aqui uma dica de boa diversão feita pela blogueira Jacke Gense. Trata-se da Corrida da Lama (quer mais muvuca que isso?). Pois é, essa prova vai acontecer em fevereiro na mais holandesa das cidades brasileiras: Holambra (para quem não é do estado ou não conhece fica na região de Campinas à cerca de 100 quilômetros de São Paulo). Serão 5 e 10 quilômetros de puro barro e lama garante quem já participou.

Alguns fugirão de seus técnicos para participar do evento (é grande o risco de lesão neste tipo de prova), outros vão para a farra consciente que a muvuca é o que importa como tem acontecido com a nossa mais famosa prova.

Será que vai chover?

Corridas de Rua · 29 dez, 2007

São Pedro já deu os primeiros sinais que pode repetir uma boa carga d’ água como a que fez despencar na última corrida de São Silvestre. Hoje após um dia quente e abafado no final da tarde – leia-se no mesmo horário da largada da corrida – caiu uma boa chuva na cidade.

Uma dica para se prevenir é ter uma capa de chuva descartável caso na concentração chova, assim você pode usá-la, porém, ela deve ser descartada alguns minutos antes da largada (jamais corra com uma).

Boa corrida!

Peso e esteira

Corridas de Rua · 19 dez, 2007

Atualizada em 20/12/2007 às 18h

Um dos principais cuidados que os corredores devem ter em relação a seu treinamento é com o fortalecimento muscular, assunto já comentado neste espaço. Segundo especialistas fazer musculação voltada para corrida – baixa carga com alta intensidade, ou seja, peso baixo e maior número de repetições - faz muito bem, pois além do ganho de força, a musculação diminui o risco de lesões.

Pensando nas lesões e nas maratonas que vou encarar em 2008, me matriculei (mais uma vez) em uma academia, na qual, tenho que me disciplinar para treinar três vezes por semana.

Outra vantagem da academia é poder correr na esteira. Claro que prefiro correr em parques ao invés de academias, mas convenhamos, muitas vezes temos que “matar” o treino da corrida porque não conseguimos se deslocar para o parque.

O fato de que muitas academias fecham bem tarde da noite (algumas funcionam 24hs por dia) diminui o risco de ter que passar por cima da planilha de treino.

Acabou a desculpa para cabular treino de corrida.

Observação: Segundo o especialista em treinamento desportivo, Prof. Brucce Cota, a intensidade está diretamente relacionada ao percentual da carga máxima, o que significa que o treino deve ser com baixa carga e com um volume maior (intensidade baixa e volume alto).

Não tropece na numeração do tênis

Corridas de Rua · 11 dez, 2007

Hoje com o mundo globalizado acabamos nos deparando com serviços de compras on line que oferecem produtos de todas as partes do planeta. Também, diferente de antigamente, temos a possibilidade de fazer mais viagens internacionais. Por esses motivos acabamos nos deparando involuntariamente com produtos diferentes, “high tech” e que não são “aportuguesados”.

Mas atenção! Antes de comprar um importado, devemos nos adequar aos padrões internacionais, principalmente quando o produto gringo almejado é um par de tênis. Nosso mais importante aliado à corrida tem diferentes numerações ao redor do mundo.

Então antes de sair comprando todos os tênis legais, veja qual é a sua numeração no exterior.

Clique aqui e confira a tabela com a numeração internacional de calçados.

Boas compras!

Dias de cão

Corridas de Rua · 23 nov, 2007

Dias desses estava girando pela Cidade Universitária e pude observar que o perigo mora ao lado, já que é grande o número de cachorros soltos dentro da USP, um dos mais tradicionais redutos de corredores da capital paulista. Diferente dos mimosos pets domésticos, os da USP representam perigo, já que se agrupam em matilhas.

Na USP passar por um deles enquanto corremos é muito fácil, eles passam por nós despercebidos e achamos até legal. Mas quando se juntam para dar seu footing aí a coisa complica. Querendo variar o percurso da volta de seis quilômetros me aventurei lá pelos lados da Praça do Relógio e quando menos espero estava no meio de vários cachorros. Deveria ser coisa de 10 a 15 animais, um deles veio se engraçar e eu dei uma bronca (interiormente eu estava com muito medo) e ele se afastou.

