Ultra Maratona

Empresa inova com dispositivo que monitora atividade via iPhone e iPad

Atletismo · 18 dez, 2013

Dispositivo controla até frequência cardíaca. Foto: Divulgação/ Athos Dispositivo controla até frequência cardíaca. Foto: Divulgação/ Athos

Roupas com faixas de compressão para aumentar a performance e diminuir o número de lesões têm sido cada vez mais utilizadas por esportistas amadores e profissionais. Porém, a empresa Athos decidiu inovar ao lançar uma linha de vestuário com sensores digitais, que permitirão ao atleta ter ainda mais controle de seu treino.

O dispositivo eletrônico instalado nas roupas funciona em sincronia com iPhone ou iPad e permite que a pessoa controle esforço muscular, frequência cardíaca, cadência e tempo que a atividade está sendo praticada. Além disso, é possível monitorar como e quais músculos do corpo estão sendo trabalhados.

A novidade já está à venda no site da Athos www.liveathos.com por U$ 298 (cerca de R$ 685). Também é possível comprar somente os dispositivos para serem fixados na roupa por U$ 200 (aproximadamente R$ 460).


De “marshmallow derretido” a “barras de sorvete”, Lunarlon, da Nike, completa cinco anos

De um “marshmallow derrtido” para “barras de sorvetes” e finalmente um sistema de amortecimento. Esses foram os estados físicos que a espuma do Lunarlon precisou enfrentar até chegar aos solados dos tênis de corrida, basquete, fitness e outros esportes. A tecnologia completa cinco anos de lançamento.

Antes de receber o nome comercial, o amortecedor era conhecido como uma de mistura de EVA (Etileno Acetato de Vinila) e Borracha Nitrílica (NBR) capaz de oferecer pouso suave e macio, mas sem o retorno de impulsão e era exatamente nesse quesito que se encontrava o problema.

Sistema de amortecimento Lunarlon completa cinco anos e hoje está presente em diversos tênis da Nike - Foto: Divulgação/ Nike Sistema de amortecimento Lunarlon completa cinco anos e hoje está presente em diversos tênis da Nike - Foto: Divulgação/ Nike

Há praticamente dez anos, dois designers da Nike foram escalados para desenvolver um sistema de amortecimento que fosse leve, mas com condições de ser usado por maratonistas, que exigem um tênis leve e com absorção e retorno de energia, e jogadores de basquete, que pedem um calçado que amorteça saltos de alto impacto e proporciona mudanças explosivas de direção.

Com esse desafio em mente, Kevin Hoffer e Eric Avar encontraram a espuma de EVA e NBR nos fundos de um armário Grupo de Interesse de Material Avançado da fabricante de calçados. Depois de anos de trabalho, eles conseguiram transformar a grudenta substância em algo mais rígido.

Objetivo de absorver impacto, gerar devolução de energia e aliar leveza ao calçado: essas são as características principais do Lunarlon - Foto: Divulgação/ Nike Objetivo de absorver impacto, gerar devolução de energia e aliar leveza ao calçado: essas são as características principais do Lunarlon - Foto: Divulgação/ Nike

O time de designers comprimiu um centro Lunarlon macio, mas estável, em uma casca de espuma mais firme e de apoio. “Tivemos uma reação imediata ‘UAU’,” lembra Hoffer. “Foi um verdadeiro avanço para esse amortecimento – uma sensação de correr em travesseiros - nesse tênis ultraleve.”

A tecnologia Lunarlon estreou em dois tênis nas Olimpíadas de 2008, em Pequim, na China: o Nike LunaRacer (maratona) e o Nike Hyperdunk (basquete). Depois disso, a Nike ampliou a aplicação da tecnologia em outros calçados, sempre com o objetivo de absorver impacto e gerar devolução de energia.


De “marshmallow derretido” a “barras de sorvete”, Lunarlon, da Nike, completa cinco anos

Caminhada · 12 dez, 2013

De um “marshmallow derrtido” para “barras de sorvetes” e finalmente um sistema de amortecimento. Esses foram os estados físicos que a espuma do Lunarlon precisou enfrentar até chegar aos solados dos tênis de corrida, basquete, fitness e outros esportes. A tecnologia completa cinco anos de lançamento.

Antes de receber o nome comercial, o amortecedor era conhecido como uma de mistura de EVA (Etileno Acetato de Vinila) e Borracha Nitrílica (NBR) capaz de oferecer pouso suave e macio, mas sem o retorno de impulsão e era exatamente nesse quesito que se encontrava o problema.

Sistema de amortecimento Lunarlon completa cinco anos e hoje está presente em diversos tênis da Nike - Foto: Divulgação/ Nike Sistema de amortecimento Lunarlon completa cinco anos e hoje está presente em diversos tênis da Nike - Foto: Divulgação/ Nike

Há praticamente dez anos, dois designers da Nike foram escalados para desenvolver um sistema de amortecimento que fosse leve, mas com condições de ser usado por maratonistas, que exigem um tênis leve e com absorção e retorno de energia, e jogadores de basquete, que pedem um calçado que amorteça saltos de alto impacto e proporciona mudanças explosivas de direção.

Com esse desafio em mente, Kevin Hoffer e Eric Avar encontraram a espuma de EVA e NBR nos fundos de um armário Grupo de Interesse de Material Avançado da fabricante de calçados. Depois de anos de trabalho, eles conseguiram transformar a grudenta substância em algo mais rígido.

Objetivo de absorver impacto, gerar devolução de energia e aliar leveza ao calçado: essas são as características principais do Lunarlon - Foto: Divulgação/ Nike Objetivo de absorver impacto, gerar devolução de energia e aliar leveza ao calçado: essas são as características principais do Lunarlon - Foto: Divulgação/ Nike

O time de designers comprimiu um centro Lunarlon macio, mas estável, em uma casca de espuma mais firme e de apoio. “Tivemos uma reação imediata ‘UAU’,” lembra Hoffer. “Foi um verdadeiro avanço para esse amortecimento – uma sensação de correr em travesseiros - nesse tênis ultraleve.”

A tecnologia Lunarlon estreou em dois tênis nas Olimpíadas de 2008, em Pequim, na China: o Nike LunaRacer (maratona) e o Nike Hyperdunk (basquete). Depois disso, a Nike ampliou a aplicação da tecnologia em outros calçados, sempre com o objetivo de absorver impacto e gerar devolução de energia.

