Atualizado em três de maio de 2012 às 17h50
Ainda não se sabe ao certo os reais benefícios das meias de compressão para o esporte, mas produtos para diferentes necessidades não faltam no mercado. A marca Sigvaris acaba de lançar novos modelos que possuem compressão graduada um pouco acima da média das comuns.
O fabricante indica para a prática de exercícios os modelos Sigvaris Performance (meia esportiva feita com fibras de bambu), e a Sigvaris Pulse Road (polaina esportiva), ambas com compressão graduada de 20-30 mmHg (normalmente, a compressão varia de 15 a 25 mm Hg).
O modelo Sigvaris Recovery foi desenvolvido para ser usado por duas a três horas logo após os exercícios. Segundo a marca, a compressão graduada menor do que as outras, de 15-20 mm Hg, favorece a recuperação muscular.
As meias de compressão estão nas lojas do segmento desde de abril. O modelo Pulse Road está disponível nas cores vermelha (lisa ou com desenho), grafite, vinho (lisa ou com desenho) e branca. A meia Performance possui cores cinza com prata e preto com prata, e a Recovery pode ser encontrada na cor branca com detalhes em cinza.
Contato: www.sigvaris.com.br
SAC: 0800 707 7311
Atletismo · 28 abr, 2012
Atualizado em três de maio de 2012 às 17h50
Ainda não se sabe ao certo os reais benefícios das meias de compressão para o esporte, mas produtos para diferentes necessidades não faltam no mercado. A marca Sigvaris acaba de lançar novos modelos que possuem compressão graduada um pouco acima da média das comuns.
O fabricante indica para a prática de exercícios os modelos Sigvaris Performance (meia esportiva feita com fibras de bambu), e a Sigvaris Pulse Road (polaina esportiva), ambas com compressão graduada de 20-30 mmHg (normalmente, a compressão varia de 15 a 25 mm Hg).
O modelo Sigvaris Recovery foi desenvolvido para ser usado por duas a três horas logo após os exercícios. Segundo a marca, a compressão graduada menor do que as outras, de 15-20 mm Hg, favorece a recuperação muscular.
As meias de compressão estão nas lojas do segmento desde de abril. O modelo Pulse Road está disponível nas cores vermelha (lisa ou com desenho), grafite, vinho (lisa ou com desenho) e branca. A meia Performance possui cores cinza com prata e preto com prata, e a Recovery pode ser encontrada na cor branca com detalhes em cinza.
Contato: www.sigvaris.com.br
SAC: 0800 707 7311
O cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb define: Hipertenso é aquele que tem a pressão acima de 13,5 por 8,5. A hipertensão arterial é uma doença crônica, incurável, mas tratável. Dr. Nabil explica que o tratamento tem três vertentes, o remédio, a dieta e a atividade física.
O consenso- Tanto Dr. Nabil quanto o nutricionista Danilo Balu concordam neste ponto. A atividade aeróbica, como a corrida em ritmo de trote praticada de forma regular (quatro vezes por semana)é muito boa para o hipertenso. Mas ele tem que tomar os remédios antes de sair para sua corrida, adverte o cardiologista.
Doping no esporte: entenda como as substâncias agem no corpo humano
Balu endossa o o discurso. A prática física regular mantém o sistema circulatório melhor, assim como a resistência vascular, que ajuda a manter a pressão saudável, diz. Para Balu, a comunidade científica valoriza demais os efeitos do sal no organismo O foco dos problemas de hipertensão deveria sair do sal e ir atrás dos carboidratos em geral, conta.
A discórdia- O sal não traz problemas para a maioria absoluta da população, defende o nutricionista. Em uma pessoa em condições comuns o sal traz um aumento de pressão muito baixo e apenas momentâneo. Aquela história de colocar sal na língua para quem está com pressão baixa realmente funciona, mas é um aumento pequeno e de curta duração, declara. O sal está longe de ser o responsável.
