Confira dicas para presentes de natal

O fim de 2007 está próximo e é nessa época do ano que todos saem na correria das compras de natal. A menos de uma semana da data comemorativa, as lojas estão praticamente lotadas, os estacionamentos de shoppings abarrotados e muitos já estão sem paciência para enfrentar essa verdadeira maratona natalina.

Por isso o Webrun fez um guia de compras para o natal. O melhor de tudo é que essas comprinhas podem ser feitas todas pela internet, ou seja, você terá mais tempo para terminar seus treinos de 2007 e se divertir. Aproveite!

Tênis - Para quem gosta de esporte ganhar um tênis nunca é demais. A loja Ironman Sport, por exemplo, está com descontos de até 70% em produtos selecionados. Um par de Puma modelo Complete Concinnity custa R$199,90.

Já na Velocità você encontra o tênis Asics Gel Kayano Walker 5 de R$499,90 por R$279,99. E se o seu presenteado é um corredor de longa distância a dica é um tênis feito sob medida. A marca Sprint Tênis fabrica calçados especiais que não dão bolha. O par custa em média R$100.

Roupas - Não sabe o que dar para o seu amigo secreto? Que tal dar uma peça de roupa esportiva que o presenteado possa usar tanto para praticar atividade física quanto para passear?

É possível encontrar camisetas femininas de algodão ou de tecido tecnológico de todos os preços. A Nike tem a linha Yôga com desenhos “zen” que são ótimas para qualquer momento do dia. E as mulheres normalmente gostam.

A marca esportiva CrisRacca tem diversos modelos de camisetas, regatas, shorts e tops para todas as modalidade, inclusive corrida e triathlon. De acordo com a marca, suas camisetas pesam menos de 100 gramas.

Acessórios - As marcas esportivas, além de roupas e calçados, também têm variedades em acessórios. Bolsas, óculos, relógios e monitores cardíacos compõem esse grupo.

A Speedo tem uma bolsa feminina indicada para viagem e academia que custa R$74,90. Mas se o presente precisa ser um pouco mais sofisticado é possível encontrar monitor cardíaco da Oregon por menos de R$300.

Fotos - Uma outra opção de presente são as fotos de competições. Se o presenteado for um corredor assíduo, certamente você irá encontrar uma foto dele no Webrun.

Para isso basta digitar o nome completo da pessoa na “busca por todos os eventos”. Após achar a foto, você pode escolher o tamanho da ampliação e mandar o presente direto para a casa da pessoa. Outra opção é mandar a foto para o seu endereço e incrementar o presente com um belo porta retrato.

Atletismo · 18 dez, 2007


Diagnóstico por imagem diferencia canelite de fratura por estresse

Dores nas pernas em corredores podem ser de várias causas: musculares, tendinosas e ósseas. Duas delas são de especial interesse porque têm algumas semelhanças clínicas, porém, com graus de gravidade bem diferentes. Uma delas é a vulgarmente conhecida como "canelite", ou síndrome do estresse tibial medial. A outra é a fratura por estresse. O diagnóstico por imagem é um aliado importante do ortopedista e de seu paciente para se diagnosticar claramente qual das duas lesões o corredor apresenta. Vários são os exames de imagem que podem ajudar a classificar, graduar e, portanto, diagnosticar o problema.

A origem da "canelite", que agora em diante chamaremos de síndrome do estresse tibial medial (SETM), tem algumas teorias. É uma lesão crônica em corredores e em outros esportistas decorrente da sobrecarga no osso da tíbia e da tração excessiva na inserção do músculo sóleo (um músculo flexor do tornozelo) na margem póstero-medial da tíbia. Essa síndrome é classificada em quatro graus de gravidade. Alguns pesquisadores consideram a fratura por estresse como o grau IV da síndrome. Daí a necessidade de um diagnóstico precoce: ou seja, para que uma SETM não se transforme numa fratura por estresse.

Além da história clínica e exame físico da SETM e da fratura por estresse serem um pouco diferentes, o suficiente para o ortopedista suspeitar de uma ou de outra lesão, na maioria das vezes o atleta necessita de um exame de imagem para completar o diagnóstico.

A radiografia convencional é geralmente o primeiro exame a ser solicitado. No caso de uma SETM, o resultado é absolutamente normal. Já a fratura por estresse só é diagnosticada pelas radiografias depois de uns 15 dias de sua instalação, ou seja, o esportista já tem a fratura por estresse, mas a radiografia se atrasa em 15 dias para diagnosticá-la. Neste momento aparecem alterações radiológicas no osso, indicativas de fratura por estresse.

Mas o esportista, profissional, amador ou recreacional, não pode ficar esperando 15 dias pelo seu diagnóstico, pois seu treinamento e suas competições poderão ser alterados, dependendo do diagnóstico e da orientação médica. Então, o diagnóstico por imagem dispõe de mais exames para ajudar o corredor: a cintilografia óssea e a ressonância magnética (RM). Além de diagnosticarem precocemente a fratura por estresse, estes dois métodos vão fazer o diagnóstico diferencial entre a SETM e a fratura por estresse.

O exame de cintilografia óssea em três fases é realizado por meio de uma injeção intra-venosa de uma marcador radioativo (rádio-fármaco), que irá se concentrar em áreas de maior atividade óssea, como por exemplo, ao longo da tíbia, de forma sutil no caso de uma SETM e num formato ovalado, localizado e intenso, no caso de uma fratura por estresse. Variações nestas apresentações ocorrem e o diagnóstico vem da interpretação dos achados pelo médico nuclear e pelo ortopedista.