Inscrições abertas para Ultra Trail Costa Esmeralda

Ultra Maratona · 11 dez, 2013

A primeira edição da INDOMIT Costa Esmeralda Ultra Trail acontece dia 17 de maio de 2014 nas cidades de Bombinhas, Itapema e Porto Belo, todas localizadas no estado de Santa Catarina.

Bombinhas é um dos locais que sediará o Circuito. Foto: Dani Miranda/ Licença Creative Commons Bombinhas é um dos locais que sediará o Circuito. Foto: Dani Miranda/ Licença Creative Commons

A prova oferece seis modalidades individuais sendo quatro delas dentro da categoria ultramaratona: 100 quilômetros, 84 quilômetros, 65 quilômetros, 50 quilômetros, 21 quilômetros e 12 quilômetros (individual).

Cada uma das cidades receberá duas largadas com horários diferentes de início e todas as provas terão chegada na cidade de Porto Belo.

INDOMIT é o novo Circuito Trail com organização da Bombinhas Runners que tem o objetivo de ser realizado em lugares surpreendentes e o desafio de figurar entre os mais "duros" de sua categoria.

As inscrições estão abertas com valores promocionais e podem ser feitas pelo site Webrun.

Suplementação desnecessária pode causar danos ao organismo

Suplementos podem prejudicar rins. Foto: Nithya Ramanujam Suplementos podem prejudicar rins. Foto: Nithya Ramanujam

Menos de um mês praticando academia algumas vezes por semana e diversos potes de suplementos espalhados pelas prateleiras da cozinha: essa tem sido a realidade de muitas pessoas que acreditam que não conseguirão obter o desempenho desejado somente com os exercícios. Porém, o uso abusivo dessas substâncias pode ter o efeito inverso.

De acordo com o fisiologista do exercício e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Paulo Roberto Correia, a suplementação não deve ser vista como uma forma de alimentação. “Apesar dos suplementos serem vendidos abertamente, eles só devem ser consumidos se houver uma deficiência no organismo e quem avalia isso é o médico”, afirma.

Para isso é necessário avaliar hábitos do dia-a-dia que estão longe das academias. “As primeiras perguntas sempre são: ‘você se alimenta corretamente e dorme por, pelo menos, oito horas por dia?’. Caso a resposta seja negativa, é claro que o organismo não vai funcionar corretamente. O que importa é o que a pessoa faz, não o que ela toma”, explica Paulo Roberto.

Pré-treino - O aumento do consumo por pré-treinos vem aumentando nos últimos anos e é causa de preocupação entre os especialistas. Normalmente a fórmula contém cafeína ou taurina, responsáveis pelo aumento do ritmo cardíaco, ou até drogas ilícitas, que impedem sua venda em locais fiscalizados.

Segundo o fisiologista, o produto é dispensável, principalmente porque o corpo já produz uma substância com o mesmo princípio ativo. “Quando a pessoa se exercita diariamente no mesmo horário, existe uma liberação alta de endorfina, o hormônio do prazer. Deixar de treinar significa não ter essa sensação”, discorre o médico.

Quando a atividade física se torna um hábito ela provoca um sintoma conhecido como síndrome da abstinência à endorfina. “O sintomas são parecidos com a abstinência de drogas e álcool: agitação, fissura e aumento no ritmo cardíaco. Porém, no caso do exercício, ela é um estimulante para que a pessoa continue sempre ativa”, completa Paulo Roberto.

O médico explica que essa ação natural do corpo é a mesma desencadeada pelo pré-treino. “Como a pessoa não tem um treino regular, ela precisa de algo para dar ânimo. Às vezes os nutricionistas prescrevem o pré-treino, mas é somente em caso de necessidade”, diz.

Pós treino - A moda do Whey Protein se espalhou nas academias e, mesmo sem saber direito qual sua principal função, ele tem sido o mais adotado pelos iniciantes. Porém, grande quantidade da proteína isolada do leite pode prejudicar seriamente a saúde.

“O Whey Protein é metabolizado pelo fígado e excretado pelo rim, porém se a quantidade for maior do que o corpo precisa pode causar complicações severas na saúde”, conta o fisiologista. Dependendo do organismo de cada um, a superdose também pode causar cálculos renais e até perda do órgão.


Suplementação desnecessária pode causar danos ao organismo

Atletismo · 09 dez, 2013

Suplementos podem prejudicar rins. Foto: Nithya Ramanujam Suplementos podem prejudicar rins. Foto: Nithya Ramanujam

Menos de um mês praticando academia algumas vezes por semana e diversos potes de suplementos espalhados pelas prateleiras da cozinha: essa tem sido a realidade de muitas pessoas que acreditam que não conseguirão obter o desempenho desejado somente com os exercícios. Porém, o uso abusivo dessas substâncias pode ter o efeito inverso.

De acordo com o fisiologista do exercício e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Paulo Roberto Correia, a suplementação não deve ser vista como uma forma de alimentação. “Apesar dos suplementos serem vendidos abertamente, eles só devem ser consumidos se houver uma deficiência no organismo e quem avalia isso é o médico”, afirma.

Para isso é necessário avaliar hábitos do dia-a-dia que estão longe das academias. “As primeiras perguntas sempre são: ‘você se alimenta corretamente e dorme por, pelo menos, oito horas por dia?’. Caso a resposta seja negativa, é claro que o organismo não vai funcionar corretamente. O que importa é o que a pessoa faz, não o que ela toma”, explica Paulo Roberto.

Pré-treino - O aumento do consumo por pré-treinos vem aumentando nos últimos anos e é causa de preocupação entre os especialistas. Normalmente a fórmula contém cafeína ou taurina, responsáveis pelo aumento do ritmo cardíaco, ou até drogas ilícitas, que impedem sua venda em locais fiscalizados.

Segundo o fisiologista, o produto é dispensável, principalmente porque o corpo já produz uma substância com o mesmo princípio ativo. “Quando a pessoa se exercita diariamente no mesmo horário, existe uma liberação alta de endorfina, o hormônio do prazer. Deixar de treinar significa não ter essa sensação”, discorre o médico.

Quando a atividade física se torna um hábito ela provoca um sintoma conhecido como síndrome da abstinência à endorfina. “O sintomas são parecidos com a abstinência de drogas e álcool: agitação, fissura e aumento no ritmo cardíaco. Porém, no caso do exercício, ela é um estimulante para que a pessoa continue sempre ativa”, completa Paulo Roberto.