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| Ficar de olho na pressão permite que o atleta não tenha surpresas desagradáveis enquanto pratica atividade física. Foto: Jarsem/ stock.xchng |
Dr. Nabil rechaça com intensidade os argumentos defendidos por Balu que já sugeriu desmistificar o consumo de sal em artigo no Webrun . O sal é o nosso maior inimigo!, exclama o cardiologista.
A Sociedade Brasileira de Cardiologia alerta que o sal é o principal problema para pressão alta no Brasil e no mundo. Uma pessoa tem que consumir no máximo de quatro a cinco gramas de sal por dia. Não dá para fazer esse cálculo com facilidade na hora de consumir, então acaba-se medindo pelo sódio. Mas não conseguimos tratar bem um hipertenso sem a restrição de sal, álcool e isotônicos, esclarece.
Quem tem pessoas na família com histórico da doença é mais propenso à hipertensão, mas isso não exime alguém sem histórico de maneirar no consumo de sal. O principal causador de hipertensão hoje em dia é o sal, reforça mais uma vez.
Os carboidratos- Danilo Balu justifica porque os carboidratos é que deveriam passar por maior policiamento. Muito carboidrato causa retenção líquida e consequentemente aumento de pressão. Isso é relevado, as pessoas não prestam atenção. Combatendo sal, esquecem do açúcar. O efeito do açúcar na pressão é crônico, enquanto o do sal é agudo (repentino), explica.
Comprar o tênis específico para cada pisada é necessário?
Mais uma vez, Dr. Nabil é veemente para negar a hipótese. Carboidrato não tem nada a ver, só se for em pessoas obesas. A principal parte de casos de hipertensão no mundo tem como causa o consumo de sal. Apenas de três a cinco por cento são por outras causas, enfatiza.
Para reforçar seu ponto de vista, acrescenta que a Sociedade Brasileira de Cardiologia propôs a diminuição do sal como conservante nos produtos da indústria alimentícia em 20%. Na dúvida, o melhor é não exagerar na comida salgada e investir na corrida: ela só traz benefícios.
Atletismo · 26 abr, 2012
O cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb define: Hipertenso é aquele que tem a pressão acima de 13,5 por 8,5. A hipertensão arterial é uma doença crônica, incurável, mas tratável. Dr. Nabil explica que o tratamento tem três vertentes, o remédio, a dieta e a atividade física.
O consenso- Tanto Dr. Nabil quanto o nutricionista Danilo Balu concordam neste ponto. A atividade aeróbica, como a corrida em ritmo de trote praticada de forma regular (quatro vezes por semana)é muito boa para o hipertenso. Mas ele tem que tomar os remédios antes de sair para sua corrida, adverte o cardiologista.
Doping no esporte: entenda como as substâncias agem no corpo humano
Balu endossa o o discurso. A prática física regular mantém o sistema circulatório melhor, assim como a resistência vascular, que ajuda a manter a pressão saudável, diz. Para Balu, a comunidade científica valoriza demais os efeitos do sal no organismo O foco dos problemas de hipertensão deveria sair do sal e ir atrás dos carboidratos em geral, conta.
A discórdia- O sal não traz problemas para a maioria absoluta da população, defende o nutricionista. Em uma pessoa em condições comuns o sal traz um aumento de pressão muito baixo e apenas momentâneo. Aquela história de colocar sal na língua para quem está com pressão baixa realmente funciona, mas é um aumento pequeno e de curta duração, declara. O sal está longe de ser o responsável.
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| Ficar de olho na pressão permite que o atleta não tenha surpresas desagradáveis enquanto pratica atividade física. Foto: Jarsem/ stock.xchng |
Dr. Nabil rechaça com intensidade os argumentos defendidos por Balu que já sugeriu desmistificar o consumo de sal em artigo no Webrun . O sal é o nosso maior inimigo!, exclama o cardiologista.