A ressonância magnética (RM) é o melhor exame de imagem para avaliar lesões crônicas de origem músculo-esquelética em corredores. É tão precoce, ou mais, que a cintilografia óssea para detectar as alterações da SETM e da fratura por estresse, e pode não necessitar de injeção de contraste.

Não precisamos entrar em detalhes aqui sobre os aspectos de imagem que fazem o diagnóstico diferencial entre estas lesões, tão comuns em esportistas, mas podemos explicar que os sinais identificados pela ressonância magnética variam desde alterações inflamatórias em tecidos moles da região ântero-medial da perna (edema em planos gordurosos) até alterações ósseas progressivas na medular óssea (tutano), e fratura na cortical óssea. Ou seja, trata-se de um espectro de alterações, gradativas, que ao serem detectadas pela ressonância magnética, permitem-nos classificar a lesão.

São considerados três estágios de SETM: I, II e III. O grau IV já é a própria fratura por estresse. Assim, fica evidente a importância de um exame de RM para um corredor, pois o tratamento e a orientação médica que se seguirão, poderão ser totalmente diferentes.

Além da adequada avaliação destas lesões, a ressonância magnética acaba sendo muito útil, pois pode fazer diagnóstico de lesões em outras estruturas, no mesmo exame, que poderiam causar dor e quadro clínico semelhantes aos da SETM e fratura por estresse, como algumas tendinopatias e lesões musculares crônicas.

A tomografia computadorizada pode ser indicada nos casos já diagnosticados de fratura por estresse, quando o objetivo for analisar detalhes da fratura e da região acometida.

Atletismo · 18 dez, 2007


São Silvestre terá mais dois quenianos de peso

Depois de anunciar a presença do tricampeão da Maratona de Boston e campeão da Maratona de Chicago, Robert Cheruiyot, a organização da São Silvestre confirma a vinda de Patrick Mutuku Ivuti e Alice Jemeli Timbilili. Os dois figuram entre os melhores corredores de nível internacional e vão reforçar a o field de estrangeiros na competição do próximo dia 31.

Ivuti, 29 anos, faturou esse ano a Meia de Praga com 1h01, obteve o quinto posto na Maratona de Roterdã com 2h12min24 e possui marcas pessoais consistentes. Nos 5.000m ele ostenta 13min02seg68; nos 10 mil 27min05seg88, na meia 1h00min42 e 2h07min46 na maratona.

Alice, por sua vez, também obteve bons resultados na temporada 2007, com um segundo lugar na Meia de Filadélfia (EUA) e na de Saltillo (México) e um terceiro posto na Meia de Nova Delhi (Índia). Durante o Mundial de Corridas de Rua disputado em Udine, na Itália, em 14 de outubro, ela obteve o nono posto com 1h09min09. Suas melhores marcas são 8min40seg76 nos 3.000m; 14min47seg06 nos 5.000m; 31min23seg99 nos 10 mil e 1h08min56 na meia.

“É sempre bom contar com a participação de atletas fortes na prova. É uma garantia de grande competitividade e de um nível técnico elevado”, comenta Júlio Deodoro, diretor geral da competição. “Os brasileiros certamente terão que dar o seu melhor para vencer”, completa.

Os mineiros Franck Caldeira e Lucélia Peres, campeões de 2006, estão confirmados na 83ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre, que reunirá 20 mil corredores inscritos, recorde absoluto, no encerramento do calendário esportivo do ano.

Corridas de Rua · 17 dez, 2007


Evento reúne corrida e show de rock em São Paulo

Os paulistanos contaram com um evento diferente no último domingo em São Paulo, já que aconteceu no Transamérica Expo Center a Rock’n Run, prova de 10 quilômetros que teve como festa de encerramento o show da banda Titãs. A vitória entre os homens ficou com José Rodrigues da Fonseca, ao marcar 32min36 e entre as mulheres com Ariane Silveira, que fechou com 38min20.

O evento reuniu aproximadamente 2.500 atletas numa manhã nublada, mas abafada na capital paulista. O campeão, de 35 anos, festejou muito a vitória e diz que corre para manter a forma física. “Participo de corridas curtas, de 10 km, para melhorar a qualidade de vida. Isso ajuda no auto-conhecimento, porque aprendo a comer melhor, a melhorar a postura e realmente corro por lazer, não ganho dinheiro com isso”.

Já a gaúcha Ariane Silveira, de 25 anos, usa as provas de 10 quilômetros como forma de treino para as competições de triathlon da qual participa como amadora. “Há atletas de todos os níveis e isso é bom para o esporte e para qualidade de vida. Fechar com um show dos Titãs também é demais”, ressalta a atleta que pretende ingressar na categoria profissional ano que vem.

Organização - Para Carlos Galvão, diretor geral do evento, a competição foi um sucesso, pois a fórmula agrada a todos. “A melhor prova disso é que, mesmo com tempo fechado, muita gente veio para a corrida ou caminhada. É muito bom poder ver famílias participando do evento, que fechou com um grande show dos Titãs”.

Esse ano houve também uma edição da Rock’n Run em Florianópolis (SC) e, segundo Galvão, para 2008 a idéia é organizar quatro etapas. Quem também esteve presente e elogiou a organização foi o padrinho da prova Claudinei Quirino, que afirma que “aqui não temos pelotão de elite, o que aproxima atletas experiente e novatos. É sempre bom participar de um evento onde podemos encontrar pessoas que buscam a qualidade de vida”.

Corridas de Rua · 17 dez, 2007