O médico explica que essa ação natural do corpo é a mesma desencadeada pelo pré-treino. “Como a pessoa não tem um treino regular, ela precisa de algo para dar ânimo. Às vezes os nutricionistas prescrevem o pré-treino, mas é somente em caso de necessidade”, diz.

Pós treino - A moda do Whey Protein se espalhou nas academias e, mesmo sem saber direito qual sua principal função, ele tem sido o mais adotado pelos iniciantes. Porém, grande quantidade da proteína isolada do leite pode prejudicar seriamente a saúde.

“O Whey Protein é metabolizado pelo fígado e excretado pelo rim, porém se a quantidade for maior do que o corpo precisa pode causar complicações severas na saúde”, conta o fisiologista. Dependendo do organismo de cada um, a superdose também pode causar cálculos renais e até perda do órgão.

Meias de compressão: cuidado com as promessas

A última novidade no arsenal de equipamentos para os corredores é a meia de compressão, que definitivamente entrou no mundo da corrida após a britânica Paula Radcliff pulverizar o antigo recorde da maratona, no final da década passada, quando venceu a Maratona de Londres usando o famoso acessório. Há muito tempo utilizadas por cirurgiões vasculares para a melhora de sintomas de uma série de condições médicas vasculares, como veias varicosas, veias incompetentes, doenças vasculares periféricas e dores em panturrilhas por edema periférico.

Acessório virou febre entre os corredores. Foto: Divulgação Acessório virou febre entre os corredores. Foto: Divulgação

A ideia foi "importada" pelos fabricantes para o mundo da atividade física partindo do mesmo pressuposto: se as meias cumprem a função de auxiliar estes pacientes no que diz respeito à melhora do retorno de sangue a partir dos membros inferiores de volta para o coração, então devem também auxiliar os corredores durante treinos e competições da mesma forma, proporcionando um bombeamento mais efetivo do sangue que desce para as pernas e pés de volta para o coração.

Sem dúvida que a pressão contínua sobre a panturrilha deve promover uma melhora neste movimento sanguíneo de volta ao coração, mas a própria contração muscular já promove esta ação, além da superfície plantar, quando comprimida durante cada passo. Outras alegações surgiram com a comercialização maciça das meias, como a diminuição da fadiga muscular, do inchaço das pernas após treinos mais longos e prevenção de lesões. O apelo estético também foi amplamente utilizado.

A ocorrência de veias varicosas, as chamadas varizes, tem como fator principal a genética, sendo que os outros fatores como obesidade, uso de anticoncepcionais e fumo também influenciam, mas são menos importantes. Portanto, o simples uso das meias de compressão não será suficiente para reverter a maior parte dos casos, mas pode ajudar.

A diminuição da sensação de fadiga, cansaço, e inchaço das pernas ocorre devido à ação de compressão contínua da musculatura pela ação das meias e a prevenção de lesões supostamente tem sua justificativa baseada na ação das meias em diminuir a vibração muscular da panturrilha. Portanto não haveria uma grande ação muscular de tração sobre o osso e não causaria pontos de microfraturas, que poderiam evoluir para tendinopatias ou até mesmo fraturas por stress. De qualquer forma, ainda não existem estudos conclusivos sobre estas alegações.

As meias de compressão vieram para ficar e devem continuar a ser utilizadas por uma legião de corredores. São mais efetivas as que possuem o "pé", ao contrário dos "pernitos" e "manguitos", a versão para membros superiores, que não proporcionam pressão desde o pé ou a mão e desta forma causam o "estrangulamento" de duas regiões na perna: logo abaixo do joelho e pouco acima do tornozelo, e no membro superior: acima do punho e no meio do braço, atrapalhando assim o retorno venoso. E mais importante, após seu uso não se deve deixar uma marca de garrote no topo da perna, o que mostra que a pressão está acima do que é recomendado para aquela pessoa e, portanto, a meia não está exercendo seu papel.

Mesmo sendo um assunto ainda polêmico e cheio de controvérsias em suas alegações, as meias de compressão podem trazer benefícios para milhares de corredores, desde que utilizadas corretamente e cada um respeitar seus próprios limites. Ainda que representem um avanço tecnológico, as meias não substituem um preparo adequado, treinamento de força concomitante, e o respeito à progressão lenta e gradual do volume, intensidade e frequência dos treinos de todos nós corredores.


Meias de compressão: cuidado com as promessas

Atletismo · 06 dez, 2013

A última novidade no arsenal de equipamentos para os corredores é a meia de compressão, que definitivamente entrou no mundo da corrida após a britânica Paula Radcliff pulverizar o antigo recorde da maratona, no final da década passada, quando venceu a Maratona de Londres usando o famoso acessório. Há muito tempo utilizadas por cirurgiões vasculares para a melhora de sintomas de uma série de condições médicas vasculares, como veias varicosas, veias incompetentes, doenças vasculares periféricas e dores em panturrilhas por edema periférico.

Acessório virou febre entre os corredores. Foto: Divulgação Acessório virou febre entre os corredores. Foto: Divulgação

A ideia foi "importada" pelos fabricantes para o mundo da atividade física partindo do mesmo pressuposto: se as meias cumprem a função de auxiliar estes pacientes no que diz respeito à melhora do retorno de sangue a partir dos membros inferiores de volta para o coração, então devem também auxiliar os corredores durante treinos e competições da mesma forma, proporcionando um bombeamento mais efetivo do sangue que desce para as pernas e pés de volta para o coração.

Sem dúvida que a pressão contínua sobre a panturrilha deve promover uma melhora neste movimento sanguíneo de volta ao coração, mas a própria contração muscular já promove esta ação, além da superfície plantar, quando comprimida durante cada passo. Outras alegações surgiram com a comercialização maciça das meias, como a diminuição da fadiga muscular, do inchaço das pernas após treinos mais longos e prevenção de lesões. O apelo estético também foi amplamente utilizado.

A ocorrência de veias varicosas, as chamadas varizes, tem como fator principal a genética, sendo que os outros fatores como obesidade, uso de anticoncepcionais e fumo também influenciam, mas são menos importantes. Portanto, o simples uso das meias de compressão não será suficiente para reverter a maior parte dos casos, mas pode ajudar.