A Sociedade Brasileira de Cardiologia alerta que o sal é o principal problema para pressão alta no Brasil e no mundo. Uma pessoa tem que consumir no máximo de quatro a cinco gramas de sal por dia. Não dá para fazer esse cálculo com facilidade na hora de consumir, então acaba-se medindo pelo sódio. Mas não conseguimos tratar bem um hipertenso sem a restrição de sal, álcool e isotônicos, esclarece.
Quem tem pessoas na família com histórico da doença é mais propenso à hipertensão, mas isso não exime alguém sem histórico de maneirar no consumo de sal. O principal causador de hipertensão hoje em dia é o sal, reforça mais uma vez.
Os carboidratos- Danilo Balu justifica porque os carboidratos é que deveriam passar por maior policiamento. Muito carboidrato causa retenção líquida e consequentemente aumento de pressão. Isso é relevado, as pessoas não prestam atenção. Combatendo sal, esquecem do açúcar. O efeito do açúcar na pressão é crônico, enquanto o do sal é agudo (repentino), explica.
Comprar o tênis específico para cada pisada é necessário?
Mais uma vez, Dr. Nabil é veemente para negar a hipótese. Carboidrato não tem nada a ver, só se for em pessoas obesas. A principal parte de casos de hipertensão no mundo tem como causa o consumo de sal. Apenas de três a cinco por cento são por outras causas, enfatiza.
Para reforçar seu ponto de vista, acrescenta que a Sociedade Brasileira de Cardiologia propôs a diminuição do sal como conservante nos produtos da indústria alimentícia em 20%. Na dúvida, o melhor é não exagerar na comida salgada e investir na corrida: ela só traz benefícios.
Atletismo · 20 abr, 2012
A questão não sai dos tablóides, principalmente quando se trata de esportes coletivos, como futebol, e que serve também para quem participa de competições de corrida. Mas será que fazer sexo antes de uma prova pode mesmo prejudicar o desempenho do atleta?
A resposta do organismo à prática sexual varia para cada pessoa e também para cada tipo de esporte e atleta, explica Sílvia Casseb, médica ginecologista do Setor de Ginecologia do Esporte da Escola Paulista de Medicina (Unifesp).
No esporte coletivo, a prática sexual na véspera da competição geralmente é proibida, por afetar a concentração e o espírito de equipe dos jogadores. No entanto, o desempenho físico não fica comprometido nos homens, que inclusive se aproveitam dos altos níveis de testosterona, atingidos durante o sexo, na prática esportiva.
Para o esporte individual, como a corrida, a influência no exercício depende de alguns fatores, como o tipo de competição, o nível do atleta e de quantas horas antes da prova se teve a relação sexual.
Uma corrida de curta distância, por exemplo, de 100 metros, exige muito dos músculos e, assim, pode ser que a prática sexual prejudique o desempenho, dependendo da intensidade da relação. [O atleta] pode ter um cansaço na perna, uma noite mal dormida que pode afetar no dia seguinte, aponta Sílvia.
Numa corrida de longas distâncias, como uma maratona, em que o preparo e o treinamento são outros, a não ser pelo cansaço físico, que também depende da intensidade da atividade sexual, não afeta [na atuação esportiva], conta a doutora.
A indicação para a véspera de competições é poupar a musculatura da perna, não ficar muito em pé e descansar, o que inclui a relação sexual. O sexo em si não afeta, conclui.
Atletismo · 13 abr, 2012
Não há mulher no mundo que não se preocupe com o aparecimento dos indesejáveis vasinhos, principalmente nas pernas. Muitas vezes, a prática de exercícios físicos, como a corrida, fica conhecida como a principal vilã para quem tem as marquinhas.
O que chamamos de vasinhos são capilares invisíveis responsáveis pela irrigação sanguínea da pele e, quando eles se rompem, adquirem uma cor arroxeada e tornam-se visíveis. Porém a relação entre eles e a corrida é muito variada e depende exclusivamente da genética de cada mulher.
