Triathlon · 19 jun, 2012
De seis a dez de junho foi realizado na Inglaterra o Quintuple Enduroman Ultra Triathlon, prova de cinco dias de triathlon de longa distância. Ao contrário do Ultraman, competição em que as modalidades são separadas em três diferentes jornadas diárias (natação e parte do ciclismo no primeiro dia, outro dia só de bike e ultramaratona no terceiro dia), a prova britânica teve o equivalente a um Ironman por dia.
Isso significa que os competidores enfrentaram 3.800 metros de natação, 180 quilômetros de ciclismo e uma maratana (42,195 quilômetros) em todos os dias de prova. No final da competição, sediada no Parque Nacional New Forest, em Hampshire, o brasileiro Sérgio Cordeiro conquistou a sexta colocação geral.
O triatleta conta que sofreu com a baixa temperatura da água. O lago estava com uma temperatura de quase dez graus, muito gelado, afirma Sérgio. Os cinco dias de competição foram disputados sob tempestades, com ventos de até 100 km/h, afirma.
Sérgio lembra que no segundo dia o ciclismo chegou a ser interrompido para que a organização retirasse árvores caídas ao longo do caminho, o que levou a alterações no percurso e até abandonos de alguns atletas.
Aos 58 anos, o atleta e funcionário da Prefeitura de Magé (RJ) diz que pretende competir para testar até aonde vai a capacidade do ser humano em superar seus próprios limites. Sua próxima prova é a ultramaratona de 250 quilômetros Rio-Paraty, em julho, para arrecadar fundos para o Instituto Nacional do Câncer (INCA).
Atletismo · 19 jun, 2012
Onde fica o osso sesamóide?- Os sesamóides são encontrados embaixo da articulação do dedo grande (hálux) e são tipicamente de tamanho pequeno (como dois feijões). Há dois ossos sesamóides em cada pé, sendo um medial e outro lateral (como mostra a figura1). Mas algumas pessoas podem tê-los ainda separados ao meio, o que chamamos de sesamóide bipartido.
O que faz o osso sesamóide?- Os ossos sesamóides estão embutidos no tendão flexor do hálux, mas o que torna estes ossos pequenos tão importantes não é a sua localização, mas a natureza. Eles foram concebidos para funcionar como um ponto de apoio ou um braço de alavanca para os tendões flexores. Equivalente ao seu trabalho como um ponto de apoio, os ossos sesamóides também atuam como um guarda-costas para seus tendões circundantes, onde sua função é a de atuar como um fulcro para segurar os tendões mais longe da articulação. Em cima da proteção, os sesamóides também servem para reforçar os efeitos de tendões do ponto de vista mecânico, como roldanas (como na figura 2).
Por que eles doem?- O problema com os ossos sesamóides é a sua localização (em alguns indivíduos o tamanho deles também influencia). Como você pode ver na imagem 2, eles estão situados em uma área de alta pressão. Este simples fato, combinado com a sua proximidade com os tendões e esportes de impacto, propicia inflamação e dor, o que damos o nome de sesamoidite.
Uma pisada pronada no antepé e sobrepeso também contribuem para o aumento de carga e pressão na região. Assim como andar, dançar e correr na meia ponta. Além de inflamar eles podem até fraturar (figura 3).
Como tratar?- Em casos menos graves, medicamentos anti-inflamatórios funcionam muito bem na redução da dor. Há também cintas ou órteses que são usadas para segurar o hálux ou bandagens que evitam a hiperextensão, movimento que irrita os tendões em torno do osso sesamóide. Solas de sapatos almofadadas ou palmilhas também pode ser usados para reduzir a dor.
Mas o ideal é procurar um médico para fazer o diagnóstico correto pois existem casos em que ocorrem necroses desses ossos e o tratamento pode variar desde fisioterapia, infiltrações, podendo chegar a ser cirúrgico em alguns casos.
Atletismo · 19 jun, 2012
Para continuar a semana de comemoração dos dez anos do Portal Webrun, conversamos com duas figuras recorrentes em nossas matérias e no mundo das corridas: a jornalista Fernanda Paradizo e o maratonista Adriano Bastos. Os dois contam como foi o crescimento das corridas de rua no Brasil junto com o site e também a evolução da internet.
O site - Fernanda Paradizo se envolveu no projeto do Webrun ao conhecer Harry Thomas Jr., que na época havia fundado o site Maratona.com.br, incorporado ao portal. A gente tinha muita ligação com a corrida de rua na época. O Grupo Pão de Açúcar patrocinava o Circuito Corpore, os grandes responsáveis pelo crescimento do esporte no Brasil, conta Fernanda.