A diminuição da sensação de fadiga, cansaço, e inchaço das pernas ocorre devido à ação de compressão contínua da musculatura pela ação das meias e a prevenção de lesões supostamente tem sua justificativa baseada na ação das meias em diminuir a vibração muscular da panturrilha. Portanto não haveria uma grande ação muscular de tração sobre o osso e não causaria pontos de microfraturas, que poderiam evoluir para tendinopatias ou até mesmo fraturas por stress. De qualquer forma, ainda não existem estudos conclusivos sobre estas alegações.

As meias de compressão vieram para ficar e devem continuar a ser utilizadas por uma legião de corredores. São mais efetivas as que possuem o "pé", ao contrário dos "pernitos" e "manguitos", a versão para membros superiores, que não proporcionam pressão desde o pé ou a mão e desta forma causam o "estrangulamento" de duas regiões na perna: logo abaixo do joelho e pouco acima do tornozelo, e no membro superior: acima do punho e no meio do braço, atrapalhando assim o retorno venoso. E mais importante, após seu uso não se deve deixar uma marca de garrote no topo da perna, o que mostra que a pressão está acima do que é recomendado para aquela pessoa e, portanto, a meia não está exercendo seu papel.

Mesmo sendo um assunto ainda polêmico e cheio de controvérsias em suas alegações, as meias de compressão podem trazer benefícios para milhares de corredores, desde que utilizadas corretamente e cada um respeitar seus próprios limites. Ainda que representem um avanço tecnológico, as meias não substituem um preparo adequado, treinamento de força concomitante, e o respeito à progressão lenta e gradual do volume, intensidade e frequência dos treinos de todos nós corredores.

Overnight oat: café da manhã saudável preparado na noite anterior

O café da manhã é a refeição mais importante do dia, mas acordar cedo e ter energia para preparar um prato balanceado e saudável é um grande desafio. Para quem sente a preguiça bater de manhã, uma dica: aposte no overnight oat, um café da manhã completo que pode ser preparado dentro de uma caneca na noite anterior.

Montagem da refeição pode ser feita no copo, alternando camadas de aveia e frutas. Foto: © M.studio - Fotolia.com Montagem da refeição pode ser feita no copo, alternando camadas de aveia e frutas. Foto: © M.studio - Fotolia.com

Formado principalmente por aveia associada ao leite, iogurte ou whey protein, o overnight oat tem ganhado cada vez mais adeptos da vida saudável. A mistura, que deve ser feita na noite anterior e guardada na geladeira, ainda pode conter farinha de linhaça, chia, nozes e até manteiga de amendoim.

Porém, o ingrediente chave da mistura são as frutas, que podem variar de acordo com o gosto de cada um. Depois vem o segredo: montar o lanche matinal em camadas, sempre alternando a aveia e as frutas.

Café da manhã completo - De acordo com a nutricionista Andrea Matarazzo, o preparo é um concentrado de todos os alimentos que o corpo precisa para começar o dia. “O importante é sempre conter fruta, uma fonte de carboidrato e uma fonte de leite. Portanto, não é necessário completar o overnight oat com outro alimento”, explica.

Porém, a refeição pode sofrer alterações dependendo da dieta de cada um. “Algumas pessoas precisam de uma quantidade maior de cada um desses ingredientes ou, eventualmente, necessitam de outro alimento para complementar a alimentação. Isso acontece muito com atletas que treinam para um objetivo específico”, alerta Andrea.

Frutas devem ser cortadas em pedaços maiores para não perder a vitamina C. Foto: © Gresei - Fotolia.com Frutas devem ser cortadas em pedaços maiores para não perder a vitamina C. Foto: © Gresei - Fotolia.com

Dica - A nutricionista também chama a atenção para a forma de preparo do café da manhã, já que ele deve ficar pelo menos por oito horas na geladeira. “As frutas podem perder a vitamina C, portanto eu aconselho que o indivíduo corte as frutas em pedaços maiores para que ela possa conservar a substância”, conclui.


Overnight oat: café da manhã saudável preparado na noite anterior

Atletismo · 14 nov, 2013

O café da manhã é a refeição mais importante do dia, mas acordar cedo e ter energia para preparar um prato balanceado e saudável é um grande desafio. Para quem sente a preguiça bater de manhã, uma dica: aposte no overnight oat, um café da manhã completo que pode ser preparado dentro de uma caneca na noite anterior.

Montagem da refeição pode ser feita no copo, alternando camadas de aveia e frutas. Foto: © M.studio - Fotolia.com Montagem da refeição pode ser feita no copo, alternando camadas de aveia e frutas. Foto: © M.studio - Fotolia.com

Formado principalmente por aveia associada ao leite, iogurte ou whey protein, o overnight oat tem ganhado cada vez mais adeptos da vida saudável. A mistura, que deve ser feita na noite anterior e guardada na geladeira, ainda pode conter farinha de linhaça, chia, nozes e até manteiga de amendoim.

Porém, o ingrediente chave da mistura são as frutas, que podem variar de acordo com o gosto de cada um. Depois vem o segredo: montar o lanche matinal em camadas, sempre alternando a aveia e as frutas.

Café da manhã completo - De acordo com a nutricionista Andrea Matarazzo, o preparo é um concentrado de todos os alimentos que o corpo precisa para começar o dia. “O importante é sempre conter fruta, uma fonte de carboidrato e uma fonte de leite. Portanto, não é necessário completar o overnight oat com outro alimento”, explica.

Porém, a refeição pode sofrer alterações dependendo da dieta de cada um. “Algumas pessoas precisam de uma quantidade maior de cada um desses ingredientes ou, eventualmente, necessitam de outro alimento para complementar a alimentação. Isso acontece muito com atletas que treinam para um objetivo específico”, alerta Andrea.

Frutas devem ser cortadas em pedaços maiores para não perder a vitamina C. Foto: © Gresei - Fotolia.com Frutas devem ser cortadas em pedaços maiores para não perder a vitamina C. Foto: © Gresei - Fotolia.com

Dica - A nutricionista também chama a atenção para a forma de preparo do café da manhã, já que ele deve ficar pelo menos por oito horas na geladeira. “As frutas podem perder a vitamina C, portanto eu aconselho que o indivíduo corte as frutas em pedaços maiores para que ela possa conservar a substância”, conclui.

Testamos: novo Mio Alpha é um frequencímetro de pulso

O relógio Mio Alpha caracteriza-se pelo design inovador e pela sua simplicidade no fornecimento dos dados. Recomendo esse relógio para todo o tipo de pessoas, pois além de funcionar como um relógio convencional de punho, a disponibilização de dados, como batimentos cardíacos por minuto (BPM), é imprescindível em diversos casos: de praticantes de atividade física a atletas profissionais.