Quem já tem uma predisposição genética pode desencadear o aparecimento dos vasinhos por diversos fatores, entre eles os exercícios de impacto, como a corrida. Alguns medicamentos, como a pílula anticoncepcional, também facilitam o seu aparecimento.
Se a mulher não tem a predisposição genética, ela pode correr o tanto que for que ela não vai ter nenhum vasinho. A corrida, sozinha, não vai provocar os vasinhos, ressalta Sílvia Casseb, médica ginecologista do Setor de Ginecologia do Esporte da Escola Paulista de Medicina (Unifesp).
A ideia que a prática esportiva faz aparecer vasinhos vai contra o principal benefício da corrida, que é a melhora da circulação global do organismo, principalmente nas veias maiores da perna, que são veias mais profundas, nas varizes pélvicas, no interior do abdômen, nos ovários e no útero.
Durante o exercício físico, o sangue flui mais rápido por todas as veias, evitando a estase venosa, que é um fator de risco para varizes, expõe a doutora.
Isso significa que, apesar de a corrida ser um fator desencadeante dos vasinhos, ela, ao mesmo tempo, inibe o rompimento dos capilares. O fator de risco mais importante é a predisposição genética, enfatiza Sílvia.
É importante lembrar que os vasinhos são apenas marcas superficiais e puramente estéticas. Eles não causam nenhum mal à saúde e a circulação sanguínea da pele não é prejudicada, pois existem centenas de microvasinhos que fazem a função daquele que se rompeu.
Atletismo · 12 abr, 2012
Já aprovado no exterior, o Asics Piranha SP 4 chega ao Brasil em sua quarta edição e promete repetir o sucesso em território nacional. O lançamento pesa apenas 122 gramas e é considerado o calçado de competição mais leve da categoria Speed.
O modelo é indicado para pisadas neutras e supinadas e promete ser ideal para corredores que buscam velocidade e alta performance em treinos e competições. Segundo o fabricante, o tênis foi projetado para deixar os pés respirarem e evitar qualquer tipo de irritação, por causa das pequenas costuras.
As tecnologias da Asics utilizadas no Piranha SP 4 são a Solyte, na entressola, que promete uma plataforma confortável para melhor resposta nas passadas, e a DuoSole, na sola exterior, que anuncia propriedades de tração diferenciadas.
O Asics Piranha SP 4 será vendido exclusivamente nas lojas Procorrer virtual (www.procorrer.com.br) e na unidade em Curitiba (Avenida Vicente Machado, 320). O tênis custa R$359,90 e está disponível nos tamanhos 38 até 44.
Quem corre muitas vezes também faz musculação, seja para melhorar seu rendimento ou como qualidade de vida. Nas últimas terças-feiras, o Webrun apresentou uma série de reportagens sobre a relação da musculação com a corrida. A primeira foi sobre como direcionar a musculação para melhorar o rendimento no asfalto. A segunda foi sobre a possível perda de massa muscular com as corridas longas. Confira a terceira e última!
É frequente entre os praticantes de corrida e musculação a crença de que, por correr, não é preciso trabalhar com pesos os membros inferiores na academia. Afinal, a corrida já exercita esses músculos e a musculação levaria à sobrecarga, certo?
O treinador Wanderlei de Oliveira contraria essa noção. Muitos corredores não dão a importância devida para a musculação, mas eles esquecem que ela é um meio de prevenir as lesões. A relação é simples, de acordo com Wanderlei. Se tem músculo forte, dificilmente vai ter lesão, aponta.
No caso, por forte o treinador quer dizer os músculos que passaram por um treinamento de fortalecimento e não hipertrofia ou seja, resistência, como esclarecido na primeira reportagem da série. As lesões normalmente são musculares. Quando ocorrem em nível ortopédico (ossos e articulações) é sobrecarga porque o músculo não está forte, continua.