A ordem nessas circunstâncias é manter a calma e parar de correr. É importante demonstrar a ele que você esta só de passagem e não quer ameaçar seu território. Isso é o básico que podemos fazer, porém, o fator sorte deve ser observado. E se o cachorro não esta nem aí com suas broncas?

Cabe a prefeitura da Cidade Universitária delinear um plano e afastar o perigo. Por outro lado, o que nós corredores podemos fazer para ajudar a tornar a USP mais segura? Você já teve alguma experiência ruim com cães durante sua corrida, comente no link abaixo.

Tênis para o treinamento

Corridas de Rua · 14 nov, 2007

Para o treino de seis meses, que comecei no último dia primeiro visando a Maratona de Porto Alegre, tive o cuidado de separar alguns equipamentos e acessórios novos. Alguns não estão dando certo, como os pares de meia, mas no quesito tênis, talvez o mais importante, inicío a empreitada municiado de cinco pares: um Nike Shox, dois Nike Pegasus (2006 e 2007), um Adidas Adistar Cushion e um Olimpikus Tube.

Costumo dois meses antes da maratona comprar um par de tênis específico que usarei na competição, já que até lá os modelos usados para treinos estarão desgastados e creio que seja um tempo hábil para amaciar o novo tênis. Uma dica é sempre comprar o modelo que você teve melhor adaptação durante seu treinamento. Daí a importância de optar pelos modelos que você já vem treinando.

Importante também, é que eu tive acesso aos testes de pisada e contei com essa importante informação na hora de escolher o modelo apropriado ao meu tipo de pisada. Entendo que nem todas as localidades deste vasto país contam com a tecnologia. Por isso, você que não tem acesso aos testes precisa passar por um médico, preferencialmente um médico ortopedista ou especialista em esporte.

Completa a lista calções, blusas, legging e, umas cinqüenta camisetas, essas para dar e vender.

Entre lebres e tartarugas

Corridas festivas como a Nike 10K, São Silvestre e Meia do Rio, atraem muitos corredores novatos que escolhem essas provas para estrear no esporte. Esses atletas 0Km – sem trocadilhos – são evidentemente bem vindos ao nosso mundinho, mas talvez por inexperiência ou até por acharem que tem experiência, protagonizam cenas estranhas e muitas vezes perigosas quando colocam a segurança dos outros em risco. Credito a maior fatia de “culpa” aos novatos, entretanto, tem muito atleta rodado que também dá suas mancadas.

Uma das melhores maneiras de identificar esse tipo de atleta é observar nessas provas aquele sujeito que do nada aparece ao seu lado com uma velocidade espantosa (e eu sempre me pergunto: onde ele estava?). Se não bastasse o susto de ver um torpedo no meio de um monte de gente lenta – para ele é claro – o cidadão teima em ficar dando suas bufadas em seu pescoço e querendo ultrapassar a todo custo, num zigue-zague infernal. Frise-se, ultrapassar em corrida é um direito. Porém deve-se saber fazê-lo, respeitando o seu colega corredor.

Por outro lado, os corredores mesmo os que correm no fundão, não devem formar paredes de três, quatro ou mais corredores de forma compacta, impedindo assim que mais rápidos os ultrapassem. Deixar uma brecha e caminho livre para um atleta mais rápido, que não necessariamente se encaixe no estereótipo acima, também faz parte das “regrinhas” básicas do manual.

Como se vê, tudo é uma questão de bom senso entre lentos e rápidos, novatos e experientes.


Entre lebres e tartarugas

Corridas de Rua · 12 nov, 2007

Corridas festivas como a Nike 10K, São Silvestre e Meia do Rio, atraem muitos corredores novatos que escolhem essas provas para estrear no esporte. Esses atletas 0Km – sem trocadilhos – são evidentemente bem vindos ao nosso mundinho, mas talvez por inexperiência ou até por acharem que tem experiência, protagonizam cenas estranhas e muitas vezes perigosas quando colocam a segurança dos outros em risco. Credito a maior fatia de “culpa” aos novatos, entretanto, tem muito atleta rodado que também dá suas mancadas.