Os sensores de LED e sonoro são bem interessantes, pois indicam em tempo real o nível de intensidade que você está, o que possibilita controlar o seu ritmo. O Mio mensura a pulsação pelo sensor de LED, enquanto os convencionais captam diretamente pelos sinais elétricos do coração.

Ao ativar o modo de frequência cardíaca, o relógio pode ser conectado com um iPhone via Bluetooth. Como não treino com celular, não testei e não posso dar minha opinião sobre como funciona a conexão do Mio com qualquer aplicativo de fitness. Porém, para quem treina com celular, acredito que é mais uma maneira para enviar e armazenar informações.

Conforto- O fato de não precisar da cinta, como em todo frequencímetro, faz com que o Mio não seja tão preciso. A pulseira do relógio é confortável, porém, por ser mais largo, dificulta na extensão do punho durante a musculação, por exemplo – para o triathlon não interfere. Um ponto negativo é a ausência de iluminação interna. Quem gosta de treinar durante a noite terá dificuldades na hora de enxergar o que o visor mostra (segundo o site, haverá iluminação interna nas versões futuras).

Não achei no manual nem no site da fabricante uma forma de transmitir os dados captados durante o treino para o computador e assim ter uma leitura precisa de como foi o treino. Isso seria imprescindível.

Sistema diferenciado do Mio Alpha permite aferir a frequência cardíaca sem a necessidade da cinta peitoral - Foto: Divulgação/ Mio Alpha Sistema diferenciado do Mio Alpha permite aferir a frequência cardíaca sem a necessidade da cinta peitoral - Foto: Divulgação/ Mio Alpha

Pontos positivos e negativos- Vou relatar agora alguns pontos positivos e uns negativos sobre o Mio:

  • Treino de musculação: a largura da pulseira limita os movimentos;
  • Treino de corrida: utilizei o Polar e o Mio. Enquanto o Polar marcava 167 BPM, o Mio marcava 154. Não posso afirmar qual dos dois estava mais preciso. No caso do Mio, não consigo buscar dados de frequência cardíaca máxima ou média. Talvez com um aplicativo isso seja possível;
  • Treino bike: não precisa de cinta. Durante o tempo todo marcou minha frequência cardíaca;
  • Treino natação: não tem como ficar controlando durante o treino, porém ao finalizar o treino pode-se realizar um mapeamento da sessão e aos poucos conhecer o próprio metabolismo e controlar a intensidade.
  • Desta maneira, posso concluir que qualquer praticante de atividade física que utilize o Mio receberá apenas informações sobre tempo e frequência cardíaca. Pela facilidade da utilização, talvez seja um ponto positivo para adquiri o Mio, mas se você busca velocímetro, gasto calórico, trajeto realizado, entre outros em um único só produto, esse relógio não e recomendado. Pessoas que necessitam somente mensurar a frequência cardíaca, este relógio é ideal.

    GeralUma tecnologia interessante aplicada ao Mio é a forma de carregar a bateria. Diferente de um relógio convencional, não há necessidade de abrir a caixa para realizar essa operação. Basta apenas acoplar o Mio ao computador e ele carrega automaticamente.


    Testamos: novo Mio Alpha é um frequencímetro de pulso

    Atletismo · 11 nov, 2013

    O relógio Mio Alpha caracteriza-se pelo design inovador e pela sua simplicidade no fornecimento dos dados. Recomendo esse relógio para todo o tipo de pessoas, pois além de funcionar como um relógio convencional de punho, a disponibilização de dados, como batimentos cardíacos por minuto (BPM), é imprescindível em diversos casos: de praticantes de atividade física a atletas profissionais.

    Os sensores de LED e sonoro são bem interessantes, pois indicam em tempo real o nível de intensidade que você está, o que possibilita controlar o seu ritmo. O Mio mensura a pulsação pelo sensor de LED, enquanto os convencionais captam diretamente pelos sinais elétricos do coração.

    Ao ativar o modo de frequência cardíaca, o relógio pode ser conectado com um iPhone via Bluetooth. Como não treino com celular, não testei e não posso dar minha opinião sobre como funciona a conexão do Mio com qualquer aplicativo de fitness. Porém, para quem treina com celular, acredito que é mais uma maneira para enviar e armazenar informações.

    Conforto- O fato de não precisar da cinta, como em todo frequencímetro, faz com que o Mio não seja tão preciso. A pulseira do relógio é confortável, porém, por ser mais largo, dificulta na extensão do punho durante a musculação, por exemplo – para o triathlon não interfere. Um ponto negativo é a ausência de iluminação interna. Quem gosta de treinar durante a noite terá dificuldades na hora de enxergar o que o visor mostra (segundo o site, haverá iluminação interna nas versões futuras).

    Não achei no manual nem no site da fabricante uma forma de transmitir os dados captados durante o treino para o computador e assim ter uma leitura precisa de como foi o treino. Isso seria imprescindível.

    Sistema diferenciado do Mio Alpha permite aferir a frequência cardíaca sem a necessidade da cinta peitoral - Foto: Divulgação/ Mio Alpha Sistema diferenciado do Mio Alpha permite aferir a frequência cardíaca sem a necessidade da cinta peitoral - Foto: Divulgação/ Mio Alpha

    Pontos positivos e negativos- Vou relatar agora alguns pontos positivos e uns negativos sobre o Mio:

  • Treino de musculação: a largura da pulseira limita os movimentos;
  • Treino de corrida: utilizei o Polar e o Mio. Enquanto o Polar marcava 167 BPM, o Mio marcava 154. Não posso afirmar qual dos dois estava mais preciso. No caso do Mio, não consigo buscar dados de frequência cardíaca máxima ou média. Talvez com um aplicativo isso seja possível;
  • Treino bike: não precisa de cinta. Durante o tempo todo marcou minha frequência cardíaca;
  • Treino natação: não tem como ficar controlando durante o treino, porém ao finalizar o treino pode-se realizar um mapeamento da sessão e aos poucos conhecer o próprio metabolismo e controlar a intensidade.
  • Desta maneira, posso concluir que qualquer praticante de atividade física que utilize o Mio receberá apenas informações sobre tempo e frequência cardíaca. Pela facilidade da utilização, talvez seja um ponto positivo para adquiri o Mio, mas se você busca velocímetro, gasto calórico, trajeto realizado, entre outros em um único só produto, esse relógio não e recomendado. Pessoas que necessitam somente mensurar a frequência cardíaca, este relógio é ideal.