Febre fundista- Wanderlei, que é um dos fundadores da Corpore pioneira em organização de corridas no Estado de São Paulo alerta os corredores iniciantes para não queimarem etapas. Com essa moda de maratona você vê pessoa com menos de um ano de corrida que já quer participar de provas mais longas. É errado, o organismo não está preparado. Por isso recomendamos que exista uma base de dois anos para quem quer correr a partir de uma meia, aconselha.
O treinador indica ainda que seja feito um acompanhamento por especialistas. Não utilizem planilha de revista (para treinar). Tem que ter nutricionista, fisiologista, treinador, porque cada um tem suas particularidades individuais. É isso que determina o tipo de trabalho para cada pessoa, explica Wanderlei.
Risco de lesão- Quem pratica musculação apenas para os membros superiores fica com o corpo descompensado e mais propenso a lesões. O corpo tem que estar em harmonia. Só porque o cara corre acha que a perna é forte, não é assim. O quadríceps (coxa) e o vasto medial (ao redor do joelho) têm que ser bem desenvolvidos, afirma, acrescentando que as cadeiras extensoras e flexoras são dois aparelhos que trabalham esses músculos na academia.
Independente de a pessoa fazer hipertrofia para os membros superiores ou não, o técnico é taxativo. Não é porque pessoa corre que não vai fazer trabalho para os membros inferiores. Tem que fazer. Caso contrário, os atletas estão mais propensos a lesões nos tornozelos, panturrilha, canela, joelhos e coxas.
Uma das lesões mais comuns em corredores iniciantes ou leigos é a canelite, dor crônica na parte frontal da perna. É frequente em iniciante que não está vinculado a treinamento e faz uma rodagem acima do que o corpo está acostumado. Se a pessoa faz uma preparação antes de aumentar essa rodagem, a membrana que fica entre o músculo e o osso fica fortalecida e a pessoa não sente nada. Raramente alguém vai ter problema se estiver bem preparado. Tem que ter fortalecimento, determina.
Atletismo · 10 abr, 2012
Quem corre muitas vezes também faz musculação, seja para melhorar seu rendimento ou como qualidade de vida. Nas últimas terças-feiras, o Webrun apresentou uma série de reportagens sobre a relação da musculação com a corrida. A primeira foi sobre como direcionar a musculação para melhorar o rendimento no asfalto. A segunda foi sobre a possível perda de massa muscular com as corridas longas. Confira a terceira e última!
É frequente entre os praticantes de corrida e musculação a crença de que, por correr, não é preciso trabalhar com pesos os membros inferiores na academia. Afinal, a corrida já exercita esses músculos e a musculação levaria à sobrecarga, certo?
O treinador Wanderlei de Oliveira contraria essa noção. Muitos corredores não dão a importância devida para a musculação, mas eles esquecem que ela é um meio de prevenir as lesões. A relação é simples, de acordo com Wanderlei. Se tem músculo forte, dificilmente vai ter lesão, aponta.
No caso, por forte o treinador quer dizer os músculos que passaram por um treinamento de fortalecimento e não hipertrofia ou seja, resistência, como esclarecido na primeira reportagem da série. As lesões normalmente são musculares. Quando ocorrem em nível ortopédico (ossos e articulações) é sobrecarga porque o músculo não está forte, continua.
Febre fundista- Wanderlei, que é um dos fundadores da Corpore pioneira em organização de corridas no Estado de São Paulo alerta os corredores iniciantes para não queimarem etapas. Com essa moda de maratona você vê pessoa com menos de um ano de corrida que já quer participar de provas mais longas. É errado, o organismo não está preparado. Por isso recomendamos que exista uma base de dois anos para quem quer correr a partir de uma meia, aconselha.
O treinador indica ainda que seja feito um acompanhamento por especialistas. Não utilizem planilha de revista (para treinar). Tem que ter nutricionista, fisiologista, treinador, porque cada um tem suas particularidades individuais. É isso que determina o tipo de trabalho para cada pessoa, explica Wanderlei.