A parceria entre o portal e Fernanda dura até hoje. Quando a jornalista começou no meio, quase não havia divulgação e o número de corridas ainda era muito pequeno.
Quase na mesma época, em 2002, o atleta Adriano Bastos começava a despontar nas provas do País. Vindo do triathlon, Adriano não teve muitas dificuldades ao enfrentar os percursos de asfalto das capitais brasileiras. Entre um pódio e outro, foi conhecendo melhor o site e seus repórteres. O site sempre acompanhou a minha trajetória, quando comecei a me destacar, conta.
Começamos a ter uma afinidade. Isso para mim foi legal, porque eu me sentia em casa, recorda o maratonista, que garante que o site ajudou a alavancar sua carreira mostrando resultados e suas preparações para competições nacionais e internacionais.
Adriano diz ser assíduo leitor do conteúdo do Webrun, indispensável para o sucesso do veículo, tanto ou mais quanto a venda de fotos. O legal do Webrun é ter matérias sobre diversos assuntos que interessam aos atletas profissionais, aos amadores e também aos treinadores, fisioterapeutas e outros profissionais do meio, afirma. Tornou-se uma ferramenta completa, que eu acesso quase que diariamente para ver o que está acontecendo, comenta.
Internet e informação - Em 2002 poucas pessoas tinha acesso à internet, o sistema era lento, assim como a publicação de texto e foto, que ainda era, por incrível que pareça, bem complexa.
Graças à internet, a informação tornou-se instantânea. As notícias estão no ar logo depois da competição, admira Bastos.
E para que essa evolução desse certo, o jornalista passou a trabalhar mais e com mais possibilidades. O profissional que trabalha com internet precisa saber fazer as duas coisas: a foto e o conteúdo, em vídeo ou texto. A gente acaba se virando e faz de tudo um pouco, analisa Fernanda.
Uma das que facilitaram eu estar hoje em todos os lugares é a possibilidade de cobrir um evento com foto e conteúdo, continua a jornalista, que participa de maratonas no mundo inteiro, seja cobrindo ou correndo ou até mesmo as duas coisas.
E não só os jornalistas têm mais trabalho com o crescimento do mercado como principalmente os organizadores das competições, que precisam ficar mais atentos à demanda do público. Como tem crescido o número de participantes, o público se torna mais exigente em relação aos serviços oferecidos, afirma Adriano, que alerta também para que não se perca de vista a evolução do atletismo nacional profissional.
Tem que valorizar o atleta de elite para fazer com que ele melhore seu nível técnica e tenha condições de disputar um grande evento internacional em igualdade com os estrangeiros, conclui.
Depois de contar a origem do Portal e os desafios da Internet, mostramos a opinião de dois renomados treinadores sobre o papel do Webrun no meio das corridas brasileiras.
O treinador Nelson Evêncio, colunista do Webrun desde 2005, assume: Sou viciado no portal. Acesso todos os dias para me atualizar sobre as notícias e calendário. Nelson explica que escreve para acrescentar algo ao público corredor. Meu esforço é publicar algo que não fique datado, que o leitor possa ler sempre.
Para Wanderlei de Oliveira que treina corredoras como Ana Luiza Garcez (a Animal), Dona Mitiko Nakatani (famosa por ganhar provas de longa distância em sua categoria, com 80 anos) e Fernanda Paradizo (jornalista) há dez anos era o tempo das cavernas. Wanderlei conta que o então editor do Webrun, Harry Thomas Jr, foi fazer uma matéria com ele em Campos do Jordão (SP) e o treinador só colaborou depois que Harry correu 21 quilômetros em trilhas na região.
O que eu queria passar para ele era que com a vivência ficaria mais fácil de escrever a respeito, explica. O técnico acredita que o site tem muito a ver com o crescimento de corridas no País. É referência em notícias, também como calendário de provas e expandiu isso para o triathlon.
Evolução- Nelson Evêncio afirma que apesar da massificação das corridas de rua, houve uma redução na seriedade do esporte. As pessoas estão mais participativas, só o número de mulheres em provas aumentou 20% em São Paulo no ano passado. Mas acho que hoje os corredores treinam menos. A corrida também entrou em classes mais altas da sociedade e as pessoas hoje reclamam mais das organizadoras, pondera.