    GeralUma tecnologia interessante aplicada ao Mio é a forma de carregar a bateria. Diferente de um relógio convencional, não há necessidade de abrir a caixa para realizar essa operação. Basta apenas acoplar o Mio ao computador e ele carrega automaticamente.

    Como começar a correr ultramaratonas?

    Olá, Trail Runner. Tudo bem? Muitos têm me questionado sobre correrem a primeira ultra maratona de montanha. Muitas vezes, os atletas se inscrevem nas provas e só depois começam a tirar as dúvidas e receber conselhos e dicas.

    Correr ultra maratonas exige racionalidade do atleta na hora de escolher as provas. Foto: Correr ultra maratonas exige racionalidade do atleta na hora de escolher as provas. Foto:

    Vamos tentar ajudar! Ultra maratona de montanha são as provas com mais de 42 quilômetros. No nosso mercado de corridas, temos as provas de 50, 55, 80 quilômetros e outras que estão para serem lançadas em 2014. O mercado está fervendo e as pessoas estão ávidas por testarem seus limites, encararem novos desafios e se superarem.

    Primeiramente, o corredor deve refletir. Qual distância quero enfrentar? Precisa haver racionalidade. Não adianta se inscrever em uma prova de 100 quilômetros e o máximo de distância percorrida ter sido igual a de uma maratona de asfalto. Não tem lógica, não tem didática e muitas vezes não tem saúde. Conclusão: seja coerente na distância que vai escolher.

    Em segundo lugar, entenda qual a sua familiaridade com as trilhas: estou acostumado com provas trail mais planas ou com mais subidas? A partir daí, analise as corridas que lhe interessam, estude a altimetria e perceba se onde você irá treinar, haverá a possibilidade de simular tais características. Conclusão: não comece com provas de “alta montanha”, onde o desnível positivo da corrida seja muito elevado.

    Finalmente, entenda com quem irá treinar. Devo ou não devo procurar um treinador com experiências nestas provas? Será que um grupo de amigos entusiastas do trail run é suficiente? Você precisa ter humildade para saber se precisa ou não de ajuda. Existem dicas e ajustes nos treinos que às vezes parecem simples demais, mas que resultam na realização do seu sonho.

    No cenário atual do trail, grande parte dos corredores estão migrando das distâncias tradicionais de 21 e 42 quilômetros para distâncias de 80 em diante. Lembrem-se: o treinamento demanda muito tempo e muita dedicação! Isto que dizer abrir mão de muitas coisas! Enfim, esteja ciente do que você realmente quer.

    Tudo é possível! Vai valer a pena? Em minha modesta opinião: Sim! Mas encontre uma harmonia entre tudo que foi citado.

    Cruze a linha de chegada!


    Como começar a correr ultramaratonas?

    Ultra Maratona · 08 nov, 2013

    Olá, Trail Runner. Tudo bem? Muitos têm me questionado sobre correrem a primeira ultra maratona de montanha. Muitas vezes, os atletas se inscrevem nas provas e só depois começam a tirar as dúvidas e receber conselhos e dicas.

    Correr ultra maratonas exige racionalidade do atleta na hora de escolher as provas. Foto: Correr ultra maratonas exige racionalidade do atleta na hora de escolher as provas. Foto:

    Vamos tentar ajudar! Ultra maratona de montanha são as provas com mais de 42 quilômetros. No nosso mercado de corridas, temos as provas de 50, 55, 80 quilômetros e outras que estão para serem lançadas em 2014. O mercado está fervendo e as pessoas estão ávidas por testarem seus limites, encararem novos desafios e se superarem.

    Primeiramente, o corredor deve refletir. Qual distância quero enfrentar? Precisa haver racionalidade. Não adianta se inscrever em uma prova de 100 quilômetros e o máximo de distância percorrida ter sido igual a de uma maratona de asfalto. Não tem lógica, não tem didática e muitas vezes não tem saúde. Conclusão: seja coerente na distância que vai escolher.

    Em segundo lugar, entenda qual a sua familiaridade com as trilhas: estou acostumado com provas trail mais planas ou com mais subidas? A partir daí, analise as corridas que lhe interessam, estude a altimetria e perceba se onde você irá treinar, haverá a possibilidade de simular tais características. Conclusão: não comece com provas de “alta montanha”, onde o desnível positivo da corrida seja muito elevado.

    Finalmente, entenda com quem irá treinar. Devo ou não devo procurar um treinador com experiências nestas provas? Será que um grupo de amigos entusiastas do trail run é suficiente? Você precisa ter humildade para saber se precisa ou não de ajuda. Existem dicas e ajustes nos treinos que às vezes parecem simples demais, mas que resultam na realização do seu sonho.

    No cenário atual do trail, grande parte dos corredores estão migrando das distâncias tradicionais de 21 e 42 quilômetros para distâncias de 80 em diante. Lembrem-se: o treinamento demanda muito tempo e muita dedicação! Isto que dizer abrir mão de muitas coisas! Enfim, esteja ciente do que você realmente quer.

    Tudo é possível! Vai valer a pena? Em minha modesta opinião: Sim! Mas encontre uma harmonia entre tudo que foi citado.

    Cruze a linha de chegada!

    Medicamentos podem proporcionar aumento de peso?

    Ao começar a notar os quilinhos a mais na balança, a primeira providência é iniciar uma dieta com uma série de restrições. Problemas de tireóide, sedentarismo, derrapadas na dieta...são muitas as causas do aumento de peso, mas uma delas pode não ser culpa do seu corpo ou da falta de exercícios.

    Corticóides podem causar aumento de peso de até 20 quilos em um ano. Foto: Alexander Kalina/ stock.xchng Corticóides podem causar aumento de peso de até 20 quilos em um ano. Foto: Alexander Kalina/ stock.xchng

    Alguns medicamentos podem proporcionar retenção de líquidos, desaceleração do metabolismo e aumento de apetite. Porém, interromper a dosagem dos remédios é uma decisão que deve ser feita somente pelo médico que o prescreveu.