Risco de lesão- Quem pratica musculação apenas para os membros superiores fica com o corpo descompensado e mais propenso a lesões. O corpo tem que estar em harmonia. Só porque o cara corre acha que a perna é forte, não é assim. O quadríceps (coxa) e o vasto medial (ao redor do joelho) têm que ser bem desenvolvidos, afirma, acrescentando que as cadeiras extensoras e flexoras são dois aparelhos que trabalham esses músculos na academia.
Independente de a pessoa fazer hipertrofia para os membros superiores ou não, o técnico é taxativo. Não é porque pessoa corre que não vai fazer trabalho para os membros inferiores. Tem que fazer. Caso contrário, os atletas estão mais propensos a lesões nos tornozelos, panturrilha, canela, joelhos e coxas.
Uma das lesões mais comuns em corredores iniciantes ou leigos é a canelite, dor crônica na parte frontal da perna. É frequente em iniciante que não está vinculado a treinamento e faz uma rodagem acima do que o corpo está acostumado. Se a pessoa faz uma preparação antes de aumentar essa rodagem, a membrana que fica entre o músculo e o osso fica fortalecida e a pessoa não sente nada. Raramente alguém vai ter problema se estiver bem preparado. Tem que ter fortalecimento, determina.
Atletismo · 10 abr, 2012
Nome: Valdemiro Gomes da Silva
Dúvida: Não faço atividades físicas à noite por conta do meu trabalho. Sempre ouvi dizer que a prática de exercícios físicos durante a noite poder retardar a chegada do sono. Por essa razão, presumia que após atividades físicas estaria com muita disposição, mas ainda assim não me sinto tão disposto como esperava. Sinto inclusive sonolência ao ler um jornal, por exemplo. O que há de errado?
Resposta:Olá, Valdemiro. Não está claro há quanto tempo você começou a praticar atividade física, mas creio que vai precisar de algum tempo até seu corpo se acostumar com este novo cenário metabólico e você começar a colher os frutos da atividade. Perceba se não está dormindo poucas horas, pois agora seu corpo necessitará de mais descanso com esta nova solicitação física. Normalmente esta maior disposição ocorre logo após a atividade, às custas da circulação de endorfina em maior quantidade. Porém, depois seu corpo vai pedir mais descanso e isto pode explicar a sonolência que está sentindo. Não desista e continue a investir em atividade física!
Resposta concedida pelo Dr. Neto. É médico pós-graduado em Fisiologia do Exercício, especialista em Medicina do Esporte pela SBME e em Ortopedia e Traumatologia pela SBOT.
Quem pratica a corrida como esporte muitas vezes também faz musculação, seja para melhorar o rendimento ou como qualidade de vida. Às terças-feiras, o Webrun apresenta uma série de três reportagens sobre a relação da musculação com a corrida. A primeira foi sobre como direcionar os exercícios para melhorar o rendimento no asfalto. Confira a segunda!
Entre muitos corredores há a noção comum de que provas ou treinos longos podem levar à perda de massa muscular. Quem pratica musculação com o objetivo de hipertrofia (crescimento muscular) acaba torcendo o nariz para a corrida, com medo de jogar fora o trabalho feito com os pesos. Existe a possibilidade de aliar o melhor dos dois mundos?
Fibras, o X da questão- Hipertrofia e corridas longas trabalham fibras musculares diferentes, explica o treinador André Ricardo, da assessoria esportiva BR Move. Segundo ele, existem as fibras de contração rápida, que são utilizadas em treinos de hipertrofia, e as fibras de resistência, trabalhadas em treinos mais longos.
As fibras de resistência são menores e não crescem como as de contração rápida, mas elas ficam menos espessas quando trabalhadas, mais resistentes mesmo, ilustra. Ou seja, quando uma pessoa corre e faz treino de hipertrofia, está trabalhando dois tipos de fibra diferentes.