Wanderlei concorda com a última afirmação. O público hoje é mais exigente. Com a internet, pode reclamar mais, se a corrida não foi boa pode protestar no site, nas redes sociais. Isso força os organizadores a valorizar o corredor, aponta.
Desafios- Para o que pode ser feito no futuro, os treinadores também tem uma opinião em comum: a de que a prioridade dos organizadores e imprensa deve ser sempre o corredor. Tem que usar a tecnologia para aprimorar as provas, tendo grandes eventos internacionais como referência, aposta Wanderlei.
Nelson indica como principal ponto a ser resolvido o congestionamento nas largadas. Editorialmente, pede novidades. Muito já foi dito sobre nutrição e treinamento. O desafio para a imprensa é trazer novas abordagens, define.
Atletismo · 18 jun, 2012
Depois de contar a origem do Portal e os desafios da Internet, mostramos a opinião de dois renomados treinadores sobre o papel do Webrun no meio das corridas brasileiras.
O treinador Nelson Evêncio, colunista do Webrun desde 2005, assume: Sou viciado no portal. Acesso todos os dias para me atualizar sobre as notícias e calendário. Nelson explica que escreve para acrescentar algo ao público corredor. Meu esforço é publicar algo que não fique datado, que o leitor possa ler sempre.
Para Wanderlei de Oliveira que treina corredoras como Ana Luiza Garcez (a Animal), Dona Mitiko Nakatani (famosa por ganhar provas de longa distância em sua categoria, com 80 anos) e Fernanda Paradizo (jornalista) há dez anos era o tempo das cavernas. Wanderlei conta que o então editor do Webrun, Harry Thomas Jr, foi fazer uma matéria com ele em Campos do Jordão (SP) e o treinador só colaborou depois que Harry correu 21 quilômetros em trilhas na região.
O que eu queria passar para ele era que com a vivência ficaria mais fácil de escrever a respeito, explica. O técnico acredita que o site tem muito a ver com o crescimento de corridas no País. É referência em notícias, também como calendário de provas e expandiu isso para o triathlon.
Evolução- Nelson Evêncio afirma que apesar da massificação das corridas de rua, houve uma redução na seriedade do esporte. As pessoas estão mais participativas, só o número de mulheres em provas aumentou 20% em São Paulo no ano passado. Mas acho que hoje os corredores treinam menos. A corrida também entrou em classes mais altas da sociedade e as pessoas hoje reclamam mais das organizadoras, pondera.
Wanderlei concorda com a última afirmação. O público hoje é mais exigente. Com a internet, pode reclamar mais, se a corrida não foi boa pode protestar no site, nas redes sociais. Isso força os organizadores a valorizar o corredor, aponta.
Desafios- Para o que pode ser feito no futuro, os treinadores também tem uma opinião em comum: a de que a prioridade dos organizadores e imprensa deve ser sempre o corredor. Tem que usar a tecnologia para aprimorar as provas, tendo grandes eventos internacionais como referência, aposta Wanderlei.
Nelson indica como principal ponto a ser resolvido o congestionamento nas largadas. Editorialmente, pede novidades. Muito já foi dito sobre nutrição e treinamento. O desafio para a imprensa é trazer novas abordagens, define.
Atletismo · 18 jun, 2012
O novo suplemento alimentar em gel da Probiótica Laboratórios promete recarregar as energias dos atletas. O Carb-Up Black é um gel energético de rápida absorção no organismo que contém carboidratos como Maltodextrine e Waxy Maize, que garantem a disposição por mais tempo.
O gel também apresenta em sua fórmula componentes como a cafeína, taurina, glucoronolactona, inositol e vitaminas do complexo B.
A variedade de sabores do gel pode agradar diversos paladares. O Carb-Up Black está disponível nos sabores baunilha, laranja, guaraná com açaí e morango.
Onde encontrar - O produto pode ser encontrado em lojas especializadas. Os pontos de revenda também estão disponíveis no site do fabricante: www.probiotica.com.br, ou pelo SAC: 0800 105 242
Preço sugerido - R$2,20 por sachê.
Atletismo · 15 jun, 2012
Na primeira matéria sobre o aniversário do Webrun, falamos sobre a origem do Portal, proveniente do antigo Maratona.com.br, do proprietário Harry Thomas Júnior. Acompanhe a seguir o que disseram os atuais sócios, André Chaco e Renato Cukier, sobre os desafios de se fazer internet há dez anos e as perspectivas para o futuro.