    A culpa é das pílulas! - De acordo com Paulo Giorelli, médico nutrólogo e diretor da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia), os principais medicamentos que podem causar aumento de peso são os antidepressivos, neurolépticos, pílulas anticoncepcionais, corticoides, ansiolíticos ou anti-histamínicos, e orexígenos. “Remédios para transtornos de humor também acarretam ganho de peso”, conta.

    Paulo afirma que antidepressivos e neurolépticos agem por meio de neurotransmissores e provocam fome, enquanto as pílulas anticoncepcionais contam com o estrógeno, uma substância que promove a retenção de água. Já os ansiolíticos ou anti-histamínicos têm altas doses de difenidramina, uma molécula que desacelera o metabolismo.

    “Porém, o corticoide é o grande vilão do ganho de peso. “Pacientes que tomam doses altas por um tempo prolongado podem ganhar até 20 quilos em um ano”, conta. Segundo o médico, drogas com efeitos hormonais, como antipsicóticos e esteroides, são outros medicamentos que estão entre os maiores culpados do aumento do número na balança.

    Lutando contra a balança - Alguns alimentos podem ajudar a controlar o apetite e diminuir os efeitos dos medicamentos. Produtos com grande capacidade de saciedade são ideais.

    “Alimentos ricos em vitamina C apresentam propriedades que diluem a gordura, a qual pode ser expulsa pelo organismo com maior facilidade. Além disso, há uma substância presente nesses alimentos que diminui o nível de absorção de glicose pelo corpo, a pectina”, orienta Paulo. Segundo o profissional, a fibra faz com que a absorção de açúcar ocorra mais lentamente, evitando que se transforme em gordura.

    Alimentos que saciam podem ajudar a reverter o aumento do peso da balança. Foto: Cathy Kaplan/ stock.xchng Alimentos que saciam podem ajudar a reverter o aumento do peso da balança. Foto: Cathy Kaplan/ stock.xchng

    As fibras solúveis presentes na aveia, feijão, legumes, ervilhas, maçãs e frutas cítricas também podem ser uma boa alternativa. “Em contato com a água, elas se dissolvem e formam uma espécie de gel, aumentando o bolo alimentar e ocupando o organismo com a digestão, o que fornece a sensação de saciedade por um tempo prolongado”, completa o nutrólogo.

    Não deixe para trás as proteínas: carnes são importantes fontes de vitamina B12, que ajuda na perda de gordura. Aproveite para temperar o alimento com alho, que contém alicina, uma substância que impede que o colesterol se fixe nas paredes de vasos sanguíneos.

    Dicas - “A dica é ingerir cenouras cerca de 20 minutos antes de se sentar à mesa para o almoço ou jantar”, sugere Paulo. Tomar um copo de água antes das refeições também reduz o apetite, acelera o metabolismo e dilui as toxinas e o excesso de sódio no organismo, o que provoca a sensação de inchaço e por isso dará a sensação de saciedade mais rapidamente.

    Alimentos que produzem a sensação de saciedade:

  • Molho de pimenta
  • Linhaça
  • Salada
  • Whey Protein
  • Amêndoas
  • Café
  • Gengibre
  • Abacate
  • Pimenta Cayenne
  • Maçãs
  • Ovos
  • Água
  • Batata Doce
  • Ameixas umeboxi
  • Sopa de legumes
  • Tofu
  • Raiz forte
  • Chá verde
  • Aveia
  • Sucos de vegetais
  • Verduras folhosas verde escuras
  • Salmão
  • Canela
  • Leite Desnatado

  • Medicamentos podem proporcionar aumento de peso?

    Atletismo · 30 out, 2013

    Ao começar a notar os quilinhos a mais na balança, a primeira providência é iniciar uma dieta com uma série de restrições. Problemas de tireóide, sedentarismo, derrapadas na dieta...são muitas as causas do aumento de peso, mas uma delas pode não ser culpa do seu corpo ou da falta de exercícios.

    Corticóides podem causar aumento de peso de até 20 quilos em um ano. Foto: Alexander Kalina/ stock.xchng Corticóides podem causar aumento de peso de até 20 quilos em um ano. Foto: Alexander Kalina/ stock.xchng

    Alguns medicamentos podem proporcionar retenção de líquidos, desaceleração do metabolismo e aumento de apetite. Porém, interromper a dosagem dos remédios é uma decisão que deve ser feita somente pelo médico que o prescreveu.

    A culpa é das pílulas! - De acordo com Paulo Giorelli, médico nutrólogo e diretor da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia), os principais medicamentos que podem causar aumento de peso são os antidepressivos, neurolépticos, pílulas anticoncepcionais, corticoides, ansiolíticos ou anti-histamínicos, e orexígenos. “Remédios para transtornos de humor também acarretam ganho de peso”, conta.

    Paulo afirma que antidepressivos e neurolépticos agem por meio de neurotransmissores e provocam fome, enquanto as pílulas anticoncepcionais contam com o estrógeno, uma substância que promove a retenção de água. Já os ansiolíticos ou anti-histamínicos têm altas doses de difenidramina, uma molécula que desacelera o metabolismo.

    “Porém, o corticoide é o grande vilão do ganho de peso. “Pacientes que tomam doses altas por um tempo prolongado podem ganhar até 20 quilos em um ano”, conta. Segundo o médico, drogas com efeitos hormonais, como antipsicóticos e esteroides, são outros medicamentos que estão entre os maiores culpados do aumento do número na balança.

    Lutando contra a balança - Alguns alimentos podem ajudar a controlar o apetite e diminuir os efeitos dos medicamentos. Produtos com grande capacidade de saciedade são ideais.

    “Alimentos ricos em vitamina C apresentam propriedades que diluem a gordura, a qual pode ser expulsa pelo organismo com maior facilidade. Além disso, há uma substância presente nesses alimentos que diminui o nível de absorção de glicose pelo corpo, a pectina”, orienta Paulo. Segundo o profissional, a fibra faz com que a absorção de açúcar ocorra mais lentamente, evitando que se transforme em gordura.

    Alimentos que saciam podem ajudar a reverter o aumento do peso da balança. Foto: Cathy Kaplan/ stock.xchng Alimentos que saciam podem ajudar a reverter o aumento do peso da balança. Foto: Cathy Kaplan/ stock.xchng

    As fibras solúveis presentes na aveia, feijão, legumes, ervilhas, maçãs e frutas cítricas também podem ser uma boa alternativa. “Em contato com a água, elas se dissolvem e formam uma espécie de gel, aumentando o bolo alimentar e ocupando o organismo com a digestão, o que fornece a sensação de saciedade por um tempo prolongado”, completa o nutrólogo.