Uma das melhores maneiras de identificar esse tipo de atleta é observar nessas provas aquele sujeito que do nada aparece ao seu lado com uma velocidade espantosa (e eu sempre me pergunto: onde ele estava?). Se não bastasse o susto de ver um torpedo no meio de um monte de gente lenta – para ele é claro – o cidadão teima em ficar dando suas bufadas em seu pescoço e querendo ultrapassar a todo custo, num zigue-zague infernal. Frise-se, ultrapassar em corrida é um direito. Porém deve-se saber fazê-lo, respeitando o seu colega corredor.

Por outro lado, os corredores mesmo os que correm no fundão, não devem formar paredes de três, quatro ou mais corredores de forma compacta, impedindo assim que mais rápidos os ultrapassem. Deixar uma brecha e caminho livre para um atleta mais rápido, que não necessariamente se encaixe no estereótipo acima, também faz parte das “regrinhas” básicas do manual.

Como se vê, tudo é uma questão de bom senso entre lentos e rápidos, novatos e experientes.

Cuidados com o kit da prova

Fiz uns 15 km básico hoje pela manhã, debaixo de uma garoazinha que ensaiou uma tempestade que não veio. Comecei na Avenida São Luis, no centro de São Paulo, e em uma única reta subi e desci a famosa rua Augusta planei na Colômbia, Avenida Europa, Cidade Jardim, Lineu de Paula Machado e bingo me vejo no portão da USP. Hidratei na barraca da equipe e depois da massagem fui retirar meu kit da Nike 10K que rola amanhã. Contando no relógio a entrega não me tomou nem 5 minutos. Entrega fácil e rápida.

Com o kit em mãos uma boa coisa para se fazer é adiantar uma etapa que são os preparativos pré corrida, como pregar o número de peito na camiseta (nesta da Nike nem precisa ter este trabalho, o número já vem na camiseta). Depois é colocar o chip nas amaras do tênis, enfim, escolher e separar todo o uniforme e equipamento que vai usar no domingo. Isto a depender do caso, pode render de 15 a 30 minutos de sono a mais no dia seguinte, e o melhor, não ter estresse neste dia com esses problemas mundanos de nós corredores temos ou fazemos questão de ter.

Daí para não ficar só na palavra fiz a lição de casa. Separei o calção, a camiseta, meia, tênis, relógio, óculos, boné e uma mochila, ufa! Na mochila ajeitei a câmera, celular, documento, chaves, blusa e uma garrafa de água. Não levei nem 10 minutos, ou seja, trabalho nenhum. Citei os itens básicos, mas pode haver os apetrechos como toalha, necessaire, espelho, sogra, sei lá, isso depende de cada um.

Feito isso é hora de controlar a ansiedade. Para falar a verdade eu ainda não sou a pessoa mais indicada para falar sobre esse assunto. Mas o que posso dizer que no sábado temos que comer bem, preferencialmente, uma boa massa, pão, muita água e dormir no mínimo seis horas.

Uma vez na baia o negócio é disparar o cronômetro na largada e dar o stop na chegada!


Cuidados com o kit da prova

Corridas de Rua · 10 nov, 2007

Fiz uns 15 km básico hoje pela manhã, debaixo de uma garoazinha que ensaiou uma tempestade que não veio. Comecei na Avenida São Luis, no centro de São Paulo, e em uma única reta subi e desci a famosa rua Augusta planei na Colômbia, Avenida Europa, Cidade Jardim, Lineu de Paula Machado e bingo me vejo no portão da USP. Hidratei na barraca da equipe e depois da massagem fui retirar meu kit da Nike 10K que rola amanhã. Contando no relógio a entrega não me tomou nem 5 minutos. Entrega fácil e rápida.