Em meados de 2002, o segmento de corridas era muito carente de veículos especializados e havia apenas uma revista, a Contra Relógio, comandada pelo então maratonista Thomaz Lourenço. Na época o desafio era fazer um portal com notícias diárias sobre o esporte e tivemos que montar uma equipe para conseguir isso, conta Renato Cukier. Ele lembra ainda que logo após o lançamento do Portal surgiram pelo menos mais duas revistas. Isso mostra que investimos no momento certo.
Além da preocupação com o conteúdo diário, a formatação do site como um todo também teve que acompanhar o ritmo do mercado. Naquela época a interação com o leitor era muito menor, pois não existiam as redes sociais, como Facebook e Twitter, mas isso foi algo que evoluiu naturalmente, lembra Renato.
Na parte comercial também havia inúmeras dificuldades, já que o ambiente virtual ainda era algo novo para muitas marcas, como lembra André Chaco. As pessoas tinham acesso à internet, mas os anunciantes não sabiam como entrar nesse mercado e postergaram ao máximo. Com o crescimento do meio e um número significante de usuários, todos foram obrigados a investir.
Com base nestes problemas foi necessário educar o mercado e mostrar os diferenciais, como valores mais acessíveis do que outras mídias e uma customização muito maior. Nosso faturamento foi muito complicado no início, lembra Chaco. Porém, quando visualizamos a possibilidade de faturar com a Internet, começamos a ampliar nossas equipes de tecnologia, design, jornalismo e também adquirimos novos equipamentos.
O Portal foi crescendo ao longo dos anos e foi necessário pensar em novos produtos para atender bem os anunciantes e leitores, mas diferente dos dias atuais não existia uma grande oferta de aplicativos prontos no mercado. A gente apanhava para desenvolver nossas ferramentas próprias, mas esse era e continua sendo um dos nossos diferenciais.
Futuro - O mercado de corridas está aquecido, isso é fato, mas ainda há muito o que ser explorado e as atualizações serão mais aceleradas do que nos últimos anos. Traçando um paralelo com nosso mercado, diria que ficamos três anos caminhando, mais três marchando e agora já estamos correndo, relata Chaco. Com a quantidade de novidades que estão aparecendo teremos que correr ainda mais rápido e o desafio será nos manter à frente no mercado nos próximos anos.
Renato concorda com o sócio e já adianta algumas das novidades que são tendência na Internet como um todo. O Mobile já é uma realidade e estamos caminhando cada vez mais para esse lado, além de pensar em outras plataformas para atender nosso público.
Além das ferramentas precisarem de atualizações, os eventos também precisam se reinventar para não perderem receita e alguns já começam a perceber isso. As provas começaram a explorar nichos diferentes (Mulheres, Crianças, Trail) e também estão saindo de São Paulo e explorando o Brasil como um todo.
Maratona · 12 jun, 2012
Está chegando a Maratona de São Paulo, com a clássica distância de 42 quilômetros e 195 metros. Quantas maratonas você faz por ano? Sabe quais são os riscos?
A frequência cardíaca (FC) durante a corrida se mantém acima de 80-85% da frequência máxima (e inclusive durante o treinamento), por duas a seis horas. Isto leva a um esforço físico muito longo e vigoroso do organismo, o que pode levar alguns a riscos graves.
Alerta para as seguintes situações:
Risco de doença cardíaca no futuro- Muitas arritmias cardíacas benignas aparecem em atletas de alto rendimento amadores ou profissionais, mas podem ocorrer arritmias graves nos mais sensíveis. É um alerta para quem não faz uma eficiente preparação médica e fisiológica: danos cardíacos tem sido descobertos em muitos desses descuidados.
O uso de anti-inflamatórios sem prescrição ou indicação médica, usados até para evitar dores, pode provocar efeitos colaterais no coração e vasos, além de danos ortopédicos. Por mascararem a dor o aviso natural de problemas eles podem encobrir danos mais graves.
Prevenir é a solução- Só devem participar de maratonas aqueles que estejam em perfeitas condições de saúde. Os que não se prepararam adequadamente não devem participar desta que é uma longa corrida, tão desgastante.
Limite em duas as suas maratonas por ano, no máximo. Faça avaliação multiprofissional minuciosa, seis meses antes da maratona, incluindo o teste ergométrico até exaustão, com cardiologista que atue com esporte.
Tenha orientações nutricionais só com profissional da área. Fuja dos curiosos não habilitados. Se informe sobre isotônicos, carboidratos e suplementos alimentares.
Enfim, participar com segurança é o objetivo dos que gostam da maratona, um desafio delicioso para a maioria dos atletas e esportistas. Boa prova a todos.