    Não deixe para trás as proteínas: carnes são importantes fontes de vitamina B12, que ajuda na perda de gordura. Aproveite para temperar o alimento com alho, que contém alicina, uma substância que impede que o colesterol se fixe nas paredes de vasos sanguíneos.

    Dicas - “A dica é ingerir cenouras cerca de 20 minutos antes de se sentar à mesa para o almoço ou jantar”, sugere Paulo. Tomar um copo de água antes das refeições também reduz o apetite, acelera o metabolismo e dilui as toxinas e o excesso de sódio no organismo, o que provoca a sensação de inchaço e por isso dará a sensação de saciedade mais rapidamente.

    Alimentos que produzem a sensação de saciedade:

  • Molho de pimenta
  • Linhaça
  • Salada
  • Whey Protein
  • Amêndoas
  • Café
  • Gengibre
  • Abacate
  • Pimenta Cayenne
  • Maçãs
  • Ovos
  • Água
  • Batata Doce
  • Ameixas umeboxi
  • Sopa de legumes
  • Tofu
  • Raiz forte
  • Chá verde
  • Aveia
  • Sucos de vegetais
  • Verduras folhosas verde escuras
  • Salmão
  • Canela
  • Leite Desnatado
  • Alimentos que liberam endorfina trazem risco para a saúde

    Limpar o prato, lamber os dedos e sentir prazer em comer: esses são os sintomas causados por alimentos que liberam a endorfina, substância química neurotransmissora responsável pelas sensações de bem-estar. Por isso, muitas vezes, é tão difícil o cérebro aceitar que o organismo já está satisfeito e não precisa de mais comida.

    Pimenta é um alimento responsável por liberar endorfina no organismo. Foto: Slavik Gormah/ stock.xchng Pimenta é um alimento responsável por liberar endorfina no organismo. Foto: Slavik Gormah/ stock.xchng

    Prato recheado por alimentos coloridos é sinônimo de saúde?
    Dia do Lixo: reservar um dia para comer de tudo vale a pena?

    Além disso, os alimentos que causam essa sensação prazerosa no corpo causam problemas de saúde se forem consumidos em excesso. São eles: açúcar, gordura, chocolate, carnes e pimenta.

    Segundo Vivian Suen, médica nutróloga da ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia), todos esses produtos devem ser consumidos, pois fazem bem para a saúde, porém sempre em um equilíbrio. “Por exemplo, a carne tem proteína e ferro que o organismo necessita para poder funcionar corretamente”, afirma.

    Ganho de peso - Além de prejudicar a saúde, consumir uma quantidade tão alta de calorias causa aumento expressivo no peso. Com esse aumento de massa gorda, também começam a aparecer problemas vasculares e psicológicos.

    Carne tem proteína e ferro, mas deve ser consumida com moderação. Foto: Javier Armendariz/ stock.xchng Carne tem proteína e ferro, mas deve ser consumida com moderação. Foto: Javier Armendariz/ stock.xchng

    Transtornos alimentares - De acordo com a nutróloga, é comum que pessoas ansiosas procurem conforto nesses alimentos e busquem essa sensação de relaxamento. “As endorfinas também proporcionam uma sensação de euforia”, completa.

    A compulsão alimentar também pode estar ligada a essa necessidade de sentir prazer com os alimentos. Enquanto algumas pessoas utilizam a comida para se punir de algum sentimento, outras encontram nela uma aliada para garantir uma sensação de conforto quando se sentir reprimida ou atingida pela sociedade.

    Substituição - Vivian conta que substituir esses alimentos é uma tarefa difícil, já que produtos saudáveis não contam com altas doses de endorfina. “O que se pode fazer é tentar encontrar um equilíbrio para não consumi-lo em excesso”, conclui.


    Alimentos que liberam endorfina trazem risco para a saúde

    Atletismo · 28 out, 2013

    Limpar o prato, lamber os dedos e sentir prazer em comer: esses são os sintomas causados por alimentos que liberam a endorfina, substância química neurotransmissora responsável pelas sensações de bem-estar. Por isso, muitas vezes, é tão difícil o cérebro aceitar que o organismo já está satisfeito e não precisa de mais comida.

    Pimenta é um alimento responsável por liberar endorfina no organismo. Foto: Slavik Gormah/ stock.xchng Pimenta é um alimento responsável por liberar endorfina no organismo. Foto: Slavik Gormah/ stock.xchng

    Prato recheado por alimentos coloridos é sinônimo de saúde?
    Dia do Lixo: reservar um dia para comer de tudo vale a pena?

    Além disso, os alimentos que causam essa sensação prazerosa no corpo causam problemas de saúde se forem consumidos em excesso. São eles: açúcar, gordura, chocolate, carnes e pimenta.

    Segundo Vivian Suen, médica nutróloga da ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia), todos esses produtos devem ser consumidos, pois fazem bem para a saúde, porém sempre em um equilíbrio. “Por exemplo, a carne tem proteína e ferro que o organismo necessita para poder funcionar corretamente”, afirma.

    Ganho de peso - Além de prejudicar a saúde, consumir uma quantidade tão alta de calorias causa aumento expressivo no peso. Com esse aumento de massa gorda, também começam a aparecer problemas vasculares e psicológicos.

    Carne tem proteína e ferro, mas deve ser consumida com moderação. Foto: Javier Armendariz/ stock.xchng Carne tem proteína e ferro, mas deve ser consumida com moderação. Foto: Javier Armendariz/ stock.xchng

    Transtornos alimentares - De acordo com a nutróloga, é comum que pessoas ansiosas procurem conforto nesses alimentos e busquem essa sensação de relaxamento. “As endorfinas também proporcionam uma sensação de euforia”, completa.

    A compulsão alimentar também pode estar ligada a essa necessidade de sentir prazer com os alimentos. Enquanto algumas pessoas utilizam a comida para se punir de algum sentimento, outras encontram nela uma aliada para garantir uma sensação de conforto quando se sentir reprimida ou atingida pela sociedade.

    Substituição - Vivian conta que substituir esses alimentos é uma tarefa difícil, já que produtos saudáveis não contam com altas doses de endorfina. “O que se pode fazer é tentar encontrar um equilíbrio para não consumi-lo em excesso”, conclui.