Com o kit em mãos uma boa coisa para se fazer é adiantar uma etapa que são os preparativos pré corrida, como pregar o número de peito na camiseta (nesta da Nike nem precisa ter este trabalho, o número já vem na camiseta). Depois é colocar o chip nas amaras do tênis, enfim, escolher e separar todo o uniforme e equipamento que vai usar no domingo. Isto a depender do caso, pode render de 15 a 30 minutos de sono a mais no dia seguinte, e o melhor, não ter estresse neste dia com esses problemas mundanos de nós corredores temos ou fazemos questão de ter.

Daí para não ficar só na palavra fiz a lição de casa. Separei o calção, a camiseta, meia, tênis, relógio, óculos, boné e uma mochila, ufa! Na mochila ajeitei a câmera, celular, documento, chaves, blusa e uma garrafa de água. Não levei nem 10 minutos, ou seja, trabalho nenhum. Citei os itens básicos, mas pode haver os apetrechos como toalha, necessaire, espelho, sogra, sei lá, isso depende de cada um.

Feito isso é hora de controlar a ansiedade. Para falar a verdade eu ainda não sou a pessoa mais indicada para falar sobre esse assunto. Mas o que posso dizer que no sábado temos que comer bem, preferencialmente, uma boa massa, pão, muita água e dormir no mínimo seis horas.

Uma vez na baia o negócio é disparar o cronômetro na largada e dar o stop na chegada!

Cuidado com os raios quando se corre

Corridas de Rua · 02 nov, 2007

Primavera e verão são as estações do ano em que mais chove e normalmente não são chuvinhas e sim tempestades que se precipitam sempre após um dia abafado. Com as chuvas vêm os trovões e os temidos raios. Portanto, devemos tomar muito cuidado com os raios enquanto pratica-se corrida em locais abertos, como por exemplo parques.

Para quem acha que é um cuidado tolo, saiba que o Brasil é o país com maior incidência no mundo, com cerca de 100 milhões de raios por ano. Alguns podem perguntar se morre gente. Sim, morre e como. Embora apenas uma entre um milhão de pessoas sejam atingidas, no Brasil somente no ano 2000, 100 pessoas morreram.

Um cuidado muito importante ao correr nestas condições é se proteger, mas nunca sob a falsa proteção de árvores que atraem os raios. Deve-se ainda evitar ficar próximo aos trilhos, cercas, postes e linhas de energia elétrica.

Segundo o Instituto de Tecnologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRRJ), “se você estiver em campo aberto, sem um abrigo próximo e sentir seus pelos arrepiados ou sua pele coçar, indicando que um relâmpago (raio) está prestes a cair, ajoelhe-se e curve-se para a frente, colocando suas mãos nos joelhos e sua cabeça entre eles e nunca deite-se no chão, que é pior”.

Atingido, saiba que a chance de sobreviver é de apenas 2%!

Cuidados com a umidade relativa do ar

Corridas de Rua · 27 out, 2007

Depois de meses de estiagem com escassas chuvas São Pedro resolveu dar uma força para São Paulo, a cidade. Desde que desabou um baita toró na tarde do ultimo domingo, dia 21, não pára de chover. Para se ter uma idéia, momentos antes desta chuva a temperatura estava em 35°C e a umidade relativa do ar (UR) em 30%. No momento que escrevo esse post – após outro dilúvio - a temperatura está em 20°C e a UR em 83%.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) a média ideal da UR fica entre 40% a 50%. Abaixo de 40% nosso corpo sofre. Os principais problemas observados são complicações alérgicas e respiratórias, ressecamento da mucosa, sangramento pelo nariz e irritação dos olhos, além, da menor dispersão da poluição.

As dicas básicas para amenizar o problema da baixa UR, é evitar e até suprimir exercícios físicos ao ar livre entre 10 e 16 horas, sempre se proteger do sol, usar soro fisiológico para olhos e narinas e consumir muita água.

Por outro, lado ambientes fechados e muito úmido (+70%) também prejudicam a saúde, as principais consequências são as alergias e reumatismos. Neste caso, deve-se manter o local limpo e arejado, limpar as superfícies lisas com pano limpo e úmido e trocar regularmente as roupas de cama.

Esses são alguns dos cuidados básicos que você deve ter!