Corrida de Montanha · 31 maio, 2012
A Advanced Nutrition lança no Brasil este mês o Exceed Energy Gel, repositor energético em sachês para praticantes de esportes de resistência. O produto entra no mercado de suplementos para concorrer com os líderes do segmento, como o GU.
Segundo a fabricante, o Exceed Energy Gel é enriquecido com as vitaminas antioxidantes C e E, o que previne a ação de radicais livres no organismo durante a atividade física. Como os seus pares, é de fácil digestão e rápida absorção.
Mais energia- O produto é indicado para a reposição energética. Com 21 gramas de carboidratos em sachê de 30 gramas, o gel promete suprir as reservas de glicose nos músculos, oferecendo a energia necessária para que o atleta evite uma queda de desempenho ao longo de uma prova ou treino.
É um produto prático e de fácil consumo, que se transforma em energia rapidamente, conta a nutricionista da Advanced Nutrition, Carolina Marques. A ingestão do Exceed Energy Gel é recomendada a cada 30 ou 40 minutos de atividade física. Está disponível nos sabores Açaí com Guaraná, Banana, Baunilha, Chocolate, Limão, Morango com banana, Tangerina e Triberry.
Onde comprar: O produto está disponível em lojas de suplementos.
Preço sugerido: R$ 3,50/ R$ 4,00 por sachê.
Esporte Adaptado · 31 maio, 2012
Eram 23h22 de domingo, 27 de maio, em Florianópolis. No Clube Doze de Agosto, em Jurerê Internacional, depois de mais de 16 horas de prova, o público nas arquibancadas da reta final do Ironman Brasil 2012 dançava ao som da música eletrônica da arena, já acostumado às chegadas dos triatletas.
Foi quando o locutor anunciou que a competidora com maior idade se aproximava. Correndo com passos curtos e com o tronco penso para seu lado esquerdo, fruto do desgaste, a estadunidense Theo Carroll foi ovacionada pelos presentes com o mesmo entusiasmo que o argentino Ezequiel Morales, vencedor da prova, fora cerca de oito horas antes.
Theo tem 69 anos. Foi o meu sexto Ironman, o primeiro fora dos Estados Unidos, conta a senhora, que completou duas vezes a prova da Flórida, uma a do Arizona e outras duas vezes o Mundial, no Havaí. Como era a única em sua categoria no Brasil, garantiu a vaga para seu terceiro Mundial.
Ela começou no triathlon com 54 anos e fez seu primeiro Ironman aos 60. Pouquíssimas mulheres da minha idade fazem isso. Quero ajudar as pessoas, mulheres especialmente, a perceber que nada é impossível. E nunca é tarde demais, afirma.
Motor- Em seu décimo Ironman Brasil, Eliziário dos Santos é outro exemplo de superação. Conhecido como Motorzinho, ele foi o primeiro colocado na categoria de cadeirantes.
Normalmente Motorzinho compete sozinho, mas desta vez teve a companhia do suíço Andres Figueroa. Ele é um menino que está começando, tem um equipamento muito bom. Há três anos também teve a participação de um espanhol que foi muito bem, conta o paraatleta.
No domingo, o cadeirante brasileiro bateu seu recorde pessoal na prova, que era de 13h33min, de 2007. Seu tempo neste ano foi de 13h04min10. Foi difícil porque o mar estava com correnteza, tive que fazer mais força e isso me fez passar mal no handcycle [o equivalente à bicicleta]. Depois de duas horas de pedal eu melhorei e consegui imprimir meu ritmo de prova, descreve.
Desde 2006 Motorzinho participa da competição florianopolitana graças ao apoio da Latin Sports, organizadora do evento. Eles pagam todas as despesas para eu competir aqui, sou muito grato ao Carlos Galvão e toda equipe.
Sonho e apoio- O cadeirante ressalta que um de seus maiores incentivos é o suporte do público durante o percurso. Eles me incentivam bastante o tempo todo, isso me empurra para seguir em frente, conta.
No entanto, falta ainda para Motorzinho um patrocínio, um apoio financeiro que permita que ele realize o sonho de competir fora do País. Gostaria de ir para Kona, ou mesmo para o 70.3 de Miami. Encontrei o pessoal de lá aqui e eles disseram que vão me levar neste ano, espero que cumpram, finaliza.