Caso uma pessoa faça treino de crescimento muscular para a perna e corra no mesmo dia, os ganhos nos dois campos são irrelevantes, por dois motivos: a hipertrofia pede descanso para o músculo poder crescer, define André, apontando na sequência que os ganhos na corrida serão ínfimos porque o sistema nervoso central está cansado.
Treinamento concorrente- Para evitar que um treinamento anule o outro, o ideal é respeitar o tempo de descanso. Ninguém consegue trabalhar as fibras musculares separadamente. Você trabalha uma predominantemente e outra em percentual menor, mas ambas são contraídas independente do tipo de treino, afirma.
O sistema nervoso central é único para as duas [fibras] e o descanso ideal varia de acordo com características individuais e outros fatores como repouso muscular e suplementação. Na prática, a perna vai cansar mais rápido se houver um novo desgaste nesse período, esclarece o técnico.
O mito da perda muscular- Não se perde massa muscular correndo, há a perda de peso e a composição física pode mudar. Mas não se perde músculo, conta André. O treinador explica que o prejuízo na verdade está na limitação dos ganhos, mas ainda assim é algo relativo. Para um fisiculturista, que depende de ganhos musculares para viver, a corrida tem que ser bem menor, afirma.
Para quem quer ganhar massa e correr, o ideal é realizar os treinamentos em dias diferentes. Correr no dia seguinte da musculação não tem problema, desde que esteja tudo bem organizado. Depende da intensidade e volume de treino, se exagerar em um dos dois você limita os ganhos do outro ou não rende bem em nenhum, sentencia.
Na semana que vem, falaremos se a corrida pode substituir o treino na academia para membros inferiores .
Atletismo · 03 abr, 2012
Quem pratica a corrida como esporte muitas vezes também faz musculação, seja para melhorar o rendimento ou como qualidade de vida. Às terças-feiras, o Webrun apresenta uma série de três reportagens sobre a relação da musculação com a corrida. A primeira foi sobre como direcionar os exercícios para melhorar o rendimento no asfalto. Confira a segunda!
Entre muitos corredores há a noção comum de que provas ou treinos longos podem levar à perda de massa muscular. Quem pratica musculação com o objetivo de hipertrofia (crescimento muscular) acaba torcendo o nariz para a corrida, com medo de jogar fora o trabalho feito com os pesos. Existe a possibilidade de aliar o melhor dos dois mundos?
Fibras, o X da questão- Hipertrofia e corridas longas trabalham fibras musculares diferentes, explica o treinador André Ricardo, da assessoria esportiva BR Move. Segundo ele, existem as fibras de contração rápida, que são utilizadas em treinos de hipertrofia, e as fibras de resistência, trabalhadas em treinos mais longos.
As fibras de resistência são menores e não crescem como as de contração rápida, mas elas ficam menos espessas quando trabalhadas, mais resistentes mesmo, ilustra. Ou seja, quando uma pessoa corre e faz treino de hipertrofia, está trabalhando dois tipos de fibra diferentes.
Caso uma pessoa faça treino de crescimento muscular para a perna e corra no mesmo dia, os ganhos nos dois campos são irrelevantes, por dois motivos: a hipertrofia pede descanso para o músculo poder crescer, define André, apontando na sequência que os ganhos na corrida serão ínfimos porque o sistema nervoso central está cansado.
Treinamento concorrente- Para evitar que um treinamento anule o outro, o ideal é respeitar o tempo de descanso. Ninguém consegue trabalhar as fibras musculares separadamente. Você trabalha uma predominantemente e outra em percentual menor, mas ambas são contraídas independente do tipo de treino, afirma.
O sistema nervoso central é único para as duas [fibras] e o descanso ideal varia de acordo com características individuais e outros fatores como repouso muscular e suplementação. Na prática, a perna vai cansar mais rápido se houver um novo desgaste nesse período, esclarece o técnico.