Além de correr no Parque Nacional do Iguaçu, ao lado das cataratas mais belas do País, os participantes da Meia Maratona das Cataratas serão contemplados com a presença da ex-maratonista portuguesa Rosa Mota. Para ela, a competição é o desafio mais fascinante.
Ano passado, Rosa participou do plantio de mudas no Parque Nacional na véspera da Meia Maratona. Dessa forma, fazemos parte do parque, sendo um bom motivo para voltar, declarou na ocasião. A portuguesa será a madrinha da edição deste ano.
O Brasil foi um dos primeiros países onde eu competi e onde nunca perdi nenhuma prova de estrada. É muito agradável, por causa das belezas naturais e das ligações afetivas com Portugal, conta a ex-atleta, cinco vezes campeã da tradicional Corrida de São Silvestre, de 1981 a 1985.
Trajetória - Fora do País, Rosa também se destacou em diversas outras competições e olimpíadas. Ela fez história no atletismo mundial ao vencer a primeira maratona feminina, realizada durante o Campeonato Europeu de Atletismo, em 1982, em Atenas.
Anos mais tarde, a portuguesa foi medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Seul, em 1988, e de bronze em Los Angeles, em 1984. O título mundial veio em 1987, no campeonato em Roma, na Itália. Na Maratona do Campeonato Europeu de Atletismo, ela já faturou três vezes o título, em 1982, 86 e 90.
A atleta, nascida no Porto, tem um currículo invejável em maratonas mundo afora. Ela venceu a Maratona de Roterdã, em 1983, a de Chicago, duas vezes, em 1983 e 84, Tóquio, em 1986, é tricampeã em Boston, em 1987, 88 e 90, Osaka, em 1990 e Londres, em 1991.
Depois de tanto correr e colecionar vitórias, Rosa se afastou das pistas em 1992. A relevância no cenário de atletismo é tanta que, em 2004, ela foi convidada a carregar a tocha olímpica antes dos Jogos em Atenas.
Meia das Cataratas - A Meia Maratona das Cataratas acontece no dia oito de julho no Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, no Paraná. As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site do evento (www.meiamaratonadascataratas.com.br) até o dia dois de julho.
A organização também disponibiliza pacotes turísticos para os corredores.
Atletismo · 30 maio, 2012
Além de correr no Parque Nacional do Iguaçu, ao lado das cataratas mais belas do País, os participantes da Meia Maratona das Cataratas serão contemplados com a presença da ex-maratonista portuguesa Rosa Mota. Para ela, a competição é o desafio mais fascinante.
Ano passado, Rosa participou do plantio de mudas no Parque Nacional na véspera da Meia Maratona. Dessa forma, fazemos parte do parque, sendo um bom motivo para voltar, declarou na ocasião. A portuguesa será a madrinha da edição deste ano.
O Brasil foi um dos primeiros países onde eu competi e onde nunca perdi nenhuma prova de estrada. É muito agradável, por causa das belezas naturais e das ligações afetivas com Portugal, conta a ex-atleta, cinco vezes campeã da tradicional Corrida de São Silvestre, de 1981 a 1985.
Trajetória - Fora do País, Rosa também se destacou em diversas outras competições e olimpíadas. Ela fez história no atletismo mundial ao vencer a primeira maratona feminina, realizada durante o Campeonato Europeu de Atletismo, em 1982, em Atenas.
Anos mais tarde, a portuguesa foi medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Seul, em 1988, e de bronze em Los Angeles, em 1984. O título mundial veio em 1987, no campeonato em Roma, na Itália. Na Maratona do Campeonato Europeu de Atletismo, ela já faturou três vezes o título, em 1982, 86 e 90.
A atleta, nascida no Porto, tem um currículo invejável em maratonas mundo afora. Ela venceu a Maratona de Roterdã, em 1983, a de Chicago, duas vezes, em 1983 e 84, Tóquio, em 1986, é tricampeã em Boston, em 1987, 88 e 90, Osaka, em 1990 e Londres, em 1991.
Depois de tanto correr e colecionar vitórias, Rosa se afastou das pistas em 1992. A relevância no cenário de atletismo é tanta que, em 2004, ela foi convidada a carregar a tocha olímpica antes dos Jogos em Atenas.
Meia das Cataratas - A Meia Maratona das Cataratas acontece no dia oito de julho no Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, no Paraná. As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site do evento (www.meiamaratonadascataratas.com.br) até o dia dois de julho.
A organização também disponibiliza pacotes turísticos para os corredores.
Alimentação · 17 jun, 2026
Saúde · 17 jun, 2026
Atletismo · 17 jun, 2026