O mito da perda muscular- Não se perde massa muscular correndo, há a perda de peso e a composição física pode mudar. Mas não se perde músculo, conta André. O treinador explica que o prejuízo na verdade está na limitação dos ganhos, mas ainda assim é algo relativo. Para um fisiculturista, que depende de ganhos musculares para viver, a corrida tem que ser bem menor, afirma.
Para quem quer ganhar massa e correr, o ideal é realizar os treinamentos em dias diferentes. Correr no dia seguinte da musculação não tem problema, desde que esteja tudo bem organizado. Depende da intensidade e volume de treino, se exagerar em um dos dois você limita os ganhos do outro ou não rende bem em nenhum, sentencia.
Na semana que vem, falaremos se a corrida pode substituir o treino na academia para membros inferiores .
Atletismo · 03 abr, 2012
No mês de abril comemora-se o Dia Mundial da Saúde e, com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre os cuidados com a saúde e prevenção de doenças, o Hospital Santa Paula promove um evento gratuito no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.
No sábado, dia 14 de abril, no evento chamado Cuide-se, viva a vida melhor, a equipe médica do hospital prestará atendimento à comunidade, com serviços como avaliação do risco vascular, aferição de pressão arterial, teste de glicemia e colesterol e avaliação de massa corpórea (IMC).
O stand será montado às 8h e vai funcionar até as 14h, totalmente equipado e pronto para receber as pessoas. A coordenação será feita pelo Dr. Otávio Gebara, diretor clínico do Hospital.
O diretor técnico, Dr. Rafael Munerato, fará testes para avaliar a escala de risco cardiovascular, além de informar e orientar sobre os cuidados necessários para uma vida mais saudável.
A tenda Cantinho Sustentável vai instruir sobre o processo de reciclagem de embalagens e distribuirá brindes produzidos com material reciclado. A proposta é mostrar a adultos e crianças como é feita a separação do papel de outros elementos para que possam ser reciclados.
Atletismo · 21 mar, 2012
Quem está acostumado a correr provavelmente já passou por isso. As mulheres, como utilizam um top para a sustentação dos seios, estão menos propensas. Mas que homem nunca sentiu ao menos aquele incômodo da camiseta raspando com o bico do peito durante a prática esportiva?
O sangramento dos mamilos não é algo grave e muito menos raro. É comum, comenta o treinador e colunista do Webrun, Nelson Evêncio. Ocorre por causa do atrito com o tecido, dependendo do tipo de tecido (como camisetas de algodão) e principalmente quando molha, explica Nelson.
Quando a camisa fica úmida, seja de água, suor, chuva ou isotônico, o risco aumenta para o atleta. Se a camisa está molhada, vai raspando com o mamilo no movimento da corrida e piora a irritação. Pessoas com os mamilos mais saltados têm mais chances ainda, descreve o técnico.
Fácil solução- Para evitar esses momentos de agonia e poupar as outras pessoas da aflição que o vislumbre dos rastros de sangue na camisa pode causar, o corredor tem duas opções. O atleta pode passar vaselina no bico do peito antes de correr, mas deve tomar cuidado porque algumas marcas mancham tecido, adverte Nelson.
A vaselina diminui o atrito e pode ser utilizada para evitar assaduras também nos braços, coxas e virilhas. A outra opção é a utilização de curativos do tipo micropore nos mamilos para protegê-los do contato com a roupa, ilustra.
Tratamento- Neste caso vale a velha máxima de que é melhor prevenir do que remediar. O sangramento é desagradável, mancha a camiseta e arde muito quando vai tomar banho, ilustra o treinador.
Ainda assim, segundo Nelson, não há motivos para desespero depois que o estrago está feito. É um machucado superficial que cicatriza logo. Pomadas para assadura, como hipoglós, aceleram a recuperação, define.